SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 10
Baixar para ler offline
DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011                                       PRIMEIRA PROVA                        10/08/2011
                                                                           (FAsE LOCAL)



     INsTruções
    Prezado(a) estudante, seja bem-vindo(a) ao concurso Viagem do Conhecimento. É com muita satisfação que
    o(a) recebemos para fazer a Primeira Prova (Fase Local) do Desafio National Geographic. Tenha calma, leia a
    prova com atenção, responda a todas as questões e boa sorte!
                                        1 Esta prova terá 2h30min de duração.
                                        2 Você não poderá deixar o local da prova antes de decorrida uma hora de seu início.
                                        3 Verifique se sua prova contém 25 testes de múltipla escolha.
                                         4 Leia cada questão com atenção antes de escolher qual opção assinalar.
                                        Cada questão tem apenas uma alternativa correta.
                                         5 Não é permitido portar aparelhos eletrônicos ou utilizar calculadoras e materiais
                                        de apoio durante a realização da prova. Você só pode usar apenas lápis ou lapiseira,
                                        borracha e caneta esferográfica azul ou preta.
                                         6 Destaque a folha de respostas. Mas tenha cuidado para não rasgá-la. Assinale
                                        a alternativa correta com caneta esferográfica azul ou preta. Não se esqueça de
                                        preenchê-la corretamente com os dados solicitados.



NOME DA sUA EsCOLA


sEU NOME COMPLETO


sUA DATA DE NAsCIMENTO              /          / 1       9

sEU ENDEREÇO (logradouro/nº/complemento)


CEP                      –               CIDADE
EsTADO           TEL. (COM DDD)           –

ANO / sÉRIE QUE VOCÊ CURsA. MARQUE COM UM X:
(     ) OITAVO ANO (ANTIGA sÉTIMA sÉRIE) DO ENsINO FUNDAMENTAL
(     ) NONO ANO (ANTIGA OITAVA sÉRIE) DO ENsINO FUNDAMENTAL
(     ) PRIMEIRA sÉRIE DO ENsINO MÉDIO

sUA AssINATURA: _____________________________________________________________________________________

     GABArITO

     1   (A)   (B)     (C)    (D)             10   (A)       (B)   (C)      (D)          19   (A)      (B)      (C)       (D)
     2   (A)   (B)     (C)    (D)             11   (A)       (B)   (C)      (D)          20   (A)      (B)      (C)       (D)
     3   (A)   (B)     (C)    (D)             12   (A)       (B)   (C)      (D)          21   (A)      (B)      (C)       (D)
     4   (A)   (B)     (C)    (D)             13   (A)       (B)   (C)      (D)          22   (A)      (B)      (C)       (D)
     5   (A)   (B)     (C)    (D)             14   (A)       (B)   (C)      (D)          23   (A)      (B)      (C)       (D)
     6   (A)   (B)     (C)    (D)             15   (A)       (B)   (C)      (D)          24   (A)      (B)      (C)       (D)
     7   (A)   (B)     (C)    (D)             16   (A)       (B)   (C)      (D)          25   (A)      (B)      (C)       (D)
     8   (A)   (B)     (C)    (D)             17   (A)       (B)   (C)      (D)          TOTAL DE
                                                                                         ACERTOs
     9   (A)   (B)     (C)    (D)             18   (A)       (B)   (C)      (D)

                                                                                   www.viagemdoconhecimento.com.br              1
DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011                                                 PRIMEIRA PROVA                                10/08/2011
                                                                                      (FAsE LOCAL)


    1 Considere os textos a seguir:
    I – Com as ruas lotadas de vendedores, pedestres e táxis Ambassador, a cidade pulsa com cerca de 16 milhões de
    habitantes – e todos os dias chega mais gente vinda de vilarejos rurais.
    II – Tornou-se a maior cidade do planeta durante a revolução Industrial impulsionada pelo carvão, ponto crucial por meio
    do qual a população passou a crescer aceleradamente.
    III – um robô capaz de falar ajuda uma idosa a fazer compras em um teste realizado na Cidade da Ciência, na antiga
    capital. No país, quase 30 milhões de idosos superam o contingente de jovens e respondem por 23% da população
    total.
                                           Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 130, janeiro de 2011, págs. 49, 51, 70. Com adaptações.

    Os textos apresentam aspectos da realidade urbana e econômico-social verificados respectivamente:
    (A) Na Inglaterra (Londres), no Brasil (rio de Janeiro) e no Japão (Kyoto).
    (B) No Quênia (Nairóbi), no Japão (Kyoto) e na Inglaterra (Londres).
    (C) Na Índia (Kolkata, ou Calcutá), na Inglaterra (Londres) e no Japão (Kyoto).
    (D) No Japão (Kyoto), na Inglaterra (Londres) e na Líbia (Trípoli).

    2 O Produto Interno Bruto do mundo mais do que dobrou entre 1980 e 2009, passando de 29,8 trilhões de dólares para
    72,5 trilhões de dólares. O desenvolvimento econômico na China e na Índia é responsável por grande parte do cresci-
    mento econômico recente e vai continuar a impulsioná-lo.
                                          Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 130, janeiro de 2011, págs. 49, 51 e 70. Com adaptações.

    Com base nos indicadores econômicos apresentados e suas repercussões, conclui-se que:
    (A) O crescimento econômico tem sido notável em países que integram o grupo do BrICs.
    (B) Temendo a concorrência, as superpotências impediram o crescimento de países emergentes.
    (C) Há evidente declínio econômico dos principais países emergentes, como os do BrICs.
    (D) A pobreza e as desigualdades sociais foram eliminadas nos países em desenvolvimento.

    3  A chamada “transição demográfica” costuma ocorrer em determinados países, entre outros fatores, em função de
    processos como a urbanização e a melhoria das condições de vida. As etapas percorridas pelo país que passa por
    essa transição são marcadas pela redistribuição das faixas etárias.
                                                   Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 130, janeiro de 2011, pág. 58. Com adaptações.

    sobre as etapas mencionadas, considere o texto e as pirâmides etárias a seguir:
    Em países com maior população de idosos, os óbitos superam os nascimentos. sem imigração importante,
    pode até ocorrer a diminuição da população.
                     (I)                          (II)                                  (III)                                   (IV)

     Mais de
     75 anos

        40-45

        20-25

        0-5

    A pirâmide etária que melhor expressa o que foi afirmado no texto é:
    (A) I.
    (B) II.
    (C) III.
    (D) IV.




2       www.viagemdoconhecimento.com.br
DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011                                                          PRIMEIRA PROVA                                10/08/2011
                                                                                           (FAsE LOCAL)


4 BRAsIL: Crescimento populacional – total e segundo as regiões (2000-2010)

                     Crescimento                            Crescimento
                     na década                              ao ano
 Brasil                               12,5%                          1,17%

 Norte                                            23,0%                   2,09%

 Nordeste                           11,3%                           1,07%

 Sudeste                            11,2%                          1,05%

 Sul                             9,2%                              0,87%

 Centro-Oeste                                  21,0%                    1,91%

Fonte: IBGe. Censo Demográfico 2010. sinopse preliminar.

Os dados expostos no gráfico mostram que no Brasil:
(A) registrou-se decréscimo da população em todas as regiões do país, face à estagnação econômica e à transição
demográfica que elas vêm enfrentando.
(B) Houve maior crescimento populacional no Norte e no Centro-Oeste, associado a fluxos migratórios para o interior
do país.
(C) As grandes metrópoles perderam seu poder de atração populacional, dada a emergência de novos polos econô-
micos no interior, como os do Centro-Oeste.
(D) está em marcha a decadência econômica das regiões mais industrializadas e urbanizadas, como o sudeste, que
registrou forte perda populacional.

 5 Ouro negro em alto-mar
As reservas de petróleo sob o leito marinho respondem por uma fatia cada vez maior da produção global de petró-
leo. em 2020, os poços com profundidade superior a 400 metros sob o leito oceânico vão fornecer um décimo do
petróleo mundial. entre os cinco maiores produtores em alto-mar estão, pela ordem, Arábia saudita, estados unidos,
Noruega, México e Brasil.
                                                                     Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 127, outubro de 2010, págs. 58-59.

sobre o tema, considere as seguintes afirmações:
I – recentes descobertas no Brasil, como as dos campos de Tupi e Guará, podem tornar o país um dos maiores pro-
dutores de petróleo do mundo. Do outro lado do Atlântico, o litoral de Angola também tem revelado grande potencial
na exploração do recurso em alto-mar.
II – O crescimento do setor de exploração de petróleo em alto-mar é efêmero, já que está prevista a sua substituição
nos próximos anos por fontes energéticas alternativas e limpas, como a eólica, a solar e a hidrelétrica.
III – O aumento da exploração de petróleo em águas profundas demanda novos investimentos e tecnologias que
busquem evitar ou reduzir o risco de vazamentos, como o do Golfo do México em 2010.
sobre o tema em questão, estão corretas as afirmações:
(A) II e III.
(B) I, apenas.
(C) I, II e III.
(D) I e III.

6 Os turistas que chegam ao Mar Morto, entre Israel e Jordânia, deparam com uma paisagem que não se encontra em
outra praia. A areia é salpicada de crateras que chegam a 40 metros de diâmetro e 25 metros de profundidade. elas são
formadas pelo rebaixamento do nível desse mar, que ocorre hoje ao incrível ritmo de 1,2 metro por ano. Dos anos 1930
até hoje, o nível do Mar Morto já baixou 34 metros e a faixa de praia avançou 1 km. Tecnicamente, esse reservatório en-
cravado no meio do deserto é um lago, com 16 km de largura, a 420 metros abaixo do nível do mar. Pelas características
do solo onde repousa, sua salinidade é dez vezes superior à dos oceanos.
                                            Fonte: revista Veja. um mar em busca de água, ed. nº 2215, 04 de maio de 2011, págs. 144-145. Com adaptações.

sobre o problema citado no texto, considere os seguintes elementos e processos:
1 – A presença de escombros de confrontos armados entre israelenses e palestinos.
2 – redução da vazão face ao crescente uso das águas da bacia do rio Jordão, que deságua no Mar Morto.
3 – Construção de canais para desviar águas do Mar Morto para o Mar Vermelho.
4 – Alta salinidade, impedindo a sobrevivência de peixes nas águas do Mar Morto.
5 – elevada perda de água por evaporação.


                                                                                                    www.viagemdoconhecimento.com.br                            3
DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011                                            PRIMEIRA PROVA                                   10/08/2011
                                                                                (FAsE LOCAL)



    Contribuem para explicar o rebaixamento do nível da água no Mar Morto o que está expresso em:
    (A) 1, 3 e 5.
    (B) 3 e 4.
    (C) 1, 2, 3 e 4.
    (D) 2 e 5.

     7 Vasculhando as encostas na região de Cusco, os arqueólogos encontraram milhares de sítios desconhecidos, os
    quais vêm lançando novas luzes sobre o surgimento da dinastia inca. especialistas localizaram de modo mais preciso
    as grandes propriedades de seus soberanos. Além disso, coletaram indícios dramáticos das guerras empreendidas
    pelos incas, que lhes permitiram fundir dezenas de grupos étnicos recalcitrantes em um reino unificado. (...)
    em algum momento após o ano de 1400, um dos monarcas mais importantes, Pachacutec Inca Yupanqui, armou-se
    para a conquista do sul.
    em meados do século 15, os guerreiros collas exibiam-se ameaçadores com seus trajes de combate, desafiando os
    invasores incas. Pachacutec esquadrinhou em silêncio as linhas inimigas, preparando-se para a batalha. Os senhores
    da região do Titicaca eram homens altivos que governavam nada menos que 400 mil súditos, distribuídos em reinos às
    margens do lago. suas terras eram ricas e desejáveis. Acomodado em uma liteira, Pachacutec deu a ordem de atacar.
    suas tropas avançaram sobre o exército colla, uma muralha móvel de terror e intimidação. então, ambos os lados se
    engajaram em uma luta furiosa. Quando baixou a poeira da batalha, o campo estava juncado de cadáveres collas.
                                                              Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 134, maio de 2011, págs. 48 e 55.

    As novas pesquisas arqueológicas empreendidas no Peru para desvendar a história do império inca revelam que seus
    monarcas:
    (A) Cobravam impostos de seus dominados, mas permitiam que mantivessem sua cultura.
    (B) Tinham grande força militar, mas não desenvolviam estratégias de guerra adequadas para derrotar seus inimigos.
    (C) Obrigavam soldados inimigos derrotados a compor o seu exército para ampliar sua força militar.
    (D) Dominaram e incorporaram vários grupos ao império por meio de guerras violentas contra seus inimigos.


