Projeto Curricular de Escola
2011-2012
                          “Não se pode aprender sem uma autoestima elevada.
                          Assim, é preciso convencer os alunos em dificuldade de
                          que eles podem aprender, assim como valorizar todos os
                          seus progressos, por menores que sejam.”
    Rua Costa Veiga
    2460 - 028 Alcobaça
                                                             Philippe Perrenoud
    262 505 170
    962 097 175
    913 6174 44

    262 596 460                                     Aprovado em Conselho Geral
                                                                   2011.10.26
    www.esdica.pt
    diretor@esdica.pt
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Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça               PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012




ESTRUTURA DO PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA
ESTRUTURA DO PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA                                                        2

I.     NOTAS INTRODUTÓRIAS                                                                       5
      1.    DA HISTÓRIA DA ESCOLA À MODELAÇÃO DE UM CURRÍCULO                                    5
      2.    O IMPERATIVO DA MUDANÇA CONTÍNUA                                                     8

II.        O PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA PRÓLOGO                                               10
      1.    TRANSVERSALIDADE E COMPLEMENTARIDADE COM O PROJETO EDUCATIVO DA ESCOLA E O
      REGULAMENTO INTERNO                                                                       10
      2.    CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULAR                                   12
      3.    PLANIFICAÇÃO, ENSINO-APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO                                       13
      4.    GRELHA DE APRESENTAÇÃO DE PLANIFICAÇÕES                                             14
      5.    AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS                                                          14
      6.    INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS                                          15
           TESTES ESCRITOS                                                                      17

III.       CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULAR                                    18
      1.    PRINCÍPIOS ESTRUTURANTES DA POLÍTICA EDUCATIVA                                      19

IV.        OFERTA FORMATIVA                                                                     21
      1.    Turmas em funcionamento no ano letivo 2011-2012                                     21
      2.    ENSINO SECUNDÁRIO                                                                   22
           Competências do Ensino Secundário                                                    22
             2.1.1.   CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS                                             23
             2.1.2.   CURSOS TECNOLÓGICOS                                                        29
             2.1.3.   CURSOS PROFISSIONAIS                                                       30
             2.1.4.   ENSINO PARA ADULTOS                                                        36

V.         ORGANIZAÇÃO DO ANO Letivo                                                            39
      1.    Calendário escolar para o ano letivo 2011-2012                                      39
      2.    Critérios de constituição de turmas                                                 39
      3.    Critérios para a elaboração dos horários dos alunos                                 41
      4.    Distribuição do serviço docente                                                     42
      5.    Orientações para os projetos curriculares de turma                                  45
      6.    Escola a tempo inteiro (ocupação plena dos tempos escolares)                        46

VI.        AVALIAÇÃO DOS ALUNOS                                                                 48
      1.    CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (Contextualização)                                           48



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  2.     CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GERAIS                                                              48
  3.     CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO                                                         51
        PORTUGUÊS                                                                                   51
        FILOSOFIA                                                                                   52
        FRANCÊS                                                                                     53
        INGLÊS                                                                                      54
        ESPANHOL                                                                                    55
        MATEMÁTICA A, MATEMÁTICA B e MACS                                                           55
        EDUCAÇÃO FÍSICA                                                                             57
        ÁREA DE INTEGRAÇÃO                                                                          64
        ECONOMIA A e C                                                                              64
        HISTÓRIA e HISTÓRIA E CULTURA DAS ARTES                                                     65
        DISCIPLINAS LECIONADAS PELO GRUPO DE INFORMÁTICA                                            66
        ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO                                                    68
        FORMAÇÃO CÍVICA – 10º Ano                                                                   73
        DISCIPLINA DE BIOLOGIA E GEOLOGIA                                                           75
        FÍSICA E QUÍMICA                                                                            80
        GEOMETRIA DESCRITIVA A                                                                      81
        DESENHO A                                                                                   84
        GEOGRAFIA e GEOGRAFIA A e C                                                                 86
        PSICOLOGIA A + B                                                                            88
  4.     REGRAS METODOLÓGICAS PARA A ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS ESCOLARES                             89
  5.     CURRÍCULO INFORMAL / Atividades DE ENRIQUECIMENTO DO CURRÍCULO                             92
        Projetos                                                                                    92
          5.1.1.    SENTIR + - Clube de Inteligência Emocional                                       92
          5.1.2.    DESPORTO ESCOLAR                                                                 98
          5.1.3.    DESPORTO MENTAL                                                                  99
          5.1.4.    OFICINA DE EXPRESSÕES                                                           101
          5.1.5.    PAIS NA ESCOLA DO SÉCULO XXI                                                    105
          5.1.6.    PROJETO DE MEDIAÇÃO ESCOLAR                                                     106
          5.1.7.    LITERACIA financeira                                                            106
          5.1.8.    CANTO D’INÊS, O JORNAL DA ESCOLA                                                108
          5.1.9.    a LeR+ com a ESDICA                                                             108
          5.1.10.    PESME                                                                          110
          5.1.11.    Projeto PTE – Plano TIC                                                        115
          5.1.12.    “ESCOLA ABERTA”                                                                116

VII.     PLANO DE FORMAÇÃO             2011-2012                                                   116

VIII.     ESTRUTURAS DE APOIO                                                                      117


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     1.    BIBLIOTECA ESCOLAR E A CONSTRUÇÃO AUTÓNOMA DO CONHECIMENTO                  117
     2.    SALAS DE ESTUDO                                                             123
     3.    DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL                                           126
     4.    SPO                                                                         127

IX.       PROTOCOLOS E PARCERIAS                                                       128

X.        AVALIAÇÃO DO Projeto CURRICULAR DE ESCOLA                                    130




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I. NOTAS INTRODUTÓRIAS

 1. DA HISTÓRIA DA ESCOLA À MODELAÇÃO DE UM CURRÍCULO




Todas as instituições têm uma cultura, a que se chama “cultura institucional”. De contornos mais
ou menos definidos, ela “explica” determinadas opções, determinadas maneiras de agir / reagir
perante os problemas.

Nem tudo, porém, assume a mesma importância nessa tarefa explicativa; é natural que as
transformações mais recentes tenham um papel mais importante na explicação de determinados
fenómenos, enquanto que o nexo entre factos mais distantes no tempo e o comportamento
presente mal se faça sentir.



A história da Escola Secundária D. Inês de Castro, como primeira escola de Alcobaça, está,
longinquamente, ligada à história de Alcobaça e, mais precisamente, à história da Ordem de Cister
– sob cuja sombra tutelar Alcobaça apareceu e se desenvolveu.

Assim, poderemos dizer que nascemos algures nos séc. XI e XII quando S. Bernardo de Claraval e
um grupo de monges, saídos da Borgonha, se instalam em Alcobaça..

Em 11 de janeiro de 1269, Frei Estêvão Martins, 12º Abade do Mosteiro, cria, em Alcobaça, a
primeira Escola pública do Reino – onde se ensinava Gramática, Lógica e Teologia. E, como o
conhecimento significa “desenvolvimento”, e não “despesa”, a Abadia conheceu o seu período
áureo entre 1357 e 1433 (desde o reinado de D. Pedro I ao reinado de D. João I).

Com a nomeação do Abade a ser da responsabilidade do Rei, começou a decadência da Abadia (há
erros que nunca se emendam...) – sendo particularmente ruinosa a “gestão” do Abade D. João
Dornellas. Pio V, cedendo, por meio de bula entregue ao Cardeal D. Henrique, completa
autonomia aos Monges de Cister, deu novo folgo à comunidade. Contudo, dois acontecimentos
iriam condenar todo o esforço: as inundações de 1722 e o terramoto de 1755: com as finanças não
consolidadas, o esforço de reconstrução revelou-se maior do que as possibilidades, tanto mais que
o pior ainda estava para vir: primeiro, as invasões francesas e, finalmente, em 1833, o decreto que
extingue as Ordens religiosas existentes no país.




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A causa do ensino só ganha nova dimensão em Alcobaça em 3 de maio de 1925, com a
inauguração da Escola Agrícola Feminina Vieira Natividade, culminando um processo iniciado em
1910, liderado, para além do ilustre alcobacense atrás citado, por Ana de Castro Osório e José
Joaquim dos Santos.

Esta Escola, de que a atual “Escola Velha/Escola Nova” mantém toda a traça arquitetónica,
desenhada por Raul Lino, foi criada pelo Decreto nº 4105, de 18 de abril de 1918, tendo sido a
primeira pedra lançada em 11 de julho de 1921. Os cursos aí ministrados, a alunas em regime de
internato, tinham uma forte componente prática e conferiam o curso Prático Elementar Agrícola –
que comportava um ano de estágio.

Não foi feliz a curta vida desta escola, lançada numa época de fortes convulsões políticas e sociais.
Nem a passagem de uma figura tão emblemática como o Prof. Joaquim Vieira Natividade (1899-
1968) conseguiu inverter a situação. Aliás, na vida deste insigne alcobacense, esse foi um período
que ele gostava de omitir. Outro fator que pesou no destino infeliz da Escola prende-se com a sua
(não) inserção no meio. Com efeito, a maior parte das alunas era oriunda do Asilo da Infância
Desvalida de Alcobaça. Por estas razões, conjugadas com o desprezo com que o Estado Novo
tratou a Educação, a Escola foi extinta em 1931. A Escola Prática Agrícola Vieira Natividade, que
foi criada em sua substituição, nunca haveria de sair do papel. No entanto, em 1947, assiste-se ao
recomeço do ensino agrícola (“Pomicultura”), sempre nas mesmas instalações, agora
denominadas Escola Prática de Agricultura Vieira Natividade. (Como se poderá constatar, vem de
longe a nossa atração pela mudança de rótulos...)

A avaliação da validade dos curricula e de toda a organização do ensino tem em Vieira da
Natividade um lúcido crítico. Pela sua atualidade, merecerá atentar nestas palavras (ainda, hoje,
tão atuais):

“(...) A relação das disciplinas que fazem parte do ciclo profissional das escolas práticas de agricultura, com a duração
de dois anos, mostra que nos mantemos fiéis ao enciclopedismo, tão grato às gerações que nos antecederam, e em
que a preocupação de se ensinar um pouco de tudo dá como resultado ficar-se a saber muito pouco de qualquer
coisa.”




Entretanto, em 1932, por iniciativa e financiamento da Câmara Municipal, foi criado, nas
instalações da extinta escola, o Liceu Municipal. Contudo, quando os alcobacenses almejavam a
transformação do Liceu Municipal em Liceu Nacional, ocorreu, pouco tempo depois, a sua
extinção.


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Não conformadas, as gentes de Alcobaça encetam uma campanha que, pelo menos a partir de
1947, tem no jornal Alcoa a tribuna oficial, encontrando entre as diversas individualidades
envolvidas, mais uma vez... Joaquim Vieira Natividade. Provando que “tudo vale a pena quando a
alma não é pequena”, o Decreto nº 40:029, de 28 de junho de 1955, veio transformar a Escola
Prática de Agricultura em Escola Técnica de Alcobaça. Desse mesmo decreto constam os cursos a
serem    ministrados,    “Ciclo   Preparatório   do     Ensino   Técnico-Profissional”   e   “Cursos
Complementares de Aprendizagem de Serralheiro, Ceramista e Comércio”.

A inauguração da Escola efetuou-se em 1960, permitindo que o ano letivo de 1960/61 funcionasse
já nas novas instalações. A partir desta altura, a “Escola Velha” é encerrada.

Os passos seguintes mais relevantes são:

1968 – Separação Ciclo Preparatório / Escola Técnica.

1971/72 – Inclusão na Escola Técnica da secção liceal do Liceu de Leiria.

1974/75 – O grande aumento da população escolar leva à reocupação da Escola Velha – que, no
entanto, já não tinha condições mínimas para um funcionamento adequado.

1978/79 – O Decreto-Lei 80/78, de 27/4/78, extingue todos os Liceus e Escolas Técnicas.
Doravante, apenas haverá escolas secundárias, nascendo, assim, a Escola Secundária de Alcobaça.

Os anos 80 foram anos de crise. O aumento incessante dos alunos, a progressiva degradação das
instalações da Escola Velha, levaria ao seu encerramento, a começos atribulados dos anos letivos,
à colocação, em 84/85, de uma série de Pavilhões pré-fabricados. A transitoriedade desta medida
só viria a acabar no ano letivo de 2001/02 com a desocupação e posterior demolição dos
famigerados Pavilhões.

No final da década, a situação melhorou significativamente com a entrada em funcionamento da
escola gémea Escola Secundária nº 2, no ano letivo de 1988/89. Por essa razão, desde essa altura,
a nossa escola passou a chamar-se Escola Secundária Nº 1 de Alcobaça.

Em 1990/91, aproveitando as infraestruturas agrícolas existentes, é criada a EPACIS, mercê da
celebração de contrato-programa em que foram outorgantes o Estado (GETAP), a Escola
Secundária Nº 1, a Câmara Municipal e as Cooperativas Agrícola dos Avicultores e Criadores de
Gado, da Benedita, e Agrícola, de Alcobaça.

Em 1993, através do Despacho nº 140/SERE/93, de 24 de setembro, a Escola passa a chamar-se
ESCOLA SECUNDÁRIA D. INÊS DE CASTRO, lecionando os 3º Ciclo do Ensino Básico e o Ensino


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Secundário. A oferta pedagógica do Ensino Básico e Secundário sempre se caracterizou pela
abrangência e diversidade, implementando Cursos de Educação e Formação Profissional, Vias
Profissionalizantes e Cursos Tecnológicos / Profissionais, em articulação com as necessidades
locais e os interesses dos alunos. Foi, deste modo, a primeira escola de Alcobaça a oferecer, no 3º
Ciclo, primeiro, e depois, no Secundário, o Espanhol como Língua Estrangeira, correspondendo a
uma procura forte por parte dos alunos e encarregados de educação.

Após a transformação desta escola em Escola Secundária “pura” – o que aconteceu em 2007, por
Despacho do Senhor Secretário de Estado da Educação, de 26 de abril (comunicado pelo Ofício
DREL nº 22644, de 10 de maio) - passámos a poder oferecer todos os cursos, incluindo, a partir do
ano letivo anterior, o de Artes Visuais. Merecem destaque, pela inovação e arrojo das propostas,
os Cursos Profissionais de Música e o de Técnico Auxiliar de Saúde.

Esta nota introdutória, embora repita, em parte inutilmente, textos semelhantes inseridos no
Projeto Educativo, tem como função tornar percetíveis certas escolhas curriculares. A história de
uma instituição, a sua cultura institucional, o seu corpo docente, acabam por ter um peso não
negligenciável na escolha das disciplinas a oferecer – sendo, no entanto, verdadeiro o princípio
fundamental: a escolha tem de partir sempre de impulsos vindos de fora, dos alunos e seus
representantes, bem como da evolução da própria sociedade.


 2. O IMPERATIVO DA MUDANÇA CONTÍNUA

“Formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas”

                                                                                       (Paulo Freire)

A citação de Paulo Freire constitui uma tentativa de resposta à questão em título: “formar ou
educar”?. Ela, para além de um programa, é sobretudo a constatação de um facto: a Escola
deslocou-se da sua pura dimensão instrutiva para uma missão também educadora.

A realização deste desiderato pressupõe algumas condições: 1) a existência de uma escola
autónoma, formada por atores autónomos; 2) a aceitação da mudança como o facto mais
permanente da modernidade – o que implica ajustamentos constantes nos programas, nos
conteúdos, nos esquemas curriculares, na “rede escolar” de uma região mais ou menos alargada.
Assim, o que antigamente estabelecia uma linha de distinção clara entre tipos de ensino
/estabelecimentos – “liceus”, “escolas técnicas”, “escolas comerciais e industriais”… - hoje não é
possível mais. Aqueles currículos estáveis - que se desdobravam em “livros de texto” estáveis, em



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perguntas-tipo estáveis que se materializavam em exames estáveis – são fatores a ter em conta
numa avaliação comparativa entre os “bons velhos tempos” de outrora e o tempo de hoje em que,
supostamente, nada se sabe. De qualquer modo, mesmo que teimosamente se continue a afirmar
um pensamento catastrofista, a mobilização dos recursos mais adequados à formação com
sentido dos seus alunos, continuará a ser um desafio de que as comunidades educativas não se
podem alhear.

É neste sentido que Del Carmen e A Zabalza definem o Projeto Curricular de Escola como um
“conjunto de decisões articuladas, partilhadas por uma equipa docente de uma escola, tendentes
a dotar de maior coerência a sua atuação, concretizando as orientações curriculares de âmbito
nacional em propostas globais de intervenção pedagógico-didática adequadas a um contexto
educativo.”

Por todas estas razões, a tão falada articulação entre o Projeto Educativo de Escola, o Currículo
Nacional e o Projeto Educativo de Escola, muito para além de aparecer como um “diktat”
doutrinário e dogmático, afigura-se como a constatação de uma necessidade, de uma evidência.
Na verdade, aqueles esquemas curriculares em que muita gente foi formada, feitos de
estabilidade que percorria várias gerações, já não existem. E, se bem que estas mudanças sejam
mais visíveis ao nível das ofertas profissionalizantes – em grande parte consubstanciada nos
Cursos Profissionais – elas apontam o caminho para que, cada vez mais, tenderão os projetos
curriculares, quaisquer que eles sejam: coerência – o que exige sujeição a um Projeto Educativo –
mas, simultaneamente, atenção aos contextos concretos em que as escolas se situam.




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II. O PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA PRÓLOGO



1. TRANSVERSALIDADE E COMPLEMENTARIDADE COM O PROJETO EDUCATIVO DA
    ESCOLA E O REGULAMENTO INTERNO




O Projeto Curricular de Escola é visto como um instrumento que sofre mudanças, consoante os diferentes
contextos em que a sua construção se dá. Essas mudanças são caracterizadas pelo currículo escolar, o
conjunto de aprendizagens que, por serem consideradas socialmente necessárias num dado tempo e
contexto, cabe à escola garantir e organizar (Roldão, 1999), a partir do currículo nacional. Por outro lado, o
Projeto Curricular de Escola estabelece relações de transversalidade com o Projeto Educativo de Escola e
com o Regulamento Interno, documentos vértices e pontos de referência orientadores de toda a atividade
escolar.



A pretendida melhoria eficaz da escola tem por base a missão orgânica da escola ou, como afirma Éthier,
“toda a organização tem uma missão a cumprir, ela é, ao mesmo tempo, a sua razão de ser, a sua finalidade
e a sua referência”. O plano de ação do Projeto Curricular de Escola tem em consideração diversos aspetos,
tais como:

    -      Valores consagrados no PEE.

    -      Níveis e campos de decisão curricular.

    -      Recursos Físicos e Humanos de que a Escola dispõe.

    -      Avaliação das opções tomadas.




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    2. CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULAR



Tempos houve em que se hiperbolizou o génio individual como a boa norma das ações, nomeadamente das
ações pedagógicas. Esta hipérbole, aplicada ao domínio pedagógico, teve os seus efeitos: acantonou o
professor, dando-lhe a representação de uma individualidade. Nesta representação, a sala de aula ficou
como “o último reduto” da individualidade, o santo dos santos em que era (é?) sacrilégio alguém entrar.

Sem se pretender anular o caráter singular do ato pedagógico, a verdade é que, hoje, é pacífica a sua
aceitação como um ato situado, um ato planificado, em contexto. Assim, hoje, em todas as escolas, é
canónico o conceito de “trabalho colaborativo”, a ideia de que a planificação em sede de grupo é
incontornável. Na Escola D. Inês de Castro, esta ideia foi tão longe que se instituiu, a partir de 2007, um
espaço-tempo, dentro da componente não letiva dos docentes, consagrado à planificação em conjunto, em
grupo. Chamou-se a esse espaço “RCA”: “Reunião de coordenação de ano / grupo”.

Esta conceção leva-nos a considerar os limites que a gestão curricular feita por cada professor deve
considerar:

           A legislação nacional, cabendo dentro deste conjunto a legislação e regulamentação sobre o
            currículo, os programas das diversas disciplinas1, homologados pelo Ministério da Educação, as
            orientações sobre a gestão curricular, da responsabilidade dos serviços centrais e regionais do
            Ministério da Educação (DGIDC, JNE, GAVE, DRELVT…). Deve ainda considerar-se, dentro deste
            item, a legislação relativa ao Estatuto do aluno, nomeadamente no que diz respeito aos seus
            direitos.

           As normas, valores e metas consignadas no Projeto Educativo e no Regulamento Interno.

           Orientações aprovadas pelo Conselho Pedagógico.2, 3



1
    Programa de uma disciplina ou área disciplinar consta, por norma, de uma lista de conteúdos e objetivos, eventualmente numa
sequência determinada, de instruções metodológicas sobre o tratamento dos conteúdos, objetivos e indicações bibliográficas.


2
    Poderíamos considerar ainda as “necessidades individuais dos alunos” (a análise dos pré-requisitos, das prioridades, metas e
meios necessários a uma aprendizagem de sucesso). Estas necessidades podem ter etiologia diversa, podendo provir do Conselho
de Turma, do Diretor, dos Grupos Disciplinares / Departamentos Curriculares, bem como dos serviços de apoio educativo, SPO e
Professora de Educação Especial- No entanto, dada a natureza variada desta proveniência, entende-se que a sua imperatividade se
tornará indiscutivelmente efetiva, a partir do momento em que o Conselho Pedagógico sobre elas se pronunciar.
3
    Estamos (2011) em fase de mudança. No entanto, ainda há resistência à consideração das deliberações internas das escolas como
fonte de legitimação. Ainda são frequentes as perguntas “onde é que isso está na lei?”, quando se sabe – ou desconfia – que uma
norma de ação não tem por trás uma lei, um decreto-lei ou um simples despacho…



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    3. PLANIFICAÇÃO, ENSINO-APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO

Ao contrário de um certo senso comum, que teima em ver nas planificações o mero cumprimento de uma
formalidade, a planificação constitui-se, em vista do objetivo, como um meio facilitador: visa que se atinjam
os objetivos de aprendizagem de cada disciplina com um mínimo de recursos materiais, no mais curto
espaço de tempo. É, pois, uma atividade que alinha estratégias, atividades de professores e alunos, bem
como as circunstâncias de tempo, modo e recursos. Por comodidade de leitura e análise, a representação
habitual das planificações assume a forma de uma tabela que evidencie objetivos, roteiro de conteúdos,
calendarização, atividades / estratégias e demais circunstâncias da aprendizagem.

O facto de a representação simplificada ser uma tabela deste tipo, não significa que não sejam tidos em
conta dos seguintes pressupostos:

        Perfil do aluno à saída do 3º Ciclo.

        Perfil dos alunos à saída do ensino secundário.

        Objetivos gerais do ensino, tais como estão definidos na Lei de Bases do Sistema Educativo.

        Circunstâncias e valores locais, tomando como pontos de apoio, nomeadamente, a Carta
         Municipal de Educação, o Projeto Educativo da Escola e o Regulamento Interno da Escola

        Programas oficiais das diferentes disciplinas.

        Manuais oficialmente adotados

        Orientações sobre a Educação Sexual.

        Diferenciação pedagógica, valorização do saber experimental e da oralidade.

        Transversalidade da competência em Língua Portuguesa.

        Competência em Tecnologias de informação e comunicação.

        Existência de Critérios de avaliação.

        Valor da informação, nomeadamente no que diz respeito aos alunos, encarregados de educação,
         pares e direção, sobre a evolução das aprendizagens e perspetivas de sucesso.

Entendendo-se por ensino a criação dos meios e das situações que levam os alunos à descoberta,
tratamento e validação das informações que as diversas disciplinas propõem, devem ser propostas aos
alunos, além das atividades letivas, Salas de Estudo e projetos extracurriculares. Assim, o Currículo, apesar
de ser uma realidade nascida fora da instituição escolar, desenvolve-se dentro dela, devendo articular-se
com os valores consagrados no Projeto Educativo, na esperança de formar cidadãos capazes de serem bem
sucedidos para além da instituição, porque intelectualmente emancipados.

.


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 4. GRELHA DE APRESENTAÇÃO DE PLANIFICAÇÕES



A grelha de apresentação do planeamento de atividades de ensino e aprendizagem, de cada nível e
disciplina, a propor aos Grupo disciplinar e ao departamento curricular, até ao início do ano escolar, deve
conter os seguintes elementos:

       Pré-requisitos

       Objetivos

       Roteiro de conteúdos, a serem abordados, a longo, a médio e a curto prazo.

       Atividades / Estratégias

       Competências

            o   Exemplos de competências / operações cognitivas:

                         Identificação;

                         Comparação;

                         Diferenciação; / Diferenciação

                         Análise / Síntese;

                         Cálculo

                         Relação temporal /espacial;

                         Antecedente / consequente / causa / consequência / simultaneidade;

       Recursos materiais e humanos.




 5. AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS

Pelas implicações que tem na vida das pessoas, pelas leituras políticas que suscita, pelo efeito regulador
que tem sobre a aprendizagem, o sistema de avaliação é central em todo o processo, impondo alguns
cuidados especiais.

Matriz dos testes

Assim, as provas de conhecimentos devem implicar a existência prévia de uma Matriz, para informar os
alunos e encarregados de educação, de modo explícito, sobre a natureza e a estrutura do teste a realizar.




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Salvaguardando a especificidade de cada disciplina, não existe um modelo único de Matriz, mas têm de ser
dada informação explícita sobre os seguintes aspetos:

Temas a abordar e hierarquização dos temas, distinguindo, nomeadamente através da cotação, os temas
centrais dos secundários.

Estrutura do teste: número e tipologia das perguntas (pergunta direta, pergunta de preenchimento de
lacuna, pergunta de escolha entre alternativas de resposta, pergunta de opção por pares contrários;
pergunta pelo comentário ou dissertação).

Pressupostos pedagógicos

Equacionar o tempo disponível com o número de perguntas.

Nas disciplinas de línguas, devem ser realizados, pelo menos uma vez por período, momentos formais de
avaliação oral.

Nas disciplinas que impliquem trabalho de laboratório, com dimensão prática, devem existir, pelo menos,
dois momentos de avaliação, em cada um dos períodos: teste teórico-prático e relatório sobre as aulas
práticas.




 6. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS



Instrumentos de avaliação, em uso na escola:

Testes de diagnóstico – Realizados no início do ano letivo, virados para aprendizagens anteriores,
assumidos como um ponto de partida, a ter em conta no desenrolar do processo de ensino aprendizagem.

Testes de prognóstico – Realizados antes do início de uma nova unidade letiva, com o objetivo de garantir
os pré-requisitos necessários para que essa unidade seja lecionada com sucesso.

Relatórios - de trabalho experimental, de observação, de visitas de estudo ou sobre o trabalho
desenvolvido, num determinado período de tempo.

Testes de oralidade: intervenções espontâneas do aluno ou solicitadas pelo professor, dissertações
programadas e debates. Quando intencionalmente provocadas pelo professor, os questionários orais, se
existirem, devem pautar-se pelas seguintes regras:

        Criação de condições físicas e psíquicas de descontração; começar com uma troca de palavras
        extrainterrogatório e iniciar este com perguntas simples




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       Aviso atempado sobre quais os alunos a ser interrogados, para evitar o embaraço que se segue
       imediatamente à escolha.

       Tempo ao aluno para refletir, antes de responder

       Evitar manifestações de desagrado, pelas respostas ou falta delas, através da fisionomia. em caso
       algum deve troçar do aluno

       Formulação de perguntas de modo claro e preciso, na ordem direta, indo ao essencial e não a
       pormenores insignificantes

       Criação de mecanismos para que nunca se instale em algum aluno a suspeita de ter sido alvo de um
       tratamento injusto.

       Registo, feito pelo professor, sobre a qualidade da resposta e a atitude do aluno.

Trabalhos de casa

Trabalhos de grupo

Exposições. Na avaliação da qualidade do que se expõe, a avaliação deve pautar-se por critérios, entre os
quais se destacam

       Riqueza e adequação vocabular;

       Rigor na construção sintática;

       Estilo: de frases apelativas, interrogativas e exclamativas;

       Estruturação e sequência de ideias;

       Modo expositivo, considerando-se, nomeadamente:

               Uso de argumentos racionais e afetivos

               Imparcialidade da informação utilizada

               Confiança evidenciada

               Capacidade de “prender” o auditório.




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TESTES ESCRITOS

               o    Resposta fechada

               o    Resposta de escolha múltipla4

               o    Preenchimento de lacunas

               o    Resposta aberta

               o    Resposta curta5



4
    As provas de reconhecimento podem ser de escolha múltipla, de verdadeiro ou falso e de associação. São
particularmente eficazes na avaliação da memorização de conceitos, verificando a precisão de definições
ou de entendimento de sentenças de um texto como nenhumas outras; se muito bem usadas, podem ainda
permitir verificar o rigor e fundamentação de raciocínios. As provas de escolha múltipla são as mais
eficientes e também as que dão mais trabalho a elaborar, mas têm a vantagem de ser muito rápidas de
classificar e poderem ir sendo dadas aos poucos, na parte final das aulas, servindo assim de autênticos
apontamentos para os alunos.

As regras gerais são as seguintes: a)- nunca use menos de quatro alíneas na escolha múltipla, pois tornará o
acaso como causa de sucesso; b)- use perguntas ou proposições e suas respostas ou complementos muito
claras e precisas; c)- indique muito claramente o modo de responder, se possível fazendo um exemplo no
enunciado e no quadro; d)- na prova de lacunas não deve começar logo o texto por uma delas, para não
fazer perder o sentido do texto; atire-as para o fim da frase; e)- não penalize os erros.
5
    As provas escritas de resposta curta verificam em extensão a aquisição de memórias. À medida que vai
lecionando, o professor deve ir anotando os pontos a que deu maior ênfase e que correspondem a
problemas claros e significativos para o aluno; ao fim de algumas aulas já tem um banco de dados com
perguntas significativas, em perfeito acordo com o estilo com que o curso está a ser ministrado - que varia
de turma para turma, de ano para ano, de escola para escola - e capazes de, em princípio, serem
respondíveis pelos alunos.

As principais regras a seguir neste tipo de provas podem ser:

a)- A redação das perguntas deve ser clara e precisa, e só o é se estiver em acordo com o modo como os conteúdos foram
surgindo na aula; uma pergunta só pode dar origem a uma resposta, deve excluir a possibilidade de o aluno pensar noutras ou ter
de responder duplamente;

b)- evitar as respostas em cadeia, isto é, que a primeira resposta, quando falhada, impeça a resposta às seguintes; tal não exclui
que, em cada grupo, por cada assunto, haja uma progressão de dificuldade de resposta;

c)- evitar dar pontuação muito diferente às várias perguntas; as questões mais difíceis já são penalizadoras por serem mais difíceis;



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III.       CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULAR


Tempos houve em que se hiperbolizou o génio individual como a boa norma das ações, nomeadamente das
ações pedagógicas. Esta hipérbole, aplicada ao domínio pedagógico, teve os seus efeitos: acantonou o
professor, dando-lhe a representação de uma individualidade. Nesta representação, a sala de aula ficou
como “o último reduto” da individualidade, o santo dos santos em que era (é?) sacrilégio alguém entrar.

Sem se pretender anular o caráter singular do ato pedagógico, a verdade é que, hoje, é pacífica a sua
aceitação como um ato situado, um ato planificado, em contexto. Assim, hoje, em todas as escolas, é
canónico o conceito de “trabalho colaborativo”, a ideia de que a planificação em sede de grupo é
incontornável. Na Escola D. Inês de Castro, esta ideia foi tão longe que se instituiu, a partir de 2007, um
espaço-tempo, dentro da componente não letiva dos docentes, consagrado à planificação em conjunto, em
grupo. Chamou-se a esse espaço “RCA”: “Reunião de coordenação de ano / grupo”.

Esta conceção leva-nos a considerar os limites que a gestão curricular feita por cada professor deve
considerar:

          A legislação nacional, cabendo dentro deste conjunto a legislação e regulamentação sobre o
           currículo, os programas das diversas disciplinas6, homologados pelo Ministério da Educação, as
           orientações sobre a gestão curricular, da responsabilidade dos serviços centrais e regionais do
           Ministério da Educação (DGIDC, JNE, GAVE, DRELVT…). Deve ainda considerar-se, dentro deste
           item, a legislação relativa ao Estatuto do aluno, nomeadamente no que diz respeito aos seus
           direitos.

          As normas, valores e metas consignadas no Projeto Educativo e no Regulamento Interno.

          Orientações aprovadas pelo Conselho Pedagógico.7, 8



d)- organizar as perguntas por grupos correspondentes aos menores agrupamentos de conteúdos - aqueles que serviram de título
nos sumários; dentro de cada grupo, organizar as perguntas por grau de dificuldade, de modo a entender qual o patamar de
conhecimento em que pode situar o aluno.

6
     Programa de uma disciplina ou área disciplinar consta, por norma, de uma lista de conteúdos e objetivos,
eventualmente numa sequência determinada, de instruções metodológicas sobre o tratamento dos conteúdos,
objetivos e indicações bibliográficas.
7
    Poderíamos considerar ainda as “necessidades individuais dos alunos” (a análise dos pré-requisitos, das
prioridades, metas e meios necessários a uma aprendizagem de sucesso). Estas necessidades podem ter
etiologia diversa, podendo provir do Conselho de Turma, do Diretor, dos Grupos Disciplinares /
Departamentos Curriculares, bem como dos serviços de apoio educativo, SPO e Professora de Educação


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7. PRINCÍPIOS ESTRUTURANTES DA POLÍTICA EDUCATIVA

1.1      - ARTICULAÇÃO SISTEMÁTICA – Muitas vezes, o que falta às organizações não é o fazer, mas
         sim a consciência do que fazem e de por que é que o fazem. A distinção pode parecer meramente
         escolástica; no entanto, esta consciencialização permite uma consistência muito maior do agir,
         transformando um acontecer casuístico num fazer intencional, regulado por princípios, e que, deste
         modo, tem maiores possibilidades de se repetir com (mais) êxito no futuro.

Deste modo, o nosso Projeto Curricular procurará cotejar-se sempre com os valores axiais do Projeto
Educativo acima referenciados (promoção da cidadania, do sucesso, qualidade, abertura e liberdade
intelectual), com as imposições do Currículo nacional, reconhecendo que, para além da obrigatoriedade
legal, há a justificação racional de um valor comum a todos. Finalmente, não esquecerá a cultural
institucional da Escola, “aberta” por tradição a atividades várias que se apresentam como extensões e
desenvolvimentos do currículo formal.

1.2      - ABERTURA - “Numa época em que nada é garantido e tudo é para ser justificado, a inculcação
         do valor da mudança, da criatividade e da adaptabilidade ao que é mutável, não constitui apenas
         um valor; constitui também um ‘manual de sobrevivência’” (Projeto Educativo, pág. 13). Este
         princípio desdobra-se nos seguintes preceitos operativos:

1.2.1 Mudança / Inovação Contínuas – Sobretudo no que diz respeito à oferta da Escola nos
          Cursos Profissionais, impõe-se uma política de mudança (quase) contínua, de modo a melhor
          aproveitar as oportunidades e não saturar o mercado com profissionais sem ocupação nem futuro.
          Esta política impõe-se também por razões mais realistas: num cenário em que “o aluno” passou a
          ser um bem escasso, a satisfação das suas ambições é também uma necessidade prática – a par da,
          mais fundamental, imposição ética e deontológica.

1.2.2 Permeabilidade ao meio – A dicotomia escola / meio faz cada vez menos sentido. Sem que se
          defenda, em circunstância alguma, uma “capitulação” da escola face às competências concorrentes
          do meio; significa, antes, a consciencialização de que as instituições, escolares ou não, estão



Especial- No entanto, dada a natureza variada desta proveniência, entende-se que a sua imperatividade se
tornará indiscutivelmente efetiva, a partir do momento em que o Conselho Pedagógico sobre elas se
pronunciar.
8
    Estamos (2011) em fase de mudança. No entanto, ainda há resistência à consideração das deliberações
internas das escolas como fonte de legitimação. Ainda são frequentes as perguntas “onde é que isso está
na lei?”, quando se sabe – ou desconfia – que uma norma de ação não tem por trás uma lei, um decreto-lei
ou um simples despacho…



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       “condenadas” a um entendimento estratégico. A cultura está em toda a parte, assim como as
       oportunidades, os riscos, as ameaças.

1.2.3 Uma oferta completa, que valoriza a dimensão artística - A nível dos cursos gerais, a
       Escola tem a possibilidade, outorgada pela “Rede Escolar” da DRELVT, de oferecer todos os cursos
       disponíveis. Assim, desde o ano letivo anterior, que o Curso de Artes Visuais funciona neste
       estabelecimento de ensino.



Sendo Alcobaça, desde sempre, uma terra dedicada a certas formas de produção artística, adquirindo a
música particular importância, como o provam o número de instituições que ao ensino / divulgação da
música se dedicam. Filarmónicas, hás as de Alcobaça, Maiorga, Vestiaria, Pataias e Turquel, algumas das
quais centenárias. Há várias escolas de música (desde logo as que nasceram à sombra da sociedades
filarmónicas, bem como outras como as do Bárrio e da Cela. Deste modo, serão de privilegiar “Clubes” e
Projetos que se dediquem à divulgação da música nas suas diversas manifestações. Concretizou-se, no
presente ano letivo, em articulação e parceria com a Academia de Música de Alcobaça, a oferta de cursos
profissionais, na Área da Música, de Instrumentistas de sopro e percussão e de instrumentista de jazz, o
que se traduz numa enorme mais valia, uma vez que a oferta regional é praticamente nula neste domínio.



   1.3 - O INTERESSE DOS ALUNOS – Para que este princípio não seja uma mera figura de retórica,
      deve comportar consequências. Deste modo:

1.3.1 Escolha das opções – Uma vez que as escolhas possíveis, sobretudo no que ao 12º ano dizem
       respeito, oscilam entre o privilegiar a abrangência ou privilegiar a especialização, sem que haja um
       critério que se imponha inequivocamente, após vários anos em que este assunto se analisou em
       sede de Conselho Pedagógico, decidimos que a palavra decisiva sobre este assunto cabe aos
       alunos. São eles quem decide o caminho da especialização ou o caminho da abrangência. À Escola
       cabe a tarefa de arregimentar os meios para viabilizar as opções mais escolhidas.

1.3.2 Viabilização de projetos próprios – A escola empenhar-se-á em criar as condições para
       viabilizar todos os projetos válidos, propostos pela Biblioteca, pelo PTE, pelo CNO, pelos
       departamentos/ grupos disciplinares, pelo SPO/NEE, por “Clubes” ou pelos alunos.




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IV. OFERTA FORMATIVA



 8. TURMAS EM FUNCIONAMENTO NO ANO LETIVO 2011-2012



Ensino Diurno

     10º Ano
     CURSOS                  Áreas                                       Nº de turmas

                             Ciências e Tecnologias                      5

     Cursos Científico       Ciências Socioeconómicas                    1
     humanísticos            Línguas e Humanidades                       2
                             Artes Visuais                               1
                             Téc.º de Gestão e Programação de Sistemas
                                                                         1
                             Informáticos
                             Apoio á Gestão Desportiva                   1
     Profissionais
                             Técnico auxiliar de saúde                   1
                             Instrumentista de sopro e
                                                                         1
                             percussão/Instrumentista de Jazz



     11º Ano
     CURSOS                  Áreas                                       Nº de turmas
                             Ciências e Tecnologias                      4

     Cursos Científico       Ciências Socioeconómicas                    1
     humanísticos            Línguas e Humanidades                       2
                             Artes Visuais                               1
                             Téc.º de Gestão e Programação de Sistemas
     Profissionais                                                       1
                             Informáticos



     12º Ano
     CURSOS                  Áreas                                       Nº de turmas

     Cursos Científico       Ciências e Tecnologias                      4




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       humanísticos            Ciências Socioeconómicas                        1

                               Línguas e Humanidades                           2
       Tecnológico             Desporto

                               Téc.º de Gestão de Equipamentos
       Profissionais                                                           1
                               Informáticos


Ensino Noturno
       Secundário

                                                                         Nº de turmas

       Cursos EFA              Certificação Escolar                      2 (turmas A e B)



A diversidade de opções de formação pretende por um lado, dar resposta às solicitações e necessidades
dos alunos que a escola serve, mas também desafiar as suas capacidades organizativas de forma a
rentabilizar os recursos humanos, infraestruturas e equipamentos que possui.




 9. ENSINO SECUNDÁRIO




COMPETÊNCIAS DO ENSINO SECUNDÁRIO



À saída do Ensino Secundário, o aluno deverá ser capaz de:

   ·     Dominar competências comunicativas usando com clareza e correção a Língua Portuguesa em
         contextos diversos;

   ·     Dominar conhecimentos e técnicas no domínio das tecnologias da informação e comunicação;

   ·     Compreender, viver e fruir da realidade em que está inserido, nas suas diversas dimensões;

   ·     Organizar os seus saberes e experiências, em sistemas interpretativos coerentes, mas críticos e
         flexíveis;

   ·     Reconhecer a permanente relatividade do conhecimento, estruturando processos cognitivos de
         questionamento crítico;

   ·     Atualizar as competências técnico-científicas adquiridas, face à rápida mutação do mundo atual;


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   ·     Manifestar respeito, abertura e capacidade de diálogo face a perspetivas e valores diferentes dos
         seus;

   ·     Desenvolver uma perspetiva de interesse e responsabilização face aos problemas dos grupos e da
         sociedade a que pertence;

   ·     Atuar autonomamente, sabendo gerir pessoalmente e de forma eficaz os seus objetivos, iniciativas
         e opções;

   ·     Desempenhar papéis sociais em contextos diversos, compreendendo a interação com a perspetiva
         do (s) outro (s).

   ·     Conhecer princípios e adotar comportamentos reveladores de uma sexualidade saudável.

   ·     Dominar conhecimentos do âmbito da literacia financeira.




9.1.1.      CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS

            Generalidades

    Perfil do Aluno à saída destes cursos

   ·     Compreender e utilizar corretamente a terminologia específica de cada disciplina.

   ·     Desenvolver o raciocínio e o pensamento científicos.

   ·     Desenvolver a capacidade de utilizar a Matemática na interpretação e intervenção para cada
         problema da realidade.

   ·     Desenvolver as capacidades de utilização de novas tecnologias.

   ·     Desenvolver a capacidade de selecionar, analisar e avaliar de modo crítico, informações em
         situações concretas.

   ·     Ser crítico e apresentar posições fundamentadas quanto à defesa e melhoria da qualidade de vida e
         do ambiente.

   ·     Adquirir, compreender e utilizar dados, conceitos, modelos e teorias do domínio científico.

   ·     Produzir enunciados que permitam interação linguística, exprimindo as ideias em textos
         linguisticamente corretos e de complexidade crescente.

   ·     Escrever com fluência e correção, utilizando diversos modelos de escrita.

   ·     Adotar atitudes e valores relacionados com a consciencialização pessoal e social visando uma
         educação equilibrada.



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Esta tipologia de formação é particularmente adequada a alunos que concluíram o 9.º ano de escolaridade,
que tenham realizado exames nacionais às disciplinas de Português e Matemática e que pretendam
predominantemente o prosseguimento de estudos no ensino superior, após o 12ºano. Por este motivo
deve salientar-se a obrigatoriedade de realização de, pelo menos, quatro exames nacionais, exigidos em
cada curso, que assumem também a valência de Provas de Ingresso




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       Curso científico-humanístico de Ciências e Tecnologias

Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007




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        Curso científico-humanístico de Ciências Socioeconómicas

(Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007)




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       Curso científico-humanístico de Línguas e Humanidades

(Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007)




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        Curso científico-humanístico de Artes Visuais

(Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007)




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   9.1.2.        CURSOS TECNOLÓGICOS

        Curso Tecnológico de Desporto

O Curso Tecnológico de Desporto, último e único curso tecnológico ainda em funcionamento, irá
desaparecer no final deste ano letivo (2011-2012), sendo substituído pelo correspondente (?) curso
profissional. Tem por objetivo a formação de profissionais capazes de dinamização desportiva, capazes de
desempenhar variadas funções em áreas como o desporto, o lazer e o turismo, exercer tarefas de
organização, realização e avaliação de atividades desportivas, bem como a gestão e manutenção ao nível
dos respetivos materiais, equipamentos e estruturas de enquadramento.



Legislação

      Decreto-Lei nº 74/2004, de 26 de março (Estabelece os princípios orientadores da organização e da
       gestão curricular, bem como da avaliação das aprendizagens, no nível secundário de educação),
       retificado pela Declaração de Retificação nº 44/2004, de 25 de maio.

      Decreto-Lei n.º 24/2006. de 6 de fevereiro (Altera o Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, que
       estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular, bem como da avaliação
       das aprendizagens, no nível secundário de educação. Revoga o nº 5 do artigo 11º do Dec. Lei nº
       74/2004)

      Portaria nº 550-A/2004 de 21 de maio (Estabelece os princípios orientadores da organização e da

gestão do currículo, bem como da avaliação e certificação das aprendizagens do nível secundário de
educação, aplicáveis aos diferentes percursos do nível secundário de educação).

      Portaria nº 260/2006 de 14 de março (Aprova o regime de organização, funcionamento e avaliação
       dos cursos tecnológicos de nível secundário de educação).

    Componentes de                                                            Carga horária Semanal
                          Disciplinas                                         (tempos de 90 minutos)
    formação
                                                                              10º      11º       12º
                          Português                                               2       2         2
                          L. Estrangeira I, II ou III a)                          2       2            -
                          Filosofia                                               2       2            -
    GERAL
                          Ed. Física                                              2       2            -
                          Tecnologias da Informação e Comunicação                 2       -            -
                          Sub-total                                               10      8         4
    CIENTÍFICA            Matemática B                                            2       2         2



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                          Biologia Humana                                         2            2         -
                          Sub-total                                               4            4       2
                          Psicologia A                                            2            2       2
                          Organização e Desenvolvimento Desportivo                2            2       2
                          Práticas Desportivas e Recreativas                      2            4         -
                          Sub-total                                               6            6       4
                                                                               Carga Horária Anual
                                                                               ( tempos de 90 minutos)
    TECNOLÓGICA           Área Tecnológica Integrada c)
                                                               Práticas de Dinamização Desp.
                          Disciplina de Especificação d) e)                                          120
                                                               Práticas de Organização Desp.
                          Projeto Tecnológico e)                                                      27
                                                                                                     (147)
                          Estágio f)                                                                160 g)
                          Educação Moral e Religiosa h)                           (1)      (1)       (1)
    TOTAL                                                                   20 a 21     20 a 21    17 a 18
    a) O aluno escolhe uma língua estrangeira.

    b) A área Tecnológica Integrada é assegurada pelo docente que leciona a disciplina de Especificação.

    Certificado Profissional Técnico Intermédio de Nível III




   9.1.3. CURSOS PROFISSIONAIS

        Generalidades

Destinatários:

Os Cursos Profissionais podem ser o percurso mais indicado para jovens que:

        - tenham concluído o 9º ano de escolaridade ou equivalente;

        - procuram um ensino mais prático e voltado para o mundo do trabalho;

        - não excluam a hipótese de, mais tarde, prosseguir estudos.



Certificações:




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A conclusão do curso profissional confere um diploma equivalente ao ensino secundário e um certificado
de qualificação profissional de nível III.

O diploma do ensino secundário e o certificado de qualificação profissional de nível III permitem o ingresso
nos Cursos de Especialização Tecnológica (nível 4) e o acesso ao ensino superior.

No entanto, se o aluno pretende prosseguir estudos no ensino superior, terá de realizar um exame na
disciplina de Português e em duas disciplinas da componente de formação científica.

Estes cursos culminam com a apresentação de um projeto, designado por Prova de Aptidão Profissional
(PAP), no qual o aluno demonstrará as competências e os saberes que desenvolveu ao longo dos 3 anos de
formação.



Legislação aplicável:

- Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, retificado pela Declaração de Retificação n.º 44/2004, de 25 de
maio, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 24/ 2006, de 6 de fevereiro, retificado pela
Declaração de retificação n.º 23/2006, de 7 de abril;

- Portaria n.º 550-C/2004, de 21 de maio, com as alterações introduzidas pela Portaria n.º 797/2006, de 10
de agosto;

- Despacho n.º 14 758/2004, de 23 de julho.



      Cursos Profissionais atualmente em funcionamento na ESDICA:

            Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos

            Técnico de Apoio à Gestão Desportiva

            Instrumentista de Sopro e Percussão

            Instrumentista de Jazz

            Técnico Auxiliar de Saúde




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Portaria nº 916/2005 de 26 setembro




Nota: Os alunos que pretendem ingressar no ensino superior realizam exame às disciplinas específicas.



Perfil de Desempenho à Saída do Curso: O Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos é o
profissional qualificado que, de uma forma autónoma ou integrado numa equipa, realiza atividades de
conceção, especificação, projeto, implementação, avaliação, suporte e manutenção de sistemas
informáticos e de tecnologias de processamento e transmissão de dados e informações.




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Portaria nº 176/2011 de 28 de abril




Perfil de Desempenho à Saído do Curso – O técnico de apoio à gestão desportiva é o profissional que
colabora na gestão e manutenção de instalações e de equipamentos desportivos e que participa na
conceção e desenvolvimento e avaliação de programas, atividades e eventos desportivos em diversos
contextos organizacionais.




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Portaria nº 221/2007 de 1 de março




Perfil de Desempenho à Saída do Curso – O Instrumentista de Sopro e Percussão é o profissional que
desenvolve a sua atividade interpretando obras, no instrumento musical da sua especialidade, executando
como solista ou em grupo, perfomances ao vivo e ou em estúdio, como forma de expressão artística.




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Portaria nº 176/2011 de 28 de abril




Perfil de Desempenho à Saída do Curso – O Instrumentista de Jazz é o profissional que desenvolve a sua
atividade interpretando obras, no instrumento musical da sua especialidade, executando como solista ou
em grupo, perfomances ao vivo e ou em estúdio, como forma de expressão artística.




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Portaria nº 1041/2010 de 7 de outubro



Perfil de Desempenho à Saída do Curso – O Técnico Auxiliar de Saúde é o profissional que desenvolve a sua
atividade sob a orientação de profissionais de saúde com formação superior, e que auxilia na prestação de
cuidados de saúde aos utentes, na recolha e transporte de amostras biológicas, na limpeza, higienização e
transporte de roupas, materiais e equipamentos.

         Operacionalização dos Cursos Profissionais e Curso Tecnológico.

A especificidade organizativa dos cursos que conferem certificação profissional, para além da certificação
escolar, e incluem formação em contexto de trabalho, justifica a elaboração de regulamentação específica
adaptada a cada tipologia de formação.


9.1.4.     ENSINO PARA ADULTOS

           Centro de Novas Oportunidades (CNO)

O Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária D. Inês de Castro promove processos de diagnóstico
e encaminhamento para educação e formação, de reconhecimento de competências, de formação e de
certificação que respondam às necessidades dos cidadãos que pretendam elevar os seus níveis de
qualificação escolar, procurando sempre adequar os processos referidos ao perfil do formando adulto.
Constitui-se assim como meio privilegiado de acesso a todas as modalidades de Educação e Formação de
Adultos, oferecidas pela Escola Sec. D. Inês de Castro ou por outras entidades da região.


O Centro Novas Oportunidades D. Inês de Castro propõe-se, ainda, distinguir-se pela qualidade da oferta
formativa. Assim, mobilizando os conceitos-âncora de “rigor”, “exigência” e “eficiência”, procurar-se-á criar
uma imagem de seriedade associada a este processo de formação, contribuindo, assim, para credibilizar
esta inovadora aposta na valorização dos recursos humanos.

Numa primeira fase, o Centro Novas Oportunidades irá assegurar a certificação escolar de Nível Básico e de
Nível Secundário, remetendo para um próximo Plano Estratégico de Intervenção a possibilidade de se
candidatar a RVCC Profissional.

Pretende-se garantir igualdade de oportunidades a mulheres e homens e desenvolver práticas que
melhorem o acesso à formação por parte de públicos com dificuldades de inserção no mercado de
trabalho, procurando garantir-lhes um acompanhamento personalizado, adaptado às condições específicas
verificadas, no sentido de encontrar soluções adequadas ao perfil individual.




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Nesta fase de implementação, o horário de funcionamento, repartido entre o período laboral e o período
pós-laboral, procura diversificar a oferta, de modo a poder atender formandos adultos, ora em situação de
desemprego, ora empregados em busca de qualificação e certificação suplementar.

Haverá avaliação periódica dos processos e dos resultados alcançados, através do modelo CAF (Common
Assessment Framework), perspetivandorspectivando-se sempre uma estratégia dinâmica de intervenção e
a atualização constante dos membros da equipa técnico-pedagógica, através de Ações de Formação
regulares e de Jornadas de Reflexão.


             reAct
Para alguns, a escola não resulta. Isto leva ao insucesso e ao aumento da marginalização. A falta de
iniciativa, de assuntos relevantes ou de interesse revelam que a escola não motiva. Coloca-se então um
desafio: reativar o desejo natural para aprender, de modo a que estes aprendentes possam voltar à
educação e construir um futuro para si-próprios.

Quando os estudantes pensam: A escola foi uma perda de tempo; Nada na escola se relaciona com a minha
vida; A escola não é real e quando os professores perguntam:

Como tornar os estudantes mais proativos na sala de aula? Devem as aulas ser divertidas? Uma sala de aula
sem “paredes”?

Assim, o projeto reAct propõe:

Autonomia: Os aprendentes escolhem e definem os seus projetos, desenvolvendo

capacidades de iniciativa e autonomia, desaprendendo a passividade previamente incutida pelo sistema
educativo.

Colaboração: Trabalham com outros aprendentes nos seus projetos, incluindo pessoas de outros países,
alargando assim as suas perspetivas, aprendendo a trabalhar em equipa e desenvolvendo, também, a sua
criatividade no processo.

Aprender a aprender: no processo, desenvolvem novas competências e novas atitudes que irão mudar o
modo de abordar a aprendizagem e o mundo do trabalho.

Como atingir estes objetivos?

Uma mudança na metodologia de formação

        1. Os formandos colaboram uns com os outros num projeto criativo, num tema à sua escolha, em
        colaboração com outros países.

        2. Os formandos escolhem e trabalham num projeto criativo num tema da área do seu curso.




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        3. A atividade regressa à sala de aula mas os formandos adquiriram novas competências e uma
        nova conceção da aprendizagem.


