Na década de 1970, o governo do Acre incentivou a pecuária em larga escala, substituindo os seringais e expulsando os seringueiros de suas terras. Isso levou a conflitos entre fazendeiros e seringueiros, com violência e mortes. Os seringueiros se mudaram para as cidades, aumentando a pobreza urbana. Eles resistiram por meio do movimento "Empate", mas a pecuária acabou se tornando dominante, prejudicando a cultura e meio ambiente local.