    LEIA O TEXTO A sEGUIR E REsPONDA às QUEsTõEs 8 E 9:
    serra do Navio, no Amapá, pode ser comparada à Fordlândia, a famosa vila erguida em solo paraense a mando do
    empresário americano Henry Ford nos anos 1930, durante o ciclo da borracha. Ambas enfraqueceram quando a ati-
    vidade econômica deixou de ser viável. serra do Navio é mais nova, fundada na década de 1950. embora tenha abri-
    gado engenheiros e trabalhadores americanos, é um projeto brasileiro, da empresa Icomi, de Minas Gerais. enquanto
    a exploração mineral era lucrativa, a Icomi e sua parceira americana, a Bethlehem steel, administravam o município.
    Mesmo após o fim da exploração nos anos 1990, a cidade continuou ocupada. empobreceu, é verdade. Os atuais 4 mil
    habitantes vivem da agricultura de subsistência e do dinheiro que a prefeitura injeta na economia, recebido do governo
    federal por meio do Fundo de Participação dos Municípios.
                                                            Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 131, fevereiro de 2011, págs. 22-23.

     8 Com base no texto, é correto afirmar que o crescimento econômico de serra do Navio em décadas passadas deveu-
    se à exploração do:
    (A) urânio.
    (B) Calcário.
    (C) Manganês.
    (D) Quartzo.

    9   O quadro exposto acima, sobre a situação atual de serra do Navio, no Amapá, é representativo no Brasil da(o):
    (A) Cancelamento do repasse de recursos aos municípios pela esfera federal, que seriam destinados a investimen-
    tos sociais.
    (B) Alto grau de desenvolvimento socioeconômico de municípios com economia baseada na exploração intensiva de
    recursos naturais.
    (C) Plena autonomia econômico-social, administrativa e financeira vivida hoje pelos municípios do Brasil.
    (D) Dependência econômica de municípios em relação a repasses de recursos públicos pela esfera federal.




4       www.viagemdoconhecimento.com.br
DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011                                                  PRIMEIRA PROVA                                10/08/2011
                                                                                  (FAsE LOCAL)



10 Cartografia de emergência
Quando ocorre um desastre, mapas acurados podem salvar vidas. Após o terremoto de 12 de janeiro de 2010, as equipes
de resgate no Haiti enfrentaram dificuldades devido à escassez de mapas das ruas. Contudo, voluntários na capital, Porto
Príncipe, e em outros locais criaram cartas mais detalhadas das ruas do país e fecharam as lacunas cartográficas em
algumas horas.
                                                                 Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 127, outubro de 2010, pág. 20.


 1                                                                   2




30 de dezembro de 2009 Duas semanas antes do tremor,               13 de janeiro de 2010 O site OpenstreetMap obteve o
este mapa incluía pouquíssimas informações sobre ruas e            nome das ruas.
pontos de referência.

 3




29 de janeiro de 2010 A localização de clínicas e abrigos
logo foi acrescida.

sobre as representações em questão, é correto afirmar que:
(A) são imagens de satélite das principais cidades do país, oferecendo uma visão panorâmica das manchas
urbanas devastadas.
(B) Trata-se de uma coleção de mapas em escala pequena, inadequada para identificar pontos de referência em
uma cidade.
(C) Nesta escala cartográfica, elas mostram a rede viária, mas não permitem visualizar quarteirões, bairros e
espaços públicos.
(D) são plantas em escala grande que, acrescidas de dados, permitem localizar unidades voltadas ao atendimento
de cidadãos.
11 I – sondas não tripuladas já exploraram o sistema solar e, além disso, pousaram na Lua, Vênus e Marte. Desde que o
cosmonauta russo Yuri Gagarin orbitou a Terra, em 1961, até a última missão americana à Lua, em 1972, poucos ficaram
indiferentes aos primeiros passos da humanidade fora de seu planeta de origem.
II – um modelo do tamanho de uma lista telefônica é capaz de fazer mais de 2 bilhões de operações por segundo. esse
salto foi possível devido ao “chip”, pastilha de silício do tamanho de uma unha recoberta de microscópicos circuitos
eletrônicos.
III – Na década de 1960, fotos obtidas por aviões-espiões dos estados unidos revelaram a construção em Cuba de bases
para o lançamento de mísseis. Análises revelaram que eles eram soviéticos e poderiam lançar artefatos nucleares sobre
alvos nos estados unidos sem aviso prévio.
                                         Fonte: Atlas da História do Mundo. National Geographic. são Paulo: editora Abril, 2003, págs. 314, 324-325.

Os trechos destacados apresentam inovações tecnológicas relativas, respectivamente, à:
(A) Corrida aeroespacial, revolução da informática e corrida armamentista.
(B) revolução da informática, pesquisa de novos materiais e corrida aeroespacial.
(C) Corrida armamentista, corrida aeroespacial e revolução da informática.
(D) Corrida nuclear, revolução da informática e corrida aeroespacial.



                                                                                           www.viagemdoconhecimento.com.br                             5
DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011                                             PRIMEIRA PROVA                                 10/08/2011
                                                                                 (FAsE LOCAL)



    12 Cerca de 90% das espécies vegetais e animais de Madagáscar não existem em nenhum outro lugar do planeta.
    evoluíram por milhões de anos depois que a ilha se desmembrou da África e da Índia. A maioria das estimadas 13 mil
    espécies vegetais é endêmica, como o baobá-de-grandidier, uma das seis espécies de árvore exclusivas da ilha. Os
    lêmures, por sua vez, vivem em Madagáscar e nas vizinhas ilhas Comoro. Hoje, apenas a metade das áreas de grande
    biodiversidade está dentro de áreas protegidas no país.
                                                        Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 126, setembro de 2010, págs. 116-117.
    Contribuíram para o desenvolvimento em Madagáscar das espécies de plantas e animais citados fatores como:
    (A) A ausência de mecanismos de proteção ambiental.
    (B) O relativo isolamento geográfico da ilha.
    (C) A introdução de espécies exóticas pelos seres humanos.
    (D) O clima semiárido predominante na África oriental.

    13 No centro da bandeira mexicana vê-se a águia asteca, também incorporada à logomarca das duas principais linhas
    aéreas do país. existe o Banco Asteca e a TV Asteca, sendo que o uniforme da seleção mexicana de futebol – que
    disputa seus jogos domésticos no estádio Asteca – também exibe a icônica águia. e é claro que a própria Cidade do
    México – o centro nevrálgico da nação – homenageia de forma implícita a cidade-estado de Tenochtitlán e o caráter
    indomável dos astecas.
    Todavia, encarar os astecas em termos icônicos não é uma boa maneira de compreendê-los. Para começar, esse povo
    sustentou seu império (...) por menos de um século, antes de vê-lo eviscerado pelos conquistadores europeus. Apesar
    do medo e do ódio que seus governantes instilaram nas regiões conquistadas, o domínio asteca foi efêmero. eles
    não erigiram templos nem disseminaram suas tradições culturais pelo país todo, como fizeram romanos e incas. Pelo
    contrário, os povos conquistados tinham permissão para continuar a governar a si mesmos, à condição de contribuir
    com bens tributários. A caricatura grosseira dos astecas como um povo sedento de sangue é também enviesada. Os
    conquistadores espanhóis superestimaram a volúpia dos mexicas.
                                                                       Fonte: revista National Geographic Brasil, nº 129, dezembro 2010, pág. 114.

    Com base no texto, é correto afirmar sobre a imagem de povo indomável que os mexicanos atribuem aos seus ances-
    trais astecas que:
    (A) Os espanhóis foram submetidos ao império asteca, o que fortaleceu a imagem dos mexicas como violentos.
    (B) Os povos dominados pelos astecas confirmam essa imagem devido à destruição de suas culturas.
    (C) Os conquistadores europeus rotularam equivocadamente os astecas como povo sanguinário.
    (D) Os astecas realizavam rituais como o sacrifício humano para impor sua força aos povos dominados.

    14 Os mares do mundo foram invadidos por uma praga quase invisível, o lixo plástico, em boa parte arrastado das cida-
    des pelo curso dos rios. Os resíduos não chegam a formar ilhas flutuantes, mas uma fina camada de fragmentos está
    presente em todo o percurso da expedição – 3,5 mil quilômetros entre o rio de Janeiro e a ilha de Ascensão. (...)
    enquanto viaja, o plástico entra em contato com os poluentes orgânicos persistentes (POPs), uma categoria de con-
    taminantes de longa duração no ambiente. (...) “um fragmento de plástico circulando há alguns anos no mar chega a
    ter uma concentração de POPs 1 milhão de vezes maior que a água a seu redor”, diz o cientista americano Marcus
    eriksen.
    Isso acontece porque esse lixo e os poluentes têm a mesma origem – o petróleo – e possuem afinidade química. Assim,
    os organoclorados dispersos na água aderem ao plástico “viajante”. Pobre do animal que engolir a mistura indigesta:
    não conseguirá metabolizar o plástico e sofrerá os efeitos da contaminação.
    (...) “A grande maioria dos resíduos sai de cidades e lixões em terra. são despejados diretamente nos rios ou carrega-
    dos pelas enxurradas até terminar no mar”, conta eriksen.
                                                                   Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 133, abril de 2011, pág. 19.

    sobre a grande presença de lixo plástico no mar, é correto afirmar que:
    (A) Os resíduos do lixo urbano provocam desequilíbrios nos ecossistemas marinhos.
    (B) A presença dos POPs reduz efeitos danosos dos plásticos nas águas oceânicas.
    (C) Os oceanos empurram o lixo para os rios, onde se concentram em maior quantidade.
    (D) A contaminação dos oceanos será anulada com o fim dos lixões urbanos.




6     www.viagemdoconhecimento.com.br
DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011                                                                PRIMEIRA PROVA                                10/08/2011
                                                                                                (FAsE LOCAL)



OBsERVE O MAPA E Os GRáFICOs A sEGUIR E REsPONDA às QUEsTõEs 15 E 16:




     Fonte: Agência Nacional de energia elétrica; Associação Brasileira de energia eólica. revista National Geographic Brasil, nº 129, dezembro de 2010, pág. 18.


15 sobre as áreas de produção de energia eólica para gerar eletricidade no Brasil, é correto afirmar que:

(A) Diversas áreas da faixa oriental do país apresentam condições naturais para a geração eólica.
(B) estão ausentes do território nacional as condições naturais necessárias para a geração eólica.
(C) As áreas de potencial eólico do país restringem-se ao litoral gaúcho e à região Nordeste.
(D) O território nacional como um todo apresenta condições naturais favoráveis à geração eólica.

16   De acordo com os dados sobre geração de eletricidade oriunda da energia eólica no mundo, conclui-se que:
(A) Dada a demanda por investimentos, a geração eólica está hoje restrita aos países ricos.
(B) A geração de energia oriunda de fonte eólica distribui-se de forma equitativa no mundo.
(C) Os estados unidos são o país com a maior produção de energia eólica no mundo.
(D) Há hoje maior potencial e capacidade instalada de geração eólica nos países pobres.




                                                                                                         www.viagemdoconhecimento.com.br                            7
DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011                                                                  PRIMEIRA PROVA                                  10/08/2011
                                                                                                      (FAsE LOCAL)



    17  Não é preciso muito dinheiro para transformar a vida de uma pessoa ou comunidade. essa é a ideia do microcré-
    dito, termo criado nos anos 1970 por Muhammad Yunus, fundador do Grameen Bank, de Bangladesh. ele designa o
    crédito concedido a pessoas de baixa renda sem acesso a formas tradicionais de financiamento. A ideia em si é anti-
    ga. Mas com Yunus ela ganhou corpo e passou a mudar a realidade de milhões de pessoas. em 1976, ele começou
    a fazer pequenos empréstimos para produtores rurais, no início, tirando o dinheiro do próprio bolso. Assim, surgiu o
    Grameen Bank. Nele, a taxa de pagamento dos empréstimos beira os 99%.
    O Brasil também participa desse jogo, com instituições governamentais e privadas. “O microcrédito é diferente do
    microempréstimo. O dinheiro não vai para o consumo, mas para investimentos em negócios, no sonho das pessoas”,
    diz Jerônimo ramos, do setor de microcrédito de um banco privado. um estudo feito com 175 empreendedores de
    Heliópolis (favela em são Paulo) mostrou que as vendas de quem recebeu o microcrédito cresceram em até 60%.
         Fonte: O poder do microcrédito. Jeanne Callegari. revista Vida simples, março de 2011. Disponível em Planeta sustentável: http://planetasustentavel.abril.com.br/
         noticia/desenvolvimento/microcredito-banco-comunitario-financiamento-baixa-renda-vidasimples-623607.shtml. Acesso em: 04 de maio de 2011. Com adaptações.

    examinando-se as iniciativas descritas acima, conclui-se que elas:
    (A) são válidas para países com elevado contingente de pobres, mas ineficazes nos países em desenvolvimento,
    como o Brasil.
    (B) Valorizam empreendimentos individuais e coletivos e apresentam potencial para colaborar no combate à pobre-
    za no Brasil e outros países.
    (C) são dispensáveis em países como o Brasil, que eliminou a miséria com o elevado crescimento econômico nos
    últimos anos.
    (D) reforçam a concentração de renda nas mãos de uma minoria rica, face ao endividamento dos pobres que to-
    mam empréstimos.