Papel do formador

Apoia o processo, é guia e coaprendente das novas competências, o que lhe permite mudar as atividades
previstas no programa, tornando-as mais criativas, colaborativas e relevantes.

Ferramentas tecnológicas Uma seleção de ferramentas criativas de comunicação para apoiar o processo.

Principais atividades a desenvolver no projeto:

Estudo do perfil dos participantes: definir competências e necessidades de formadores e formandos.

Metodologia: definir linhas mestras para aplicar abordagens pedagógicas personalizadas e inovadoras.

Preparação de um conjunto de ferramentas, incluindo as da Web 2.0, utilizadas em Ambientes
Personalizados de Aprendizagem (PLE).




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V. ORGANIZAÇÃO DO ANO LETIVO



 10. Calendário escolar para o ano letivo 2011-2012




                 Ensinos Básico e Secundário – Períodos letivos
                        Início       15 de setembro
                 1º P
                        Termo        16 de dezembro
                        Início       3 de janeiro
                 2º P
                        Termo        23 de março
                        Início       10 de abril
                 3º P                8 de junho para os 11.º e 12.º anos e 15 de junho para
                        Termo
                                     o 10º ano.
                 Interrupções
                 1º P   De 19 de dezembro a 3 de janeiro, inclusive
                 2º P   De 20 a 22 de fevereiro, inclusive
                 3º P   De 24 de março a 09 de abril, inclusive



Dia do diploma

No dia 30 de setembro de 2011, realiza-se o dia do Diploma: “as escolas e os agrupamentos que lecionem o
ensino secundário deverão promover, envolvendo a respetiva comunidade educativa, uma ação formal de
entrega dos certificados e dos diplomas aos alunos que, no ano letivo anterior, tenham terminado o ensino
secundário.”

Adenda em tom menor – Este ano, a uma semana do dia aprazado, veio o desmentido: não há prémios
monetários. A crise até podia justificar o facto, não fosse a circunstância de o dinheiro ficar na escola.




 11. Critérios de constituição de turmas



Os critérios de natureza pedagógica para a construção de turmas obedecem a Despacho a publicar em cada
ano letivo, sendo o Diretor responsável pela sua aplicação, em função dos recursos humanos e materiais



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disponíveis na escola. Para além dos critérios gerais legalmente estabelecidos, foram definidos em
Conselho Pedagógico os seguintes critérios específicos:



    -   Os critérios de natureza pedagógica para a constituição de turmas, obedecem a Despacho
        nº13170/2009 , de 4 de junho.
    -   Serão considerados todos os alunos efetivamente matriculados (que pagaram propinas e seguro
        escolar), sendo as turmas constituídas pelo número de alunos legalmente estabelecido em função
        da tipologia do curso.
    -   As turmas que integrem alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente
        (NEECP) devidamente comprovadas e cujo PEI assim o determine deverão ser constituídas por 20
        alunos, integrando, no máximo, 2 alunos com NEECP por turma.
    -   A constituição de turmas com número de alunos inferior ou superior ao estabelecido carece de
        autorização da respetiva Direção Regional de Educação, tendo estas situações que ser devidamente
        justificadas.
    -   O interesse dos alunos deve sobrepor-se a qualquer outro critério;
    -   No respeito pela lei, serão respeitadas, sempre que possível, as opções dos alunos, no que respeita
        às suas escolhas disciplinares;
    -   As turmas em situação de continuidade (11º) serão mantidas, a menos que existam razões
        pedagógicas em contrário;
    -   Na constituição das turmas do 10º ano,

             o   Os pedidos de manutenção de determinados grupos de alunos serão, sempre que possível,
                 respeitados;

             o   Os alunos repetentes e provenientes de outros estabelecimentos de ensino sem indicação
                 de grupo de referência serão distribuídos pelas diversas turmas de forma equilibrada.

O Grupo de Elaboração de Turmas é constituído por um Coordenador e dois professores, por cada ano a
processar.

A equipa é homologada pelo Diretor, precedendo parecer do(a) Coordenador(a). O Grupo de Elaboração
de Turmas, que trabalha em estreita colaboração com a Direção, os Serviços Administrativos e o SPO,
executará as seguintes tarefas: elaborar as listas de alunos em suporte digital e preencher os mapas de
distribuição de níveis.

Quaisquer situações não previstas serão resolvidas em articulação coma Direção, durante o período de
funcionamento do Grupo de Trabalho, e pelo órgão Diretivo, depois da cessação de funções do grupo.




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 12. Critérios para a elaboração dos horários dos alunos



Os horários obedecem aos princípios seguintes:

      Tendencialmente, as atividades escolares comuns a todas as turmas de um mesmo ano deverão ter
       início e termo das atividades escolares comuns para todas as turmas do mesmo ano.
      Tanto quanto possível, os alunos, ao longo da semana, têm sempre as mesmas horas de entrada e
       saída.
      Os alunos pós-puberdade não devem iniciar as atividades letivas teóricas muito cedo, uma vez que,
       adormecendo mais tarde, não têm o tempo de sono necessário à consolidação da memória de
       longo prazo.
      As unidades letivas devem ocupar, em 4 dias da semana, os dois turnos (manhã e tarde), e um dia
       com apenas um turno.
      Em caso algum o dia escolar pode conter mais do que 4 unidades letivas curriculares de 90' (8
       tempos letivos).
      Em caso algum pode ser ultrapassado o máximo de 3 unidades letivas de 90' num período do dia
       (manhã ou tarde).
      Pelo menos, cada turma deve dispor de uma manhã ou uma tarde livre. Sempre que possível, esse
       período livre deve ser comum a todas as turmas do mesmo ano.
      Em horários completos, não deve haver "furos".
      Em horários completos, um período não deve ter apenas uma aula.
      O intervalo para almoço não pode ser inferior a uma hora.
      As aulas de Educação Física só poderão iniciar-se uma hora depois de findo o período que a escola
       definiu para o almoço (horário de funcionamento do refeitório), ou seja, uma hora entre o período
       definido para o almoço no horário do respetivo grupo ou turma e o início das aulas de Educação
       Física).
      Devem evitar-se blocos consecutivos de aulas que exijam concentração elevada, ou seja,
       distribuição equilibrada entre disciplinas de caráter teórico e disciplinas de caráter prático, ou aulas
       teóricas e aulas práticas.
      Distribuição das unidades letivas das disciplinas em dias intercalados.
      As aulas das diversas disciplinas devem ser lecionadas em dias interpolados.
      Línguas estrangeiras diferentes não devem ser lecionadas em tempos consecutivos.
      Uma mesma disciplina não deve ser lecionada sempre nem ao primeiro nem ao último tempo.
      Uma mesma disciplina, preferencialmente, não deve ser lecionada nos extremos da semana.




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       As disciplinas de Biologia e Geologia e de Física e Química desdobram num bloco e meio (135 min),
        quando o número de alunos da turma for superior a 15, de modo a permitir a realização de
        trabalho experimental.

■ Nota: Trabalho Experimental é o que inclui atividades que envolvem controlo e manipulação de variáveis
e se realizam no campo, em laboratório ou oficinas ou com recurso a kits de experimentação utilizáveis em
salas normais. O critério principal para assumir uma atividade como laboratorial ou de campo diz respeito
ao local onde a mesma se desenvolve. O trabalho prático corresponde ao envolvimento que os alunos têm
na realização de atividades, mas que não implica necessariamente controlo e manipulação de variáveis e
local específico de realização das atividades. O critério que permite distinguir o trabalho experimental do
trabalho não experimental é a metodologia utilizada.




 13. Distribuição do serviço docente



PRINCÍPIO INFORMANTE:

O interesse dos alunos deve sobrepor-se a qualquer outro critério.



PRINCÍPIOS GERAIS:

   1.   Nos horários de trabalho do pessoal docente será registada a totalidade das horas correspondentes
        à componente letiva e não letiva de estabelecimento, bem como o tempo para atividades de apoio
        educativo, organizadas em Salas de Estudo.

   2.   Todos os professores terão direito a uma componente de trabalho individual que será de 10 horas
        para os docentes com menos de 100 alunos e de 11 horas para os docentes com mais de 100
        alunos. [As horas, 1 ou 2, derivadas da conversão dos tempos letivos de 50 min em tempos de 45
        min (Artº 3º do Despacho nº 13599 /2006), não entram neste cômputo].

   3.   Não é permitida a lecionação de mais de 6 horas letivas consecutivas.

   4.   Na distribuição de serviço docente deverá respeitar-se a constituição de equipas estáveis que
        acompanhem os alunos ao longo de um ciclo de estudos.

   5.   A continuidade é, pois, o critério maior que preside à distribuição do serviço docente, só podendo
        ser quebrado em casos excecionais, devidamente fundamentados.

   6.   Aos professores poderá ser distribuído qualquer serviço docente, independentemente do Grupo de
        Recrutamento a que pertençam, desde que detenham formação adequada.


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CRITÉRIOS CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVOS

   1. Inexistência de incompatibilidades conhecidas entre professor e alunos;

   2. Sintonia entre o saber / experiência do professor e as matérias a lecionar;

   3. Distribuição equitativa e equilibrada de níveis, evitando que o mesmo professor lecione todas as
       turmas do mesmo ano.

   4. Sempre que possível, cada professor não deve lecionar mais de três níveis diferentes.

   5. Em caso de insuficiência de horas em determinado grupo, os horários zero / incompletos
       pertencerão aos professores menos graduados.

   6. Em disciplinas que funcionem em regime de junções / simultaneidades, nenhum professor poderá
       lecionar mais do que uma das disciplinas / turmas envolvidas.




 14. Reuniões de coordenação de ano (RCA)



Tentando dar maior consistência e organização à Componente não Letiva de Estabelecimento (CNLE), a
Escola instituiu um tempo de coordenação a que deu o nome de RCA. Dessa estrutura / valência foi
elaborado um regulamento que, aprovado no Conselho Pedagógico de 11 de novembro de 2009, aqui se
transcreve:



      Artigo 1.º
      CNLE - Natureza, Âmbito e Finalidade
       Nos termos do Artigo 82º do Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro, com a redação dada pelo
      Decreto-Lei nº 270/2009, de 30 de setembro, adiante designado por ECD, a componente não letiva
      de estabelecimento, adiante designada por CNLE, compreende “o trabalho a nível do
      estabelecimento de educação ou de ensino [que] deve ser desenvolvido sob a orientação das
      respetivas estruturas pedagógicas intermédias com o objetivo de contribuir para a realização do
      projeto educativo da escola.”
      1.       As atividades a desenvolver na CNLE são as que constam do número 3 do Artigo 82º do
      ECD.
      Artigo 2.º
      RCA - Natureza, Âmbito e Finalidade




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     1.       As “Reuniões de Coordenação de Ano, Grupo e Departamento”, adiante designadas por
     RCA, constituem um espaço destinado à operacionalização das diversas coordenações pedagógicas.
     2.        O RCA insere-se na componente não letiva de estabelecimento (CNLE) e é de marcação
     obrigatória nos horários dos docentes.
     3.      Dentro da sua matriz inicial, o RCA deve consagrar, pelo menos, uma reunião mensal à
     coordenação de Ano.
     a.          Esta reunião deverá ocorrer na primeira quarta-feira de cada mês;
     b.      Se este dia coincidir com feriado, transfere-se para a quarta-feira seguinte, procurando
     sempre assegurar a realização de, pelo menos, uma reunião mensal consagrada à coordenação de
     ano;
     4.       Entre outras matérias que julguem adequadas, deverão ser analisadas nesse RCA as
     seguintes:
     a.       Avaliação do grau de cumprimento dos programas por anos / níveis de ensino,
     procurando assegurar uma gestão sincronizada dos ritmos de ensino-aprendizagem;
     b.          Avaliação do grau de profundidade / dificuldade adequado;
     c.        Planificação dos instrumentos de avaliação sumativa, de modo a assegurar níveis de
     dificuldade semelhantes, comuns aos diversos docentes;
     d.          Diagnóstico anual das necessidades de formação;
     e.        Elaboração do Plano de Atividades do Grupo, a submeter, no final do ano letivo, ao
     respetivo Departamento.
     5.     As restantes reuniões de RCA poderão ser utilizadas para outros tipos de coordenação,
     nomeadamente:
     a.          Coordenação de Grupo / Departamento;
     b.          Coordenação de Turma (Conselhos de Turma, Conselho de Diretores de Turma);
     c. Coordenação de Projetos;
     d.       Reposição de aulas nos cursos profissionais / CEF, desde que não tenha sido possível
     assegurá-las através dos mecanismos OPTE.
     6.       No caso de não se realizarem as atividades previstas no nº 5, todas a reuniões previstas
     nos horários serão utilizadas para Coordenação de Ano.


     Artigo 3º
     Deliberações e votações
     Nas reuniões de RCA apenas poderão ser tomadas decisões vinculativas se os assuntos a deliberar
     tiverem sido divulgados por convocatória, nos termos da lei.
     Artigo 4.º
     Registo das Reuniões
     Das reuniões haverá registo, em impresso próprio, comum a todos os Grupos / Departamentos,
     através do qual seja possível:


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      a.         Fazer o apuramento de presenças e ausências;
      b.         Saber os assuntos que foram alvo de ponderação e análise.




 15. Orientações para os projetos curriculares de turma



O Projeto Curricular de Turma tem como objetivo organizar as atividades da turma, encontrando uma linha
condutora de atuação, tendo em conta as especificidades da turma e a situação real dos alunos, as suas
características e necessidades.

O PCT concretiza o PCE, ajustando-o à turma, incluindo os seguintes tópicos:



      1-Caracterização da turma

           1.1 – Percurso escolar

           1.2 - Perfil da turma

           1.3 - Situações específicas

      2- Medidas de Intervenção de âmbito disciplinar/ Interdisciplinar

        2.1 – Interdisciplinaridade/ Desenvolvimento de Projetos Transversais

      3- Plano de Atividades da Turma

        3.1 – Promoção do sucesso escolar

        3.2 – Promoção de um espírito de cidadania ativa e crítica

        3.3 – Promoção de valores locais e relação com a Comunidade

        3.4 – Quadro sinóptico das visitas de estudo

      4– Indicadores de medida do sucesso educativo

      5– Avaliação do Projeto Curricular de Turma

        5.1 – Análise SWOT



Em http://www.esdica.pt/DTURMA/DOCS/PCT_BASE_VERSAO_3.doc encontra-se disponível o modelo
em formato Word, assim como outros documentos de apoio ao seu preenchimento.




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 16. Escola a tempo inteiro (ocupação plena dos tempos escolares)



O Despacho 19117/2008 de 17 de julho reescrevendo o Despacho 13599/06, promove a ESCOLA A TEMPO
INTEIRO

Mercê da experiência colhida em anos anteriores, o nosso OPTE - Programa de Ocupação Plena dos
Tempos Escolares estrutura-se nos seguintes eixos:

    1. Substituição de Professores em faltas não previstas – ou não passíveis de ser colmatadas. Esta
        atividade mobiliza os meios que se encontram no quadro “OPTE / CAS”

    2. O CAS (“Coordenação das Atividades de Substituição”) é uma estrutura de coordenação dessas
        atividades, tendo por missão preparar os materiais, os dossiês, gerir os professores afetos, em
        esquema de rotatividade.

    3. Este OPTE / CAS constitui uma das quatro opções disponibilizadas aos docentes para facilitar o
        cumprimento da assiduidade:

            a. Permutas - Permite que, no seio do Conselho de Turma, se encontrem os horários que,
                esporadicamente, possam servir aos docentes para não faltarem.

            b. Substituição por um docente com formação adequada - Permite que, no seio de um grupo
                de docência / recrutamento, mediante uma planificação feita pelo professor titular da
                disciplina, um professor com formação adequada possa substituir o professor impedido.

            c. Trocas - O professor que tenha de faltar poderá, em circunstâncias excecionais, trocar as
                horas das suas aulas.

    4. Para que seja possível uma leitura do que se faz – e de quem faz – criámos um modelo de registo
        das diversas atividades desenvolvidas, em que o próprio professor substituto, em casos que ache
        justificados, anota procedimentos que correram menos bem, instituindo, assim, uma primeira
        avaliação da atividade.

Em todas as circunstâncias, o que pretendemos, na linha defendida pelo Despacho 13599/06 e redações
posteriores, é fazer uma escola a tempo inteiro. E com sentido.



OPERACIONALIZAÇÃO

A operacionalização deste Plano segue as seguintes regras:




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- Todos os Professores estão vinculados à comunicação antecipada da sua intenção de faltar (na Direção)
assim como de organizar a respetiva permuta, troca ou substituição por outro docente de formação
adequada.

-Na impossibilidade de permutar, devem antecipadamente entregar a algum membro do CAS, os Planos de
Aula para serem utilizados pelos docentes que irão ocupar os seus alunos.

-Na eventual falta destes Planos de Aula deixados pelos professores ausentes, as atividades desenvolvidas
na ocupação dos alunos serão da responsabilidade do professor destacado para este serviço.

- Os professores destacados para o serviço de Ocupação Plena dos Tempos Escolares (OPTE) deverão estar
à hora do início da aula na sala de professores:

a) Havendo conhecimento da ausência prevista de um professor, o elemento do grupo CAS procederá à
entrega do material deixado por este, ao professor que o irá substituir na ocupação dos alunos.

b) Na falta imprevista de um professor, a auxiliar de ação educativa do respetivo bloco informará, da
necessidade de ocupação dos alunos. Neste caso, algum dos elementos CAS selecionará o material que
entender conveniente. (Se possível, recorrendo ao Delegado de Grupo Disciplinar para o apoiar na seleção
do material mais adequado)

- Concluída a Aula de Substituição, o Professor Substituto preencherá um formulário referindo se o Plano
foi aplicado com normalidade

- Estes professores serão destacados para o serviço de OPTE de acordo com as seguintes regras:

Na sala de professores será afixado um mapa semanal com a indicação dos professores substitutos em
serviço. Os professores irão desempenhar este serviço em regime de rotatividade. Para este efeito, os
mapas semanais de substituições são atualizados semanalmente e afixados na sala de professores, para
consulta.

AVALIAÇÃO

Este Plano será alvo de uma avaliação no final de cada período com base em informações recolhidas pela
análise dos relatórios semanais de substituições e registos elaborados dos Professores que realizaram as
substituições.




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VI.    AVALIAÇÃO DOS ALUNOS



 17. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (CONTEXTUALIZAÇÃO)



Critérios de Avaliação – De um modo sistemático, os “Critérios de Avaliação” fazem parte da linguagem
pedagógica desta Escola desde há muitos anos, antes ainda de serem consagrados em lei. Este verdadeiro
avanço educacional está plasmado em vários documentos oficiais da escola, nomeadamente no Projeto
Educativo, no que diz respeito à filosofia subjacente, no Regulamento Interno, no que diz respeito aos
Critérios de Avaliação Gerais. Os Critérios de Avaliação Específicos de cada disciplina, depois de aprovados
pelo Conselho Pedagógico, integram este projeto, sendo são dados a conhecer aos alunos pelo Diretor de
Turma, apesar de publicados na página da Escola, em www.esdica.pt

Para além dos Critérios de Avaliação próprios de cada disciplina – e que designamos de “Específicos” –
existem os “Critérios de Avaliação Gerais” – que fazem parte do Regulamento Interno. Desse documento,
transcrevemos os Artigos 9º, 10º e 11º:




 18. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GERAIS



      Artigo 9º

      Critérios de Avaliação



      1.   Os Critérios de Avaliação são instrumentos pedagógicos de natureza pública, devendo
           ser do conhecimento de todos os implicados no processo de avaliação, nomeadamente
           alunos, professores, diretores de turma e encarregados de educação.

      2.   Os critérios de avaliação definem metodologias e procedimentos, instituindo-se como
           referenciais comuns, não fundamentando, nunca, prejuízos para os alunos.

      3.   Em ordem a garantir o princípio consagrado no número anterior, deve ser algo de
           especial ponderação e valorização, de acordo com o preceituado legal, a progressão do
           aluno.




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     4.   Os Critérios de Avaliação dividem-se em dois níveis: Critérios de Avaliação Gerais e
          Critérios de Avaliação Específicos.

     a.   Os Critérios de Avaliação Gerais definem um conjunto de regras e procedimentos gerais,
          fazendo parte deste Regulamento Interno;

     b.   Os Critérios de Avaliação Específicos definem as regras, normas e procedimentos
          próprios de cada disciplina, sendo elaborados pelos Grupos Disciplinares.

     5.   Todos os Critérios de Avaliação carecem de aprovação pelo Conselho Pedagógico.

     6.   A divulgação dos Critérios de Avaliação Gerais é da responsabilidade do Diretor.

     7.   A divulgação dos Critérios de Avaliação Específicos é da responsabilidade de todos os
          professores.

     8.   O Conselho de Turma e, em primeiro lugar, o Diretor de Turma são os responsáveis pela
          verificação da sua aplicação.

     9.   Para os efeitos previstos no nº anterior, cada dossiê de Direção de Turma deve conter
          exemplares de todos os Critérios que tiverem aplicação na Turma.



     Artigo 10º

     Critérios de Avaliação Gerais



     1.   Cada Grupo define/confirma Critérios de Avaliação Específicos, por ano e por disciplina.

     2.   Para além dos testes, o Grupo deve definir que outros instrumentos entram na avaliação
          do aluno e em que percentagem, bem como as consequências de os alunos não os
          realizarem.

     3.   Deve ser fixado o número mínimo de testes e/ou trabalhos equiparados, por período e
          para a totalidade do ano.

     4.   O Grupo deve estabelecer explicitamente, através de critérios objetivos, a projeção e a
          incidência de cada período letivo na avaliação final, de modo a salvaguardar o caráter
          contínuo da avaliação.

     5.   Todos os elementos que entrem na composição da avaliação dos alunos devem apoiar-
          se em instrumentos objetiváveis.




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     6.   Para os efeitos do nº anterior, devem ser elaboradas Grelhas de Registo de Observação
          ou documentos análogos que permitam traduzir, o mais rigorosamente possível, o
          qualitativo em quantitativo.

     7.   Antes da realização de cada teste, os alunos devem ser informados, de um modo claro e
          inequívoco, sobre:

     a.   Conteúdos a testar;

     b.   Estrutura da prova;

     c.   Duração do teste.

     8.   As cotações das perguntas devem constar nos enunciados dos testes.

     9.   A cotação atribuída a cada resposta deve ser registada na folha de prova dos alunos.

     10. Os enunciados não podem ser manuscritos, de modo a facilitar a leitura e interpretação
          por parte dos alunos.

     11. Não pode ser ministrado um segundo teste, sem que o primeiro tenha sido entregue aos
          alunos e com eles discutido e corrigido.

     12. Os testes devem ser corrigidos e entregues aos alunos no prazo máximo de 10 dias úteis
          a contar da data da sua realização.

     13. Sem prejuízo do disposto no número anterior, até ao último dia de aulas de cada
          período, todos os elementos de avaliação devem ser do conhecimento dos alunos, de
          modo a tornar viável a sua autoavaliação.

     14. Todos os elementos de avaliação devem ser entregues aos alunos em sala de aulas e
          esse facto ser registado nos sumários respetivos.

     15. A classificação a constar nos testes de avaliação é, obrigatoriamente, quantitativa. Nos
          restantes instrumentos de avaliação, a informação qualitativa deve obedecer à seguinte
          terminologia: Reduzido (0 – 19%), Insuficiente (20 – 49%), Suficiente (50 – 69%), Bom
          (70-89%) e Muito Bom (90-100%).

     16. Os instrumentos de avaliação devem ser elaborados e discutidos no seio dos grupos
          disciplinares, de modo a salvaguardar a maior justiça e equidade entre todos os alunos.

     17. Em ordem a prosseguir as finalidades referidas no número anterior, podem os grupos
          disciplinares, mediante aprovação do Conselho Pedagógico e comunicação atempada
          aos encarregados de educação, ministrar testes comuns, em horários também comuns,
          ainda que fora do horário habitual dos alunos.




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     18. Para não provocar acréscimo desnecessário de horas letivas, estes testes devem ser
          considerados como medidas excecionais, não podendo ultrapassar o número de três por
          período e por ano de escolaridade.

     19. Este procedimento não deve ocorrer em disciplinas que disponham de testes
          intermédios, quer a eles tenham aderido ou não.

     20. Se realizados dentro das normas previstas nos números anteriores, os testes
          constituem-se em atividades obrigatórias.

     Artigo 11º

     Divulgação e Comunicação aos Encarregados de Educação dos Resultados da Avaliação
          Sumativa

     1.    No prazo máximo de dois dias úteis após a realização do último Conselho de Turma de
          avaliação sumativa de cada período letivo, são afixados em local público os resultados
          da avaliação sumativa, assim como publicados em www.esdica.pt

     2.    No prazo máximo de cinco dias úteis após o reinício das atividades letivas - no 2º e 3º
          períodos – o Diretor de Turma convoca, através de correio eletrónico ou via CTT, o
          Encarregado de Educação, para uma reunião a ser realizada nos primeiros quinze dias do
          período onde serão comunicados os resultados da avaliação sumativa do seu educando.

     3.   Os resultados da avaliação sumativa do 3º período são comunicados aos encarregados
          de educação, até dois dias úteis após a afixação das pautas.




 19. CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO



Os critérios de avaliação específicos das diferentes disciplinas, que integram os curricula dos cursos
existentes na escola, aprovados pelo Conselho Pedagógico para o ano letivo 2011-2012, são os que se
seguem.




PORTUGUÊS




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                                     Testes escritos
                                     Trabalhos individuais e em
                                      grupo
                                     Fichas de leitura
  Expressão escrita                                                           60%             65%             65%
                                     Trabalhos realizados na sala de
                                      aula, equiparados a teste (1)
                                     Leitura
          Oralidade                  Expressão e exposição oral
                                                                              25%             25%             25%
                                     Contratos de leitura
                                     Comportamentos e atitudes de
 Atitudes e Valores                   acordo com os itens aprovados
                                                                              15%             10%             10%
                                      em Conselho Pedagógico (2)
(1)
      Os alunos devem saber previamente quais os trabalhos que serão equiparados a testes.
(2)
      Responsabilidade e empenho nas atividades letivas; autonomia; respeito pelas normas de
      funcionamento da sala de aula; respeito pelos colegas e professores; cooperação



Notas:

           Nas respostas escritas, deve aplicar-se o padrão de correção dos exames nacionais.

           A avaliação dos segundo e terceiro períodos deve ser globalizante.

           A avaliação do 2º período tem peso 2 em relação à do 1º período de acordo com a fórmula

                        (2 X classificação do 2º período+ 1 X classificação do 1º período) : 3

           A classificação final do ano é igual à classificação do 2º período mais a do 3º período a dividir por 2.

           A progressão, ao longo do período e/ou do ano letivo, deve ser tida em conta.




FILOSOFIA

10º Ano

Aptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes                      80%

Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente -                            20%



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Tarefas individuais e de grupo      Atitudes e valores

          10%                         10%

                                                                    100%

Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma,

(1º Período + 2º Período + 3º Período) : 3



11º Ano

Ano Letivo - 2011 /2012                         Critérios de Avaliação

Aptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes                   80%

Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente -                         20%

Tarefas individuais e de grupo      Atitudes e valores

          10%                         10%

                                                                    100%

Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma,

(1º Período + 2º Período + 3º Período) : 3




FRANCÊS



Compreensão/Expressão Escrita – 60% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos)



Compreensão/Expressão Oral – 30% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações do
desempenho oral)



Atitudes e Valores – 10 %

Notas:

- Serão realizados dois testes por período, exceto em situações devidamente justificadas;

-A classificação do 1º período terá peso 1;



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-A classificação do 2º período terá peso 2; à qual se somará a do 1º período.

-A classificação do 3º período terá peso 2; à qual se somará a do 2º período.

- Caso o aluno revele uma progressão significativa, a classificação final a atribuir ao aluno deverá refletir
essa progressão, não devendo ser tido em conta, apenas, o resultado da aplicação direta dos critérios
aprovados.



Cursos Profissionais - 10º, 11º e 12º anos

Compreensão/Expressão Escrita – 50% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos)

Compreensão/Expressão Oral – 20% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações do
desempenho oral)

Atitudes e Valores – 30 %




INGLÊS

Cursos Gerais e Tecnológicos - 10º, 11º e 12º ano

Compreensão/Expressão Escrita – 60% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos)

Compreensão/Expressão Oral – 30% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações do
desempenho oral)

Atitudes e Valores – 10 %

Notas:

- Serão realizados dois testes por período, exceto em situações devidamente justificadas;

-A classificação do 1º período terá peso 1;

-A classificação do 2º período terá peso 2; à qual se somará a do 1º período.

-A classificação do 3º período terá peso 2; à qual se somará a do 2º período.

- Caso o aluno revele uma progressão significativa, a classificação final a atribuir ao aluno deverá refletir
essa progressão, não devendo ser tido em conta, apenas, o resultado da aplicação direta dos critérios
aprovados.



Cursos Profissionais - 10º, 11º e 12º anos




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Compreensão/Expressão Escrita – 50% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos)

Compreensão/Expressão Oral – 20% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações do
desempenho oral)

Atitudes e Valores – 30 %




ESPANHOL



10º, 11º e 12ºanos

    Compreensão/ Expressão escrita – 60% (Testes de avaliação sumativos: 70%; trabalhos escritos
    (individuais e de grupo): 30%)

    Compreensão/ Expressão oral – 30% (estão incluídas a participação na sala de aula, as exposições bem
    como todas as avaliações do desempenho oral)

Observações:

     A classificação do primeiro período terá peso 1;

     A classificação do segundo período terá peso 2, à qual se somará a do primeiro período;

     A classificação do terceiro período terá peso2, à qual se somará a do segundo período;

     Caso o aluno revele uma progressão significativa a classificação final a atribuir deverá refletir essa
           progressão, não devendo ser tido em conta, apenas, o resultado da aplicação direta dos critérios
           aprovados




MATEMÁTICA A, MATEMÁTICA B E MACS

Profissionais (por módulos)

          Trabalhos escritos em sala de aula                                                   70%

          Atitudes e valores                                                                   30%

Participação na aula, comportamento e realização (ou não) TPC, contribuição para o bom funcionamento
da aula.

10º e 11º Ano Matemática A, Matemática B e MACS

          Testes de Avaliação                                                                  80%


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      Trabalho escrito / Relatório                                                          10%

      Atitudes e valores                                                                    10%

Participação na aula, comportamento e realização (ou não) TPC

12º Ano Matemática A

      Testes de Avaliação                                                                   85%

      Trabalho escrito / Relatório                                                           5%

      Atitudes e valores                                                                    10%

Participação na aula, comportamento e realização (ou não) TPC

Classificação dos 2º e 3º Períodos

                        nota da pauta do 1º período  2  nota da fórmula do 2º período
 2º Período =                                               3

                        3  nota da pauta do 2º período  2  nota da fórmula do 3º período
 3º Período =                                                   5

      Em qualquer dos níveis de ensino deverão ser realizados, no mínimo, dois testes escritos e um
       trabalho em grupo e/ou individual.

      Os testes intermédios são equiparados a um teste de avaliação.

      No caso de não ser realizado qualquer trabalho escrito/relatório, no 10º, 11º e 12º anos, a
       percentagem correspondente será distribuída pelos dois parâmetros restantes, em partes iguais.

      Os casos pontuais, correspondentes a grandes oscilações de rendimento, deverão ser analisados
       cuidadosamente.

      A operacionalização da avaliação da Língua Materna no secundário será efetuada nos critérios de
       cotação dos testes de avaliação em que haja perguntas de desenvolvimento (composição).

Trabalho de escrito (em grupo e/ou individual) /Relatório:

                       Nota qualitativa:              Nota quantitativa:
                       Reduzido                       0-4
                       Insuficiente                   5 – 9,5
                       Suficiente                     10 – 13
                       Bom                            14 – 16
                       Muito Bom                      17 – 19
                       Excelente                      19 - 20



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EDUCAÇÃO FÍSICA



Domínios de
            Critérios                                                Percentagem % (Ponderação)
Avaliação
                Domínio das Competências Práticas (Técnicas e
Domínio
                Táticas) referentes a cada matéria, através de
Motor                                                          60%
                exercícios critério e jogos reduzidos;
(Saber Fazer)
                Progressão;
Domínio         Domínio dos Conhecimentos Teóricos (Teste /
Cognitivo       Trabalho temático Individual; Competências de        20%
(Saber)         Língua Materna);

                Interesse e empenho nas atividades propostas:
                   Assiduidade;
                   Traz o material necessário;
                   Cumpre as tarefas propostas;
                Respeito das normas de funcionamento da aula:

                   Empenho;
                   Nível de participação;
                                                                     20%
Domínio            Capacidade de iniciativa;
Sócio-Afetivo                                                        (itens pontuados de 1 a 5 pontos de
                Pontualidade:
                                                                     acordo com a tabela aprovada em
(Saber Estar)
                Respeito pelos colegas e professores:                Conselho pedagógico)
                   Não causa situações de conflito;
                   Ouve o Professor e os colegas e aceita as suas
                    opiniões;
                   Cumpre as regras estabelecidas;
                   Revela espírito desportivo;
                Espírito de cooperação e entreajuda:
                -   É solidário.
Classificação do Final do 1.º Período = CP1

Classificação do 2.º Período = CP1+(2*CP2)3

Classificação do 3.º Período = CP2+(2*CP3)3

Nota: Considerando a especificidade dos conteúdos lecionados no âmbito desta disciplina, será tido em
conta, na análise da progressão do aluno, o seu rendimento escolar em cada um dos conteúdos, sendo



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equacionado em casos devidamente fundamentados a atribuição de uma valorização na avaliação final
(final do ano letivo) até um (1) valor.

Obs.: Sempre que o aluno não tem condições de efetuar a aula deverá preencher uma ficha de observação
(modelo próprio).



        Trabalhos Escritos

Domínios         de                                                                 Percentagem    %
                      Critérios
Avaliação                                                                           (Ponderação)
                                                                           1 a 5
Pontualidade na entrega do trabalho
                                                                           pontos

                                                                           1 a 5
                      Capa ou folha de rosto
                                                                           pontos
                                                                           1 a 5
                      Página de cortesia
                                                                           pontos
Design
                                                                           1 a 5
(Apresentação         Índice
                                                                           pontos
Gráfica)
                                                                           1 a 5
                      Bibliografia
                                                                           pontos
                                                                                    80%
                                                                           1 a 5
                      Formatações, tabulações e paginação
                                                                           pontos

                      Estrutura       (Introdução;      Desenvolvimento;   1 a 5
                      Conclusão)                                           pontos
                                                                           1 a 20
                      Adequação ao tema
                                                                           pontos
Conteúdos
                                                                           1 a 20
                      Rigor / pertinência
                                                                           pontos
                                                                           5 a 25
                      Tratamento pessoal da informação
                                                                           pontos

Apresentação          Clareza na exposição, seleção das ideias a
                                                                                    20%
Oral                  transmitir e capacidade de resposta a questões.
Legenda:

         1       1       5         Muito Fraco
         2       5       10        Fraco
         3       10      15        Médio
         4       15      20        Bom
         5       20      25        Muito Bom


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 a) Alunos com Atestado Médico

Domínios de                                                                                Percentagem    %
                Critérios
Avaliação                                                                                  (Ponderação)

                O aluno:

                Analisa e interpreta, pelo uso correto da língua materna, a realização
                das atividades físicas aplicando os conhecimentos sobre técnica,
                organização, participação e ética desportiva.

                Conhece e interpreta os fatores de saúde e riscos associados à prática
                das atividades físicas e aplica as regras de higiene e segurança.

                Conhece e aplica os diversos processos de elevação e manutenção da
                condição física de uma forma autónoma no seu quotidiano.

Domínio         Conhece a função e modo de execução das principais ações técnico-

Cognitivo       táticas individuais e coletivas elementares e complexas da defesa e do
                                                                                           60%
                ataque e respetivas regras do jogo.
(Saber)
                Conhece os objetivos, características, indicadores, princípios de ação e
                regras de gesta, fases de processamento de uma ação tática complexa,
                simbologia dos principais jogos desportivos coletivos e dos seus
                aspetos comuns.

                Conhece as fases do jogo, princípios fundamentais e específicos bem
                como as suas vantagens e desvantagens.

                Arbitragem – o aluno deverá, quando solicitado, coadjuvar o professor
                na aula arbitrando os jogos ou atividades conhecendo os sinais e
                respetivas regras.

                Ajuda na (gestão) arrumação do material quando solicitado e / ou por
                iniciativa própria;

Domínio         Conhece e cumpre as orientações inerentes ao regulamento de
Sócio-Afetivo   educação física e regulamento da escola;                                   40%

(Saber Estar)   Está atento às informações do professor ou colegas;

                Aceita os Feed backs do professor para corrigir a sua execução;

                Procura saber, questionando o professor sobre os conteúdos,



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                  esclarecendo as suas dúvidas;

                  Respeita o material da escola apenas utilizando para fins a que se
                  destina;

                  Não faz ruído com bolas quando o professor ou colegas transmitem
                  informação, se expressam emitindo opiniões ou colocando dúvidas ou
                  noutros momentos inadequados;

                  Admite as indicações que lhe dirigem;

                  Aceita as opções e falhas dos seus colegas dando sugestões para a sua
                  melhoria;

                  Trata com igual cordialidade e respeito os companheiros e os
                  adversários;

                  Assiduidade / Pontualidade



ALUNO QUE APRESENTA DIFICULDADES DE MOBILIDADE:

                 Deve comparecer às aulas;

                 Não necessita de trazer equipamento;

ALUNO QUE NÃO APRESENTA DIFICULDADES DE MOBILIDADE:

                 Deve comparecer às aulas;

                 Deve apresentar-se com o equipamento sempre que o professor o solicitar, de forma a
                  poder participar no que lhe for possível (organização, cooperação, arbitragem, etc).

FORMAS DE AVALIAR O ALUNO:

                 Trabalhos escritos;

                 Testes escritos;

                 Participação na própria aula com tarefas distribuídas pelo professor.



        Tabela de quantificação do Domínio Sócio-Afetivo aprovado em pedagógico.

Cada item será pontuado de 1 a 5 pontos:

     -     Muito Fraco(a) 1
     -     Fraco(a)          2



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   -   Médio(a)          3
   -   Bom(Boa)          4
   -   Muito Bom(boa)         5



       5       ……………………………….         0
       6       ……………………………….         1
       7       ……………………………….         2
       8       ……………………………….         3
       9       ……………………………….         4
       10      ……………………………….         5
       11      ……………………………….         6
       12      ……………………………….         7
       13      ……………………………….         8
       14      ……………………………….         9
       15      ……………………………….         10
       16      ……………………………….         11
       17      ……………………………….         12
       18      ……………………………….         13
       19      ……………………………….         14
       20      ……………………………….         15
       21      ……………………………….         16
       22      ……………………………….         17
       23      ……………………………….         18
       24      ……………………………….         19
       25      ……………………………….         20



Tabela de Assiduidade:



       Pontos % de faltas

       5       0a5       %
       4       6a9       %
       3       10 a 24 %
       2       25 a 49 %
       1       50        %




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 -   Regulamento da disciplina da Disciplina de Educação Física

 -   EQUIPAMENTO

         o   Para a participação nas aulas de Educação Física, é necessário equipamento apropriado
             (calças ou calções desportivos, t-shirt, sapatilhas, meias e roupa interior limpas. O uso de
             boné só é permitido nas aulas de exterior.

         o   Os alunos devem tomar banho após a prática desportiva, devendo trazer o material adequado
             para o mesmo (não esquecer do uso de chinelos).

 -   DISPENSA DA PRÁTICA DAS AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA

         o   Os alunos que, por doença ou outra incapacidade, não possam realizar atividade física têm de
             apresentar atestado médico ao Professor de Educação Física, até 30 dias após o início do ano
             letivo, da doença ou incapacidade.

         o   Todos os alunos dispensados deverão realizar um relatório teórico da aula, ajudar na
             arbitragem nas aulas e noutras tarefas indicadas pelo Professor.

 -   ASSIDUIDADE

         o   Sempre que os alunos não se apresentem com o material necessário para a participação na
             aula, ser-lhe-á marcada falta de material, convertendo-se em falta de presença à 3ª
             ocorrência.

         o   Os alunos que, por motivo de saúde, não puderem realizar a aula prática devem fazer-se
             acompanhar de uma justificação escrita e assinada pelo Encarregado de Educação, a fim de
             comprovar a sua situação de saúde. Caso o aluno não traga essa justificação ser-lhes-á
             marcada dispensa por falta de equipamento (caso seja a 1ª). Se a professora achar que,
             devido às dispensas do aluno, não tem elementos suficientes para o avaliar, poderá ser-lhes
             pedido trabalhos adicionais para a sua avaliação.

         o   As aulas iniciam-se 10 minutos após a hora indicada no horário, após o que a Professora pode
             marcar falta.

 -   AVALIAÇÃO

         o   Todos os alunos, mesmo os dispensados ao abrigo do ponto 2.1. deste regulamento, têm de
             ser avaliados.

         o   Os critérios de avaliação na disciplina de Educação Física são: 60 % - SABER FAZER; 20% -
             SABER; 20 % - SABER SER/SABER ESTAR.

         o   No caso de alunos ao abrigo do ponto 2.1 deste regulamento, os critérios de avaliação são:
             60% -SABER; 40%- SABER SER/SABER ESTAR.


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 -   INSTALAÇÕES E MATERIAL

         o   A turma e o respetivo professor são responsáveis pelo material e instalações que utilizam.

         o   A utilização adequada do material e instalações provoca-lhes menos desgaste beneficiando
             todos os utilizadores.

         o   A utilização inadequada de qualquer material ou instalação obriga o autor ou autores a
             pagarem as despesas devidas pela reparação ou reposição do material ou instalação
             danificada.

         o   Se houver extravio de material, a turma é responsável pela sua reposição.

 -   VALORES DOS ALUNOS

         o   No início da aula, os alunos colocam os seus valores numa caixa destinada para o efeito, no
             espaço onde vai decorrer a aula.

         o   Sempre que um aluno não cumpra com o estipulado no ponto anterior assume a
             responsabilidade pelo eventual extravio dos seus pertences.

 -   FINAL DA AULA

         o   As aulas terminam, pelo menos, 10 minutos antes da hora indicada de forma a garantir tempo
             suficiente para os alunos tomarem banho, e ainda a saída das Instalações Desportivas ao
             toque de saída;

 -   ASSISTÊNCIA ÀS AULAS

         o   Não é permitida a assistência às aulas desde que os alunos não sejam elementos integrantes
             da turma.



 -   Folha de Registo do Conhecimento dos Alunos



Ano: ___; Turma: ______; Data: ____/____/20___; Sumário N.º _____; ______

                                                                       Tomei Conhecimento do
   Nome        Email: (O regulamento de Educação Física e os critérios regulamento de Educação
               de avaliação serão depositados conta de correio Física e dos Critérios de
Nº (Primeiro e eletrónico da turma criada para o efeito). No entanto, Avaliação.
   último      os alunos que concordarem podem redigir o seu
   nome)       endereço pessoal.
                                                                       (Assinatura do Aluno)



Rubrica do Professor da Disciplina: _________________; data ____/____/______


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ÁREA DE INTEGRAÇÃO

Objetos de avaliação                  Instrumentos de avaliação           Parâmetros de ponderação

                                      Testes escritos

                                      Fichas de trabalho
O conhecimento e as
                                      Trabalho de grupo                   70%
competências
                                      Trabalho individual

                                      Relatórios de atividades

As atitudes e os                      Grelhas de registos de atitudes e
                                                                          30%
comportamentos na aula                comportamentos



        As atitudes e o comportamento na sala de aula serão avaliados tendo em conta os seguintes itens:

             o     Cooperação

             o     Participação séria e adequada

             o     Interesse e empenho manifestado

             o     Tolerância e respeito pelos outros

             o     Cumprimento de tarefas propostas

             o     Pontualidade

             o     Cumprimento das regras da sala de aula




ECONOMIA A E C

                                                                               Instrumentos de     Ponderaç
        Domínio                         Aspetos a avaliar
                                                                                  avaliação          ão
                           conhece/compreende conceitos, factos,              testes sumativos
 Conhecimento/              teorias, fórmulas;                                 trabalhos
                                                                                                   90%
 Competências              descreve conceitos, factos, teorias;                individuais
                           relaciona os conceitos, factos, teorias;           trabalhos de




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                           interpreta a informação, sobretudo                   grupo
                            quadros, gráficos e textos;                         participação oral
                           analisa, sintetiza, avalia, apresenta, discute      relatórios de
                            e fundamenta ideias;                                 atividades
                           organização do material de trabalho;
                           comunicação oral e escrita com correção
                            linguística.
                           cooperação;
                           hábitos de estudo;
                                                                                grelha de registo
 Atitudes e                participação adequada nos debates;
                                                                                 de atitudes e       10%
 comportamentos            tolerância e respeito pelos outros;
                                                                                 comportamentos
                           pontualidade e assiduidade;
                           compostura no ambiente de sala de aula.
       A classificação a atribuir no final de cada período resultará da média aritmética simples do trabalho
        efetuado pelo aluno até esse momento, tendo em conta os parâmetros de ponderação acima
        referidos.

       O peso atribuído a cada um dos instrumentos de avaliação será definido e comunicado ao aluno
        antes da realização do trabalho.

       A classificação a atribuir no 3º Período poderá ser acrescida de um valor em função da progressão
        do aluno.

       Periodicamente, será feita a auto e heteroavaliação das atitudes e dos comportamentos dos
        alunos.




    HISTÓRIA E HISTÓRIA E CULTURA DAS ARTES



Conhecimentos e Competências……………………………………90%

Em todos os instrumentos de avaliação, para além das competências específicas da disciplina, são também
avaliadas competências de comunicação em língua portuguesa com o peso de 10%. Não é atribuída
qualquer pontuação relativa ao desempenho no domínio da comunicação escrita em língua portuguesa, se
a cotação atribuída ao desempenho inerente às competências específicas no âmbito da disciplina for de
zero pontos.

Testes e trab. de investigação ---------------------------- 70%


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Outros elementos de avaliação---------------------------- 20%

Oralidade--------------------------------------------------- 10%



Cidadania ...............................................................10%

Neste domínio serão considerados os seguintes itens:

*Manifestar compreensão pela pluralidade de pontos de vista

*Defender o património local e a qualidade de vida no meio em que vive

*Posicionar-se solidariamente face aos problemas sociais do mundo

*desenvolver atitudes de curiosidade intelectual e de pesquisa

*Participar em trabalhos de grupo ou de equipa



O peso relativo de cada período letivo na classificação sumativa resultará da seguinte ponderação,
interpretada e otimizada pelo Professor:

2º período: média aritmética do 1º com 2º períodos;

3º período: (2º período x 0,66) + (3º período x 0, 34)




     DISCIPLINAS LECIONADAS PELO GRUPO DE INFORMÁTICA



Cursos Profissionais

AV – Domínio das Atitudes e Valores ---------------- 30%

      Pontualidade/Assiduidade ------------------- 6%

      Comportamento ----------------------------- 8%

      Empenho/Responsabilidade em aula ------- 8%

      Iniciativa de realizar trabalhos ------------- 8%

DC – Domínio Cognitivo ------------------------------- 70%

          Te – Testes ------------------------------------- 40%

          Toda a avaliação teórica, prática ou teórico/prática que é feita individualmente e da qual se
pretende quantificar o grau de conhecimento dos conteúdos curriculares da disciplina.


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Se o suporte de gravação de ficheiros ficar danificado ou com ficheiros corrompidos terá de haver a
possibilidade de realizar uma repetição do teste.



        Tg/Ti – Trabalhos de Grupo/Individual –------ 30%



Todos os trabalhos realizados na aula ou em casa e que são feitos individualmente ou em grupo.

       Produto ------------------------ 50%

       Relatório*---------------------- 30%

       Apresentação/Defesa* ------- 20%



*Se um destes dois pontos, ou os dois pontos não se realizar a distribuição da percentagem fica ao critério
do professor.

NOTA: Se não se realizarem trabalhos de grupo/individuais, o peso destes, reverte para os testes de
avaliação e vice-versa.

                                Avaliação Quantitativa   Avaliação Qualitativa

                                0…..4                    Reduzido

                                5…..9                    Insuficiente

                                10…..13                  Suficiente

                                14…..16                  Bom

                                17…..20                  Muito Bom



Disciplinas:

     TIC – Tecnologias da Informação e Comunicação 1º Ano

     Arquitetura de Computadores 1º e 2º Ano GPSI

     Redes de Comunicação 1º, 2º e 3º Ano GPSI

     Sistemas Operativos 2º Ano GPSI

     Programação e Sistemas de Informação 1º, 2º e 3º Ano GPSI




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   ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO

12ºANO - Curso Tecnológico de Desporto

Critérios de Avaliação 12.º Ano ODD

                      1.º         2.º                                   3.º

                      Período     Período                               Período

Domínio Cognitivo     60%         60%                                   60%
                                                   Class. Final =                       Class. Final =
Domínio Sócio-
                      40%         40%              ((2*2ºP)+1ºP)/3      40%             ((2*3ºP)+2ºP)/3
Afetivo



BLOCOS PROGRAMÁTICOS                    Instrumentos, objetos e/ou matérias de avaliação
                                        Trabalho/pesquisa individual (documento escrito)
                                        Trabalho/pesquisa grupo (documento escrito)
                                        Apresentação oral individual
Conceitos Estruturantes
                                        Apresentação oral grupo
                                        Teste escrito
                                        Participação
Associativismo Desportivo               Projeto de atividade (elaboração do projeto)
(Tema Complementar)                     Tarefas desenvolvidas (concretização do projeto)
                                        Relatório de atividade (avaliação do projeto)
Recursos Materiais                      Trabalho de Investigação
(Tema Fundamental)                      Participação
                                        Projeto de atividade (elaboração do projeto)
                                        Tarefas desenvolvidas (concretização do projeto)
Financiamento                           Relatório de atividade (avaliação do projeto)
                                        Teste escrito
                                        Participação



ODD – Organização e Desenvolvimento Desportivo: Critérios de Avaliação

Domínio       CRITÉRIOS                                                                 PONDERAÇÃO




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                 1 - Interesse e empenho nas atividades propostas:                      8%
                 -   Assiduidade;
                 -   Traz o material necessário;
                 -   Cumpre as tarefas propostas;
                 2 - Respeito das normas de funcionamento da aula:                      8%
                 -   Empenho;
Domínio          -   Nível de participação;
Sócio        -
                 -   Capacidade de iniciativa;
Afetivo                                                                                        40%
                 3 - Pontualidade:                                                      8%
Atitudes     e
Valores          4 - Respeito pelos colegas e professores:                              8%
                 1. Não causa situações de conflito;
                 2. Ouve o Professor e os colegas e aceita as suas opiniões;
                 3. Cumpre as regras estabelecidas;
                 5 - Espírito de cooperação e entreajuda:                               8%
                 4. Revela espírito desportivo;
                 -   É solidário.
1. Trabalhos de Grupo de Suporte Informático

12ºANO

Critérios de Avaliação de Trabalhos de Grupo de suporte informático - Apresentação Oral

1. Expressão
1.1                  Clareza na exposição (linguagem adequada).                1 a 15 pontos
                     Seleção das ideias a transmitir (o aluno não se limita a 1 a 20 pontos
1.2
                     ler).
                     Inovação metodológica e criatividade (apresentação 1 a 5 pontos           50%
1.3
                     e lecionação original do conteúdo do trabalho)
                     Interação (capacidade de motivar o diálogo e 1 a 10 pontos
1.4                  participação dos restantes elementos da turma e a
                     capacidade de resposta a questões)

2. Conteúd
2.1                  Rigor/Pertinência da informação (sem erros)               1 a 20 pontos
                     Seleção e Organização dos conteúdos (não ser 1 a 20 pontos
2.2                                                                                            50%
                     demasiado expositivo)
2.3                  Apresentação (estética)                                   1 a 10 pontos




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                                     Legenda

                                     1       1       Muito Fraco         1 1
                                     3       5       Fraco               2 5
                                     5       10 Médio                    3 10
                                     7       15 Bom                      4 12
                                     10 20 Muito Bom                     5 15



2.   Critérios de Avaliação do Dossier ODD e PDD

                                                 1º, 2º e 3.º Períodos

                                                        Conteúdo

                           1                                  Pontualidade           1 a 5 pontos

                           2
                                                       Organização dos conteúdos    1 a 30 pontos
             (Consultar tabela seguinte)

                           3                             Apresentação (estética)     1 a 5 pontos

                           4                             Seleção dos conteúdos      1 a 10 pontos



Total = 50 pontos

Aplicar a regra 3 simples: 50 pontos ------ 20 valores

                                         Legenda
                                         1       1     Muito Fraco        1
                                         3       10 Fraco                 2
                                         5       15 Médio                 3
                                         7       20 Bom                   4
                                         10 30 Muito Bom                  5

3. Organização dos Conteúdos do Dossier Conjunto - ODD, PDD, PT

12ºANO

O Dossier será avaliado no final de cada período tendo em consideração a informação construída nas várias
disciplinas do Curso Tecnológico de Desporto;



           PONTO 2 – ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS


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Organização             Conteúdos                                                     Ponderações
Separado                                                                             1.º      2 e 3.º
           Disc.        1.º Período               2.º Período        3.º Período
res                                                                                Período   Período
                        Identificação do aluno

                        Índice do Dossier
Introdução                                                                          20%        10%
                        Critérios de Avaliação;

                        Planificações;
                                                                     Fichas de
                        Fichas de Trabalho;
                                                                     Trabalho;
                                                  Interrupção para
                        Sumários;
                                                  Estágio            Sumários;
                        Projetos
                                                                     Projetos
1            PDD                                                                    30%        20%
                        Relatórios;
                                                  (Mesmo             Relatórios;
                                                  conteúdo do 1.º
                        Legislação;
                                                  período)           Legislação;
                        Anexos;
                                                                     Anexos;
                                                                     Fichas de
                                                  Fichas de
                        Fichas de Trabalho                           Trabalho
                                                  Trabalho
                        Sumários;                                    Sumários;
                                                  Sumários;
                        Projetos;                                    Projetos;
                                                  Projetos;
2            ODD        Relatórios;                                  Relatórios;    30%        20%
                                                  Relatórios;
                        Testes escritos;                             Testes
                                                  Testes escritos;
                                                                     escritos;
                        Legislação
                                                  Legislação
                                                                     Legislação
                        Anexos
                                                  Anexos
                                                                     Anexos




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                                                                            Trabalho;
                               Fichas de Trabalho;
                                                         Interrupção para
                                                                            Sumários;
                                                         Estágio
                               Sumários;
                                                                            Realização -
3           PT                 Projeto;                                     Projetos;               20%      20%
                                                         (Mesmo
                               Legislação                                   Relatório;
                                                         conteúdo do 1.º
                                                         período)
                               Anexos                                       Legislação

                                                                            Anexos
                                                         Roteiro de
                                                         Estágio;
                                                                            ___________
4                              ________________          Relatório de                         0%          20%
                                                                            _____
                                                         Estágio
                  Estágio




                                                         Anexos;


                                                         ______________
5           PAT                ________________                             Projeto;          0%          10%
                                                         __


                                                                                              100%        100%


4. Estrutura do Dossier Conjunto - ODD, PDD, PT



Estrutura               Disciplina          Conteúdos                       1.ºP           2.ºP           3.ºP
                                            Identificação do aluno          5%             2,5%           2,5%
                                            Índice do Dossier               5%             2,5%           2,5%
                        Introdução
                                            Critérios de Avaliação;         5%             2,5%           2,5%
                                            Planificações;                  5%             2,5%           2,5%
                                            Conteúdos:
Separador                                       1º. Período………..            30%            5%             2,5%
                        PDD
I                                               2º. Período…………             ------         15%            2,5%
                                                3º. Período…………             ------         ------         15%

                                            Conteúdos
Separador II            ODD
                                                1º. Período……………            30%            5%             2,5%




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                                            2º. Período……………             ------      15%      2,5%
                                            3º. período……………             ------      ------   15%
                                         Conteúdos
                                            1º. Período………………            20%         5%       5%
Separador III      PT
                                            2º. Período………………            ------      15%      5%
                                            3º. Período………………            ------      ------   10%

                                         Conteúdos
                                            1º. Período………………            0%          0%       0%
Separador IV       Estágio
                                            2º. Período………………            ------      10%      2,5%
                                            3º. Período………………            ------      ------   7,5%
                                         Conteúdos
                                            1º. Período………………            0%          0%       0%
Separador V        PAT
                                            2º. Período………………            ------      10%      2,5%
                                            3º. Período………………            ------      ------   7,5%
                                                                         100%        100%     100%




FORMAÇÃO CÍVICA – 10º ANO

Perfil do Aluno

       Investiga, seleciona e analisa dados e informações

       Questiona a experiência quotidiana e o saber estabelecido

       Reflete sobre as questões e avalia-as

       Debate ideias, constrói estratégias e possíveis soluções para os problemas

       Elabora planos de atuação

       Coopera e colabora com o grupo/turma

       Assume as responsabilidades decorrentes do trabalho individual e de grupo

        Parâmetros                                    Pesos atribuídos
        Atitudes individuais / Valores
        Assiduidade e pontualidade
                                                         50%
        Participação autónoma
        Interesse e empenho



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           Execução de tarefas

           Relatório
           Cabeçalho
           Introdução
                                                            30%
           Estrutura/ organização geral
           Expressão escrita
           Apresentação

           Trabalho de Grupo
           Espírito de iniciativa
           Discussão de pontos de vista
                                                            20%
           Capacidade de escutar os colegas
           Sentido de responsabilidade
           Organização do trabalho



     Grelha de avaliação do trabalho desenvolvido

Nº       Nome      Assiduidade      Participação    Interesse   Execução     Relatório Trabalho   Avaliação
                   Pontualidade     Autónoma        Empenho     de tarefas             de grupo   global

     Não satisfaz - NS
     Satisfaz -S
     Satisfaz Bem – SB
     DATA:-------/ --------/--------
     Assinatura do Delegado de Turma:_____________________________
     Assinatura do Professor: _____________________________________




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DISCIPLINA DE BIOLOGIA E GEOLOGIA



(10º ANO):

Biologia e Geologia

1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dados, conceitos, modelos
e teorias, isto é, do saber ciência: Testes Sumativos.
                                                                                                  60%

2 – Desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático,
ou seja, no domínio do saber fazer:

        1 – Um teste de avaliação teórico-prático, por período, sobre atividades experimentais

        2 – Relatório / ficha de avaliação sobre atividade prática
                                                                                                  15%
        3 – Observação de aula prática
                                                                                                  10%
Nota: Quando se considere necessário, parte da percentagem da componente experimental pode
                                                                                                  5%
corresponder à realização de um trabalho de investigação.

