IAI
           Introdução a Auditoria
                      Informática

 CAATS – Auditoria/Análise de dados




                                   Noémia Bacar
                         noemiabacar@hotmail.com
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Nesta aula…
   Ferramentas CAATs
   Análise de dados
   Tipos de CAATS
   TIPOS de Software de Auditoria




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Introdução
Dados
são palavras, números ou imagens
resultantes duma experiência ou observação
de outras informações dentro de um sistema
(computadorizado ou não).

Análise de dados
   É o processo de descrever e interpretar
   dados referentes a uma pesquisa com a
   intenção de extrair informações úteis e
   desenvolver conclusões.
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Introdução (cont.)
 Auditoria/ Análise de dados

    Objecto: dados contidos em meios de
     armazenamento electrónico.

    Objectivo: verificar se os dados são
     íntegros, confiáveis e em conformidade
     com as regras que regem o negócio.



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Que tipos de problemas podemos
       encontrar com os dados?
 Formato (SAP, XML, ODBC, Excel,
Notepad/ASCII, AS400, Lotus, dBase);
 Podem não estar completos;

 Podem não ser válidos e correctos;

 Dimensão;

 Falta de capacidade técnica para a

extracção dos dados; e
 Interpretação dos resultados.


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Técnicas de Auditoria Assistidas por
  Meios Computacionais - CAATs




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O que são ferramentas CAAT
   Resumem-se na prática de usar
    computadores para automatizar ou
    simplificar o processo de auditoria.

   CAAT - Computer Assisted Audit
    Techniques - Técnicas de Auditoria
    Auxiliadas por Computador (TAAC).

   Ferramentas automatizadas de suporte ao
    trabalho de auditoria de dados.
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CAATS
Esta representa uma das áreas emergentes
na profissão de auditoria.

CAATs tornou-se sinónimo de incorporaração
de dados analíticos no processo de auditoria.


Permitem manipulação dos dados de forma
que se podem simular as regras de negócio
sobre eles (dados), verificando a
conformidade dos sistemas ou a ocorrência
de fraude.
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Tipos de CAATs




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Tipos de CAATs (cont.)
     Software de Auditoria Generalizado (GAS) –
      Apresenta variadas formas. Este tipo de software de
      auditoria pode ser usado para testes de controlo ou como
      procedimento substantivo.

     Software de Auditoria Personalizado (CAS) –
      geralmente desenhado pelos auditores para tarefas
      específicas de auditoria. O CAS é necessário quando o
      sistema informático da organização não é compatível com
      o GAS usado pelo auditor ou quando o auditor pretende
      efectuar alguns testes que podem não ser realizados com
      o GAS.

        Dados de Teste – o auditor utiliza esta ferramenta para
         testar os controlos da aplicação nos programas
         informáticos do cliente. O auditor inclui Dados de Teste
         simulados (válidos ou inválidos), usados para testar a
         precisão das operações do sistema informático. Esta
         técnica pode ser utilizada para verificar os controlos de
         validação de dados e as rotinas de detecção de erros,
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         processar controlos lógicos e cálculos aritméticos, etc.    10
Tipos de CAATs (cont.)
   Simulação Paralela – o auditor deve construir uma simulação
    computarizada que imite os programas de produção do cliente.

   Facilidade de Teste Integrado – o auditor introduz os dados de
    teste, com os dados reais numa execução normal da aplicação.

   Análise do código do programa É a análise do código do
    programa do cliente que permite assegurar que as instruções
    dadas ao computador são as mesmas que o auditor identificou
    antes de rever a documentação dos sistemas.

   Software especializado de auditoria É o software de auditoria
    desenhado para realizar tarefas específicas em circunstâncias
    específicas, tais como, comparação do código fonte e objecto;
    análise do código não-executado e a geração de Dados de Teste.
    É usado para recolher evidência quanto à eficiência do desenho do
    software do cliente.