    18 As pessoas passaram a viver mais tempo e há tantas mulheres ao redor do mundo em idade de procriar – 1,8 bilhão
    – que a população global ainda vai continuar crescendo pelo menos durante algumas décadas (...). Até 2050, o total de
    seres humanos no planeta pode chegar a 10,5 bilhões ou então se estabilizar por volta dos 8 bilhões – a diferença é de
    cerca de um filho para cada mulher. Os demógrafos da ONu consideram mais provável a estimativa média: eles estão
    projetando uma população mundial de 9 bilhões antes de 2050 – em 2045.
    Com a população mundial a aumentar ao ritmo de cerca de 80 milhões de pessoas por ano, é difícil não ficar alarmado.
    em toda a Terra, os lençóis freáticos estão cedendo, os solos ficando cada vez mais erodidos, as geleiras derretendo e
    os estoques de pescado prestes a ser esgotados. Quase 1 bilhão de pessoas passam fome todo o dia. Daqui a algumas
    décadas, haverá mais 2 bilhões de bocas a ser alimentadas, a maioria em países pobres. e bilhões de outras pessoas
    lutarão para sair da miséria. se seguirem pelo caminho percorrido pelas nações desenvolvidas – desmatando florestas,
    queimando combustíveis fósseis, usando fertilizantes e pesticidas com abundância –, vai ser enorme o impacto sobre
    os recursos naturais do planeta.
                                                                                      Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 130, janeiro de 2011, pág. 57.

    segundo o texto, o crescimento populacional até 2050:
    (A) Deixará de ser uma ameaça ambiental devido à redução já prevista do ritmo de nascimentos.
    (B) Ampliará o número de pessoas que passam fome e tornará mais escassos alguns recursos naturais.
    (C) Terá baixo impacto com a criação de mais indústrias e o desmatamento de florestas.
    (D) Impactará os solos com o uso de mais fertilizantes, mas preservará outros recursos naturais.

    19 segundo o paleoclimatologista William ruddiman, da universidade da Virgínia, a invenção da agricultura, há 8 mil
    anos, e o consequente desmatamento provocaram um aumento no CO2 suficiente para evitar o que teria sido o início de
    uma era glacial. Na opinião dele, os seres humanos foram a força dominante no planeta desde o começo do Holoceno.
    O químico holandês Paul Crutzen, por sua vez, situou o início do Antropoceno no fim do século 18, quando, como se
    comprova por meio de amostras de núcleos de gelo, os níveis de dióxido de carbono começaram a aumentar, numa
    tendência que prossegue até hoje. Já outros cientistas consideram que a nova época começou em meados do século
    20, quando houve rápida aceleração tanto do crescimento demográfico como do consumo dos recursos globais.
                                                                                      Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 132, março de 2011, pág. 77.

    O surgimento de uma nova época geológica, marcada pela grande interferência humana no ambiente, denominada
    Antropoceno:
    (A) Teve início entre o século 18 e o século 20, quando a industrialização originou-se e se expandiu nos séculos
    seguintes.
    (B) Ocorreu no século 20, quando houve a diminuição da emissão de dióxido de carbono no mundo como um todo.
    (C) Definiu-se em função do declínio da agricultura nos países industrializados antes do século 18.
    (D) surgiu na Pré-História, há 8 mil anos, com o desenvolvimento da agricultura e das primeiras cidades.




8     www.viagemdoconhecimento.com.br
DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011                                                                 PRIMEIRA PROVA                                 10/08/2011
                                                                                                  (FAsE LOCAL)


20                            Produção agropecuária no Brasil e no mundo (2007)
       Produto               O Brasil no                 Produção                    % Brasil        Outros produtores líderes
                           ranking mundial            mundial (mil ton.)
 Café                                1º                               7.792,9         28,5%          Vietnã (2º), Colômbia (3º)
 Cana                                1º                         1.590.701,7           34,5%          Índia (2º), Nigéria (3º)
 Laranja                             1º                             64.763,6          28,8%          euA (2º), México (3º)
 Carne bovina                        2º                             55.491,2          12,8%          euA (1º), China (3º)
 soja                                2º                            220.532,6          26,2%          euA (1º), Argentina (3º)
Fonte: Organização das Nações unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO-ONu). In: Almanaque Abril, 2010, pág. 94.

Com base nos dados escolhidos sobre a participação do Brasil na produção agropecuária mundial, é correto afirmar
que o país:
(A) Precisa concluir seu processo de modernização do campo, dados os baixos volumes de produção no setor apre-
sentados hoje.
(B) Apresenta baixa diversificação da pauta de produtos, já que direcionou seus recursos para produzir cana para
fabricar etanol.
(C) É um dos principais celeiros agrícolas do mundo, com destaque para a produção de bens como o café, a cana
e a laranja.
(D) Possui hoje volumes de produção mais baixos do que os dos países ricos, que são o principal celeiro agrícola
mundial.

21 Assim como a França, a partir de 1760, Portugal começou a organizar uma rede voltada à biodiversidade em seu
espaço ultramarino. essa rede envolvia pesquisa científica, expedições exploratórias, jardins e hortos botânicos, cria-
ção de coleções, cultivo e domesticação de plantas exóticas (...) com ênfase nas espécies tropicais de uso alimentar,
farmacêutico, na construção civil e naval. (...)
Na década de 1790, dom rodrigo de souza Coutinho, ministro da Marinha e ultramar do príncipe-regente dom João,
obcecado pela biodiversidade, expediu reiteradas ordens para a constituição de jardins botânicos em todo o império
português (...). Com a chegada da família real ao Brasil, em 1808, a rede de jardins oficiais no território brasileiro ganhou
força. Foi criado o real Horto Botânico da Lagoa rodrigo de Freitas, hoje o Jardim Botânico do rio de Janeiro. (...)
Depois, um português chamado Luiz de Abreu (...) trouxe ao Brasil 20 caixotes com mudas e sementes de plantas raras.
A carga incluía cânfora, cravo-da-índia, canela, noz-moscada, manga, lichia, cajá, abacate, acácia, nogueira, abricó,
fruta-pão e a famosa palmeira que o próprio dom João plantou. A partir dali, a espécie ficaria conhecida como palmeira-
imperial (...). O senador de Macau enviou da China as primeiras mudas de chá ao Jardim Botânico.
                                                                          Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 128, novembro de 2010, págs. 90-91.

A criação do Jardim Botânico do rio de Janeiro justificou-se no século 19:
(A) Pela necessidade de reflorestar áreas já devastadas pelo plantio da cana-de-açúcar.
(B) Pelo interesse científico em criar coleções que reunissem grande biodiversidade.
(C) Pelo desejo comercial de criar novos mercados de produtos brasileiros na europa.
(D) Pela intenção do príncipe-regente de ampliar a produção nacional e limitar as importações.

22 santa Clara, a cidade de Che Guevara, é o principal marco da revolução Cubana. Aqui, no final de dezembro de
1958, depois de uma longa campanha de guerrilhas iniciadas no final de 1956, Che e seus comandados venceram a
batalha que foi definitiva na derrota do regime de Fulgêncio Batista.
Os revolucionários descarrilam um trem blindado que vem com forças muito superiores. esse exército foi enviado de
Havana para enfrentar os rebeldes. Nesse episódio, Che consolida a construção de sua figura mítica. sua coragem,
capacidade de liderança e inteligência o tornam um herói dos tempos modernos.
     Fonte: blog de Izan Petterle. retratos revolucionários. Disponível em: http://viajeaqui.abril.com.br/national-geoagrphic/blog/94914_comentarios.shtml?8166701.
                                                                                                                                      Acesso em: 28 de abril de 2011.

em relação à revolução Cubana, o autor do texto considera que Che Guevara:
(A) Atuou como líder revolucionário e se transformou em importante símbolo do ideal libertário.
(B) Transformou-se em herói cubano, mesmo sem ter atuado na derrota de Fulgêncio Batista.
(C) Tornou-se figura mítica antes da revolução por sua atuação na cidade de santa Clara.
(D) Perdeu as principais batalhas de que participou e tornou-se herói por sua capacidade de governar.




                                                                                                           www.viagemdoconhecimento.com.br                              9
DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011                                                                   PRIMEIRA PROVA                                 10/08/2011
                                                                                                        (FAsE LOCAL)



     23 Temos de diferenciar a água bruta da água tratada. A bruta é aquela retirada dos rios ou aquíferos subterrâneos para
     insumo de algo. Dessa água, cerca de 70% é utilizada na irrigação, na produção de alimentos, 20% como insumo in-
     dustrial e apenas 10% para abastecimento das cidades. As pessoas acham que vai faltar água em suas torneiras, mas
     não é isso o que vai acontecer. No entanto, a ineficiência de seu uso na área agrícola ainda é grande. Com um pouco
     mais de eficácia, sobraria muito mais água para o consumo doméstico.
     Tais problemas relativos ao abastecimento de água estão relacionados à concentração urbana. A disponibilidade per
     capita na região metropolitana de são Paulo é bem menor que no semiárido nordestino, pois há uma população gi-
     gantesca concentrada em uma área pequena. e ainda há a captação e o tratamento de esgoto não apropriados. O
     problema de abastecimento nas grandes cidades é enorme, obrigando a busca em fontes distantes.
                                                           Fonte: revista National Geographic Brasil, entrevista com Jerson Kelman, edição nº 121, abril de 2010, pág. 19.

     O risco de desabastecimento de água no Brasil ocorre, principalmente, devido:
     (A) Ao grande consumo residencial no Nordeste.
     (B) À dispersão da população nas grandes cidades.
     (C) Ao desperdício e uso excessivo nas regiões agrícolas.
     (D) Ao uso irracional da água no setor industrial.

     24




                                                                                                   Fresh Kills, Nova York.
                                                                                                   Aqui estava o maior
                                                                                                   lixão do mundo.
     Os moradores de staten Island, distrito de Nova York, testemunham uma mudança impressionante na paisagem desde
     o fechamento, em 2001, do lixão de Fresh Kills, até então o maior do planeta. Numa vasta área em que os montes de
     lixo chegavam a 50 metros de altura, está surgindo um aprazível parque com 890 hectares, quase o triplo do Central
     Park. Desde 1948, quando o local começou a ser usado como aterro, mais de 150 milhões de toneladas de detritos
     foram ali depositados. No fim da década de 1990, o aporte diário chegava a 25 mil toneladas.
          Fonte: Planeta sustentável. Fresh Kills: aqui era o maior lixão do mundo. Disponível em http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/nova-york-recuperacao
                                                                        area-deposito-lixo-ceu-aberto-veja-615906.shtml. Acesso em: 29 de abril de 2011. Com adaptações.

     entre as medidas que tornaram possíveis transformações como as mencionadas estão:
     (A) estabilizar o terreno e criar sistemas para vazão do gás resultante da decomposição do lixo.
     (B) Impedir a população de depositar lixo nas ruas e proibir o consumo de bens duráveis.
     (C) Instalar camada impermeável para conter o chorume e incentivar a expansão do consumo.
     (D) Instituir cobrança pelo lixo produzido e criar aterros em áreas de várzea e nascentes de rios.

     25  I – Trata-se de floresta ombrófila mista, distribuída por planaltos e serras do sul e do sudeste. Apesar de pouco
     afetada pela tropicalidade, ocorre em áreas de pluviosidade em torno de 1.000 mm. As temperaturas são de modera-
     das a baixas no inverno. restam apenas 5% da cobertura original. Desses remanescentes, apenas 0,7% é de áreas
     primitivas.
     II – A maior planície de inundação do mundo fica na transição entre a floresta, o Planalto Central e o Chaco. Possui
     ecossistemas aquáticos, semiaquáticos e terrestres e vegetação em grande parte aberta. Chama a atenção o regime
     de cheias (novembro-fevereiro), em que as águas de mais de 4 mil km de rios transbordam e alagam a planície. Na
     estiagem, eles retornam ao leito, formando-se milhares de lagoas (as “baías”) em suas margens.
      Fonte: Planeta sustentável. revista Nova escola. Biomas brasileiros: parte 6. Disponível em: http://planetasustentavel.abril.com.br/planosdeaula/. Acesso em: 03
                                                                                                                                     de maio de 2011. Com adaptações.

