O documento descreve a preeminência do amor cristão sobre outras virtudes como a fé e a esperança. Ele argumenta que (1) o amor é o fim ao qual a fé e a esperança servem como meios, (2) o amor é uma virtude social que beneficia os outros, ao contrário da fé e da esperança que se concentram no indivíduo, e (3) o amor é a virtude que mais se assemelha a Deus.