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UNIDADE: _____________
DATA: 03 / 12 / 2012
III ETAPA – AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA – 3.º ANO/EF
ALUNO(A): N.º: TURMA:
PROFESSOR(A): VALOR: 10,0 MÉDIA: 6,0 RESULTADO: %
TEXTO I
História de uma Baleia
Era uma vez uma baleia que nasceu, cresceu,
viveu e morreu no mar. Ela teve uma vida bem normal.
Nadou bastante. Comeu muitos e muitos peixes.
Namorou. Teve baleiazinhas. Deu de mamar. E nadou,
nadou, nadou.
Mas na vida de todo mundo tem dias que
acontecem coisas especiais. Um dia esta baleia estava
nadando no mar, quando viu um barco. E dentro deste
barco tinha um velhinho com cara de maluco, berrando
como se chamasse alguém.
A baleia pensou que este velhinho com cara de maluco podia ser um
caçador de baleias. E antes que ele pudesse caçá-la, a baleia abriu sua
enorme boca e engoliu bastante água, um monte de peixes, o barco e o
velhinho.
Passaram-se alguns dias. E a baleia achou que estava ficando louca,
porque começou a ouvir uma voz dentro dela. Como se a barriga dela
estivesse cantando. A baleia lembrou da história de uma amiga dela que
tinha engolido uma lancha que estava com rádio ligado.
“Deve ser isso” pensou a baleia. “Acho que engoli um rádio ligado
também!”
Mas aí a baleia se lembrou que não tinha engolido uma lancha, e sim
um barco bem pobrezinho, que nem motor tinha. E descobriu:
— O velhinho que estava no barco ainda está vivo é ele que está
cantando!
A baleia parou de nadar para ver se ouvia direito a música que o
velhinho estava cantando dentro dela. E ouviu. E começou a chorar.
Porque a música era muito triste. E a voz do velhinho estava muito triste
também. Como se ele estivesse com saudade.
Passaram-se mais alguns dias. E o velhinho cantou. E a baleia chorou.
Até que a baleia viu um menino com cara de maluco num barquinho,
berrando, como se chamasse alguém, viu que o menino não era um
menino, e sim um boneco de madeira.
SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA
Mantenedora da PUC Minas e do
COLÉGIO SANTA MARIA
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A baleia teve então uma ideia. Abriu sua enorme boca e engoliu
bastante água, um monte de peixes, o barquinho e o boneco de madeira.
A baleia sabia que o menino que não era menino não era também um
caçador de baleias. Mas ela achou que o boneco de madeira podia fazer
companhia para o velhinho, dentro da barriga dela. E acertou. Porque logo
depois o velhinho parou de cantar a música triste.
Mas aí a baleia achou que tinha ficado louca mesmo. Porque ouviu o
velhinho conversar com o boneco de madeira. E o velhinho chamou o
boneco de madeira de “meu filhinho”. E o boneco de madeira chamou o
velhinho de “papai! Papai”!
Esta baleia não era uma grande conhecedora de humanos, mas ela
sabia uma ou duas coisas sobre eles. E uma das coisas que ela sabia é que
crianças humanas não são feitas de madeira.
“Será possível que os humanos nascem de madeira e conforme vão
crescendo vão ficando de carne e osso?” pensou a baleia.
Aí a baleia começou a ficar nervosa, porque o velhinho e seu filhinho
de madeira começaram a cochichar. E a baleia não conseguia mais ouvir
o que eles falavam. E então a baleia começou a sentir cócegas dentro
dela. Como se estivessem esfregando a barriga dela com uma pena. Mas
por dentro. E eram cócegas muito fortes, porque cócegas do lado de fora
já dão vontade de rir. Imagine cócegas do lado de dentro!
A baleia riu, riu, riu. E então começou a sentir vontade de espirrar. E de
repente... Atchim! Espirrou tão forte que tossiu para fora bastante água,
montes de peixes, um barco, um barquinho, um velhinho e um boneco de
madeira. A baleia ficou tão aliviada que deu meia-volta e nadou para bem
longe. Bem depressa.
Depois disso, a baleia fez o que todas as baleias fazem. Nadou
bastante. Comeu muitos e muitos peixes. Namorou. Teve baleiazinhas. Deu
de mamar. E nadou, nadou, nadou...
Flávio de Souza. Que História é essa? Companhia das Letrinhas.
01. Marque com um X a resposta correta.
a) O autor começou a história narrando o seguinte trecho:
Era uma vez uma baleia que nasceu, cresceu, viveu e morreu no
mar. Ela teve uma vida bem normal. Nadou bastante. Comeu muitos e
muitos peixes. Namorou. Teve baleiazinhas. Deu de mamar. E nadou,
nadou, nadou.
Ao terminar a história o autor usou o trecho abaixo.
Depois disso, a baleia fez o que todas as baleias fazem. Nadou
bastante. Comeu muitos e muitos peixes. Namorou. Teve baleiazinhas.
Deu de mamar. E nadou, nadou, nadou...
