SlideShare uma empresa Scribd logo
MODELO
DESTAQUE
• Informar que Jesus Recebeu uma Boa educação dos
seus pais;
• Destacar que Jesus passou todas as etapas da
Educação Judaica;
• Ensinar que Jesus era um filho Obediente a vontade de
seu Pai Celeste.
INTRODUÇÃO
• Neste domingo iremos estudar um pouco sobre o
filho Amado e Obediente analisando alguns aspecto
da adolescência e seu Crescimento , Jesus em toda
sua vida sempre foi obediente.
• viveu como menino comum, no seio de sua família.
• Aprendeu a falar e a escrever.
• Falava-se o hebraico nas escolas e o aramaico nas
conversas diárias.
• Passou pelas mesmas experiências pelas quais
devemos passar, e precisou aprender por meio dos seus
sofrimentos.
• Contudo, sempre se mostrou obediente.
I - UM MENINO EDUCADO
• Não temos muitas informações a respeito da infância de
Jesus.
• Os Evangelhos são nossas únicas fontes confiáveis
a respeito dessa fase da vida do Mestre.
• O Evangelho de Lucas nos mostra que, como Homem
Perfeito, Ele experimentou um desenvolvimento
saudável, como de qualquer criança de sua idade.
• A única diferença entre Jesus e os meninos de sua
época era o fato de que Ele não tinha pecado.
• Lucas também registra um incidente da infância do
menino Jesus. Por meio desse incidente, podemos ver
que, aos doze anos, Jesus já tinha plena consciência de
sua relação com o Pai e acerca de sua chamada.
• Este era o costume anual, pois eram intimados
positivamente pela lei, Êxodo 23:17.
• Mas não parece que as crianças eram obrigadas a estar
presentes.
• Como JESUS já estava com 12 anos, era já um jovem
adolescente pronto para ser apresentado aos rabinos e
teria dai para frente que comparecer em Jerusalém três
vezes no ano, Êxodo 34:23.
• "Com a idade de 12 anos, um menino judeu se torna
filho da lei'.
• Nesse momento, ele aceita os deveres e obrigações
religiosas aos quais os pais o entregaram pelo rito da
circuncisão.
• Para JESUS, isto acontece quando seus pais sobem a
Jerusalém para celebrar a Páscoa.
• O Antigo Testamento ordenava que a pessoa do
sexo masculino comparecesse em Jerusalém para
três festas: a Páscoa, o Pentecostes e os
Tabernáculos (Êx 23.14-17).
• A dispersão dos judeus pelo mundo tornou impossível
que todos fizessem isto nos dias de José e Maria.
Apesar da distância, os judeus devotos faziam a
jornada pelo menos uma vez por ano para a Páscoa.
Não era exigido que as mulheres comparecessem,
contudo, muitas iam"
II -A EDUCAÇÃO DE JESUS
• JESUS, apesar de ser o Filho de DEUS e Senhor de
tudo, era tão humano como qualquer outro menino. Não
convém pensar que era um menino anormal, com
mentalidade de adulto, desenvolvido, nem que quando
“se esvaziou, tomando a forma de servo”, deixou de ser
divino.
• Quando, porém, se encarnou, foi feito “em todas as
coisas à nossa semelhança, mas sem pecado.”
• Era um menino inteiramente normal e o nosso exemplo
para criar filhos.
• Ele crescia física, intelectual e espiritualmente:
1) Fisicamente.
• “Crescia” (v.40) “em estatura”
(v.52). O Moço não era
nazareno melancólico, pálido
e doentio. O labor na
oficina de carpinteiro e a
obediência às leis de DEUS
contribuíram para o
desenvolvimento do físico.
O servo de DEUS carece de
corpo sadio e robusto.
2) Intelectualmente,
• “Cheio de sabedoria”
(v.40), “crescia JESUS em
sabedoria” (v.52). Enquanto
se desenvolvia no físico,
crescia intelectualmente; não
se tornou gigante em
mentalidade de criança.
3) Espiritualmente.
• “A graça de DEUS
estava sobre Ele”.
• O menino JESUS tinha,
também, de crescer, como
homem, no conhecimento
do DEUS invisível e
guardar o contato com Ele
por oração e leitura da
Sua Palavra.
• O Seu crescimento era simétrico; enquanto crescia
em corpo, crescia igualmente em mente, mas não foi de
forma alguma a custo do Seu desenvolvimento
espiritual.
INSTITUIÇÃO DE ENSINO NO CONTEXTO CULTURAL
A Sinagoga.
Os eruditos supõem que, como uma instituição formal, a
sinagoga desenvolveu-se durante o cativeiro babilônico.
A palavra «sinagoga» encontra-se em Sal. 74:8, mas ali
significa apenas «assembleia», não havendo qualquer
alusão à instituição que recebeu esse nome.
A palavra aparece por cinquenta e seis vezes no Novo
Testamento.
Antes do exílio babilônico, o templo era o centro de
todas as atividades religiosas.
• Na sinagoga não havia
altar e nem sacrifícios.
• A sinagoga era o centro
do governo de Israel.
• Ela provia uma espécie
de sistema de educação
de adultos em massa,
onde a Tora era estudada
sistematicamente,
semana após semana.
A primeira escola de um
judeu era o seu lar.
• Os mestres eram os pais e
os alunos eram os filhos.
• O lar nunca perdeu a sua
importância como o lugar
primário de aprendizado.
(Dt 6:6-8).
• Então surgiram as escolas
de profetas, que dirigiram o
primeiro ensino sistemático
e constante fora dos lares.
• Eles encontravam em
Moisés a sua grande
inspiração (Deu. 34:10;
18:15 ss).
• Os profetas tomaram-se
os mestres e instrutores
de Israel de uma classe
de homens eruditos,
que se tornaram líderes
da nação.
• Pela época da monarquia, havia grupos ou companhias
de profetas, de tal modo que eles formaram uma classe
distinta dentro da nação (I Sam. 10:5,10; 19:20).
• Os «...filhos dos profetas...» eram os discípulos das
escolas que haviam sido formadas. (Ver I Reis 19:16; II
Reis 2:3 ss).
• Então surgiram as sinagogas; que representaram um
passo vital no desenvolvimento das escolas, conforme
nós as conhecemos.
• Entretanto, nenhuma escola era separada da
sinagoga e nenhum sistema escolar formal formou-
se em Israel, senão já dentro do período helenista e
isso por motivo de competição com as escolas
gregas.
• A literatura rabínica informa-nos que um sistema
escolar compulsório foi criado pelos fariseus, no
século I a. C. (Particular e pago).
• Sabemos que Simão ben Shetach (75 a. C.) ensinava às
