Sistemas Óleo-hidráulicos
ISEL DEM
Disciplina do 2º Ciclo da Licenciatura

Capítulo:
      Cilindros

                                  Docente:   Rui d’Aguiar

                                    Abril de 2005
Sistemas Óleo-hidráulicos
Sistemas Óleo-hidráulicos
Sistemas Óleo-hidráulicos   Cilindro de duplo efeito




Rendimento mecânico
Sistemas Óleo-hidráulicos

Cilindro de duplo efeito
Sistemas Óleo-hidráulicos

Aplicações dos cilindros óleo-hidráulicos
Sistemas Óleo-hidráulicos

Aplicações dos cilindros óleo-hidráulicos
Sistemas Óleo-hidráulicos

                 Sistemas Óleo-hidráulicos

Tipos construtivos
Sistemas Óleo-hidráulicos


                 Sistemas Óleo-hidráulicos
Tipos construtivos
Sistemas Óleo-hidráulicos


                  Haste mergulhante




o retorno à posição primitiva é
efectuada por forças exteriores
(gravidade, mola, etc.)
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                            Cilindro de duplo efeito
Sistemas Óleo-hidráulicos

Cilindro de duplo efeito

     Condições de ampliação da pressão
Sistemas Óleo-hidráulicos


                Haste passante




Os cilindros de haste passante, só são utilizados, quando se
pretende forças iguais nos dois sentidos ou aplicações
aproveitando as duas extremidades.
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                 Cilindro telescópico de simples efeito




Os cilindros telescópicos, normalmente
de simples efeito, são utilizados quando
se pretende que a posição recolhida seja
o mais curto possível (dimensão
recolhida < curso).
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Aplicações dos cilindros óleo-hidráulicos telescópicos
Sistemas Óleo-hidráulicos

Cilindro telescópico de simples e duplo efeito
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Cilindro de duplo efeito
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                     Cilindro de duplo efeito sem amortecimento




1 - tampa da haste (anterior) 2 - corpo(3-topo e 4-tubo) 6 - haste 7 - êmbolo
8 - tampa do cilindro( posterior) 9- parafuso 10 - parafuso de purga     11 - raspador
12 - vedante da haste 13 - O-ring 14 - vedante do êmbolo
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                – Cilindros
                    • Amortecimento de fim de curso
O amortecimento deve ser utilizado para velocidade maior
do que 0,3 m/seg.
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                               O amortecimento deve ser utilizado para
Cilindro com amortecimento     velocidade maior do que 0,3 m/seg.




1 - tampa da haste (anterior) 2 - corpo(3-topo e 4-tubo) 6 - haste 7 – êmbolo 8 –
casquilho de amortecimento 9 - tampa do cilindro( posterior) 10 – parafuso de
regulação do amortecimento 11 – contra-porca 12 e 13 – válvula de retenção 14 -
parafuso de purga 15 - raspador 16 - vedante da haste 17 e 19 - O-ring 18 -
vedantes do êmbolo
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Corpo do cilindro
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Corpo do cilindro            Haste
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  Vedantes
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     • Cilindros
           » Fixação de tampas
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 – Cilindros
    • Amortecimento de fim de curso
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                    Sistemas Óleo-hidráulicos
                      Cilindro de duplo efeito com amortecimento




   Tampa                                              Flangeada
  Tampa Flangeada
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Cilindro de duplo efeito sem amortecimento




                                             Olhal com
                                             rótula
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             Fixação dos cilindros



Flangeada                               Patas



Flangeada                               Oscilante



Oscilante                               Oscilante
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         Fixação dos cilindros




Patas


                                    Oscilante
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                 – Cilindros
                        – Fixação
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Olhal




                   Olhal com rótula
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 Flange               Flange



                  Patas




          Oscilante
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Cilindros rotativos de palheta (até 270º)




               Cilindros rotativos com 1 palheta e 1 batente
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      Cilindros rotativos de dupla palheta (até 60º)




Cilindros rotativos com 2 palhetas e 2 batentes
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Actuador rotativo por parafuso (até 720º)
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Actuador rotativo por êmbolos paralelos (até 100º)
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Actuador rotativo por biela manivela (até 180º)
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Actuador rotativo por cremalheira (até 360º)
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Aplicações de cilindros rotativos
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        Dimensionamento

Funcional

Resistente
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          Dimensionamento
          Funcional
Formulas aplicadas a cilindros hidráulicos