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Exemplos:
       BÁSICOS                      INTERMEDIOS                COMPLEXOS

       • Processadores de texto     • ACL (Audit Control       • ORACLE
                                    Language)
       (MS Word)                                               • SQL Server
                                    • IDEA (Interactive Data
       • Apresentações (MS                                     • Informix
                                    Extraction and Analysis)
       Power Point, FlashMX)                                   • MySQL
                                    • Products Methodware:
       • Planilhas de cálculo (MS                              • MS Access
                                    o Ranking Advisor
       Excel)                                                  • TOAD
       • Programas estatísticos     o ProAudit Advisor

       (SPSS)                       o COBIT Advisor

       • Software de produção       o Audit Builder
       pessoal



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Tipos de Software de Auditoria

1. PLANIFICAÇÃO DE AUDITORIA
      1.1. Planning Advisor

2. Execução – SUPERVISÃO
      2.1. CobiT Advisor
      2.2. Pro Audit Advisor

3. ANÁLISE DE RISCO
      3.1.   RISK2K – Pilar - Chinchón
      3.2.   Enterprise Risk Assessor (ERA Lite)
      3.3.   Risk Assesment Program - RAP
      3.4.   Audicontrol

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Tipos de Software de Auditoria
4.         ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE BASE DE DADOS
      4.1 ACL: (Audit Command/Control Language)
      4.2 IDEA: (Interactive Data Extraction and Analisis)

5. FERRAMENTAS INTEGRADAS
      5.1.   Gestor F1 Audisis
      5.2.   Auditor 2000
      5.2.   Audit System 2
      5.3.   TeamMate

6. PROGRAMAS PARA PROPÓSITOS ESPECÍFICOS
      6.1. Sistema de Auditoria e Segurança – SAS
      6.2. Statistical Techniques of Analytical Review
      6.3. DATAS - Digital Analysis Tests And Statistics


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Perguntas?
                        Comentários?




13/11/12                               15
Revisão
   O que entende por CAATs?
   Enuncie dois tipos de CAATs e
    explique
   Exemplos de ferramentas CAATs...




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Selecção da Ferramenta - Os Factores de
                    Escolha
Nr Critério de selecção       Descrição
1    Objectivo da Auditoria   O que é que se pretende atingir? Que aspecto da
                              auditoria é que necessita ser assegurado no sistema
                              ex.: segregação de funções;
2    Dimensão dos dados       Qual a quantidade de dados que se está a procura?
                              Será que a aplicação poderá acomodar a quantidade
                              de dados necessária para a análise?

3    Complexidade dos dados   Qual é a complexidade dos procedimentos de
                              auditoria necessários para a analise de dados? Será
                              que a aplicação escolhida é capaz de cobrir a
                              complexidade das operações?




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Selecção da Ferramenta - Os Factores de
                    Escolha

Nr Critério de selecção         Descrição
4    Resultados (Duração e      Será que a aplicação é fácil de se usar e permite uma
        Data limite)            utilização adequada e suficiente para obter os
                                resultados esperados?
5    Habilidades técnicas       Existe treinamento específico para a aplicação?
                                Temos pessoal suficiente com as habilidades
                                técnicas necessárias para o uso da aplicação?
6    Disponibilidade de         Onde é que a aplicação pode ser encontrada? É fácil
        ferramentas adequadas   de se encontrar? Existe suporte disponível para a
                                aplicação?




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Selecção da Ferramenta - Os Factores de
                    Escolha

Nr Critério de selecção            Descrição
7    Eficiência e efectividade     Existe a necessidade de uso do CAATs?
     do uso de CAATs Vs.
     técnicas manuais
8    Integridade dos Sistemas      Qual é a importância da informação?
     de Informação
9     Nível do risco de auditoria Qual é o nível de risco que está a ser coberto?