pessoas de uma maneira sistemática e regular; mas o
texto que ele usava era a Tora.
Em Israel não havia educação liberal.
• As escolas elementares, para as crianças, parece ter
surgido antes do século I d. C. Joseph ben Gamala
(cerca de 65 d. C.) tentou fazer a educação elementar
tomar-se compulsória e universal, com escolas onde as
crianças entravam com seis ou sete anos de idade.
• As escolas elementares eram chamadas Casa do
Livro. (Ativo em nosso sistema educacional como rede
de ensino).
III- UM EXEMPLO DE OBEDIÊNCIA
O currículo continuava sendo, essencialmente,
orientado segundo a Bíblia.
• Toda e qualquer referência às ciências, em quaisquer de
suas formas, era feita de modo inteiramente incidental.
• Foram desenvolvidas escolas secundárias para os
alunos mais promissores.
• A religião continuava sendo o centro de todas as
atividades educacionais.
• Além da Bíblia e da Mishnah, foi instituído o debate
teológico.
• As escolas que funcionavam desse modo eram
chamadas Casas de Estudo.
• O Talmude resultou das atividades dessas escolas e
grandes líderes se salientaram então, como Hilel,
Shamai e Gamaliel. Paulo educou-se na escola de
Gamaliel.
• Isso significa que, em Israel, havia três instituições
de ensino diferentes: a sinagoga, as escolas
elementares e as academias, ou casas de estudos.
• As academias funcionavam separadas das sinagogas,
em seus próprios edifícios, ou talvez na residência do
mestre principal.
O Lar.
• O lar era a unidade básica da sociedade, bem como
a primeira escola que um menino judeu conhecia.
• O Antigo Testamento mostra o grande valor dado às
crianças e grande responsabilidade pesava sobre os
ombros dos pais, porquanto os filhos eram tidos como
dons de DEUS (Jó 5:25; Sal. 127:3; 128:3,4. Ver
também Gên. 18,19 e Deu. 11:19 quanto à importância
da instrução doméstica).
• As crianças eram treinadas em seus deveres,
religiosos ou outros (I Sam. 16:11; II Reis 4:18).
• O treinamento artístico fazia parte da instrução recebida
(Juí. 21:21; Lam. 5:14).
• Às meninas eram ensinadas prendas domésticas, por
suas mães (Êxo. 35:25; II Sam. 13:8). Os meninos
aprendiam negócios e ofícios.
IV- UM FILHO QUE CRESCIA DE
ACORDO COM A VONTADE DE DEUS
• JESUS CRESCEU FISICAMENTE
• “Não sabemos muito sobre a família de Jesus;
entretanto, fica claro, conforme o relato dos
Evangelhos, que os pais, irmãos e irmãs de Jesus
eram muito conhecidos na cidade de Nazaré (Mt
13.54-56).
• Os primeiros anos da vida de Jesus foram tão normais
que as pessoas que o viram crescer ficaram surpresas
com o fato de que Ele pudesse ensinar com autoridade
sobre Deus e fazer grandes milagres achavam que era
apenas um carpinteiro como José”.
• JESUS CRESCEU SOCIALMENTE
• 1. Jesus e a família.
• No antigo Israel do tempo de Jesus, havia uma
estrutura familiar consolidada.
• Os estudiosos observam que a família hebraica
obedecia a seguinte estrutura social:
• Endógama — casam-se com parentes;
• Patrilinear — descendência pai-filho;
• Patriarcal — poder do pai;
• Pátrio-local — a mulher vai para a casa do marido;
• Ampliada — reúne os parentes próximos todos no
grupo, e;
• Polígena — tem muitas pessoas.
• A Bíblia fala da família de Jesus dentro desse
contexto.
• Como homem perfeito, Jesus aprendeu a viver em
família (Lc 2.51). Como membro da família, Ele
viveu em obediência a seus pais.
• Isso mostra que os papeis sociais dentro da família
precisam ser respeitados.
• Somente dessa forma, a família continua sendo um
instrumento importante na formação do caráter.
2. Jesus e a cultura local.
• A Bíblia afirma que o “Verbo se fez carne e habitou
entre nós” (Jo 1.14).
• O vocábulo habitar traduz o verbo grego skenoo e
tem o sentido de “fazer a sua tenda”. Deus se
humanizou e fez a sua tenda ou “morada”, “habitou”
entre nós.
• Como homem perfeito, Jesus viveu no meio da cultura
dos seus dias. Fazia parte dessa cultura, qual seja, o
povo, o espaço geográfico, a língua e a família. Jesus
foi criado em Nazaré da Galileia e, como nazareno, Ele
possivelmente espelhava a cultura desse lugar.
• Jesus aprendeu a ler as Escrituras (Lc 4.16);
aprendeu uma profissão (Mc 6.3) e até mesmo
aprendeu a maneira de falar que era peculiar dos
habitantes dessa região (Mt 26.73. Mc 14.70).
• JESUS CRESCEU PSICOLOGICAMENTE
A dimensão psicológica de Jesus.
• O texto de Lucas 2.52 informa que Jesus crescia em
“sabedoria”.
• Crescer em sabedoria é crescer em conhecimento.
• É desenvolver-se intelectual e mentalmente.
• É o desenvolver da psique humana.
• Como homem perfeito, Jesus também possuía uma
dimensão psicológica.
• Ele, por exemplo, angustiou-se em sua alma (Lc 12.50;
Mt 26.37; Jo 12.27).
• Lucas ainda diz que Jesus “enchia-se de sabedoria” (Lc
2.40).
• Esse crescimento mental e intelectual vem pela
assimilação dos conhecimentos da vivência humana do
dia a dia.
• É o acúmulo cultural que se forma ao longo dos
anos (instrução transcultural).
• Como todo menino judeu de sua época, Jesus tinha o
seu intelecto treinado pelo estudo das Sagradas Letras
(2Tm 3.15).
• JESUS CRESCEU ESPIRITUALMENTE
• Crescendo na graça e fortalecendo o espírito.
• Nos dois textos bíblicos citados por Lucas para se referir
ao crescimento de Jesus Cristo, o homem perfeito, a
palavra “graça” se destaca (Lc 2.40,52).
• A palavra grega traduzida como graça é charis.
• Graça é um favor de Deus.
• Jesus cresceu na graça quando viveu a vida como ela é.
• Ele aprendeu a viver com as limitações que uma
família pobre possuía na Palestina do primeiro
século.
• Graça é ter consciência de que, em meio a tudo isso, a
vocação e chamada tiveram origem em Deus.
• Graça é a corrente de misericórdia pelo qual o
homem é chamado, salvo, justificado e habilitado a
Deus.
• Graça é manifesta, a medida em que o homem em
pleno juízo, reconhece seu estado de depravação
total, e, que Deus é único Salvador.
IV -

