A inclusão de PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS - PNE nas empresasdemonstra a
importância da inclusão profissional no mercado de trabalho. Apesar dos esforços de
todaequipe de Recursos Humanos para a contratação de PNE, encontram-se dificuldades para
a contrataçãode mão de obra, pois é necessário que seja adequado ao PNE – PORTADOR DE
NECESSIDADESESPECIAIS a adaptação ao cargo que possa exercer na Empresa. Pessoas com
diferentes tipos dedeficiência podem exercer praticamente qualquer atividadeprofissional. É
importante ressaltar que nestafase de contratação, encontrar mão de obra qualificada tem
sido um grande desafio. Assim, paradesenvolver todo o trabalho, é necessário realizar algumas
pesquisas como: bibliográfica, documental,exploratória.

Inclusão nas empresas
O crescente número de pessoas com necessidades específicas sendo empregadas demonstra
um maior compromisso das empresas com a inclusão. Mas nem sempre a própria equipe
sabe interagir com esse profissional.
Embora existam mobilizações e boas intenções, muitas vezes subestimam seus potenciais e
superestimam as dificuldades. Sem dúvida, ainda há um estigma, um preconceito que
advém da ignorância em relação a indivíduos com necessidades específicas.

Vídeo da Ambev sobre programa de inclusão:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=rXBGQxLt6ko

Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010.
Pessoas com deficiência
Compete ao setor de RH da empresa:

a) Identificar e avaliar perfeitamente as oportunidades de trabalho para pessoas PNE,
apresentar o programa à empresa, esclarecer dúvidas, orientar sobre a contratação,
treinamentos, dispensas, etc;
b) Elaborar e coordenar estudos dos postos de trabalho para a adequação das pessoas
PNE, desde as instalações e recursos, até a definição do perfil profissional e habilidades;
c) Atrair, aplicar, reter, desenvolver e monitorar as pessoas PNE na empresa; seu trabalho
maior será no que diz respeito à "conscientização e sensibilização", por meio de
reuniões de orientações para os Gestores das diversas áreas, antes da vinda das pessoas
PNE e, cotidianamente, efetuar acompanhamento contínuo, de modo a garantir que não
exista nenhum tipo de diferenciação, proteção, paternalismo, assistencialismo, piedade
e/ou tratamentos diferenciados;
d) Promover palestras com os funcionários, de maneira a esclarecer dúvidas sobre como
tratar ou interagir com pessoas PNE; efetuar também reunião com o grupo contratado,
buscando sentir suas dificuldades, facilidades e expectativas, ocasião em que se
verificarão, sobretudo, as mudanças arquitetônicas essenciais e imprescindíveis para
garantir segurança para todos. O envolvimento e a participação dos próprios interessados
(pessoas PNE) pode facilitar o processo de adequação dos espaços e tornar as mudanças
mais simples e progressivas, sem ser volumosas ou dispendiosas demais.

Portanto, para o êxito de qualquer programa de Responsabilidade Social nas empresas,
que tenha como foco a inclusão de pessoas PNE, deve ser levado em consideração o
desenvolvimento e o aprimoramento nas seguintes áreas:
a) Competências – capacitar os Administradores de Recursos Humanos, demais
profissionais da área de RH e Gestores, para monitoramento e avaliação das
competências dos funcionários PNE;
b) Orientação técnica para acessibilidade física e adaptação arquitetônica – parecer
técnico das condições de adaptação dos espaços, instrumentos de trabalho e dispositivos
de segurança da empresa, considerando sua realidade atual e as demandas específicas
das pessoas PNE;
c) Mapeamento do perfil de vagas e funções – mapear todas as áreas e funções para
não restringir a atuação da pessoa PNE nas atividades e ou funções dirigidas a essas
pessoas. Obviamente, sem perder de vista o bem-estar e a segurança das pessoas PNE,
porém possibilitando que as competências destas pessoas sejam valorizadas mais que
sua deficiência; e
d) Sensibilização – programas que contribuem para o desenvolvimento de um clima
organizacional que favoreça a construção de uma cultura inclusiva na empresa, com
expectativas de mudanças de paradigmas sociais. Nestes programas é fundamental que a
direção da empresa faça parte deste processo, disseminando os parâmetros do respeito à
diferença e da Responsabilidade Social.

