O documento discute a ocupação da Amazônia após a década de 1950, quando o governo construiu estradas e promoveu projetos de colonização agrícola. Isso causou um aumento no fluxo migratório e conflitos fundiários. As cidades se desenvolveram ao longo das estradas em vez dos rios, e surgiram novos atores sociais envolvidos nos conflitos pela posse da terra.