3 – Competências no domínio das atitudes e valores.                                               10
                                                                                                  %



(11º Ano):

Biologia e Geologia

1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dados, conceitos, modelos   60%
e teorias, isto é, do saber ciência: Testes Sumativos.

2 – Desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático,
ou seja, no domínio do saber fazer:

        1 – Um teste de avaliação teórico-prático, por período, sobre atividades experimentais
                                                                                                  15%
        2 – Relatório / ficha de avaliação sobre atividade prática
                                                                                                  10%
        3 – Observação de aula prática
                                                                                                  5%
Nota: Quando se considere necessário, parte da percentagem da componente experimental pode
corresponder à realização de um trabalho de investigação.

3 – Competências no domínio das atitudes e valores.                                               10%



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 Disciplinas de Biologia e de Geologia (12º Ano):

 Biologia e Geologia

 1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dados, conceitos,
 modelos e teorias, isto é, do saber ciência: Testes Sumativos.
                                                                                                    50%
 Nota: No 3º período só se realizará um teste sumativo.

 2 – Desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho
 prático, ou seja, no domínio do saber fazer:

           1 – Um teste de avaliação teórico-prático, por período, sobre atividades experimentais
                                                                                                    20%
           2 – Relatório/ficha de avaliação sobre atividade prática
                                                                                                    15%
           3 – Observação de aula prática
                                                                                                    5%
 Nota: Quando se considere necessário 20%, ou mesmo os 40%, da componente experimental
 podem corresponder à realização de um trabalho de investigação/pesquisa.

 3 – Competências no domínio das atitudes e valores.                                                10 %



 CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE

 Disciplina de Biologia

Biologia (cftas)

1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dado: Testes Sumativos;
e/ou desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático:
                                                                                                    90%
Trabalhos científicos e/ou relatórios

2 – Competências no domínio das atitudes e valores.                                                 10%



 Disciplina de Saúde

Saúde (cftas)

1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dado: Testes Sumativos;
e/ou desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático:
                                                                                                    90%
Trabalhos científicos e/ou relatórios

2 – Competências no domínio das atitudes e valores.                                                 10%



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Classificação atribuída no final do 2º e 3º Períodos, tendo em conta a avaliação contínua dos alunos:



       Classificação do 2º Período e 3º Período

Tendo em conta a avaliação continua dos alunos, será efetuada do seguinte modo:

Média aritmética dos testes sumativos desde o início do ano letivo, acrescido da avaliação resultante dos
restantes critérios de avaliação. No entanto, a classificação final do 3º período (av. Final), poderá ser
acrescida de 1 (um) valor, caso o aluno apresente uma progressão nas classificações entre os períodos
letivos de dois ou mais valores de diferença.

Nota: - Os testes sumativos deverão contemplar itens de conteúdos programáticos já lecionados
anteriormente.

Critérios de correção aplicados nos Relatórios, Trabalhos e Testes

           Avaliação dos Relatórios – V de Gowin (grelha própria)

           Avaliação dos Trabalhos (grelha própria)

           Avaliação de Observação em Contexto de Aula Prática (grelha própria)

           Avaliação dos Testes/ficha de avaliação sobre aula prática

       Os Testes Sumativos devem apresentar a cotação de cada pergunta.

       A avaliação atribuída aos testes é quantitativa.



Normas a adotar durante a realização dos Testes Sumativos dos 10°. 11º e 12° anos:

       Todas as respostas deverão ser perfeitamente legíveis e estar corretamente identificadas de uma
        forma que permita a sua identificação inequívoca. Caso contrário, será atribuída cotação zero à
        questão em causa.

       Todas as respostas deverão ser escritas com caneta preta ou azul.

       Não é permitido o uso de corretor. Sempre que se verificar um engano, deve ser riscado e corrigido
        à frente, de modo bem legível.

       A ausência de resposta, ou resposta totalmente ilegível, terá cotação zero.



Critérios gerais de classificação:



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       As classificações a atribuir a cada item são obrigatoriamente um número inteiro de pontos.

       Todas as respostas dadas pelos alunos devem estar legíveis e devidamente referenciadas de uma
        forma que permita a sua identificação inequívoca. Caso contrário, é atribuída a classificação de zero
        pontos à(s) resposta(s) em causa.

       Se o examinando responder ao mesmo item mais do que uma vez, deve eliminar, clara e
        Inequivocamente, a(s) resposta(s) que considerar incorreta(s). Na ausência dessa eliminação,
        devem ser atribuídos zero pontos às respostas aos itens de Escolha Múltipla, de Verdadeiro/Falso
        (ou Sim/Não) e de Ordenamento em causa. Nos itens de Resposta Aberta será classificada a
        resposta que surja em primeiro lugar na folha de respostas do examinando.

       Nos itens de resposta aberta, os critérios de classificação estão organizados por níveis de
        desempenho.

O enquadramento das respostas num determinado nível de desempenho contempla aspetos relativos aos
conteúdos, à organização lógico-temática e à utilização de linguagem científica, expressos nos critérios
específicos.



Exemplo de classificações a atribuir em cada nível de desempenho das respostas a itens de resposta aberta

    A) Itens de resposta aberta curta

A classificação a atribuir traduz a avaliação das competências específicas da disciplina e é atribuída de

acordo com os níveis de desempenho a seguir descritos:

No caso em que a resposta não atinja o nível 1 de desempenho, a classificação a atribuir é zero pontos.




    B) Itens de resposta aberta extensa

A classificação a atribuir traduz a avaliação simultânea das competências específicas da disciplina e das
competências de comunicação escrita em língua portuguesa.

A avaliação das competências de comunicação escrita em língua portuguesa contribui para valorizar a
classificação atribuída ao desempenho no domínio das competências específicas da disciplina. Esta




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valorização é cerca de 10% da cotação do item e faz-se de acordo com os níveis de desempenho a seguir
descritos:




No caso em que a resposta não atinja o nível 1 de desempenho, a classificação a atribuir é de zero pontos.

Neste tipo de itens, se a resposta incluir tópicos excedentes relativamente aos pedidos, deve ser atribuída a
classificação prevista, desde que o examinando aborde os tópicos estipulados e os excedentes não os
contrariem. No caso de a resposta apresentar tópicos contraditórios, estes devem ser classificados com
zero pontos.

       Nos itens de escolha múltipla, é atribuída a cotação total à resposta correta. As respostas incorretas
        são classificadas com zero pontos.

Também deve ser atribuída a cotação de zero pontos às respostas em que os examinandos apresentem:

    -   mais do que uma opção (ainda que nelas esteja incluída a opção correta);
    -   o número do item e/ou a letra da alternativa ilegíveis.

       Nos itens de verdadeiro/falso (ou de sim/não), são classificadas com zero pontos as respostas em
        que todas as afirmações sejam avaliadas como verdadeiras ou como falsas [ou como argumentos a
        favor (Sim) ou não conclusivos (Não)].

   Não são classificadas as afirmações;
    -   consideradas simultaneamente verdadeiras e falsas (ou sim e não);
    -   com o número do item, a letra da afirmação e/ou a sua classificação     (V/F ou S/N) ilegíveis.

       Nos itens de ordenamento, só é atribuída classificação se a sequência estiver integralmente
        correta.




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FÍSICA E QUÍMICA



1 – DOMÍNIO COGNITIVO                                                                     10º/11º/12ºANOS

    1.1 – Testes de avaliação                                                                    60%

    1.2 – Componente laboratorial                                                                30%

        1 teste por período sobre atividades laboratoriais - 60%

        Cumprimento das regras de segurança e execução das atividades
         laboratoriais – 15%

        Preparação das atividades laboratoriais – 10%

        Relatórios/ Fichas práticas/Trabalhos de pesquisa – 15%

2 – DOMÍNIO DAS ATITUDES E VALORES                                                               10%

        Responsabilidade e empenho nas atividades da aula

        Autonomia

        Respeito pelas normas de funcionamento da aula

        Respeito pelos colegas e professores

        Cooperação



   Alguns testes de avaliação poderão ser substituídos por trabalhos ou por dois ou mais mini-testes, cuja
    classificação seja no total equivalente à de um teste. Será realizado no mínimo um teste por período.
   Os testes de avaliação (teóricos) terão pesos diferentes ao longo do ano. Assim, a classificação do
    parâmetro – testes de avaliação será feita de acordo com a fórmula seguinte:

        1º Período – Classificação dos testes = T1 + T2 / 2

        2º Período – Classificação dos testes = T1 + T2 + 2 x ( T3 + T4 ) / 6

        3º Período – Classificação dos testes = T1 + T2 + 2 x ( T3 + T4 + T5 + T6)/10

(T1, T2, T3 … - Testes realizados )

   A classificação final do 3º período poderá ser acrescida de 1 (um) valor, caso o aluno apresente uma
    progressão nas classificações entre os períodos letivos de 2 (dois) ou mais valores de diferenciação.
   Os testes intermédios são equiparados a testes sumativos.
   A componente laboratorial será avaliada a partir dos elementos recolhidos ao longo do ano letivo.


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   Nos testes serão incluídos todos os conteúdos lecionados até ao momento da sua realização.
   Nos testes de 11º ano serão também abordados temas do 10º ano que previamente serão indicados
    aos alunos

CURSOS PROFISSIONAIS

1 – DOMÍNIO COGNITIVO

1.1 – Testes de avaliação

1.2– Trabalhos (pesquisa/experimental - relatórios)

2 – DOMÍNIO DE ATITUDES E VALORES

       Responsabilidade e empenho nas atividades aula

       Autonomia

       Respeito pelas normas de funcionamento da aula

       Respeito pelos colegas e professores

       Cooperação



       Em cada módulo o(s) teste(s) poderão ser substituídos por trabalho(s) escrito(s) cuja avaliação será
        equivalente à do(s) teste(s) ou por mini-testes que no total serão equivalentes ao(s) teste(s).

        A classificação final será a média aritmética das classificações obtidas em cada módulo.




GEOMETRIA DESCRITIVA A



AVALIAÇÃO

A avaliação em Geometria Descritiva é contínua e integra duas componentes: uma, ora formativa ora
sumativa, baseada no desenrolar dos trabalhos, desde os primeiros ensaios até aos produtos finais; outra
sumativa, assente em provas criadas expressamente para esse efeito.

Tem como referência os objetivos gerais e específicos da disciplina e define-se segundo parâmetros que se
apresentam em seguida.

CONCEITOS




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Neste campo, é objeto de avaliação a aplicação dos conceitos decorrentes dos conteúdos do programa,
implicados no conhecimento dos fundamentos teóricos dos métodos de representação diédrica e triédrica,
no conhecimento dos processos construtivos da representação e no conhecimento da normalização.

A avaliação do conhecimento dos princípios teóricos far-se-á tendo em conta:

       -   a interpretação de representações de formas

       -   a identificação dos métodos de representação utilizados

       -   a distinção entre as aptidões específicas de cada método, para a escolha do mais adequado à
           resolução de cada problema concreto de representação

       -   o relacionamento de métodos e/ou processos

A avaliação do conhecimento dos processos construtivos far-se-á tendo em conta:

       -   a interpretação de dados ou de descrições verbais de procedimentos gráficos

       -   a aplicação dos processos construtivos na representação de formas

       -   a economia nos processos usados

       -   a descrição verbal dos procedimentos gráficos para a realização dos traçados

A avaliação do conhecimento relativo à normalização far-se-á tendo em conta:

       -   a interpretação de desenhos normalizados

       -   a aplicação das normas nos traçados

TÉCNICAS

Neste campo, são objeto de avaliação: a utilização dos instrumentos de desenho e a execução dos traçados.

Quanto à utilização dos instrumentos, a avaliação será feita tendo em conta:

       -   a escolha dos instrumentos para as operações desejadas

       -   a manipulação dos instrumentos

       -   a manutenção dos instrumentos

No que respeita à avaliação da execução dos traçados, serão tidos em conta:

       -   o cumprimento das normas

       -   o rigor gráfico

       -   a qualidade do traçado

       -   a legibilidade das notações




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REALIZAÇÃO

Neste campo, são objeto de avaliação: competências implicadas na utilização imediata da Geometria
Descritiva em situações de comunicação ou registo; competências que atuam na capacidade de perceção e
de visualização.

A avaliação da utilização da Geometria Descritiva como instrumento de comunicação ou registo será feita
tendo em conta:

        -   o recurso à representação de formas, para as descrever

        -   a legibilidade e poder expressivo das representações

        -   a pertinência dos desenhos realizados

A avaliação da capacidade de representação de formas imaginadas ou reais terá em conta:

        -   a representação gráfica de ideias

        -   a reprodução gráfica de formas memorizadas

ATITUDES

Neste campo consideram-se as atitudes manifestadas no trabalho, incidindo a avaliação nos seguintes
parâmetros:

        -   interesse e empenho demonstrado na resolução das atividades propostas

        -   espírito de cooperação e interajuda

        -   respeito pelas normas de funcionamento da aula

        -   pontualidade revelada

        -   respeito demonstrado pelos outros



O levantamento de dados para a avaliação far-se-á através de:

      1 - Trabalhos realizados nas atividades desenvolvidas nas aulas ou delas decorrentes,
      quer em termos dos produtos finais quer em termos dos materiais produzidos durante o
                                                                                              20%
      processo, pela observação direta das operações realizadas durante a execução dos
      trabalhos e intervenções orais

      3 - Atitudes reveladas durante as atividades                                            20%

      4 - Provas de avaliação sumativa expressamente propostas - 2 ou 3 por período           60%




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Nos Itens 1, 2 são atribuídas avaliações qualitativas com as menções de: Reduzido (0 a 4 Valores),
Insuficiente(5 a 9 Valores), Suficiente (10 a 13 Valores), Bom (14 a 17 Valores) e Excelente (18 a 20 Valores).

No Item 3, Provas de Avaliação, é atribuída uma avaliação quantitativa de 0 a 20 valores, tendo as cotações
das provas que traduzir os seguintes aspetos, com os seguintes pesos:

      Aspeto avaliado                                                          Peso Valores

      Tradução gráfica dos elementos dados                                     4

      Processo de resolução                                                    8

      Obtenção dos resultado final pretendido                                  4a5

      Observação das convenções gráficas usuais aplicáveis, rigor de
                                                                               3a4
      execução e qualidade expressiva dos traçados

NOTAS:

No final do 1º Período a classificação do aluno é traduzida pela seguinte fórmula:

{(Media testes x60)+(Item1 x20)+(Item2 x20)}/100

As classificações a atribuir nos 2º e 3º Períodos, são calculadas com base na mesma fórmula, mas são
acrescidas com a média, com peso de um terço, da nota do período anterior, no 2º P a classificação é dada
por (fórmula x 2 + 1ºP x 1) / 3 e no 3º P é (fórmula x 2 + 2ºP x 1) / 3.

Mediante a progressão do aluno ao longo do ano letivo esta fórmula poderá ser adaptada visando
recompensar positivamente o esforço e o estudo.




DESENHO A

AVALIAÇÃO

A avaliação em Desenho A é contínua e integra duas componentes: uma, ora formativa ora sumativa,
baseada no desenrolar dos trabalhos, desde os primeiros ensaios até aos produtos finais; outra sumativa,
assente no culminar destes trabalhos práticos.

Tem como referência os objetivos gerais e específicos da disciplina e define-se segundo parâmetros que se
apresentam em seguida.

CONCEITOS




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    1. O domínio dos conceitos constantes nos conteúdos programáticos, com especial incidência
        naqueles que são de aprofundamento e que constam do capítulo «sintaxe», e a sua correta
        aplicação;

    2. O domínio dos vocábulos específicos da área do desenho;

    3. O conhecimento das condicionantes psicofisiológicas da perceção e da representação gráfica;

    4. O conhecimento e valorização do papel desempenhado pelo sujeito observador perante desenhos,
        imagens e objetos visuais, assente numa consciência dos fatores que o estruturam e condicionam.

TÉCNICAS

Neste campo, são objeto de avaliação: a utilização dos instrumentos de desenho e a execução do traço.

Quanto à utilização dos instrumentos, a avaliação será feita tendo em conta:

a escolha dos instrumentos para as operações desejadas

a manipulação dos instrumentos

a manutenção dos instrumentos

No que respeita à avaliação da execução dos trabalhos, serão tidos em conta:

o cumprimento das técnicas

o rigor gráfico


a qualidade do traço

REALIZAÇÃO

    1. O domínio de uma grande diversidade de suportes, em escalas e matérias diferenciadas, e suas
        potencialidades;

    2. O domínio dos diferentes meios atuantes, integrando o conhecimento da sua natureza específica
        com a compreensão das suas diferentes utilidades e adequações;

    3. O domínio de fatores, processos e sistemas de estruturação e organização formal, cromática,
        espacial e dinâmica e sua articulação operativa na representação e expressão gráfica;

    4. O domínio e aplicação de princípios e estratégias de composição e estruturação, compreendendo
        práticas de ocupação de página, enquadramento e processos de transferência;

    5. A capacidade de análise e representação de objetos do mundo visível e o domínio, no campo dos
        estudos analíticos de desenho à vista, de proporção, escalas e distâncias, eixos e ângulos relativos,
        volumetria, configuração e pontos de inflexão de contorno, acompanhada do desenvolvimento de
        uma capacidade de síntese gráfica;



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   6. A adequação da formulação gráfica à função, à audiência e à tecnologia de divulgação;

   7. A eficácia técnica no uso dos recursos gráficos e construtivos;

   8. A utilização de novas tecnologias e sua aplicação às tarefas e processos do
desenho.

ATITUDES

Neste campo consideram-se as atitudes manifestadas no trabalho, incidindo a avaliação nos seguintes
parâmetros:

      interesse e empenho demonstrado na resolução das atividades propostas;

      espírito de cooperação e interajuda;

      respeito pelas normas de funcionamento da aula;

      pontualidade revelada;

      respeito demonstrado pelos outros.



O levantamento de dados para a avaliação far-se-á através de:

   1. Aquisição de conceitos 30%

   2. Concretização de Praticas           50%

   3. O desenvolvimento de valores e atitudes             20%

A avaliação dos 2º e 3º períodos terá em conta um peso de 30% do período anterior




GEOGRAFIA E GEOGRAFIA A E C

Disciplinas lecionadas pelo Grupo 420

PONDERAÇÃO

      A classificação a atribuir no final de cada período resultará da média aritmética simples do trabalho
       efetuado pelo aluno até esse momento, tendo em conta os parâmetros de ponderação acima
       referidos.

      O peso atribuído a cada um dos instrumentos de avaliação será definido e comunicado ao aluno
       antes da realização do trabalho.

      A classificação a atribuir no 3º Período poderá ser acrescida ou reduzida de um valor em função da
       progressão ou da regressão do aluno.



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       Periodicamente, será feita a auto e heteroavaliação das atitudes e dos comportamentos dos
        alunos.



GEOGRAFIA A e C

       AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTOS
             - Testes de avaliação e/ou                                               80%
             - Trabalhos de grupo/projeto

       PARTICIPAÇÃO
                                                                                      10%
             Participação nas aulas (oral, fichas formativas)

       ATITUDES E VALORES
             - Interesse e empenho nas atividades; respeito pelas normas, pelos 10%
             colegas e professores; pontualidade; cooperação e interajuda



GEOGRAFIA

                                       Instrumentos de                Parâmetros de
       Objetos de avaliação
                                       avaliação                      ponderação

                                       Testes escritos
       O conhecimento e as
                                       Fichas de trabalho
       competências                                                   70%
                                       Trabalho de projeto
                                       Relatórios de atividades

       As atitudes e os                Grelhas de registos de
                                                                      30%
       comportamentos na aula          atitudes e comportamentos



As atitudes e o comportamento na sala de aula serão avaliados tendo

em conta os seguintes itens:

       Interesse/ participação

       Cumprimento de regras da sala de aula

       Assiduidade

       Pontualidade




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PSICOLOGIA A E PSICOLOGIA B

PSICOLOGIA A - 12º ANO

Aptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes                   60%
Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente -                         40%
Tarefas individuais e de grupo     Atitudes e valores
          20%                          20%
                                                                    100%
Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma,
(1º Período + 2º Período + 3º Período) / 3
PSICOLOGIA B

Aptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes                   70%
Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente -                         30%
Tarefas individuais e de grupo     Atitudes e valores
          20%                          10%
                                                                     100%
Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma,
1º Período + 2º Período + 3º Período
(1º Período + 2º Período + 3º Período) / 3




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 20. REGRAS METODOLÓGICAS PARA A ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS ESCOLARES



Parece-nos importante que os alunos de uma escola, quando elaboram um trabalho escrito, se pautem por
regras comuns, independentemente da disciplina e do professor. Nesse sentido, a Biblioteca Escolar,
assumindo a sua responsabilidade na promoção da literacia, apresentou a proposta seguinte que colheu o
parecer favorável do Conselho Pedagógico de 14 de outubro de2009.
Trabalho de Pesquisa
Estrutura
       Capa ou Folha de Rosto
        1. Nome da escola
        2. Nome da disciplina
        3. Nome do professor
        4. Título do trabalho
        5. Nome e número do aluno
        6. Ano e turma
        7. Ano letivo
       Página de Cortesia ou Folha de Guarda
       Índice (pode ser no fim)

       Corpo do trabalho
1. Introdução
2. Desenvolvimento
3. Conclusão
       Anexos

       Bibliografia e Webografia
Referência Bibliográfica
Quando a fonte é uma monografia
A. Um autor:
APELIDO, primeiros nomes – Título da obra, Local, Editora, Ano da publicação.
Batista, António Alçada – Catarina ou o Sabor da Maçã, Lisboa, Editorial Presença, 1999.
B. Dois autores:
PINTO Teresa; HENRIQUES, Fernanda – Igualdade de Oportunidade, Lisboa: Comissão para aIgualdade e
para os Direitos das Mulheres, 1999.
C. Mais de três autores:
PEREIRA, João e outros – Linguística, Lisboa, Bertrand, 1998.


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Quando a fonte é um artigo ou um capítulo de um livro de outro autor
APELIDO, primeiros nomes – “ Título do artigo ou do capítulo”. In APELIDO, primeiros nomes - Título do
livro, Local, Editor, Ano da publicação. Localização no livro.
FARR, Robert – “ Representações sociais: a teoria e a sua história”.In GUARESCHI, Pedrinho;
JOVCHELOVITCH, Sandra - Textos em Representações Sociais. Petrópolis, Editora Vozes, 2000. p. 31 a 59.
Elementos desconhecidos
Editor desconhecido: (s.n.) – expressão latina sine nomine, abreviada e entre parênteses.
Local de publicação desconhecido: (s.l.) – abreviatura de “sem local”.
Data da publicação desconhecida: (s.d.) – abreviatura de “sem data”.
Quando a fonte é um artigo retirado de uma publicação periódica (revista ou jornal)
APELIDO, primeiros nomes – “ Título do artigo ”. Título da publicação, Local, Editor, Volume, número (Ano
da publicação), páginas.
GEADA, Eduardo – “A páginas tantas”: espaço aberto da filosofia e do saber: a modernidade e a biblioteca.
A Capital. (19 Nov.1987) p.9
Quando a fonte é um CD-ROM:
Título, Local da publicação, Editor, Ano da publicação.
Auto da Índia: Teatro interativo. (CD-ROM) Lisboa: Universidade Nova de Lisboa,(s.d.)
Quando a fonte é um endereço eletrónico:
APELIDO, primeiros nomes – Título (Data da consulta). Disponibilidade de acesso ao artigo
PEREIRA, Dulce – Crioulos de Base Portuguesa (28 de agosto de 1998). Disponível em WWW:
http.www.institutocamoes.pt/cvc/hlp/geografia/crioulosdebasepot.html
Quando a fonte é um endereço eletrónico e não se conseguem reunir as informações anteriores:
Entidade responsável pela página. Disponibilidade e acesso ao artigo (Data da Consulta)
Instituto da Droga e da Toxicodependência. Disponível na WWW<htpp//drogas.pt>.[Consult. 14 Out.2007].
Quando a fonte é um filme ou um documentário em vídeo:
TÍTULO. Local de publicação: Editor/Distribuidor, Ano. Designação específica e extensão.
O Saber da Água. Lisboa: EPAL, 2000. 1 cassete vídeo (VHS) Rei Artur. Lisboa: Lusomundo, 2004. 1 disco
vídeo
Quando a fonte é um disco compacto (CD):
AUTOR(ES). Título.     Local   de   publicação:    Editor/Distribuidor,   Ano.   Designação   específica   de
material/extensão
CALCANHOTO, Adriana Adriana Partimpim. São Paulo: BMG Brasil, 2004. 1disco (CD).
Quando a fonte é um quadro que se observa numa exposição:
APELIDO, primeiros nomes. Título do quadro. Data. Designação específica e dimensão. Coleção a que
pertence.




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SAMÚ, Raphael. Vitória, 18,35 horas, 1977. 1 original de arte: Óleo sobre tela; 40X50 cm. Coleção
particular.
Algumas regras úteis
Cabeçalhos
                •   Identificação do estabelecimento de ensino
                •   Tipo de trabalho (Disciplina)
                •   Subtítulo do trabalho (Conteúdo)
                •   Nome, nº e turma do aluno que realiza o trabalho// Data
Títulos das Obras e Estrangeirismos (empréstimos externos)
                •   Em trabalhos manuscrito – sublinhados
                •   Em trabalhos em letra de imprensa (computador) – em itálico
Títulos de Poemas, Citações e Transcrições
                •   Entre aspas
Arranjo e Composição Gráfica (processamento informático do texto)
       Formatar / Assinalar títulos e parágrafos
       Margens da página
A largura e a altura das margens devem ser estabelecidas, de modo a permitir a encadernação. Em
princípio, será suficiente deixar dois centímetros e meio nas margens superior, inferior e direita e poder-se-
á ir até aos três centímetros ou três centímetros e meio na margem esquerda. O texto deve ser alinhado
(“justificado”).
       Espaços em branco e linhas em branco
Não se deixa espaço antes de qualquer sinal de pontuação, mas deixa-se sempre um espaço em branco
depois. As linhas do texto deverão ser dispostas com a distância correspondente a um espaço e meio.
       Tipos de letra
Evitar recorrer ao grafismo exagerado, a fim de atribuir maior destaque a uma ideia. Este realce deve ser
conseguido mais por palavras do que por tipos de letra ou efeitos especiais.
Os tipos de letra de tamanho 12 ou 14 correspondem aos tamanhos usados com mais frequência. Para a
generalidade do texto, poder-se-á utilizar um tipo de letra do género Times New Roman, Arial e Bookman,
entre outros clássicos. Deve empregar-se o itálico e o negrito com moderação. Como já vimos, o itálico
deve ser usado para registar os títulos das obras, palavras em língua estrangeira ou para indicar que a
palavra está a ser utilizada num contexto diferente do habitual.




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 21. CURRÍCULO INFORMAL / ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO DO CURRÍCULO




PROJETOS



Vem de longe a propensão desta escola para os projetos e atividades de enriquecimento curricular. Tendo
como pano de fundo o conceito de “Escola Cultural”, cunhado nas longínquas décadas de setenta e oitenta
do século XX, sempre houve o culto dos “Clubes” – nome que foi cedendo o seu lugar e importância ao de
“projeto”.
Por uma questão de arrumação conceptual, vamos manter esta dicotomia: sob o nome de “Clubes”
incluiremos aqueles que a si mesmos se dão esse nome – como é o caso do “Clube do Desporto Escolar” –
bem como aqueles que têm um cunho marcadamente pessoal, que são “projetos de autor”. Sob o nome de
“Projetos”, designaremos aqueles que têm um cunho transversal, que decorrem de políticas nacionais ou
de escola, dirigindo-se à globalidade dos alunos.
Não convirá, no entanto, fazer uma dicotomia absoluta entre estes dois tipos de atividades – tanto mais
que a Escola, muito recentemente, em sede do seu Plano Anual de Atividades definiu algumas atividades
que, designadas anteriormente por “Clubes”, se destinam à totalidade dos alunos, sendo apelidadas de
“Clubes” / “Projetos” de Escola.
A divisão que a seguir se desenvolve é, pois, uma entre outras possíveis.




21.1.1.         SENTIR + - Clube de Inteligência Emocional



Porquê investir na linguagem “Sentir +”


Uma vez houve um incêndio enorme numa floresta que fez com que todos os animais fugissem do fogo. Era
“impossível” combatê-lo. Enquanto fugiam repararam que um pequeno colibri entrava e saía do fogo. À
enésima vez o Leão achou aquilo demasiado estranho e perguntou-lhe: "Ó colibri, afinal o que andas tu a
fazer a entrar e a sair deste fogo enorme?" E ele disse:
"É que eu encontrei um rio aqui perto. Então encho o bico de água eatiro para o fogo!"
O Leão admirado, insistiu:
"Então, tu tão pequenino, achas mesmo que consegues apagar este fogo imenso? É impossível!"
"Eu sei que é impossível, mas eu faço a minha parte..."




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A falta de competências no domínio da Literacia Emocional (“anatomia emocional”), que se reflete na
incapacidade de reconhecer as diferentes emoções, identificar os estados e padrões emocionais, em si e
nos outros, e de dar respostas adequadas aos sentimentos de terceiros, está a assumir proporções
alarmantes. A verdadeira “alfabetização” deve acontecer a nível da linguagem do coração porque a maioria
dos problemas educativos podem ter a sua raiz a nível das relações interpessoais que contaminam a
proficiência.


O Clube “Sentir +” orienta-se em função de dois Pilares da Educação da UNESCO?
Aprender a Viver Juntos – Aprender a Viver com os outros!;
Aprender a Ser!.


Quem é o responsável pelo Clube “Sentir +”?
Professor de Educação Física, João Jorge.


Porque se alterou o nome para “Sentir +”?
Porque na verdade ninguém ensina ou educa para a felicidade, apenas podemos criar a oportunidade para
cada um desenvolver competências no âmbito da literacia Emocional. A Felicidade é um investimento
pessoal que depende da forma construtiva como se utilizam os instrumentos recursos e competências que
estão á disposição.


O que é o Clube “Sentir +”?
Pretende criar as condições para a exploração de um conjunto de interrogações, inseguranças, medos e
receios sobre a relação que cada um tem consigo próprio e com os outros.
É um espaço de desenvolvimento de competências de Literacia Emocional (Inteligência Emocional)
compreendida nas suas 3 capacidades:
–   Capacidade de escutar os outros e sentir empatia com as suas emoções;
–   Capacidade de compreender as suas emoções;
–   Capacidade de expressar as emoções de um modo produtivo


Qual o Objetivo do Clube?
Ajudar os alunos a compreender o vocabulário, a gramática, a linguagem e o potencial da comunicação das
emoções, seja através da interpretação das expressões faciais, da linguagem corporal das atitudes e
padrões de comportamentos. Como tal, durante os momentos de encontro, serão “dissecados” os aspetos
inerentes á “Anatomia Emocional”.
A “Anatomia Emocional” corresponde á compreensão dos nossos estados e padrões emocionais, saber
utilizar estes recursos para melhor comunicar com os outros.
Para sermos uma pessoa emocionalmente educada temos de saber lidar com as emoções de tal forma que
o nosso poder pessoal se desenvolva, bem como a qualidade de vida à nossa volta. A Literacia Emocional


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melhora as relações, aumenta as possibilidades de criação de relações afetivas entre as pessoas, torna
possível a cooperação no trabalho escolar e facilita o sentimento de comunidade.
Necessitamos de um ambiente que encoraje e incentive o discurso emocional, onde possamos partilhar
honestamente as nossas emoções com pessoas que partilhem honestamente as suas
A eficácia da aprendizagem não é uma questão apenas cognitiva; os estados, padrões emocionais e a
qualidade da experiência sentida durante a aprendizagem, o contexto emocional familiar, também
desempenham um papel importante Csikszentmihalyi, (1988).
Pelo facto de funcionarmos de modos tão diferentes, temos necessidade de informação para decidir como
nos devemos relacionar com os outros. Os nossos medos dificultam a comunicação e as relações sofrem.
Isto encoraja um verdadeiro leque diversificado de respostas que, por sua vez, torna a consciência social
muito importante.
        Será que sabemos ler e interpretar os sinais da linguagem facial e a mimética corporal própria da
“Anatomia Emocional”? Sobretudo, compreendemos nós a linguagem das sensações, perceções e intuições
internas próprias do nosso universo interior?
       Será que apesar de dominares os meios de comunicação oral e escrito te sentes compreendido(a) e
consegues exprimir aquilo que sentes?
      Será que apesar das competências linguísticas sentes que comunicas verdadeiramente? És
compreendido(a), reconhecido(a) e amado(a)? “WhereisTheLove”


Gostaria de ter como ponto de partida, alguns parágrafos importantes retirados do “Relatório para a
UNESCO da Comissão Internacional da Educação para o século XXI” na medida em que, para todos os
efeitos, é uma das grandes referências e diretivas mundiais para a educação. Este relatório fala dos “4
pilares da Educação” e a preocupação de “Educar para o desenvolvimento humano” é mais um tema do
relatório da UNESCO (1996). Mais à frente afirma que, “a educação deve, de facto, fazer com que cada um
tome o seu destino nas mãos e contribua para o progresso da sociedade em que vive, baseando no
desenvolvimento na participação responsável dos indivíduos e comunidades”.
Este projeto assume que a única forma de Promover a Saúde, promover a educação ambiental e promover
uma atitude de cidadania consciente passa fundamentalmente pela facilitação nos jovens de um contexto
enriquecido no qual possam aprender a integrar e exprimir a sua interioridade e resolver os seus conflitos
intrapsíquicos centrípetos e centrífugos. Este projeto promove a “ecologia da mente”, a “ecologia das
emoções”, “ecologia social” e “ecologia ambiental”. Pressupõe também que os conflitos externos são o
reflexo dos conflitos internos. Então, a resolução dos conflitos da Educação depende da reestruturação
psicoemocional que é, na ótica deste modelo, a forma mais viável para se alcançar o 3.º e 4.º pilares da
Educação segundo a UNESCO.


Competências a Desenvolver nos alunos:
a)   Sensibilização à compreensão e expressão das emoções;
b) Consciência das emoções para assistir o pensamento;

c)   Compreensão das emoções;
d) Resolução, observação, expressão e gestão de emoções.




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                    QUESTÕES                                  COMPONENTES
                   O que faz com que pense, sinta e aja
                                                             Autoconsciência: o reconhecimento das causas e
                    da forma que o faz?                       efeitos do nosso próprios sentimentos
                   Que partes da sua reação são             Honesto consigo próprio. A aceitação das nossa
                    habituais (realizadas sem o               próprias qualidades e limitações (falhas), as
                    pensamento consciente) e que              nossa próprias experiências e emoções e o nosso
                    partes são intencionais;                  próprio poder.
   CONHECE-TE




                                                             Independência: o reconhecimento dos nossos
                   De que tem medo.                          próprios direitos e responsabilidades como uma
                                                              pessoa livre.
                                                             Hesitar na gratificação: optar pelas ações
                   Como identifica aquilo que é melhor
                                                              “corretas” mesmo que saibamos que não
                    para si;
                                                              venhamos a ser imediatamente recompensados.
                                                             Priorizar: tornar prioritário na nossa mente uma
                   Consegue aumentar a consciência
                                                              “checklist” daquilo que é mais importante de
                    das suas ações de forma a sentir os
                                                              forma que possamos pesar as decisões e ações.
                    seus efeitos – “Imagética”
                                                              (Visualização criativa) (Imagética)
                                                             Gerir sentimentos: utilizar técnicas simples como
                                                              por exemplo uma pausa para reflexão para agir e
                                                              não reagir (escalada do conflito);
                   Se não tem medo o que faria?
                                                             Otimismo: Reconhecer o facto de que temos
                                                              escolhas, que podemos fazer a diferença, que
                                                              somos uma parte importante do todo vivo;
   ESCOLHE-TE




                                                         Responsabilidade: Fixar-se em padrões elevados
                  Consegue viver fazendo menos do
                                                          de objetivos e assim realizar aquilo que está
                   que é correto?
                                                          correto… mesmo que pareça inútil.
                                                         Interdependência: o reconhecimento do papel
                                                          do indivíduo numa comunidade local ou global. A
                1. Estarei eu a viver o legado de Deus;   consciência e a tomada de decisões que tenha
                                                          em consideração as consequência a curto e a
                                                          longo prazo das nossas ações;
                                                         Empatia: utilize a sua consciência para orientar
                2. Estarei eu a curar ou a magoar?
                                                          as suas escolhas;
                                                         Objetivos Nobres: comprometer-se para com
                  Estarei eu a viver a regra de ouro?
                                                          uma ação que sirva ideais e os outros, mas não
   ENTREGA-TE




                                                          magoe ninguém ou não sobreponha os
                  Morrerei eu sabendo que vivi bem a
                                                          interesses de um sobre o outro ou subjugue o
                   vida?
                                                          outro.


Metodologia:


A abordagem segue a estrutura do modelo SixSeconds sofrendo adaptações desenvolvidas pelo professor
João Jorge.   O modelo SixSeconds apresenta-se como uma ferramenta muito adequada para facilitar o
processo de desenvolvimento da IE no contexto educativo. Este modelo possui paralelismos com os


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“estados de espírito e a polaridade das emoções” que David Boadella (1997) menciona num artigo
intitulado “Inspiração e corporificação”. Contudo, adiciono ao modelo “SixSeconds” uma dimensão extra
para além das 3 propostas inicialmente pelos seus criadores


                   Conhece-te a ti
                                            Escolhe-te a ti         Entrega-te
                   mesmo
                   Desenvolver a            Aplicar o               Aumentar a empatia;
                   Literacia Emocional;     pensamento
                                                                    Perseguir objetivos
                                            consequencial;
                   Reconhecer padrões;                              nobres;
                                            Navegar nas
                                            emoções;
                                            Desenvolver a
                                            motivação intrínseca;
                                            Exercer o otimismo.
Modelo “SixSeconds


O modelo de “Inteligência Emocional” a aplicar no âmbito Educativo, conjuga várias abordagens com o
intuito de enriquecer o processo transformativo. Todo o modelo educativo está vocacionado para a
contenção da emoção, para o correccionismo (emoções incoerentes), para a ausência de liberdade e de
libertação, para a sobrevalorização da mente, do ego narcisista e consequentemente para o conflito e a
neurose.


─────────────────────────────────────────────────────────────
Modelo 6 Seconds        Estados de espírito e polaridades da emoção, as 4 Qualidades básicas do Coração.
─────────────────────────────────────────────────────────────
              Conhece-te a ti mesmo; Via Positiva: Celebração da Alegria

              Escolhe-te a ti mesmo      Via Criativa: Nascimento, crescimento, amor e criatividade

              Dá-te    Via da Partilha: Desapego, rendição, aceitação, coração
              Transcende-te   Via Transformativa: Preocupação consciencial e via compassiva para
               transformar o mundo interior


Estilos de aprendizagem a privilegiar:
Estilo de         Tipo de intervenção na sala e caracterização da
                                                                      Atividade de aprendizagem.
aprendizagem      intervenção
                  Abordagem reflexiva:                                Atividade de brainstorming;
                  Propor atividades ou experiências próximas de       Situações nas quais os alunos são
Divergente        uma situação concreta e só posteriormente a         convidados a observar, discutir ou
                  reflexão sobre a situação, levando o aluno a        refletir sobre um problema;



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                 questionar-se sobre os conceitos, as regras e os     Troca de ideias em situações
                 princípios relevantes para explicar essa situação.   estruturadas e não estruturadas;
                                                                      Trabalho em grupo e individual;
                                                                      Trabalho de natureza emocional;
                                                                      Situações que permitam fazer uma
                                                                      relação entre a teoria e a prática;
                 Autoaprendizagem:                                    Reflexões sobre a lógica das coisas
                 Criar condições para o estudo por parte do           (relatividade);
Assimilador      aluno até este ser capaz de resolver uma             Situações nas quais os alunos tenham
                 determinada situação ou exercício baseado no         um aposição crítica e sejam capazes
                 conhecimento que ele próprio descobriu;              de a discutir em grupo;
                                                                      Trabalho estruturado com uma
                                                                      finalidade precisa;
                                                                      Resolução de problemas numa
                 Instrucional:
                                                                      situação concreta;
                 Formular clara e concisamente os conceitos, as
Convergente:                                                          Análise de situações nas quais é
                 regras e os princípios que deverão ser usados na
                                                                      evidente a regra utilizada;
                 interpretação de uma situação;
                                                                      Aprendizagem de natureza
                 Abrir o espaço à liberdade individual para que
Auto-                                                                 holoprática (Holopráxis)
                 possa, sem juízos de valor ou considerações,
Convergente:                                                          Definição negociada de tarefas;
                 exprimir a sua interioridade e individualidade na
                                                                      Trabalho prático em grupo e
                 interpretação de uma situação.
                                                                      individual;
                                                                      Criar situações novas ou novas
                                                                      situações de reflexão;
                 Prático:                                             Simulações, dramatizações (Role
                 Proporcionar aos alunos um conjunto de               Playing);
                 exercícios para a experiência sem serem              Tarefas e atividades a realizar num
Acomodador
                 questionados e chamados a refletir rapidamente       tempo determinado;
                 sobre as experiências para só tirarem                Resolução de problemas com
                 conclusões no final de uma longa manipulação.        múltiplas soluções;
                                                                      Trabalho em grupo;
                                                                      Trabalho de natureza prática;


Quem Pode Participar?
Todos os alunos que assim o desejem.


A que Horas Funciona?
A hora de encontro semanal será determinada em função do horário do professor e da disponibilidade dos
alunos, procurando sempre encontrar o horário que permita ao maior número de alunos participar..


Como Funciona o Clube?
O Clube “Sentir+” dirige-se principalmente aos estudantes da Escola Secundária D. Inês de Castro e tem
como objetivo promover as competências de Inteligência emocional. Através da conversa descontraída, de



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jogos de interação, da exploração dos assuntos que mais nos preocupam, relativos á sua relação com os
pais, amigos, Professores, e sobretudo consigo próprios. Todos sentem inseguranças, receios e medos. A
consciência emocional significa saber aquilo que sentimos, saber aquilo que os outros sentem, descobrir a
causa desses sentimentos e conhecer o efeito provável dos nossos sentimentos nos outros. As emoções
evoluem e são moldadas pelas experiências que nos rodeiam ao longo de toda a nossa vida. A maior parte
de nós tem muito pouca consciência da força das nossas emoções ou daquilo que as faz disparar. O
desenvolvimento da consciência emocional é o tema central deste clube. A nossa consciência emocional
pode ser maior ou menor. Nós podemos passar por experiências que despoletam memórias subconscientes
cujas emoções nós compreendemos e entendemos no entanto, não temos consciência de outros estados e
padrões emocionais que acabam por se manifestar como desequilíbrios


Benefícios e ganhos decorrentes da aplicação das ferramentas da literacia emocional?
              Aumenta a cooperação;

              Melhora as relações na classe;
              A aumentar a concentração e atenção dos alunos;
              Melhorar a relação entre professor e aluno;
              Melhoria da aprendizagem dos alunos;
              Aumentar o trabalho colaborativo;

              Aumentar as afirmações verbais positivas;

              Diminuição das mensagens verbais negativas entre os estudantes;


Dedicado a melhorar a capacidade dos Jovens para conquistarem o sucesso na vida pelo desenvolvimento
de: caráter, força, felicidade, confiança, liderança e empatia.




21.1.2. DESPORTO ESCOLAR



O Programa do Desporto Escolar reforça os mecanismos que contribuem para a aplicação do princípio da
autonomia das Escolas que tem vindo a nortear a ação do Ministério da Educação, em todos os diversos
domínios da política educativa. Assim, o Projeto de Desporto Escolar deve integrar-se, de forma articulada
e continuada, no conjunto de valores consagrados no Projeto Educativo e nos objetivos do Plano de
Atividades da Escola, fazendo parte do seu Projeto Curricular.
Assim se dá cumprimento à Lei de Bases do Sistema Educativo (art.51º), complementando atividades
curriculares dos diferentes níveis de ensino devem por ações orientadas para a formação integral e a
realização pessoal dos educandos, no sentido da utilização criativa e formativa dos seus tempos livres.


O Desporto Escolar da qual a ESDICA faz parte integrante é um Projeto nacional de desenvolvimento
desportivo que tem como objetivo dinamizar nas escolas as várias modalidades desportivas permitindo aos
alunos inscritos nos grupos equipa participar nos quadros competitivos das várias fases. Todas as atividades


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do Desporto escolar obedecem ao regulamento Geral de Provas, o qual se aplica a todas as competições
realizadas no âmbito do Desporto Escolar. Tem ainda por objetivo balizar a prática desportiva no âmbito do
Sistema Educativo, procurando homogeneidade e coerência no quadro competitivo, tanto na fase Local
como na Regional e na Nacional, seguindo naturalmente o Regulamento Específico, o Programa do
Desporto Escolar e as regras oficiais.
O Desporto Escolar é o conjunto das práticas lúdico-desportivas desenvolvidas como complemento
curricular e ocupação dos tempos livres dos alunos, num regime de participação voluntário, integrados no
plano de atividades da escola.
O desporto escolar visa especificamente a promoção da saúde, da condição física e mental, a aquisição de
hábitos e condutas motoras e sociais, bem como o entendimento do desporto como fator de cultura,
estimulando sentimentos de solidariedade, cooperação, autonomia e criatividade, devendo ser fomentada
a sua gestão pelos estudantes praticantes, salvaguardando-se a orientação por profissionais qualificados.


As modalidades implementadas na ESDICA dependem da formação do professor responsável o qual
dinamiza e promove junto da população escolar a modalidade. As modalidades implementadas são o
badminton, as multiatividades, o voleibol e o Xadrez. A prática da modalidade facilita aos jovens inscritos, o
aprofundamento do conhecimento sobre a prática do ensino-aprendizagem destas modalidades, promove
a cooperação interescolas e o convívio entre os alunos/atletas, apoiando a implementação e organização
de um circuito de provas/torneios ou concentrações nestas modalidades do desporto escolar.


Oferta da Escola :
 ● Badminton - grupo equipa, no escalão de juvenis e juniores, masculinos e femininos
 ● Voleibol – um grupo equipa de juniores femininos;
       Multiatividades de ar livre
As “Multiactividades de Aventura” são uma modalidade desportiva que se caracteriza pela prática de
atividades de aventura e exploração da natureza, tendo como base um percurso de orientação.
As equipas de Exploradores foram contactadas para levar a cabo uma missão secreta, importante para o
seu país. Do sucesso desta missão depende a resolução do problema financeiro em mão. A equipa de
Exploradores deverá encontrar um tesouro que lhes permitirá libertar a nação da dependência energética
do país. Que tesouro é esse que deve encontrar e transportar até ao final do percurso?
    –   Promover a prática desportiva em ambiente natural de forma equilibrada e desenvolver no grupo o
        gosto e respeito pela natureza.
    –   Promover a prática de desportos de aventura privilegiando a segurança.
    –   Desenvolver a autoconfiança e o trabalho em equipa.
    –   Promover a prática de diversos desportos de aventura e ar-livre inseridos numa única modalidade.




21.1.3.    DESPORTO MENTAL




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Já começa a ser tradição o xadrez na nossa Escola, como atividade com caráter organizado e continuado,
desde 2005. Até essa data, não sendo grande, não foi, contudo, inexistente. Aqui e ali, de facto, praticou-se
o jogo, a espaços e sem sustentáculo teórico, exceção feita para um ano em que um grupo de alunos
recebeu aulas com alguma frequência e sistematicidade, e para outro, mais recente, em que se realizou
uma simultânea com a participação de algumas dezenas de alunos do concelho, na semana da “Escola
Aberta”.
Desde o ano letivo 2010 - 2011 que o Xadrez integra as atividades do Desporto Escolar.
Do Bridge, que se saiba, jamais existiu qualquer atividade, antes do surgimento do Clube de Desporto
Mental, em 2005.
Que vantagens se encontram nestas modalidades?
 Além do caráter lúdico, é de sublinhar todo um conjunto de competências e comportamentos que
qualquer jogo requer e desenvolve, sejam do nível cognitivo, do nível sócio - comportamental e do nível
estético, para além de outros. De facto, o Xadrez e o Bridge, atividades principais do clube, pelas suas
componentes de individualidade, o primeiro, e de sociabilidade, o segundo, embora diferenciando-se,
complementam-se.
 Sendo, pois, quer o Xadrez quer o Bridge jogos de inegável valia intelectual, são-no, também, de valia
social. E a consideração intelectual e social que ambos merecem, para além de constituírem uma mais-
valia, pela vida fora, para os nossos alunos, constituem um valor acrescentado, para a nossa Escola,
porquanto fazem parte daquelas atividades de referência que poderão, juntamente com outras, de algum
modo contribuir para que sejamos uma escola pública de qualidade e assim esbater diferenças que nos
permitam afirmarmo-nos na, por vezes, desigual luta entre o público e o privado. Ambicioso projeto, mas
projeto: a obra realizada não é, afinal, um projeto que se realizou?
Assim, considera-se que o princípio mens sana in corpore sano é um ideal a atingir numa escola em que, de
acordo com o Projeto Educativo, cidadania tem um conceito muito abrangente.
1. Objetivos
    1.1. Objetivos do domínio cognitivo – científico
        1.1.1. Desenvolver a capacidade de concentração e de raciocínio indutivo e dedutivo.
        1.1.2. Fomentar a capacidade de tomar decisões num espaço de tempo limitado.
        1.1.3. Estimular a capacidade de analisar dados objetivos e subjetivos (psicológicos).
        1.1.4. Interligar o uso funcional concreto com o conhecimento reflexivo abstrato.
        1.1.5. Compreender a relatividade dos valores em função dos contextos específicos.
        1.1.6. Assegurar o desenvolvimento do raciocínio e da reflexão através do domínio progressivo
              das potencialidades dos jogos.
    1.2. Objetivos do domínio comportamental – social
        1.2.1. Contribuir para a formação integral do aluno, promovendo valores de autonomia,
              responsabilidade e espírito crítico.
        1.2.2. Desenvolver práticas de relacionamento interpessoal favoráveis ao exercício da crítica e da
              autocrítica, da aceitação e da recusa.
        1.2.3. Melhorar a capacidade de autodisciplina e de controlo da agressividade.