O autor iniciou e terminou a história narrando hábitos da vida das baleias. Tanto no
começo, quanto no final, os hábitos narrados são os mesmos. Por que o autor usou
esse recurso?
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( ) O autor quis demonstrar que a baleia da história não tinha nada de especial, se
parecia com todas as baleias.
( ) O autor quis demonstrar que a baleia não gostava de fazer coisas diferentes.
( ) O autor quis demonstrar que a baleia nunca vivia aventuras diferentes.
( ) O autor quis demonstrar que a vida da baleia era muito chata.
b) Os fatos narrados no texto “A história de uma baleia” aconteceram na história,
( ) A pequena Sereia
( ) Branca de Neve
( ) Pinóquio
( ) Simbá o Marujo
02. Responda.
a) Em um momento da história, a baleia começou a chorar. Qual o motivo dessa atitude
da baleia?
b) O que o velhinho e o boneco de madeira fizeram para conseguirem sair de dentro da
baleia?
03. Leia o trecho abaixo.
Passaram-se alguns dias. E a baleia achou que estava ficando louca...
 Grife, no texto, a justificativa para a baleia achar que estava ficando louca.
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04. Explique os fatos abaixo.
a) Motivo que levou a baleia a engolir o boneco de madeira.
b) Razão da baleia ter ficado aliviada, ao espirrar o velhinho e o boneco de madeira.
A História de Pinóquio
Certa vez um velho carpinteiro chamado Gepeto fez um
boneco de madeira.
Deu-lhe o nome de Pinóquio. De repente, aparece a
fada madrinha de Pinóquio e o transforma em um menino de
verdade, o boneco criou vida.
Gepeto ficou muito feliz, agora tinha um filho.
Gepeto queria fazer de Pinóquio um menino educado.
Colocou-o na escola.
Disponível em: http://historiasinfantil.blogspot.com.br/2009/04/pinoquio.html. Acesso em 09 set. 2012.
05. No texto “História de uma baleia”, a baleia demonstrou não entender por que o boneco de
madeira falava. No texto “A História de Pinóquio”, encontramos a explicação para esse fato.
Grife, no texto “A História de Pinóquio”, a explicação para o fato de um boneco de
madeira falar.
06. Cite os personagens que aparecem, tanto no texto “História de uma baleia”, quanto no
texto “A História de Pinóquio”.
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07. Leia as tirinhas e responda.
a) Magali e Cascão pediram ao Pinóquio para falar uma mentira. O que levou Cascão a
fazer esse pedido? E Magali, por que ela fez esse pedido?
b) Há um personagem que está presente nas três histórias. Identifique-o.
ESTR/gmf
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POR
FAVOR!
CONTA SÓ
MAIS UMA
MENTIRA!
VAI PINÓQUIO!
CONTA SÓ MAIS
UMA MENTIRINHA!

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    1 UNIDADE: _____________ DATA: 03/ 12 / 2012 III ETAPA – AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA – 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR: 10,0 MÉDIA: 6,0 RESULTADO: % TEXTO I História de uma Baleia Era uma vez uma baleia que nasceu, cresceu, viveu e morreu no mar. Ela teve uma vida bem normal. Nadou bastante. Comeu muitos e muitos peixes. Namorou. Teve baleiazinhas. Deu de mamar. E nadou, nadou, nadou. Mas na vida de todo mundo tem dias que acontecem coisas especiais. Um dia esta baleia estava nadando no mar, quando viu um barco. E dentro deste barco tinha um velhinho com cara de maluco, berrando como se chamasse alguém. A baleia pensou que este velhinho com cara de maluco podia ser um caçador de baleias. E antes que ele pudesse caçá-la, a baleia abriu sua enorme boca e engoliu bastante água, um monte de peixes, o barco e o velhinho. Passaram-se alguns dias. E a baleia achou que estava ficando louca, porque começou a ouvir uma voz dentro dela. Como se a barriga dela estivesse cantando. A baleia lembrou da história de uma amiga dela que tinha engolido uma lancha que estava com rádio ligado. “Deve ser isso” pensou a baleia. “Acho que engoli um rádio ligado também!” Mas aí a baleia se lembrou que não tinha engolido uma lancha, e sim um barco bem pobrezinho, que nem motor tinha. E descobriu: — O velhinho que estava no barco ainda está vivo é ele que está cantando! A baleia parou de nadar para ver se ouvia direito a música que o velhinho estava cantando dentro dela. E ouviu. E começou a chorar. Porque a música era muito triste. E a voz do velhinho estava muito triste também. Como se ele estivesse com saudade. Passaram-se mais alguns dias. E o velhinho cantou. E a baleia chorou. Até que a baleia viu um menino com cara de maluco num barquinho, berrando, como se chamasse alguém, viu que o menino não era um menino, e sim um boneco de madeira. SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA