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Educação cristã, responsabilidade dos pais
Educação cristã, responsabilidade dos paisEducação cristã, responsabilidade dos pais
Educação cristã, responsabilidade dos pais
Moisés Sampaio
 
Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
Educação Cristã, Responsabilidade dos PaisEducação Cristã, Responsabilidade dos Pais
Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
Rodrigo Fragoso
 
Educação cristã, responsabilidade dos pais
Educação cristã, responsabilidade dos paisEducação cristã, responsabilidade dos pais
Educação cristã, responsabilidade dos pais
Vivaldo Linhares
 
Bimba kids 09-12-2012
Bimba kids   09-12-2012Bimba kids   09-12-2012
Bimba kids 09-12-2012
Debora Teixeira
 
Estudo sobre ebd
Estudo sobre ebdEstudo sobre ebd
Estudo sobre ebd
Otília Leite
 
2013 - 2 tri - lição 8 - educação cristã, responsabilidade dos pais
2013 - 2 tri - lição 8 - educação cristã, responsabilidade dos pais2013 - 2 tri - lição 8 - educação cristã, responsabilidade dos pais
2013 - 2 tri - lição 8 - educação cristã, responsabilidade dos pais
Natalino das Neves Neves
 
O Evangelho Segundo Lucas
O Evangelho Segundo LucasO Evangelho Segundo Lucas
O Evangelho Segundo Lucas
ebddenice
 
Lição 8 (Adultos) - A Evangelização de Crianças
Lição 8 (Adultos) - A Evangelização de CriançasLição 8 (Adultos) - A Evangelização de Crianças
Lição 8 (Adultos) - A Evangelização de Crianças
Andrew Guimarães
 
Palestra dos pais e mestre ebd
Palestra dos pais e mestre ebdPalestra dos pais e mestre ebd
Palestra dos pais e mestre ebd
Lucia Verissimo
 
Lição 9 - a evangelização das crianças
Lição 9 - a evangelização das criançasLição 9 - a evangelização das crianças
Lição 9 - a evangelização das crianças
Ailton da Silva
 
A Importância da EBD para a família (Evangelista Romecir)
A Importância da EBD para a família (Evangelista Romecir)A Importância da EBD para a família (Evangelista Romecir)
A Importância da EBD para a família (Evangelista Romecir)
Ney Bellas
 
01 Fundamentos Históricos e Teológicos da Educação Cristã
01 Fundamentos Históricos e Teológicos da Educação Cristã01 Fundamentos Históricos e Teológicos da Educação Cristã
01 Fundamentos Históricos e Teológicos da Educação Cristã
Dilsilei Monteiro
 
LIÇÃO 09 - A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇA
LIÇÃO 09 - A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇALIÇÃO 09 - A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇA
LIÇÃO 09 - A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇA
Lourinaldo Serafim
 
Educando filhos para o céu
Educando filhos para o céuEducando filhos para o céu
Educando filhos para o céu
Caio Cesar
 
LIÇÃO 07 – HONRARÁS PAI E MÃE
LIÇÃO 07 – HONRARÁS PAI E MÃE LIÇÃO 07 – HONRARÁS PAI E MÃE
LIÇÃO 07 – HONRARÁS PAI E MÃE
Lourinaldo Serafim
 
Lição 9
Lição 9Lição 9
Lição 9
Flavio Luz
 
Simpósio de EBD
Simpósio de EBDSimpósio de EBD
Simpósio de EBD
Antonio Fernandes
 
PLANO DE AULA PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - EBD
PLANO DE AULA PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - EBDPLANO DE AULA PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - EBD
PLANO DE AULA PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - EBD
Ednaldo Santos de Jesus
 
História da escola dominical
História da escola dominicalHistória da escola dominical
História da escola dominical
Pr. Welfany Nolasco Rodrigues
 
Projeto curricular ebd
Projeto curricular ebdProjeto curricular ebd
Projeto curricular ebd
Izaias Brasileiro
 

Mais procurados (20)

Educação cristã, responsabilidade dos pais
Educação cristã, responsabilidade dos paisEducação cristã, responsabilidade dos pais
Educação cristã, responsabilidade dos pais
 
Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
Educação Cristã, Responsabilidade dos PaisEducação Cristã, Responsabilidade dos Pais
Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
 
Educação cristã, responsabilidade dos pais
Educação cristã, responsabilidade dos paisEducação cristã, responsabilidade dos pais
Educação cristã, responsabilidade dos pais
 
Bimba kids 09-12-2012
Bimba kids   09-12-2012Bimba kids   09-12-2012
Bimba kids 09-12-2012
 
Estudo sobre ebd
Estudo sobre ebdEstudo sobre ebd
Estudo sobre ebd
 
2013 - 2 tri - lição 8 - educação cristã, responsabilidade dos pais
2013 - 2 tri - lição 8 - educação cristã, responsabilidade dos pais2013 - 2 tri - lição 8 - educação cristã, responsabilidade dos pais
2013 - 2 tri - lição 8 - educação cristã, responsabilidade dos pais
 
O Evangelho Segundo Lucas
O Evangelho Segundo LucasO Evangelho Segundo Lucas
O Evangelho Segundo Lucas
 
Lição 8 (Adultos) - A Evangelização de Crianças
Lição 8 (Adultos) - A Evangelização de CriançasLição 8 (Adultos) - A Evangelização de Crianças
Lição 8 (Adultos) - A Evangelização de Crianças
 
Palestra dos pais e mestre ebd
Palestra dos pais e mestre ebdPalestra dos pais e mestre ebd
Palestra dos pais e mestre ebd
 
Lição 9 - a evangelização das crianças
Lição 9 - a evangelização das criançasLição 9 - a evangelização das crianças
Lição 9 - a evangelização das crianças
 
A Importância da EBD para a família (Evangelista Romecir)
A Importância da EBD para a família (Evangelista Romecir)A Importância da EBD para a família (Evangelista Romecir)
A Importância da EBD para a família (Evangelista Romecir)
 
01 Fundamentos Históricos e Teológicos da Educação Cristã
01 Fundamentos Históricos e Teológicos da Educação Cristã01 Fundamentos Históricos e Teológicos da Educação Cristã
01 Fundamentos Históricos e Teológicos da Educação Cristã
 
LIÇÃO 09 - A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇA
LIÇÃO 09 - A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇALIÇÃO 09 - A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇA
LIÇÃO 09 - A EVANGELIZAÇÃO DAS CRIANÇA
 
Educando filhos para o céu
Educando filhos para o céuEducando filhos para o céu
Educando filhos para o céu
 
