A
SUSTENTÁVEL
COMIDA DE
LABORATÓRIO
INTRODUÇÃO
Há dez mil anos, desde a invenção da agricultura, que o
homem tenta chegar a alimentos mais saborosos, com
melhor aspeto e mais fáceis de produzir.
Sem as técnicas de seleção e melhoramento de
plantas, o tomate não passaria de um fruto
mirrado e batata, de um tubérculo incomestível.
DA SELEÇÃO DE
SEMENTES À
EDIÇÃO DE GENES
SELEÇÃO E
MELHORAMENTO
Desde os primórdios da agricultura que o Homem
aprendeu a fazer de abelha: seleciona os melhores
exemplares de uma determinada cultura, colha o
pólen e espalha-o por outras plantas.
É um processo moroso, que depende da sorte.
Podem tardar 20 anos até se conseguir a
característica desejada.
ENXERTIA
Muito usada na vinha, como forma de
conferir resistência ao inseto filoxera,
esta técnica passa pela união de duas
plantas de variedades diferentes ou até
mesmo de espécies diferentes.
No caso da vinha, é comum ser feito o
enxerto de uma planta europeia com
outra americana, resistente ao inseto.
MUTAGÉNESE ALEATÓRIA
Este é um processo aleatório, que pode resultar em mutações vantajosas ou não. Muitas das
massas alimentícias que estão no mercado têm por base trigo criado por este processo.
Chama-se mutagénese ao processo que dá origem a alterações ocorrem de forma espontânea
e estão na base do processo de seleção e melhoramento.
CISGÉNESE
 Consiste num método de engenharia genética que implica a introdução de genes, ou sequências de
genes, responsáveis por uma característica de interesse noutra planta da mesma espécie ou aparentada,
em que o cruzamento poderia ocorrer na Natureza.
TRANSGÉNESE
 Introdução de genes, de uma espécie muito
diferente, na planta que se pretende cultivar.
 O exemplo clássico é o milho BT, que cóntem
genes de uma bactéria que são responsáveis pela
produção de proteínas com poder inseticida. Este
método dá origem aos ditos OGM ou
transgénicos clássicos.
SÓ A TECNOLOGIA
ALIMENTAE PODERÁ
GARANTIR A
SOBREVIÊNCIA DOS
DEZ MIL MILHÕES
DE SERES HUMANOS
QUE HABITARÃO A
TERRA EM 2050
A sustentável comida de laboratório

A sustentável comida de laboratório

  • 1.
  • 2.
    INTRODUÇÃO Há dez milanos, desde a invenção da agricultura, que o homem tenta chegar a alimentos mais saborosos, com melhor aspeto e mais fáceis de produzir. Sem as técnicas de seleção e melhoramento de plantas, o tomate não passaria de um fruto mirrado e batata, de um tubérculo incomestível.
  • 3.
    DA SELEÇÃO DE SEMENTESÀ EDIÇÃO DE GENES
  • 4.
    SELEÇÃO E MELHORAMENTO Desde osprimórdios da agricultura que o Homem aprendeu a fazer de abelha: seleciona os melhores exemplares de uma determinada cultura, colha o pólen e espalha-o por outras plantas. É um processo moroso, que depende da sorte. Podem tardar 20 anos até se conseguir a característica desejada.
  • 5.
    ENXERTIA Muito usada navinha, como forma de conferir resistência ao inseto filoxera, esta técnica passa pela união de duas plantas de variedades diferentes ou até mesmo de espécies diferentes. No caso da vinha, é comum ser feito o enxerto de uma planta europeia com outra americana, resistente ao inseto.
  • 6.
    MUTAGÉNESE ALEATÓRIA Este éum processo aleatório, que pode resultar em mutações vantajosas ou não. Muitas das massas alimentícias que estão no mercado têm por base trigo criado por este processo. Chama-se mutagénese ao processo que dá origem a alterações ocorrem de forma espontânea e estão na base do processo de seleção e melhoramento.
  • 7.
    CISGÉNESE  Consiste nummétodo de engenharia genética que implica a introdução de genes, ou sequências de genes, responsáveis por uma característica de interesse noutra planta da mesma espécie ou aparentada, em que o cruzamento poderia ocorrer na Natureza.
  • 8.
    TRANSGÉNESE  Introdução degenes, de uma espécie muito diferente, na planta que se pretende cultivar.  O exemplo clássico é o milho BT, que cóntem genes de uma bactéria que são responsáveis pela produção de proteínas com poder inseticida. Este método dá origem aos ditos OGM ou transgénicos clássicos.
  • 9.
    SÓ A TECNOLOGIA ALIMENTAEPODERÁ GARANTIR A SOBREVIÊNCIA DOS DEZ MIL MILHÕES DE SERES HUMANOS QUE HABITARÃO A TERRA EM 2050