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    2 A baleia teveentão uma ideia. Abriu sua enorme boca e engoliu bastante água, um monte de peixes, o barquinho e o boneco de madeira. A baleia sabia que o menino que não era menino não era também um caçador de baleias. Mas ela achou que o boneco de madeira podia fazer companhia para o velhinho, dentro da barriga dela. E acertou. Porque logo depois o velhinho parou de cantar a música triste. Mas aí a baleia achou que tinha ficado louca mesmo. Porque ouviu o velhinho conversar com o boneco de madeira. E o velhinho chamou o boneco de madeira de “meu filhinho”. E o boneco de madeira chamou o velhinho de “papai! Papai”! Esta baleia não era uma grande conhecedora de humanos, mas ela sabia uma ou duas coisas sobre eles. E uma das coisas que ela sabia é que crianças humanas não são feitas de madeira. “Será possível que os humanos nascem de madeira e conforme vão crescendo vão ficando de carne e osso?” pensou a baleia. Aí a baleia começou a ficar nervosa, porque o velhinho e seu filhinho de madeira começaram a cochichar. E a baleia não conseguia mais ouvir o que eles falavam. E então a baleia começou a sentir cócegas dentro dela. Como se estivessem esfregando a barriga dela com uma pena. Mas por dentro. E eram cócegas muito fortes, porque cócegas do lado de fora já dão vontade de rir. Imagine cócegas do lado de dentro! A baleia riu, riu, riu. E então começou a sentir vontade de espirrar. E de repente... Atchim! Espirrou tão forte que tossiu para fora bastante água, montes de peixes, um barco, um barquinho, um velhinho e um boneco de madeira. A baleia ficou tão aliviada que deu meia-volta e nadou para bem longe. Bem depressa. Depois disso, a baleia fez o que todas as baleias fazem. Nadou bastante. Comeu muitos e muitos peixes. Namorou. Teve baleiazinhas. Deu de mamar. E nadou, nadou, nadou... Flávio de Souza. Que História é essa? Companhia das Letrinhas. 01. Marque com um X a resposta correta. a) O autor começou a história narrando o seguinte trecho: Era uma vez uma baleia que nasceu, cresceu, viveu e morreu no mar. Ela teve uma vida bem normal. Nadou bastante. Comeu muitos e muitos peixes. Namorou. Teve baleiazinhas. Deu de mamar. E nadou, nadou, nadou. Ao terminar a história o autor usou o trecho abaixo. Depois disso, a baleia fez o que todas as baleias fazem. Nadou bastante. Comeu muitos e muitos peixes. Namorou. Teve baleiazinhas. Deu de mamar. E nadou, nadou, nadou... O autor iniciou e terminou a história narrando hábitos da vida das baleias. Tanto no começo, quanto no final, os hábitos narrados são os mesmos. Por que o autor usou esse recurso? 2
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    3 ( ) Oautor quis demonstrar que a baleia da história não tinha nada de especial, se parecia com todas as baleias. ( ) O autor quis demonstrar que a baleia não gostava de fazer coisas diferentes. ( ) O autor quis demonstrar que a baleia nunca vivia aventuras diferentes. ( ) O autor quis demonstrar que a vida da baleia era muito chata. b) Os fatos narrados no texto “A história de uma baleia” aconteceram na história, ( ) A pequena Sereia ( ) Branca de Neve ( ) Pinóquio ( ) Simbá o Marujo 02. Responda. a) Em um momento da história, a baleia começou a chorar. Qual o motivo dessa atitude da baleia? b) O que o velhinho e o boneco de madeira fizeram para conseguirem sair de dentro da baleia? 03. Leia o trecho abaixo. Passaram-se alguns dias. E a baleia achou que estava ficando louca...  Grife, no texto, a justificativa para a baleia achar que estava ficando louca. 2 1
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    4 04. Explique osfatos abaixo. a) Motivo que levou a baleia a engolir o boneco de madeira. b) Razão da baleia ter ficado aliviada, ao espirrar o velhinho e o boneco de madeira. A História de Pinóquio Certa vez um velho carpinteiro chamado Gepeto fez um boneco de madeira. Deu-lhe o nome de Pinóquio. De repente, aparece a fada madrinha de Pinóquio e o transforma em um menino de verdade, o boneco criou vida. Gepeto ficou muito feliz, agora tinha um filho. Gepeto queria fazer de Pinóquio um menino educado. Colocou-o na escola. Disponível em: http://historiasinfantil.blogspot.com.br/2009/04/pinoquio.html. Acesso em 09 set. 2012. 05. No texto “História de uma baleia”, a baleia demonstrou não entender por que o boneco de madeira falava. No texto “A História de Pinóquio”, encontramos a explicação para esse fato. Grife, no texto “A História de Pinóquio”, a explicação para o fato de um boneco de madeira falar. 06. Cite os personagens que aparecem, tanto no texto “História de uma baleia”, quanto no texto “A História de Pinóquio”. 2 1 1
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    5 07. Leia astirinhas e responda. a) Magali e Cascão pediram ao Pinóquio para falar uma mentira. O que levou Cascão a fazer esse pedido? E Magali, por que ela fez esse pedido? b) Há um personagem que está presente nas três histórias. Identifique-o. ESTR/gmf 1 POR FAVOR! CONTA SÓ MAIS UMA MENTIRA! VAI PINÓQUIO! CONTA SÓ MAIS UMA MENTIRINHA!