LIÇÃO 07 – HONRARÁS PAI E MÃE
LIÇÃO 07 – HONRARÁS PAI E MÃE LIÇÃO 07 – HONRARÁS PAI E MÃE
LIÇÃO 07 – HONRARÁS PAI E MÃE
 
Lição 9
Lição 9Lição 9
Lição 9
 
Simpósio de EBD
Simpósio de EBDSimpósio de EBD
Simpósio de EBD
 
PLANO DE AULA PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - EBD
PLANO DE AULA PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - EBDPLANO DE AULA PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - EBD
PLANO DE AULA PARA ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL - EBD
 
História da escola dominical
História da escola dominicalHistória da escola dominical
História da escola dominical
 
Projeto curricular ebd
Projeto curricular ebdProjeto curricular ebd
Projeto curricular ebd
 

Destaque

Licao dos Adolescentes - Amor ao Proximo
Licao dos Adolescentes - Amor ao ProximoLicao dos Adolescentes - Amor ao Proximo
Licao dos Adolescentes - Amor ao Proximo
Alcides Duarte
 
Licao 6 relacionamento sentimental CPAD JOVENS 2015
Licao 6 relacionamento sentimental CPAD JOVENS 2015 Licao 6 relacionamento sentimental CPAD JOVENS 2015
Licao 6 relacionamento sentimental CPAD JOVENS 2015
Dannilo Stelio
 
O amor
O amorO amor
O amor
guest2816a
 
Curso de capacitação de professores da EBD
Curso de capacitação de professores da EBDCurso de capacitação de professores da EBD
Curso de capacitação de professores da EBD
Sergio Silva
 
Chegou a adolescência
Chegou a adolescênciaChegou a adolescência
Chegou a adolescência
Camila Oliveira
 
A adolescência
A adolescênciaA adolescência
A adolescência
Roberto Nobre
 
Apresentação seminário de ebd. robson santos & roney ricardo
Apresentação seminário de ebd. robson santos & roney ricardoApresentação seminário de ebd. robson santos & roney ricardo
Apresentação seminário de ebd. robson santos & roney ricardo
Prof. Robson Santos
 

Destaque (7)

Licao dos Adolescentes - Amor ao Proximo
Licao dos Adolescentes - Amor ao ProximoLicao dos Adolescentes - Amor ao Proximo
Licao dos Adolescentes - Amor ao Proximo
 
Licao 6 relacionamento sentimental CPAD JOVENS 2015
Licao 6 relacionamento sentimental CPAD JOVENS 2015 Licao 6 relacionamento sentimental CPAD JOVENS 2015
Licao 6 relacionamento sentimental CPAD JOVENS 2015
 
O amor
O amorO amor
O amor
 
Curso de capacitação de professores da EBD
Curso de capacitação de professores da EBDCurso de capacitação de professores da EBD
Curso de capacitação de professores da EBD
 
Chegou a adolescência
Chegou a adolescênciaChegou a adolescência
Chegou a adolescência
 
A adolescência
A adolescênciaA adolescência
A adolescência
 
Apresentação seminário de ebd. robson santos & roney ricardo
Apresentação seminário de ebd. robson santos & roney ricardoApresentação seminário de ebd. robson santos & roney ricardo
Apresentação seminário de ebd. robson santos & roney ricardo
 

Semelhante a 1º trimestre 2016 adolescentes lição 03

A infância de Jesus - Lição 03 2º/2015
A infância de Jesus - Lição 03 2º/2015A infância de Jesus - Lição 03 2º/2015
A infância de Jesus - Lição 03 2º/2015
Pr. Andre Luiz
 
ESTUDO TEOLOGIA - IBADEP - Educacao Crista.pdf
ESTUDO TEOLOGIA - IBADEP - Educacao Crista.pdfESTUDO TEOLOGIA - IBADEP - Educacao Crista.pdf
ESTUDO TEOLOGIA - IBADEP - Educacao Crista.pdf
RaylemDeivemRFerreir
 
Auladaebd 090915135914-phpapp02
Auladaebd 090915135914-phpapp02Auladaebd 090915135914-phpapp02
Auladaebd 090915135914-phpapp02
Fernando Neves
 
Eliseu e a escola dos profetas
Eliseu e a escola dos profetasEliseu e a escola dos profetas
Eliseu e a escola dos profetas
Daniel Viana
 
A infância de Jesus
A infância de JesusA infância de Jesus
A infância de Jesus
Moisés Sampaio
 
Dia Nacional da Escola Dominical
Dia Nacional da Escola DominicalDia Nacional da Escola Dominical
Dia Nacional da Escola Dominical
Igreja Evangélica Assembleia de Deus
 
Fundamentos bíblicos do ministério de ensino
Fundamentos bíblicos do ministério de ensinoFundamentos bíblicos do ministério de ensino
Fundamentos bíblicos do ministério de ensino
Eduardo Braz
 
A sabedoria do menino juniores
A sabedoria do menino   junioresA sabedoria do menino   juniores
A sabedoria do menino juniores
Sandra Fuso
 
Lição 12: Criando Filhos Saudáveis.pptx
Lição 12: Criando Filhos Saudáveis.pptxLição 12: Criando Filhos Saudáveis.pptx
Lição 12: Criando Filhos Saudáveis.pptx
Celso Napoleon
 
Educação de crianças nos tempos bíblico
Educação de crianças nos tempos bíblicoEducação de crianças nos tempos bíblico
Educação de crianças nos tempos bíblico
Roberto Victorio
 
Lição 08 Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
Lição 08   Educação Cristã, Responsabilidade dos PaisLição 08   Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
Lição 08 Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
João Paulo Silva Mendes
 
Lio08 educaocristresponsabilidadedospais-130525132227-phpapp02
Lio08 educaocristresponsabilidadedospais-130525132227-phpapp02Lio08 educaocristresponsabilidadedospais-130525132227-phpapp02
Lio08 educaocristresponsabilidadedospais-130525132227-phpapp02
Maria Da Penha Pereira
 
Os fundadores-do-metodismo
Os fundadores-do-metodismoOs fundadores-do-metodismo
Os fundadores-do-metodismo
Paulo Dias Nogueira
 
2023 2º Trimestre Adulto Lição 12.pptx
2023 2º Trimestre Adulto Lição 12.pptx2023 2º Trimestre Adulto Lição 12.pptx
2023 2º Trimestre Adulto Lição 12.pptx
Joel Silva
 
Wesley e as criancas
Wesley e as criancasWesley e as criancas
Wesley e as criancas
Paulo Dias Nogueira
 
Lição 10 - O poder da evangelização na família
Lição 10 - O poder da evangelização na famíliaLição 10 - O poder da evangelização na família
Lição 10 - O poder da evangelização na família
I.A.D.F.J - SAMAMABAIA SUL
 
