O documento discute a crise no Senado Federal brasileiro. Afirma que as instituições não geram crises por si mesmas, mas sim as pessoas que as compõem. A crise no Senado foi construída por legislaturas sucessivas de senadores que trataram a Casa como propriedade pessoal e reforçaram práticas como compadrio e coronelismo. É necessária uma reforma para mudar a forma como senadores são eleitos e limitar as reeleições.