Este documento discute como a mídia brasileira representou a aprovação de uma emenda constitucional que igualou os direitos dos trabalhadores domésticos aos de outras categorias profissionais. Os autores argumentam que essas representações midiáticas tendem a reforçar fronteiras sociais e invisibilizar conquistas de direitos que promovem maior igualdade. Eles defendem uma análise das representações considerando o contexto histórico e as relações de poder.