     Os textos I e II apresentam, respectivamente, características:
     (A) Da Mata Atlântica e das formações litorâneas.
     (B) Do Pantanal e da Amazônia brasileira.
     (C) Da Mata de Araucárias e do Pantanal.
     (D) Dos Pampas e da Amazônia brasileira.



10     www.viagemdoconhecimento.com.br

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Lista enem 2018_geografia
Lista enem 2018_geografiaLista enem 2018_geografia
Lista enem 2018_geografiaCADUCOC
 
Ficha de trabalho taxa de natalidade
Ficha de trabalho   taxa de natalidadeFicha de trabalho   taxa de natalidade
Ficha de trabalho taxa de natalidadeGisela Alves
 
Lista de Exercício China.
Lista de Exercício China.Lista de Exercício China.
Lista de Exercício China.Camila Brito
 
Gabarito geografia-ufmg-2013-g8-1
Gabarito geografia-ufmg-2013-g8-1Gabarito geografia-ufmg-2013-g8-1
Gabarito geografia-ufmg-2013-g8-1Waldman SD
 
Lista Enem comentada_2017
Lista Enem comentada_2017Lista Enem comentada_2017
Lista Enem comentada_2017caduatualidades
 
3º Teste Nov Pop 8ºAno
3º Teste Nov  Pop 8ºAno3º Teste Nov  Pop 8ºAno
3º Teste Nov Pop 8ºAnoMayjö .
 
Teste de avaliação_população e povoamento
Teste de avaliação_população e povoamentoTeste de avaliação_população e povoamento
Teste de avaliação_população e povoamentoRaquel Antunes
 
Matematica probabilidade exercicios_estatistica_gabarito_matematica_do_vestib...
Matematica probabilidade exercicios_estatistica_gabarito_matematica_do_vestib...Matematica probabilidade exercicios_estatistica_gabarito_matematica_do_vestib...
Matematica probabilidade exercicios_estatistica_gabarito_matematica_do_vestib...José Barros
 
Ficha de avaliação estrutura etária, distribuição e migrações
Ficha de avaliação   estrutura etária, distribuição e migraçõesFicha de avaliação   estrutura etária, distribuição e migrações
Ficha de avaliação estrutura etária, distribuição e migraçõesLinda Pereira
 
Teste diagnostico 9 ano
Teste diagnostico 9 anoTeste diagnostico 9 ano
Teste diagnostico 9 anoMayjö .
 
Dicas Enem Atualidades
Dicas  Enem AtualidadesDicas  Enem Atualidades
Dicas Enem Atualidadesceama
 
Matematica 1 exercicios gabarito 06
Matematica 1 exercicios gabarito 06Matematica 1 exercicios gabarito 06
Matematica 1 exercicios gabarito 06comentada
 
ACP Função (1).pdf
ACP Função (1).pdfACP Função (1).pdf
ACP Função (1).pdfPGlaucia
 
Avaliação diagnóstica geografia 7° ano.do c.do c.do c
Avaliação diagnóstica geografia 7° ano.do c.do c.do cAvaliação diagnóstica geografia 7° ano.do c.do c.do c
Avaliação diagnóstica geografia 7° ano.do c.do c.do cAtividades Diversas Cláudia
 

Mais procurados (19)

2012 ed geografia
2012 ed geografia2012 ed geografia
2012 ed geografia
 
Lista enem 2018_geografia
Lista enem 2018_geografiaLista enem 2018_geografia
Lista enem 2018_geografia
 
Porcentagem 1
Porcentagem 1Porcentagem 1
Porcentagem 1
 
Lista enem 2016
Lista enem 2016Lista enem 2016
Lista enem 2016
 
Ficha de trabalho taxa de natalidade
Ficha de trabalho   taxa de natalidadeFicha de trabalho   taxa de natalidade
Ficha de trabalho taxa de natalidade
 
Lista de Exercício China.
Lista de Exercício China.Lista de Exercício China.
Lista de Exercício China.
 
Gabarito geografia-ufmg-2013-g8-1
Gabarito geografia-ufmg-2013-g8-1Gabarito geografia-ufmg-2013-g8-1
Gabarito geografia-ufmg-2013-g8-1
 
Lista Enem comentada_2017
Lista Enem comentada_2017Lista Enem comentada_2017
Lista Enem comentada_2017
 
3º Teste Nov Pop 8ºAno
3º Teste Nov  Pop 8ºAno3º Teste Nov  Pop 8ºAno
3º Teste Nov Pop 8ºAno
 
Bb prova1
Bb prova1Bb prova1
Bb prova1
 
Teste de avaliação_população e povoamento
Teste de avaliação_população e povoamentoTeste de avaliação_população e povoamento
Teste de avaliação_população e povoamento
 
Matematica probabilidade exercicios_estatistica_gabarito_matematica_do_vestib...
Matematica probabilidade exercicios_estatistica_gabarito_matematica_do_vestib...Matematica probabilidade exercicios_estatistica_gabarito_matematica_do_vestib...
Matematica probabilidade exercicios_estatistica_gabarito_matematica_do_vestib...
 
Ficha de avaliação estrutura etária, distribuição e migrações
Ficha de avaliação   estrutura etária, distribuição e migraçõesFicha de avaliação   estrutura etária, distribuição e migrações
Ficha de avaliação estrutura etária, distribuição e migrações
 
Teste diagnostico 9 ano
Teste diagnostico 9 anoTeste diagnostico 9 ano
Teste diagnostico 9 ano
 
Prova Bolsista Colégio Certo 3º Ano Médio
Prova Bolsista Colégio Certo 3º Ano MédioProva Bolsista Colégio Certo 3º Ano Médio
Prova Bolsista Colégio Certo 3º Ano Médio
 
Dicas Enem Atualidades
Dicas  Enem AtualidadesDicas  Enem Atualidades
Dicas Enem Atualidades
 
Matematica 1 exercicios gabarito 06
Matematica 1 exercicios gabarito 06Matematica 1 exercicios gabarito 06
Matematica 1 exercicios gabarito 06
 
ACP Função (1).pdf
ACP Função (1).pdfACP Função (1).pdf
ACP Função (1).pdf
 
Avaliação diagnóstica geografia 7° ano.do c.do c.do c
Avaliação diagnóstica geografia 7° ano.do c.do c.do cAvaliação diagnóstica geografia 7° ano.do c.do c.do c
Avaliação diagnóstica geografia 7° ano.do c.do c.do c
 

Destaque

Prova olimpíada de cartografia
Prova olimpíada de cartografiaProva olimpíada de cartografia
Prova olimpíada de cartografiaFrancisco Oliveira
 
Viagem do Conhecimento - Gabarito da Fase Local
Viagem do Conhecimento - Gabarito da Fase Local Viagem do Conhecimento - Gabarito da Fase Local
Viagem do Conhecimento - Gabarito da Fase Local Isaquel Silva
 
Geografia 7ºano 1ºtest- resumos
Geografia 7ºano  1ºtest- resumosGeografia 7ºano  1ºtest- resumos
Geografia 7ºano 1ºtest- resumosMaria Joao Ramalho
 
Geografia exercício de revisão – 9ºano – 4ª etapa cap. 04 e 05
Geografia   exercício de revisão – 9ºano – 4ª etapa cap. 04  e 05Geografia   exercício de revisão – 9ºano – 4ª etapa cap. 04  e 05
Geografia exercício de revisão – 9ºano – 4ª etapa cap. 04 e 05ProfessoresColeguium
 
Globalização e revolução técnico científica (2)
Globalização e revolução técnico científica (2)Globalização e revolução técnico científica (2)
Globalização e revolução técnico científica (2)Atividades Diversas Cláudia
 
Conteúdo complementar de geografia 2º ano ensino médio
Conteúdo complementar de geografia 2º  ano ensino médioConteúdo complementar de geografia 2º  ano ensino médio
Conteúdo complementar de geografia 2º ano ensino médioAtividades Diversas Cláudia
 
Ufu 2007-2-prova-completa-1a-fase-1a-dia-c-gabarito
Ufu 2007-2-prova-completa-1a-fase-1a-dia-c-gabaritoUfu 2007-2-prova-completa-1a-fase-1a-dia-c-gabarito
Ufu 2007-2-prova-completa-1a-fase-1a-dia-c-gabaritoEdilene de S. Costa oliveira
 
Espaço E Representações Cartográficas - 3º Ano
Espaço E Representações Cartográficas - 3º AnoEspaço E Representações Cartográficas - 3º Ano
Espaço E Representações Cartográficas - 3º AnoPré Master
 
Atividades nova ordem mundial e globalização pronto
Atividades nova ordem mundial e globalização prontoAtividades nova ordem mundial e globalização pronto
Atividades nova ordem mundial e globalização prontoAtividades Diversas Cláudia
 
Elementos da Orientação e da cartografia - Aulas 1, 2 e 3 Geografia 3º Ano
Elementos da Orientação e da cartografia - Aulas 1, 2 e 3 Geografia 3º Ano Elementos da Orientação e da cartografia - Aulas 1, 2 e 3 Geografia 3º Ano
Elementos da Orientação e da cartografia - Aulas 1, 2 e 3 Geografia 3º Ano Fellipe Prado
 
Avaliação bimestral de história
Avaliação bimestral de históriaAvaliação bimestral de história
Avaliação bimestral de históriasomasantos
 

Destaque (20)

Prova olimpíada de cartografia
Prova olimpíada de cartografiaProva olimpíada de cartografia
Prova olimpíada de cartografia
 
Gabarito Olim. 2011
Gabarito Olim. 2011Gabarito Olim. 2011
Gabarito Olim. 2011
 
Viagem do Conhecimento - Gabarito da Fase Local
Viagem do Conhecimento - Gabarito da Fase Local Viagem do Conhecimento - Gabarito da Fase Local
Viagem do Conhecimento - Gabarito da Fase Local
 
Geografia 7ºano 1ºtest- resumos
Geografia 7ºano  1ºtest- resumosGeografia 7ºano  1ºtest- resumos
Geografia 7ºano 1ºtest- resumos
 
Pau brasil infografico
Pau brasil infograficoPau brasil infografico
Pau brasil infografico
 
Geografia exercício de revisão – 9ºano – 4ª etapa cap. 04 e 05
Geografia   exercício de revisão – 9ºano – 4ª etapa cap. 04  e 05Geografia   exercício de revisão – 9ºano – 4ª etapa cap. 04  e 05
Geografia exercício de revisão – 9ºano – 4ª etapa cap. 04 e 05
 
Prova de história 1 ano
Prova de história 1 anoProva de história 1 ano
Prova de história 1 ano
 
Globalização e revolução técnico científica (2)
Globalização e revolução técnico científica (2)Globalização e revolução técnico científica (2)
Globalização e revolução técnico científica (2)
 
Globalização
GlobalizaçãoGlobalização
Globalização
 
Prova 4 bimestre geografia 9 ano topicos 13,14 15
Prova 4 bimestre geografia 9 ano topicos 13,14 15Prova 4 bimestre geografia 9 ano topicos 13,14 15
Prova 4 bimestre geografia 9 ano topicos 13,14 15
 
Conteúdo complementar de geografia 2º ano ensino médio
Conteúdo complementar de geografia 2º  ano ensino médioConteúdo complementar de geografia 2º  ano ensino médio
Conteúdo complementar de geografia 2º ano ensino médio
 
Aula De Cartografia Completa
Aula De Cartografia CompletaAula De Cartografia Completa
Aula De Cartografia Completa
 
Ufu 2007-2-prova-completa-1a-fase-1a-dia-c-gabarito
Ufu 2007-2-prova-completa-1a-fase-1a-dia-c-gabaritoUfu 2007-2-prova-completa-1a-fase-1a-dia-c-gabarito
Ufu 2007-2-prova-completa-1a-fase-1a-dia-c-gabarito
 
Espaço E Representações Cartográficas - 3º Ano
Espaço E Representações Cartográficas - 3º AnoEspaço E Representações Cartográficas - 3º Ano
Espaço E Representações Cartográficas - 3º Ano
 
Avaliação bimestral de geografia 9º ano
Avaliação bimestral de geografia  9º anoAvaliação bimestral de geografia  9º ano
Avaliação bimestral de geografia 9º ano
 
Prova geografia estudos orientados 9 ano
Prova geografia estudos orientados 9 anoProva geografia estudos orientados 9 ano
Prova geografia estudos orientados 9 ano
 