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       1.2.4. Promover a educação para a cidadania, através da aceitação e interiorização da
             necessidade do cumprimento de regras.
       1.2.5. Incentivar o convívio entre jovens dos mesmos escalões etários a nível escolar concelhio,
             regional e nacional.
   1.3. Objetivos do domínio estético – lúdico
       1.3.1. Apreciar o jogo como um objeto estético.
       1.3.2. Sentir o prazer da invenção e da descoberta, da competição saudável e do merecimento.
       1.3.3. Combater o stress, ocupando os tempos livres de uma forma lúdica.
       1.3.4.   Proporcionar a vivência de momentos potenciadores da autoestima.


2. Metodologia / Atividades
   2.1. Divulgar a existência do Clube e dos seus objetivos, através de folhas informativas, de cartazes e
        do site da Escola;
   2.2. Motivar para a aprendizagem do Bridge;
   2.3. Participar na receção ao 10º ano, para que estes novos alunos sejam informados e alertados para
        o interesse das atividades propostas;
   2.4. Disponibilizar uma ficha de (re) inscrição;
   2.5. Reunir com os alunos que transitem do ano letivo anterior
   2.6. Criar, com a colaboração de alunos, um forum a incluir no site da escola;
   2.7. Contactar a Federação Portuguesa de Bridge e a Federação Portuguesa de Xadrez;
   2.8. Participar em atividades no exterior em que a Escola esteja representada, quando solicitado pelos
        órgãos próprios da Escola;
   2.9. Jogar regularmente pelo menos uma vez por semana/realizar campeonato interno;
   2.10.        Dedicar algum tempo ao estudo teórico do xadrez;
   2.11.        Participar nos Torneios da CEOSTE e em outros de eventual interesse para os alunos;
   2.12.       Organizar o Torneio de Xadrez da Escola, com a participação de outras escolas da Região
        Oeste, no âmbito do circuito do Desporto Escolar.




21.1.4. OFICINA DE EXPRESSÕES

Enquadramento Pedagógico
O projeto “Oficina de Expressões” afirmou-se e firmou-se na continuidade de uma tradição teatral, a qual,
não sendo nem longa nem sistemática, moldou o rosto da Escola Secundária D. Inês de Castro, para quem a
formação integral do aluno - na sua dimensão cultural, estética, cívica e humana – foi sempre uma
prioridade.




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De facto, ao fazer apelo a várias competências, aposta numa formação teatral complementar, não marcada
por uma qualquer obrigatoriedade, a não ser a dos compromissos afetivos, procurando, a par do gosto pela
criação dramática, favorecer o autodomínio e contribuir para a socialização dos alunos.
   •   Assim, e com o objetivo sério de educar ludicamente, a Oficina de Expressões visa contribuir para a
       formação de cidadãos mais cultos, mais informados, mais responsáveis e, consequentemente, mais
       interventivos. Representar, declamar construir cenários, imaginar enredos, construir-se e construir
       uma escola diferente tem sido o nosso propósito.
   •   Cremos, tal como Gonçalo M. Tavares, que “ O teatro é, deve ser: 1 bilhete para mudar a vida”,
       queremos que todos os alunos que se inscrevam nesta Oficina enriqueçam a sua vida porque, se a
       liberdade e a criatividade não se ensinam, podem certamente aprender-se.
   •   O facto de a biblioteca ter assumido a responsabilidade de implementar o Projeto aLeR+ com a
       ESDICA implicou que esta “oficina” se tornasse a principal executora da faceta visível, em termos da
       comunidade, deste projeto.
Enquadramento no Projeto Educativo
    Promover o desenvolvimento pessoal, através da prática artística.
    Fomentar um espírito de tolerância e de solidariedade.
    Incentivar a criatividade e a capacidade de despersonalização como modo de objetivar o juízo
     sobre o outro.
    Desenvolver o sentido de responsabilidade pessoal e coletivo.
    Contribuir para o sucesso educativo.
Objetivos Gerais
        Desenvolver uma relação aberta e franca entre professor e alunos, baseada no respeito mútuo,
         na confiança, na responsabilização individual e de grupo e no cumprimento das normas de
         funcionamento previamente definidas e aceites pela maioria.
        Conciliar liberdade com responsabilidade.
        Criar uma dinâmica de grupo a partir do conhecimento individual.
        Tomar consciência do corpo, da voz, das capacidades e das limitações.
        Contribuir para a divulgação dos projetos da escola no exterior.
        Valorizar o livro e a leitura
        Incentivar a criatividade e a expressão espontânea.
        Evidenciar aprendizagens significativas do conhecimento de si, do outro e do mundo.
        Desenvolver estratégias de comunicação, relações interpessoais, trabalho de equipa, resolução
         de problemas e tomadas de decisão.
        Desenvolver a consciência e o sentido estético.
        Utilizar e desenvolver as diferentes linguagens (verbal, gráfica, plástica e corporal) como meio
         de produção, expressão e comunicação.
        Compreender os significados expressivos corporais, textuais, visuais e sonoros da criação
         teatral.


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        Valorizar a utilização de diferentes fontes de comunicação e recursos tecnológicos para adquirir
         e construir conhecimento.
        Questionar a realidade formulando problemas e tentando resolvê-los, utilizando para isso o
         pensamento lógico, a criatividade, a intuição e a capacidade de análise crítica.
        Interpretar e usufruir de produções artísticas, em contextos diversos, contactando com
         diferentes intenções e situações de comunicação.
        Premiar o mérito.
        Preparar a candidatura ao ensino superior.
Objetivos Estratégicos
                Contribuir para a integração dos alunos na escola.
                Promover a imagem da escola e da biblioteca.
                Melhorar a relação entre textos e leitores.
                Contribuir para a inovação e a qualidade da escola pública.
                Integrar a Biblioteca nos Projetos da Escola.
                Concretizar o Projeto aLeR+ com a ESDICA.
Calendarização - Ao longo do ano letivo, em horário a combinar, podendo implicar a existência de horários
diferentes, em função da disponibilidade dos alunos.
Estratégias
    Realizar jogos e exercícios que criem um espaço para análise e discussão dos acontecimentos e dos
     sentimentos ocorridos.
    Fomentar atividades que criem o sentimento de pertença a um grande grupo: a escola.
    Através de ações concretas, demonstrar a necessidade de um trabalho sistemático.
    Utilizar imagens, objetos, textos e personagens, na improvisação de dramatizações, mímicas,
     declamações.
    Utilizar textos literários, líricos, narrativos e dramáticos, como material para representações.
    Dramatizar profilacticamente situações do quotidiano escolar.
    Contactar com alunos de teatro e com atores.
    Envolver os alunos na preparação e organização das atividades.
    Potenciar as competências naturais dos alunos para representar, declamar, dançar, tocar preparar
     cenários ou recorrer às TIC…
Atividades
        Construção de um grupo; construção de uma oficina; construção de projetos.
        Exercícios de dicção, de voz, de movimentação em palco, de verticalidade, de tensão
         interioridade / exterioridade, de leitura expressiva.
        Produção, análise e seleção de textos.
        Conceção, análise e seleção de projetos.


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        Animação de momentos de leitura, na escola e no exterior, no âmbito do Projeto aLeR+.
        Animação da Semana da Leitura.
        Dinamização do Sarau Leituras Livres.
        Preparação de alunos para provas específicas de Teatro.
        Parcerias
Permanentes
        Equipa aLeR+.
        Equipa da Biblioteca.
        Equipa PTE
        Professores de Português.
        Armazém das Artes.
        Café Tertúlia.
        Jornal Região de Cister
        Junta de Freguesia de Cós.
        Universidade Sénior
Ocasionais
        Antigos alunos da escola, a frequentar Cursos de Teatro
        Antigos alunos do grupo de Leitores da Biblioteca.
        Professoras Maria do Céu Batista e Sandra Ventura (Canto)
        Academia de Música
        Academia de Dança
        Turmas de AV e de Música
        Outros projetos existentes na Escola, mediante apresentação de propostas.
        Rádio Cister
Destinatários
Todos os alunos, mediante inscrição, organizados em grupos com interesses/ disponibilidades diferentes.
Recursos
        Material audiovisual
        Materiais para cenários
        Fundo documental da BE e da Biblioteca Municipal
        Papel, impressões e fotocópias
        Material informático
        Ineses a Ler
        Auditório /Ginásio /Sala Polivalente da BE / Espaços cedidos pelos parceiros permanentes.


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Avaliação
Relatórios enviados, no fim de cada período, aos Diretores de Turma sobre os alunos inscritos e dos que
participam ocasionalmente.
Relatórios intermédios a apresentar ao Diretor.
Relatório a enviar ao PNL
Relatório de avaliação RBE
Dados Estatísticos
Dinamizadores:
Professora Bibliotecária, Coordenadora do PNL /Alunos do grupo de leitores da Biblioteca
Professor responsável - Professor João Fatal




21.1.5.      PAIS NA ESCOLA DO SÉCULO XXI

É um espaço onde pais e educadores podem partilhar medos, angústias, trocar ideias e saberes, encontrar
apoio na resolução de problemas e ganhar mais autoconfiança enfim. PAIS NA ESCOLA DO SÉCULO XXI é
um projeto que se propõe a ajudar os pais na árdua, mas valiosa tarefa que é EDUCAR.
COMO SURGIU?
Da necessidade de pais e filhos encontrarem uma relação equilibrada que lhes proporcione bem-estar e
harmonia, fundamentais para o bom funcionamento familiar, e que lhes proporcione maior disponibilidade
para as aprendizagens escolares.
Objetivos:
- Proporcionar informação sobre o desenvolvimento da criança e do adolescente nas suas diferentes
vertentes;
- Proporcionar contextos de formação, reflexão e aprendizagem sobre os problemas das famílias nas
sociedades contemporâneas;
- Contribuir para o desenvolvimento das competências parentais associadas ao desenvolvimento
harmonioso dos jovens, fazendo face a situações geradoras de stress familiar;
- Criar contextos informais, promovendo a reflexão em torno das práticas educativas familiares, com vista à
resolução de problemas;
- Promover a autoconfiança das famílias com vista à melhoria da sua capacidade relacional com os
respetivos educandos;
- Contribuir para o aprofundamento da colaboração entre a Escola e as Famílias, designadamente através
de ações orientadas para:
         Comunicação escola/família;

         Debate sobre questões educativas;
         Desenvolvimento das competências educativas das famílias, pais e encarregados de educação;
         Maior participação na vida escolar dos seus educandos.


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21.1.6. PROJETO DE MEDIAÇÃO ESCOLAR

“Mediação Escolar Entre Pares”
O projeto tem como objetivo fundamental implementar um modelo de mediação interpares, cujos
destinatários finais são os alunos. No entanto, mais do que promover aprendizagem de ferramentas que
permitam a resolução pacífica e cooperativa dos conflitos, pretendemos que os alunos desenvolvam
habilidades que lhes permitam, no futuro, enfrentar de forma positiva e eficaz as situações e desafios da
vida quotidiana. Importa promover uma cultura da responsabilização, uma vez que aprender a gerir e a
resolver conflitos implica desenvolver a capacidade de tomar decisões, de comunicar de forma positiva e
eficaz, de gerar empatia, de estabelecer e manter relações interpessoais, de utilizar as emoções de forma
adequada, de utilizar o pensamento crítico e criativo na resolução de problemas
Objetivos DO PROJETO
   1. Diagnosticar os tipos de conflitos que surgem na escola, assim como os setores onde têm maior
      expressão;
   2. Sensibilizar a Comunidade Escolar para a importância da Mediação de Conflitos em Meio Escolar;
   3. Integrar este projeto nos objetivos do já existente “Pais na Escola do Século XXI”, no sentido de
      dotar os pais de capacidades específicas para o desenvolvimento de competências educativas,
      melhoria da comunicação com os seus filhos, problematização do papel da escola e da sua relação
      com a família, integrando a mediação de conflitos;
   4. Formar alunos mediadores.




21.1.7. LITERACIA FINANCEIRA

Enquadramento e justificação do projeto


A atual crise global, que teve início na crise financeira provocada pelo endividamento, mostrou a
necessidade de níveis mais elevados de literacia financeira que permitam gerir melhor as finanças pessoais
na perspetiva do crédito e da poupança.
A oferta de produtos de poupança e de crédito nos mercados financeiros é cada vez mais diversificada e
complexa, com alternativas cada vez mais difíceis de avaliar levando a que os consumidores nem sempre
estejam totalmente conscientes dos riscos das suas escolhas.
Bons níveis de literacia financeira permitem tomar decisões financeiras informadas, desde a gestão do
orçamento familiar até ao planeamento de despesas e escolha de serviços e produtos financeiros
adequados, passando pela aplicação das poupanças e o recurso ao crédito.
A educação financeira ao ajudar o consumidor a selecionar os produtos e serviços apropriados e a investir
adequadamente não traz apenas vantagens para o indivíduo mas também para a economia e a sociedade
em geral.
A Educação Financeira possibilita-nos algum bem-estar no presente e ganhar liberdade para agir no futuro.


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Assim, propomo-nos desenvolver o projeto literacia financeira com vista a desenvolver nos alunos algumas
competências básicas sobre educação financeira por forma a torná-los cidadãos ativos e conscientes e, ao
mesmo tempo, agentes de mudança no seio familiar e na comunidade escolar.
Objetivos
Objetivo geral:
Ensinar a lidar com o dinheiro de modo a prevenir o sobreendividamento, promovendo o bem-estar e a
qualidade de vida financeira e estimulando a poupança.
Objetivos de aprendizagem
     Reconhecer a importância da literacia financeira
     Prevenir o endividamento
     Fomentar hábitos de poupança
     Elaborar um orçamento
     Organizar um glossário de termos financeiros
Conteúdos
     A importância do dinheiro e da poupança
     O orçamento
     Meios de pagamento
Metodologias
A metodologia a adotar no desenvolvimento do projeto centrar-se-á em três vertentes:
        -     Compreensão e conhecimentos financeiros: o saber - disponibilização / fornecimento de
              conhecimentos sobre aspetos relacionados com os conteúdos a abordar de modo a que os
              alunos compreendam os conceitos básicos relacionados com o dinheiro e a sua aplicação.
        -     Competência financeira: desenvolver o saber-fazer /saber–usar necessário a uma gestão
              eficiente do dinheiro (gastar, poupar, investir).
        -     Responsabilidade social/educação para a cidadania: avaliar e ponderar o impacto que o
              dinheiro e as decisões financeiras têm sobre os outros.
Recursos previstos
Humanos
     Prof. Ana Mimoso
     Prof. Raquel Santos
Materiais
     Uma sala equipada com um computador e ligação à internet
Financeiros

    Є Os necessários para imprimir e fotocopiar alguns documentos de apoio e efetuar alguns contactos
      telefónicos (não deverão exceder €50)
Forma de Implementação
Duas áreas de atuação:


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     Junto dos públicos-alvo
            o   População escolar ESDICA
            o   Escolas do concelho de Alcobaça
     Preparação de materiais
Atividades a desenvolver
     Ação de sensibilização para criação de um núcleo dinamizador constituído por alunos dos11º e
      12ºanos de economia.
     Criação de um blogue e/ou site.
     Articulação de conteúdos e realização de atividades em colaboração com os professores de
      Formação Cívica, MACS e Matemática A.
     Dinamização de dias comemorativos.
     Realização de fóruns e conferências para os diversos públicos (alunos, professores, encarregados
      de educação e funcionários).
Parcerias
ASFAC




21.1.8. CANTO D’INÊS, O JORNAL DA ESCOLA

É já longa a história do Jornal da Escola. Independentemente de grupos responsáveis, de mais ou menos
cor, de conteúdos, de designações e de formatos, desde sempre, o Diretor do Jornal foi o Presidente do
Conselho Executivo / Diretor da Escola, desde sempre a sua elaboração foi responsabilidade da Equipa da
Biblioteca. Assim se julga que deve continuar a ser.
Depois de alguma oscilação de nomes, Canto D ’Inês foi o título que este PCE consagrou, bem como uma
estrutura interna que, sem ser limitadora de propostas criativas, deve obedecer aos seguintes itens: Página
do Diretor; Página da Biblioteca; Página de antigos alunos, professores ou funcionários; Entrevistas, Letras
da Casa; Página da Ciência; Página das Humanidades; Notícias breves; Divulgação de autores portugueses e
dos diferentes Clubes e Projetos da Escola.
O facto de a responsabilidade de assegurar a saída do jornal, uma vez por período, ser da Equipa da
Biblioteca não significa que a sua composição e redação não possa ser atribuída a alunos, desde que tais
projetos se afigurem em sintonia com as linhas orientadoras e os padrões de qualidade definidos pelo
Diretor e pelo Professor Bibliotecário.




21.1.9. a LeR+ com a ESDICA

O Projeto aLeR+ com a ESDICA, resultante de uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura e da Rede de
Bibliotecas Escolares, pretende incentivar a escola a desenvolver um ambiente integral de leitura,
apostando num trabalho que envolva toda a comunidade escolar, as famílias, a biblioteca municipal e
outras estruturas culturais da cidade de Alcobaça.


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A nossa escola, pela dinâmica revelada em termos de iniciativas de leitura, foi convidada a aceitar este
desafio, o que implicou que a Biblioteca, como dinamizadora do Projeto, se assumisse como promotora da
leitura e da escrita, através de experiências inovadoras, em que os livros, em diferentes formatos, são um
ponto de partida de vivências que enriqueçam cultural e afetivamente os nossos jovens, preparando-os
para os desafios da sociedade de informação. Ler para conhecer; ler para se construir; ler para saber; ler
para aprender a ser livre; ler para conviver; ler para se descobrir; ler para ser - são o nosso lema, numa
escola em que pretendemos, não só que se leia mais, mas, sobretudo, que se leia melhor.


       @ LeR+
A Direção da escola e a Equipa da Biblioteca estão conscientes de que o futuro é inevitável e que a recente
intervenção feita na escola pela Parque Escolar justifica uma modernização radical da biblioteca como
espaço pedagógico. Assim, uma vez que passámos a ter um sala polivalente que possibilita completar a sala
de leitura tradicional, consideramos que esta candidatura é uma oportunidade de atingir várias finalidades:
modernizar o fundo documental; incentivar alunos menos fáceis de cativar através da leitura em formato
de papel; contribuir para um esclarecimento sobre a importância dos ebooks e o seu impacto na dinâmica
da leitura.
         Metodologia e Procedimentos
Partindo da sensibilização do Conselho Pedagógico e da criação da Sala de Leitura Digital, passando por
reuniões e pela formação de professores, a BE pretende que o ebook não seja visto como um inimigo, mas
como um complemento, conquistando novos leitores, em novos formatos. Uma prática muito bem
sucedida na nossa escola é a dos Contratos de Leitura, portanto, parece que, seguindo esse modelo,
poderemos diversificar as ofertas e conquistar cada vez mais leitores, propiciando uma concorrência
saudável entre leitores de tipos diferentes. As “semanas ” vividas, na escola, de modo intenso, a “Semana
do Amor” e a “Semana da Leitura”, bem como a “Escola Aberta”, na última semana do segundo período,
serão valorizadas e enriquecidas com uma dimensão diferente porque se deseja que este projeto, em certa
medida inovador, se integre nas “tradições” da nossa escola. A lógica é fazer coexistir, no mesmo espaço, a
leitura tradicional e a leitura digital.
Embora mais centrado nos professores do Departamento de Línguas, pareceu importante que se
entendesse leitura num conceito alargado, podendo incluir professores de outras áreas, desde que se
mostrem motivados para fazer a formação e levarem os seus alunos a usar a tecnologia como instrumento
da construção de saber.
Sendo uma escola unicamente secundária, considerámos que devíamos começar pela base, de modo a
podermos ver o fruto do nosso trabalho, portanto seria quase inevitável que, nesta fase inicial, nos
centrássemos nos alunos de 10º Ano, mas sem excluir alunos de outros anos que, em regime livre, queiram
aderir ao projeto.
De modo a rentabilizar os recursos existentes, mas apostando na qualidade do ensino -aprendizagem,
pareceu-nos importante formar grupos de alunos nunca superiores a 14, de modo a garantir que existe um
tablet por cada dois alunos. Prevê-se, portanto, que as turmas/ padrão de 28 alunos sejam divididas em
dois grupos de 14: 14 nos primeiros 45 minutos e os outros 14 nos últimos.
Os leitores de ebooks podem ser requisitados para empréstimo interno e externo, em termos a definir no
regimento da Biblioteca.
A médio prazo, pretende-se a generalização do projeto a outros grupos disciplinares e aos alunos de 11º e
de 12º Anos.


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         Avaliação do Projeto
A avaliação do Projeto será feita de acordo com o estipulado pela Fundação Calouste Gulbenkian e
integrada na avaliação da Biblioteca Escolar e da Escola. Quanto aos resultados esperam-se os seguintes:
consolidação da importância da biblioteca nos projetos da escola; maior articulação entre a Biblioteca e os
departamentos curriculares; envolvimento maior de alunos tradicionalmente menos leitores na dinâmica
da leitura; a renovação do ensino – aprendizagem; incentivo à criatividade; cooperação entre os diferentes
estabelecimentos de ensino.




21.1.10.       PESME

1 - INTRODUÇÃO
O quadro legislativo atual (Despacho nº 25 995/2005 – 2ª série, Despacho nº 2506/2007, Despacho nº 12
045/2006 – 2ª série, Lei 60/2009, Portaria nº196-A/2020) e Decreto - Lei nº 50/2011, tornam obrigatória a
inclusão da Promoção e Educação para a Saúde e da Sexualidade Humana, como área de formação global
do indivíduo, nos Projetos Curriculares de Turma, no Projeto Educativo da Escola e na Formação Cívica.
O Projeto da Promoção para a Saúde em Meio Escolar e da Educação para a Sexualidade aplica-se à
comunidade escolar da Escola Secundária D. Inês de Castro de Alcobaça: Alunos, Pessoal Docente,
Assistentes Operacionais e Encarregados de Educação, ajudando a construírem processos de Educação que
estimulem a cidadania interventiva e consciente.
2 - ENQUADRAMENTO
A Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu saúde como “a situação de completo bem-estar físico,
mental e social e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades” A saúde é um recurso da maior
importância para o desenvolvimento social, económico e pessoal.
Continuando a seguir as orientações da OMS, definiu sexualidade como “a energia que nos motiva na
procura do amor, contacto, ternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos,
tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos,
sentimentos, ações e interações e por isso, influência também a nossa saúde física e menta”. Deste modo,
podemos afirmar que a Saúde Sexual é um direito humano fundamental, com impacto no bem-estar e na
qualidade de vida do indivíduo.
Assim, faz todo o sentido que toda a comunidade escolar esteja envolvida na prossecução deste projeto,
podendo para isso, dar sugestões, propor e/ou dinamizar ações conducentes à adoção de comportamentos
que promovam a saúde e bem-estar.
Reforçando a conclusão do relatório do Grupo de Trabalho da Educação Sexual/Saúde (GTES), que
preconiza a importância da Promoção para a Saúde nas escola, e, como tal deve ser obrigatória em todos
os estabelecimentos ensino e integrar o Projeto Educativo da Escola abordando cinco temáticas
prioritárias:
               - Alimentação e Atividade Física
               - Consumo de Substâncias Psicoativas
               - Sexualidade
               - Infeções Sexualmente Transmissíveis (VIH / Sida)



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               - Violência em Meio Escolar
3 – FINALIDADES DO Projeto
♀♂ - Desenvolver as vertentes de pesquisa e intervenção, promovendo a articulação dos diferentes
conhecimentos disciplinares e não disciplinares.
♀♂ - Promover a relação Escola – Família, Escola – Centro de Saúde e/ou outras instituições/recursos
comunitários
♀♂ - Fomentar hábitos de vida saudável.
♀♂ - Fomentar o reconhecimento da Saúde como um bem precioso que todos desejamos e devemos
promover.
♀♂ - Promover numa perspetiva de educação global do indivíduo, a capacidade de ouvir, de negociar, de
respeitar o outro, de tomar decisões, de reconhecer pressões, ou de destacar a informação pertinente.
♀♂ - Estimular o apreço pelo seu próprio corpo e pela conquista da saúde individual.
♀♂ - Discutir e compreender as diversas perspetivas morais e sociais sobre a sexualidade, numa posição de
respeito pelas diferenças culturais existentes.
♀♂ - Facultar aos jovens, para além da informação necessária, a oportunidade de compreender a dimensão
afetiva da sexualidade, ajudando-os a compreender as emoções, os sentimentos e as decisões envolvidos
no comportamento.
♀♂ - Dotar os mais jovens da capacidade de proteção face a todas as formas de abuso e exploração sexual.
♀♂ - Reduzir as possíveis consequências negativas dos comportamentos sexuais, tais como a gravidez não
planeada e as doenças sexualmente transmissíveis.
♀♂ - Conseguir uma melhoria dos relacionamentos afetivoo-sexuais.
♀♂ - Promover competências pessoais e sociais conducentes a comportamentos assertivos.
4 - METODOLOGIA
4.1 – Seleção da Temática
A Educação para a Saúde e a Educação Sexual será efetuada numa perspetiva interdisciplinar, numa lógica
de transversalidade, combinada com a inclusão temática na área curricular não disciplinar, nomeadamente
na Formação Cívica. O desenvolvimento deste projeto deverá ser adequado ao nível etário dos alunos e
utilizará um modelo pedagógico envolvendo a comunidade escolar e, será dinamizado em colaboração
estreita com os serviços de saúde, encarregados de educação e outras entidades externas. Para tal:
        - em reunião de Departamento, os elementos dos diferentes grupos disciplinares analisam qual o
contributo que a disciplina pode dar para a dinâmica da Educação para a Saúde e da Sexualidade, e
elaboram um quadro – síntese dos contributos mínimos por ano de escolaridade;
     - os Projetos Curriculares de Turma (PCT) deverão ser elaborados prevendo os diferentes
momentos em que a Educação para a Saúde e Sexualidade é abordada nas diferentes disciplinas.
        - no âmbito da Formação Cívica , pretende-se fazer uma seleção temática seguindo as orientações
da legislação atual: Despacho nº 25 995/2005 – 2ª série, Despacho nº 2506/2007, Despacho nº 12
045/2006 – 2ª série, Lei 60/2009, Portaria nº196-A/2020 e Decreto - Lei nº 50/2011.
4.2 – Desenvolvimento do Projeto



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De acordo com as orientações estabelecidas pelo Despacho do Secretário de Estado da Educação, de 27 de
setembro de 2006, são definidas como áreas prioritárias:
       a) ALIMENTAÇÃO E Atividade FÍSICA
      Identificação de problemas: Falta de bons hábitos alimentares; ausência de conhecimento
      sobre uma correta alimentação, desconhecimento da Roda dos Alimentos Mediterrânica,
      consequências da Subnutrição sedentarismo, obesidade, anorexia, bulimia e higiene oral.


      Objetivos: melhorar o regime alimentar dos alunos, informação sobre: alimentação e
      composição de uma dieta equilibrada, metabolismo energético, obesidade, anorexia, bulimia,
      benefícios da prática de atividade física e regras de uma boa higiene oral.


      Atividade a desenvolver:
      ♂♀ Comemoração do Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro de 2011), em colaboração
      com empresas da região de Alcobaça para distribuição de maçãs e/ou sumos e/ou fruta fresca
      e também de folhetos alusivos aos benefícios da ingestão de fruta.
      ♂♀ Elaboração dos cabazes de Natal, em parceria com o SPO e Associação de Estudantes.
      ♂♀ Corta Mato Escolar, no dia 14 de dezembro de 2011 em parceria com o grupo de
      Educação Física.
      ♂♀ Atividades Multidesportivas, em S. Martinho do Porto, prevista para a última 4ª feira de
      aulas, no mês de junho (destina-se aos primeiros 50 alunos da escola que façam a inscrição no
      PESME).


b) CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS Psicoativas

      Identificação de problemas: Consequências físicas, psicológicas e sociais do consumo de
      substâncias lícitas (por exemplo a cafeína, a nicotina e o álcool) e consumo de substâncias
      ilícitas (por exemplo haxixe, a heroína e o ecstasy).
      Objetivos: aumentar a tomada de decisões e prevenir comportamentos de risco.


      Atividade a desenvolver:
      ♂♀ Comemoração do Dia Mundial do Não Fumador (17 de novembro) em colaboração com a
      Associação de Estudantes e o SPO.


c) SEXUALIDADE e
d) Infeções SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (VIH – Sida)

     Identificação de problemas: Pré-requisitos desadequados face à realidade envolvente, ao nível
     do plano social, emocional e pessoal; conceitos erróneos diretamente relacionados com a
     temática da sexualidade; dificuldades inerentes às transformações próprias da adolescência.
     Pré-requisitos desadequados face à realidade envolvente, ao nível do plano social, emocional e


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     pessoal; conceitos erróneos diretamente relacionados com a temática das doenças
     sexualmente transmissíveis; dificuldades inerentes às transformações próprias da adolescência.


      Objetivos: Compreensão ética da sexualidade Humana
       Clarificar conceitos relacionados com a temática; desenvolver competências que possam
      sustentar um entendimento emocional e social da sexualidade; desenvolver relações
      interpessoais.
      Adotar comportamentos informados e responsáveis relativamente às doenças sexualmente
      transmissíveis, ajudar os adolescentes a fazer escolhas informadas, desenvolver a capacidade
      de expressar sentimentos e opiniões, prevenir comportamentos de risco e promover e
      proteger a saúde e prevenir a doença na comunidade educativa.




      Atividade a desenvolver:
      ♂♀ Comemoração do Dia Mundial da Luta contra a Sida (1 de dezembro), em colaboração
      com o Centro de Saúde de Alcobaça e SPO.
      ♂♀ Projeto CUIDA-TE, da responsabilidade do IPJ, ao qual foi feito a candidatura para o
      teatro debate.
      ♂♀ Formação sobre Educação Sexual destinada a professores da ESDICA, em parceria com o
      CEFAE.
      ♂♀ - GRUPO DISCIPLINAR: BIOLOGIA E GEOLOGIA
      TEMA: Compreensão e determinação do ciclo menstrual em geral, com particular atenção à
      identificação, quando possível, do período ovulatório, em função das características dos ciclos
      menstruais; Métodos contracetivos disponíveis e utilizados, segurança proporcionada pelos
      diferentes métodos, motivos que impedem o uso de métodos adequados; Doenças e infeções
      sexualmente transmissíveis e suas consequências; Prevenção de doenças sexualmente
      transmissíveis.
      ANO: 12º
      DISCIPLINAS: Biologia
      UNIDADE DIDÁTICA: Reprodução Humana e Manipulação da Fertilidade
      PERÍODO Letivo: 1º
      TEMPO Letivo: Durante o 1º Período
      Atividades: Filmes, debates
      INTERVENIENTES: Professor e alunos


e) - VIOLÊNCIA EM MEIO ESCOLAR
      Identificação de problemas: Identificar a violência nas relações de namoro; detetar situações
      de pobreza, de exclusão social e de conflitos étnicos; a Importância de impor regras na escola,


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      em casa e na sociedade.


      Objetivos: Prevenir a violência no namoro, implementar um modelo de mediação inter pares,
      evitar situações de exclusão social, gerir as emoções e o autocontrolo, prevenir Bullying e
      educação pelos pares.


      Atividade a desenvolver:
      ♂♀ Comemoração do dia dos namorados (14 de fevereiro de 2011), inserido na Semana do
      Amor, em parceria com a BE/CRE.
      ♂♀ Projeto mediação de conflitos em meio escolar
NOTA: Este projeto está dependente de algumas parcerias a desenvolver ao longo do ano letivo,
nomeadamente com a Área Curricular Não Disciplinar (Formação Cívica), com o Centro de Saúde de
Alcobaça e o Instituto Português da Juventude (IPJ)


5 – POPULAÇÃO -ALVO
- Todos os alunos da Escola Secundária D. Inês de Castro
- Professores da Escola Secundária D. Inês de Castro
- Funcionários do Estabelecimento de Ensino
- Pais e Encarregados de Educação
- Técnicos Especializados
6 - PARCERIAS
- Centro de Saúde de Alcobaça
- Câmara Municipal de Alcobaça
- PSP (Escola Segura)
- Bombeiros Voluntários de Alcobaça
- Banco Alimentar do Oeste
- Centro de Respostas Integrados do Oeste, organismo do Instituto da Droga e da Toxicodependência
- Associação Abraço
- Associação Planeamento Familiar (APF)
- Biblioteca Escolar e Centro de Recursos Escolares (BE/CRE) da ESDICA
7 – CALENDARIZAÇÃO
Ao longo do ano letivo de 2011/2012.
8 – EQUIPA DE TRABALHO
- Coordenadora da Educação para a Saúde: Ana Luísa Bernardo
- Professores: Daniel Silva, Daniel Madeira, Miguel Almeida e Carlos Gomes.


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- Um Assistente Operacional
- Um Representante de Pais e Encarregados de Educação
- Técnicos Especializados: Psicóloga do SPO, Professora de Educação Especial, Enfermeira, Médico…)
9 – ORÇAMENTO / CUSTOS:
▪ Formação de Professores: 800 euros
▪ Divulgação: 200 euros
Publicações (Boletim do PESME por Período Letivo e outros boletins informativos alusivos às temáticas
desenvolvidas, via internet), materiais diversos e manutenção do Gabinete de Informação e Apoio ao
Aluno.
▪ A previsão do orçamento: 1000 euros
10 – AVALIAÇÃO DO Projeto
A avaliação do projeto deverá ser contínua, com observação direta e possível utilização de questionários,
mas concretizada no final de cada período letivo com a elaboração de um relatório, realizado pela
Coordenadora da Educação para a Saúde, com base nos relatórios efetuados por todos os elementos que
desenvolveram ações nesta temática.
No final do ano letivo, a avaliação será feita pelos intervenientes, incidindo sobre o Plano de Atividades
desenvolvido no âmbito do projeto. Terá como objetivo fomentar as boas práticas decorrentes da
implementação do projeto, assim como a reformulação das metodologias inerentes às ações
desenvolvidas, que tiveram menor impacto junto da comunidade escolar. Daqui resultará uma reflexão,
que deverá servir de base à elaboração de propostas de trabalho para o ano letivo seguinte.




21.1.11.        PROJETO PTE – PLANO TIC



“Cabe à equipa PTE, a elaboração de um Plano de ação anual para as TIC (plano TIC). Este plano visa
promover a utilização das TIC nas atividades letivas e não letivas, rentabilizando os meios informáticos
disponíveis e generalizando a sua utilização por todos os elementos da comunidade educativa.”, Despacho
nº700/2009, art.18
Objetivos
Otimizar o trabalho da Equipa PTE
Assegurar a manutenção do Parque Informático.
Envolver a comunidade escolar nas necessidades da escola e nos projetos que se pretendem desenvolver
Colaborar no levantamento de necessidades de formação e certificação em TIC de docentes e não
docentes.
Otimizar a utilização dos Equipamentos envolvidos no projeto
Facilitar o acesso à informação digital na BE
Dinamizar as redes social da ESDICA.



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Apoiar e divulgar os diferentes projetos da ESDICA
Reestruturar a página da ESDICA
Facilitar a Comunicação entre o órgão de gestão e restantes elementos da comunidade escolar via Web e
promover a partilha de recursos
Uniformizar Documentos
Contribuir para a aquisição de competências TIC do pessoal docente
Contribuir para a aquisição de competências TIC do pessoal não docente
Fomentar o uso de software livre
Avaliar o Plano TIC




21.1.12.        “ESCOLA ABERTA”

Houve um tempo, entre finais dos anos de 80, começos dos anos 90 do século XX, em que a Escola
Secundária Nº 1 promoveu e viveu duas ou três Semanas Culturais. A memória desse tempo ainda se
manteve, silenciada, nas paredes da escola até há poucos anos atrás. Por razões que não sabemos precisar,
a iniciativa não teve seguimento.
Foi em 1999 que a festa voltou, com a I Escola Aberta. De lá para cá, já se realizaram doze,
ininterruptamente, a ponto de, a despeito de todas as críticas que lhe possam fazer, ela se ter
transformado em algo incontornável: uma ou duas realizações são eventos; doze, constituem um facto.
De duração e programação variáveis, a Escola Aberta adquiriu alguma fisionomia distintiva: 1. Duração de 2
dias;
2. Calendarização: últimos dois dias do 2º Período;
3. Existência de atividades obrigatórias para alunos e professores;
4. Suspensão dos horários “normais” e observância de horários adaptados, equilibrados e equitativos, mas
sem sujeição a “dias livres” e contabilização rigorosamente matemática das horas – uma vez que se trata
de horas não letivas;




VII.    PLANO DE FORMAÇÃO                   2011-2012
Este capitulo constitui-se em documento autónomo denominado "Plano de Formação".




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VIII. ESTRUTURAS DE APOIO



 22. BIBLIOTECA ESCOLAR E A CONSTRUÇÃO AUTÓNOMA DO CONHECIMENTO



Inserida num meio com inegáveis tradições culturais, a Escola pode e deve assumir um protagonismo que
tem como parceiro privilegiado a Biblioteca Escolar – Centro de Recursos Educativos, encarada como parte
integrante do processo educativo. De acordo com o princípio, consagrado no Projeto Educativo, “Nenhum
vento é favorável para quem não sabe para onde vai” , Saint-Exupéry, a biblioteca elabora um plano
plurianual, reavaliado todos os anos, tendo em conta os resultados da autoavaliação.

Avaliação da situação em setembro de 2011
Pontos Fortes
      Horário de atendimento.
                                          Pontos Fracos
      Espaço amplo, atraente,
       confortável e de fácil acesso.           Inexistência de Catálogo
                                                 online.
      Wireless.
                                                Inexistência de parcerias
      Qualidade da assistência aos              eficazes com os               Intervenções Prioritárias
       equipamentos informáticos.                Departamentos.                Literacia da Informação
      Empenho, disponibilidade e               Reduzida participação dos            Sensibilização dos
       vontade efetiva do Diretor na             utilizadores no Blogue.               Professores e
       superação de todos os pontos
                                                Necessidade de repensar o             alunos de
       fracos.
                                                 projeto relativo à                    Formação Cívica e
      Disponibilidade e cooperação              Biblioteca Histórica devido           de disciplinas sem
       da CIBE.                                  à extinção da disciplina de           exame.
      Empenho, formação, perfil e               AP.                                  Estabelecimento
       disponibilidade dos recursos                                                    de um programa
       humanos afetos à BE.                                                            de intervenção
                                          Possíveis constrangimento                    sistemática, a
      Existência de duas AO à hora de
                                                Obrigatoriedade de a PB               longo prazo.
       almoço.
                                                 lecionar uma turma.                  Implementação do
      Biblioteca online.
                                                Desaparecimento da                    programa
      Existência de um Regimento                disciplina de Área de
       atualizado.                               ProjetoProjecto-12ºAno
      Dinâmica da Leitura / Oficina de         Dificuldade de acesso ao
       Expressões.                               espaço da BM
      Existência de dados
       estatísticos.



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Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça              PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012

      Avaliação dos alunos.
      Cooperação com o PTE, CNO,
       SPO, PESME, DE, CDM, ,
       Departamento de Línguas e
       grupo de Matemática.
      Projeto aLeR+ com a ESDICA
      Projeto BD- Boa Decisão
      Projeto @Ler +
      Parcerias externas




                                                     Desenvolver o        Planificação de
                                                     grau de              projetos comuns para
                                                     participação da BE   a realização de
                                                     nos diferentes       diferentes iniciativas   2009-
                                                     projetos da          da escola.               2010
                              Colaboração e         escola.
                               Participação
A – Apoio ao                   Pedagógica            Fomentar as
                                                     potencialidades      Incentivo à utilização   Todos os
Desenvolvimento
                                                     da BE/ Sala          da BE como espaço de     anos
Curricular
                                                     polivalente como     aprendizagem
                                                     Centro de            autónoma e
                                                     Aprendizagem.        responsável.
A.1 Articulação
curricular da BE                                     Dinamizar
com as estruturas                                                         Articulação das TIC
                                                     projetos que         com as áreas
de coordenação                                       promovam a           curriculares.
educativa e                                          utilização das
supervisão                    Promoção das          novas tecnologias.                            Todos os
pedagógica e os                Literacias                                                          anos
                                                     Desenvolver a        Dinamização de ações
docentes
                                                     pesquisa             de apoio à pesquisa e
                                                     autónoma e           à elaboração de
A. 2 Promoção das                                    consciente.          trabalhos.
literacias da                                        Fomentar as          Formação, no início
informação,                                          presenças            de cada ano letivo,
tecnológica e                                        autónomas na BE,     sobre as
digital                                              de alunos, de        potencialidades da
                                                     professores e de     BE, como centro de
                                                     funcionários.        recursos e centro de
                              Utilização Livre da                        aprendizagem.            Todos os
                               BE                                                                  anos
                                                                          Divulgação, online, da
                                                     Contribuir para a
                                                                          coleção, dos Favoritos
                                                     progressiva
                                                                          da BE, de guiões de
                                                     autonomia dos
                                                                          pesquisa e de
                                                     utilizadores.
                                                                          elaboração de
                                                                          trabalhos.
                                                     Contribuir para a    Ação de formação
                              Formação de                                                         Todos os
                                                     existência de        informal, no início de


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Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça          PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012

                            Utilizadores         utilizadores          cada ano, no âmbito      anos.
                                                 disciplinados, mas    das TIC.
                                                 criativos, capazes
                                                                       Promoção de visitas
                                                 de construir
                                                                       guiadas à BE, na
                                                 autonomamente
                                                                       primeira semana de
                                                 o seu saber.
                                                                       aulas, para todos os
                                                                       alunos.
                                                 Contribuir para a     Esclarecimento dos
                                                 aquisição de          utilizadores sobre os
                                                 competências da       seus direitos e
                                                 informação.           deveres.
                                                                       Incentivo à
                                                                       participação no
                                                                       blogue e na Rede
                                                                       Social da BE.
                                                                       Elaboração de avisos
                                                                       com as principais
                                                                       normas de conduta
                                                                       consagradas no
                                                                       Regimento da BE.
                                                                       Orientações teóricas
                                                                       e práticas sobre como
                                                                       pesquisar na Internet
                                                                       Formação dos
                                                                       utilizadores na
                                                                       pesquisa em catálogo     2012
                                                                       on-line.                 /2013


                                                 Dinamizar             Articulação da leitura
                                                 projetos que          com as TIC, com a
                                                 promovam a            expressão dramática
B – Leitura e                                                          e as artes plásticas.
                                                 leitura
Literacia
                                                                       Vinda de escritores à
                                                                       escola.
B.1 Trabalho da BE                                                     Feira do livro.
ao serviço da                                    Incentivar a
promoção da                                      leitura e a escrita
leitura na Escola          Promoção da                                Divulgação de obras e    Todos os
                            Leitura e Escrita                          autores                  anos
                                                                       representativos da
B.2 Integração da                                Envolver os           literatura portuguesa
BE nas estratégias                               encarregados de       e universal.
e programas de                                   educação,
leitura ao nível da                                                     Momentos de
                                                 professores e         Leitura.
Escola                                           funcionários, na
                                                 dinâmica da           PoeMática
                                                 leitura.              Espetáculos
                                                                       dedicados aos
                                                                       encarregados de



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Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça           PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012

                                                                       educação e aos
                                                                       funcionários.
                                                                        Mês das Bibliotecas,
                                                                       Semana da Ciência,
                                                                       Semana da Língua
                                                                       Materna, Semana do
                                                                       Amor, Semana da
                                                                       Leitura.
                                                                       Diferentes Dias de, de
                                                                       acordo com o PA.
                                                                       Participação dos
                                                                       alunos nos diferentes
                                                                       concursos,
                                                  Concretizar          promovidos pelo PNL.
                                                  projetos da RBE,     Apoio a todas as
                                                  do PNL e os          atividades
                                                  Projetos apoiados    curriculares e
                                                  pela Gulbenkian.     extracurriculares que
                                                                       promovam a leitura.
                                                                       Publicação, uma vez
                                                                       por período, do jornal
                                                                       Canto D’ Inês.
                                                                       Projeto aLeR+
                                                                       BD- Boa Decisão
                                                                       Projeto @Ler +

                                                  Desenvolver o
                                                                       Planificação de
                                                  grau de                                        Todos os
                                                                       projetos comuns e/
                                                  participação da BE                             anos
                                                                       ou complementares
                                                  nos diferentes
C - Projetos,                                                          com diferentes
                                                  projetos da escola
Parcerias e                Colaboração e                              instituições culturais.
                                                  e da comunidade.
Atividades Livres e
de Abertura à               Participação          Dinamizar
Comunidade                  Pedagógica            projetos em
                                                                       Planificar uma
                                                  monumentos do                                  2011-
C.1 Apoio a                                                            intervenção cultural
                                                  concelho de                                    2012
atividades livres,
                                                                       no Convento de Cós
extracurriculares e                               Alcobaça
de
enriquecimento                                                         Manutenção da
curricular                                                             Página do blogue e
                                                  Divulgar as áreas
                                                                       das redes sociais da
                           Divulgação de         de intervenção da
                                                                       BE.
C.2 Projetos e              Recursos e            BE
parcerias                   Atividades                                 Folhetos e cartazes
                                                  Divulgar todos os                              Todos os
                                                                       informativos sobre as
                                                  projetos da                                    anos
                                                                       valências da BE.
                                                  ESDICA.
                                                                       Parcerias com a
                                                                       imprensa e a rádio


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Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça          PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012

                                                                     local.
                                                                     Propostas de              2009-
                                                                     alteração ao RI.          2010
                                                                     Propostas de              2011-
                                                                     alteração do              2012
                                                                     regimento da BE
                                                 Promover uma        Definição clara das
                                                 gestão eficiente    áreas de intervenção
                                                 da BE.              essenciais para atingir   Todos os
                                                                     os objetivos              anos
                                                                     propostos.
                                                                     Elaboração de
                                                                     horários não
                                                 Promover a          fragmentados para os
                                                 planificação de     colaboradores
                                                 um trabalho         permanentes.
D - Gestão da
Biblioteca Escolar         Gestão               organizado e        Manutenção dos
                                                 produtivo.          colaboradores
                                                                     permanentes.
D.1 Articulação da
                                                                     Reuniões informais
BE com a escola /
                                                                     com os professores
Acesso e serviços
                                                                     responsáveis pelas
prestados pela BE
                                                                     diferentes áreas de       2011-
                                                                     intervenção.              2012
                                                 Manter a Direção
D.2 Condições                                    informada de        Manutenção dos
humanas e                                        todo o trabalho     dossiês organizados,
materiais para a                                 desenvolvido pela   em suporte de papel       Todos os
prestação dos                                    BE e pelo SABE.     e em suporte              anos
serviços                                                             informático.
                                                                     Informações ao
D.3 Gestão da                                                        Diretor sobre o
coleção/da                                                           trabalho realizado.
informação                                                           Formação da PB            Outubro a
                                                                                               dezembro
                                                                                               de 2009
                                                                     Apresentação do
                                                                     Modelo ao Conselho
                                                                     Pedagógico.               Dezembro
                                                 Implementar a                                 de 2010
                                                 avaliação da
                           Avaliação            Biblioteca, de      Operacionalização da
                                                 acordo com o        avaliação interna da      2009-
                                                 MABE                BE, a aplicar aos         2010
                                                                     seguintes domínios:       2010-
                                                                             Domínio B        2011

                                                                             Domínio C        2011-
                                                                                               2012
                                                                             Domínio D
                                                                                               2012-


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Escola Secundária D. Inês de Castro – Alcobaça          PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012

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                                                                      Integração da            Todos os
                                                                      avaliação da BE na       anos
                                                                      avaliação da Escola
                                                                      Apresentação ao
                                                                      Diretor de sugestões
                                                                      para a manutenção        2011-
                                                                      da equipa.               2012
                                                                      Manutenção de uma
                                                 Otimizar o           equipa que apoia a
                           Equipa               trabalho da BE.      Coordenadora na
                                                                      vertente técnica e
                                                                      pedagógica.
                                                                      Definição precisa das    Todos os
                                                                      áreas de intervenção     anos
                                                                      de cada um dos
                                                                      elementos da equipa.
                                                                      Propostas ao Centro
                                                                      de Formação de
                                                                      Ações e criação de
                                                 Contribuir para a    condições para a sua
                                                 aquisição de         frequência por parte
                           Formação da                               dos elementos da         Todos os
                                                 competências, no
                            Equipa                                    Equipa.                  anos
                                                 âmbito do TD e
                                                 das TIC              Divulgação de Ações
                                                                      de formação de
                                                                      outros Centros/
                                                                      Instituições.
                                                                      Abate dos Dossiês        Todos os
                                                                      Temáticos e de           anos
                                                 Melhorar os          Manuais Escolares
                           Equipamentos         equipamentos da      desatualizados
                                                 BE                   Recuperação das
                                                                      cassetes VHS,            2011-
                                                                      gravando-as em DVD       2012
                                                                      Livro de registos
                                                 Atualizar o          manual atualizado.
                                                 tratamento           Classificação, cotação
                                                 técnico da           e arrumação das
                                                 documentação         espécies
                                                 Definir princípios   documentais.
                           Fundo                                                              Todos os
                                                 de política          Conservação e
                            Documental                                                         anos
                                                 documental           restauro das obras.
                                                 Promover a           Empréstimo externo e
                                                 utilização de        interno.
                                                 recursos
                                                 documentais          Receber sugestões da
                                                                      comunidade escolar
                                                                      para aquisição de


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                                                                      Incorporação na BE
                                                                      de materiais
                                                                      produzidos por
                                                                      alunos, professores e
                                                                      funcionários.
                                                                      Enriquecimento do
                                                                      fundo documental,
                                                                      adequando-o aos
                                                                      novos conteúdos
                                                                      programáticos.
                                                                      Catalogação do
                                                                      material livro e não
                                                                      livro existente na BE




 23. SALAS DE ESTUDO



Apoio pedagógico / Salas de Estudo

Desde o início do ano letivo que a Escola proporciona apoio pedagógico, na modalidade de salas de estudo,
em algumas disciplinas de exame nacional, principalmente naquelas onde existem as maiores dificuldades,
como sejam:

      Português

      Matemática

      Físico-Química

      Biologia

      Inglês

      História

      Geografia

A Sala de Estudo constitui um espaço de apoio ao aluno que este poderá frequentar voluntariamente em
regime de autoacesso e onde poderá encontrar ajuda em diversas disciplinas. As finalidades são as
seguintes:

- Motivar os alunos para o sucesso

- Desenvolver competências


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- Transformar a relação Professor/Aluno em relações de trabalho implicado

- Desenvolver mecanismos que permitam superar em tempo útil as dificuldades de aprendizagem

As Salas de Estudo funcionam no período da tarde e estão programadas de modo que os alunos as
frequentem fora do seu horário escolar. Apresentam-se os mapas de ocupação das salas de estudo de
acordo com as disciplinas e respetivos professores de apoio.

     Português

Horas         Segunda               Terça                    Quarta                 Quinta                 Sexta
                           Sala




                                               Sala




                                                                      Sala




                                                                                                  Sala




                                                                                                                      Sala
14:45/15:30   Professor                                                             Professores

15:30/16:15   300.03       A15                                                      300.02        A15

                                                                                    300.06

16:30/17:15

17:15/18:00



     Matemática

   Horas       Segunda              Terça                      Quarta                 Quinta               Sexta
                           Sala




                                                      Sala




                                                                             Sala




                                                                                                   Sala




                                                                                                                             Sala
14:45/15:30    Professor          Professores                                       Professores

15:30/16:15     500.01      A       500.03                                            500.01       A

                           01                         A                               500.04       01

                                                      01                              500.07



16:30/17:15    Professor           Professor                                                              Professor

                500.03              500.02                                                                 500.05            A

                                    500.07                                                                 500.08            01

17:15/18:00                         500.05




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    Físico-Química

   Horas       Segunda             Terça                Quarta              Quinta                     Sexta




                          Sala




                                              Sala




                                                                  Sala




                                                                                               Sala




                                                                                                                      Sala
13:45/14:30                      Professora   LQ                           Professora          LQ
                                                 2                                             2
                                  510.02                                    510.01

14:45/15:30   Professor   LQ                                               Professor
                           2
15:30/16:15     510.03                                                      510.05

16:30/17:15                      Professor                                                            Professo        LQ
                                                                                                         r            2
                                  510.06
                                                                                                      510.06
                                  510.04
17:15/18:00                                                                Professora

                                                                            510.01



    Biologia

   Horas       Segunda             Terça                Quarta              Quinta                     Sexta
                          Sala




                                              Sala




                                                                  Sala




                                                                                               Sala




                                                                                                                      Sala
14:45/15:30   Professor   LC                                               Professor           LC
                           1                                                                   1
15:30/16:15     520.06                                                      520.02



16:30/17:15                      Professor    LC
                                                 1
17:15/18:00                       520.02



    Inglês

Horas         Segunda             Terça                  Quarta               Quinta                  Sexta
                          Sala




                                                 Sala




                                                                    Sala




                                                                                        Sala




                                                                                                               Sala




                                  Professor
13:45/14:30                                   A17
                                  330.01

14:45/15:30

15:30/16:15




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                                     Professor
16:30/17:15     Professor                           A17
                             A16     330.01
                330.01
17:15/18:00



     História

Horas            Segunda      Sala     Terça              Quarta            Quinta           Sexta




                                                 Sala




                                                                     Sala




                                                                                     Sala




                                                                                                       Sala
14:45/15:30      Professor
                             A16
15:30/16:15      400.02




 24. DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL



O Departamento de Educação Especial (DEE) é constituído por um docente com formação especializada em
Educação Especial, trabalhando em articulação direta com o Serviço de Psicologia e Orientação (SPO).



A promoção da igualdade de oportunidades para as pessoas diferentes passa, necessariamente, pelas
escolas, dando a estes indivíduos o direito à educação e à construção de expectativas de vida.

