O documento analisa o impacto do romance "A Sangue Frio" de Truman Capote na literatura e na sociedade americana dos anos 1950, explorando a brutalidade humana e a normalidade dos assassinos. Capote utiliza uma narrativa que contrasta a cruel realidade social com a ideia de bem-estar, questionando a relação entre estabilidade social e moralidade. O texto também menciona o caso de uma criança rejeitada no Brasil, ressaltando a falência do estado laico em garantir valores éticos e morais, levantando dilemas morais persistentes na sociedade contemporânea.