2013 1o tri lição 12_eliseu e a escola dos profetas
2013 1o tri lição 12_eliseu e a escola dos profetas2013 1o tri lição 12_eliseu e a escola dos profetas
2013 1o tri lição 12_eliseu e a escola dos profetas
Natalino das Neves Neves
 
Artigo legislação do ensino religioso-iv unidade (2)
Artigo  legislação do ensino religioso-iv unidade (2)Artigo  legislação do ensino religioso-iv unidade (2)
Artigo legislação do ensino religioso-iv unidade (2)
Verônica Sylva
 
A família e a escola dominical
A família e a escola dominicalA família e a escola dominical
A família e a escola dominical
Moisés Sampaio
 
Honrarás pai e mãe
Honrarás pai e mãeHonrarás pai e mãe
Honrarás pai e mãe
Moisés Sampaio
 

Semelhante a 1º trimestre 2016 adolescentes lição 03 (20)

A infância de Jesus - Lição 03 2º/2015
A infância de Jesus - Lição 03 2º/2015A infância de Jesus - Lição 03 2º/2015
A infância de Jesus - Lição 03 2º/2015
 
ESTUDO TEOLOGIA - IBADEP - Educacao Crista.pdf
ESTUDO TEOLOGIA - IBADEP - Educacao Crista.pdfESTUDO TEOLOGIA - IBADEP - Educacao Crista.pdf
ESTUDO TEOLOGIA - IBADEP - Educacao Crista.pdf
 
Auladaebd 090915135914-phpapp02
Auladaebd 090915135914-phpapp02Auladaebd 090915135914-phpapp02
Auladaebd 090915135914-phpapp02
 
Eliseu e a escola dos profetas
Eliseu e a escola dos profetasEliseu e a escola dos profetas
Eliseu e a escola dos profetas
 
A infância de Jesus
A infância de JesusA infância de Jesus
A infância de Jesus
 
Dia Nacional da Escola Dominical
Dia Nacional da Escola DominicalDia Nacional da Escola Dominical
Dia Nacional da Escola Dominical
 
Fundamentos bíblicos do ministério de ensino
Fundamentos bíblicos do ministério de ensinoFundamentos bíblicos do ministério de ensino
Fundamentos bíblicos do ministério de ensino
 
A sabedoria do menino juniores
A sabedoria do menino   junioresA sabedoria do menino   juniores
A sabedoria do menino juniores
 
Lição 12: Criando Filhos Saudáveis.pptx
Lição 12: Criando Filhos Saudáveis.pptxLição 12: Criando Filhos Saudáveis.pptx
Lição 12: Criando Filhos Saudáveis.pptx
 
Educação de crianças nos tempos bíblico
Educação de crianças nos tempos bíblicoEducação de crianças nos tempos bíblico
Educação de crianças nos tempos bíblico
 
Lição 08 Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
Lição 08   Educação Cristã, Responsabilidade dos PaisLição 08   Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
Lição 08 Educação Cristã, Responsabilidade dos Pais
 
Lio08 educaocristresponsabilidadedospais-130525132227-phpapp02
Lio08 educaocristresponsabilidadedospais-130525132227-phpapp02Lio08 educaocristresponsabilidadedospais-130525132227-phpapp02
Lio08 educaocristresponsabilidadedospais-130525132227-phpapp02
 
Os fundadores-do-metodismo
Os fundadores-do-metodismoOs fundadores-do-metodismo
Os fundadores-do-metodismo
 
2023 2º Trimestre Adulto Lição 12.pptx
2023 2º Trimestre Adulto Lição 12.pptx2023 2º Trimestre Adulto Lição 12.pptx
2023 2º Trimestre Adulto Lição 12.pptx
 
Wesley e as criancas
Wesley e as criancasWesley e as criancas
Wesley e as criancas
 
Lição 10 - O poder da evangelização na família
Lição 10 - O poder da evangelização na famíliaLição 10 - O poder da evangelização na família
Lição 10 - O poder da evangelização na família
 
2013 1o tri lição 12_eliseu e a escola dos profetas
2013 1o tri lição 12_eliseu e a escola dos profetas2013 1o tri lição 12_eliseu e a escola dos profetas
2013 1o tri lição 12_eliseu e a escola dos profetas
 
Artigo legislação do ensino religioso-iv unidade (2)
Artigo  legislação do ensino religioso-iv unidade (2)Artigo  legislação do ensino religioso-iv unidade (2)
Artigo legislação do ensino religioso-iv unidade (2)
 
A família e a escola dominical
A família e a escola dominicalA família e a escola dominical
A família e a escola dominical
 
Honrarás pai e mãe
Honrarás pai e mãeHonrarás pai e mãe
Honrarás pai e mãe
 

Mais de Joel Silva

E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 04
E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 04E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 04
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 04
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 03
E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 03E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 03
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 03
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 02
E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 02E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 02
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 02
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 01
E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 01E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 01
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 01
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes 4ºtrimestre 2016 lição 13
E.b.d   adolescentes 4ºtrimestre 2016 lição 13E.b.d   adolescentes 4ºtrimestre 2016 lição 13
E.b.d adolescentes 4ºtrimestre 2016 lição 13
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 12
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 12E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 12
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 12
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 11
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 11E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 11
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 11
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 10
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 10E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 10
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 10
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 09
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 09E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 09
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 09
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestres 2016 lição 08
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestres 2016 lição 08E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestres 2016 lição 08
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestres 2016 lição 08
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 07
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 07E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 07
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 07
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 06
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 06E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 06
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 06
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 05
E.b.d  adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 05E.b.d  adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 05
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 05
Joel Silva
 
Ebd adolescentes - 4ºtrimestre 2016 - lição 02
Ebd   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 - lição 02Ebd   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 - lição 02
Ebd adolescentes - 4ºtrimestre 2016 - lição 02
Joel Silva
 
Ebd lição 01 3ºtrimestre 2016 adolescentes
Ebd   lição 01 3ºtrimestre 2016 adolescentesEbd   lição 01 3ºtrimestre 2016 adolescentes
Ebd lição 01 3ºtrimestre 2016 adolescentes
Joel Silva
 
2ºtrimestre 2016 adolescentes lição 13
2ºtrimestre 2016 adolescentes lição 132ºtrimestre 2016 adolescentes lição 13
2ºtrimestre 2016 adolescentes lição 13
Joel Silva
 
Ebd adolescentes - 2ºtrimestre 2016 lição 12
Ebd   adolescentes - 2ºtrimestre 2016 lição 12Ebd   adolescentes - 2ºtrimestre 2016 lição 12
Ebd adolescentes - 2ºtrimestre 2016 lição 12
Joel Silva
 
