O documento destaca a importância do investimento na primeira infância, enfatizando o desenvolvimento cerebral que ocorre dos 0 aos 6 anos e os benefícios de políticas públicas e programas de parentalidade para enfrentar desigualdades. Evidências científicas e econômicas mostram que esse investimento gera retornos significativos para a sociedade, contribuindo para a saúde e educação das crianças. O texto também menciona iniciativas globais que apoiam o desenvolvimento na primeira infância e os impactos negativos da falta de estímulos adequados nesse período.