Foi nesta ideia que se baseou a conferência globalizante denominada “Educação para Todos”, que decorreu
em junho de 1994, em Salamanca. Desta, surgiu um conjunto de princípios que vieram a constituir a
Declaração de Salamanca. Nesta conferência, alargou-se o conceito de criança com Necessidades
Educativas Especiais e constatou-se que a escola não deve excluir ninguém, já que a exclusão escolar
origina uma impossibilidade de criar uma vida ativa em termos profissionais, sociais, pessoais e até
familiares. Assim, foi criado o conceito de Escola Inclusiva.

Pretende-se que as Escolas Inclusivas aceitem a criança/jovem diferente e apoiem a sua aprendizagem e
necessidades específicas. Desta forma, as escolas regulares, os currículos disciplinares e as práticas
educativas devem adequar-se às características do jovem com Necessidades Educativas Especiais. Para que
haja igualdade de oportunidades, a escola não deve dar o mesmo a todos, mas sim, dar a cada aluno aquilo
que lhe faz falta.

De acordo com o Decreto-Lei nº 3/2008 de 7 de janeiro, são abrangidos por este regime especial os alunos
com limitações significativas ao nível da atividade e da participação, num ou vários domínios de vida,


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decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de caráter permanente, resultando em dificuldades
continuadas ao nível da comunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, do relacionamento
interpessoal e da participação social e dando lugar à mobilização de serviços especializados para promover
o potencial de funcionamento biopsicosocial.

Para dar uma resposta adequada às necessidades educativas especiais de crianças e jovens, previstas no
Decreto-Lei supracitado, a escola possui um docente especializado em Educação Especial e um Serviço de
Psicologia e Orientação, os quais promoverão uma inclusão ativa e socializante destes alunos, dentro e fora
da comunidade escolar, com os objetivos de promover o seu sucesso escolar, o seu prosseguimento de
estudos ou inserção na vida ativa profissional.


 25. SPO



O S.P.O. é uma unidade especializada de apoio educativo que desenvolve a sua atuação no domínio da
orientação escolar, do apoio psicopedagógico, a pais e professores, e a nível da colaboração com o Núcleo
de Apoio Educativo e GAAF.



Serviços prestados:

     Apoiar os alunos no seu processo de aprendizagem e na sua integração na comunidade escolar;

     Implementar ações preventivas e medidas específicas, em colaboração com a comunidade educativa,
        com vista ao sucesso escolar, nomeadamente colaborar na elaboração de programas de apoio;

       Detetar, em colaboração com outros serviços, os alunos com necessidades educativas especiais;

     Avaliar a sua situação e estudar as medidas de intervenção adequadas;

       Apoiar os alunos com abandono escolar ou assiduidade irregular;

     Colaborar com o professor tutor no acompanhamento do aluno sob sua orientação;

     Promover a orientação vocacional dos alunos do 9ºano e dos alunos do 12ºano;

     Acompanhar e avaliar os cursos de Educação e Formação, Profissionais e Tecnológicos;

     Participar nos conselhos de turma disciplinares e no Conselho Pedagógico.




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IX. PROTOCOLOS E PARCERIAS


Para além das relações institucionais comuns, designadamente aquelas que decorrem da participação de
representantes de instituições externas nos órgãos da escola como o Conselho Geral e da participação de
representantes da escola em órgãos externos como o Conselho Municipal de Educação, o estabelecimento
de protocolos e parcerias com outras entidades tem sido uma exigência constante de uma escola que se
quer “aberta”.

Há já vários anos que esta escola tem vindo a estabelecer protocolos e parcerias com entidades
empresariais, no âmbito da formação em contexto de trabalho, nos cursos com valências
profissionalizantes. Mais recentemente, têm sido estabelecidos protocolos com entidades formadoras
externas no âmbito do CNO e no apoio a alunos e famílias carenciados. Muitos outros protocolos têm sido
celebrados no âmbito do GAAF – nomeadamente os que conduziram à sua viabilização. Um aspeto
importante também nesta política de parcerias levou à institucionalização dos Prémios para o Melhor
Aluno, ideia – atividade que, desde 1998, tem vindo a congregar as boas vontades da Caixa Geral de
Depósitos, do Rotary Clube de Alcobaça e da Caixa de Crédito Agrícola de Alcobaça



PROTOCOLOS INSTITUCIONAIS



      Câmara Municipal de Alcobaça

      Academia de Música de Alcobaça

      Junta de Freguesia de Alcobaça

      Banda de Alcobaça

      Mosteiro de Alcobaça

       Câmara Municipal da Nazaré

      IAC- Instituto de Apoio à Criança

      CPCJ - Alcobaça

      Rotary Clube de Alcobaça

      Caixa Geral de Depósitos

      Caixa de Crédito Agrícola



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      Armazém das Artes – Fundação Cultural

      IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional de Alcobaça

      CEERIA – Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça

      Centro de Saúde de Alcobaça

      Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça

      Villa Ramadas – Centro de Tratamento Internacional

      Agrupamento de Escolas Frei Estevão Martins

      Agrupamento de Escolas de Pataias

      Agrupamento de Escolas D. Pedro I

      Centro Escolar de Alcobaça

      ADEPA – Associação para a Defesa e Valorização do Património Cultural da Região de Alcobaça

      Cruz Vermelha Portuguesa/ Juventude da Cruz Vermelha Portuguesa

      Banco Alimentar do Oeste

      ACSIA (Associação Comercial, de Serviços e Industrial de Alcobaça)

       NERLEI (Associação Empresarial da Região de Leiria)

      Continente / Modelo Hipermercados SA

      Frubaça (Cooperativa de Hortofruticultores, CRL)

      Tomaz Marques, Alcobaça

      SPF Informática

      SISDIG Sistemas Digitais

       António José Faustino da Silva (Empresa de Jardinagem)

      Valjardim- Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda.

       Origem Verde - Projeção e Construção de Espaços Verdes

      Humberto dos Santos Chumbo (Empresa de Jardinagem)

      José Manuel Gameiro Valério (Empresa de Jardinagem)

       Paulo & Marta, Lda. (Empresa de Jardinagem)

      Teciplante, Viveiros de plantas, Lda.



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        Associação de Agricultores da Região de Alcobaça

        Cooperativa Agrícola de Alcobaça

         AVAPI – Associação para a Valorização Agrícola em Produção Integrada

        CRIVILA – Produção de Plantas, Lda.

         Viveiros S. Jorge

        Entreflores, Produção e Comércio de plantas

        A.Teixeira, Lda.

        Dr. Rui Silva (Clínica Médica e Dentária Europa)

        Laboratório de Análises Alves & Duarte, Lda.

        Faria & Bento

        ICAP – Internacional Cerâmica Artística Portuguesa, Lda.

        GITE Consultores, S.A. - Gestão Total e Inovação Empresarial

        Associação Recreativa, Desportiva, Cultural e Social do Casal Pardo

        Fator H. Lda.

        Carlos Manuel Silva Santos – Contabilidade, Auditoria e Gestão, Lda.

        EUROFACT XXI, Lda. /TCC




X.       AVALIAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA


     1. Como qualquer instrumento de gestão, neste caso pedagógica, o Projeto Curricular de Escola terá de
         prestar contas, através da eficácia que promove, dos desperdícios que evita, do êxito dos alunos
         que ajuda a conseguir.

     2. O Observatório da Comunidade Educativa, dentro da missão que lhe é acometida, fará os estudos,
         análises e inquéritos que se mostrarem adequados, no sentido de proporcionar à Direção, ao
         Conselho Pedagógico e demais estruturas da escola, os instrumentos necessários à verificação da
         idoneidade das escolhas curriculares efetuadas.




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   3. Outra fonte de avaliação será proporcionada pela análise das atas e relatórios apresentados pelas
       estruturas intermédias da Escola, nomeadamente Conselhos de Grupo e de Departamento,
       Diretores de Turma.

   4. Importante na avaliação da adequação da oferta curricular aos interesses dos alunos será a análise
       dos movimentos de anulações, desistências e insucesso verificadas em algumas disciplinas.

   5. Com uma periodicidade anual, motivada em parte pelas movimentações da “Rede Escolar”, tentar-
       se-á prestar atenção aos indicadores socioeconómicos, nomeadamente os que se referem às taxas
       de empregabilidade.

   6. Como em qualquer avaliação, será dada especial ênfase à vertente autoavaliativa, procurando que
       cada colaborador / entidade reflita sobre o seu desempenho, identificando os pontos fortes e
       fracos, as oportunidades e ameaças que enquadram a sua atividade.

   7. Procurar-se-á a colaboração de um “amigo crítico”, capaz de, com uma perspetiva positiva, mas
       distanciada, ajudar a organização a confrontar-se, sem traumas, mas com verdade, com as suas
       deficiências / possibilidades de crescimento.

   8. Em tudo o mais, o Projeto Curricular de Escola deverá ter em atenção o que sobre a matéria da
       avaliação dispõe o documento orientador que se encontra no Projeto Educativo da Escola.




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2011.10.17 projecto curricular de escola