                                        A- secção ( cm2)
                                        d- diâmetro ( mm )
                                        F- força – ( daN )
                                        p- pressão ( bar )
                                        Q- caudal ( litros/min )
                                        s- curso ( mm )
                                        t- tempo ( seg. )
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Dimensionamento
Funcional
                   Formulas aplicadas a
                   cilindros hidráulicos




            Áreas
            Êmbolo - A1 =785x10-5 (d1)2
            Haste - A2=785x10-5 (d2)2
            Anelar - A3=785x10-5 [(d1)2-(d2)2]
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         Formulas aplicadas a cilindros hidráulicos




                      D2,A2


d1, A1

                           Forças de avanço e recuo

                         Favanço = ((p1 A1 ) - ( p3 A3 ))ηmec

                         Fretorno = ((p3 A3 ) - (p1 A1 )) ηmec
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Dimensionamento
Funcional
                Formulas aplicadas a
                cilindros hidráulicos




              Velocidade de deslocamento
              v=16,6 Q/ A1 (avanço- cm/min)
              v=16,6 Q/ A3 (retorno- cm/min)
                   -3
              v= 10 s / t    (avanço- m/s)
                      -2
              v= 6x10 s / t (m/min)
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            Dimensionamento
            Funcional
O amortecimento deve ser utilizado sempre que a velocidade é igual
ou maior do que 0,3 m/seg.
O tempo de aceleração e frenagem num cilindro está
compreendido entre0,1 e 6 segundos.
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       Dimensionamento

Resistência mecânica
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Corpo do cilindro

O corpo do cilindro em tubo de aço rectificado interiormente e com
um acabamento de superfície interna espelhada.
O aço ao carbono com limite elástico de 36 kg/mm2 (St 52) e
soldável.

Na tabela seguinte as pressões de serviço refere-se a :
caso I        -trabalho sem choques
caso III      -para choques violentos (230%).

A pressão interna máxima, (acréscimo de pressão motivados pelo
funcionamento do sistema, tal como a reversão da carga) pode
atingir 3 a 4 vezes a pressão de funcionamento normal.
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Corpo do cilindro
Calculo da espessura dos tubos pela fórmula de Lamé

       e= (d/2 ) x [(σ+p)/( σ-p)-1]1/2

       e- espessura da parede (mm)
       d- diâmetro interior do cilindro (mm)
       σ- tensão admissível do material (daN/mm2), valor
       indicador 8 a12.
       p- pressão interna máxima (bar) Pressão de projecto
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Espessura do tubo - Verificação da pressão máxima admissível
           pmax = e×200(σe /S) /1,11×D

e- espessura da parede (mm)
σe – tensão de limite elástico
S - coeficiente de segurança ≥ 2
D - diâmetro exterior do tubo
1,11 – factor para compensar a tolerância inferior da espessura do
tubo.
pmax =3 a 4 pressão de funcionamento normal

A pressão interna máxima, (acréscimo de pressão motivados pelo
funcionamento do sistema, tal como a reversão da carga) pode atingir
3 a 4 vezes a pressão de funcionamento normal.
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Corpo do cilindro            Haste

                St 52
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E- módulo de compressibilidade – 14000 bar
A- secção ( cm2)
d- diâmetro ( mm )
F- força – ( daN )
p- pressão ( bar )
Q- caudal ( litros/min )
s- curso ( mm )
t- tempo ( seg. )
V- cilindrada ou volume do cilindro hidráulico ( l )
v- velocidade de trabalho ( m/min )
ηmec – rendimento mecânico (0,95 cilindros simples efeito, 0,9
duplo efeito).
ηvol - rendimento volumétrico- desprezável nos cilindros
hidráulicos.
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             Dimensionamento

Haste
As hastes dos cilindros são normalmente executados em aço de
liga calibrados ou rectificados maciços (σe=36 kg/mm2)(St 52),
com cromagem dura superficial,

Quando se pretende grande resistência à corrosão é corrente a
utilização de aço inoxidável (AISI 410).
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Cálculo das hastes
à encurvadura
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         a ( 5)

Fórmula de Euler
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                            Le = s × k
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Le em mm (Le = s × k)




                         Força em 103 N
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                          CILINDROS HIDRÁULICOS
ENCURVADURA

Carga máx. admissível
F =Kπ2 IE/ nL2 ( kg )
k - coeficiente dependente da fixação do cilindro aos seus extremos.
I - Momento de inércia da haste (cm4 )
E - Módulo de elasticidade do material (kg/cm2 )
n - Coeficiente de segurança(valor médio 5)
L- Comprimento virtual sujeito à encurvadura ( cm)