Aula 1 solos
Aula 1 solosAula 1 solos
Aula 1 solos
 
Atividades nova ordem mundial e globalização pronto
Atividades nova ordem mundial e globalização prontoAtividades nova ordem mundial e globalização pronto
Atividades nova ordem mundial e globalização pronto
 
Elementos da Orientação e da cartografia - Aulas 1, 2 e 3 Geografia 3º Ano
Elementos da Orientação e da cartografia - Aulas 1, 2 e 3 Geografia 3º Ano Elementos da Orientação e da cartografia - Aulas 1, 2 e 3 Geografia 3º Ano
Elementos da Orientação e da cartografia - Aulas 1, 2 e 3 Geografia 3º Ano
 
Avaliação bimestral de história
Avaliação bimestral de históriaAvaliação bimestral de história
Avaliação bimestral de história
 

Semelhante a Desafio National Geographic 2011 prova local

TPC_Teste para treino
TPC_Teste para treinoTPC_Teste para treino
TPC_Teste para treinoIdalina Leite
 
10º ano teste janeiro_2015_v1
10º ano teste janeiro_2015_v110º ano teste janeiro_2015_v1
10º ano teste janeiro_2015_v1beonline5
 
10º ano teste janeiro_2015_v1
10º ano teste janeiro_2015_v110º ano teste janeiro_2015_v1
10º ano teste janeiro_2015_v1maria goncalves
 
Apresentação gráfico
Apresentação gráficoApresentação gráfico
Apresentação gráficodricaforatto
 
Questões etec
Questões etecQuestões etec
Questões etecLUIS ABREU
 
fg8empol_20134602_gp_p095_098 (4).docx
fg8empol_20134602_gp_p095_098 (4).docxfg8empol_20134602_gp_p095_098 (4).docx
fg8empol_20134602_gp_p095_098 (4).docxCarlaDionisio8
 
Fichadeavaliao populaoconvertido-120222121647-phpapp02
Fichadeavaliao populaoconvertido-120222121647-phpapp02Fichadeavaliao populaoconvertido-120222121647-phpapp02
Fichadeavaliao populaoconvertido-120222121647-phpapp02Ligia Rodrigues
 
Análise de Gráfico.pptxAnálise de Gráfico.pptx
Análise de Gráfico.pptxAnálise de Gráfico.pptxAnálise de Gráfico.pptxAnálise de Gráfico.pptx
Análise de Gráfico.pptxAnálise de Gráfico.pptxalessandraoliveira324
 
Prova 2010 uerj geografia
Prova 2010 uerj geografiaProva 2010 uerj geografia
Prova 2010 uerj geografiacavip
 
Apostila 1ª etapa (completa)
Apostila   1ª etapa (completa)Apostila   1ª etapa (completa)
Apostila 1ª etapa (completa)marina_cordova
 
Livro pdf - Estatística e Probabilidade: exercícios resolvidos - Prof. MSc. U...
Livro pdf - Estatística e Probabilidade: exercícios resolvidos - Prof. MSc. U...Livro pdf - Estatística e Probabilidade: exercícios resolvidos - Prof. MSc. U...
Livro pdf - Estatística e Probabilidade: exercícios resolvidos - Prof. MSc. U...Prof MSc Uanderson Rebula
 
Exercicios tabelas e_graficos
Exercicios tabelas e_graficosExercicios tabelas e_graficos
Exercicios tabelas e_graficosHiuana Rosa
 
Microsoft-word-questoes-de-concursos-de-progressao-aritmetica-e-geometrica-ce...
Microsoft-word-questoes-de-concursos-de-progressao-aritmetica-e-geometrica-ce...Microsoft-word-questoes-de-concursos-de-progressao-aritmetica-e-geometrica-ce...
Microsoft-word-questoes-de-concursos-de-progressao-aritmetica-e-geometrica-ce...Marco Guimarães
 
kupdf.net_becker-bertha-k-egler-claudio-a-g-brasil-uma-nova-potencia-regional...
kupdf.net_becker-bertha-k-egler-claudio-a-g-brasil-uma-nova-potencia-regional...kupdf.net_becker-bertha-k-egler-claudio-a-g-brasil-uma-nova-potencia-regional...
kupdf.net_becker-bertha-k-egler-claudio-a-g-brasil-uma-nova-potencia-regional...IsadoraPaulino2
 
MT_CH_1série_Gab.pdf
MT_CH_1série_Gab.pdfMT_CH_1série_Gab.pdf
MT_CH_1série_Gab.pdfProfJC3
 

Semelhante a Desafio National Geographic 2011 prova local (20)

TPC_Teste para treino
TPC_Teste para treinoTPC_Teste para treino
TPC_Teste para treino
 
Prova 9 ano 3 bimestre
Prova 9 ano 3 bimestreProva 9 ano 3 bimestre
Prova 9 ano 3 bimestre
 
10º ano teste janeiro_2015_v1
10º ano teste janeiro_2015_v110º ano teste janeiro_2015_v1
10º ano teste janeiro_2015_v1
 
10º ano teste janeiro_2015_v1
10º ano teste janeiro_2015_v110º ano teste janeiro_2015_v1
10º ano teste janeiro_2015_v1
 
Apresentação gráfico
Apresentação gráficoApresentação gráfico
Apresentação gráfico
 
Questões etec
Questões etecQuestões etec
Questões etec
 
fg8empol_20134602_gp_p095_098 (4).docx
fg8empol_20134602_gp_p095_098 (4).docxfg8empol_20134602_gp_p095_098 (4).docx
fg8empol_20134602_gp_p095_098 (4).docx
 
1ºteste de avaliação
1ºteste de avaliação1ºteste de avaliação
1ºteste de avaliação
 
Fichadeavaliao populaoconvertido-120222121647-phpapp02
Fichadeavaliao populaoconvertido-120222121647-phpapp02Fichadeavaliao populaoconvertido-120222121647-phpapp02
Fichadeavaliao populaoconvertido-120222121647-phpapp02
 
Análise de Gráfico.pptxAnálise de Gráfico.pptx
Análise de Gráfico.pptxAnálise de Gráfico.pptxAnálise de Gráfico.pptxAnálise de Gráfico.pptx
Análise de Gráfico.pptxAnálise de Gráfico.pptx
 
unidade 1
unidade 1unidade 1
unidade 1
 
Prova 2010 uerj geografia
Prova 2010 uerj geografiaProva 2010 uerj geografia
Prova 2010 uerj geografia
 
Apostila 1ª etapa (completa)
Apostila   1ª etapa (completa)Apostila   1ª etapa (completa)
Apostila 1ª etapa (completa)
 
Prova enad r.h. 2009
Prova enad r.h. 2009Prova enad r.h. 2009
Prova enad r.h. 2009
 
Livro pdf - Estatística e Probabilidade: exercícios resolvidos - Prof. MSc. U...
Livro pdf - Estatística e Probabilidade: exercícios resolvidos - Prof. MSc. U...Livro pdf - Estatística e Probabilidade: exercícios resolvidos - Prof. MSc. U...
Livro pdf - Estatística e Probabilidade: exercícios resolvidos - Prof. MSc. U...
 
Exercicios tabelas e_graficos
Exercicios tabelas e_graficosExercicios tabelas e_graficos
Exercicios tabelas e_graficos
 
Microsoft-word-questoes-de-concursos-de-progressao-aritmetica-e-geometrica-ce...
Microsoft-word-questoes-de-concursos-de-progressao-aritmetica-e-geometrica-ce...Microsoft-word-questoes-de-concursos-de-progressao-aritmetica-e-geometrica-ce...
Microsoft-word-questoes-de-concursos-de-progressao-aritmetica-e-geometrica-ce...
 
kupdf.net_becker-bertha-k-egler-claudio-a-g-brasil-uma-nova-potencia-regional...
kupdf.net_becker-bertha-k-egler-claudio-a-g-brasil-uma-nova-potencia-regional...kupdf.net_becker-bertha-k-egler-claudio-a-g-brasil-uma-nova-potencia-regional...
kupdf.net_becker-bertha-k-egler-claudio-a-g-brasil-uma-nova-potencia-regional...
 
MT_CH_1série_Gab.pdf
MT_CH_1série_Gab.pdfMT_CH_1série_Gab.pdf
MT_CH_1série_Gab.pdf
 
Geografia2016
Geografia2016Geografia2016
Geografia2016
 

Mais de SILVIO Candido da Mata

Mais de SILVIO Candido da Mata (11)

2 ANO ENSINO MÉDIO.
2 ANO ENSINO MÉDIO.2 ANO ENSINO MÉDIO.
2 ANO ENSINO MÉDIO.
 
Joca costa 2
Joca costa 2Joca costa 2
Joca costa 2
 
site cirurgia tireoide
site cirurgia tireoidesite cirurgia tireoide
site cirurgia tireoide
 
GERENCIAMENO DA SALA DE AULA
GERENCIAMENO DA SALA DE AULAGERENCIAMENO DA SALA DE AULA
GERENCIAMENO DA SALA DE AULA
 
TABELA - MEIO NATURAL / TÉCNICO / TÉCNICO INFORMACIONALrmacional
TABELA - MEIO NATURAL / TÉCNICO / TÉCNICO INFORMACIONALrmacionalTABELA - MEIO NATURAL / TÉCNICO / TÉCNICO INFORMACIONALrmacional
TABELA - MEIO NATURAL / TÉCNICO / TÉCNICO INFORMACIONALrmacional
 
TEORIA DA POPULAÇÃO - DEMOGRAFIA
TEORIA DA POPULAÇÃO - DEMOGRAFIATEORIA DA POPULAÇÃO - DEMOGRAFIA
TEORIA DA POPULAÇÃO - DEMOGRAFIA
 
Apostila os caminhos do censo 2010
Apostila os caminhos do censo 2010Apostila os caminhos do censo 2010
Apostila os caminhos do censo 2010
 
A inserção da Educação Ambiental na Escola Estadual Abílio Wolney
A inserção da Educação Ambiental na Escola Estadual Abílio Wolney A inserção da Educação Ambiental na Escola Estadual Abílio Wolney
A inserção da Educação Ambiental na Escola Estadual Abílio Wolney
 
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
 
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
Aula dia 11 02-11 demografia........97-2003
 
Aula dia 11 02-11 demografia.....sem fig
Aula dia 11 02-11 demografia.....sem figAula dia 11 02-11 demografia.....sem fig
Aula dia 11 02-11 demografia.....sem fig
 

Último

A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxA experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxfabiolalopesmartins1
 
Regência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfRegência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfmirandadudu08
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxIsabelaRafael2
 
Bullying - Atividade com caça- palavras
Bullying   - Atividade com  caça- palavrasBullying   - Atividade com  caça- palavras
Bullying - Atividade com caça- palavrasMary Alvarenga
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Centro Jacques Delors
 
A Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das MãesA Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das MãesMary Alvarenga
 
Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.keislayyovera123
 
Lírica Camoniana- A mudança na lírica de Camões.pptx
Lírica Camoniana- A mudança na lírica de Camões.pptxLírica Camoniana- A mudança na lírica de Camões.pptx
Lírica Camoniana- A mudança na lírica de Camões.pptxfabiolalopesmartins1
 
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxSlides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
E agora?! Já não avalio as atitudes e valores?
E agora?! Já não avalio as atitudes e valores?E agora?! Já não avalio as atitudes e valores?
E agora?! Já não avalio as atitudes e valores?Rosalina Simão Nunes
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxOsnilReis1
 
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniModelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniCassio Meira Jr.
 
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaAula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaaulasgege
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfHenrique Pontes
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfEyshilaKelly1
 
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEM
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEMCOMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEM
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEMVanessaCavalcante37
 
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptx
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptxPedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptx
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptxleandropereira983288
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfEditoraEnovus
 
Prova uniasselvi tecnologias da Informação.pdf
Prova uniasselvi tecnologias da Informação.pdfProva uniasselvi tecnologias da Informação.pdf
Prova uniasselvi tecnologias da Informação.pdfArthurRomanof1
 

Último (20)

A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptxA experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
A experiência amorosa e a reflexão sobre o Amor.pptx
 
Regência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdfRegência Nominal e Verbal português .pdf
Regência Nominal e Verbal português .pdf
 
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptxApostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
Apostila da CONQUISTA_ para o 6ANO_LP_UNI1.pptx
 
Bullying - Atividade com caça- palavras
Bullying   - Atividade com  caça- palavrasBullying   - Atividade com  caça- palavras
Bullying - Atividade com caça- palavras
 
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
Apresentação | Eleições Europeias 2024-2029
 
A Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das MãesA Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
A Arte de Escrever Poemas - Dia das Mães
 
Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.Época Realista y la obra de Madame Bovary.
Época Realista y la obra de Madame Bovary.
 