  • 1.
    Projeto Curricular deEscola 2011-2012 “Não se pode aprender sem uma autoestima elevada. Assim, é preciso convencer os alunos em dificuldade de que eles podem aprender, assim como valorizar todos os seus progressos, por menores que sejam.” Rua Costa Veiga 2460 - 028 Alcobaça Philippe Perrenoud 262 505 170 962 097 175 913 6174 44 262 596 460 Aprovado em Conselho Geral 2011.10.26 www.esdica.pt diretor@esdica.pt facebook.com/esdica
  • 2.
    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 ESTRUTURA DO PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA ESTRUTURA DO PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2 I. NOTAS INTRODUTÓRIAS 5 1. DA HISTÓRIA DA ESCOLA À MODELAÇÃO DE UM CURRÍCULO 5 2. O IMPERATIVO DA MUDANÇA CONTÍNUA 8 II. O PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA PRÓLOGO 10 1. TRANSVERSALIDADE E COMPLEMENTARIDADE COM O PROJETO EDUCATIVO DA ESCOLA E O REGULAMENTO INTERNO 10 2. CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULAR 12 3. PLANIFICAÇÃO, ENSINO-APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO 13 4. GRELHA DE APRESENTAÇÃO DE PLANIFICAÇÕES 14 5. AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS 14 6. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS 15 TESTES ESCRITOS 17 III. CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULAR 18 1. PRINCÍPIOS ESTRUTURANTES DA POLÍTICA EDUCATIVA 19 IV. OFERTA FORMATIVA 21 1. Turmas em funcionamento no ano letivo 2011-2012 21 2. ENSINO SECUNDÁRIO 22 Competências do Ensino Secundário 22 2.1.1. CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS 23 2.1.2. CURSOS TECNOLÓGICOS 29 2.1.3. CURSOS PROFISSIONAIS 30 2.1.4. ENSINO PARA ADULTOS 36 V. ORGANIZAÇÃO DO ANO Letivo 39 1. Calendário escolar para o ano letivo 2011-2012 39 2. Critérios de constituição de turmas 39 3. Critérios para a elaboração dos horários dos alunos 41 4. Distribuição do serviço docente 42 5. Orientações para os projetos curriculares de turma 45 6. Escola a tempo inteiro (ocupação plena dos tempos escolares) 46 VI. AVALIAÇÃO DOS ALUNOS 48 1. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (Contextualização) 48 Página 2 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 2. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GERAIS 48 3. CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO 51 PORTUGUÊS 51 FILOSOFIA 52 FRANCÊS 53 INGLÊS 54 ESPANHOL 55 MATEMÁTICA A, MATEMÁTICA B e MACS 55 EDUCAÇÃO FÍSICA 57 ÁREA DE INTEGRAÇÃO 64 ECONOMIA A e C 64 HISTÓRIA e HISTÓRIA E CULTURA DAS ARTES 65 DISCIPLINAS LECIONADAS PELO GRUPO DE INFORMÁTICA 66 ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO 68 FORMAÇÃO CÍVICA – 10º Ano 73 DISCIPLINA DE BIOLOGIA E GEOLOGIA 75 FÍSICA E QUÍMICA 80 GEOMETRIA DESCRITIVA A 81 DESENHO A 84 GEOGRAFIA e GEOGRAFIA A e C 86 PSICOLOGIA A + B 88 4. REGRAS METODOLÓGICAS PARA A ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS ESCOLARES 89 5. CURRÍCULO INFORMAL / Atividades DE ENRIQUECIMENTO DO CURRÍCULO 92 Projetos 92 5.1.1. SENTIR + - Clube de Inteligência Emocional 92 5.1.2. DESPORTO ESCOLAR 98 5.1.3. DESPORTO MENTAL 99 5.1.4. OFICINA DE EXPRESSÕES 101 5.1.5. PAIS NA ESCOLA DO SÉCULO XXI 105 5.1.6. PROJETO DE MEDIAÇÃO ESCOLAR 106 5.1.7. LITERACIA financeira 106 5.1.8. CANTO D’INÊS, O JORNAL DA ESCOLA 108 5.1.9. a LeR+ com a ESDICA 108 5.1.10. PESME 110 5.1.11. Projeto PTE – Plano TIC 115 5.1.12. “ESCOLA ABERTA” 116 VII. PLANO DE FORMAÇÃO 2011-2012 116 VIII. ESTRUTURAS DE APOIO 117 Página 3 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 1. BIBLIOTECA ESCOLAR E A CONSTRUÇÃO AUTÓNOMA DO CONHECIMENTO 117 2. SALAS DE ESTUDO 123 3. DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL 126 4. SPO 127 IX. PROTOCOLOS E PARCERIAS 128 X. AVALIAÇÃO DO Projeto CURRICULAR DE ESCOLA 130 Página 4 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 I. NOTAS INTRODUTÓRIAS 1. DA HISTÓRIA DA ESCOLA À MODELAÇÃO DE UM CURRÍCULO Todas as instituições têm uma cultura, a que se chama “cultura institucional”. De contornos mais ou menos definidos, ela “explica” determinadas opções, determinadas maneiras de agir / reagir perante os problemas. Nem tudo, porém, assume a mesma importância nessa tarefa explicativa; é natural que as transformações mais recentes tenham um papel mais importante na explicação de determinados fenómenos, enquanto que o nexo entre factos mais distantes no tempo e o comportamento presente mal se faça sentir. A história da Escola Secundária D. Inês de Castro, como primeira escola de Alcobaça, está, longinquamente, ligada à história de Alcobaça e, mais precisamente, à história da Ordem de Cister – sob cuja sombra tutelar Alcobaça apareceu e se desenvolveu. Assim, poderemos dizer que nascemos algures nos séc. XI e XII quando S. Bernardo de Claraval e um grupo de monges, saídos da Borgonha, se instalam em Alcobaça.. Em 11 de janeiro de 1269, Frei Estêvão Martins, 12º Abade do Mosteiro, cria, em Alcobaça, a primeira Escola pública do Reino – onde se ensinava Gramática, Lógica e Teologia. E, como o conhecimento significa “desenvolvimento”, e não “despesa”, a Abadia conheceu o seu período áureo entre 1357 e 1433 (desde o reinado de D. Pedro I ao reinado de D. João I). Com a nomeação do Abade a ser da responsabilidade do Rei, começou a decadência da Abadia (há erros que nunca se emendam...) – sendo particularmente ruinosa a “gestão” do Abade D. João Dornellas. Pio V, cedendo, por meio de bula entregue ao Cardeal D. Henrique, completa autonomia aos Monges de Cister, deu novo folgo à comunidade. Contudo, dois acontecimentos iriam condenar todo o esforço: as inundações de 1722 e o terramoto de 1755: com as finanças não consolidadas, o esforço de reconstrução revelou-se maior do que as possibilidades, tanto mais que o pior ainda estava para vir: primeiro, as invasões francesas e, finalmente, em 1833, o decreto que extingue as Ordens religiosas existentes no país. Página 5 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 A causa do ensino só ganha nova dimensão em Alcobaça em 3 de maio de 1925, com a inauguração da Escola Agrícola Feminina Vieira Natividade, culminando um processo iniciado em 1910, liderado, para além do ilustre alcobacense atrás citado, por Ana de Castro Osório e José Joaquim dos Santos. Esta Escola, de que a atual “Escola Velha/Escola Nova” mantém toda a traça arquitetónica, desenhada por Raul Lino, foi criada pelo Decreto nº 4105, de 18 de abril de 1918, tendo sido a primeira pedra lançada em 11 de julho de 1921. Os cursos aí ministrados, a alunas em regime de internato, tinham uma forte componente prática e conferiam o curso Prático Elementar Agrícola – que comportava um ano de estágio. Não foi feliz a curta vida desta escola, lançada numa época de fortes convulsões políticas e sociais. Nem a passagem de uma figura tão emblemática como o Prof. Joaquim Vieira Natividade (1899- 1968) conseguiu inverter a situação. Aliás, na vida deste insigne alcobacense, esse foi um período que ele gostava de omitir. Outro fator que pesou no destino infeliz da Escola prende-se com a sua (não) inserção no meio. Com efeito, a maior parte das alunas era oriunda do Asilo da Infância Desvalida de Alcobaça. Por estas razões, conjugadas com o desprezo com que o Estado Novo tratou a Educação, a Escola foi extinta em 1931. A Escola Prática Agrícola Vieira Natividade, que foi criada em sua substituição, nunca haveria de sair do papel. No entanto, em 1947, assiste-se ao recomeço do ensino agrícola (“Pomicultura”), sempre nas mesmas instalações, agora denominadas Escola Prática de Agricultura Vieira Natividade. (Como se poderá constatar, vem de longe a nossa atração pela mudança de rótulos...) A avaliação da validade dos curricula e de toda a organização do ensino tem em Vieira da Natividade um lúcido crítico. Pela sua atualidade, merecerá atentar nestas palavras (ainda, hoje, tão atuais): “(...) A relação das disciplinas que fazem parte do ciclo profissional das escolas práticas de agricultura, com a duração de dois anos, mostra que nos mantemos fiéis ao enciclopedismo, tão grato às gerações que nos antecederam, e em que a preocupação de se ensinar um pouco de tudo dá como resultado ficar-se a saber muito pouco de qualquer coisa.” Entretanto, em 1932, por iniciativa e financiamento da Câmara Municipal, foi criado, nas instalações da extinta escola, o Liceu Municipal. Contudo, quando os alcobacenses almejavam a transformação do Liceu Municipal em Liceu Nacional, ocorreu, pouco tempo depois, a sua extinção. Página 6 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Não conformadas, as gentes de Alcobaça encetam uma campanha que, pelo menos a partir de 1947, tem no jornal Alcoa a tribuna oficial, encontrando entre as diversas individualidades envolvidas, mais uma vez... Joaquim Vieira Natividade. Provando que “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”, o Decreto nº 40:029, de 28 de junho de 1955, veio transformar a Escola Prática de Agricultura em Escola Técnica de Alcobaça. Desse mesmo decreto constam os cursos a serem ministrados, “Ciclo Preparatório do Ensino Técnico-Profissional” e “Cursos Complementares de Aprendizagem de Serralheiro, Ceramista e Comércio”. A inauguração da Escola efetuou-se em 1960, permitindo que o ano letivo de 1960/61 funcionasse já nas novas instalações. A partir desta altura, a “Escola Velha” é encerrada. Os passos seguintes mais relevantes são: 1968 – Separação Ciclo Preparatório / Escola Técnica. 1971/72 – Inclusão na Escola Técnica da secção liceal do Liceu de Leiria. 1974/75 – O grande aumento da população escolar leva à reocupação da Escola Velha – que, no entanto, já não tinha condições mínimas para um funcionamento adequado. 1978/79 – O Decreto-Lei 80/78, de 27/4/78, extingue todos os Liceus e Escolas Técnicas. Doravante, apenas haverá escolas secundárias, nascendo, assim, a Escola Secundária de Alcobaça. Os anos 80 foram anos de crise. O aumento incessante dos alunos, a progressiva degradação das instalações da Escola Velha, levaria ao seu encerramento, a começos atribulados dos anos letivos, à colocação, em 84/85, de uma série de Pavilhões pré-fabricados. A transitoriedade desta medida só viria a acabar no ano letivo de 2001/02 com a desocupação e posterior demolição dos famigerados Pavilhões. No final da década, a situação melhorou significativamente com a entrada em funcionamento da escola gémea Escola Secundária nº 2, no ano letivo de 1988/89. Por essa razão, desde essa altura, a nossa escola passou a chamar-se Escola Secundária Nº 1 de Alcobaça. Em 1990/91, aproveitando as infraestruturas agrícolas existentes, é criada a EPACIS, mercê da celebração de contrato-programa em que foram outorgantes o Estado (GETAP), a Escola Secundária Nº 1, a Câmara Municipal e as Cooperativas Agrícola dos Avicultores e Criadores de Gado, da Benedita, e Agrícola, de Alcobaça. Em 1993, através do Despacho nº 140/SERE/93, de 24 de setembro, a Escola passa a chamar-se ESCOLA SECUNDÁRIA D. INÊS DE CASTRO, lecionando os 3º Ciclo do Ensino Básico e o Ensino Página 7 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Secundário. A oferta pedagógica do Ensino Básico e Secundário sempre se caracterizou pela abrangência e diversidade, implementando Cursos de Educação e Formação Profissional, Vias Profissionalizantes e Cursos Tecnológicos / Profissionais, em articulação com as necessidades locais e os interesses dos alunos. Foi, deste modo, a primeira escola de Alcobaça a oferecer, no 3º Ciclo, primeiro, e depois, no Secundário, o Espanhol como Língua Estrangeira, correspondendo a uma procura forte por parte dos alunos e encarregados de educação. Após a transformação desta escola em Escola Secundária “pura” – o que aconteceu em 2007, por Despacho do Senhor Secretário de Estado da Educação, de 26 de abril (comunicado pelo Ofício DREL nº 22644, de 10 de maio) - passámos a poder oferecer todos os cursos, incluindo, a partir do ano letivo anterior, o de Artes Visuais. Merecem destaque, pela inovação e arrojo das propostas, os Cursos Profissionais de Música e o de Técnico Auxiliar de Saúde. Esta nota introdutória, embora repita, em parte inutilmente, textos semelhantes inseridos no Projeto Educativo, tem como função tornar percetíveis certas escolhas curriculares. A história de uma instituição, a sua cultura institucional, o seu corpo docente, acabam por ter um peso não negligenciável na escolha das disciplinas a oferecer – sendo, no entanto, verdadeiro o princípio fundamental: a escolha tem de partir sempre de impulsos vindos de fora, dos alunos e seus representantes, bem como da evolução da própria sociedade. 2. O IMPERATIVO DA MUDANÇA CONTÍNUA “Formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas” (Paulo Freire) A citação de Paulo Freire constitui uma tentativa de resposta à questão em título: “formar ou educar”?. Ela, para além de um programa, é sobretudo a constatação de um facto: a Escola deslocou-se da sua pura dimensão instrutiva para uma missão também educadora. A realização deste desiderato pressupõe algumas condições: 1) a existência de uma escola autónoma, formada por atores autónomos; 2) a aceitação da mudança como o facto mais permanente da modernidade – o que implica ajustamentos constantes nos programas, nos conteúdos, nos esquemas curriculares, na “rede escolar” de uma região mais ou menos alargada. Assim, o que antigamente estabelecia uma linha de distinção clara entre tipos de ensino /estabelecimentos – “liceus”, “escolas técnicas”, “escolas comerciais e industriais”… - hoje não é possível mais. Aqueles currículos estáveis - que se desdobravam em “livros de texto” estáveis, em Página 8 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 perguntas-tipo estáveis que se materializavam em exames estáveis – são fatores a ter em conta numa avaliação comparativa entre os “bons velhos tempos” de outrora e o tempo de hoje em que, supostamente, nada se sabe. De qualquer modo, mesmo que teimosamente se continue a afirmar um pensamento catastrofista, a mobilização dos recursos mais adequados à formação com sentido dos seus alunos, continuará a ser um desafio de que as comunidades educativas não se podem alhear. É neste sentido que Del Carmen e A Zabalza definem o Projeto Curricular de Escola como um “conjunto de decisões articuladas, partilhadas por uma equipa docente de uma escola, tendentes a dotar de maior coerência a sua atuação, concretizando as orientações curriculares de âmbito nacional em propostas globais de intervenção pedagógico-didática adequadas a um contexto educativo.” Por todas estas razões, a tão falada articulação entre o Projeto Educativo de Escola, o Currículo Nacional e o Projeto Educativo de Escola, muito para além de aparecer como um “diktat” doutrinário e dogmático, afigura-se como a constatação de uma necessidade, de uma evidência. Na verdade, aqueles esquemas curriculares em que muita gente foi formada, feitos de estabilidade que percorria várias gerações, já não existem. E, se bem que estas mudanças sejam mais visíveis ao nível das ofertas profissionalizantes – em grande parte consubstanciada nos Cursos Profissionais – elas apontam o caminho para que, cada vez mais, tenderão os projetos curriculares, quaisquer que eles sejam: coerência – o que exige sujeição a um Projeto Educativo – mas, simultaneamente, atenção aos contextos concretos em que as escolas se situam. Página 9 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 II. O PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA PRÓLOGO 1. TRANSVERSALIDADE E COMPLEMENTARIDADE COM O PROJETO EDUCATIVO DA ESCOLA E O REGULAMENTO INTERNO O Projeto Curricular de Escola é visto como um instrumento que sofre mudanças, consoante os diferentes contextos em que a sua construção se dá. Essas mudanças são caracterizadas pelo currículo escolar, o conjunto de aprendizagens que, por serem consideradas socialmente necessárias num dado tempo e contexto, cabe à escola garantir e organizar (Roldão, 1999), a partir do currículo nacional. Por outro lado, o Projeto Curricular de Escola estabelece relações de transversalidade com o Projeto Educativo de Escola e com o Regulamento Interno, documentos vértices e pontos de referência orientadores de toda a atividade escolar. A pretendida melhoria eficaz da escola tem por base a missão orgânica da escola ou, como afirma Éthier, “toda a organização tem uma missão a cumprir, ela é, ao mesmo tempo, a sua razão de ser, a sua finalidade e a sua referência”. O plano de ação do Projeto Curricular de Escola tem em consideração diversos aspetos, tais como: - Valores consagrados no PEE. - Níveis e campos de decisão curricular. - Recursos Físicos e Humanos de que a Escola dispõe. - Avaliação das opções tomadas. Página 10 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 2. CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULAR Tempos houve em que se hiperbolizou o génio individual como a boa norma das ações, nomeadamente das ações pedagógicas. Esta hipérbole, aplicada ao domínio pedagógico, teve os seus efeitos: acantonou o professor, dando-lhe a representação de uma individualidade. Nesta representação, a sala de aula ficou como “o último reduto” da individualidade, o santo dos santos em que era (é?) sacrilégio alguém entrar. Sem se pretender anular o caráter singular do ato pedagógico, a verdade é que, hoje, é pacífica a sua aceitação como um ato situado, um ato planificado, em contexto. Assim, hoje, em todas as escolas, é canónico o conceito de “trabalho colaborativo”, a ideia de que a planificação em sede de grupo é incontornável. Na Escola D. Inês de Castro, esta ideia foi tão longe que se instituiu, a partir de 2007, um espaço-tempo, dentro da componente não letiva dos docentes, consagrado à planificação em conjunto, em grupo. Chamou-se a esse espaço “RCA”: “Reunião de coordenação de ano / grupo”. Esta conceção leva-nos a considerar os limites que a gestão curricular feita por cada professor deve considerar:  A legislação nacional, cabendo dentro deste conjunto a legislação e regulamentação sobre o currículo, os programas das diversas disciplinas1, homologados pelo Ministério da Educação, as orientações sobre a gestão curricular, da responsabilidade dos serviços centrais e regionais do Ministério da Educação (DGIDC, JNE, GAVE, DRELVT…). Deve ainda considerar-se, dentro deste item, a legislação relativa ao Estatuto do aluno, nomeadamente no que diz respeito aos seus direitos.  As normas, valores e metas consignadas no Projeto Educativo e no Regulamento Interno.  Orientações aprovadas pelo Conselho Pedagógico.2, 3 1 Programa de uma disciplina ou área disciplinar consta, por norma, de uma lista de conteúdos e objetivos, eventualmente numa sequência determinada, de instruções metodológicas sobre o tratamento dos conteúdos, objetivos e indicações bibliográficas. 2 Poderíamos considerar ainda as “necessidades individuais dos alunos” (a análise dos pré-requisitos, das prioridades, metas e meios necessários a uma aprendizagem de sucesso). Estas necessidades podem ter etiologia diversa, podendo provir do Conselho de Turma, do Diretor, dos Grupos Disciplinares / Departamentos Curriculares, bem como dos serviços de apoio educativo, SPO e Professora de Educação Especial- No entanto, dada a natureza variada desta proveniência, entende-se que a sua imperatividade se tornará indiscutivelmente efetiva, a partir do momento em que o Conselho Pedagógico sobre elas se pronunciar. 3 Estamos (2011) em fase de mudança. No entanto, ainda há resistência à consideração das deliberações internas das escolas como fonte de legitimação. Ainda são frequentes as perguntas “onde é que isso está na lei?”, quando se sabe – ou desconfia – que uma norma de ação não tem por trás uma lei, um decreto-lei ou um simples despacho… Página 12 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 3. PLANIFICAÇÃO, ENSINO-APRENDIZAGEM E AVALIAÇÃO Ao contrário de um certo senso comum, que teima em ver nas planificações o mero cumprimento de uma formalidade, a planificação constitui-se, em vista do objetivo, como um meio facilitador: visa que se atinjam os objetivos de aprendizagem de cada disciplina com um mínimo de recursos materiais, no mais curto espaço de tempo. É, pois, uma atividade que alinha estratégias, atividades de professores e alunos, bem como as circunstâncias de tempo, modo e recursos. Por comodidade de leitura e análise, a representação habitual das planificações assume a forma de uma tabela que evidencie objetivos, roteiro de conteúdos, calendarização, atividades / estratégias e demais circunstâncias da aprendizagem. O facto de a representação simplificada ser uma tabela deste tipo, não significa que não sejam tidos em conta dos seguintes pressupostos:  Perfil do aluno à saída do 3º Ciclo.  Perfil dos alunos à saída do ensino secundário.  Objetivos gerais do ensino, tais como estão definidos na Lei de Bases do Sistema Educativo.  Circunstâncias e valores locais, tomando como pontos de apoio, nomeadamente, a Carta Municipal de Educação, o Projeto Educativo da Escola e o Regulamento Interno da Escola  Programas oficiais das diferentes disciplinas.  Manuais oficialmente adotados  Orientações sobre a Educação Sexual.  Diferenciação pedagógica, valorização do saber experimental e da oralidade.  Transversalidade da competência em Língua Portuguesa.  Competência em Tecnologias de informação e comunicação.  Existência de Critérios de avaliação.  Valor da informação, nomeadamente no que diz respeito aos alunos, encarregados de educação, pares e direção, sobre a evolução das aprendizagens e perspetivas de sucesso. Entendendo-se por ensino a criação dos meios e das situações que levam os alunos à descoberta, tratamento e validação das informações que as diversas disciplinas propõem, devem ser propostas aos alunos, além das atividades letivas, Salas de Estudo e projetos extracurriculares. Assim, o Currículo, apesar de ser uma realidade nascida fora da instituição escolar, desenvolve-se dentro dela, devendo articular-se com os valores consagrados no Projeto Educativo, na esperança de formar cidadãos capazes de serem bem sucedidos para além da instituição, porque intelectualmente emancipados. . Página 13 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 4. GRELHA DE APRESENTAÇÃO DE PLANIFICAÇÕES A grelha de apresentação do planeamento de atividades de ensino e aprendizagem, de cada nível e disciplina, a propor aos Grupo disciplinar e ao departamento curricular, até ao início do ano escolar, deve conter os seguintes elementos:  Pré-requisitos  Objetivos  Roteiro de conteúdos, a serem abordados, a longo, a médio e a curto prazo.  Atividades / Estratégias  Competências o Exemplos de competências / operações cognitivas:  Identificação;  Comparação;  Diferenciação; / Diferenciação  Análise / Síntese;  Cálculo  Relação temporal /espacial;  Antecedente / consequente / causa / consequência / simultaneidade;  Recursos materiais e humanos. 5. AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS Pelas implicações que tem na vida das pessoas, pelas leituras políticas que suscita, pelo efeito regulador que tem sobre a aprendizagem, o sistema de avaliação é central em todo o processo, impondo alguns cuidados especiais. Matriz dos testes Assim, as provas de conhecimentos devem implicar a existência prévia de uma Matriz, para informar os alunos e encarregados de educação, de modo explícito, sobre a natureza e a estrutura do teste a realizar. Página 14 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Salvaguardando a especificidade de cada disciplina, não existe um modelo único de Matriz, mas têm de ser dada informação explícita sobre os seguintes aspetos: Temas a abordar e hierarquização dos temas, distinguindo, nomeadamente através da cotação, os temas centrais dos secundários. Estrutura do teste: número e tipologia das perguntas (pergunta direta, pergunta de preenchimento de lacuna, pergunta de escolha entre alternativas de resposta, pergunta de opção por pares contrários; pergunta pelo comentário ou dissertação). Pressupostos pedagógicos Equacionar o tempo disponível com o número de perguntas. Nas disciplinas de línguas, devem ser realizados, pelo menos uma vez por período, momentos formais de avaliação oral. Nas disciplinas que impliquem trabalho de laboratório, com dimensão prática, devem existir, pelo menos, dois momentos de avaliação, em cada um dos períodos: teste teórico-prático e relatório sobre as aulas práticas. 6. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS Instrumentos de avaliação, em uso na escola: Testes de diagnóstico – Realizados no início do ano letivo, virados para aprendizagens anteriores, assumidos como um ponto de partida, a ter em conta no desenrolar do processo de ensino aprendizagem. Testes de prognóstico – Realizados antes do início de uma nova unidade letiva, com o objetivo de garantir os pré-requisitos necessários para que essa unidade seja lecionada com sucesso. Relatórios - de trabalho experimental, de observação, de visitas de estudo ou sobre o trabalho desenvolvido, num determinado período de tempo. Testes de oralidade: intervenções espontâneas do aluno ou solicitadas pelo professor, dissertações programadas e debates. Quando intencionalmente provocadas pelo professor, os questionários orais, se existirem, devem pautar-se pelas seguintes regras: Criação de condições físicas e psíquicas de descontração; começar com uma troca de palavras extrainterrogatório e iniciar este com perguntas simples Página 15 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Aviso atempado sobre quais os alunos a ser interrogados, para evitar o embaraço que se segue imediatamente à escolha. Tempo ao aluno para refletir, antes de responder Evitar manifestações de desagrado, pelas respostas ou falta delas, através da fisionomia. em caso algum deve troçar do aluno Formulação de perguntas de modo claro e preciso, na ordem direta, indo ao essencial e não a pormenores insignificantes Criação de mecanismos para que nunca se instale em algum aluno a suspeita de ter sido alvo de um tratamento injusto. Registo, feito pelo professor, sobre a qualidade da resposta e a atitude do aluno. Trabalhos de casa Trabalhos de grupo Exposições. Na avaliação da qualidade do que se expõe, a avaliação deve pautar-se por critérios, entre os quais se destacam Riqueza e adequação vocabular; Rigor na construção sintática; Estilo: de frases apelativas, interrogativas e exclamativas; Estruturação e sequência de ideias; Modo expositivo, considerando-se, nomeadamente: Uso de argumentos racionais e afetivos Imparcialidade da informação utilizada Confiança evidenciada Capacidade de “prender” o auditório. Página 16 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 TESTES ESCRITOS o Resposta fechada o Resposta de escolha múltipla4 o Preenchimento de lacunas o Resposta aberta o Resposta curta5 4 As provas de reconhecimento podem ser de escolha múltipla, de verdadeiro ou falso e de associação. São particularmente eficazes na avaliação da memorização de conceitos, verificando a precisão de definições ou de entendimento de sentenças de um texto como nenhumas outras; se muito bem usadas, podem ainda permitir verificar o rigor e fundamentação de raciocínios. As provas de escolha múltipla são as mais eficientes e também as que dão mais trabalho a elaborar, mas têm a vantagem de ser muito rápidas de classificar e poderem ir sendo dadas aos poucos, na parte final das aulas, servindo assim de autênticos apontamentos para os alunos. As regras gerais são as seguintes: a)- nunca use menos de quatro alíneas na escolha múltipla, pois tornará o acaso como causa de sucesso; b)- use perguntas ou proposições e suas respostas ou complementos muito claras e precisas; c)- indique muito claramente o modo de responder, se possível fazendo um exemplo no enunciado e no quadro; d)- na prova de lacunas não deve começar logo o texto por uma delas, para não fazer perder o sentido do texto; atire-as para o fim da frase; e)- não penalize os erros. 5 As provas escritas de resposta curta verificam em extensão a aquisição de memórias. À medida que vai lecionando, o professor deve ir anotando os pontos a que deu maior ênfase e que correspondem a problemas claros e significativos para o aluno; ao fim de algumas aulas já tem um banco de dados com perguntas significativas, em perfeito acordo com o estilo com que o curso está a ser ministrado - que varia de turma para turma, de ano para ano, de escola para escola - e capazes de, em princípio, serem respondíveis pelos alunos. As principais regras a seguir neste tipo de provas podem ser: a)- A redação das perguntas deve ser clara e precisa, e só o é se estiver em acordo com o modo como os conteúdos foram surgindo na aula; uma pergunta só pode dar origem a uma resposta, deve excluir a possibilidade de o aluno pensar noutras ou ter de responder duplamente; b)- evitar as respostas em cadeia, isto é, que a primeira resposta, quando falhada, impeça a resposta às seguintes; tal não exclui que, em cada grupo, por cada assunto, haja uma progressão de dificuldade de resposta; c)- evitar dar pontuação muito diferente às várias perguntas; as questões mais difíceis já são penalizadoras por serem mais difíceis; Página 17 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 III. CONTEXTUALIZAÇÃO (E LIMITES) DA GESTÃO CURRICULAR Tempos houve em que se hiperbolizou o génio individual como a boa norma das ações, nomeadamente das ações pedagógicas. Esta hipérbole, aplicada ao domínio pedagógico, teve os seus efeitos: acantonou o professor, dando-lhe a representação de uma individualidade. Nesta representação, a sala de aula ficou como “o último reduto” da individualidade, o santo dos santos em que era (é?) sacrilégio alguém entrar. Sem se pretender anular o caráter singular do ato pedagógico, a verdade é que, hoje, é pacífica a sua aceitação como um ato situado, um ato planificado, em contexto. Assim, hoje, em todas as escolas, é canónico o conceito de “trabalho colaborativo”, a ideia de que a planificação em sede de grupo é incontornável. Na Escola D. Inês de Castro, esta ideia foi tão longe que se instituiu, a partir de 2007, um espaço-tempo, dentro da componente não letiva dos docentes, consagrado à planificação em conjunto, em grupo. Chamou-se a esse espaço “RCA”: “Reunião de coordenação de ano / grupo”. Esta conceção leva-nos a considerar os limites que a gestão curricular feita por cada professor deve considerar:  A legislação nacional, cabendo dentro deste conjunto a legislação e regulamentação sobre o currículo, os programas das diversas disciplinas6, homologados pelo Ministério da Educação, as orientações sobre a gestão curricular, da responsabilidade dos serviços centrais e regionais do Ministério da Educação (DGIDC, JNE, GAVE, DRELVT…). Deve ainda considerar-se, dentro deste item, a legislação relativa ao Estatuto do aluno, nomeadamente no que diz respeito aos seus direitos.  As normas, valores e metas consignadas no Projeto Educativo e no Regulamento Interno.  Orientações aprovadas pelo Conselho Pedagógico.7, 8 d)- organizar as perguntas por grupos correspondentes aos menores agrupamentos de conteúdos - aqueles que serviram de título nos sumários; dentro de cada grupo, organizar as perguntas por grau de dificuldade, de modo a entender qual o patamar de conhecimento em que pode situar o aluno. 6 Programa de uma disciplina ou área disciplinar consta, por norma, de uma lista de conteúdos e objetivos, eventualmente numa sequência determinada, de instruções metodológicas sobre o tratamento dos conteúdos, objetivos e indicações bibliográficas. 7 Poderíamos considerar ainda as “necessidades individuais dos alunos” (a análise dos pré-requisitos, das prioridades, metas e meios necessários a uma aprendizagem de sucesso). Estas necessidades podem ter etiologia diversa, podendo provir do Conselho de Turma, do Diretor, dos Grupos Disciplinares / Departamentos Curriculares, bem como dos serviços de apoio educativo, SPO e Professora de Educação Página 18 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 7. PRINCÍPIOS ESTRUTURANTES DA POLÍTICA EDUCATIVA 1.1 - ARTICULAÇÃO SISTEMÁTICA – Muitas vezes, o que falta às organizações não é o fazer, mas sim a consciência do que fazem e de por que é que o fazem. A distinção pode parecer meramente escolástica; no entanto, esta consciencialização permite uma consistência muito maior do agir, transformando um acontecer casuístico num fazer intencional, regulado por princípios, e que, deste modo, tem maiores possibilidades de se repetir com (mais) êxito no futuro. Deste modo, o nosso Projeto Curricular procurará cotejar-se sempre com os valores axiais do Projeto Educativo acima referenciados (promoção da cidadania, do sucesso, qualidade, abertura e liberdade intelectual), com as imposições do Currículo nacional, reconhecendo que, para além da obrigatoriedade legal, há a justificação racional de um valor comum a todos. Finalmente, não esquecerá a cultural institucional da Escola, “aberta” por tradição a atividades várias que se apresentam como extensões e desenvolvimentos do currículo formal. 1.2 - ABERTURA - “Numa época em que nada é garantido e tudo é para ser justificado, a inculcação do valor da mudança, da criatividade e da adaptabilidade ao que é mutável, não constitui apenas um valor; constitui também um ‘manual de sobrevivência’” (Projeto Educativo, pág. 13). Este princípio desdobra-se nos seguintes preceitos operativos: 1.2.1 Mudança / Inovação Contínuas – Sobretudo no que diz respeito à oferta da Escola nos Cursos Profissionais, impõe-se uma política de mudança (quase) contínua, de modo a melhor aproveitar as oportunidades e não saturar o mercado com profissionais sem ocupação nem futuro. Esta política impõe-se também por razões mais realistas: num cenário em que “o aluno” passou a ser um bem escasso, a satisfação das suas ambições é também uma necessidade prática – a par da, mais fundamental, imposição ética e deontológica. 1.2.2 Permeabilidade ao meio – A dicotomia escola / meio faz cada vez menos sentido. Sem que se defenda, em circunstância alguma, uma “capitulação” da escola face às competências concorrentes do meio; significa, antes, a consciencialização de que as instituições, escolares ou não, estão Especial- No entanto, dada a natureza variada desta proveniência, entende-se que a sua imperatividade se tornará indiscutivelmente efetiva, a partir do momento em que o Conselho Pedagógico sobre elas se pronunciar. 8 Estamos (2011) em fase de mudança. No entanto, ainda há resistência à consideração das deliberações internas das escolas como fonte de legitimação. Ainda são frequentes as perguntas “onde é que isso está na lei?”, quando se sabe – ou desconfia – que uma norma de ação não tem por trás uma lei, um decreto-lei ou um simples despacho… Página 19 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 “condenadas” a um entendimento estratégico. A cultura está em toda a parte, assim como as oportunidades, os riscos, as ameaças. 1.2.3 Uma oferta completa, que valoriza a dimensão artística - A nível dos cursos gerais, a Escola tem a possibilidade, outorgada pela “Rede Escolar” da DRELVT, de oferecer todos os cursos disponíveis. Assim, desde o ano letivo anterior, que o Curso de Artes Visuais funciona neste estabelecimento de ensino. Sendo Alcobaça, desde sempre, uma terra dedicada a certas formas de produção artística, adquirindo a música particular importância, como o provam o número de instituições que ao ensino / divulgação da música se dedicam. Filarmónicas, hás as de Alcobaça, Maiorga, Vestiaria, Pataias e Turquel, algumas das quais centenárias. Há várias escolas de música (desde logo as que nasceram à sombra da sociedades filarmónicas, bem como outras como as do Bárrio e da Cela. Deste modo, serão de privilegiar “Clubes” e Projetos que se dediquem à divulgação da música nas suas diversas manifestações. Concretizou-se, no presente ano letivo, em articulação e parceria com a Academia de Música de Alcobaça, a oferta de cursos profissionais, na Área da Música, de Instrumentistas de sopro e percussão e de instrumentista de jazz, o que se traduz numa enorme mais valia, uma vez que a oferta regional é praticamente nula neste domínio. 1.3 - O INTERESSE DOS ALUNOS – Para que este princípio não seja uma mera figura de retórica, deve comportar consequências. Deste modo: 1.3.1 Escolha das opções – Uma vez que as escolhas possíveis, sobretudo no que ao 12º ano dizem respeito, oscilam entre o privilegiar a abrangência ou privilegiar a especialização, sem que haja um critério que se imponha inequivocamente, após vários anos em que este assunto se analisou em sede de Conselho Pedagógico, decidimos que a palavra decisiva sobre este assunto cabe aos alunos. São eles quem decide o caminho da especialização ou o caminho da abrangência. À Escola cabe a tarefa de arregimentar os meios para viabilizar as opções mais escolhidas. 1.3.2 Viabilização de projetos próprios – A escola empenhar-se-á em criar as condições para viabilizar todos os projetos válidos, propostos pela Biblioteca, pelo PTE, pelo CNO, pelos departamentos/ grupos disciplinares, pelo SPO/NEE, por “Clubes” ou pelos alunos. Página 20 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 IV. OFERTA FORMATIVA 8. TURMAS EM FUNCIONAMENTO NO ANO LETIVO 2011-2012 Ensino Diurno 10º Ano CURSOS Áreas Nº de turmas Ciências e Tecnologias 5 Cursos Científico Ciências Socioeconómicas 1 humanísticos Línguas e Humanidades 2 Artes Visuais 1 Téc.º de Gestão e Programação de Sistemas 1 Informáticos Apoio á Gestão Desportiva 1 Profissionais Técnico auxiliar de saúde 1 Instrumentista de sopro e 1 percussão/Instrumentista de Jazz 11º Ano CURSOS Áreas Nº de turmas Ciências e Tecnologias 4 Cursos Científico Ciências Socioeconómicas 1 humanísticos Línguas e Humanidades 2 Artes Visuais 1 Téc.º de Gestão e Programação de Sistemas Profissionais 1 Informáticos 12º Ano CURSOS Áreas Nº de turmas Cursos Científico Ciências e Tecnologias 4 Página 21 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 humanísticos Ciências Socioeconómicas 1 Línguas e Humanidades 2 Tecnológico Desporto Téc.º de Gestão de Equipamentos Profissionais 1 Informáticos Ensino Noturno Secundário Nº de turmas Cursos EFA Certificação Escolar 2 (turmas A e B) A diversidade de opções de formação pretende por um lado, dar resposta às solicitações e necessidades dos alunos que a escola serve, mas também desafiar as suas capacidades organizativas de forma a rentabilizar os recursos humanos, infraestruturas e equipamentos que possui. 9. ENSINO SECUNDÁRIO COMPETÊNCIAS DO ENSINO SECUNDÁRIO À saída do Ensino Secundário, o aluno deverá ser capaz de: · Dominar competências comunicativas usando com clareza e correção a Língua Portuguesa em contextos diversos; · Dominar conhecimentos e técnicas no domínio das tecnologias da informação e comunicação; · Compreender, viver e fruir da realidade em que está inserido, nas suas diversas dimensões; · Organizar os seus saberes e experiências, em sistemas interpretativos coerentes, mas críticos e flexíveis; · Reconhecer a permanente relatividade do conhecimento, estruturando processos cognitivos de questionamento crítico; · Atualizar as competências técnico-científicas adquiridas, face à rápida mutação do mundo atual; Página 22 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 · Manifestar respeito, abertura e capacidade de diálogo face a perspetivas e valores diferentes dos seus; · Desenvolver uma perspetiva de interesse e responsabilização face aos problemas dos grupos e da sociedade a que pertence; · Atuar autonomamente, sabendo gerir pessoalmente e de forma eficaz os seus objetivos, iniciativas e opções; · Desempenhar papéis sociais em contextos diversos, compreendendo a interação com a perspetiva do (s) outro (s). · Conhecer princípios e adotar comportamentos reveladores de uma sexualidade saudável. · Dominar conhecimentos do âmbito da literacia financeira. 9.1.1. CURSOS CIENTÍFICO-HUMANÍSTICOS Generalidades  Perfil do Aluno à saída destes cursos · Compreender e utilizar corretamente a terminologia específica de cada disciplina. · Desenvolver o raciocínio e o pensamento científicos. · Desenvolver a capacidade de utilizar a Matemática na interpretação e intervenção para cada problema da realidade. · Desenvolver as capacidades de utilização de novas tecnologias. · Desenvolver a capacidade de selecionar, analisar e avaliar de modo crítico, informações em situações concretas. · Ser crítico e apresentar posições fundamentadas quanto à defesa e melhoria da qualidade de vida e do ambiente. · Adquirir, compreender e utilizar dados, conceitos, modelos e teorias do domínio científico. · Produzir enunciados que permitam interação linguística, exprimindo as ideias em textos linguisticamente corretos e de complexidade crescente. · Escrever com fluência e correção, utilizando diversos modelos de escrita. · Adotar atitudes e valores relacionados com a consciencialização pessoal e social visando uma educação equilibrada. Página 23 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Esta tipologia de formação é particularmente adequada a alunos que concluíram o 9.º ano de escolaridade, que tenham realizado exames nacionais às disciplinas de Português e Matemática e que pretendam predominantemente o prosseguimento de estudos no ensino superior, após o 12ºano. Por este motivo deve salientar-se a obrigatoriedade de realização de, pelo menos, quatro exames nacionais, exigidos em cada curso, que assumem também a valência de Provas de Ingresso Página 24 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Curso científico-humanístico de Ciências e Tecnologias Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007 Página 25 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Curso científico-humanístico de Ciências Socioeconómicas (Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007) Página 26 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Curso científico-humanístico de Línguas e Humanidades (Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007) Página 27 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Curso científico-humanístico de Artes Visuais (Plano de estudos – Decreto-Lei nº 272/2007) Página 28 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 9.1.2. CURSOS TECNOLÓGICOS Curso Tecnológico de Desporto O Curso Tecnológico de Desporto, último e único curso tecnológico ainda em funcionamento, irá desaparecer no final deste ano letivo (2011-2012), sendo substituído pelo correspondente (?) curso profissional. Tem por objetivo a formação de profissionais capazes de dinamização desportiva, capazes de desempenhar variadas funções em áreas como o desporto, o lazer e o turismo, exercer tarefas de organização, realização e avaliação de atividades desportivas, bem como a gestão e manutenção ao nível dos respetivos materiais, equipamentos e estruturas de enquadramento. Legislação  Decreto-Lei nº 74/2004, de 26 de março (Estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular, bem como da avaliação das aprendizagens, no nível secundário de educação), retificado pela Declaração de Retificação nº 44/2004, de 25 de maio.  Decreto-Lei n.º 24/2006. de 6 de fevereiro (Altera o Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, que estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão curricular, bem como da avaliação das aprendizagens, no nível secundário de educação. Revoga o nº 5 do artigo 11º do Dec. Lei nº 74/2004)  Portaria nº 550-A/2004 de 21 de maio (Estabelece os princípios orientadores da organização e da gestão do currículo, bem como da avaliação e certificação das aprendizagens do nível secundário de educação, aplicáveis aos diferentes percursos do nível secundário de educação).  Portaria nº 260/2006 de 14 de março (Aprova o regime de organização, funcionamento e avaliação dos cursos tecnológicos de nível secundário de educação). Componentes de Carga horária Semanal Disciplinas (tempos de 90 minutos) formação 10º 11º 12º Português 2 2 2 L. Estrangeira I, II ou III a) 2 2 - Filosofia 2 2 - GERAL Ed. Física 2 2 - Tecnologias da Informação e Comunicação 2 - - Sub-total 10 8 4 CIENTÍFICA Matemática B 2 2 2 Página 29 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Biologia Humana 2 2 - Sub-total 4 4 2 Psicologia A 2 2 2 Organização e Desenvolvimento Desportivo 2 2 2 Práticas Desportivas e Recreativas 2 4 - Sub-total 6 6 4 Carga Horária Anual ( tempos de 90 minutos) TECNOLÓGICA Área Tecnológica Integrada c) Práticas de Dinamização Desp. Disciplina de Especificação d) e) 120 Práticas de Organização Desp. Projeto Tecnológico e) 27 (147) Estágio f) 160 g) Educação Moral e Religiosa h) (1) (1) (1) TOTAL 20 a 21 20 a 21 17 a 18 a) O aluno escolhe uma língua estrangeira. b) A área Tecnológica Integrada é assegurada pelo docente que leciona a disciplina de Especificação. Certificado Profissional Técnico Intermédio de Nível III 9.1.3. CURSOS PROFISSIONAIS Generalidades Destinatários: Os Cursos Profissionais podem ser o percurso mais indicado para jovens que: - tenham concluído o 9º ano de escolaridade ou equivalente; - procuram um ensino mais prático e voltado para o mundo do trabalho; - não excluam a hipótese de, mais tarde, prosseguir estudos. Certificações: Página 30 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 A conclusão do curso profissional confere um diploma equivalente ao ensino secundário e um certificado de qualificação profissional de nível III. O diploma do ensino secundário e o certificado de qualificação profissional de nível III permitem o ingresso nos Cursos de Especialização Tecnológica (nível 4) e o acesso ao ensino superior. No entanto, se o aluno pretende prosseguir estudos no ensino superior, terá de realizar um exame na disciplina de Português e em duas disciplinas da componente de formação científica. Estes cursos culminam com a apresentação de um projeto, designado por Prova de Aptidão Profissional (PAP), no qual o aluno demonstrará as competências e os saberes que desenvolveu ao longo dos 3 anos de formação. Legislação aplicável: - Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março, retificado pela Declaração de Retificação n.º 44/2004, de 25 de maio, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 24/ 2006, de 6 de fevereiro, retificado pela Declaração de retificação n.º 23/2006, de 7 de abril; - Portaria n.º 550-C/2004, de 21 de maio, com as alterações introduzidas pela Portaria n.º 797/2006, de 10 de agosto; - Despacho n.º 14 758/2004, de 23 de julho. Cursos Profissionais atualmente em funcionamento na ESDICA:  Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos  Técnico de Apoio à Gestão Desportiva  Instrumentista de Sopro e Percussão  Instrumentista de Jazz  Técnico Auxiliar de Saúde Página 31 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Portaria nº 916/2005 de 26 setembro Nota: Os alunos que pretendem ingressar no ensino superior realizam exame às disciplinas específicas. Perfil de Desempenho à Saída do Curso: O Técnico de Gestão e Programação de Sistemas Informáticos é o profissional qualificado que, de uma forma autónoma ou integrado numa equipa, realiza atividades de conceção, especificação, projeto, implementação, avaliação, suporte e manutenção de sistemas informáticos e de tecnologias de processamento e transmissão de dados e informações. Página 32 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Portaria nº 176/2011 de 28 de abril Perfil de Desempenho à Saído do Curso – O técnico de apoio à gestão desportiva é o profissional que colabora na gestão e manutenção de instalações e de equipamentos desportivos e que participa na conceção e desenvolvimento e avaliação de programas, atividades e eventos desportivos em diversos contextos organizacionais. Página 33 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Portaria nº 221/2007 de 1 de março Perfil de Desempenho à Saída do Curso – O Instrumentista de Sopro e Percussão é o profissional que desenvolve a sua atividade interpretando obras, no instrumento musical da sua especialidade, executando como solista ou em grupo, perfomances ao vivo e ou em estúdio, como forma de expressão artística. Página 34 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Portaria nº 176/2011 de 28 de abril Perfil de Desempenho à Saída do Curso – O Instrumentista de Jazz é o profissional que desenvolve a sua atividade interpretando obras, no instrumento musical da sua especialidade, executando como solista ou em grupo, perfomances ao vivo e ou em estúdio, como forma de expressão artística. Página 35 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Portaria nº 1041/2010 de 7 de outubro Perfil de Desempenho à Saída do Curso – O Técnico Auxiliar de Saúde é o profissional que desenvolve a sua atividade sob a orientação de profissionais de saúde com formação superior, e que auxilia na prestação de cuidados de saúde aos utentes, na recolha e transporte de amostras biológicas, na limpeza, higienização e transporte de roupas, materiais e equipamentos. Operacionalização dos Cursos Profissionais e Curso Tecnológico. A especificidade organizativa dos cursos que conferem certificação profissional, para além da certificação escolar, e incluem formação em contexto de trabalho, justifica a elaboração de regulamentação específica adaptada a cada tipologia de formação. 9.1.4. ENSINO PARA ADULTOS Centro de Novas Oportunidades (CNO) O Centro Novas Oportunidades da Escola Secundária D. Inês de Castro promove processos de diagnóstico e encaminhamento para educação e formação, de reconhecimento de competências, de formação e de certificação que respondam às necessidades dos cidadãos que pretendam elevar os seus níveis de qualificação escolar, procurando sempre adequar os processos referidos ao perfil do formando adulto. Constitui-se assim como meio privilegiado de acesso a todas as modalidades de Educação e Formação de Adultos, oferecidas pela Escola Sec. D. Inês de Castro ou por outras entidades da região. O Centro Novas Oportunidades D. Inês de Castro propõe-se, ainda, distinguir-se pela qualidade da oferta formativa. Assim, mobilizando os conceitos-âncora de “rigor”, “exigência” e “eficiência”, procurar-se-á criar uma imagem de seriedade associada a este processo de formação, contribuindo, assim, para credibilizar esta inovadora aposta na valorização dos recursos humanos. Numa primeira fase, o Centro Novas Oportunidades irá assegurar a certificação escolar de Nível Básico e de Nível Secundário, remetendo para um próximo Plano Estratégico de Intervenção a possibilidade de se candidatar a RVCC Profissional. Pretende-se garantir igualdade de oportunidades a mulheres e homens e desenvolver práticas que melhorem o acesso à formação por parte de públicos com dificuldades de inserção no mercado de trabalho, procurando garantir-lhes um acompanhamento personalizado, adaptado às condições específicas verificadas, no sentido de encontrar soluções adequadas ao perfil individual. Página 36 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Nesta fase de implementação, o horário de funcionamento, repartido entre o período laboral e o período pós-laboral, procura diversificar a oferta, de modo a poder atender formandos adultos, ora em situação de desemprego, ora empregados em busca de qualificação e certificação suplementar. Haverá avaliação periódica dos processos e dos resultados alcançados, através do modelo CAF (Common Assessment Framework), perspetivandorspectivando-se sempre uma estratégia dinâmica de intervenção e a atualização constante dos membros da equipa técnico-pedagógica, através de Ações de Formação regulares e de Jornadas de Reflexão. reAct Para alguns, a escola não resulta. Isto leva ao insucesso e ao aumento da marginalização. A falta de iniciativa, de assuntos relevantes ou de interesse revelam que a escola não motiva. Coloca-se então um desafio: reativar o desejo natural para aprender, de modo a que estes aprendentes possam voltar à educação e construir um futuro para si-próprios. Quando os estudantes pensam: A escola foi uma perda de tempo; Nada na escola se relaciona com a minha vida; A escola não é real e quando os professores perguntam: Como tornar os estudantes mais proativos na sala de aula? Devem as aulas ser divertidas? Uma sala de aula sem “paredes”? Assim, o projeto reAct propõe: Autonomia: Os aprendentes escolhem e definem os seus projetos, desenvolvendo capacidades de iniciativa e autonomia, desaprendendo a passividade previamente incutida pelo sistema educativo. Colaboração: Trabalham com outros aprendentes nos seus projetos, incluindo pessoas de outros países, alargando assim as suas perspetivas, aprendendo a trabalhar em equipa e desenvolvendo, também, a sua criatividade no processo. Aprender a aprender: no processo, desenvolvem novas competências e novas atitudes que irão mudar o modo de abordar a aprendizagem e o mundo do trabalho. Como atingir estes objetivos? Uma mudança na metodologia de formação 1. Os formandos colaboram uns com os outros num projeto criativo, num tema à sua escolha, em colaboração com outros países. 2. Os formandos escolhem e trabalham num projeto criativo num tema da área do seu curso. Página 37 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 3. A atividade regressa à sala de aula mas os formandos adquiriram novas competências e uma nova conceção da aprendizagem. Papel do formador Apoia o processo, é guia e coaprendente das novas competências, o que lhe permite mudar as atividades previstas no programa, tornando-as mais criativas, colaborativas e relevantes. Ferramentas tecnológicas Uma seleção de ferramentas criativas de comunicação para apoiar o processo. Principais atividades a desenvolver no projeto: Estudo do perfil dos participantes: definir competências e necessidades de formadores e formandos. Metodologia: definir linhas mestras para aplicar abordagens pedagógicas personalizadas e inovadoras. Preparação de um conjunto de ferramentas, incluindo as da Web 2.0, utilizadas em Ambientes Personalizados de Aprendizagem (PLE). Página 38 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 V. ORGANIZAÇÃO DO ANO LETIVO 10. Calendário escolar para o ano letivo 2011-2012 Ensinos Básico e Secundário – Períodos letivos Início 15 de setembro 1º P Termo 16 de dezembro Início 3 de janeiro 2º P Termo 23 de março Início 10 de abril 3º P 8 de junho para os 11.º e 12.º anos e 15 de junho para Termo o 10º ano. Interrupções 1º P De 19 de dezembro a 3 de janeiro, inclusive 2º P De 20 a 22 de fevereiro, inclusive 3º P De 24 de março a 09 de abril, inclusive Dia do diploma No dia 30 de setembro de 2011, realiza-se o dia do Diploma: “as escolas e os agrupamentos que lecionem o ensino secundário deverão promover, envolvendo a respetiva comunidade educativa, uma ação formal de entrega dos certificados e dos diplomas aos alunos que, no ano letivo anterior, tenham terminado o ensino secundário.” Adenda em tom menor – Este ano, a uma semana do dia aprazado, veio o desmentido: não há prémios monetários. A crise até podia justificar o facto, não fosse a circunstância de o dinheiro ficar na escola. 11. Critérios de constituição de turmas Os critérios de natureza pedagógica para a construção de turmas obedecem a Despacho a publicar em cada ano letivo, sendo o Diretor responsável pela sua aplicação, em função dos recursos humanos e materiais Página 39 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 disponíveis na escola. Para além dos critérios gerais legalmente estabelecidos, foram definidos em Conselho Pedagógico os seguintes critérios específicos: - Os critérios de natureza pedagógica para a constituição de turmas, obedecem a Despacho nº13170/2009 , de 4 de junho. - Serão considerados todos os alunos efetivamente matriculados (que pagaram propinas e seguro escolar), sendo as turmas constituídas pelo número de alunos legalmente estabelecido em função da tipologia do curso. - As turmas que integrem alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente (NEECP) devidamente comprovadas e cujo PEI assim o determine deverão ser constituídas por 20 alunos, integrando, no máximo, 2 alunos com NEECP por turma. - A constituição de turmas com número de alunos inferior ou superior ao estabelecido carece de autorização da respetiva Direção Regional de Educação, tendo estas situações que ser devidamente justificadas. - O interesse dos alunos deve sobrepor-se a qualquer outro critério; - No respeito pela lei, serão respeitadas, sempre que possível, as opções dos alunos, no que respeita às suas escolhas disciplinares; - As turmas em situação de continuidade (11º) serão mantidas, a menos que existam razões pedagógicas em contrário; - Na constituição das turmas do 10º ano, o Os pedidos de manutenção de determinados grupos de alunos serão, sempre que possível, respeitados; o Os alunos repetentes e provenientes de outros estabelecimentos de ensino sem indicação de grupo de referência serão distribuídos pelas diversas turmas de forma equilibrada. O Grupo de Elaboração de Turmas é constituído por um Coordenador e dois professores, por cada ano a processar. A equipa é homologada pelo Diretor, precedendo parecer do(a) Coordenador(a). O Grupo de Elaboração de Turmas, que trabalha em estreita colaboração com a Direção, os Serviços Administrativos e o SPO, executará as seguintes tarefas: elaborar as listas de alunos em suporte digital e preencher os mapas de distribuição de níveis. Quaisquer situações não previstas serão resolvidas em articulação coma Direção, durante o período de funcionamento do Grupo de Trabalho, e pelo órgão Diretivo, depois da cessação de funções do grupo. Página 40 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 12. Critérios para a elaboração dos horários dos alunos Os horários obedecem aos princípios seguintes:  Tendencialmente, as atividades escolares comuns a todas as turmas de um mesmo ano deverão ter início e termo das atividades escolares comuns para todas as turmas do mesmo ano.  Tanto quanto possível, os alunos, ao longo da semana, têm sempre as mesmas horas de entrada e saída.  Os alunos pós-puberdade não devem iniciar as atividades letivas teóricas muito cedo, uma vez que, adormecendo mais tarde, não têm o tempo de sono necessário à consolidação da memória de longo prazo.  As unidades letivas devem ocupar, em 4 dias da semana, os dois turnos (manhã e tarde), e um dia com apenas um turno.  Em caso algum o dia escolar pode conter mais do que 4 unidades letivas curriculares de 90' (8 tempos letivos).  Em caso algum pode ser ultrapassado o máximo de 3 unidades letivas de 90' num período do dia (manhã ou tarde).  Pelo menos, cada turma deve dispor de uma manhã ou uma tarde livre. Sempre que possível, esse período livre deve ser comum a todas as turmas do mesmo ano.  Em horários completos, não deve haver "furos".  Em horários completos, um período não deve ter apenas uma aula.  O intervalo para almoço não pode ser inferior a uma hora.  As aulas de Educação Física só poderão iniciar-se uma hora depois de findo o período que a escola definiu para o almoço (horário de funcionamento do refeitório), ou seja, uma hora entre o período definido para o almoço no horário do respetivo grupo ou turma e o início das aulas de Educação Física).  Devem evitar-se blocos consecutivos de aulas que exijam concentração elevada, ou seja, distribuição equilibrada entre disciplinas de caráter teórico e disciplinas de caráter prático, ou aulas teóricas e aulas práticas.  Distribuição das unidades letivas das disciplinas em dias intercalados.  As aulas das diversas disciplinas devem ser lecionadas em dias interpolados.  Línguas estrangeiras diferentes não devem ser lecionadas em tempos consecutivos.  Uma mesma disciplina não deve ser lecionada sempre nem ao primeiro nem ao último tempo.  Uma mesma disciplina, preferencialmente, não deve ser lecionada nos extremos da semana. Página 41 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  As disciplinas de Biologia e Geologia e de Física e Química desdobram num bloco e meio (135 min), quando o número de alunos da turma for superior a 15, de modo a permitir a realização de trabalho experimental. ■ Nota: Trabalho Experimental é o que inclui atividades que envolvem controlo e manipulação de variáveis e se realizam no campo, em laboratório ou oficinas ou com recurso a kits de experimentação utilizáveis em salas normais. O critério principal para assumir uma atividade como laboratorial ou de campo diz respeito ao local onde a mesma se desenvolve. O trabalho prático corresponde ao envolvimento que os alunos têm na realização de atividades, mas que não implica necessariamente controlo e manipulação de variáveis e local específico de realização das atividades. O critério que permite distinguir o trabalho experimental do trabalho não experimental é a metodologia utilizada. 13. Distribuição do serviço docente PRINCÍPIO INFORMANTE: O interesse dos alunos deve sobrepor-se a qualquer outro critério. PRINCÍPIOS GERAIS: 1. Nos horários de trabalho do pessoal docente será registada a totalidade das horas correspondentes à componente letiva e não letiva de estabelecimento, bem como o tempo para atividades de apoio educativo, organizadas em Salas de Estudo. 2. Todos os professores terão direito a uma componente de trabalho individual que será de 10 horas para os docentes com menos de 100 alunos e de 11 horas para os docentes com mais de 100 alunos. [As horas, 1 ou 2, derivadas da conversão dos tempos letivos de 50 min em tempos de 45 min (Artº 3º do Despacho nº 13599 /2006), não entram neste cômputo]. 3. Não é permitida a lecionação de mais de 6 horas letivas consecutivas. 4. Na distribuição de serviço docente deverá respeitar-se a constituição de equipas estáveis que acompanhem os alunos ao longo de um ciclo de estudos. 5. A continuidade é, pois, o critério maior que preside à distribuição do serviço docente, só podendo ser quebrado em casos excecionais, devidamente fundamentados. 6. Aos professores poderá ser distribuído qualquer serviço docente, independentemente do Grupo de Recrutamento a que pertençam, desde que detenham formação adequada. Página 42 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 CRITÉRIOS CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO-ADMINISTRATIVOS 1. Inexistência de incompatibilidades conhecidas entre professor e alunos; 2. Sintonia entre o saber / experiência do professor e as matérias a lecionar; 3. Distribuição equitativa e equilibrada de níveis, evitando que o mesmo professor lecione todas as turmas do mesmo ano. 4. Sempre que possível, cada professor não deve lecionar mais de três níveis diferentes. 5. Em caso de insuficiência de horas em determinado grupo, os horários zero / incompletos pertencerão aos professores menos graduados. 6. Em disciplinas que funcionem em regime de junções / simultaneidades, nenhum professor poderá lecionar mais do que uma das disciplinas / turmas envolvidas. 14. Reuniões de coordenação de ano (RCA) Tentando dar maior consistência e organização à Componente não Letiva de Estabelecimento (CNLE), a Escola instituiu um tempo de coordenação a que deu o nome de RCA. Dessa estrutura / valência foi elaborado um regulamento que, aprovado no Conselho Pedagógico de 11 de novembro de 2009, aqui se transcreve: Artigo 1.º CNLE - Natureza, Âmbito e Finalidade Nos termos do Artigo 82º do Decreto-Lei nº 15/2007, de 19 de janeiro, com a redação dada pelo Decreto-Lei nº 270/2009, de 30 de setembro, adiante designado por ECD, a componente não letiva de estabelecimento, adiante designada por CNLE, compreende “o trabalho a nível do estabelecimento de educação ou de ensino [que] deve ser desenvolvido sob a orientação das respetivas estruturas pedagógicas intermédias com o objetivo de contribuir para a realização do projeto educativo da escola.” 1. As atividades a desenvolver na CNLE são as que constam do número 3 do Artigo 82º do ECD. Artigo 2.º RCA - Natureza, Âmbito e Finalidade Página 43 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 1. As “Reuniões de Coordenação de Ano, Grupo e Departamento”, adiante designadas por RCA, constituem um espaço destinado à operacionalização das diversas coordenações pedagógicas. 2. O RCA insere-se na componente não letiva de estabelecimento (CNLE) e é de marcação obrigatória nos horários dos docentes. 3. Dentro da sua matriz inicial, o RCA deve consagrar, pelo menos, uma reunião mensal à coordenação de Ano. a. Esta reunião deverá ocorrer na primeira quarta-feira de cada mês; b. Se este dia coincidir com feriado, transfere-se para a quarta-feira seguinte, procurando sempre assegurar a realização de, pelo menos, uma reunião mensal consagrada à coordenação de ano; 4. Entre outras matérias que julguem adequadas, deverão ser analisadas nesse RCA as seguintes: a. Avaliação do grau de cumprimento dos programas por anos / níveis de ensino, procurando assegurar uma gestão sincronizada dos ritmos de ensino-aprendizagem; b. Avaliação do grau de profundidade / dificuldade adequado; c. Planificação dos instrumentos de avaliação sumativa, de modo a assegurar níveis de dificuldade semelhantes, comuns aos diversos docentes; d. Diagnóstico anual das necessidades de formação; e. Elaboração do Plano de Atividades do Grupo, a submeter, no final do ano letivo, ao respetivo Departamento. 5. As restantes reuniões de RCA poderão ser utilizadas para outros tipos de coordenação, nomeadamente: a. Coordenação de Grupo / Departamento; b. Coordenação de Turma (Conselhos de Turma, Conselho de Diretores de Turma); c. Coordenação de Projetos; d. Reposição de aulas nos cursos profissionais / CEF, desde que não tenha sido possível assegurá-las através dos mecanismos OPTE. 6. No caso de não se realizarem as atividades previstas no nº 5, todas a reuniões previstas nos horários serão utilizadas para Coordenação de Ano. Artigo 3º Deliberações e votações Nas reuniões de RCA apenas poderão ser tomadas decisões vinculativas se os assuntos a deliberar tiverem sido divulgados por convocatória, nos termos da lei. Artigo 4.º Registo das Reuniões Das reuniões haverá registo, em impresso próprio, comum a todos os Grupos / Departamentos, através do qual seja possível: Página 44 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 a. Fazer o apuramento de presenças e ausências; b. Saber os assuntos que foram alvo de ponderação e análise. 15. Orientações para os projetos curriculares de turma O Projeto Curricular de Turma tem como objetivo organizar as atividades da turma, encontrando uma linha condutora de atuação, tendo em conta as especificidades da turma e a situação real dos alunos, as suas características e necessidades. O PCT concretiza o PCE, ajustando-o à turma, incluindo os seguintes tópicos: 1-Caracterização da turma 1.1 – Percurso escolar 1.2 - Perfil da turma 1.3 - Situações específicas 2- Medidas de Intervenção de âmbito disciplinar/ Interdisciplinar 2.1 – Interdisciplinaridade/ Desenvolvimento de Projetos Transversais 3- Plano de Atividades da Turma 3.1 – Promoção do sucesso escolar 3.2 – Promoção de um espírito de cidadania ativa e crítica 3.3 – Promoção de valores locais e relação com a Comunidade 3.4 – Quadro sinóptico das visitas de estudo 4– Indicadores de medida do sucesso educativo 5– Avaliação do Projeto Curricular de Turma 5.1 – Análise SWOT Em http://www.esdica.pt/DTURMA/DOCS/PCT_BASE_VERSAO_3.doc encontra-se disponível o modelo em formato Word, assim como outros documentos de apoio ao seu preenchimento. Página 45 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 16. Escola a tempo inteiro (ocupação plena dos tempos escolares) O Despacho 19117/2008 de 17 de julho reescrevendo o Despacho 13599/06, promove a ESCOLA A TEMPO INTEIRO Mercê da experiência colhida em anos anteriores, o nosso OPTE - Programa de Ocupação Plena dos Tempos Escolares estrutura-se nos seguintes eixos: 1. Substituição de Professores em faltas não previstas – ou não passíveis de ser colmatadas. Esta atividade mobiliza os meios que se encontram no quadro “OPTE / CAS” 2. O CAS (“Coordenação das Atividades de Substituição”) é uma estrutura de coordenação dessas atividades, tendo por missão preparar os materiais, os dossiês, gerir os professores afetos, em esquema de rotatividade. 3. Este OPTE / CAS constitui uma das quatro opções disponibilizadas aos docentes para facilitar o cumprimento da assiduidade: a. Permutas - Permite que, no seio do Conselho de Turma, se encontrem os horários que, esporadicamente, possam servir aos docentes para não faltarem. b. Substituição por um docente com formação adequada - Permite que, no seio de um grupo de docência / recrutamento, mediante uma planificação feita pelo professor titular da disciplina, um professor com formação adequada possa substituir o professor impedido. c. Trocas - O professor que tenha de faltar poderá, em circunstâncias excecionais, trocar as horas das suas aulas. 4. Para que seja possível uma leitura do que se faz – e de quem faz – criámos um modelo de registo das diversas atividades desenvolvidas, em que o próprio professor substituto, em casos que ache justificados, anota procedimentos que correram menos bem, instituindo, assim, uma primeira avaliação da atividade. Em todas as circunstâncias, o que pretendemos, na linha defendida pelo Despacho 13599/06 e redações posteriores, é fazer uma escola a tempo inteiro. E com sentido. OPERACIONALIZAÇÃO A operacionalização deste Plano segue as seguintes regras: Página 46 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - Todos os Professores estão vinculados à comunicação antecipada da sua intenção de faltar (na Direção) assim como de organizar a respetiva permuta, troca ou substituição por outro docente de formação adequada. -Na impossibilidade de permutar, devem antecipadamente entregar a algum membro do CAS, os Planos de Aula para serem utilizados pelos docentes que irão ocupar os seus alunos. -Na eventual falta destes Planos de Aula deixados pelos professores ausentes, as atividades desenvolvidas na ocupação dos alunos serão da responsabilidade do professor destacado para este serviço. - Os professores destacados para o serviço de Ocupação Plena dos Tempos Escolares (OPTE) deverão estar à hora do início da aula na sala de professores: a) Havendo conhecimento da ausência prevista de um professor, o elemento do grupo CAS procederá à entrega do material deixado por este, ao professor que o irá substituir na ocupação dos alunos. b) Na falta imprevista de um professor, a auxiliar de ação educativa do respetivo bloco informará, da necessidade de ocupação dos alunos. Neste caso, algum dos elementos CAS selecionará o material que entender conveniente. (Se possível, recorrendo ao Delegado de Grupo Disciplinar para o apoiar na seleção do material mais adequado) - Concluída a Aula de Substituição, o Professor Substituto preencherá um formulário referindo se o Plano foi aplicado com normalidade - Estes professores serão destacados para o serviço de OPTE de acordo com as seguintes regras: Na sala de professores será afixado um mapa semanal com a indicação dos professores substitutos em serviço. Os professores irão desempenhar este serviço em regime de rotatividade. Para este efeito, os mapas semanais de substituições são atualizados semanalmente e afixados na sala de professores, para consulta. AVALIAÇÃO Este Plano será alvo de uma avaliação no final de cada período com base em informações recolhidas pela análise dos relatórios semanais de substituições e registos elaborados dos Professores que realizaram as substituições. Página 47 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 VI. AVALIAÇÃO DOS ALUNOS 17. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO (CONTEXTUALIZAÇÃO) Critérios de Avaliação – De um modo sistemático, os “Critérios de Avaliação” fazem parte da linguagem pedagógica desta Escola desde há muitos anos, antes ainda de serem consagrados em lei. Este verdadeiro avanço educacional está plasmado em vários documentos oficiais da escola, nomeadamente no Projeto Educativo, no que diz respeito à filosofia subjacente, no Regulamento Interno, no que diz respeito aos Critérios de Avaliação Gerais. Os Critérios de Avaliação Específicos de cada disciplina, depois de aprovados pelo Conselho Pedagógico, integram este projeto, sendo são dados a conhecer aos alunos pelo Diretor de Turma, apesar de publicados na página da Escola, em www.esdica.pt Para além dos Critérios de Avaliação próprios de cada disciplina – e que designamos de “Específicos” – existem os “Critérios de Avaliação Gerais” – que fazem parte do Regulamento Interno. Desse documento, transcrevemos os Artigos 9º, 10º e 11º: 18. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO GERAIS Artigo 9º Critérios de Avaliação 1. Os Critérios de Avaliação são instrumentos pedagógicos de natureza pública, devendo ser do conhecimento de todos os implicados no processo de avaliação, nomeadamente alunos, professores, diretores de turma e encarregados de educação. 2. Os critérios de avaliação definem metodologias e procedimentos, instituindo-se como referenciais comuns, não fundamentando, nunca, prejuízos para os alunos. 3. Em ordem a garantir o princípio consagrado no número anterior, deve ser algo de especial ponderação e valorização, de acordo com o preceituado legal, a progressão do aluno. Página 48 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 4. Os Critérios de Avaliação dividem-se em dois níveis: Critérios de Avaliação Gerais e Critérios de Avaliação Específicos. a. Os Critérios de Avaliação Gerais definem um conjunto de regras e procedimentos gerais, fazendo parte deste Regulamento Interno; b. Os Critérios de Avaliação Específicos definem as regras, normas e procedimentos próprios de cada disciplina, sendo elaborados pelos Grupos Disciplinares. 5. Todos os Critérios de Avaliação carecem de aprovação pelo Conselho Pedagógico. 6. A divulgação dos Critérios de Avaliação Gerais é da responsabilidade do Diretor. 7. A divulgação dos Critérios de Avaliação Específicos é da responsabilidade de todos os professores. 8. O Conselho de Turma e, em primeiro lugar, o Diretor de Turma são os responsáveis pela verificação da sua aplicação. 9. Para os efeitos previstos no nº anterior, cada dossiê de Direção de Turma deve conter exemplares de todos os Critérios que tiverem aplicação na Turma. Artigo 10º Critérios de Avaliação Gerais 1. Cada Grupo define/confirma Critérios de Avaliação Específicos, por ano e por disciplina. 2. Para além dos testes, o Grupo deve definir que outros instrumentos entram na avaliação do aluno e em que percentagem, bem como as consequências de os alunos não os realizarem. 3. Deve ser fixado o número mínimo de testes e/ou trabalhos equiparados, por período e para a totalidade do ano. 4. O Grupo deve estabelecer explicitamente, através de critérios objetivos, a projeção e a incidência de cada período letivo na avaliação final, de modo a salvaguardar o caráter contínuo da avaliação. 5. Todos os elementos que entrem na composição da avaliação dos alunos devem apoiar- se em instrumentos objetiváveis. Página 49 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 6. Para os efeitos do nº anterior, devem ser elaboradas Grelhas de Registo de Observação ou documentos análogos que permitam traduzir, o mais rigorosamente possível, o qualitativo em quantitativo. 7. Antes da realização de cada teste, os alunos devem ser informados, de um modo claro e inequívoco, sobre: a. Conteúdos a testar; b. Estrutura da prova; c. Duração do teste. 8. As cotações das perguntas devem constar nos enunciados dos testes. 9. A cotação atribuída a cada resposta deve ser registada na folha de prova dos alunos. 10. Os enunciados não podem ser manuscritos, de modo a facilitar a leitura e interpretação por parte dos alunos. 11. Não pode ser ministrado um segundo teste, sem que o primeiro tenha sido entregue aos alunos e com eles discutido e corrigido. 12. Os testes devem ser corrigidos e entregues aos alunos no prazo máximo de 10 dias úteis a contar da data da sua realização. 13. Sem prejuízo do disposto no número anterior, até ao último dia de aulas de cada período, todos os elementos de avaliação devem ser do conhecimento dos alunos, de modo a tornar viável a sua autoavaliação. 14. Todos os elementos de avaliação devem ser entregues aos alunos em sala de aulas e esse facto ser registado nos sumários respetivos. 15. A classificação a constar nos testes de avaliação é, obrigatoriamente, quantitativa. Nos restantes instrumentos de avaliação, a informação qualitativa deve obedecer à seguinte terminologia: Reduzido (0 – 19%), Insuficiente (20 – 49%), Suficiente (50 – 69%), Bom (70-89%) e Muito Bom (90-100%). 16. Os instrumentos de avaliação devem ser elaborados e discutidos no seio dos grupos disciplinares, de modo a salvaguardar a maior justiça e equidade entre todos os alunos. 17. Em ordem a prosseguir as finalidades referidas no número anterior, podem os grupos disciplinares, mediante aprovação do Conselho Pedagógico e comunicação atempada aos encarregados de educação, ministrar testes comuns, em horários também comuns, ainda que fora do horário habitual dos alunos. Página 50 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 18. Para não provocar acréscimo desnecessário de horas letivas, estes testes devem ser considerados como medidas excecionais, não podendo ultrapassar o número de três por período e por ano de escolaridade. 19. Este procedimento não deve ocorrer em disciplinas que disponham de testes intermédios, quer a eles tenham aderido ou não. 20. Se realizados dentro das normas previstas nos números anteriores, os testes constituem-se em atividades obrigatórias. Artigo 11º Divulgação e Comunicação aos Encarregados de Educação dos Resultados da Avaliação Sumativa 1. No prazo máximo de dois dias úteis após a realização do último Conselho de Turma de avaliação sumativa de cada período letivo, são afixados em local público os resultados da avaliação sumativa, assim como publicados em www.esdica.pt 2. No prazo máximo de cinco dias úteis após o reinício das atividades letivas - no 2º e 3º períodos – o Diretor de Turma convoca, através de correio eletrónico ou via CTT, o Encarregado de Educação, para uma reunião a ser realizada nos primeiros quinze dias do período onde serão comunicados os resultados da avaliação sumativa do seu educando. 3. Os resultados da avaliação sumativa do 3º período são comunicados aos encarregados de educação, até dois dias úteis após a afixação das pautas. 19. CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO Os critérios de avaliação específicos das diferentes disciplinas, que integram os curricula dos cursos existentes na escola, aprovados pelo Conselho Pedagógico para o ano letivo 2011-2012, são os que se seguem. PORTUGUÊS Página 51 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 10º ANO 11º ANO 12º ANO  Testes escritos  Trabalhos individuais e em grupo  Fichas de leitura Expressão escrita 60% 65% 65%  Trabalhos realizados na sala de aula, equiparados a teste (1)  Leitura Oralidade  Expressão e exposição oral 25% 25% 25%  Contratos de leitura  Comportamentos e atitudes de Atitudes e Valores acordo com os itens aprovados 15% 10% 10% em Conselho Pedagógico (2) (1) Os alunos devem saber previamente quais os trabalhos que serão equiparados a testes. (2) Responsabilidade e empenho nas atividades letivas; autonomia; respeito pelas normas de funcionamento da sala de aula; respeito pelos colegas e professores; cooperação Notas:  Nas respostas escritas, deve aplicar-se o padrão de correção dos exames nacionais.  A avaliação dos segundo e terceiro períodos deve ser globalizante.  A avaliação do 2º período tem peso 2 em relação à do 1º período de acordo com a fórmula (2 X classificação do 2º período+ 1 X classificação do 1º período) : 3  A classificação final do ano é igual à classificação do 2º período mais a do 3º período a dividir por 2.  A progressão, ao longo do período e/ou do ano letivo, deve ser tida em conta. FILOSOFIA 10º Ano Aptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes 80% Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente - 20% Página 52 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Tarefas individuais e de grupo Atitudes e valores 10% 10% 100% Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma, (1º Período + 2º Período + 3º Período) : 3 11º Ano Ano Letivo - 2011 /2012 Critérios de Avaliação Aptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes 80% Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente - 20% Tarefas individuais e de grupo Atitudes e valores 10% 10% 100% Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma, (1º Período + 2º Período + 3º Período) : 3 FRANCÊS Compreensão/Expressão Escrita – 60% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos) Compreensão/Expressão Oral – 30% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações do desempenho oral) Atitudes e Valores – 10 % Notas: - Serão realizados dois testes por período, exceto em situações devidamente justificadas; -A classificação do 1º período terá peso 1; Página 53 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 -A classificação do 2º período terá peso 2; à qual se somará a do 1º período. -A classificação do 3º período terá peso 2; à qual se somará a do 2º período. - Caso o aluno revele uma progressão significativa, a classificação final a atribuir ao aluno deverá refletir essa progressão, não devendo ser tido em conta, apenas, o resultado da aplicação direta dos critérios aprovados. Cursos Profissionais - 10º, 11º e 12º anos Compreensão/Expressão Escrita – 50% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos) Compreensão/Expressão Oral – 20% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações do desempenho oral) Atitudes e Valores – 30 % INGLÊS Cursos Gerais e Tecnológicos - 10º, 11º e 12º ano Compreensão/Expressão Escrita – 60% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos) Compreensão/Expressão Oral – 30% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações do desempenho oral) Atitudes e Valores – 10 % Notas: - Serão realizados dois testes por período, exceto em situações devidamente justificadas; -A classificação do 1º período terá peso 1; -A classificação do 2º período terá peso 2; à qual se somará a do 1º período. -A classificação do 3º período terá peso 2; à qual se somará a do 2º período. - Caso o aluno revele uma progressão significativa, a classificação final a atribuir ao aluno deverá refletir essa progressão, não devendo ser tido em conta, apenas, o resultado da aplicação direta dos critérios aprovados. Cursos Profissionais - 10º, 11º e 12º anos Página 54 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Compreensão/Expressão Escrita – 50% (70% para testes sumativos e 30% para outros trabalhos escritos) Compreensão/Expressão Oral – 20% (inclui a participação na aula, exposições e outras avaliações do desempenho oral) Atitudes e Valores – 30 % ESPANHOL 10º, 11º e 12ºanos Compreensão/ Expressão escrita – 60% (Testes de avaliação sumativos: 70%; trabalhos escritos (individuais e de grupo): 30%) Compreensão/ Expressão oral – 30% (estão incluídas a participação na sala de aula, as exposições bem como todas as avaliações do desempenho oral) Observações:  A classificação do primeiro período terá peso 1;  A classificação do segundo período terá peso 2, à qual se somará a do primeiro período;  A classificação do terceiro período terá peso2, à qual se somará a do segundo período;  Caso o aluno revele uma progressão significativa a classificação final a atribuir deverá refletir essa progressão, não devendo ser tido em conta, apenas, o resultado da aplicação direta dos critérios aprovados MATEMÁTICA A, MATEMÁTICA B E MACS Profissionais (por módulos)  Trabalhos escritos em sala de aula 70%  Atitudes e valores 30% Participação na aula, comportamento e realização (ou não) TPC, contribuição para o bom funcionamento da aula. 10º e 11º Ano Matemática A, Matemática B e MACS  Testes de Avaliação 80% Página 55 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Trabalho escrito / Relatório 10%  Atitudes e valores 10% Participação na aula, comportamento e realização (ou não) TPC 12º Ano Matemática A  Testes de Avaliação 85%  Trabalho escrito / Relatório 5%  Atitudes e valores 10% Participação na aula, comportamento e realização (ou não) TPC Classificação dos 2º e 3º Períodos nota da pauta do 1º período  2  nota da fórmula do 2º período  2º Período = 3 3  nota da pauta do 2º período  2  nota da fórmula do 3º período  3º Período = 5  Em qualquer dos níveis de ensino deverão ser realizados, no mínimo, dois testes escritos e um trabalho em grupo e/ou individual.  Os testes intermédios são equiparados a um teste de avaliação.  No caso de não ser realizado qualquer trabalho escrito/relatório, no 10º, 11º e 12º anos, a percentagem correspondente será distribuída pelos dois parâmetros restantes, em partes iguais.  Os casos pontuais, correspondentes a grandes oscilações de rendimento, deverão ser analisados cuidadosamente.  A operacionalização da avaliação da Língua Materna no secundário será efetuada nos critérios de cotação dos testes de avaliação em que haja perguntas de desenvolvimento (composição). Trabalho de escrito (em grupo e/ou individual) /Relatório: Nota qualitativa: Nota quantitativa: Reduzido 0-4 Insuficiente 5 – 9,5 Suficiente 10 – 13 Bom 14 – 16 Muito Bom 17 – 19 Excelente 19 - 20 Página 56 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 EDUCAÇÃO FÍSICA Domínios de Critérios Percentagem % (Ponderação) Avaliação Domínio das Competências Práticas (Técnicas e Domínio Táticas) referentes a cada matéria, através de Motor 60% exercícios critério e jogos reduzidos; (Saber Fazer) Progressão; Domínio Domínio dos Conhecimentos Teóricos (Teste / Cognitivo Trabalho temático Individual; Competências de 20% (Saber) Língua Materna); Interesse e empenho nas atividades propostas:  Assiduidade;  Traz o material necessário;  Cumpre as tarefas propostas; Respeito das normas de funcionamento da aula:  Empenho;  Nível de participação; 20% Domínio  Capacidade de iniciativa; Sócio-Afetivo (itens pontuados de 1 a 5 pontos de Pontualidade: acordo com a tabela aprovada em (Saber Estar) Respeito pelos colegas e professores: Conselho pedagógico)  Não causa situações de conflito;  Ouve o Professor e os colegas e aceita as suas opiniões;  Cumpre as regras estabelecidas;  Revela espírito desportivo; Espírito de cooperação e entreajuda: - É solidário. Classificação do Final do 1.º Período = CP1 Classificação do 2.º Período = CP1+(2*CP2)3 Classificação do 3.º Período = CP2+(2*CP3)3 Nota: Considerando a especificidade dos conteúdos lecionados no âmbito desta disciplina, será tido em conta, na análise da progressão do aluno, o seu rendimento escolar em cada um dos conteúdos, sendo Página 57 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 equacionado em casos devidamente fundamentados a atribuição de uma valorização na avaliação final (final do ano letivo) até um (1) valor. Obs.: Sempre que o aluno não tem condições de efetuar a aula deverá preencher uma ficha de observação (modelo próprio).  Trabalhos Escritos Domínios de Percentagem % Critérios Avaliação (Ponderação) 1 a 5 Pontualidade na entrega do trabalho pontos 1 a 5 Capa ou folha de rosto pontos 1 a 5 Página de cortesia pontos Design 1 a 5 (Apresentação Índice pontos Gráfica) 1 a 5 Bibliografia pontos 80% 1 a 5 Formatações, tabulações e paginação pontos Estrutura (Introdução; Desenvolvimento; 1 a 5 Conclusão) pontos 1 a 20 Adequação ao tema pontos Conteúdos 1 a 20 Rigor / pertinência pontos 5 a 25 Tratamento pessoal da informação pontos Apresentação Clareza na exposição, seleção das ideias a 20% Oral transmitir e capacidade de resposta a questões. Legenda: 1 1 5 Muito Fraco 2 5 10 Fraco 3 10 15 Médio 4 15 20 Bom 5 20 25 Muito Bom Página 58 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 a) Alunos com Atestado Médico Domínios de Percentagem % Critérios Avaliação (Ponderação) O aluno: Analisa e interpreta, pelo uso correto da língua materna, a realização das atividades físicas aplicando os conhecimentos sobre técnica, organização, participação e ética desportiva. Conhece e interpreta os fatores de saúde e riscos associados à prática das atividades físicas e aplica as regras de higiene e segurança. Conhece e aplica os diversos processos de elevação e manutenção da condição física de uma forma autónoma no seu quotidiano. Domínio Conhece a função e modo de execução das principais ações técnico- Cognitivo táticas individuais e coletivas elementares e complexas da defesa e do 60% ataque e respetivas regras do jogo. (Saber) Conhece os objetivos, características, indicadores, princípios de ação e regras de gesta, fases de processamento de uma ação tática complexa, simbologia dos principais jogos desportivos coletivos e dos seus aspetos comuns. Conhece as fases do jogo, princípios fundamentais e específicos bem como as suas vantagens e desvantagens. Arbitragem – o aluno deverá, quando solicitado, coadjuvar o professor na aula arbitrando os jogos ou atividades conhecendo os sinais e respetivas regras. Ajuda na (gestão) arrumação do material quando solicitado e / ou por iniciativa própria; Domínio Conhece e cumpre as orientações inerentes ao regulamento de Sócio-Afetivo educação física e regulamento da escola; 40% (Saber Estar) Está atento às informações do professor ou colegas; Aceita os Feed backs do professor para corrigir a sua execução; Procura saber, questionando o professor sobre os conteúdos, Página 59 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 esclarecendo as suas dúvidas; Respeita o material da escola apenas utilizando para fins a que se destina; Não faz ruído com bolas quando o professor ou colegas transmitem informação, se expressam emitindo opiniões ou colocando dúvidas ou noutros momentos inadequados; Admite as indicações que lhe dirigem; Aceita as opções e falhas dos seus colegas dando sugestões para a sua melhoria; Trata com igual cordialidade e respeito os companheiros e os adversários; Assiduidade / Pontualidade ALUNO QUE APRESENTA DIFICULDADES DE MOBILIDADE:  Deve comparecer às aulas;  Não necessita de trazer equipamento; ALUNO QUE NÃO APRESENTA DIFICULDADES DE MOBILIDADE:  Deve comparecer às aulas;  Deve apresentar-se com o equipamento sempre que o professor o solicitar, de forma a poder participar no que lhe for possível (organização, cooperação, arbitragem, etc). FORMAS DE AVALIAR O ALUNO:  Trabalhos escritos;  Testes escritos;  Participação na própria aula com tarefas distribuídas pelo professor.  Tabela de quantificação do Domínio Sócio-Afetivo aprovado em pedagógico. Cada item será pontuado de 1 a 5 pontos: - Muito Fraco(a) 1 - Fraco(a) 2 Página 60 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - Médio(a) 3 - Bom(Boa) 4 - Muito Bom(boa) 5 5 ………………………………. 0 6 ………………………………. 1 7 ………………………………. 2 8 ………………………………. 3 9 ………………………………. 4 10 ………………………………. 5 11 ………………………………. 6 12 ………………………………. 7 13 ………………………………. 8 14 ………………………………. 9 15 ………………………………. 10 16 ………………………………. 11 17 ………………………………. 12 18 ………………………………. 13 19 ………………………………. 14 20 ………………………………. 15 21 ………………………………. 16 22 ………………………………. 17 23 ………………………………. 18 24 ………………………………. 19 25 ………………………………. 20 Tabela de Assiduidade: Pontos % de faltas 5 0a5 % 4 6a9 % 3 10 a 24 % 2 25 a 49 % 1 50 % Página 61 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - Regulamento da disciplina da Disciplina de Educação Física - EQUIPAMENTO o Para a participação nas aulas de Educação Física, é necessário equipamento apropriado (calças ou calções desportivos, t-shirt, sapatilhas, meias e roupa interior limpas. O uso de boné só é permitido nas aulas de exterior. o Os alunos devem tomar banho após a prática desportiva, devendo trazer o material adequado para o mesmo (não esquecer do uso de chinelos). - DISPENSA DA PRÁTICA DAS AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA o Os alunos que, por doença ou outra incapacidade, não possam realizar atividade física têm de apresentar atestado médico ao Professor de Educação Física, até 30 dias após o início do ano letivo, da doença ou incapacidade. o Todos os alunos dispensados deverão realizar um relatório teórico da aula, ajudar na arbitragem nas aulas e noutras tarefas indicadas pelo Professor. - ASSIDUIDADE o Sempre que os alunos não se apresentem com o material necessário para a participação na aula, ser-lhe-á marcada falta de material, convertendo-se em falta de presença à 3ª ocorrência. o Os alunos que, por motivo de saúde, não puderem realizar a aula prática devem fazer-se acompanhar de uma justificação escrita e assinada pelo Encarregado de Educação, a fim de comprovar a sua situação de saúde. Caso o aluno não traga essa justificação ser-lhes-á marcada dispensa por falta de equipamento (caso seja a 1ª). Se a professora achar que, devido às dispensas do aluno, não tem elementos suficientes para o avaliar, poderá ser-lhes pedido trabalhos adicionais para a sua avaliação. o As aulas iniciam-se 10 minutos após a hora indicada no horário, após o que a Professora pode marcar falta. - AVALIAÇÃO o Todos os alunos, mesmo os dispensados ao abrigo do ponto 2.1. deste regulamento, têm de ser avaliados. o Os critérios de avaliação na disciplina de Educação Física são: 60 % - SABER FAZER; 20% - SABER; 20 % - SABER SER/SABER ESTAR. o No caso de alunos ao abrigo do ponto 2.1 deste regulamento, os critérios de avaliação são: 60% -SABER; 40%- SABER SER/SABER ESTAR. Página 62 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - INSTALAÇÕES E MATERIAL o A turma e o respetivo professor são responsáveis pelo material e instalações que utilizam. o A utilização adequada do material e instalações provoca-lhes menos desgaste beneficiando todos os utilizadores. o A utilização inadequada de qualquer material ou instalação obriga o autor ou autores a pagarem as despesas devidas pela reparação ou reposição do material ou instalação danificada. o Se houver extravio de material, a turma é responsável pela sua reposição. - VALORES DOS ALUNOS o No início da aula, os alunos colocam os seus valores numa caixa destinada para o efeito, no espaço onde vai decorrer a aula. o Sempre que um aluno não cumpra com o estipulado no ponto anterior assume a responsabilidade pelo eventual extravio dos seus pertences. - FINAL DA AULA o As aulas terminam, pelo menos, 10 minutos antes da hora indicada de forma a garantir tempo suficiente para os alunos tomarem banho, e ainda a saída das Instalações Desportivas ao toque de saída; - ASSISTÊNCIA ÀS AULAS o Não é permitida a assistência às aulas desde que os alunos não sejam elementos integrantes da turma. - Folha de Registo do Conhecimento dos Alunos Ano: ___; Turma: ______; Data: ____/____/20___; Sumário N.º _____; ______ Tomei Conhecimento do Nome Email: (O regulamento de Educação Física e os critérios regulamento de Educação de avaliação serão depositados conta de correio Física e dos Critérios de Nº (Primeiro e eletrónico da turma criada para o efeito). No entanto, Avaliação. último os alunos que concordarem podem redigir o seu nome) endereço pessoal. (Assinatura do Aluno) Rubrica do Professor da Disciplina: _________________; data ____/____/______ Página 63 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 ÁREA DE INTEGRAÇÃO Objetos de avaliação Instrumentos de avaliação Parâmetros de ponderação Testes escritos Fichas de trabalho O conhecimento e as Trabalho de grupo 70% competências Trabalho individual Relatórios de atividades As atitudes e os Grelhas de registos de atitudes e 30% comportamentos na aula comportamentos  As atitudes e o comportamento na sala de aula serão avaliados tendo em conta os seguintes itens: o Cooperação o Participação séria e adequada o Interesse e empenho manifestado o Tolerância e respeito pelos outros o Cumprimento de tarefas propostas o Pontualidade o Cumprimento das regras da sala de aula ECONOMIA A E C Instrumentos de Ponderaç Domínio Aspetos a avaliar avaliação ão  conhece/compreende conceitos, factos,  testes sumativos Conhecimento/ teorias, fórmulas;  trabalhos 90% Competências  descreve conceitos, factos, teorias; individuais  relaciona os conceitos, factos, teorias;  trabalhos de Página 64 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  interpreta a informação, sobretudo grupo quadros, gráficos e textos;  participação oral  analisa, sintetiza, avalia, apresenta, discute  relatórios de e fundamenta ideias; atividades  organização do material de trabalho;  comunicação oral e escrita com correção linguística.  cooperação;  hábitos de estudo;  grelha de registo Atitudes e  participação adequada nos debates; de atitudes e 10% comportamentos  tolerância e respeito pelos outros; comportamentos  pontualidade e assiduidade;  compostura no ambiente de sala de aula.  A classificação a atribuir no final de cada período resultará da média aritmética simples do trabalho efetuado pelo aluno até esse momento, tendo em conta os parâmetros de ponderação acima referidos.  O peso atribuído a cada um dos instrumentos de avaliação será definido e comunicado ao aluno antes da realização do trabalho.  A classificação a atribuir no 3º Período poderá ser acrescida de um valor em função da progressão do aluno.  Periodicamente, será feita a auto e heteroavaliação das atitudes e dos comportamentos dos alunos. HISTÓRIA E HISTÓRIA E CULTURA DAS ARTES Conhecimentos e Competências……………………………………90% Em todos os instrumentos de avaliação, para além das competências específicas da disciplina, são também avaliadas competências de comunicação em língua portuguesa com o peso de 10%. Não é atribuída qualquer pontuação relativa ao desempenho no domínio da comunicação escrita em língua portuguesa, se a cotação atribuída ao desempenho inerente às competências específicas no âmbito da disciplina for de zero pontos. Testes e trab. de investigação ---------------------------- 70% Página 65 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Outros elementos de avaliação---------------------------- 20% Oralidade--------------------------------------------------- 10% Cidadania ...............................................................10% Neste domínio serão considerados os seguintes itens: *Manifestar compreensão pela pluralidade de pontos de vista *Defender o património local e a qualidade de vida no meio em que vive *Posicionar-se solidariamente face aos problemas sociais do mundo *desenvolver atitudes de curiosidade intelectual e de pesquisa *Participar em trabalhos de grupo ou de equipa O peso relativo de cada período letivo na classificação sumativa resultará da seguinte ponderação, interpretada e otimizada pelo Professor: 2º período: média aritmética do 1º com 2º períodos; 3º período: (2º período x 0,66) + (3º período x 0, 34) DISCIPLINAS LECIONADAS PELO GRUPO DE INFORMÁTICA Cursos Profissionais AV – Domínio das Atitudes e Valores ---------------- 30%  Pontualidade/Assiduidade ------------------- 6%  Comportamento ----------------------------- 8%  Empenho/Responsabilidade em aula ------- 8%  Iniciativa de realizar trabalhos ------------- 8% DC – Domínio Cognitivo ------------------------------- 70% Te – Testes ------------------------------------- 40% Toda a avaliação teórica, prática ou teórico/prática que é feita individualmente e da qual se pretende quantificar o grau de conhecimento dos conteúdos curriculares da disciplina. Página 66 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Se o suporte de gravação de ficheiros ficar danificado ou com ficheiros corrompidos terá de haver a possibilidade de realizar uma repetição do teste. Tg/Ti – Trabalhos de Grupo/Individual –------ 30% Todos os trabalhos realizados na aula ou em casa e que são feitos individualmente ou em grupo.  Produto ------------------------ 50%  Relatório*---------------------- 30%  Apresentação/Defesa* ------- 20% *Se um destes dois pontos, ou os dois pontos não se realizar a distribuição da percentagem fica ao critério do professor. NOTA: Se não se realizarem trabalhos de grupo/individuais, o peso destes, reverte para os testes de avaliação e vice-versa. Avaliação Quantitativa Avaliação Qualitativa 0…..4 Reduzido 5…..9 Insuficiente 10…..13 Suficiente 14…..16 Bom 17…..20 Muito Bom Disciplinas:  TIC – Tecnologias da Informação e Comunicação 1º Ano  Arquitetura de Computadores 1º e 2º Ano GPSI  Redes de Comunicação 1º, 2º e 3º Ano GPSI  Sistemas Operativos 2º Ano GPSI  Programação e Sistemas de Informação 1º, 2º e 3º Ano GPSI Página 67 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DESPORTIVO 12ºANO - Curso Tecnológico de Desporto Critérios de Avaliação 12.º Ano ODD 1.º 2.º 3.º Período Período Período Domínio Cognitivo 60% 60% 60% Class. Final = Class. Final = Domínio Sócio- 40% 40% ((2*2ºP)+1ºP)/3 40% ((2*3ºP)+2ºP)/3 Afetivo BLOCOS PROGRAMÁTICOS Instrumentos, objetos e/ou matérias de avaliação Trabalho/pesquisa individual (documento escrito) Trabalho/pesquisa grupo (documento escrito) Apresentação oral individual Conceitos Estruturantes Apresentação oral grupo Teste escrito Participação Associativismo Desportivo Projeto de atividade (elaboração do projeto) (Tema Complementar) Tarefas desenvolvidas (concretização do projeto) Relatório de atividade (avaliação do projeto) Recursos Materiais Trabalho de Investigação (Tema Fundamental) Participação Projeto de atividade (elaboração do projeto) Tarefas desenvolvidas (concretização do projeto) Financiamento Relatório de atividade (avaliação do projeto) Teste escrito Participação ODD – Organização e Desenvolvimento Desportivo: Critérios de Avaliação Domínio CRITÉRIOS PONDERAÇÃO Página 68 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 1 - Interesse e empenho nas atividades propostas: 8% - Assiduidade; - Traz o material necessário; - Cumpre as tarefas propostas; 2 - Respeito das normas de funcionamento da aula: 8% - Empenho; Domínio - Nível de participação; Sócio - - Capacidade de iniciativa; Afetivo 40% 3 - Pontualidade: 8% Atitudes e Valores 4 - Respeito pelos colegas e professores: 8% 1. Não causa situações de conflito; 2. Ouve o Professor e os colegas e aceita as suas opiniões; 3. Cumpre as regras estabelecidas; 5 - Espírito de cooperação e entreajuda: 8% 4. Revela espírito desportivo; - É solidário. 1. Trabalhos de Grupo de Suporte Informático 12ºANO Critérios de Avaliação de Trabalhos de Grupo de suporte informático - Apresentação Oral 1. Expressão 1.1 Clareza na exposição (linguagem adequada). 1 a 15 pontos Seleção das ideias a transmitir (o aluno não se limita a 1 a 20 pontos 1.2 ler). Inovação metodológica e criatividade (apresentação 1 a 5 pontos 50% 1.3 e lecionação original do conteúdo do trabalho) Interação (capacidade de motivar o diálogo e 1 a 10 pontos 1.4 participação dos restantes elementos da turma e a capacidade de resposta a questões) 2. Conteúd 2.1 Rigor/Pertinência da informação (sem erros) 1 a 20 pontos Seleção e Organização dos conteúdos (não ser 1 a 20 pontos 2.2 50% demasiado expositivo) 2.3 Apresentação (estética) 1 a 10 pontos Página 69 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Legenda 1 1 Muito Fraco 1 1 3 5 Fraco 2 5 5 10 Médio 3 10 7 15 Bom 4 12 10 20 Muito Bom 5 15 2. Critérios de Avaliação do Dossier ODD e PDD 1º, 2º e 3.º Períodos Conteúdo 1 Pontualidade 1 a 5 pontos 2 Organização dos conteúdos 1 a 30 pontos (Consultar tabela seguinte) 3 Apresentação (estética) 1 a 5 pontos 4 Seleção dos conteúdos 1 a 10 pontos Total = 50 pontos Aplicar a regra 3 simples: 50 pontos ------ 20 valores Legenda 1 1 Muito Fraco 1 3 10 Fraco 2 5 15 Médio 3 7 20 Bom 4 10 30 Muito Bom 5 3. Organização dos Conteúdos do Dossier Conjunto - ODD, PDD, PT 12ºANO O Dossier será avaliado no final de cada período tendo em consideração a informação construída nas várias disciplinas do Curso Tecnológico de Desporto; PONTO 2 – ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS Página 70 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Organização Conteúdos Ponderações Separado 1.º 2 e 3.º Disc. 1.º Período 2.º Período 3.º Período res Período Período Identificação do aluno Índice do Dossier Introdução 20% 10% Critérios de Avaliação; Planificações; Fichas de Fichas de Trabalho; Trabalho; Interrupção para Sumários; Estágio Sumários; Projetos Projetos 1 PDD 30% 20% Relatórios; (Mesmo Relatórios; conteúdo do 1.º Legislação; período) Legislação; Anexos; Anexos; Fichas de Fichas de Fichas de Trabalho Trabalho Trabalho Sumários; Sumários; Sumários; Projetos; Projetos; Projetos; 2 ODD Relatórios; Relatórios; 30% 20% Relatórios; Testes escritos; Testes Testes escritos; escritos; Legislação Legislação Legislação Anexos Anexos Anexos Página 71 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Fichas de Trabalho; Fichas de Trabalho; Interrupção para Sumários; Estágio Sumários; Realização - 3 PT Projeto; Projetos; 20% 20% (Mesmo Legislação Relatório; conteúdo do 1.º período) Anexos Legislação Anexos Roteiro de Estágio; ___________ 4 ________________ Relatório de 0% 20% _____ Estágio Estágio Anexos; ______________ 5 PAT ________________ Projeto; 0% 10% __ 100% 100% 4. Estrutura do Dossier Conjunto - ODD, PDD, PT Estrutura Disciplina Conteúdos 1.ºP 2.ºP 3.ºP Identificação do aluno 5% 2,5% 2,5% Índice do Dossier 5% 2,5% 2,5% Introdução Critérios de Avaliação; 5% 2,5% 2,5% Planificações; 5% 2,5% 2,5% Conteúdos: Separador 1º. Período……….. 30% 5% 2,5% PDD I 2º. Período………… ------ 15% 2,5% 3º. Período………… ------ ------ 15% Conteúdos Separador II ODD 1º. Período…………… 30% 5% 2,5% Página 72 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 2º. Período…………… ------ 15% 2,5% 3º. período…………… ------ ------ 15% Conteúdos 1º. Período……………… 20% 5% 5% Separador III PT 2º. Período……………… ------ 15% 5% 3º. Período……………… ------ ------ 10% Conteúdos 1º. Período……………… 0% 0% 0% Separador IV Estágio 2º. Período……………… ------ 10% 2,5% 3º. Período……………… ------ ------ 7,5% Conteúdos 1º. Período……………… 0% 0% 0% Separador V PAT 2º. Período……………… ------ 10% 2,5% 3º. Período……………… ------ ------ 7,5% 100% 100% 100% FORMAÇÃO CÍVICA – 10º ANO Perfil do Aluno  Investiga, seleciona e analisa dados e informações  Questiona a experiência quotidiana e o saber estabelecido  Reflete sobre as questões e avalia-as  Debate ideias, constrói estratégias e possíveis soluções para os problemas  Elabora planos de atuação  Coopera e colabora com o grupo/turma  Assume as responsabilidades decorrentes do trabalho individual e de grupo Parâmetros Pesos atribuídos Atitudes individuais / Valores Assiduidade e pontualidade  50% Participação autónoma Interesse e empenho Página 73 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Execução de tarefas Relatório Cabeçalho Introdução  30% Estrutura/ organização geral Expressão escrita Apresentação Trabalho de Grupo Espírito de iniciativa Discussão de pontos de vista  20% Capacidade de escutar os colegas Sentido de responsabilidade Organização do trabalho Grelha de avaliação do trabalho desenvolvido Nº Nome Assiduidade Participação Interesse Execução Relatório Trabalho Avaliação Pontualidade Autónoma Empenho de tarefas de grupo global Não satisfaz - NS Satisfaz -S Satisfaz Bem – SB DATA:-------/ --------/-------- Assinatura do Delegado de Turma:_____________________________ Assinatura do Professor: _____________________________________ Página 74 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 DISCIPLINA DE BIOLOGIA E GEOLOGIA (10º ANO): Biologia e Geologia 1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dados, conceitos, modelos e teorias, isto é, do saber ciência: Testes Sumativos. 60% 2 – Desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático, ou seja, no domínio do saber fazer: 1 – Um teste de avaliação teórico-prático, por período, sobre atividades experimentais 2 – Relatório / ficha de avaliação sobre atividade prática 15% 3 – Observação de aula prática 10% Nota: Quando se considere necessário, parte da percentagem da componente experimental pode 5% corresponder à realização de um trabalho de investigação. 3 – Competências no domínio das atitudes e valores. 10 % (11º Ano): Biologia e Geologia 1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dados, conceitos, modelos 60% e teorias, isto é, do saber ciência: Testes Sumativos. 2 – Desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático, ou seja, no domínio do saber fazer: 1 – Um teste de avaliação teórico-prático, por período, sobre atividades experimentais 15% 2 – Relatório / ficha de avaliação sobre atividade prática 10% 3 – Observação de aula prática 5% Nota: Quando se considere necessário, parte da percentagem da componente experimental pode corresponder à realização de um trabalho de investigação. 3 – Competências no domínio das atitudes e valores. 10% Página 75 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Disciplinas de Biologia e de Geologia (12º Ano): Biologia e Geologia 1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dados, conceitos, modelos e teorias, isto é, do saber ciência: Testes Sumativos. 50% Nota: No 3º período só se realizará um teste sumativo. 2 – Desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático, ou seja, no domínio do saber fazer: 1 – Um teste de avaliação teórico-prático, por período, sobre atividades experimentais 20% 2 – Relatório/ficha de avaliação sobre atividade prática 15% 3 – Observação de aula prática 5% Nota: Quando se considere necessário 20%, ou mesmo os 40%, da componente experimental podem corresponder à realização de um trabalho de investigação/pesquisa. 3 – Competências no domínio das atitudes e valores. 10 % CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO AUXILIAR DE SAÚDE Disciplina de Biologia Biologia (cftas) 1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dado: Testes Sumativos; e/ou desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático: 90% Trabalhos científicos e/ou relatórios 2 – Competências no domínio das atitudes e valores. 10% Disciplina de Saúde Saúde (cftas) 1 – Competências no domínio da aquisição, compreensão e utilização de dado: Testes Sumativos; e/ou desenvolvimento de destrezas cognitivas em associação com o incremento do trabalho prático: 90% Trabalhos científicos e/ou relatórios 2 – Competências no domínio das atitudes e valores. 10% Página 76 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Classificação atribuída no final do 2º e 3º Períodos, tendo em conta a avaliação contínua dos alunos:  Classificação do 2º Período e 3º Período Tendo em conta a avaliação continua dos alunos, será efetuada do seguinte modo: Média aritmética dos testes sumativos desde o início do ano letivo, acrescido da avaliação resultante dos restantes critérios de avaliação. No entanto, a classificação final do 3º período (av. Final), poderá ser acrescida de 1 (um) valor, caso o aluno apresente uma progressão nas classificações entre os períodos letivos de dois ou mais valores de diferença. Nota: - Os testes sumativos deverão contemplar itens de conteúdos programáticos já lecionados anteriormente. Critérios de correção aplicados nos Relatórios, Trabalhos e Testes  Avaliação dos Relatórios – V de Gowin (grelha própria)  Avaliação dos Trabalhos (grelha própria)  Avaliação de Observação em Contexto de Aula Prática (grelha própria)  Avaliação dos Testes/ficha de avaliação sobre aula prática  Os Testes Sumativos devem apresentar a cotação de cada pergunta.  A avaliação atribuída aos testes é quantitativa. Normas a adotar durante a realização dos Testes Sumativos dos 10°. 11º e 12° anos:  Todas as respostas deverão ser perfeitamente legíveis e estar corretamente identificadas de uma forma que permita a sua identificação inequívoca. Caso contrário, será atribuída cotação zero à questão em causa.  Todas as respostas deverão ser escritas com caneta preta ou azul.  Não é permitido o uso de corretor. Sempre que se verificar um engano, deve ser riscado e corrigido à frente, de modo bem legível.  A ausência de resposta, ou resposta totalmente ilegível, terá cotação zero. Critérios gerais de classificação: Página 77 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  As classificações a atribuir a cada item são obrigatoriamente um número inteiro de pontos.  Todas as respostas dadas pelos alunos devem estar legíveis e devidamente referenciadas de uma forma que permita a sua identificação inequívoca. Caso contrário, é atribuída a classificação de zero pontos à(s) resposta(s) em causa.  Se o examinando responder ao mesmo item mais do que uma vez, deve eliminar, clara e Inequivocamente, a(s) resposta(s) que considerar incorreta(s). Na ausência dessa eliminação, devem ser atribuídos zero pontos às respostas aos itens de Escolha Múltipla, de Verdadeiro/Falso (ou Sim/Não) e de Ordenamento em causa. Nos itens de Resposta Aberta será classificada a resposta que surja em primeiro lugar na folha de respostas do examinando.  Nos itens de resposta aberta, os critérios de classificação estão organizados por níveis de desempenho. O enquadramento das respostas num determinado nível de desempenho contempla aspetos relativos aos conteúdos, à organização lógico-temática e à utilização de linguagem científica, expressos nos critérios específicos. Exemplo de classificações a atribuir em cada nível de desempenho das respostas a itens de resposta aberta A) Itens de resposta aberta curta A classificação a atribuir traduz a avaliação das competências específicas da disciplina e é atribuída de acordo com os níveis de desempenho a seguir descritos: No caso em que a resposta não atinja o nível 1 de desempenho, a classificação a atribuir é zero pontos. B) Itens de resposta aberta extensa A classificação a atribuir traduz a avaliação simultânea das competências específicas da disciplina e das competências de comunicação escrita em língua portuguesa. A avaliação das competências de comunicação escrita em língua portuguesa contribui para valorizar a classificação atribuída ao desempenho no domínio das competências específicas da disciplina. Esta Página 78 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 valorização é cerca de 10% da cotação do item e faz-se de acordo com os níveis de desempenho a seguir descritos: No caso em que a resposta não atinja o nível 1 de desempenho, a classificação a atribuir é de zero pontos. Neste tipo de itens, se a resposta incluir tópicos excedentes relativamente aos pedidos, deve ser atribuída a classificação prevista, desde que o examinando aborde os tópicos estipulados e os excedentes não os contrariem. No caso de a resposta apresentar tópicos contraditórios, estes devem ser classificados com zero pontos.  Nos itens de escolha múltipla, é atribuída a cotação total à resposta correta. As respostas incorretas são classificadas com zero pontos. Também deve ser atribuída a cotação de zero pontos às respostas em que os examinandos apresentem: - mais do que uma opção (ainda que nelas esteja incluída a opção correta); - o número do item e/ou a letra da alternativa ilegíveis.  Nos itens de verdadeiro/falso (ou de sim/não), são classificadas com zero pontos as respostas em que todas as afirmações sejam avaliadas como verdadeiras ou como falsas [ou como argumentos a favor (Sim) ou não conclusivos (Não)].  Não são classificadas as afirmações; - consideradas simultaneamente verdadeiras e falsas (ou sim e não); - com o número do item, a letra da afirmação e/ou a sua classificação (V/F ou S/N) ilegíveis.  Nos itens de ordenamento, só é atribuída classificação se a sequência estiver integralmente correta. Página 79 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 FÍSICA E QUÍMICA 1 – DOMÍNIO COGNITIVO 10º/11º/12ºANOS 1.1 – Testes de avaliação 60% 1.2 – Componente laboratorial 30%  1 teste por período sobre atividades laboratoriais - 60%  Cumprimento das regras de segurança e execução das atividades laboratoriais – 15%  Preparação das atividades laboratoriais – 10%  Relatórios/ Fichas práticas/Trabalhos de pesquisa – 15% 2 – DOMÍNIO DAS ATITUDES E VALORES 10%  Responsabilidade e empenho nas atividades da aula  Autonomia  Respeito pelas normas de funcionamento da aula  Respeito pelos colegas e professores  Cooperação  Alguns testes de avaliação poderão ser substituídos por trabalhos ou por dois ou mais mini-testes, cuja classificação seja no total equivalente à de um teste. Será realizado no mínimo um teste por período.  Os testes de avaliação (teóricos) terão pesos diferentes ao longo do ano. Assim, a classificação do parâmetro – testes de avaliação será feita de acordo com a fórmula seguinte:  1º Período – Classificação dos testes = T1 + T2 / 2  2º Período – Classificação dos testes = T1 + T2 + 2 x ( T3 + T4 ) / 6  3º Período – Classificação dos testes = T1 + T2 + 2 x ( T3 + T4 + T5 + T6)/10 (T1, T2, T3 … - Testes realizados )  A classificação final do 3º período poderá ser acrescida de 1 (um) valor, caso o aluno apresente uma progressão nas classificações entre os períodos letivos de 2 (dois) ou mais valores de diferenciação.  Os testes intermédios são equiparados a testes sumativos.  A componente laboratorial será avaliada a partir dos elementos recolhidos ao longo do ano letivo. Página 80 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Nos testes serão incluídos todos os conteúdos lecionados até ao momento da sua realização.  Nos testes de 11º ano serão também abordados temas do 10º ano que previamente serão indicados aos alunos CURSOS PROFISSIONAIS 1 – DOMÍNIO COGNITIVO 1.1 – Testes de avaliação 1.2– Trabalhos (pesquisa/experimental - relatórios) 2 – DOMÍNIO DE ATITUDES E VALORES  Responsabilidade e empenho nas atividades aula  Autonomia  Respeito pelas normas de funcionamento da aula  Respeito pelos colegas e professores  Cooperação  Em cada módulo o(s) teste(s) poderão ser substituídos por trabalho(s) escrito(s) cuja avaliação será equivalente à do(s) teste(s) ou por mini-testes que no total serão equivalentes ao(s) teste(s).  A classificação final será a média aritmética das classificações obtidas em cada módulo. GEOMETRIA DESCRITIVA A AVALIAÇÃO A avaliação em Geometria Descritiva é contínua e integra duas componentes: uma, ora formativa ora sumativa, baseada no desenrolar dos trabalhos, desde os primeiros ensaios até aos produtos finais; outra sumativa, assente em provas criadas expressamente para esse efeito. Tem como referência os objetivos gerais e específicos da disciplina e define-se segundo parâmetros que se apresentam em seguida. CONCEITOS Página 81 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Neste campo, é objeto de avaliação a aplicação dos conceitos decorrentes dos conteúdos do programa, implicados no conhecimento dos fundamentos teóricos dos métodos de representação diédrica e triédrica, no conhecimento dos processos construtivos da representação e no conhecimento da normalização. A avaliação do conhecimento dos princípios teóricos far-se-á tendo em conta: - a interpretação de representações de formas - a identificação dos métodos de representação utilizados - a distinção entre as aptidões específicas de cada método, para a escolha do mais adequado à resolução de cada problema concreto de representação - o relacionamento de métodos e/ou processos A avaliação do conhecimento dos processos construtivos far-se-á tendo em conta: - a interpretação de dados ou de descrições verbais de procedimentos gráficos - a aplicação dos processos construtivos na representação de formas - a economia nos processos usados - a descrição verbal dos procedimentos gráficos para a realização dos traçados A avaliação do conhecimento relativo à normalização far-se-á tendo em conta: - a interpretação de desenhos normalizados - a aplicação das normas nos traçados TÉCNICAS Neste campo, são objeto de avaliação: a utilização dos instrumentos de desenho e a execução dos traçados. Quanto à utilização dos instrumentos, a avaliação será feita tendo em conta: - a escolha dos instrumentos para as operações desejadas - a manipulação dos instrumentos - a manutenção dos instrumentos No que respeita à avaliação da execução dos traçados, serão tidos em conta: - o cumprimento das normas - o rigor gráfico - a qualidade do traçado - a legibilidade das notações Página 82 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 REALIZAÇÃO Neste campo, são objeto de avaliação: competências implicadas na utilização imediata da Geometria Descritiva em situações de comunicação ou registo; competências que atuam na capacidade de perceção e de visualização. A avaliação da utilização da Geometria Descritiva como instrumento de comunicação ou registo será feita tendo em conta: - o recurso à representação de formas, para as descrever - a legibilidade e poder expressivo das representações - a pertinência dos desenhos realizados A avaliação da capacidade de representação de formas imaginadas ou reais terá em conta: - a representação gráfica de ideias - a reprodução gráfica de formas memorizadas ATITUDES Neste campo consideram-se as atitudes manifestadas no trabalho, incidindo a avaliação nos seguintes parâmetros: - interesse e empenho demonstrado na resolução das atividades propostas - espírito de cooperação e interajuda - respeito pelas normas de funcionamento da aula - pontualidade revelada - respeito demonstrado pelos outros O levantamento de dados para a avaliação far-se-á através de: 1 - Trabalhos realizados nas atividades desenvolvidas nas aulas ou delas decorrentes, quer em termos dos produtos finais quer em termos dos materiais produzidos durante o 20% processo, pela observação direta das operações realizadas durante a execução dos trabalhos e intervenções orais 3 - Atitudes reveladas durante as atividades 20% 4 - Provas de avaliação sumativa expressamente propostas - 2 ou 3 por período 60% Página 83 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Nos Itens 1, 2 são atribuídas avaliações qualitativas com as menções de: Reduzido (0 a 4 Valores), Insuficiente(5 a 9 Valores), Suficiente (10 a 13 Valores), Bom (14 a 17 Valores) e Excelente (18 a 20 Valores). No Item 3, Provas de Avaliação, é atribuída uma avaliação quantitativa de 0 a 20 valores, tendo as cotações das provas que traduzir os seguintes aspetos, com os seguintes pesos: Aspeto avaliado Peso Valores Tradução gráfica dos elementos dados 4 Processo de resolução 8 Obtenção dos resultado final pretendido 4a5 Observação das convenções gráficas usuais aplicáveis, rigor de 3a4 execução e qualidade expressiva dos traçados NOTAS: No final do 1º Período a classificação do aluno é traduzida pela seguinte fórmula: {(Media testes x60)+(Item1 x20)+(Item2 x20)}/100 As classificações a atribuir nos 2º e 3º Períodos, são calculadas com base na mesma fórmula, mas são acrescidas com a média, com peso de um terço, da nota do período anterior, no 2º P a classificação é dada por (fórmula x 2 + 1ºP x 1) / 3 e no 3º P é (fórmula x 2 + 2ºP x 1) / 3. Mediante a progressão do aluno ao longo do ano letivo esta fórmula poderá ser adaptada visando recompensar positivamente o esforço e o estudo. DESENHO A AVALIAÇÃO A avaliação em Desenho A é contínua e integra duas componentes: uma, ora formativa ora sumativa, baseada no desenrolar dos trabalhos, desde os primeiros ensaios até aos produtos finais; outra sumativa, assente no culminar destes trabalhos práticos. Tem como referência os objetivos gerais e específicos da disciplina e define-se segundo parâmetros que se apresentam em seguida. CONCEITOS Página 84 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 1. O domínio dos conceitos constantes nos conteúdos programáticos, com especial incidência naqueles que são de aprofundamento e que constam do capítulo «sintaxe», e a sua correta aplicação; 2. O domínio dos vocábulos específicos da área do desenho; 3. O conhecimento das condicionantes psicofisiológicas da perceção e da representação gráfica; 4. O conhecimento e valorização do papel desempenhado pelo sujeito observador perante desenhos, imagens e objetos visuais, assente numa consciência dos fatores que o estruturam e condicionam. TÉCNICAS Neste campo, são objeto de avaliação: a utilização dos instrumentos de desenho e a execução do traço. Quanto à utilização dos instrumentos, a avaliação será feita tendo em conta: a escolha dos instrumentos para as operações desejadas a manipulação dos instrumentos a manutenção dos instrumentos No que respeita à avaliação da execução dos trabalhos, serão tidos em conta: o cumprimento das técnicas o rigor gráfico
 a qualidade do traço REALIZAÇÃO 1. O domínio de uma grande diversidade de suportes, em escalas e matérias diferenciadas, e suas potencialidades; 2. O domínio dos diferentes meios atuantes, integrando o conhecimento da sua natureza específica com a compreensão das suas diferentes utilidades e adequações; 3. O domínio de fatores, processos e sistemas de estruturação e organização formal, cromática, espacial e dinâmica e sua articulação operativa na representação e expressão gráfica; 4. O domínio e aplicação de princípios e estratégias de composição e estruturação, compreendendo práticas de ocupação de página, enquadramento e processos de transferência; 5. A capacidade de análise e representação de objetos do mundo visível e o domínio, no campo dos estudos analíticos de desenho à vista, de proporção, escalas e distâncias, eixos e ângulos relativos, volumetria, configuração e pontos de inflexão de contorno, acompanhada do desenvolvimento de uma capacidade de síntese gráfica; Página 85 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 6. A adequação da formulação gráfica à função, à audiência e à tecnologia de divulgação; 7. A eficácia técnica no uso dos recursos gráficos e construtivos; 8. A utilização de novas tecnologias e sua aplicação às tarefas e processos do
desenho. ATITUDES Neste campo consideram-se as atitudes manifestadas no trabalho, incidindo a avaliação nos seguintes parâmetros:  interesse e empenho demonstrado na resolução das atividades propostas;  espírito de cooperação e interajuda;  respeito pelas normas de funcionamento da aula;  pontualidade revelada;  respeito demonstrado pelos outros. O levantamento de dados para a avaliação far-se-á através de: 1. Aquisição de conceitos 30% 2. Concretização de Praticas 50% 3. O desenvolvimento de valores e atitudes 20% A avaliação dos 2º e 3º períodos terá em conta um peso de 30% do período anterior GEOGRAFIA E GEOGRAFIA A E C Disciplinas lecionadas pelo Grupo 420 PONDERAÇÃO  A classificação a atribuir no final de cada período resultará da média aritmética simples do trabalho efetuado pelo aluno até esse momento, tendo em conta os parâmetros de ponderação acima referidos.  O peso atribuído a cada um dos instrumentos de avaliação será definido e comunicado ao aluno antes da realização do trabalho.  A classificação a atribuir no 3º Período poderá ser acrescida ou reduzida de um valor em função da progressão ou da regressão do aluno. Página 86 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Periodicamente, será feita a auto e heteroavaliação das atitudes e dos comportamentos dos alunos. GEOGRAFIA A e C AQUISIÇÃO DE CONHECIMENTOS - Testes de avaliação e/ou 80% - Trabalhos de grupo/projeto PARTICIPAÇÃO 10% Participação nas aulas (oral, fichas formativas) ATITUDES E VALORES - Interesse e empenho nas atividades; respeito pelas normas, pelos 10% colegas e professores; pontualidade; cooperação e interajuda GEOGRAFIA Instrumentos de Parâmetros de Objetos de avaliação avaliação ponderação Testes escritos O conhecimento e as Fichas de trabalho competências 70% Trabalho de projeto Relatórios de atividades As atitudes e os Grelhas de registos de 30% comportamentos na aula atitudes e comportamentos As atitudes e o comportamento na sala de aula serão avaliados tendo em conta os seguintes itens:  Interesse/ participação  Cumprimento de regras da sala de aula  Assiduidade  Pontualidade Página 87 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 PSICOLOGIA A E PSICOLOGIA B PSICOLOGIA A - 12º ANO Aptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes 60% Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente - 40% Tarefas individuais e de grupo Atitudes e valores 20% 20% 100% Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma, (1º Período + 2º Período + 3º Período) / 3 PSICOLOGIA B Aptidões teórico – práticas a avaliar sumativamente – Testes 70% Aptidões teórico – práticas a avaliar formativamente - 30% Tarefas individuais e de grupo Atitudes e valores 20% 10% 100% Nota: a classificação no final do ano letivo é encontrada da seguinte forma, 1º Período + 2º Período + 3º Período (1º Período + 2º Período + 3º Período) / 3 Página 88 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 20. REGRAS METODOLÓGICAS PARA A ELABORAÇÃO DOS TRABALHOS ESCOLARES Parece-nos importante que os alunos de uma escola, quando elaboram um trabalho escrito, se pautem por regras comuns, independentemente da disciplina e do professor. Nesse sentido, a Biblioteca Escolar, assumindo a sua responsabilidade na promoção da literacia, apresentou a proposta seguinte que colheu o parecer favorável do Conselho Pedagógico de 14 de outubro de2009. Trabalho de Pesquisa Estrutura  Capa ou Folha de Rosto 1. Nome da escola 2. Nome da disciplina 3. Nome do professor 4. Título do trabalho 5. Nome e número do aluno 6. Ano e turma 7. Ano letivo  Página de Cortesia ou Folha de Guarda  Índice (pode ser no fim)  Corpo do trabalho 1. Introdução 2. Desenvolvimento 3. Conclusão  Anexos  Bibliografia e Webografia Referência Bibliográfica Quando a fonte é uma monografia A. Um autor: APELIDO, primeiros nomes – Título da obra, Local, Editora, Ano da publicação. Batista, António Alçada – Catarina ou o Sabor da Maçã, Lisboa, Editorial Presença, 1999. B. Dois autores: PINTO Teresa; HENRIQUES, Fernanda – Igualdade de Oportunidade, Lisboa: Comissão para aIgualdade e para os Direitos das Mulheres, 1999. C. Mais de três autores: PEREIRA, João e outros – Linguística, Lisboa, Bertrand, 1998. Página 89 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Quando a fonte é um artigo ou um capítulo de um livro de outro autor APELIDO, primeiros nomes – “ Título do artigo ou do capítulo”. In APELIDO, primeiros nomes - Título do livro, Local, Editor, Ano da publicação. Localização no livro. FARR, Robert – “ Representações sociais: a teoria e a sua história”.In GUARESCHI, Pedrinho; JOVCHELOVITCH, Sandra - Textos em Representações Sociais. Petrópolis, Editora Vozes, 2000. p. 31 a 59. Elementos desconhecidos Editor desconhecido: (s.n.) – expressão latina sine nomine, abreviada e entre parênteses. Local de publicação desconhecido: (s.l.) – abreviatura de “sem local”. Data da publicação desconhecida: (s.d.) – abreviatura de “sem data”. Quando a fonte é um artigo retirado de uma publicação periódica (revista ou jornal) APELIDO, primeiros nomes – “ Título do artigo ”. Título da publicação, Local, Editor, Volume, número (Ano da publicação), páginas. GEADA, Eduardo – “A páginas tantas”: espaço aberto da filosofia e do saber: a modernidade e a biblioteca. A Capital. (19 Nov.1987) p.9 Quando a fonte é um CD-ROM: Título, Local da publicação, Editor, Ano da publicação. Auto da Índia: Teatro interativo. (CD-ROM) Lisboa: Universidade Nova de Lisboa,(s.d.) Quando a fonte é um endereço eletrónico: APELIDO, primeiros nomes – Título (Data da consulta). Disponibilidade de acesso ao artigo PEREIRA, Dulce – Crioulos de Base Portuguesa (28 de agosto de 1998). Disponível em WWW: http.www.institutocamoes.pt/cvc/hlp/geografia/crioulosdebasepot.html Quando a fonte é um endereço eletrónico e não se conseguem reunir as informações anteriores: Entidade responsável pela página. Disponibilidade e acesso ao artigo (Data da Consulta) Instituto da Droga e da Toxicodependência. Disponível na WWW<htpp//drogas.pt>.[Consult. 14 Out.2007]. Quando a fonte é um filme ou um documentário em vídeo: TÍTULO. Local de publicação: Editor/Distribuidor, Ano. Designação específica e extensão. O Saber da Água. Lisboa: EPAL, 2000. 1 cassete vídeo (VHS) Rei Artur. Lisboa: Lusomundo, 2004. 1 disco vídeo Quando a fonte é um disco compacto (CD): AUTOR(ES). Título. Local de publicação: Editor/Distribuidor, Ano. Designação específica de material/extensão CALCANHOTO, Adriana Adriana Partimpim. São Paulo: BMG Brasil, 2004. 1disco (CD). Quando a fonte é um quadro que se observa numa exposição: APELIDO, primeiros nomes. Título do quadro. Data. Designação específica e dimensão. Coleção a que pertence. Página 90 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 SAMÚ, Raphael. Vitória, 18,35 horas, 1977. 1 original de arte: Óleo sobre tela; 40X50 cm. Coleção particular. Algumas regras úteis Cabeçalhos • Identificação do estabelecimento de ensino • Tipo de trabalho (Disciplina) • Subtítulo do trabalho (Conteúdo) • Nome, nº e turma do aluno que realiza o trabalho// Data Títulos das Obras e Estrangeirismos (empréstimos externos) • Em trabalhos manuscrito – sublinhados • Em trabalhos em letra de imprensa (computador) – em itálico Títulos de Poemas, Citações e Transcrições • Entre aspas Arranjo e Composição Gráfica (processamento informático do texto)  Formatar / Assinalar títulos e parágrafos  Margens da página A largura e a altura das margens devem ser estabelecidas, de modo a permitir a encadernação. Em princípio, será suficiente deixar dois centímetros e meio nas margens superior, inferior e direita e poder-se- á ir até aos três centímetros ou três centímetros e meio na margem esquerda. O texto deve ser alinhado (“justificado”).  Espaços em branco e linhas em branco Não se deixa espaço antes de qualquer sinal de pontuação, mas deixa-se sempre um espaço em branco depois. As linhas do texto deverão ser dispostas com a distância correspondente a um espaço e meio.  Tipos de letra Evitar recorrer ao grafismo exagerado, a fim de atribuir maior destaque a uma ideia. Este realce deve ser conseguido mais por palavras do que por tipos de letra ou efeitos especiais. Os tipos de letra de tamanho 12 ou 14 correspondem aos tamanhos usados com mais frequência. Para a generalidade do texto, poder-se-á utilizar um tipo de letra do género Times New Roman, Arial e Bookman, entre outros clássicos. Deve empregar-se o itálico e o negrito com moderação. Como já vimos, o itálico deve ser usado para registar os títulos das obras, palavras em língua estrangeira ou para indicar que a palavra está a ser utilizada num contexto diferente do habitual. Página 91 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 21. CURRÍCULO INFORMAL / ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO DO CURRÍCULO PROJETOS Vem de longe a propensão desta escola para os projetos e atividades de enriquecimento curricular. Tendo como pano de fundo o conceito de “Escola Cultural”, cunhado nas longínquas décadas de setenta e oitenta do século XX, sempre houve o culto dos “Clubes” – nome que foi cedendo o seu lugar e importância ao de “projeto”. Por uma questão de arrumação conceptual, vamos manter esta dicotomia: sob o nome de “Clubes” incluiremos aqueles que a si mesmos se dão esse nome – como é o caso do “Clube do Desporto Escolar” – bem como aqueles que têm um cunho marcadamente pessoal, que são “projetos de autor”. Sob o nome de “Projetos”, designaremos aqueles que têm um cunho transversal, que decorrem de políticas nacionais ou de escola, dirigindo-se à globalidade dos alunos. Não convirá, no entanto, fazer uma dicotomia absoluta entre estes dois tipos de atividades – tanto mais que a Escola, muito recentemente, em sede do seu Plano Anual de Atividades definiu algumas atividades que, designadas anteriormente por “Clubes”, se destinam à totalidade dos alunos, sendo apelidadas de “Clubes” / “Projetos” de Escola. A divisão que a seguir se desenvolve é, pois, uma entre outras possíveis. 21.1.1. SENTIR + - Clube de Inteligência Emocional Porquê investir na linguagem “Sentir +” Uma vez houve um incêndio enorme numa floresta que fez com que todos os animais fugissem do fogo. Era “impossível” combatê-lo. Enquanto fugiam repararam que um pequeno colibri entrava e saía do fogo. À enésima vez o Leão achou aquilo demasiado estranho e perguntou-lhe: "Ó colibri, afinal o que andas tu a fazer a entrar e a sair deste fogo enorme?" E ele disse: "É que eu encontrei um rio aqui perto. Então encho o bico de água eatiro para o fogo!" O Leão admirado, insistiu: "Então, tu tão pequenino, achas mesmo que consegues apagar este fogo imenso? É impossível!" "Eu sei que é impossível, mas eu faço a minha parte..." Página 92 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 A falta de competências no domínio da Literacia Emocional (“anatomia emocional”), que se reflete na incapacidade de reconhecer as diferentes emoções, identificar os estados e padrões emocionais, em si e nos outros, e de dar respostas adequadas aos sentimentos de terceiros, está a assumir proporções alarmantes. A verdadeira “alfabetização” deve acontecer a nível da linguagem do coração porque a maioria dos problemas educativos podem ter a sua raiz a nível das relações interpessoais que contaminam a proficiência. O Clube “Sentir +” orienta-se em função de dois Pilares da Educação da UNESCO? Aprender a Viver Juntos – Aprender a Viver com os outros!; Aprender a Ser!. Quem é o responsável pelo Clube “Sentir +”? Professor de Educação Física, João Jorge. Porque se alterou o nome para “Sentir +”? Porque na verdade ninguém ensina ou educa para a felicidade, apenas podemos criar a oportunidade para cada um desenvolver competências no âmbito da literacia Emocional. A Felicidade é um investimento pessoal que depende da forma construtiva como se utilizam os instrumentos recursos e competências que estão á disposição. O que é o Clube “Sentir +”? Pretende criar as condições para a exploração de um conjunto de interrogações, inseguranças, medos e receios sobre a relação que cada um tem consigo próprio e com os outros. É um espaço de desenvolvimento de competências de Literacia Emocional (Inteligência Emocional) compreendida nas suas 3 capacidades: – Capacidade de escutar os outros e sentir empatia com as suas emoções; – Capacidade de compreender as suas emoções; – Capacidade de expressar as emoções de um modo produtivo Qual o Objetivo do Clube? Ajudar os alunos a compreender o vocabulário, a gramática, a linguagem e o potencial da comunicação das emoções, seja através da interpretação das expressões faciais, da linguagem corporal das atitudes e padrões de comportamentos. Como tal, durante os momentos de encontro, serão “dissecados” os aspetos inerentes á “Anatomia Emocional”. A “Anatomia Emocional” corresponde á compreensão dos nossos estados e padrões emocionais, saber utilizar estes recursos para melhor comunicar com os outros. Para sermos uma pessoa emocionalmente educada temos de saber lidar com as emoções de tal forma que o nosso poder pessoal se desenvolva, bem como a qualidade de vida à nossa volta. A Literacia Emocional Página 93 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 melhora as relações, aumenta as possibilidades de criação de relações afetivas entre as pessoas, torna possível a cooperação no trabalho escolar e facilita o sentimento de comunidade. Necessitamos de um ambiente que encoraje e incentive o discurso emocional, onde possamos partilhar honestamente as nossas emoções com pessoas que partilhem honestamente as suas A eficácia da aprendizagem não é uma questão apenas cognitiva; os estados, padrões emocionais e a qualidade da experiência sentida durante a aprendizagem, o contexto emocional familiar, também desempenham um papel importante Csikszentmihalyi, (1988). Pelo facto de funcionarmos de modos tão diferentes, temos necessidade de informação para decidir como nos devemos relacionar com os outros. Os nossos medos dificultam a comunicação e as relações sofrem. Isto encoraja um verdadeiro leque diversificado de respostas que, por sua vez, torna a consciência social muito importante. Será que sabemos ler e interpretar os sinais da linguagem facial e a mimética corporal própria da “Anatomia Emocional”? Sobretudo, compreendemos nós a linguagem das sensações, perceções e intuições internas próprias do nosso universo interior? Será que apesar de dominares os meios de comunicação oral e escrito te sentes compreendido(a) e consegues exprimir aquilo que sentes? Será que apesar das competências linguísticas sentes que comunicas verdadeiramente? És compreendido(a), reconhecido(a) e amado(a)? “WhereisTheLove” Gostaria de ter como ponto de partida, alguns parágrafos importantes retirados do “Relatório para a UNESCO da Comissão Internacional da Educação para o século XXI” na medida em que, para todos os efeitos, é uma das grandes referências e diretivas mundiais para a educação. Este relatório fala dos “4 pilares da Educação” e a preocupação de “Educar para o desenvolvimento humano” é mais um tema do relatório da UNESCO (1996). Mais à frente afirma que, “a educação deve, de facto, fazer com que cada um tome o seu destino nas mãos e contribua para o progresso da sociedade em que vive, baseando no desenvolvimento na participação responsável dos indivíduos e comunidades”. Este projeto assume que a única forma de Promover a Saúde, promover a educação ambiental e promover uma atitude de cidadania consciente passa fundamentalmente pela facilitação nos jovens de um contexto enriquecido no qual possam aprender a integrar e exprimir a sua interioridade e resolver os seus conflitos intrapsíquicos centrípetos e centrífugos. Este projeto promove a “ecologia da mente”, a “ecologia das emoções”, “ecologia social” e “ecologia ambiental”. Pressupõe também que os conflitos externos são o reflexo dos conflitos internos. Então, a resolução dos conflitos da Educação depende da reestruturação psicoemocional que é, na ótica deste modelo, a forma mais viável para se alcançar o 3.º e 4.º pilares da Educação segundo a UNESCO. Competências a Desenvolver nos alunos: a) Sensibilização à compreensão e expressão das emoções; b) Consciência das emoções para assistir o pensamento; c) Compreensão das emoções; d) Resolução, observação, expressão e gestão de emoções. Página 94 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 QUESTÕES COMPONENTES  O que faz com que pense, sinta e aja  Autoconsciência: o reconhecimento das causas e da forma que o faz? efeitos do nosso próprios sentimentos  Que partes da sua reação são  Honesto consigo próprio. A aceitação das nossa habituais (realizadas sem o próprias qualidades e limitações (falhas), as pensamento consciente) e que nossa próprias experiências e emoções e o nosso partes são intencionais; próprio poder. CONHECE-TE  Independência: o reconhecimento dos nossos  De que tem medo. próprios direitos e responsabilidades como uma pessoa livre.  Hesitar na gratificação: optar pelas ações  Como identifica aquilo que é melhor “corretas” mesmo que saibamos que não para si; venhamos a ser imediatamente recompensados.  Priorizar: tornar prioritário na nossa mente uma  Consegue aumentar a consciência “checklist” daquilo que é mais importante de das suas ações de forma a sentir os forma que possamos pesar as decisões e ações. seus efeitos – “Imagética” (Visualização criativa) (Imagética)  Gerir sentimentos: utilizar técnicas simples como por exemplo uma pausa para reflexão para agir e não reagir (escalada do conflito);  Se não tem medo o que faria?  Otimismo: Reconhecer o facto de que temos escolhas, que podemos fazer a diferença, que somos uma parte importante do todo vivo; ESCOLHE-TE  Responsabilidade: Fixar-se em padrões elevados  Consegue viver fazendo menos do de objetivos e assim realizar aquilo que está que é correto? correto… mesmo que pareça inútil.  