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Auditoria Tradicional vs CAATs
  Auditoria Tradicional                          CAATs
  Tradicionalmente, os auditores têm sido        Estas dificuldades encontradas com a
  criticados pelo facto de tirarem conclusões    auditoria tradicional são já abordadas pelas
  baseadas em amostras limitadas. É comum        CAATs.
  um auditor servir-se de 30-50 transações       CAATs podem analisar grandes volumes de
  como amostra e declarar um problema ou         dados em busca de anomalias. Uma
  concluir que “ o sistema de controlo parece    auditoria bem concebida e que use CAATs
  ser eficaz“ . A gestão tem conhecimento do     não é considerada uma amostra, mas sim
  volume de transacções efectuadas durante       uma revisão completa de todas as
  o período a auditar e sabe de antemão que      transações. Usando CAATs o auditor poderá
  o auditor apenas utilizará uma parte           extrair todas as transações da unidade de
  reduzida como amostra. O auditor irá           negócio realizadas durante o período
  declarar que seleccionou a amostra com         examinado e realizará os devidos testes a
  base em normas de auditoria geralmente         fim de identificar possíveis anomalias.
  aceites, e que a mesma é estatisticamente
  válida. Então o auditor vê-se na necessidade
  de defender a sua metodologia.
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Auditoria Tradicional vs CAATs
  O que fica melhor num relatório de auditoria?

  “A auditoria analisou 50 transacções tendo
  detectado uma transacção processada de
  forma incorrecta”.

  Ou

   “A auditoria utilizou CAATs e testou todas as
  transacções realizadas ao longo do último ano.
  Verificamos XXX excepções em que a empresa
  pagou YYY dólares em políticas de cessação de
  contratos”.
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Quando Usar CAATs?
Dependendo do volume e complexidade dos dados, o auditor poderá usar as
CAATs que melhor se ajustem às necessidades da auditoria.




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Os Software especializados de Auditoria
                pode facilmente executar:

    Consultas de dados;
    Estratificação de dados;
    Extracção de amostras;
    Identificação de sequência
     omitida ;
    Análise estatística;
    Cálculos;
    Identificação de
     duplicações;
    Tabelas pivot; e
    Tabelas de entrada
     múltipla.
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Vantagens de software
           especializado de auditoria
   Processamento de rotinas;
   Manipulação Extensiva de Fórmula;
   Importação e exportação de Dados ;
   Importação de grandes volumes de dados;
   Codificação avançada de Dados;
   Operações de bases de dados apoiadas em SQL;
   Geração de dados estatísticos;
   Análise Funcional;
   Critérios avançados de busca;
    Gestão de arquivos; e
   Ligação a bases de dados.


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Desvantagens no uso das
                   CAATs
Como em todos os sistemas as CAATs apresentam algumas
 desvantagens, como por exemplo:



       Perca de informação no processo da extração;
       Alocação de tempo adicional na organização dos dados;e

       Limitação da informação.




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Análise de Dados e CAATs - Resumo
   CAATs são aplicações de procedimentos de auditoria que
    usam as tecnologia de Informação como uma ferramenta.

   CAATs são usadas para testar os controlos das aplicações,
    bem como para executar testes substantivos em itens de
    amostras.



   CAATs podem aperfeiçoar o processo de auditoria,
    permitindo a execução de revisões rápidas e extensas.



  CAATs são ferramentas que auxiliam aos auditores a
   seleccionar, recolher, analisar e elaborar relatórios sobre os
   dados.
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Software
IDEA - (Interactive Data Extraction and
 Analyse)




                  Demonstração do Software


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Perguntas?
                        Comentários?