E.b.d adolescentes- 1º timestre 2016 lição 04
E.b.d  adolescentes- 1º timestre 2016 lição 04E.b.d  adolescentes- 1º timestre 2016 lição 04
E.b.d adolescentes- 1º timestre 2016 lição 04
Joel Silva
 
4º trimestre 2015 adolescentes lição 06
4º trimestre 2015 adolescentes lição 064º trimestre 2015 adolescentes lição 06
4º trimestre 2015 adolescentes lição 06
Joel Silva
 
4º trimestre 2015 adolescentes lição 05
4º trimestre 2015 adolescentes lição 054º trimestre 2015 adolescentes lição 05
4º trimestre 2015 adolescentes lição 05
Joel Silva
 

Mais de Joel Silva (20)

E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 04
E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 04E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 04
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 04
 
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 03
E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 03E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 03
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 03
 
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 02
E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 02E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 02
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 02
 
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 01
E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 01E.b.d   adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 01
E.b.d adolescentes 1ºtrimestre 2017 lição 01
 
E.b.d adolescentes 4ºtrimestre 2016 lição 13
E.b.d   adolescentes 4ºtrimestre 2016 lição 13E.b.d   adolescentes 4ºtrimestre 2016 lição 13
E.b.d adolescentes 4ºtrimestre 2016 lição 13
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 12
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 12E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 12
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 12
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 11
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 11E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 11
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 11
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 10
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 10E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 10
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 10
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 09
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 09E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 09
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 09
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestres 2016 lição 08
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestres 2016 lição 08E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestres 2016 lição 08
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestres 2016 lição 08
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 07
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 07E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 07
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 07
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 06
E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 06E.b.d   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 06
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 06
 
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 05
E.b.d  adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 05E.b.d  adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 05
E.b.d adolescentes - 4ºtrimestre 2016 lição 05
 
Ebd adolescentes - 4ºtrimestre 2016 - lição 02
Ebd   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 - lição 02Ebd   adolescentes - 4ºtrimestre 2016 - lição 02
Ebd adolescentes - 4ºtrimestre 2016 - lição 02
 
Ebd lição 01 3ºtrimestre 2016 adolescentes
Ebd   lição 01 3ºtrimestre 2016 adolescentesEbd   lição 01 3ºtrimestre 2016 adolescentes
Ebd lição 01 3ºtrimestre 2016 adolescentes
 
2ºtrimestre 2016 adolescentes lição 13
2ºtrimestre 2016 adolescentes lição 132ºtrimestre 2016 adolescentes lição 13
2ºtrimestre 2016 adolescentes lição 13
 
Ebd adolescentes - 2ºtrimestre 2016 lição 12
Ebd   adolescentes - 2ºtrimestre 2016 lição 12Ebd   adolescentes - 2ºtrimestre 2016 lição 12
Ebd adolescentes - 2ºtrimestre 2016 lição 12
 
E.b.d adolescentes- 1º timestre 2016 lição 04
E.b.d  adolescentes- 1º timestre 2016 lição 04E.b.d  adolescentes- 1º timestre 2016 lição 04
E.b.d adolescentes- 1º timestre 2016 lição 04
 
4º trimestre 2015 adolescentes lição 06
4º trimestre 2015 adolescentes lição 064º trimestre 2015 adolescentes lição 06
4º trimestre 2015 adolescentes lição 06
 
4º trimestre 2015 adolescentes lição 05
4º trimestre 2015 adolescentes lição 054º trimestre 2015 adolescentes lição 05
4º trimestre 2015 adolescentes lição 05
 

Último

quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
Rogério Augusto Ayres de Araujo
 
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
EdimarEdigesso
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
Marta Gomes
 
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptxO MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
valneirocha
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
Nilson Almeida
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
SanturioTacararu
 
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
PIB Penha
 
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃOgrabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
luartfelt
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
nadeclarice
 
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
PIB Penha
 
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
DavidBertelli3
 
Lição 11 - Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
Lição 11 -  Avivamento e a Missão da Igreja.pptxLição 11 -  Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
Lição 11 - Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
LaerciodeSouzaSilva1
 
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptxLição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Celso Napoleon
 
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
PIB Penha
 
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdfauxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
EzeirAlvesdaSilva
 
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
OBrasilParaCristoRad
 
A VIVÊNCIA DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO slides.ppt
A VIVÊNCIA DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO slides.pptA VIVÊNCIA DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO slides.ppt
A VIVÊNCIA DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO slides.ppt
FranciscoAudisio2
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
AntonioMugiba
 
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptxApresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
AlexandreCarvalho858758
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Celso Napoleon
 

Último (20)

quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújoquem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
quem e essa pessoa. Rogerio Augusto Ayres de Araújo
 
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
Marie Louise Von Franz - Alquimia.pdf001
 
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
1.3 - Criação. Considerações e concordâncias bíblicas no tocante à criação.
 
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptxO MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
O MÉTODO DE CRISTO - A DINÂMICA DO TESTEMUNHO.pptx
 
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
10 Orações Poderosas Ao Espírito Santo
 
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.pptEncontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
Encontro ECC - Sacramento Penitência.ppt
 
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são  pe...
2 - O Caráter do Cristão 1."Bem-aventurado aquele cujas transgressões são pe...
 
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃOgrabovoi apostila.pdf  FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
grabovoi apostila.pdf FORMA CORRETA DE UTILIZAÇÃO
 
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptxBatismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
Batismo CELEBRANDO A NOSSA FÉ BATISMAL.pptx
 
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
5 - A justiça do cristão. Mateus 5.20 Pois eu digo que, se a justiça de vocês...
 
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita RafaelA Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
A Parábola da Figueira Seca - Grupo Espírita Rafael
 
Lição 11 - Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
Lição 11 -  Avivamento e a Missão da Igreja.pptxLição 11 -  Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
Lição 11 - Avivamento e a Missão da Igreja.pptx
 
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptxLição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
Lição 3 Rute e Noemi - Entrelaçadas pelo Amor.pptx
 
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
1 - Jesus - O Mestre por Excelência. Mt 1,2 "Ao ver as multidões, Jesus subiu...
 
