Despedida - Cursos eilc 2011

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Sessão de encerramento do curso de EILC 2011, Universidade do Minho

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Despedida - Cursos eilc 2011

  1. 1. Cursos Intensivos de Português Língua Estrangeira EILC 2011 Encerramento
  2. 2. <ul><li>Aprender uma língua é ganhar mais um pedaço de alma. </li></ul>A língua, o país e os poetas Florbela Espanca, poetisa portuguesa do início do século XX, refere esta necessidade num conhecido poema (1) cantado por Mariza: (1) Post-Scriptum: Mais uma oportunidade para testar os conhecimentos aprendidos...
  3. 3. Poetas Ai as almas dos poetas Não as entende ninguém; São almas de violetas Que são poetas também Andam perdidas na vida, Como as estrelas no ar; Sentem o vento gemer, Ouvem as rosas chorar! Só quem embala no peito Dores amargas e secretas É que em noites de luar Pode entender os poetas. E eu que arrasto amarguras Que nunca arrastou ninguém, Tenho alma p’ra sentir A dos poetas também
  4. 4. É preciso ter um pouco de alma de poeta para gastar Umas semanas a aprender uma língua... ...se bem que nem sempre dentro das salas de aula...
  5. 46. Esta Universidade será também sempre uma “morada aberta”, como canta Mariza num belíssimo poema assim chamado.
  6. 47. E a canção fica assim, neste final, como símbolo desta Universidade e também como a última prova para todos testarem a língua portuguesa que aprenderam.
  7. 48. Morada Aberta (Open House) (Letra Carlos Tê; Música Rui Veloso) Diz-me rio que conheço como não conheço a mim Quanta mágoa vai correr Até o desamor ter fim
  8. 49. Morada Aberta (Open House) (Letra Carlos Tê; Música Rui Veloso) Tu nem me ouves lanceiro Por entre vales e montes Matando a sede ao salgueiro Lavando a alma das fontes
  9. 50. Morada Aberta (Open House) (Letra Carlos Tê; Música Rui Veloso) Vi o meu amor partir Num comboio de vaidades Foi à procura do mundo No carrossel das cidades
  10. 51. Morada Aberta (Open House) (Letra Carlos Tê; Música Rui Veloso) Onde o viver é folgado E dizem não há solidão Mas eu no meu descampado Não tenho essa ilusão
  11. 52. Morada Aberta (Open House) (Letra Carlos Tê; Música Rui Veloso) Se eu fosse nuvem branca E não um farrapo de gente Vertia-me aguaceiro Dentro da tua corrente
  12. 53. Morada Aberta (Open House) (Letra Carlos Tê; Música Rui Veloso) E assim corria sem dor Sem de mim querer saber E como tu nesse rumor Amava sem me prender
  13. 54. Morada Aberta (Open House) (Letra Carlos Tê; Música Rui Veloso) Vai rio que se faz tarde Para chegares a parte incerta Espalha por esses montes Que tenho a morada aberta
  14. 55. Morada Aberta (Open House) (Letra Carlos Tê; Música Rui Veloso) Vai rio que se faz tarde Para chegares a parte incerta Espalha por esses montes Que tenho a morada aberta
  15. 56. A Universidade do Minho será sempre a nossa e vossa “morada aberta”

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