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01 introducaocaats

  • 1.
    IAI Introdução a Auditoria Informática CAATS – Auditoria/Análise de dados Noémia Bacar noemiabacar@hotmail.com 13/11/12 1
  • 2.
    Nesta aula…  Ferramentas CAATs  Análise de dados  Tipos de CAATS  TIPOS de Software de Auditoria 13/11/12 2
  • 3.
    Introdução Dados são palavras, númerosou imagens resultantes duma experiência ou observação de outras informações dentro de um sistema (computadorizado ou não). Análise de dados É o processo de descrever e interpretar dados referentes a uma pesquisa com a intenção de extrair informações úteis e desenvolver conclusões. 13/11/12 3
  • 4.
    Introdução (cont.) Auditoria/Análise de dados  Objecto: dados contidos em meios de armazenamento electrónico.  Objectivo: verificar se os dados são íntegros, confiáveis e em conformidade com as regras que regem o negócio. 13/11/12 4
  • 5.
    Que tipos deproblemas podemos encontrar com os dados?  Formato (SAP, XML, ODBC, Excel, Notepad/ASCII, AS400, Lotus, dBase);  Podem não estar completos;  Podem não ser válidos e correctos;  Dimensão;  Falta de capacidade técnica para a extracção dos dados; e  Interpretação dos resultados. 13/11/12 5
  • 6.
    Técnicas de AuditoriaAssistidas por Meios Computacionais - CAATs 13/11/12 6
  • 7.
    O que sãoferramentas CAAT  Resumem-se na prática de usar computadores para automatizar ou simplificar o processo de auditoria.  CAAT - Computer Assisted Audit Techniques - Técnicas de Auditoria Auxiliadas por Computador (TAAC).  Ferramentas automatizadas de suporte ao trabalho de auditoria de dados. 13/11/12 7
  • 8.
    CAATS Esta representa umadas áreas emergentes na profissão de auditoria. CAATs tornou-se sinónimo de incorporaração de dados analíticos no processo de auditoria. Permitem manipulação dos dados de forma que se podem simular as regras de negócio sobre eles (dados), verificando a conformidade dos sistemas ou a ocorrência de fraude. 13/11/12 8
  • 9.
  • 10.
    Tipos de CAATs(cont.)  Software de Auditoria Generalizado (GAS) – Apresenta variadas formas. Este tipo de software de auditoria pode ser usado para testes de controlo ou como procedimento substantivo.  Software de Auditoria Personalizado (CAS) – geralmente desenhado pelos auditores para tarefas específicas de auditoria. O CAS é necessário quando o sistema informático da organização não é compatível com o GAS usado pelo auditor ou quando o auditor pretende efectuar alguns testes que podem não ser realizados com o GAS.  Dados de Teste – o auditor utiliza esta ferramenta para testar os controlos da aplicação nos programas informáticos do cliente. O auditor inclui Dados de Teste simulados (válidos ou inválidos), usados para testar a precisão das operações do sistema informático. Esta técnica pode ser utilizada para verificar os controlos de validação de dados e as rotinas de detecção de erros, 13/11/12 processar controlos lógicos e cálculos aritméticos, etc. 10
  • 11.
    Tipos de CAATs(cont.)  Simulação Paralela – o auditor deve construir uma simulação computarizada que imite os programas de produção do cliente.  Facilidade de Teste Integrado – o auditor introduz os dados de teste, com os dados reais numa execução normal da aplicação.  Análise do código do programa É a análise do código do programa do cliente que permite assegurar que as instruções dadas ao computador são as mesmas que o auditor identificou antes de rever a documentação dos sistemas.  Software especializado de auditoria É o software de auditoria desenhado para realizar tarefas específicas em circunstâncias específicas, tais como, comparação do código fonte e objecto; análise do código não-executado e a geração de Dados de Teste. É usado para recolher evidência quanto à eficiência do desenho do software do cliente. 13/11/12 11
  • 12.
    Exemplos: BÁSICOS INTERMEDIOS COMPLEXOS • Processadores de texto • ACL (Audit Control • ORACLE Language) (MS Word) • SQL Server • IDEA (Interactive Data • Apresentações (MS • Informix Extraction and Analysis) Power Point, FlashMX) • MySQL • Products Methodware: • Planilhas de cálculo (MS • MS Access o Ranking Advisor Excel) • TOAD • Programas estatísticos o ProAudit Advisor (SPSS) o COBIT Advisor • Software de produção o Audit Builder pessoal 13/11/12 12
  • 13.
    Tipos de Softwarede Auditoria 1. PLANIFICAÇÃO DE AUDITORIA 1.1. Planning Advisor 2. Execução – SUPERVISÃO 2.1. CobiT Advisor 2.2. Pro Audit Advisor 3. ANÁLISE DE RISCO 3.1. RISK2K – Pilar - Chinchón 3.2. Enterprise Risk Assessor (ERA Lite) 3.3. Risk Assesment Program - RAP 3.4. Audicontrol 13/11/12 13
  • 14.
    Tipos de Softwarede Auditoria 4. ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE BASE DE DADOS 4.1 ACL: (Audit Command/Control Language) 4.2 IDEA: (Interactive Data Extraction and Analisis) 5. FERRAMENTAS INTEGRADAS 5.1. Gestor F1 Audisis 5.2. Auditor 2000 5.2. Audit System 2 5.3. TeamMate 6. PROGRAMAS PARA PROPÓSITOS ESPECÍFICOS 6.1. Sistema de Auditoria e Segurança – SAS 6.2. Statistical Techniques of Analytical Review 6.3. DATAS - Digital Analysis Tests And Statistics 13/11/12 14
  • 15.
    Perguntas? Comentários? 13/11/12 15
  • 16.
    Revisão  O que entende por CAATs?  Enuncie dois tipos de CAATs e explique  Exemplos de ferramentas CAATs... 13/11/12 16
  • 17.