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdfauxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
auxiliar- juvenis-1trimestre de 2024.pdf
 
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
3 - Plena Paz.ppt Harpa cristã assembleia
 
A VIVÊNCIA DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO slides.ppt
A VIVÊNCIA DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO slides.pptA VIVÊNCIA DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO slides.ppt
A VIVÊNCIA DO SACRAMENTO DO MATRIMÔNIO slides.ppt
 
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyugcontrole-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
controle-unidade.pptxvvvvggffgfftrddfyug
 
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptxApresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
Apresentação Transformando-Membros-e-Líderes.pptx
 
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptxLição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
Lição 2 O Livro de Rute - CPAD Adultos.pptx
 

1º trimestre 2016 adolescentes lição 03

  • 2. DESTAQUE • Informar que Jesus Recebeu uma Boa educação dos seus pais; • Destacar que Jesus passou todas as etapas da Educação Judaica; • Ensinar que Jesus era um filho Obediente a vontade de seu Pai Celeste.
  • 3. INTRODUÇÃO • Neste domingo iremos estudar um pouco sobre o filho Amado e Obediente analisando alguns aspecto da adolescência e seu Crescimento , Jesus em toda sua vida sempre foi obediente. • viveu como menino comum, no seio de sua família. • Aprendeu a falar e a escrever. • Falava-se o hebraico nas escolas e o aramaico nas conversas diárias.
  • 4. • Passou pelas mesmas experiências pelas quais devemos passar, e precisou aprender por meio dos seus sofrimentos. • Contudo, sempre se mostrou obediente.
  • 5. I - UM MENINO EDUCADO • Não temos muitas informações a respeito da infância de Jesus. • Os Evangelhos são nossas únicas fontes confiáveis a respeito dessa fase da vida do Mestre. • O Evangelho de Lucas nos mostra que, como Homem Perfeito, Ele experimentou um desenvolvimento saudável, como de qualquer criança de sua idade. • A única diferença entre Jesus e os meninos de sua época era o fato de que Ele não tinha pecado.
  • 6. • Lucas também registra um incidente da infância do menino Jesus. Por meio desse incidente, podemos ver que, aos doze anos, Jesus já tinha plena consciência de sua relação com o Pai e acerca de sua chamada.
  • 7. • Este era o costume anual, pois eram intimados positivamente pela lei, Êxodo 23:17. • Mas não parece que as crianças eram obrigadas a estar presentes.
  • 8. • Como JESUS já estava com 12 anos, era já um jovem adolescente pronto para ser apresentado aos rabinos e teria dai para frente que comparecer em Jerusalém três vezes no ano, Êxodo 34:23.
  • 9. • "Com a idade de 12 anos, um menino judeu se torna filho da lei'. • Nesse momento, ele aceita os deveres e obrigações religiosas aos quais os pais o entregaram pelo rito da circuncisão. • Para JESUS, isto acontece quando seus pais sobem a Jerusalém para celebrar a Páscoa. • O Antigo Testamento ordenava que a pessoa do sexo masculino comparecesse em Jerusalém para três festas: a Páscoa, o Pentecostes e os Tabernáculos (Êx 23.14-17).
  • 10. • A dispersão dos judeus pelo mundo tornou impossível que todos fizessem isto nos dias de José e Maria. Apesar da distância, os judeus devotos faziam a jornada pelo menos uma vez por ano para a Páscoa. Não era exigido que as mulheres comparecessem, contudo, muitas iam"
  • 11. II -A EDUCAÇÃO DE JESUS • JESUS, apesar de ser o Filho de DEUS e Senhor de tudo, era tão humano como qualquer outro menino. Não convém pensar que era um menino anormal, com mentalidade de adulto, desenvolvido, nem que quando “se esvaziou, tomando a forma de servo”, deixou de ser divino.
  • 12. • Quando, porém, se encarnou, foi feito “em todas as coisas à nossa semelhança, mas sem pecado.” • Era um menino inteiramente normal e o nosso exemplo para criar filhos. • Ele crescia física, intelectual e espiritualmente:
  • 13. 1) Fisicamente. • “Crescia” (v.40) “em estatura” (v.52). O Moço não era nazareno melancólico, pálido e doentio. O labor na oficina de carpinteiro e a obediência às leis de DEUS contribuíram para o desenvolvimento do físico. O servo de DEUS carece de corpo sadio e robusto.
  • 14. 2) Intelectualmente, • “Cheio de sabedoria” (v.40), “crescia JESUS em sabedoria” (v.52). Enquanto se desenvolvia no físico, crescia intelectualmente; não se tornou gigante em mentalidade de criança.
  • 15. 3) Espiritualmente. • “A graça de DEUS estava sobre Ele”. • O menino JESUS tinha, também, de crescer, como homem, no conhecimento do DEUS invisível e guardar o contato com Ele por oração e leitura da Sua Palavra.
  • 16. • O Seu crescimento era simétrico; enquanto crescia em corpo, crescia igualmente em mente, mas não foi de forma alguma a custo do Seu desenvolvimento espiritual.
  • 17. INSTITUIÇÃO DE ENSINO NO CONTEXTO CULTURAL A Sinagoga. Os eruditos supõem que, como uma instituição formal, a sinagoga desenvolveu-se durante o cativeiro babilônico. A palavra «sinagoga» encontra-se em Sal. 74:8, mas ali significa apenas «assembleia», não havendo qualquer alusão à instituição que recebeu esse nome. A palavra aparece por cinquenta e seis vezes no Novo Testamento. Antes do exílio babilônico, o templo era o centro de todas as atividades religiosas.
  • 18. • Na sinagoga não havia altar e nem sacrifícios. • A sinagoga era o centro do governo de Israel. • Ela provia uma espécie de sistema de educação de adultos em massa, onde a Tora era estudada sistematicamente, semana após semana.
  • 19. A primeira escola de um judeu era o seu lar. • Os mestres eram os pais e os alunos eram os filhos. • O lar nunca perdeu a sua importância como o lugar primário de aprendizado. (Dt 6:6-8). • Então surgiram as escolas de profetas, que dirigiram o primeiro ensino sistemático e constante fora dos lares.
  • 20. • Eles encontravam em Moisés a sua grande inspiração (Deu. 34:10; 18:15 ss). • Os profetas tomaram-se os mestres e instrutores de Israel de uma classe de homens eruditos, que se tornaram líderes da nação.
  • 21. • Pela época da monarquia, havia grupos ou companhias de profetas, de tal modo que eles formaram uma classe distinta dentro da nação (I Sam. 10:5,10; 19:20). • Os «...filhos dos profetas...» eram os discípulos das escolas que haviam sido formadas. (Ver I Reis 19:16; II Reis 2:3 ss).