A inclusão de portadores de necessidades especiais

  • 1.
    A inclusão dePORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS - PNE nas empresasdemonstra a importância da inclusão profissional no mercado de trabalho. Apesar dos esforços de todaequipe de Recursos Humanos para a contratação de PNE, encontram-se dificuldades para a contrataçãode mão de obra, pois é necessário que seja adequado ao PNE – PORTADOR DE NECESSIDADESESPECIAIS a adaptação ao cargo que possa exercer na Empresa. Pessoas com diferentes tipos dedeficiência podem exercer praticamente qualquer atividadeprofissional. É importante ressaltar que nestafase de contratação, encontrar mão de obra qualificada tem sido um grande desafio. Assim, paradesenvolver todo o trabalho, é necessário realizar algumas pesquisas como: bibliográfica, documental,exploratória. Inclusão nas empresas O crescente número de pessoas com necessidades específicas sendo empregadas demonstra um maior compromisso das empresas com a inclusão. Mas nem sempre a própria equipe sabe interagir com esse profissional. Embora existam mobilizações e boas intenções, muitas vezes subestimam seus potenciais e superestimam as dificuldades. Sem dúvida, ainda há um estigma, um preconceito que advém da ignorância em relação a indivíduos com necessidades específicas. Vídeo da Ambev sobre programa de inclusão: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=rXBGQxLt6ko Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010. Pessoas com deficiência
  • 2.
    Compete ao setorde RH da empresa: a) Identificar e avaliar perfeitamente as oportunidades de trabalho para pessoas PNE, apresentar o programa à empresa, esclarecer dúvidas, orientar sobre a contratação, treinamentos, dispensas, etc; b) Elaborar e coordenar estudos dos postos de trabalho para a adequação das pessoas PNE, desde as instalações e recursos, até a definição do perfil profissional e habilidades; c) Atrair, aplicar, reter, desenvolver e monitorar as pessoas PNE na empresa; seu trabalho maior será no que diz respeito à "conscientização e sensibilização", por meio de reuniões de orientações para os Gestores das diversas áreas, antes da vinda das pessoas PNE e, cotidianamente, efetuar acompanhamento contínuo, de modo a garantir que não exista nenhum tipo de diferenciação, proteção, paternalismo, assistencialismo, piedade e/ou tratamentos diferenciados; d) Promover palestras com os funcionários, de maneira a esclarecer dúvidas sobre como tratar ou interagir com pessoas PNE; efetuar também reunião com o grupo contratado, buscando sentir suas dificuldades, facilidades e expectativas, ocasião em que se verificarão, sobretudo, as mudanças arquitetônicas essenciais e imprescindíveis para garantir segurança para todos. O envolvimento e a participação dos próprios interessados (pessoas PNE) pode facilitar o processo de adequação dos espaços e tornar as mudanças mais simples e progressivas, sem ser volumosas ou dispendiosas demais. Portanto, para o êxito de qualquer programa de Responsabilidade Social nas empresas, que tenha como foco a inclusão de pessoas PNE, deve ser levado em consideração o desenvolvimento e o aprimoramento nas seguintes áreas: a) Competências – capacitar os Administradores de Recursos Humanos, demais profissionais da área de RH e Gestores, para monitoramento e avaliação das competências dos funcionários PNE; b) Orientação técnica para acessibilidade física e adaptação arquitetônica – parecer técnico das condições de adaptação dos espaços, instrumentos de trabalho e dispositivos de segurança da empresa, considerando sua realidade atual e as demandas específicas das pessoas PNE; c) Mapeamento do perfil de vagas e funções – mapear todas as áreas e funções para não restringir a atuação da pessoa PNE nas atividades e ou funções dirigidas a essas pessoas. Obviamente, sem perder de vista o bem-estar e a segurança das pessoas PNE,
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    porém possibilitando queas competências destas pessoas sejam valorizadas mais que sua deficiência; e d) Sensibilização – programas que contribuem para o desenvolvimento de um clima organizacional que favoreça a construção de uma cultura inclusiva na empresa, com expectativas de mudanças de paradigmas sociais. Nestes programas é fundamental que a direção da empresa faça parte deste processo, disseminando os parâmetros do respeito à diferença e da Responsabilidade Social.