    Selecção da Ferramenta- Os Factores de Escolha Nr Critério de selecção Descrição 1 Objectivo da Auditoria O que é que se pretende atingir? Que aspecto da auditoria é que necessita ser assegurado no sistema ex.: segregação de funções; 2 Dimensão dos dados Qual a quantidade de dados que se está a procura? Será que a aplicação poderá acomodar a quantidade de dados necessária para a análise? 3 Complexidade dos dados Qual é a complexidade dos procedimentos de auditoria necessários para a analise de dados? Será que a aplicação escolhida é capaz de cobrir a complexidade das operações? 13/11/12 17
  • 18.
    Selecção da Ferramenta- Os Factores de Escolha Nr Critério de selecção Descrição 4 Resultados (Duração e Será que a aplicação é fácil de se usar e permite uma Data limite) utilização adequada e suficiente para obter os resultados esperados? 5 Habilidades técnicas Existe treinamento específico para a aplicação? Temos pessoal suficiente com as habilidades técnicas necessárias para o uso da aplicação? 6 Disponibilidade de Onde é que a aplicação pode ser encontrada? É fácil ferramentas adequadas de se encontrar? Existe suporte disponível para a aplicação? 13/11/12 18
  • 19.
    Selecção da Ferramenta- Os Factores de Escolha Nr Critério de selecção Descrição 7 Eficiência e efectividade Existe a necessidade de uso do CAATs? do uso de CAATs Vs. técnicas manuais 8 Integridade dos Sistemas Qual é a importância da informação? de Informação 9 Nível do risco de auditoria Qual é o nível de risco que está a ser coberto? 13/11/12 19
  • 20.
    Auditoria Tradicional vsCAATs Auditoria Tradicional CAATs Tradicionalmente, os auditores têm sido Estas dificuldades encontradas com a criticados pelo facto de tirarem conclusões auditoria tradicional são já abordadas pelas baseadas em amostras limitadas. É comum CAATs. um auditor servir-se de 30-50 transações CAATs podem analisar grandes volumes de como amostra e declarar um problema ou dados em busca de anomalias. Uma concluir que “ o sistema de controlo parece auditoria bem concebida e que use CAATs ser eficaz“ . A gestão tem conhecimento do não é considerada uma amostra, mas sim volume de transacções efectuadas durante uma revisão completa de todas as o período a auditar e sabe de antemão que transações. Usando CAATs o auditor poderá o auditor apenas utilizará uma parte extrair todas as transações da unidade de reduzida como amostra. O auditor irá negócio realizadas durante o período declarar que seleccionou a amostra com examinado e realizará os devidos testes a base em normas de auditoria geralmente fim de identificar possíveis anomalias. aceites, e que a mesma é estatisticamente válida. Então o auditor vê-se na necessidade de defender a sua metodologia. 13/11/12 20
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    Auditoria Tradicional vsCAATs O que fica melhor num relatório de auditoria? “A auditoria analisou 50 transacções tendo detectado uma transacção processada de forma incorrecta”. Ou “A auditoria utilizou CAATs e testou todas as transacções realizadas ao longo do último ano. Verificamos XXX excepções em que a empresa pagou YYY dólares em políticas de cessação de contratos”. 13/11/12 21
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    Quando Usar CAATs? Dependendodo volume e complexidade dos dados, o auditor poderá usar as CAATs que melhor se ajustem às necessidades da auditoria. 13/11/12 22
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    Os Software especializadosde Auditoria pode facilmente executar:  Consultas de dados;  Estratificação de dados;  Extracção de amostras;  Identificação de sequência omitida ;  Análise estatística;  Cálculos;  Identificação de duplicações;  Tabelas pivot; e  Tabelas de entrada múltipla. 13/11/12 23
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    Vantagens de software especializado de auditoria  Processamento de rotinas;  Manipulação Extensiva de Fórmula;  Importação e exportação de Dados ;  Importação de grandes volumes de dados;  Codificação avançada de Dados;  Operações de bases de dados apoiadas em SQL;  Geração de dados estatísticos;  Análise Funcional;  Critérios avançados de busca;  Gestão de arquivos; e  Ligação a bases de dados. 13/11/12 24
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    Desvantagens no usodas CAATs Como em todos os sistemas as CAATs apresentam algumas desvantagens, como por exemplo:  Perca de informação no processo da extração;  Alocação de tempo adicional na organização dos dados;e  Limitação da informação. 13/11/12 25
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    Análise de Dadose CAATs - Resumo  CAATs são aplicações de procedimentos de auditoria que usam as tecnologia de Informação como uma ferramenta.  CAATs são usadas para testar os controlos das aplicações, bem como para executar testes substantivos em itens de amostras.  CAATs podem aperfeiçoar o processo de auditoria, permitindo a execução de revisões rápidas e extensas.  CAATs são ferramentas que auxiliam aos auditores a seleccionar, recolher, analisar e elaborar relatórios sobre os dados. 13/11/12 26
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    Software IDEA - (InteractiveData Extraction and Analyse) Demonstração do Software 13/11/12 27
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    Perguntas? Comentários? 13/11/12 28