  • 22. • Então surgiram as sinagogas; que representaram um passo vital no desenvolvimento das escolas, conforme nós as conhecemos. • Entretanto, nenhuma escola era separada da sinagoga e nenhum sistema escolar formal formou- se em Israel, senão já dentro do período helenista e isso por motivo de competição com as escolas gregas.
  • 23. • A literatura rabínica informa-nos que um sistema escolar compulsório foi criado pelos fariseus, no século I a. C. (Particular e pago). • Sabemos que Simão ben Shetach (75 a. C.) ensinava às pessoas de uma maneira sistemática e regular; mas o texto que ele usava era a Tora.
  • 24. Em Israel não havia educação liberal. • As escolas elementares, para as crianças, parece ter surgido antes do século I d. C. Joseph ben Gamala (cerca de 65 d. C.) tentou fazer a educação elementar tomar-se compulsória e universal, com escolas onde as crianças entravam com seis ou sete anos de idade.
  • 25. • As escolas elementares eram chamadas Casa do Livro. (Ativo em nosso sistema educacional como rede de ensino).
  • 26. III- UM EXEMPLO DE OBEDIÊNCIA O currículo continuava sendo, essencialmente, orientado segundo a Bíblia. • Toda e qualquer referência às ciências, em quaisquer de suas formas, era feita de modo inteiramente incidental. • Foram desenvolvidas escolas secundárias para os alunos mais promissores.
  • 27. • A religião continuava sendo o centro de todas as atividades educacionais. • Além da Bíblia e da Mishnah, foi instituído o debate teológico.
  • 28. • As escolas que funcionavam desse modo eram chamadas Casas de Estudo. • O Talmude resultou das atividades dessas escolas e grandes líderes se salientaram então, como Hilel, Shamai e Gamaliel. Paulo educou-se na escola de Gamaliel.
  • 29. • Isso significa que, em Israel, havia três instituições de ensino diferentes: a sinagoga, as escolas elementares e as academias, ou casas de estudos. • As academias funcionavam separadas das sinagogas, em seus próprios edifícios, ou talvez na residência do mestre principal.
  • 30. O Lar. • O lar era a unidade básica da sociedade, bem como a primeira escola que um menino judeu conhecia. • O Antigo Testamento mostra o grande valor dado às crianças e grande responsabilidade pesava sobre os ombros dos pais, porquanto os filhos eram tidos como dons de DEUS (Jó 5:25; Sal. 127:3; 128:3,4. Ver também Gên. 18,19 e Deu. 11:19 quanto à importância da instrução doméstica).
  • 31. • As crianças eram treinadas em seus deveres, religiosos ou outros (I Sam. 16:11; II Reis 4:18). • O treinamento artístico fazia parte da instrução recebida (Juí. 21:21; Lam. 5:14). • Às meninas eram ensinadas prendas domésticas, por suas mães (Êxo. 35:25; II Sam. 13:8). Os meninos aprendiam negócios e ofícios.
  • 32. IV- UM FILHO QUE CRESCIA DE ACORDO COM A VONTADE DE DEUS • JESUS CRESCEU FISICAMENTE • “Não sabemos muito sobre a família de Jesus; entretanto, fica claro, conforme o relato dos Evangelhos, que os pais, irmãos e irmãs de Jesus eram muito conhecidos na cidade de Nazaré (Mt 13.54-56).
  • 33. • Os primeiros anos da vida de Jesus foram tão normais que as pessoas que o viram crescer ficaram surpresas com o fato de que Ele pudesse ensinar com autoridade sobre Deus e fazer grandes milagres achavam que era apenas um carpinteiro como José”.
  • 34. • JESUS CRESCEU SOCIALMENTE • 1. Jesus e a família. • No antigo Israel do tempo de Jesus, havia uma estrutura familiar consolidada.
  • 35. • Os estudiosos observam que a família hebraica obedecia a seguinte estrutura social: • Endógama — casam-se com parentes; • Patrilinear — descendência pai-filho; • Patriarcal — poder do pai; • Pátrio-local — a mulher vai para a casa do marido; • Ampliada — reúne os parentes próximos todos no grupo, e; • Polígena — tem muitas pessoas.
  • 36. • A Bíblia fala da família de Jesus dentro desse contexto. • Como homem perfeito, Jesus aprendeu a viver em família (Lc 2.51). Como membro da família, Ele viveu em obediência a seus pais.
  • 37. • Isso mostra que os papeis sociais dentro da família precisam ser respeitados. • Somente dessa forma, a família continua sendo um instrumento importante na formação do caráter.
  • 38. 2. Jesus e a cultura local. • A Bíblia afirma que o “Verbo se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1.14). • O vocábulo habitar traduz o verbo grego skenoo e tem o sentido de “fazer a sua tenda”. Deus se humanizou e fez a sua tenda ou “morada”, “habitou” entre nós.
  • 39. • Como homem perfeito, Jesus viveu no meio da cultura dos seus dias. Fazia parte dessa cultura, qual seja, o povo, o espaço geográfico, a língua e a família. Jesus foi criado em Nazaré da Galileia e, como nazareno, Ele possivelmente espelhava a cultura desse lugar.
  • 40. • Jesus aprendeu a ler as Escrituras (Lc 4.16); aprendeu uma profissão (Mc 6.3) e até mesmo aprendeu a maneira de falar que era peculiar dos habitantes dessa região (Mt 26.73. Mc 14.70).
  • 41. • JESUS CRESCEU PSICOLOGICAMENTE A dimensão psicológica de Jesus. • O texto de Lucas 2.52 informa que Jesus crescia em “sabedoria”. • Crescer em sabedoria é crescer em conhecimento. • É desenvolver-se intelectual e mentalmente. • É o desenvolver da psique humana. • Como homem perfeito, Jesus também possuía uma dimensão psicológica.
  • 42. • Ele, por exemplo, angustiou-se em sua alma (Lc 12.50; Mt 26.37; Jo 12.27). • Lucas ainda diz que Jesus “enchia-se de sabedoria” (Lc 2.40). • Esse crescimento mental e intelectual vem pela assimilação dos conhecimentos da vivência humana do dia a dia. • É o acúmulo cultural que se forma ao longo dos anos (instrução transcultural). • Como todo menino judeu de sua época, Jesus tinha o seu intelecto treinado pelo estudo das Sagradas Letras (2Tm 3.15).
  • 43. • JESUS CRESCEU ESPIRITUALMENTE • Crescendo na graça e fortalecendo o espírito. • Nos dois textos bíblicos citados por Lucas para se referir ao crescimento de Jesus Cristo, o homem perfeito, a palavra “graça” se destaca (Lc 2.40,52). • A palavra grega traduzida como graça é charis. • Graça é um favor de Deus. • Jesus cresceu na graça quando viveu a vida como ela é.
  • 44. • Ele aprendeu a viver com as limitações que uma família pobre possuía na Palestina do primeiro século. • Graça é ter consciência de que, em meio a tudo isso, a vocação e chamada tiveram origem em Deus. • Graça é a corrente de misericórdia pelo qual o homem é chamado, salvo, justificado e habilitado a Deus. • Graça é manifesta, a medida em que o homem em pleno juízo, reconhece seu estado de depravação total, e, que Deus é único Salvador.
  • 45. IV -