Lírica Camoniana- A mudança na lírica de Camões.pptx
Lírica Camoniana- A mudança na lírica de Camões.pptxLírica Camoniana- A mudança na lírica de Camões.pptx
Lírica Camoniana- A mudança na lírica de Camões.pptx
 
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptxSlides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
Slides Lição 03, Central Gospel, O Arrebatamento, 1Tr24.pptx
 
E agora?! Já não avalio as atitudes e valores?
E agora?! Já não avalio as atitudes e valores?E agora?! Já não avalio as atitudes e valores?
E agora?! Já não avalio as atitudes e valores?
 
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptxATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
ATIVIDADE AVALIATIVA VOZES VERBAIS 7º ano.pptx
 
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e TaniModelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
Modelos de Desenvolvimento Motor - Gallahue, Newell e Tani
 
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologiaAula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
Aula - 1º Ano - Émile Durkheim - Um dos clássicos da sociologia
 
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
 
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdfGuia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
Guia completo da Previdênci a - Reforma .pdf
 
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEM
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEMCOMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEM
COMPETÊNCIA 1 DA REDAÇÃO DO ENEM - REDAÇÃO ENEM
 
Em tempo de Quaresma .
Em tempo de Quaresma                            .Em tempo de Quaresma                            .
Em tempo de Quaresma .
 
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptx
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptxPedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptx
Pedologia- Geografia - Geologia - aula_01.pptx
 
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdfSimulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
Simulado 1 Etapa - 2024 Proximo Passo.pdf
 
Prova uniasselvi tecnologias da Informação.pdf
Prova uniasselvi tecnologias da Informação.pdfProva uniasselvi tecnologias da Informação.pdf
Prova uniasselvi tecnologias da Informação.pdf
 