Extr.fixo/livre       - L=2 l
Extr. art./art.       - L=l
Extr. fixo/art.       - L=0.71 l
Extr. Fixo/fixo       - L=0,5 l
                      -l- Comprimento real entre apoios
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Perdas nos cilindros
  Volumétricas –pouco significativas quando os
  vedantes são novos.
  Mecânicas –estas perdas devem-se ao atrito dos
  vedantes, raspadores, guiamentos, etc., com as
  peças em movimento. Pode-se considerar um
  valor genérico de 0,90 (duplo efeito) e 0,95 para
  cilindros de simples efeito ou êmb. mergulhante.
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PROBLEMAS
Sujidade: esta pode ser transportada pelo fluído, interpondo-
  se entre o embolo e o corpo, danificando os vedantes ou o
  próprio corpo diminuição do ηv . O ponto de entrada
  principal é pela haste do cilindro.
Calor: caso o cilindro esteja próximo de uma fonte de calor,
  esta pode afectar os vedantes caso estes não sejam
  apropriados.
Montagem: muitos dos problemas são motivados por
  aplicações indevidas.
  -cargas excêntricas
  -desalinhamentos
  -esforços excessivos não considerados
  -faltas de guiamento
Sistemas Óleo-hidráulicos



Bibliografia:

       Planning and Design of Hydraulic Power Systems.
       Rexroth Hydraulics

       Hidráulica. Teoria e aplicações
       Bosch

       Folhas de Sistemas Hidráulicos ISEL
       Eng. Aníbal Chaves e Sousa
Sistemas Óleo-hidráulicos
ISEL DEM
Disciplina do 2º Ciclo da Licenciatura

Conclusão de
       Cilindros
                                  Docente:   Rui d’Aguiar

                                    Abril de 2005
CILINDROS HIDRÁULICOS
Sistemas Óleo-hidráulicos
CILINDROS HIDRÁULICOS

• FÓRMULAS
• Forças
   – Avanço = (p1 A1) – (pcA3)ηmec
   – Retorno = (p3A3) - (pcA1)ηmec
•    pc - contrapressão
• Áreas
   – Êmbolo - A1 =0,785 (d1 )2
   – Haste - A2=0,785 ( d2 )2
   – Anular - A3=0,785 (d1 - d2 )2

   –   p- bar
   –   F-daN
   –   A – cm2
   –   d - cm
CILINDROS HIDRÁULICOS

• FÓRMULAS
  – Velocidade – v=s/t
  – Caudal
      • Q=Av/10ηvol
      • Q=60V /t ηvol
  – Volume
      • V=As/ 10000
  – Tempo de avanço
      • t=6As/1000Q
  – Q-litros/min
  – V-cilindrada l(litros)
  – s-curso mm
  – t-tempo seg
  – v-velocidade do êmbolo m/min
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Cilindro de duplo efeito
Academia da Força Aérea   ESTMA
ORGÃOS de MÁQUINAS - Óleo-hidráulica
                    – Cilindros
Sistemas Óleo-hidráulicos
Sistemas Óleo-hidráulicos

Áreas
Êmbolo - A1 =785x10-5 (d1)2
Haste - A2=785x10-5 (d2)2
Anelar - A3=785x10-5 [(d1)2-(d2)2]


 Velocidade de deslocamento
 v= 6x10-2 s / t (m/min)
 v=16,6 Q/ A1 (avanço- cm/min)
 v=16,6 Q/ A3 (retorno- cm/min)
 v= s/1000 t     (avanço- m/s)
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Caudal
Q=Av/10 ηvol
Q=60V / t ηvol

Volume
V=As/ 10000
Tempo de avanço
t=6As/1000Q ou t= 60V/Q

       Variação de volume em função da pressão
       ∆V=V∆p/E
 E- módulo de compressibilidade – 14000 bar
Sistemas Óleo-hidráulicos

E- módulo de compressibilidade – 14000 bar
A- secção ( cm2)
d- diâmetro ( mm )
F- força – ( daN )
p- pressão ( bar )
Q- caudal ( litros/min )
s- curso ( mm )
t- tempo ( seg. )
V- cilindrada ou volume do cilindro hidráulico ( l )
v- velocidade de trabalho ( m/min )
ηmec – rendimento mecânico (0,95 cilindros simples efeito, 0,9
duplo efeito).
ηvol - rendimento volumétrico- desprezável nos cilindros
hidráulicos.
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3 oleohidraulica cilindros