Interdependência: o reconhecimento do papel do indivíduo numa comunidade local ou global. A 1. Estarei eu a viver o legado de Deus; consciência e a tomada de decisões que tenha em consideração as consequência a curto e a longo prazo das nossas ações;  Empatia: utilize a sua consciência para orientar 2. Estarei eu a curar ou a magoar? as suas escolhas;  Objetivos Nobres: comprometer-se para com  Estarei eu a viver a regra de ouro? uma ação que sirva ideais e os outros, mas não ENTREGA-TE magoe ninguém ou não sobreponha os  Morrerei eu sabendo que vivi bem a interesses de um sobre o outro ou subjugue o vida? outro. Metodologia: A abordagem segue a estrutura do modelo SixSeconds sofrendo adaptações desenvolvidas pelo professor João Jorge. O modelo SixSeconds apresenta-se como uma ferramenta muito adequada para facilitar o processo de desenvolvimento da IE no contexto educativo. Este modelo possui paralelismos com os Página 95 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 “estados de espírito e a polaridade das emoções” que David Boadella (1997) menciona num artigo intitulado “Inspiração e corporificação”. Contudo, adiciono ao modelo “SixSeconds” uma dimensão extra para além das 3 propostas inicialmente pelos seus criadores Conhece-te a ti Escolhe-te a ti Entrega-te mesmo Desenvolver a Aplicar o Aumentar a empatia; Literacia Emocional; pensamento Perseguir objetivos consequencial; Reconhecer padrões; nobres; Navegar nas emoções; Desenvolver a motivação intrínseca; Exercer o otimismo. Modelo “SixSeconds O modelo de “Inteligência Emocional” a aplicar no âmbito Educativo, conjuga várias abordagens com o intuito de enriquecer o processo transformativo. Todo o modelo educativo está vocacionado para a contenção da emoção, para o correccionismo (emoções incoerentes), para a ausência de liberdade e de libertação, para a sobrevalorização da mente, do ego narcisista e consequentemente para o conflito e a neurose. ───────────────────────────────────────────────────────────── Modelo 6 Seconds Estados de espírito e polaridades da emoção, as 4 Qualidades básicas do Coração. ─────────────────────────────────────────────────────────────  Conhece-te a ti mesmo; Via Positiva: Celebração da Alegria  Escolhe-te a ti mesmo Via Criativa: Nascimento, crescimento, amor e criatividade  Dá-te Via da Partilha: Desapego, rendição, aceitação, coração  Transcende-te Via Transformativa: Preocupação consciencial e via compassiva para transformar o mundo interior Estilos de aprendizagem a privilegiar: Estilo de Tipo de intervenção na sala e caracterização da Atividade de aprendizagem. aprendizagem intervenção Abordagem reflexiva: Atividade de brainstorming; Propor atividades ou experiências próximas de Situações nas quais os alunos são Divergente uma situação concreta e só posteriormente a convidados a observar, discutir ou reflexão sobre a situação, levando o aluno a refletir sobre um problema; Página 96 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 questionar-se sobre os conceitos, as regras e os Troca de ideias em situações princípios relevantes para explicar essa situação. estruturadas e não estruturadas; Trabalho em grupo e individual; Trabalho de natureza emocional; Situações que permitam fazer uma relação entre a teoria e a prática; Autoaprendizagem: Reflexões sobre a lógica das coisas Criar condições para o estudo por parte do (relatividade); Assimilador aluno até este ser capaz de resolver uma Situações nas quais os alunos tenham determinada situação ou exercício baseado no um aposição crítica e sejam capazes conhecimento que ele próprio descobriu; de a discutir em grupo; Trabalho estruturado com uma finalidade precisa; Resolução de problemas numa Instrucional: situação concreta; Formular clara e concisamente os conceitos, as Convergente: Análise de situações nas quais é regras e os princípios que deverão ser usados na evidente a regra utilizada; interpretação de uma situação; Aprendizagem de natureza Abrir o espaço à liberdade individual para que Auto- holoprática (Holopráxis) possa, sem juízos de valor ou considerações, Convergente: Definição negociada de tarefas; exprimir a sua interioridade e individualidade na Trabalho prático em grupo e interpretação de uma situação. individual; Criar situações novas ou novas situações de reflexão; Prático: Simulações, dramatizações (Role Proporcionar aos alunos um conjunto de Playing); exercícios para a experiência sem serem Tarefas e atividades a realizar num Acomodador questionados e chamados a refletir rapidamente tempo determinado; sobre as experiências para só tirarem Resolução de problemas com conclusões no final de uma longa manipulação. múltiplas soluções; Trabalho em grupo; Trabalho de natureza prática; Quem Pode Participar? Todos os alunos que assim o desejem. A que Horas Funciona? A hora de encontro semanal será determinada em função do horário do professor e da disponibilidade dos alunos, procurando sempre encontrar o horário que permita ao maior número de alunos participar.. Como Funciona o Clube? O Clube “Sentir+” dirige-se principalmente aos estudantes da Escola Secundária D. Inês de Castro e tem como objetivo promover as competências de Inteligência emocional. Através da conversa descontraída, de Página 97 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 jogos de interação, da exploração dos assuntos que mais nos preocupam, relativos á sua relação com os pais, amigos, Professores, e sobretudo consigo próprios. Todos sentem inseguranças, receios e medos. A consciência emocional significa saber aquilo que sentimos, saber aquilo que os outros sentem, descobrir a causa desses sentimentos e conhecer o efeito provável dos nossos sentimentos nos outros. As emoções evoluem e são moldadas pelas experiências que nos rodeiam ao longo de toda a nossa vida. A maior parte de nós tem muito pouca consciência da força das nossas emoções ou daquilo que as faz disparar. O desenvolvimento da consciência emocional é o tema central deste clube. A nossa consciência emocional pode ser maior ou menor. Nós podemos passar por experiências que despoletam memórias subconscientes cujas emoções nós compreendemos e entendemos no entanto, não temos consciência de outros estados e padrões emocionais que acabam por se manifestar como desequilíbrios Benefícios e ganhos decorrentes da aplicação das ferramentas da literacia emocional?  Aumenta a cooperação;  Melhora as relações na classe;  A aumentar a concentração e atenção dos alunos;  Melhorar a relação entre professor e aluno;  Melhoria da aprendizagem dos alunos;  Aumentar o trabalho colaborativo;  Aumentar as afirmações verbais positivas;  Diminuição das mensagens verbais negativas entre os estudantes; Dedicado a melhorar a capacidade dos Jovens para conquistarem o sucesso na vida pelo desenvolvimento de: caráter, força, felicidade, confiança, liderança e empatia. 21.1.2. DESPORTO ESCOLAR O Programa do Desporto Escolar reforça os mecanismos que contribuem para a aplicação do princípio da autonomia das Escolas que tem vindo a nortear a ação do Ministério da Educação, em todos os diversos domínios da política educativa. Assim, o Projeto de Desporto Escolar deve integrar-se, de forma articulada e continuada, no conjunto de valores consagrados no Projeto Educativo e nos objetivos do Plano de Atividades da Escola, fazendo parte do seu Projeto Curricular. Assim se dá cumprimento à Lei de Bases do Sistema Educativo (art.51º), complementando atividades curriculares dos diferentes níveis de ensino devem por ações orientadas para a formação integral e a realização pessoal dos educandos, no sentido da utilização criativa e formativa dos seus tempos livres. O Desporto Escolar da qual a ESDICA faz parte integrante é um Projeto nacional de desenvolvimento desportivo que tem como objetivo dinamizar nas escolas as várias modalidades desportivas permitindo aos alunos inscritos nos grupos equipa participar nos quadros competitivos das várias fases. Todas as atividades Página 98 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 do Desporto escolar obedecem ao regulamento Geral de Provas, o qual se aplica a todas as competições realizadas no âmbito do Desporto Escolar. Tem ainda por objetivo balizar a prática desportiva no âmbito do Sistema Educativo, procurando homogeneidade e coerência no quadro competitivo, tanto na fase Local como na Regional e na Nacional, seguindo naturalmente o Regulamento Específico, o Programa do Desporto Escolar e as regras oficiais. O Desporto Escolar é o conjunto das práticas lúdico-desportivas desenvolvidas como complemento curricular e ocupação dos tempos livres dos alunos, num regime de participação voluntário, integrados no plano de atividades da escola. O desporto escolar visa especificamente a promoção da saúde, da condição física e mental, a aquisição de hábitos e condutas motoras e sociais, bem como o entendimento do desporto como fator de cultura, estimulando sentimentos de solidariedade, cooperação, autonomia e criatividade, devendo ser fomentada a sua gestão pelos estudantes praticantes, salvaguardando-se a orientação por profissionais qualificados. As modalidades implementadas na ESDICA dependem da formação do professor responsável o qual dinamiza e promove junto da população escolar a modalidade. As modalidades implementadas são o badminton, as multiatividades, o voleibol e o Xadrez. A prática da modalidade facilita aos jovens inscritos, o aprofundamento do conhecimento sobre a prática do ensino-aprendizagem destas modalidades, promove a cooperação interescolas e o convívio entre os alunos/atletas, apoiando a implementação e organização de um circuito de provas/torneios ou concentrações nestas modalidades do desporto escolar. Oferta da Escola : ● Badminton - grupo equipa, no escalão de juvenis e juniores, masculinos e femininos ● Voleibol – um grupo equipa de juniores femininos;  Multiatividades de ar livre As “Multiactividades de Aventura” são uma modalidade desportiva que se caracteriza pela prática de atividades de aventura e exploração da natureza, tendo como base um percurso de orientação. As equipas de Exploradores foram contactadas para levar a cabo uma missão secreta, importante para o seu país. Do sucesso desta missão depende a resolução do problema financeiro em mão. A equipa de Exploradores deverá encontrar um tesouro que lhes permitirá libertar a nação da dependência energética do país. Que tesouro é esse que deve encontrar e transportar até ao final do percurso? – Promover a prática desportiva em ambiente natural de forma equilibrada e desenvolver no grupo o gosto e respeito pela natureza. – Promover a prática de desportos de aventura privilegiando a segurança. – Desenvolver a autoconfiança e o trabalho em equipa. – Promover a prática de diversos desportos de aventura e ar-livre inseridos numa única modalidade. 21.1.3. DESPORTO MENTAL Página 99 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Já começa a ser tradição o xadrez na nossa Escola, como atividade com caráter organizado e continuado, desde 2005. Até essa data, não sendo grande, não foi, contudo, inexistente. Aqui e ali, de facto, praticou-se o jogo, a espaços e sem sustentáculo teórico, exceção feita para um ano em que um grupo de alunos recebeu aulas com alguma frequência e sistematicidade, e para outro, mais recente, em que se realizou uma simultânea com a participação de algumas dezenas de alunos do concelho, na semana da “Escola Aberta”. Desde o ano letivo 2010 - 2011 que o Xadrez integra as atividades do Desporto Escolar. Do Bridge, que se saiba, jamais existiu qualquer atividade, antes do surgimento do Clube de Desporto Mental, em 2005. Que vantagens se encontram nestas modalidades? Além do caráter lúdico, é de sublinhar todo um conjunto de competências e comportamentos que qualquer jogo requer e desenvolve, sejam do nível cognitivo, do nível sócio - comportamental e do nível estético, para além de outros. De facto, o Xadrez e o Bridge, atividades principais do clube, pelas suas componentes de individualidade, o primeiro, e de sociabilidade, o segundo, embora diferenciando-se, complementam-se. Sendo, pois, quer o Xadrez quer o Bridge jogos de inegável valia intelectual, são-no, também, de valia social. E a consideração intelectual e social que ambos merecem, para além de constituírem uma mais- valia, pela vida fora, para os nossos alunos, constituem um valor acrescentado, para a nossa Escola, porquanto fazem parte daquelas atividades de referência que poderão, juntamente com outras, de algum modo contribuir para que sejamos uma escola pública de qualidade e assim esbater diferenças que nos permitam afirmarmo-nos na, por vezes, desigual luta entre o público e o privado. Ambicioso projeto, mas projeto: a obra realizada não é, afinal, um projeto que se realizou? Assim, considera-se que o princípio mens sana in corpore sano é um ideal a atingir numa escola em que, de acordo com o Projeto Educativo, cidadania tem um conceito muito abrangente. 1. Objetivos 1.1. Objetivos do domínio cognitivo – científico 1.1.1. Desenvolver a capacidade de concentração e de raciocínio indutivo e dedutivo. 1.1.2. Fomentar a capacidade de tomar decisões num espaço de tempo limitado. 1.1.3. Estimular a capacidade de analisar dados objetivos e subjetivos (psicológicos). 1.1.4. Interligar o uso funcional concreto com o conhecimento reflexivo abstrato. 1.1.5. Compreender a relatividade dos valores em função dos contextos específicos. 1.1.6. Assegurar o desenvolvimento do raciocínio e da reflexão através do domínio progressivo das potencialidades dos jogos. 1.2. Objetivos do domínio comportamental – social 1.2.1. Contribuir para a formação integral do aluno, promovendo valores de autonomia, responsabilidade e espírito crítico. 1.2.2. Desenvolver práticas de relacionamento interpessoal favoráveis ao exercício da crítica e da autocrítica, da aceitação e da recusa. 1.2.3. Melhorar a capacidade de autodisciplina e de controlo da agressividade. Página 100 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 1.2.4. Promover a educação para a cidadania, através da aceitação e interiorização da necessidade do cumprimento de regras. 1.2.5. Incentivar o convívio entre jovens dos mesmos escalões etários a nível escolar concelhio, regional e nacional. 1.3. Objetivos do domínio estético – lúdico 1.3.1. Apreciar o jogo como um objeto estético. 1.3.2. Sentir o prazer da invenção e da descoberta, da competição saudável e do merecimento. 1.3.3. Combater o stress, ocupando os tempos livres de uma forma lúdica. 1.3.4. Proporcionar a vivência de momentos potenciadores da autoestima. 2. Metodologia / Atividades 2.1. Divulgar a existência do Clube e dos seus objetivos, através de folhas informativas, de cartazes e do site da Escola; 2.2. Motivar para a aprendizagem do Bridge; 2.3. Participar na receção ao 10º ano, para que estes novos alunos sejam informados e alertados para o interesse das atividades propostas; 2.4. Disponibilizar uma ficha de (re) inscrição; 2.5. Reunir com os alunos que transitem do ano letivo anterior 2.6. Criar, com a colaboração de alunos, um forum a incluir no site da escola; 2.7. Contactar a Federação Portuguesa de Bridge e a Federação Portuguesa de Xadrez; 2.8. Participar em atividades no exterior em que a Escola esteja representada, quando solicitado pelos órgãos próprios da Escola; 2.9. Jogar regularmente pelo menos uma vez por semana/realizar campeonato interno; 2.10. Dedicar algum tempo ao estudo teórico do xadrez; 2.11. Participar nos Torneios da CEOSTE e em outros de eventual interesse para os alunos; 2.12. Organizar o Torneio de Xadrez da Escola, com a participação de outras escolas da Região Oeste, no âmbito do circuito do Desporto Escolar. 21.1.4. OFICINA DE EXPRESSÕES Enquadramento Pedagógico O projeto “Oficina de Expressões” afirmou-se e firmou-se na continuidade de uma tradição teatral, a qual, não sendo nem longa nem sistemática, moldou o rosto da Escola Secundária D. Inês de Castro, para quem a formação integral do aluno - na sua dimensão cultural, estética, cívica e humana – foi sempre uma prioridade. Página 101 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 De facto, ao fazer apelo a várias competências, aposta numa formação teatral complementar, não marcada por uma qualquer obrigatoriedade, a não ser a dos compromissos afetivos, procurando, a par do gosto pela criação dramática, favorecer o autodomínio e contribuir para a socialização dos alunos. • Assim, e com o objetivo sério de educar ludicamente, a Oficina de Expressões visa contribuir para a formação de cidadãos mais cultos, mais informados, mais responsáveis e, consequentemente, mais interventivos. Representar, declamar construir cenários, imaginar enredos, construir-se e construir uma escola diferente tem sido o nosso propósito. • Cremos, tal como Gonçalo M. Tavares, que “ O teatro é, deve ser: 1 bilhete para mudar a vida”, queremos que todos os alunos que se inscrevam nesta Oficina enriqueçam a sua vida porque, se a liberdade e a criatividade não se ensinam, podem certamente aprender-se. • O facto de a biblioteca ter assumido a responsabilidade de implementar o Projeto aLeR+ com a ESDICA implicou que esta “oficina” se tornasse a principal executora da faceta visível, em termos da comunidade, deste projeto. Enquadramento no Projeto Educativo  Promover o desenvolvimento pessoal, através da prática artística.  Fomentar um espírito de tolerância e de solidariedade.  Incentivar a criatividade e a capacidade de despersonalização como modo de objetivar o juízo sobre o outro.  Desenvolver o sentido de responsabilidade pessoal e coletivo.  Contribuir para o sucesso educativo. Objetivos Gerais  Desenvolver uma relação aberta e franca entre professor e alunos, baseada no respeito mútuo, na confiança, na responsabilização individual e de grupo e no cumprimento das normas de funcionamento previamente definidas e aceites pela maioria.  Conciliar liberdade com responsabilidade.  Criar uma dinâmica de grupo a partir do conhecimento individual.  Tomar consciência do corpo, da voz, das capacidades e das limitações.  Contribuir para a divulgação dos projetos da escola no exterior.  Valorizar o livro e a leitura  Incentivar a criatividade e a expressão espontânea.  Evidenciar aprendizagens significativas do conhecimento de si, do outro e do mundo.  Desenvolver estratégias de comunicação, relações interpessoais, trabalho de equipa, resolução de problemas e tomadas de decisão.  Desenvolver a consciência e o sentido estético.  Utilizar e desenvolver as diferentes linguagens (verbal, gráfica, plástica e corporal) como meio de produção, expressão e comunicação.  Compreender os significados expressivos corporais, textuais, visuais e sonoros da criação teatral. Página 102 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Valorizar a utilização de diferentes fontes de comunicação e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimento.  Questionar a realidade formulando problemas e tentando resolvê-los, utilizando para isso o pensamento lógico, a criatividade, a intuição e a capacidade de análise crítica.  Interpretar e usufruir de produções artísticas, em contextos diversos, contactando com diferentes intenções e situações de comunicação.  Premiar o mérito.  Preparar a candidatura ao ensino superior. Objetivos Estratégicos  Contribuir para a integração dos alunos na escola.  Promover a imagem da escola e da biblioteca.  Melhorar a relação entre textos e leitores.  Contribuir para a inovação e a qualidade da escola pública.  Integrar a Biblioteca nos Projetos da Escola.  Concretizar o Projeto aLeR+ com a ESDICA. Calendarização - Ao longo do ano letivo, em horário a combinar, podendo implicar a existência de horários diferentes, em função da disponibilidade dos alunos. Estratégias  Realizar jogos e exercícios que criem um espaço para análise e discussão dos acontecimentos e dos sentimentos ocorridos.  Fomentar atividades que criem o sentimento de pertença a um grande grupo: a escola.  Através de ações concretas, demonstrar a necessidade de um trabalho sistemático.  Utilizar imagens, objetos, textos e personagens, na improvisação de dramatizações, mímicas, declamações.  Utilizar textos literários, líricos, narrativos e dramáticos, como material para representações.  Dramatizar profilacticamente situações do quotidiano escolar.  Contactar com alunos de teatro e com atores.  Envolver os alunos na preparação e organização das atividades.  Potenciar as competências naturais dos alunos para representar, declamar, dançar, tocar preparar cenários ou recorrer às TIC… Atividades  Construção de um grupo; construção de uma oficina; construção de projetos.  Exercícios de dicção, de voz, de movimentação em palco, de verticalidade, de tensão interioridade / exterioridade, de leitura expressiva.  Produção, análise e seleção de textos.  Conceção, análise e seleção de projetos. Página 103 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Animação de momentos de leitura, na escola e no exterior, no âmbito do Projeto aLeR+.  Animação da Semana da Leitura.  Dinamização do Sarau Leituras Livres.  Preparação de alunos para provas específicas de Teatro.  Parcerias Permanentes  Equipa aLeR+.  Equipa da Biblioteca.  Equipa PTE  Professores de Português.  Armazém das Artes.  Café Tertúlia.  Jornal Região de Cister  Junta de Freguesia de Cós.  Universidade Sénior Ocasionais  Antigos alunos da escola, a frequentar Cursos de Teatro  Antigos alunos do grupo de Leitores da Biblioteca.  Professoras Maria do Céu Batista e Sandra Ventura (Canto)  Academia de Música  Academia de Dança  Turmas de AV e de Música  Outros projetos existentes na Escola, mediante apresentação de propostas.  Rádio Cister Destinatários Todos os alunos, mediante inscrição, organizados em grupos com interesses/ disponibilidades diferentes. Recursos  Material audiovisual  Materiais para cenários  Fundo documental da BE e da Biblioteca Municipal  Papel, impressões e fotocópias  Material informático  Ineses a Ler  Auditório /Ginásio /Sala Polivalente da BE / Espaços cedidos pelos parceiros permanentes. Página 104 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Avaliação Relatórios enviados, no fim de cada período, aos Diretores de Turma sobre os alunos inscritos e dos que participam ocasionalmente. Relatórios intermédios a apresentar ao Diretor. Relatório a enviar ao PNL Relatório de avaliação RBE Dados Estatísticos Dinamizadores: Professora Bibliotecária, Coordenadora do PNL /Alunos do grupo de leitores da Biblioteca Professor responsável - Professor João Fatal 21.1.5. PAIS NA ESCOLA DO SÉCULO XXI É um espaço onde pais e educadores podem partilhar medos, angústias, trocar ideias e saberes, encontrar apoio na resolução de problemas e ganhar mais autoconfiança enfim. PAIS NA ESCOLA DO SÉCULO XXI é um projeto que se propõe a ajudar os pais na árdua, mas valiosa tarefa que é EDUCAR. COMO SURGIU? Da necessidade de pais e filhos encontrarem uma relação equilibrada que lhes proporcione bem-estar e harmonia, fundamentais para o bom funcionamento familiar, e que lhes proporcione maior disponibilidade para as aprendizagens escolares. Objetivos: - Proporcionar informação sobre o desenvolvimento da criança e do adolescente nas suas diferentes vertentes; - Proporcionar contextos de formação, reflexão e aprendizagem sobre os problemas das famílias nas sociedades contemporâneas; - Contribuir para o desenvolvimento das competências parentais associadas ao desenvolvimento harmonioso dos jovens, fazendo face a situações geradoras de stress familiar; - Criar contextos informais, promovendo a reflexão em torno das práticas educativas familiares, com vista à resolução de problemas; - Promover a autoconfiança das famílias com vista à melhoria da sua capacidade relacional com os respetivos educandos; - Contribuir para o aprofundamento da colaboração entre a Escola e as Famílias, designadamente através de ações orientadas para:  Comunicação escola/família;  Debate sobre questões educativas;  Desenvolvimento das competências educativas das famílias, pais e encarregados de educação;  Maior participação na vida escolar dos seus educandos. Página 105 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 21.1.6. PROJETO DE MEDIAÇÃO ESCOLAR “Mediação Escolar Entre Pares” O projeto tem como objetivo fundamental implementar um modelo de mediação interpares, cujos destinatários finais são os alunos. No entanto, mais do que promover aprendizagem de ferramentas que permitam a resolução pacífica e cooperativa dos conflitos, pretendemos que os alunos desenvolvam habilidades que lhes permitam, no futuro, enfrentar de forma positiva e eficaz as situações e desafios da vida quotidiana. Importa promover uma cultura da responsabilização, uma vez que aprender a gerir e a resolver conflitos implica desenvolver a capacidade de tomar decisões, de comunicar de forma positiva e eficaz, de gerar empatia, de estabelecer e manter relações interpessoais, de utilizar as emoções de forma adequada, de utilizar o pensamento crítico e criativo na resolução de problemas Objetivos DO PROJETO 1. Diagnosticar os tipos de conflitos que surgem na escola, assim como os setores onde têm maior expressão; 2. Sensibilizar a Comunidade Escolar para a importância da Mediação de Conflitos em Meio Escolar; 3. Integrar este projeto nos objetivos do já existente “Pais na Escola do Século XXI”, no sentido de dotar os pais de capacidades específicas para o desenvolvimento de competências educativas, melhoria da comunicação com os seus filhos, problematização do papel da escola e da sua relação com a família, integrando a mediação de conflitos; 4. Formar alunos mediadores. 21.1.7. LITERACIA FINANCEIRA Enquadramento e justificação do projeto A atual crise global, que teve início na crise financeira provocada pelo endividamento, mostrou a necessidade de níveis mais elevados de literacia financeira que permitam gerir melhor as finanças pessoais na perspetiva do crédito e da poupança. A oferta de produtos de poupança e de crédito nos mercados financeiros é cada vez mais diversificada e complexa, com alternativas cada vez mais difíceis de avaliar levando a que os consumidores nem sempre estejam totalmente conscientes dos riscos das suas escolhas. Bons níveis de literacia financeira permitem tomar decisões financeiras informadas, desde a gestão do orçamento familiar até ao planeamento de despesas e escolha de serviços e produtos financeiros adequados, passando pela aplicação das poupanças e o recurso ao crédito. A educação financeira ao ajudar o consumidor a selecionar os produtos e serviços apropriados e a investir adequadamente não traz apenas vantagens para o indivíduo mas também para a economia e a sociedade em geral. A Educação Financeira possibilita-nos algum bem-estar no presente e ganhar liberdade para agir no futuro. Página 106 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Assim, propomo-nos desenvolver o projeto literacia financeira com vista a desenvolver nos alunos algumas competências básicas sobre educação financeira por forma a torná-los cidadãos ativos e conscientes e, ao mesmo tempo, agentes de mudança no seio familiar e na comunidade escolar. Objetivos Objetivo geral: Ensinar a lidar com o dinheiro de modo a prevenir o sobreendividamento, promovendo o bem-estar e a qualidade de vida financeira e estimulando a poupança. Objetivos de aprendizagem  Reconhecer a importância da literacia financeira  Prevenir o endividamento  Fomentar hábitos de poupança  Elaborar um orçamento  Organizar um glossário de termos financeiros Conteúdos  A importância do dinheiro e da poupança  O orçamento  Meios de pagamento Metodologias A metodologia a adotar no desenvolvimento do projeto centrar-se-á em três vertentes: - Compreensão e conhecimentos financeiros: o saber - disponibilização / fornecimento de conhecimentos sobre aspetos relacionados com os conteúdos a abordar de modo a que os alunos compreendam os conceitos básicos relacionados com o dinheiro e a sua aplicação. - Competência financeira: desenvolver o saber-fazer /saber–usar necessário a uma gestão eficiente do dinheiro (gastar, poupar, investir). - Responsabilidade social/educação para a cidadania: avaliar e ponderar o impacto que o dinheiro e as decisões financeiras têm sobre os outros. Recursos previstos Humanos  Prof. Ana Mimoso  Prof. Raquel Santos Materiais  Uma sala equipada com um computador e ligação à internet Financeiros Є Os necessários para imprimir e fotocopiar alguns documentos de apoio e efetuar alguns contactos telefónicos (não deverão exceder €50) Forma de Implementação Duas áreas de atuação: Página 107 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Junto dos públicos-alvo o População escolar ESDICA o Escolas do concelho de Alcobaça  Preparação de materiais Atividades a desenvolver  Ação de sensibilização para criação de um núcleo dinamizador constituído por alunos dos11º e 12ºanos de economia.  Criação de um blogue e/ou site.  Articulação de conteúdos e realização de atividades em colaboração com os professores de Formação Cívica, MACS e Matemática A.  Dinamização de dias comemorativos.  Realização de fóruns e conferências para os diversos públicos (alunos, professores, encarregados de educação e funcionários). Parcerias ASFAC 21.1.8. CANTO D’INÊS, O JORNAL DA ESCOLA É já longa a história do Jornal da Escola. Independentemente de grupos responsáveis, de mais ou menos cor, de conteúdos, de designações e de formatos, desde sempre, o Diretor do Jornal foi o Presidente do Conselho Executivo / Diretor da Escola, desde sempre a sua elaboração foi responsabilidade da Equipa da Biblioteca. Assim se julga que deve continuar a ser. Depois de alguma oscilação de nomes, Canto D ’Inês foi o título que este PCE consagrou, bem como uma estrutura interna que, sem ser limitadora de propostas criativas, deve obedecer aos seguintes itens: Página do Diretor; Página da Biblioteca; Página de antigos alunos, professores ou funcionários; Entrevistas, Letras da Casa; Página da Ciência; Página das Humanidades; Notícias breves; Divulgação de autores portugueses e dos diferentes Clubes e Projetos da Escola. O facto de a responsabilidade de assegurar a saída do jornal, uma vez por período, ser da Equipa da Biblioteca não significa que a sua composição e redação não possa ser atribuída a alunos, desde que tais projetos se afigurem em sintonia com as linhas orientadoras e os padrões de qualidade definidos pelo Diretor e pelo Professor Bibliotecário. 21.1.9. a LeR+ com a ESDICA O Projeto aLeR+ com a ESDICA, resultante de uma iniciativa do Plano Nacional de Leitura e da Rede de Bibliotecas Escolares, pretende incentivar a escola a desenvolver um ambiente integral de leitura, apostando num trabalho que envolva toda a comunidade escolar, as famílias, a biblioteca municipal e outras estruturas culturais da cidade de Alcobaça. Página 108 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 A nossa escola, pela dinâmica revelada em termos de iniciativas de leitura, foi convidada a aceitar este desafio, o que implicou que a Biblioteca, como dinamizadora do Projeto, se assumisse como promotora da leitura e da escrita, através de experiências inovadoras, em que os livros, em diferentes formatos, são um ponto de partida de vivências que enriqueçam cultural e afetivamente os nossos jovens, preparando-os para os desafios da sociedade de informação. Ler para conhecer; ler para se construir; ler para saber; ler para aprender a ser livre; ler para conviver; ler para se descobrir; ler para ser - são o nosso lema, numa escola em que pretendemos, não só que se leia mais, mas, sobretudo, que se leia melhor. @ LeR+ A Direção da escola e a Equipa da Biblioteca estão conscientes de que o futuro é inevitável e que a recente intervenção feita na escola pela Parque Escolar justifica uma modernização radical da biblioteca como espaço pedagógico. Assim, uma vez que passámos a ter um sala polivalente que possibilita completar a sala de leitura tradicional, consideramos que esta candidatura é uma oportunidade de atingir várias finalidades: modernizar o fundo documental; incentivar alunos menos fáceis de cativar através da leitura em formato de papel; contribuir para um esclarecimento sobre a importância dos ebooks e o seu impacto na dinâmica da leitura.  Metodologia e Procedimentos Partindo da sensibilização do Conselho Pedagógico e da criação da Sala de Leitura Digital, passando por reuniões e pela formação de professores, a BE pretende que o ebook não seja visto como um inimigo, mas como um complemento, conquistando novos leitores, em novos formatos. Uma prática muito bem sucedida na nossa escola é a dos Contratos de Leitura, portanto, parece que, seguindo esse modelo, poderemos diversificar as ofertas e conquistar cada vez mais leitores, propiciando uma concorrência saudável entre leitores de tipos diferentes. As “semanas ” vividas, na escola, de modo intenso, a “Semana do Amor” e a “Semana da Leitura”, bem como a “Escola Aberta”, na última semana do segundo período, serão valorizadas e enriquecidas com uma dimensão diferente porque se deseja que este projeto, em certa medida inovador, se integre nas “tradições” da nossa escola. A lógica é fazer coexistir, no mesmo espaço, a leitura tradicional e a leitura digital. Embora mais centrado nos professores do Departamento de Línguas, pareceu importante que se entendesse leitura num conceito alargado, podendo incluir professores de outras áreas, desde que se mostrem motivados para fazer a formação e levarem os seus alunos a usar a tecnologia como instrumento da construção de saber. Sendo uma escola unicamente secundária, considerámos que devíamos começar pela base, de modo a podermos ver o fruto do nosso trabalho, portanto seria quase inevitável que, nesta fase inicial, nos centrássemos nos alunos de 10º Ano, mas sem excluir alunos de outros anos que, em regime livre, queiram aderir ao projeto. De modo a rentabilizar os recursos existentes, mas apostando na qualidade do ensino -aprendizagem, pareceu-nos importante formar grupos de alunos nunca superiores a 14, de modo a garantir que existe um tablet por cada dois alunos. Prevê-se, portanto, que as turmas/ padrão de 28 alunos sejam divididas em dois grupos de 14: 14 nos primeiros 45 minutos e os outros 14 nos últimos. Os leitores de ebooks podem ser requisitados para empréstimo interno e externo, em termos a definir no regimento da Biblioteca. A médio prazo, pretende-se a generalização do projeto a outros grupos disciplinares e aos alunos de 11º e de 12º Anos. Página 109 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Avaliação do Projeto A avaliação do Projeto será feita de acordo com o estipulado pela Fundação Calouste Gulbenkian e integrada na avaliação da Biblioteca Escolar e da Escola. Quanto aos resultados esperam-se os seguintes: consolidação da importância da biblioteca nos projetos da escola; maior articulação entre a Biblioteca e os departamentos curriculares; envolvimento maior de alunos tradicionalmente menos leitores na dinâmica da leitura; a renovação do ensino – aprendizagem; incentivo à criatividade; cooperação entre os diferentes estabelecimentos de ensino. 21.1.10. PESME 1 - INTRODUÇÃO O quadro legislativo atual (Despacho nº 25 995/2005 – 2ª série, Despacho nº 2506/2007, Despacho nº 12 045/2006 – 2ª série, Lei 60/2009, Portaria nº196-A/2020) e Decreto - Lei nº 50/2011, tornam obrigatória a inclusão da Promoção e Educação para a Saúde e da Sexualidade Humana, como área de formação global do indivíduo, nos Projetos Curriculares de Turma, no Projeto Educativo da Escola e na Formação Cívica. O Projeto da Promoção para a Saúde em Meio Escolar e da Educação para a Sexualidade aplica-se à comunidade escolar da Escola Secundária D. Inês de Castro de Alcobaça: Alunos, Pessoal Docente, Assistentes Operacionais e Encarregados de Educação, ajudando a construírem processos de Educação que estimulem a cidadania interventiva e consciente. 2 - ENQUADRAMENTO A Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu saúde como “a situação de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doenças ou enfermidades” A saúde é um recurso da maior importância para o desenvolvimento social, económico e pessoal. Continuando a seguir as orientações da OMS, definiu sexualidade como “a energia que nos motiva na procura do amor, contacto, ternura e intimidade; que se integra no modo como nos sentimos, movemos, tocamos e somos tocados; é ser-se sensual e ao mesmo tempo sexual; ela influencia pensamentos, sentimentos, ações e interações e por isso, influência também a nossa saúde física e menta”. Deste modo, podemos afirmar que a Saúde Sexual é um direito humano fundamental, com impacto no bem-estar e na qualidade de vida do indivíduo. Assim, faz todo o sentido que toda a comunidade escolar esteja envolvida na prossecução deste projeto, podendo para isso, dar sugestões, propor e/ou dinamizar ações conducentes à adoção de comportamentos que promovam a saúde e bem-estar. Reforçando a conclusão do relatório do Grupo de Trabalho da Educação Sexual/Saúde (GTES), que preconiza a importância da Promoção para a Saúde nas escola, e, como tal deve ser obrigatória em todos os estabelecimentos ensino e integrar o Projeto Educativo da Escola abordando cinco temáticas prioritárias: - Alimentação e Atividade Física - Consumo de Substâncias Psicoativas - Sexualidade - Infeções Sexualmente Transmissíveis (VIH / Sida) Página 110 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - Violência em Meio Escolar 3 – FINALIDADES DO Projeto ♀♂ - Desenvolver as vertentes de pesquisa e intervenção, promovendo a articulação dos diferentes conhecimentos disciplinares e não disciplinares. ♀♂ - Promover a relação Escola – Família, Escola – Centro de Saúde e/ou outras instituições/recursos comunitários ♀♂ - Fomentar hábitos de vida saudável. ♀♂ - Fomentar o reconhecimento da Saúde como um bem precioso que todos desejamos e devemos promover. ♀♂ - Promover numa perspetiva de educação global do indivíduo, a capacidade de ouvir, de negociar, de respeitar o outro, de tomar decisões, de reconhecer pressões, ou de destacar a informação pertinente. ♀♂ - Estimular o apreço pelo seu próprio corpo e pela conquista da saúde individual. ♀♂ - Discutir e compreender as diversas perspetivas morais e sociais sobre a sexualidade, numa posição de respeito pelas diferenças culturais existentes. ♀♂ - Facultar aos jovens, para além da informação necessária, a oportunidade de compreender a dimensão afetiva da sexualidade, ajudando-os a compreender as emoções, os sentimentos e as decisões envolvidos no comportamento. ♀♂ - Dotar os mais jovens da capacidade de proteção face a todas as formas de abuso e exploração sexual. ♀♂ - Reduzir as possíveis consequências negativas dos comportamentos sexuais, tais como a gravidez não planeada e as doenças sexualmente transmissíveis. ♀♂ - Conseguir uma melhoria dos relacionamentos afetivoo-sexuais. ♀♂ - Promover competências pessoais e sociais conducentes a comportamentos assertivos. 4 - METODOLOGIA 4.1 – Seleção da Temática A Educação para a Saúde e a Educação Sexual será efetuada numa perspetiva interdisciplinar, numa lógica de transversalidade, combinada com a inclusão temática na área curricular não disciplinar, nomeadamente na Formação Cívica. O desenvolvimento deste projeto deverá ser adequado ao nível etário dos alunos e utilizará um modelo pedagógico envolvendo a comunidade escolar e, será dinamizado em colaboração estreita com os serviços de saúde, encarregados de educação e outras entidades externas. Para tal: - em reunião de Departamento, os elementos dos diferentes grupos disciplinares analisam qual o contributo que a disciplina pode dar para a dinâmica da Educação para a Saúde e da Sexualidade, e elaboram um quadro – síntese dos contributos mínimos por ano de escolaridade; - os Projetos Curriculares de Turma (PCT) deverão ser elaborados prevendo os diferentes momentos em que a Educação para a Saúde e Sexualidade é abordada nas diferentes disciplinas. - no âmbito da Formação Cívica , pretende-se fazer uma seleção temática seguindo as orientações da legislação atual: Despacho nº 25 995/2005 – 2ª série, Despacho nº 2506/2007, Despacho nº 12 045/2006 – 2ª série, Lei 60/2009, Portaria nº196-A/2020 e Decreto - Lei nº 50/2011. 4.2 – Desenvolvimento do Projeto Página 111 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 De acordo com as orientações estabelecidas pelo Despacho do Secretário de Estado da Educação, de 27 de setembro de 2006, são definidas como áreas prioritárias: a) ALIMENTAÇÃO E Atividade FÍSICA Identificação de problemas: Falta de bons hábitos alimentares; ausência de conhecimento sobre uma correta alimentação, desconhecimento da Roda dos Alimentos Mediterrânica, consequências da Subnutrição sedentarismo, obesidade, anorexia, bulimia e higiene oral. Objetivos: melhorar o regime alimentar dos alunos, informação sobre: alimentação e composição de uma dieta equilibrada, metabolismo energético, obesidade, anorexia, bulimia, benefícios da prática de atividade física e regras de uma boa higiene oral. Atividade a desenvolver: ♂♀ Comemoração do Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro de 2011), em colaboração com empresas da região de Alcobaça para distribuição de maçãs e/ou sumos e/ou fruta fresca e também de folhetos alusivos aos benefícios da ingestão de fruta. ♂♀ Elaboração dos cabazes de Natal, em parceria com o SPO e Associação de Estudantes. ♂♀ Corta Mato Escolar, no dia 14 de dezembro de 2011 em parceria com o grupo de Educação Física. ♂♀ Atividades Multidesportivas, em S. Martinho do Porto, prevista para a última 4ª feira de aulas, no mês de junho (destina-se aos primeiros 50 alunos da escola que façam a inscrição no PESME). b) CONSUMO DE SUBSTÂNCIAS Psicoativas Identificação de problemas: Consequências físicas, psicológicas e sociais do consumo de substâncias lícitas (por exemplo a cafeína, a nicotina e o álcool) e consumo de substâncias ilícitas (por exemplo haxixe, a heroína e o ecstasy). Objetivos: aumentar a tomada de decisões e prevenir comportamentos de risco. Atividade a desenvolver: ♂♀ Comemoração do Dia Mundial do Não Fumador (17 de novembro) em colaboração com a Associação de Estudantes e o SPO. c) SEXUALIDADE e d) Infeções SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS (VIH – Sida) Identificação de problemas: Pré-requisitos desadequados face à realidade envolvente, ao nível do plano social, emocional e pessoal; conceitos erróneos diretamente relacionados com a temática da sexualidade; dificuldades inerentes às transformações próprias da adolescência. Pré-requisitos desadequados face à realidade envolvente, ao nível do plano social, emocional e Página 112 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 pessoal; conceitos erróneos diretamente relacionados com a temática das doenças sexualmente transmissíveis; dificuldades inerentes às transformações próprias da adolescência. Objetivos: Compreensão ética da sexualidade Humana Clarificar conceitos relacionados com a temática; desenvolver competências que possam sustentar um entendimento emocional e social da sexualidade; desenvolver relações interpessoais. Adotar comportamentos informados e responsáveis relativamente às doenças sexualmente transmissíveis, ajudar os adolescentes a fazer escolhas informadas, desenvolver a capacidade de expressar sentimentos e opiniões, prevenir comportamentos de risco e promover e proteger a saúde e prevenir a doença na comunidade educativa. Atividade a desenvolver: ♂♀ Comemoração do Dia Mundial da Luta contra a Sida (1 de dezembro), em colaboração com o Centro de Saúde de Alcobaça e SPO. ♂♀ Projeto CUIDA-TE, da responsabilidade do IPJ, ao qual foi feito a candidatura para o teatro debate. ♂♀ Formação sobre Educação Sexual destinada a professores da ESDICA, em parceria com o CEFAE. ♂♀ - GRUPO DISCIPLINAR: BIOLOGIA E GEOLOGIA TEMA: Compreensão e determinação do ciclo menstrual em geral, com particular atenção à identificação, quando possível, do período ovulatório, em função das características dos ciclos menstruais; Métodos contracetivos disponíveis e utilizados, segurança proporcionada pelos diferentes métodos, motivos que impedem o uso de métodos adequados; Doenças e infeções sexualmente transmissíveis e suas consequências; Prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. ANO: 12º DISCIPLINAS: Biologia UNIDADE DIDÁTICA: Reprodução Humana e Manipulação da Fertilidade PERÍODO Letivo: 1º TEMPO Letivo: Durante o 1º Período Atividades: Filmes, debates INTERVENIENTES: Professor e alunos e) - VIOLÊNCIA EM MEIO ESCOLAR Identificação de problemas: Identificar a violência nas relações de namoro; detetar situações de pobreza, de exclusão social e de conflitos étnicos; a Importância de impor regras na escola, Página 113 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 em casa e na sociedade. Objetivos: Prevenir a violência no namoro, implementar um modelo de mediação inter pares, evitar situações de exclusão social, gerir as emoções e o autocontrolo, prevenir Bullying e educação pelos pares. Atividade a desenvolver: ♂♀ Comemoração do dia dos namorados (14 de fevereiro de 2011), inserido na Semana do Amor, em parceria com a BE/CRE. ♂♀ Projeto mediação de conflitos em meio escolar NOTA: Este projeto está dependente de algumas parcerias a desenvolver ao longo do ano letivo, nomeadamente com a Área Curricular Não Disciplinar (Formação Cívica), com o Centro de Saúde de Alcobaça e o Instituto Português da Juventude (IPJ) 5 – POPULAÇÃO -ALVO - Todos os alunos da Escola Secundária D. Inês de Castro - Professores da Escola Secundária D. Inês de Castro - Funcionários do Estabelecimento de Ensino - Pais e Encarregados de Educação - Técnicos Especializados 6 - PARCERIAS - Centro de Saúde de Alcobaça - Câmara Municipal de Alcobaça - PSP (Escola Segura) - Bombeiros Voluntários de Alcobaça - Banco Alimentar do Oeste - Centro de Respostas Integrados do Oeste, organismo do Instituto da Droga e da Toxicodependência - Associação Abraço - Associação Planeamento Familiar (APF) - Biblioteca Escolar e Centro de Recursos Escolares (BE/CRE) da ESDICA 7 – CALENDARIZAÇÃO Ao longo do ano letivo de 2011/2012. 8 – EQUIPA DE TRABALHO - Coordenadora da Educação para a Saúde: Ana Luísa Bernardo - Professores: Daniel Silva, Daniel Madeira, Miguel Almeida e Carlos Gomes. Página 114 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - Um Assistente Operacional - Um Representante de Pais e Encarregados de Educação - Técnicos Especializados: Psicóloga do SPO, Professora de Educação Especial, Enfermeira, Médico…) 9 – ORÇAMENTO / CUSTOS: ▪ Formação de Professores: 800 euros ▪ Divulgação: 200 euros Publicações (Boletim do PESME por Período Letivo e outros boletins informativos alusivos às temáticas desenvolvidas, via internet), materiais diversos e manutenção do Gabinete de Informação e Apoio ao Aluno. ▪ A previsão do orçamento: 1000 euros 10 – AVALIAÇÃO DO Projeto A avaliação do projeto deverá ser contínua, com observação direta e possível utilização de questionários, mas concretizada no final de cada período letivo com a elaboração de um relatório, realizado pela Coordenadora da Educação para a Saúde, com base nos relatórios efetuados por todos os elementos que desenvolveram ações nesta temática. No final do ano letivo, a avaliação será feita pelos intervenientes, incidindo sobre o Plano de Atividades desenvolvido no âmbito do projeto. Terá como objetivo fomentar as boas práticas decorrentes da implementação do projeto, assim como a reformulação das metodologias inerentes às ações desenvolvidas, que tiveram menor impacto junto da comunidade escolar. Daqui resultará uma reflexão, que deverá servir de base à elaboração de propostas de trabalho para o ano letivo seguinte. 21.1.11. PROJETO PTE – PLANO TIC “Cabe à equipa PTE, a elaboração de um Plano de ação anual para as TIC (plano TIC). Este plano visa promover a utilização das TIC nas atividades letivas e não letivas, rentabilizando os meios informáticos disponíveis e generalizando a sua utilização por todos os elementos da comunidade educativa.”, Despacho nº700/2009, art.18 Objetivos Otimizar o trabalho da Equipa PTE Assegurar a manutenção do Parque Informático. Envolver a comunidade escolar nas necessidades da escola e nos projetos que se pretendem desenvolver Colaborar no levantamento de necessidades de formação e certificação em TIC de docentes e não docentes. Otimizar a utilização dos Equipamentos envolvidos no projeto Facilitar o acesso à informação digital na BE Dinamizar as redes social da ESDICA. Página 115 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Apoiar e divulgar os diferentes projetos da ESDICA Reestruturar a página da ESDICA Facilitar a Comunicação entre o órgão de gestão e restantes elementos da comunidade escolar via Web e promover a partilha de recursos Uniformizar Documentos Contribuir para a aquisição de competências TIC do pessoal docente Contribuir para a aquisição de competências TIC do pessoal não docente Fomentar o uso de software livre Avaliar o Plano TIC 21.1.12. “ESCOLA ABERTA” Houve um tempo, entre finais dos anos de 80, começos dos anos 90 do século XX, em que a Escola Secundária Nº 1 promoveu e viveu duas ou três Semanas Culturais. A memória desse tempo ainda se manteve, silenciada, nas paredes da escola até há poucos anos atrás. Por razões que não sabemos precisar, a iniciativa não teve seguimento. Foi em 1999 que a festa voltou, com a I Escola Aberta. De lá para cá, já se realizaram doze, ininterruptamente, a ponto de, a despeito de todas as críticas que lhe possam fazer, ela se ter transformado em algo incontornável: uma ou duas realizações são eventos; doze, constituem um facto. De duração e programação variáveis, a Escola Aberta adquiriu alguma fisionomia distintiva: 1. Duração de 2 dias; 2. Calendarização: últimos dois dias do 2º Período; 3. Existência de atividades obrigatórias para alunos e professores; 4. Suspensão dos horários “normais” e observância de horários adaptados, equilibrados e equitativos, mas sem sujeição a “dias livres” e contabilização rigorosamente matemática das horas – uma vez que se trata de horas não letivas; VII. PLANO DE FORMAÇÃO 2011-2012 Este capitulo constitui-se em documento autónomo denominado "Plano de Formação". Página 116 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 VIII. ESTRUTURAS DE APOIO 22. BIBLIOTECA ESCOLAR E A CONSTRUÇÃO AUTÓNOMA DO CONHECIMENTO Inserida num meio com inegáveis tradições culturais, a Escola pode e deve assumir um protagonismo que tem como parceiro privilegiado a Biblioteca Escolar – Centro de Recursos Educativos, encarada como parte integrante do processo educativo. De acordo com o princípio, consagrado no Projeto Educativo, “Nenhum vento é favorável para quem não sabe para onde vai” , Saint-Exupéry, a biblioteca elabora um plano plurianual, reavaliado todos os anos, tendo em conta os resultados da autoavaliação. Avaliação da situação em setembro de 2011 Pontos Fortes  Horário de atendimento. Pontos Fracos  Espaço amplo, atraente, confortável e de fácil acesso.  Inexistência de Catálogo online.  Wireless.  Inexistência de parcerias  Qualidade da assistência aos eficazes com os Intervenções Prioritárias equipamentos informáticos. Departamentos. Literacia da Informação  Empenho, disponibilidade e  Reduzida participação dos  Sensibilização dos vontade efetiva do Diretor na utilizadores no Blogue. Professores e superação de todos os pontos  Necessidade de repensar o alunos de fracos. projeto relativo à Formação Cívica e  Disponibilidade e cooperação Biblioteca Histórica devido de disciplinas sem da CIBE. à extinção da disciplina de exame.  Empenho, formação, perfil e AP.  Estabelecimento disponibilidade dos recursos de um programa humanos afetos à BE. de intervenção Possíveis constrangimento sistemática, a  Existência de duas AO à hora de  Obrigatoriedade de a PB longo prazo. almoço. lecionar uma turma.  Implementação do  Biblioteca online.  Desaparecimento da programa  Existência de um Regimento disciplina de Área de atualizado. ProjetoProjecto-12ºAno  Dinâmica da Leitura / Oficina de  Dificuldade de acesso ao Expressões. espaço da BM  Existência de dados estatísticos. Página 117 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Avaliação dos alunos.  Cooperação com o PTE, CNO, SPO, PESME, DE, CDM, , Departamento de Línguas e grupo de Matemática.  Projeto aLeR+ com a ESDICA  Projeto BD- Boa Decisão  Projeto @Ler +  Parcerias externas Desenvolver o Planificação de grau de projetos comuns para participação da BE a realização de nos diferentes diferentes iniciativas 2009- projetos da da escola. 2010  Colaboração e escola. Participação A – Apoio ao Pedagógica Fomentar as potencialidades Incentivo à utilização Todos os Desenvolvimento da BE/ Sala da BE como espaço de anos Curricular polivalente como aprendizagem Centro de autónoma e Aprendizagem. responsável. A.1 Articulação curricular da BE Dinamizar com as estruturas Articulação das TIC projetos que com as áreas de coordenação promovam a curriculares. educativa e utilização das supervisão  Promoção das novas tecnologias. Todos os pedagógica e os Literacias anos Desenvolver a Dinamização de ações docentes pesquisa de apoio à pesquisa e autónoma e à elaboração de A. 2 Promoção das consciente. trabalhos. literacias da Fomentar as Formação, no início informação, presenças de cada ano letivo, tecnológica e autónomas na BE, sobre as digital de alunos, de potencialidades da professores e de BE, como centro de funcionários. recursos e centro de  Utilização Livre da aprendizagem. Todos os BE anos Divulgação, online, da Contribuir para a coleção, dos Favoritos progressiva da BE, de guiões de autonomia dos pesquisa e de utilizadores. elaboração de trabalhos. Contribuir para a Ação de formação  Formação de Todos os existência de informal, no início de Página 118 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Utilizadores utilizadores cada ano, no âmbito anos. disciplinados, mas das TIC. criativos, capazes Promoção de visitas de construir guiadas à BE, na autonomamente primeira semana de o seu saber. aulas, para todos os alunos. Contribuir para a Esclarecimento dos aquisição de utilizadores sobre os competências da seus direitos e informação. deveres. Incentivo à participação no blogue e na Rede Social da BE. Elaboração de avisos com as principais normas de conduta consagradas no Regimento da BE. Orientações teóricas e práticas sobre como pesquisar na Internet Formação dos utilizadores na pesquisa em catálogo 2012 on-line. /2013 Dinamizar Articulação da leitura projetos que com as TIC, com a promovam a expressão dramática B – Leitura e e as artes plásticas. leitura Literacia Vinda de escritores à escola. B.1 Trabalho da BE Feira do livro. ao serviço da Incentivar a promoção da leitura e a escrita leitura na Escola  Promoção da Divulgação de obras e Todos os Leitura e Escrita autores anos representativos da B.2 Integração da Envolver os literatura portuguesa BE nas estratégias encarregados de e universal. e programas de educação, leitura ao nível da Momentos de professores e Leitura. Escola funcionários, na dinâmica da PoeMática leitura. Espetáculos dedicados aos encarregados de Página 119 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 educação e aos funcionários. Mês das Bibliotecas, Semana da Ciência, Semana da Língua Materna, Semana do Amor, Semana da Leitura. Diferentes Dias de, de acordo com o PA. Participação dos alunos nos diferentes concursos, Concretizar promovidos pelo PNL. projetos da RBE, Apoio a todas as do PNL e os atividades Projetos apoiados curriculares e pela Gulbenkian. extracurriculares que promovam a leitura. Publicação, uma vez por período, do jornal Canto D’ Inês. Projeto aLeR+ BD- Boa Decisão Projeto @Ler + Desenvolver o Planificação de grau de Todos os projetos comuns e/ participação da BE anos ou complementares nos diferentes C - Projetos, com diferentes projetos da escola Parcerias e  Colaboração e instituições culturais. e da comunidade. Atividades Livres e de Abertura à Participação Dinamizar Comunidade Pedagógica projetos em Planificar uma monumentos do 2011- C.1 Apoio a intervenção cultural concelho de 2012 atividades livres, no Convento de Cós extracurriculares e Alcobaça de enriquecimento Manutenção da curricular Página do blogue e Divulgar as áreas das redes sociais da  Divulgação de de intervenção da BE. C.2 Projetos e Recursos e BE parcerias Atividades Folhetos e cartazes Divulgar todos os Todos os informativos sobre as projetos da anos valências da BE. ESDICA. Parcerias com a imprensa e a rádio Página 120 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 local. Propostas de 2009- alteração ao RI. 2010 Propostas de 2011- alteração do 2012 regimento da BE Promover uma Definição clara das gestão eficiente áreas de intervenção da BE. essenciais para atingir Todos os os objetivos anos propostos. Elaboração de horários não Promover a fragmentados para os planificação de colaboradores um trabalho permanentes. D - Gestão da Biblioteca Escolar  Gestão organizado e Manutenção dos produtivo. colaboradores permanentes. D.1 Articulação da Reuniões informais BE com a escola / com os professores Acesso e serviços responsáveis pelas prestados pela BE diferentes áreas de 2011- intervenção. 2012 Manter a Direção D.2 Condições informada de Manutenção dos humanas e todo o trabalho dossiês organizados, materiais para a desenvolvido pela em suporte de papel Todos os prestação dos BE e pelo SABE. e em suporte anos serviços informático. Informações ao D.3 Gestão da Diretor sobre o coleção/da trabalho realizado. informação Formação da PB Outubro a dezembro de 2009 Apresentação do Modelo ao Conselho Pedagógico. Dezembro Implementar a de 2010 avaliação da  Avaliação Biblioteca, de Operacionalização da acordo com o avaliação interna da 2009- MABE BE, a aplicar aos 2010 seguintes domínios: 2010-  Domínio B 2011  Domínio C 2011- 2012  Domínio D 2012- Página 121 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Domínio A 2013 Integração da Todos os avaliação da BE na anos avaliação da Escola Apresentação ao Diretor de sugestões para a manutenção 2011- da equipa. 2012 Manutenção de uma Otimizar o equipa que apoia a  Equipa trabalho da BE. Coordenadora na vertente técnica e pedagógica. Definição precisa das Todos os áreas de intervenção anos de cada um dos elementos da equipa. Propostas ao Centro de Formação de Ações e criação de Contribuir para a condições para a sua aquisição de frequência por parte  Formação da dos elementos da Todos os competências, no Equipa Equipa. anos âmbito do TD e das TIC Divulgação de Ações de formação de outros Centros/ Instituições. Abate dos Dossiês Todos os Temáticos e de anos Melhorar os Manuais Escolares  Equipamentos equipamentos da desatualizados BE Recuperação das cassetes VHS, 2011- gravando-as em DVD 2012 Livro de registos Atualizar o manual atualizado. tratamento Classificação, cotação técnico da e arrumação das documentação espécies Definir princípios documentais.  Fundo Todos os de política Conservação e Documental anos documental restauro das obras. Promover a Empréstimo externo e utilização de interno. recursos documentais Receber sugestões da comunidade escolar para aquisição de Página 122 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 documentos. Incorporação na BE de materiais produzidos por alunos, professores e funcionários. Enriquecimento do fundo documental, adequando-o aos novos conteúdos programáticos. Catalogação do material livro e não livro existente na BE 23. SALAS DE ESTUDO Apoio pedagógico / Salas de Estudo Desde o início do ano letivo que a Escola proporciona apoio pedagógico, na modalidade de salas de estudo, em algumas disciplinas de exame nacional, principalmente naquelas onde existem as maiores dificuldades, como sejam:  Português  Matemática  Físico-Química  Biologia  Inglês  História  Geografia A Sala de Estudo constitui um espaço de apoio ao aluno que este poderá frequentar voluntariamente em regime de autoacesso e onde poderá encontrar ajuda em diversas disciplinas. As finalidades são as seguintes: - Motivar os alunos para o sucesso - Desenvolver competências Página 123 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 - Transformar a relação Professor/Aluno em relações de trabalho implicado - Desenvolver mecanismos que permitam superar em tempo útil as dificuldades de aprendizagem As Salas de Estudo funcionam no período da tarde e estão programadas de modo que os alunos as frequentem fora do seu horário escolar. Apresentam-se os mapas de ocupação das salas de estudo de acordo com as disciplinas e respetivos professores de apoio.  Português Horas Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala Sala 14:45/15:30 Professor Professores 15:30/16:15 300.03 A15 300.02 A15 300.06 16:30/17:15 17:15/18:00  Matemática Horas Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala Sala 14:45/15:30 Professor Professores Professores 15:30/16:15 500.01 A 500.03 500.01 A 01 A 500.04 01 01 500.07 16:30/17:15 Professor Professor Professor 500.03 500.02 500.05 A 500.07 500.08 01 17:15/18:00 500.05 Página 124 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Físico-Química Horas Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala Sala 13:45/14:30 Professora LQ Professora LQ 2 2 510.02 510.01 14:45/15:30 Professor LQ Professor 2 15:30/16:15 510.03 510.05 16:30/17:15 Professor Professo LQ r 2 510.06 510.06 510.04 17:15/18:00 Professora 510.01  Biologia Horas Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala Sala 14:45/15:30 Professor LC Professor LC 1 1 15:30/16:15 520.06 520.02 16:30/17:15 Professor LC 1 17:15/18:00 520.02  Inglês Horas Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala Sala Professor 13:45/14:30 A17 330.01 14:45/15:30 15:30/16:15 Página 125 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 Professor 16:30/17:15 Professor A17 A16 330.01 330.01 17:15/18:00  História Horas Segunda Sala Terça Quarta Quinta Sexta Sala Sala Sala Sala 14:45/15:30 Professor A16 15:30/16:15 400.02 24. DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO ESPECIAL O Departamento de Educação Especial (DEE) é constituído por um docente com formação especializada em Educação Especial, trabalhando em articulação direta com o Serviço de Psicologia e Orientação (SPO). A promoção da igualdade de oportunidades para as pessoas diferentes passa, necessariamente, pelas escolas, dando a estes indivíduos o direito à educação e à construção de expectativas de vida. Foi nesta ideia que se baseou a conferência globalizante denominada “Educação para Todos”, que decorreu em junho de 1994, em Salamanca. Desta, surgiu um conjunto de princípios que vieram a constituir a Declaração de Salamanca. Nesta conferência, alargou-se o conceito de criança com Necessidades Educativas Especiais e constatou-se que a escola não deve excluir ninguém, já que a exclusão escolar origina uma impossibilidade de criar uma vida ativa em termos profissionais, sociais, pessoais e até familiares. Assim, foi criado o conceito de Escola Inclusiva. Pretende-se que as Escolas Inclusivas aceitem a criança/jovem diferente e apoiem a sua aprendizagem e necessidades específicas. Desta forma, as escolas regulares, os currículos disciplinares e as práticas educativas devem adequar-se às características do jovem com Necessidades Educativas Especiais. Para que haja igualdade de oportunidades, a escola não deve dar o mesmo a todos, mas sim, dar a cada aluno aquilo que lhe faz falta. De acordo com o Decreto-Lei nº 3/2008 de 7 de janeiro, são abrangidos por este regime especial os alunos com limitações significativas ao nível da atividade e da participação, num ou vários domínios de vida, Página 126 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 decorrentes de alterações funcionais e estruturais, de caráter permanente, resultando em dificuldades continuadas ao nível da comunicação, da aprendizagem, da mobilidade, da autonomia, do relacionamento interpessoal e da participação social e dando lugar à mobilização de serviços especializados para promover o potencial de funcionamento biopsicosocial. Para dar uma resposta adequada às necessidades educativas especiais de crianças e jovens, previstas no Decreto-Lei supracitado, a escola possui um docente especializado em Educação Especial e um Serviço de Psicologia e Orientação, os quais promoverão uma inclusão ativa e socializante destes alunos, dentro e fora da comunidade escolar, com os objetivos de promover o seu sucesso escolar, o seu prosseguimento de estudos ou inserção na vida ativa profissional. 25. SPO O S.P.O. é uma unidade especializada de apoio educativo que desenvolve a sua atuação no domínio da orientação escolar, do apoio psicopedagógico, a pais e professores, e a nível da colaboração com o Núcleo de Apoio Educativo e GAAF. Serviços prestados:  Apoiar os alunos no seu processo de aprendizagem e na sua integração na comunidade escolar;  Implementar ações preventivas e medidas específicas, em colaboração com a comunidade educativa, com vista ao sucesso escolar, nomeadamente colaborar na elaboração de programas de apoio;  Detetar, em colaboração com outros serviços, os alunos com necessidades educativas especiais;  Avaliar a sua situação e estudar as medidas de intervenção adequadas;  Apoiar os alunos com abandono escolar ou assiduidade irregular;  Colaborar com o professor tutor no acompanhamento do aluno sob sua orientação;  Promover a orientação vocacional dos alunos do 9ºano e dos alunos do 12ºano;  Acompanhar e avaliar os cursos de Educação e Formação, Profissionais e Tecnológicos;  Participar nos conselhos de turma disciplinares e no Conselho Pedagógico. Página 127 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 IX. PROTOCOLOS E PARCERIAS Para além das relações institucionais comuns, designadamente aquelas que decorrem da participação de representantes de instituições externas nos órgãos da escola como o Conselho Geral e da participação de representantes da escola em órgãos externos como o Conselho Municipal de Educação, o estabelecimento de protocolos e parcerias com outras entidades tem sido uma exigência constante de uma escola que se quer “aberta”. Há já vários anos que esta escola tem vindo a estabelecer protocolos e parcerias com entidades empresariais, no âmbito da formação em contexto de trabalho, nos cursos com valências profissionalizantes. Mais recentemente, têm sido estabelecidos protocolos com entidades formadoras externas no âmbito do CNO e no apoio a alunos e famílias carenciados. Muitos outros protocolos têm sido celebrados no âmbito do GAAF – nomeadamente os que conduziram à sua viabilização. Um aspeto importante também nesta política de parcerias levou à institucionalização dos Prémios para o Melhor Aluno, ideia – atividade que, desde 1998, tem vindo a congregar as boas vontades da Caixa Geral de Depósitos, do Rotary Clube de Alcobaça e da Caixa de Crédito Agrícola de Alcobaça PROTOCOLOS INSTITUCIONAIS  Câmara Municipal de Alcobaça  Academia de Música de Alcobaça  Junta de Freguesia de Alcobaça  Banda de Alcobaça  Mosteiro de Alcobaça  Câmara Municipal da Nazaré  IAC- Instituto de Apoio à Criança  CPCJ - Alcobaça  Rotary Clube de Alcobaça  Caixa Geral de Depósitos  Caixa de Crédito Agrícola Página 128 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Armazém das Artes – Fundação Cultural  IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional de Alcobaça  CEERIA – Centro de Educação Especial, Reabilitação e Integração de Alcobaça  Centro de Saúde de Alcobaça  Santa Casa da Misericórdia de Alcobaça  Villa Ramadas – Centro de Tratamento Internacional  Agrupamento de Escolas Frei Estevão Martins  Agrupamento de Escolas de Pataias  Agrupamento de Escolas D. Pedro I  Centro Escolar de Alcobaça  ADEPA – Associação para a Defesa e Valorização do Património Cultural da Região de Alcobaça  Cruz Vermelha Portuguesa/ Juventude da Cruz Vermelha Portuguesa  Banco Alimentar do Oeste  ACSIA (Associação Comercial, de Serviços e Industrial de Alcobaça)  NERLEI (Associação Empresarial da Região de Leiria)  Continente / Modelo Hipermercados SA  Frubaça (Cooperativa de Hortofruticultores, CRL)  Tomaz Marques, Alcobaça  SPF Informática  SISDIG Sistemas Digitais  António José Faustino da Silva (Empresa de Jardinagem)  Valjardim- Construção e Manutenção de Espaços Verdes, Lda.  Origem Verde - Projeção e Construção de Espaços Verdes  Humberto dos Santos Chumbo (Empresa de Jardinagem)  José Manuel Gameiro Valério (Empresa de Jardinagem)  Paulo & Marta, Lda. (Empresa de Jardinagem)  Teciplante, Viveiros de plantas, Lda. Página 129 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012  Associação de Agricultores da Região de Alcobaça  Cooperativa Agrícola de Alcobaça  AVAPI – Associação para a Valorização Agrícola em Produção Integrada  CRIVILA – Produção de Plantas, Lda.  Viveiros S. Jorge  Entreflores, Produção e Comércio de plantas  A.Teixeira, Lda.  Dr. Rui Silva (Clínica Médica e Dentária Europa)  Laboratório de Análises Alves & Duarte, Lda.  Faria & Bento  ICAP – Internacional Cerâmica Artística Portuguesa, Lda.  GITE Consultores, S.A. - Gestão Total e Inovação Empresarial  Associação Recreativa, Desportiva, Cultural e Social do Casal Pardo  Fator H. Lda.  Carlos Manuel Silva Santos – Contabilidade, Auditoria e Gestão, Lda.  EUROFACT XXI, Lda. /TCC X. AVALIAÇÃO DO PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 1. Como qualquer instrumento de gestão, neste caso pedagógica, o Projeto Curricular de Escola terá de prestar contas, através da eficácia que promove, dos desperdícios que evita, do êxito dos alunos que ajuda a conseguir. 2. O Observatório da Comunidade Educativa, dentro da missão que lhe é acometida, fará os estudos, análises e inquéritos que se mostrarem adequados, no sentido de proporcionar à Direção, ao Conselho Pedagógico e demais estruturas da escola, os instrumentos necessários à verificação da idoneidade das escolhas curriculares efetuadas. Página 130 de 131
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    Escola Secundária D.Inês de Castro – Alcobaça PROJETO CURRICULAR DE ESCOLA 2011-2012 3. Outra fonte de avaliação será proporcionada pela análise das atas e relatórios apresentados pelas estruturas intermédias da Escola, nomeadamente Conselhos de Grupo e de Departamento, Diretores de Turma. 4. Importante na avaliação da adequação da oferta curricular aos interesses dos alunos será a análise dos movimentos de anulações, desistências e insucesso verificadas em algumas disciplinas. 5. Com uma periodicidade anual, motivada em parte pelas movimentações da “Rede Escolar”, tentar- se-á prestar atenção aos indicadores socioeconómicos, nomeadamente os que se referem às taxas de empregabilidade. 6. Como em qualquer avaliação, será dada especial ênfase à vertente autoavaliativa, procurando que cada colaborador / entidade reflita sobre o seu desempenho, identificando os pontos fortes e fracos, as oportunidades e ameaças que enquadram a sua atividade. 7. Procurar-se-á a colaboração de um “amigo crítico”, capaz de, com uma perspetiva positiva, mas distanciada, ajudar a organização a confrontar-se, sem traumas, mas com verdade, com as suas deficiências / possibilidades de crescimento. 8. Em tudo o mais, o Projeto Curricular de Escola deverá ter em atenção o que sobre a matéria da avaliação dispõe o documento orientador que se encontra no Projeto Educativo da Escola. Página 131 de 131