Desafio National Geographic 2011 prova local

  • 1. DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011 PRIMEIRA PROVA 10/08/2011 (FAsE LOCAL) INsTruções Prezado(a) estudante, seja bem-vindo(a) ao concurso Viagem do Conhecimento. É com muita satisfação que o(a) recebemos para fazer a Primeira Prova (Fase Local) do Desafio National Geographic. Tenha calma, leia a prova com atenção, responda a todas as questões e boa sorte! 1 Esta prova terá 2h30min de duração. 2 Você não poderá deixar o local da prova antes de decorrida uma hora de seu início. 3 Verifique se sua prova contém 25 testes de múltipla escolha. 4 Leia cada questão com atenção antes de escolher qual opção assinalar. Cada questão tem apenas uma alternativa correta. 5 Não é permitido portar aparelhos eletrônicos ou utilizar calculadoras e materiais de apoio durante a realização da prova. Você só pode usar apenas lápis ou lapiseira, borracha e caneta esferográfica azul ou preta. 6 Destaque a folha de respostas. Mas tenha cuidado para não rasgá-la. Assinale a alternativa correta com caneta esferográfica azul ou preta. Não se esqueça de preenchê-la corretamente com os dados solicitados. NOME DA sUA EsCOLA sEU NOME COMPLETO sUA DATA DE NAsCIMENTO / / 1 9 sEU ENDEREÇO (logradouro/nº/complemento) CEP – CIDADE EsTADO TEL. (COM DDD) – ANO / sÉRIE QUE VOCÊ CURsA. MARQUE COM UM X: ( ) OITAVO ANO (ANTIGA sÉTIMA sÉRIE) DO ENsINO FUNDAMENTAL ( ) NONO ANO (ANTIGA OITAVA sÉRIE) DO ENsINO FUNDAMENTAL ( ) PRIMEIRA sÉRIE DO ENsINO MÉDIO sUA AssINATURA: _____________________________________________________________________________________ GABArITO 1 (A) (B) (C) (D) 10 (A) (B) (C) (D) 19 (A) (B) (C) (D) 2 (A) (B) (C) (D) 11 (A) (B) (C) (D) 20 (A) (B) (C) (D) 3 (A) (B) (C) (D) 12 (A) (B) (C) (D) 21 (A) (B) (C) (D) 4 (A) (B) (C) (D) 13 (A) (B) (C) (D) 22 (A) (B) (C) (D) 5 (A) (B) (C) (D) 14 (A) (B) (C) (D) 23 (A) (B) (C) (D) 6 (A) (B) (C) (D) 15 (A) (B) (C) (D) 24 (A) (B) (C) (D) 7 (A) (B) (C) (D) 16 (A) (B) (C) (D) 25 (A) (B) (C) (D) 8 (A) (B) (C) (D) 17 (A) (B) (C) (D) TOTAL DE ACERTOs 9 (A) (B) (C) (D) 18 (A) (B) (C) (D) www.viagemdoconhecimento.com.br 1
  • 2. DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011 PRIMEIRA PROVA 10/08/2011 (FAsE LOCAL) 1 Considere os textos a seguir: I – Com as ruas lotadas de vendedores, pedestres e táxis Ambassador, a cidade pulsa com cerca de 16 milhões de habitantes – e todos os dias chega mais gente vinda de vilarejos rurais. II – Tornou-se a maior cidade do planeta durante a revolução Industrial impulsionada pelo carvão, ponto crucial por meio do qual a população passou a crescer aceleradamente. III – um robô capaz de falar ajuda uma idosa a fazer compras em um teste realizado na Cidade da Ciência, na antiga capital. No país, quase 30 milhões de idosos superam o contingente de jovens e respondem por 23% da população total. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 130, janeiro de 2011, págs. 49, 51, 70. Com adaptações. Os textos apresentam aspectos da realidade urbana e econômico-social verificados respectivamente: (A) Na Inglaterra (Londres), no Brasil (rio de Janeiro) e no Japão (Kyoto). (B) No Quênia (Nairóbi), no Japão (Kyoto) e na Inglaterra (Londres). (C) Na Índia (Kolkata, ou Calcutá), na Inglaterra (Londres) e no Japão (Kyoto). (D) No Japão (Kyoto), na Inglaterra (Londres) e na Líbia (Trípoli). 2 O Produto Interno Bruto do mundo mais do que dobrou entre 1980 e 2009, passando de 29,8 trilhões de dólares para 72,5 trilhões de dólares. O desenvolvimento econômico na China e na Índia é responsável por grande parte do cresci- mento econômico recente e vai continuar a impulsioná-lo. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 130, janeiro de 2011, págs. 49, 51 e 70. Com adaptações. Com base nos indicadores econômicos apresentados e suas repercussões, conclui-se que: (A) O crescimento econômico tem sido notável em países que integram o grupo do BrICs. (B) Temendo a concorrência, as superpotências impediram o crescimento de países emergentes. (C) Há evidente declínio econômico dos principais países emergentes, como os do BrICs. (D) A pobreza e as desigualdades sociais foram eliminadas nos países em desenvolvimento. 3 A chamada “transição demográfica” costuma ocorrer em determinados países, entre outros fatores, em função de processos como a urbanização e a melhoria das condições de vida. As etapas percorridas pelo país que passa por essa transição são marcadas pela redistribuição das faixas etárias. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 130, janeiro de 2011, pág. 58. Com adaptações. sobre as etapas mencionadas, considere o texto e as pirâmides etárias a seguir: Em países com maior população de idosos, os óbitos superam os nascimentos. sem imigração importante, pode até ocorrer a diminuição da população. (I) (II) (III) (IV) Mais de 75 anos 40-45 20-25 0-5 A pirâmide etária que melhor expressa o que foi afirmado no texto é: (A) I. (B) II. (C) III. (D) IV. 2 www.viagemdoconhecimento.com.br
  • 3. DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011 PRIMEIRA PROVA 10/08/2011 (FAsE LOCAL) 4 BRAsIL: Crescimento populacional – total e segundo as regiões (2000-2010) Crescimento Crescimento na década ao ano Brasil 12,5% 1,17% Norte 23,0% 2,09% Nordeste 11,3% 1,07% Sudeste 11,2% 1,05% Sul 9,2% 0,87% Centro-Oeste 21,0% 1,91% Fonte: IBGe. Censo Demográfico 2010. sinopse preliminar. Os dados expostos no gráfico mostram que no Brasil: (A) registrou-se decréscimo da população em todas as regiões do país, face à estagnação econômica e à transição demográfica que elas vêm enfrentando. (B) Houve maior crescimento populacional no Norte e no Centro-Oeste, associado a fluxos migratórios para o interior do país. (C) As grandes metrópoles perderam seu poder de atração populacional, dada a emergência de novos polos econô- micos no interior, como os do Centro-Oeste. (D) está em marcha a decadência econômica das regiões mais industrializadas e urbanizadas, como o sudeste, que registrou forte perda populacional. 5 Ouro negro em alto-mar As reservas de petróleo sob o leito marinho respondem por uma fatia cada vez maior da produção global de petró- leo. em 2020, os poços com profundidade superior a 400 metros sob o leito oceânico vão fornecer um décimo do petróleo mundial. entre os cinco maiores produtores em alto-mar estão, pela ordem, Arábia saudita, estados unidos, Noruega, México e Brasil. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 127, outubro de 2010, págs. 58-59. sobre o tema, considere as seguintes afirmações: I – recentes descobertas no Brasil, como as dos campos de Tupi e Guará, podem tornar o país um dos maiores pro- dutores de petróleo do mundo. Do outro lado do Atlântico, o litoral de Angola também tem revelado grande potencial na exploração do recurso em alto-mar. II – O crescimento do setor de exploração de petróleo em alto-mar é efêmero, já que está prevista a sua substituição nos próximos anos por fontes energéticas alternativas e limpas, como a eólica, a solar e a hidrelétrica. III – O aumento da exploração de petróleo em águas profundas demanda novos investimentos e tecnologias que busquem evitar ou reduzir o risco de vazamentos, como o do Golfo do México em 2010. sobre o tema em questão, estão corretas as afirmações: (A) II e III. (B) I, apenas. (C) I, II e III. (D) I e III. 6 Os turistas que chegam ao Mar Morto, entre Israel e Jordânia, deparam com uma paisagem que não se encontra em outra praia. A areia é salpicada de crateras que chegam a 40 metros de diâmetro e 25 metros de profundidade. elas são formadas pelo rebaixamento do nível desse mar, que ocorre hoje ao incrível ritmo de 1,2 metro por ano. Dos anos 1930 até hoje, o nível do Mar Morto já baixou 34 metros e a faixa de praia avançou 1 km. Tecnicamente, esse reservatório en- cravado no meio do deserto é um lago, com 16 km de largura, a 420 metros abaixo do nível do mar. Pelas características do solo onde repousa, sua salinidade é dez vezes superior à dos oceanos. Fonte: revista Veja. um mar em busca de água, ed. nº 2215, 04 de maio de 2011, págs. 144-145. Com adaptações. sobre o problema citado no texto, considere os seguintes elementos e processos: 1 – A presença de escombros de confrontos armados entre israelenses e palestinos. 2 – redução da vazão face ao crescente uso das águas da bacia do rio Jordão, que deságua no Mar Morto. 3 – Construção de canais para desviar águas do Mar Morto para o Mar Vermelho. 4 – Alta salinidade, impedindo a sobrevivência de peixes nas águas do Mar Morto. 5 – elevada perda de água por evaporação. www.viagemdoconhecimento.com.br 3
  • 4. DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011 PRIMEIRA PROVA 10/08/2011 (FAsE LOCAL) Contribuem para explicar o rebaixamento do nível da água no Mar Morto o que está expresso em: (A) 1, 3 e 5. (B) 3 e 4. (C) 1, 2, 3 e 4. (D) 2 e 5. 7 Vasculhando as encostas na região de Cusco, os arqueólogos encontraram milhares de sítios desconhecidos, os quais vêm lançando novas luzes sobre o surgimento da dinastia inca. especialistas localizaram de modo mais preciso as grandes propriedades de seus soberanos. Além disso, coletaram indícios dramáticos das guerras empreendidas pelos incas, que lhes permitiram fundir dezenas de grupos étnicos recalcitrantes em um reino unificado. (...) em algum momento após o ano de 1400, um dos monarcas mais importantes, Pachacutec Inca Yupanqui, armou-se para a conquista do sul. em meados do século 15, os guerreiros collas exibiam-se ameaçadores com seus trajes de combate, desafiando os invasores incas. Pachacutec esquadrinhou em silêncio as linhas inimigas, preparando-se para a batalha. Os senhores da região do Titicaca eram homens altivos que governavam nada menos que 400 mil súditos, distribuídos em reinos às margens do lago. suas terras eram ricas e desejáveis. Acomodado em uma liteira, Pachacutec deu a ordem de atacar. suas tropas avançaram sobre o exército colla, uma muralha móvel de terror e intimidação. então, ambos os lados se engajaram em uma luta furiosa. Quando baixou a poeira da batalha, o campo estava juncado de cadáveres collas. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 134, maio de 2011, págs. 48 e 55. As novas pesquisas arqueológicas empreendidas no Peru para desvendar a história do império inca revelam que seus monarcas: (A) Cobravam impostos de seus dominados, mas permitiam que mantivessem sua cultura. (B) Tinham grande força militar, mas não desenvolviam estratégias de guerra adequadas para derrotar seus inimigos. (C) Obrigavam soldados inimigos derrotados a compor o seu exército para ampliar sua força militar. (D) Dominaram e incorporaram vários grupos ao império por meio de guerras violentas contra seus inimigos. LEIA O TEXTO A sEGUIR E REsPONDA às QUEsTõEs 8 E 9: serra do Navio, no Amapá, pode ser comparada à Fordlândia, a famosa vila erguida em solo paraense a mando do empresário americano Henry Ford nos anos 1930, durante o ciclo da borracha. Ambas enfraqueceram quando a ati- vidade econômica deixou de ser viável. serra do Navio é mais nova, fundada na década de 1950. embora tenha abri- gado engenheiros e trabalhadores americanos, é um projeto brasileiro, da empresa Icomi, de Minas Gerais. enquanto a exploração mineral era lucrativa, a Icomi e sua parceira americana, a Bethlehem steel, administravam o município. Mesmo após o fim da exploração nos anos 1990, a cidade continuou ocupada. empobreceu, é verdade. Os atuais 4 mil habitantes vivem da agricultura de subsistência e do dinheiro que a prefeitura injeta na economia, recebido do governo federal por meio do Fundo de Participação dos Municípios. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 131, fevereiro de 2011, págs. 22-23. 8 Com base no texto, é correto afirmar que o crescimento econômico de serra do Navio em décadas passadas deveu- se à exploração do: (A) urânio. (B) Calcário. (C) Manganês. (D) Quartzo. 9 O quadro exposto acima, sobre a situação atual de serra do Navio, no Amapá, é representativo no Brasil da(o): (A) Cancelamento do repasse de recursos aos municípios pela esfera federal, que seriam destinados a investimen- tos sociais. (B) Alto grau de desenvolvimento socioeconômico de municípios com economia baseada na exploração intensiva de recursos naturais. (C) Plena autonomia econômico-social, administrativa e financeira vivida hoje pelos municípios do Brasil. (D) Dependência econômica de municípios em relação a repasses de recursos públicos pela esfera federal. 4 www.viagemdoconhecimento.com.br
  • 5. DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011 PRIMEIRA PROVA 10/08/2011 (FAsE LOCAL) 10 Cartografia de emergência Quando ocorre um desastre, mapas acurados podem salvar vidas. Após o terremoto de 12 de janeiro de 2010, as equipes de resgate no Haiti enfrentaram dificuldades devido à escassez de mapas das ruas. Contudo, voluntários na capital, Porto Príncipe, e em outros locais criaram cartas mais detalhadas das ruas do país e fecharam as lacunas cartográficas em algumas horas. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 127, outubro de 2010, pág. 20. 1 2 30 de dezembro de 2009 Duas semanas antes do tremor, 13 de janeiro de 2010 O site OpenstreetMap obteve o este mapa incluía pouquíssimas informações sobre ruas e nome das ruas. pontos de referência. 3 29 de janeiro de 2010 A localização de clínicas e abrigos logo foi acrescida. sobre as representações em questão, é correto afirmar que: (A) são imagens de satélite das principais cidades do país, oferecendo uma visão panorâmica das manchas urbanas devastadas. (B) Trata-se de uma coleção de mapas em escala pequena, inadequada para identificar pontos de referência em uma cidade. (C) Nesta escala cartográfica, elas mostram a rede viária, mas não permitem visualizar quarteirões, bairros e espaços públicos. (D) são plantas em escala grande que, acrescidas de dados, permitem localizar unidades voltadas ao atendimento de cidadãos. 11 I – sondas não tripuladas já exploraram o sistema solar e, além disso, pousaram na Lua, Vênus e Marte. Desde que o cosmonauta russo Yuri Gagarin orbitou a Terra, em 1961, até a última missão americana à Lua, em 1972, poucos ficaram indiferentes aos primeiros passos da humanidade fora de seu planeta de origem. II – um modelo do tamanho de uma lista telefônica é capaz de fazer mais de 2 bilhões de operações por segundo. esse salto foi possível devido ao “chip”, pastilha de silício do tamanho de uma unha recoberta de microscópicos circuitos eletrônicos. III – Na década de 1960, fotos obtidas por aviões-espiões dos estados unidos revelaram a construção em Cuba de bases para o lançamento de mísseis. Análises revelaram que eles eram soviéticos e poderiam lançar artefatos nucleares sobre alvos nos estados unidos sem aviso prévio. Fonte: Atlas da História do Mundo. National Geographic. são Paulo: editora Abril, 2003, págs. 314, 324-325. Os trechos destacados apresentam inovações tecnológicas relativas, respectivamente, à: (A) Corrida aeroespacial, revolução da informática e corrida armamentista. (B) revolução da informática, pesquisa de novos materiais e corrida aeroespacial. (C) Corrida armamentista, corrida aeroespacial e revolução da informática. (D) Corrida nuclear, revolução da informática e corrida aeroespacial. www.viagemdoconhecimento.com.br 5
