Este documento discute a natureza das "não-escolas" nos mundos altamente conectados do terceiro milênio. Argumenta-se que não é mais possível construir grandes narrativas ou sistemas de pensamento totalizantes, e que as comunidades de aprendizagem devem se abrir para interações fluidas em vez de se estruturarem como escolas tradicionais. Também defende que é necessário "matar o Buda" ao desfazer a autoridade dos fundadores e permitir que novas interpretações surjam de forma descentralizada na rede.