Notas do Editor

  • #13 Effectiveness : general goal, how good is the system at doing what it is supposed to do. Can users access information they need, buy products they want? Efficiency: How well does the system support users in carrying out their tasks? Once they learn how to use the system, can they retain a high level of productivity. A good example is e-tailing, users being able to save personal information for future purchases. Safety: Protect the user from dangerous (external) conditions and undesirable situations (i.e. making accidental choices leading to unwanted actions). External conditions – i.e. when designing an X-ray machine, advisable to have remote controls for x-ray. Undesirable situations – e.g. accidentally selecting Delete instead of Save from a file menu. The prospect of initiating an undesirable situation often affects users behaviour (tends to reduce their productivity as they take more time to complete a task). Suggestion to address this issue is to include Warning messages (i.e. do you want to save your work before closing the application?), providing an “undo” facility or providing alternative methods of recovery work. The question posed is “does the system prevent users from making serious errors and, if they do make an error, does it permit them to recover easily?” Utility: What extent does the system provide functionality to users so that they can complete what it is that they need to do? For example, an internet banking site that allows users to schedule future transfers/payments would be considered as having higher utility then a banking site that only allows one-off immediate transfers/payments. Learnability: How easy is a system to learn? Generally people don’t like taking long to learn how to use a system (with the exception of a system providing more variety or complex functions). Need to consider how easy is it and how long will it take to: Get started and complete core tasks; Learn a wider range of operations. Memorability: How easy is it to remember how to use the system once learnt (particularly when used infrequently) Compare programming a VCR to tape a show to sending a text (SMS) message on your mobile phone. Users shouldn’t have to keep relearning how to complete tasks. This often occurs when the steps are obscure, illogical or poorly sequenced. Recommend that the user be helped to remember via meaningful icons, command names, menu options, etc.