  • 6. DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011 PRIMEIRA PROVA 10/08/2011 (FAsE LOCAL) 12 Cerca de 90% das espécies vegetais e animais de Madagáscar não existem em nenhum outro lugar do planeta. evoluíram por milhões de anos depois que a ilha se desmembrou da África e da Índia. A maioria das estimadas 13 mil espécies vegetais é endêmica, como o baobá-de-grandidier, uma das seis espécies de árvore exclusivas da ilha. Os lêmures, por sua vez, vivem em Madagáscar e nas vizinhas ilhas Comoro. Hoje, apenas a metade das áreas de grande biodiversidade está dentro de áreas protegidas no país. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 126, setembro de 2010, págs. 116-117. Contribuíram para o desenvolvimento em Madagáscar das espécies de plantas e animais citados fatores como: (A) A ausência de mecanismos de proteção ambiental. (B) O relativo isolamento geográfico da ilha. (C) A introdução de espécies exóticas pelos seres humanos. (D) O clima semiárido predominante na África oriental. 13 No centro da bandeira mexicana vê-se a águia asteca, também incorporada à logomarca das duas principais linhas aéreas do país. existe o Banco Asteca e a TV Asteca, sendo que o uniforme da seleção mexicana de futebol – que disputa seus jogos domésticos no estádio Asteca – também exibe a icônica águia. e é claro que a própria Cidade do México – o centro nevrálgico da nação – homenageia de forma implícita a cidade-estado de Tenochtitlán e o caráter indomável dos astecas. Todavia, encarar os astecas em termos icônicos não é uma boa maneira de compreendê-los. Para começar, esse povo sustentou seu império (...) por menos de um século, antes de vê-lo eviscerado pelos conquistadores europeus. Apesar do medo e do ódio que seus governantes instilaram nas regiões conquistadas, o domínio asteca foi efêmero. eles não erigiram templos nem disseminaram suas tradições culturais pelo país todo, como fizeram romanos e incas. Pelo contrário, os povos conquistados tinham permissão para continuar a governar a si mesmos, à condição de contribuir com bens tributários. A caricatura grosseira dos astecas como um povo sedento de sangue é também enviesada. Os conquistadores espanhóis superestimaram a volúpia dos mexicas. Fonte: revista National Geographic Brasil, nº 129, dezembro 2010, pág. 114. Com base no texto, é correto afirmar sobre a imagem de povo indomável que os mexicanos atribuem aos seus ances- trais astecas que: (A) Os espanhóis foram submetidos ao império asteca, o que fortaleceu a imagem dos mexicas como violentos. (B) Os povos dominados pelos astecas confirmam essa imagem devido à destruição de suas culturas. (C) Os conquistadores europeus rotularam equivocadamente os astecas como povo sanguinário. (D) Os astecas realizavam rituais como o sacrifício humano para impor sua força aos povos dominados. 14 Os mares do mundo foram invadidos por uma praga quase invisível, o lixo plástico, em boa parte arrastado das cida- des pelo curso dos rios. Os resíduos não chegam a formar ilhas flutuantes, mas uma fina camada de fragmentos está presente em todo o percurso da expedição – 3,5 mil quilômetros entre o rio de Janeiro e a ilha de Ascensão. (...) enquanto viaja, o plástico entra em contato com os poluentes orgânicos persistentes (POPs), uma categoria de con- taminantes de longa duração no ambiente. (...) “um fragmento de plástico circulando há alguns anos no mar chega a ter uma concentração de POPs 1 milhão de vezes maior que a água a seu redor”, diz o cientista americano Marcus eriksen. Isso acontece porque esse lixo e os poluentes têm a mesma origem – o petróleo – e possuem afinidade química. Assim, os organoclorados dispersos na água aderem ao plástico “viajante”. Pobre do animal que engolir a mistura indigesta: não conseguirá metabolizar o plástico e sofrerá os efeitos da contaminação. (...) “A grande maioria dos resíduos sai de cidades e lixões em terra. são despejados diretamente nos rios ou carrega- dos pelas enxurradas até terminar no mar”, conta eriksen. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 133, abril de 2011, pág. 19. sobre a grande presença de lixo plástico no mar, é correto afirmar que: (A) Os resíduos do lixo urbano provocam desequilíbrios nos ecossistemas marinhos. (B) A presença dos POPs reduz efeitos danosos dos plásticos nas águas oceânicas. (C) Os oceanos empurram o lixo para os rios, onde se concentram em maior quantidade. (D) A contaminação dos oceanos será anulada com o fim dos lixões urbanos. 6 www.viagemdoconhecimento.com.br
  • 7. DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011 PRIMEIRA PROVA 10/08/2011 (FAsE LOCAL) OBsERVE O MAPA E Os GRáFICOs A sEGUIR E REsPONDA às QUEsTõEs 15 E 16: Fonte: Agência Nacional de energia elétrica; Associação Brasileira de energia eólica. revista National Geographic Brasil, nº 129, dezembro de 2010, pág. 18. 15 sobre as áreas de produção de energia eólica para gerar eletricidade no Brasil, é correto afirmar que: (A) Diversas áreas da faixa oriental do país apresentam condições naturais para a geração eólica. (B) estão ausentes do território nacional as condições naturais necessárias para a geração eólica. (C) As áreas de potencial eólico do país restringem-se ao litoral gaúcho e à região Nordeste. (D) O território nacional como um todo apresenta condições naturais favoráveis à geração eólica. 16 De acordo com os dados sobre geração de eletricidade oriunda da energia eólica no mundo, conclui-se que: (A) Dada a demanda por investimentos, a geração eólica está hoje restrita aos países ricos. (B) A geração de energia oriunda de fonte eólica distribui-se de forma equitativa no mundo. (C) Os estados unidos são o país com a maior produção de energia eólica no mundo. (D) Há hoje maior potencial e capacidade instalada de geração eólica nos países pobres. www.viagemdoconhecimento.com.br 7
  • 8. DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011 PRIMEIRA PROVA 10/08/2011 (FAsE LOCAL) 17 Não é preciso muito dinheiro para transformar a vida de uma pessoa ou comunidade. essa é a ideia do microcré- dito, termo criado nos anos 1970 por Muhammad Yunus, fundador do Grameen Bank, de Bangladesh. ele designa o crédito concedido a pessoas de baixa renda sem acesso a formas tradicionais de financiamento. A ideia em si é anti- ga. Mas com Yunus ela ganhou corpo e passou a mudar a realidade de milhões de pessoas. em 1976, ele começou a fazer pequenos empréstimos para produtores rurais, no início, tirando o dinheiro do próprio bolso. Assim, surgiu o Grameen Bank. Nele, a taxa de pagamento dos empréstimos beira os 99%. O Brasil também participa desse jogo, com instituições governamentais e privadas. “O microcrédito é diferente do microempréstimo. O dinheiro não vai para o consumo, mas para investimentos em negócios, no sonho das pessoas”, diz Jerônimo ramos, do setor de microcrédito de um banco privado. um estudo feito com 175 empreendedores de Heliópolis (favela em são Paulo) mostrou que as vendas de quem recebeu o microcrédito cresceram em até 60%. Fonte: O poder do microcrédito. Jeanne Callegari. revista Vida simples, março de 2011. Disponível em Planeta sustentável: http://planetasustentavel.abril.com.br/ noticia/desenvolvimento/microcredito-banco-comunitario-financiamento-baixa-renda-vidasimples-623607.shtml. Acesso em: 04 de maio de 2011. Com adaptações. examinando-se as iniciativas descritas acima, conclui-se que elas: (A) são válidas para países com elevado contingente de pobres, mas ineficazes nos países em desenvolvimento, como o Brasil. (B) Valorizam empreendimentos individuais e coletivos e apresentam potencial para colaborar no combate à pobre- za no Brasil e outros países. (C) são dispensáveis em países como o Brasil, que eliminou a miséria com o elevado crescimento econômico nos últimos anos. (D) reforçam a concentração de renda nas mãos de uma minoria rica, face ao endividamento dos pobres que to- mam empréstimos. 18 As pessoas passaram a viver mais tempo e há tantas mulheres ao redor do mundo em idade de procriar – 1,8 bilhão – que a população global ainda vai continuar crescendo pelo menos durante algumas décadas (...). Até 2050, o total de seres humanos no planeta pode chegar a 10,5 bilhões ou então se estabilizar por volta dos 8 bilhões – a diferença é de cerca de um filho para cada mulher. Os demógrafos da ONu consideram mais provável a estimativa média: eles estão projetando uma população mundial de 9 bilhões antes de 2050 – em 2045. Com a população mundial a aumentar ao ritmo de cerca de 80 milhões de pessoas por ano, é difícil não ficar alarmado. em toda a Terra, os lençóis freáticos estão cedendo, os solos ficando cada vez mais erodidos, as geleiras derretendo e os estoques de pescado prestes a ser esgotados. Quase 1 bilhão de pessoas passam fome todo o dia. Daqui a algumas décadas, haverá mais 2 bilhões de bocas a ser alimentadas, a maioria em países pobres. e bilhões de outras pessoas lutarão para sair da miséria. se seguirem pelo caminho percorrido pelas nações desenvolvidas – desmatando florestas, queimando combustíveis fósseis, usando fertilizantes e pesticidas com abundância –, vai ser enorme o impacto sobre os recursos naturais do planeta. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 130, janeiro de 2011, pág. 57. segundo o texto, o crescimento populacional até 2050: (A) Deixará de ser uma ameaça ambiental devido à redução já prevista do ritmo de nascimentos. (B) Ampliará o número de pessoas que passam fome e tornará mais escassos alguns recursos naturais. (C) Terá baixo impacto com a criação de mais indústrias e o desmatamento de florestas. (D) Impactará os solos com o uso de mais fertilizantes, mas preservará outros recursos naturais. 19 segundo o paleoclimatologista William ruddiman, da universidade da Virgínia, a invenção da agricultura, há 8 mil anos, e o consequente desmatamento provocaram um aumento no CO2 suficiente para evitar o que teria sido o início de uma era glacial. Na opinião dele, os seres humanos foram a força dominante no planeta desde o começo do Holoceno. O químico holandês Paul Crutzen, por sua vez, situou o início do Antropoceno no fim do século 18, quando, como se comprova por meio de amostras de núcleos de gelo, os níveis de dióxido de carbono começaram a aumentar, numa tendência que prossegue até hoje. Já outros cientistas consideram que a nova época começou em meados do século 20, quando houve rápida aceleração tanto do crescimento demográfico como do consumo dos recursos globais. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 132, março de 2011, pág. 77. O surgimento de uma nova época geológica, marcada pela grande interferência humana no ambiente, denominada Antropoceno: (A) Teve início entre o século 18 e o século 20, quando a industrialização originou-se e se expandiu nos séculos seguintes. (B) Ocorreu no século 20, quando houve a diminuição da emissão de dióxido de carbono no mundo como um todo. (C) Definiu-se em função do declínio da agricultura nos países industrializados antes do século 18. (D) surgiu na Pré-História, há 8 mil anos, com o desenvolvimento da agricultura e das primeiras cidades. 8 www.viagemdoconhecimento.com.br
  • 9. DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011 PRIMEIRA PROVA 10/08/2011 (FAsE LOCAL) 20 Produção agropecuária no Brasil e no mundo (2007) Produto O Brasil no Produção % Brasil Outros produtores líderes ranking mundial mundial (mil ton.) Café 1º 7.792,9 28,5% Vietnã (2º), Colômbia (3º) Cana 1º 1.590.701,7 34,5% Índia (2º), Nigéria (3º) Laranja 1º 64.763,6 28,8% euA (2º), México (3º) Carne bovina 2º 55.491,2 12,8% euA (1º), China (3º) soja 2º 220.532,6 26,2% euA (1º), Argentina (3º) Fonte: Organização das Nações unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO-ONu). In: Almanaque Abril, 2010, pág. 94. Com base nos dados escolhidos sobre a participação do Brasil na produção agropecuária mundial, é correto afirmar que o país: (A) Precisa concluir seu processo de modernização do campo, dados os baixos volumes de produção no setor apre- sentados hoje. (B) Apresenta baixa diversificação da pauta de produtos, já que direcionou seus recursos para produzir cana para fabricar etanol. (C) É um dos principais celeiros agrícolas do mundo, com destaque para a produção de bens como o café, a cana e a laranja. (D) Possui hoje volumes de produção mais baixos do que os dos países ricos, que são o principal celeiro agrícola mundial. 21 Assim como a França, a partir de 1760, Portugal começou a organizar uma rede voltada à biodiversidade em seu espaço ultramarino. essa rede envolvia pesquisa científica, expedições exploratórias, jardins e hortos botânicos, cria- ção de coleções, cultivo e domesticação de plantas exóticas (...) com ênfase nas espécies tropicais de uso alimentar, farmacêutico, na construção civil e naval. (...) Na década de 1790, dom rodrigo de souza Coutinho, ministro da Marinha e ultramar do príncipe-regente dom João, obcecado pela biodiversidade, expediu reiteradas ordens para a constituição de jardins botânicos em todo o império português (...). Com a chegada da família real ao Brasil, em 1808, a rede de jardins oficiais no território brasileiro ganhou força. Foi criado o real Horto Botânico da Lagoa rodrigo de Freitas, hoje o Jardim Botânico do rio de Janeiro. (...) Depois, um português chamado Luiz de Abreu (...) trouxe ao Brasil 20 caixotes com mudas e sementes de plantas raras. A carga incluía cânfora, cravo-da-índia, canela, noz-moscada, manga, lichia, cajá, abacate, acácia, nogueira, abricó, fruta-pão e a famosa palmeira que o próprio dom João plantou. A partir dali, a espécie ficaria conhecida como palmeira- imperial (...). O senador de Macau enviou da China as primeiras mudas de chá ao Jardim Botânico. Fonte: revista National Geographic Brasil, edição nº 128, novembro de 2010, págs. 90-91. A criação do Jardim Botânico do rio de Janeiro justificou-se no século 19: (A) Pela necessidade de reflorestar áreas já devastadas pelo plantio da cana-de-açúcar. (B) Pelo interesse científico em criar coleções que reunissem grande biodiversidade. (C) Pelo desejo comercial de criar novos mercados de produtos brasileiros na europa. (D) Pela intenção do príncipe-regente de ampliar a produção nacional e limitar as importações. 22 santa Clara, a cidade de Che Guevara, é o principal marco da revolução Cubana. Aqui, no final de dezembro de 1958, depois de uma longa campanha de guerrilhas iniciadas no final de 1956, Che e seus comandados venceram a batalha que foi definitiva na derrota do regime de Fulgêncio Batista. Os revolucionários descarrilam um trem blindado que vem com forças muito superiores. esse exército foi enviado de Havana para enfrentar os rebeldes. Nesse episódio, Che consolida a construção de sua figura mítica. sua coragem, capacidade de liderança e inteligência o tornam um herói dos tempos modernos. Fonte: blog de Izan Petterle. retratos revolucionários. Disponível em: http://viajeaqui.abril.com.br/national-geoagrphic/blog/94914_comentarios.shtml?8166701. Acesso em: 28 de abril de 2011. em relação à revolução Cubana, o autor do texto considera que Che Guevara: (A) Atuou como líder revolucionário e se transformou em importante símbolo do ideal libertário. (B) Transformou-se em herói cubano, mesmo sem ter atuado na derrota de Fulgêncio Batista. (C) Tornou-se figura mítica antes da revolução por sua atuação na cidade de santa Clara. (D) Perdeu as principais batalhas de que participou e tornou-se herói por sua capacidade de governar. www.viagemdoconhecimento.com.br 9
  • 10. DESAFIO NATIONAL GEOGRAPHIC 2011 PRIMEIRA PROVA 10/08/2011 (FAsE LOCAL) 23 Temos de diferenciar a água bruta da água tratada. A bruta é aquela retirada dos rios ou aquíferos subterrâneos para insumo de algo. Dessa água, cerca de 70% é utilizada na irrigação, na produção de alimentos, 20% como insumo in- dustrial e apenas 10% para abastecimento das cidades. As pessoas acham que vai faltar água em suas torneiras, mas não é isso o que vai acontecer. No entanto, a ineficiência de seu uso na área agrícola ainda é grande. Com um pouco mais de eficácia, sobraria muito mais água para o consumo doméstico. Tais problemas relativos ao abastecimento de água estão relacionados à concentração urbana. A disponibilidade per capita na região metropolitana de são Paulo é bem menor que no semiárido nordestino, pois há uma população gi- gantesca concentrada em uma área pequena. e ainda há a captação e o tratamento de esgoto não apropriados. O problema de abastecimento nas grandes cidades é enorme, obrigando a busca em fontes distantes. Fonte: revista National Geographic Brasil, entrevista com Jerson Kelman, edição nº 121, abril de 2010, pág. 19. O risco de desabastecimento de água no Brasil ocorre, principalmente, devido: (A) Ao grande consumo residencial no Nordeste. (B) À dispersão da população nas grandes cidades. (C) Ao desperdício e uso excessivo nas regiões agrícolas. (D) Ao uso irracional da água no setor industrial. 24 Fresh Kills, Nova York. Aqui estava o maior lixão do mundo. Os moradores de staten Island, distrito de Nova York, testemunham uma mudança impressionante na paisagem desde o fechamento, em 2001, do lixão de Fresh Kills, até então o maior do planeta. Numa vasta área em que os montes de lixo chegavam a 50 metros de altura, está surgindo um aprazível parque com 890 hectares, quase o triplo do Central Park. Desde 1948, quando o local começou a ser usado como aterro, mais de 150 milhões de toneladas de detritos foram ali depositados. No fim da década de 1990, o aporte diário chegava a 25 mil toneladas. Fonte: Planeta sustentável. Fresh Kills: aqui era o maior lixão do mundo. Disponível em http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/lixo/nova-york-recuperacao area-deposito-lixo-ceu-aberto-veja-615906.shtml. Acesso em: 29 de abril de 2011. Com adaptações. entre as medidas que tornaram possíveis transformações como as mencionadas estão: (A) estabilizar o terreno e criar sistemas para vazão do gás resultante da decomposição do lixo. (B) Impedir a população de depositar lixo nas ruas e proibir o consumo de bens duráveis. (C) Instalar camada impermeável para conter o chorume e incentivar a expansão do consumo. (D) Instituir cobrança pelo lixo produzido e criar aterros em áreas de várzea e nascentes de rios. 25 I – Trata-se de floresta ombrófila mista, distribuída por planaltos e serras do sul e do sudeste. Apesar de pouco afetada pela tropicalidade, ocorre em áreas de pluviosidade em torno de 1.000 mm. As temperaturas são de modera- das a baixas no inverno. restam apenas 5% da cobertura original. Desses remanescentes, apenas 0,7% é de áreas primitivas. II – A maior planície de inundação do mundo fica na transição entre a floresta, o Planalto Central e o Chaco. Possui ecossistemas aquáticos, semiaquáticos e terrestres e vegetação em grande parte aberta. Chama a atenção o regime de cheias (novembro-fevereiro), em que as águas de mais de 4 mil km de rios transbordam e alagam a planície. Na estiagem, eles retornam ao leito, formando-se milhares de lagoas (as “baías”) em suas margens. Fonte: Planeta sustentável. revista Nova escola. Biomas brasileiros: parte 6. Disponível em: http://planetasustentavel.abril.com.br/planosdeaula/. Acesso em: 03 de maio de 2011. Com adaptações. Os textos I e II apresentam, respectivamente, características: (A) Da Mata Atlântica e das formações litorâneas. (B) Do Pantanal e da Amazônia brasileira. (C) Da Mata de Araucárias e do Pantanal. (D) Dos Pampas e da Amazônia brasileira. 10 www.viagemdoconhecimento.com.br