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Resumo: TP5 – Unidades 19 e 20
Unidade 19 – Coesão textual ,[object Object],Enquanto a  coerência   “combina” os textos com seu exterior, com a situação sóciocomunicativa, com suas finalidades, com seu contexto, a  coesão  “combina” os textos no seu interior, ligando as partes de maneira a formar um todo. O início do fim. Esqueceram meu nome. Uma ilha às escuras. A vaca voa. COESÃO : parceira da COERÊNCIA
[object Object],Na vila de Natwarghad, na parte oeste da Índia, moradores se reúnem em torno de um poço de água gigantesco. O estado de Gujarat, onde a vila está localizada, sofre uma das piores secas dos últimos dez anos e obriga a população a se reunir em torno dos tanques, abastecidos pelo governo Correio Brasiliense, 04/06/2003
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],O estádio A multidão A expectativa A música A vibração A participação O fim A volta O vazio Você consegue entender este texto? Por que os elos coesivos não foram necessários para estabelecer a continuidade de sentidos do texto e a sua coerência?
Unidade 19 – Coesão textual ,[object Object],a) Queríamos mostrar que há uma série de questões ecológicas, evolutivas e geográficas importantes a serem tratadas  ali. b) São os dados mais recentes sobre a biodiversidade e a ecologia da caatinga.  O trabalho  sai este mês com o título “Ecologia e conservação da caatinga”. c) Algumas espécies foram descritas recentemente e  outras  têm sido reconhecidas como distintas, mas ainda não foram descritas.Os roedores dominam  essa conta,  segundo o levantamento sobre  esse grupo de animais  no livro . d) A caatinga abrange um mosaico de ambientes que vão de trechos  mais secos  e dunas a manchas de cerrado e até trechos de floresta úmida, os chamados brejos.  Tais brejos  aparecem nas encostas das serras e chapadas. e) Ressalta-se a importância da criação de reservas na caatinga,  que  já perdeu vários trechos em séculos de ocupação humana. Vamos analisar a atividade 8 (p.138).
Referência Exofórica X Referência Endofórica ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],COESÃO REFERENCIAL
Unidade 19 – Coesão textual ,[object Object],Foi-se o tempo em que os cachorros guardavam a resisidência e, por isso, ficavam ao relento. Totó que se preza, hoje, vive dentro de casa com toda a mordomia. Muitos incorporam até as angústias que afligem seus donos A coesão seqüencial diz respeito aos procedimentos lingüísticos que, além de interligar as partes do enunciado, fazem o texto progredir no desenvolvimento do tema em direção ao objetivo pretendido. Devemos ressalvar que estamos aqui focalizando a coesão seqüencial separadamente da coesão referencial, e ambas separadas da coerência. Isto é apenas uma estratégia didática, para analisar os fenômenos mais detalhadamente, porque, na produção de um texto – oral ou escrito –, os mecanismos de construção de coesão e coerência funcionam juntos e solidariamente “tecem” o texto.
COESÃO SEQUENCIAL “ Como em um passe de mágica,  voltei  no tempo. Ainda  era  detetive e  estava  à espera dos seqüestradores de uma menina. O saco com dinheiro  estava  sobre o banco da praça, como  havia sido  combinado. Os seqüestradores  pegariam  o dinheiro e nós os  prenderíamos  em flagrante. Nosso único erro  foi  não ter imaginado que a menina  viesse  junto.  Era  tarde demais para recuar, o tiroteio já  havia começado .” Podemos perceber como a utilização adequada das diferentes formas verbais garantiu a continuidade natural da ação narrada. A construção do tempo da narrativa, nesse caso, está sendo feita através dos mecanismos de manutenção da  coesão sequencial .
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Resumindo
[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Resumindo
Unidade 20 – Relações lógicas no texto ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
Que sequência seria lógica? Por que?
INTERPRETAÇÃO O  leitor   e o  produtor   do texto são uma espécie de “estrategistas”, situados em um determinado contexto, jogando o “jogo dos sentidos”. PRODUTOR LEITOR
Vamos analisar a atividade 4 (p. 188) Touro e homem Câmara Cascudo
Unidade 20 – Relações lógicas no texto ,[object Object],A fala do último balão nega alguma coisa dita anteriormente por Woodstock. O que você acha que ele pode ter dito? AMBIGUIDADE Falamos aos alunos do México ,[object Object],[object Object],[object Object]
Vamos analisar a atividade 11 (p. 203) Primeiro  elas não são insetos ; são aracnídeos. Confundi-las  é desconhecer sua verdadeira natureza : é como chamar tartaruga de mamífero. Quem sabe um pouco de ciências  sabe que isso é falso . Muitas vezes fugimos delas não porque todas sejam venenosas, mas porque  não sabemos reconhecer  quais são as peçonhentas dentre elas. Aranhas enganam na aparência, despertam medo. Bobagem.  Nem todas  são perigosas. As horríveis caranguejeiras, por exemplo,  não fazem nada , no máximo irritam um pouco a pele. As expressões lingüísticas mais utilizadas para negar uma informação podem ter a extensão mínima de um prefixo, de uma palavra ou até constituir uma oração e um enunciado inteiro. Alguns exemplos são:  não, nenhum, nada, ninguém, nem; nego que..., refuto que...; deixe de..., pare de...; não é verdade que..., é falso que.... Além desses, temos ainda os prefixos que negam: infeliz, desfazer, sem-terra, não-pertinente, etc.
Unidade 20 – Relações lógicas no texto ,[object Object],1. O Edmundo brigou novamente. 2. O Marquinhos voltou a estudar. 3. Margarida chegou à festa depois de Antônia. Todas as formigas são insetos, mas nem todos os insetos são formigas 1. flores/rosas 2. veículos/automóveis 3. cariocas/brasileiros As relações semânticas de hiponímia e hiperonímia representam duas faces da mesma moeda: o hiperônimo é o membro de significado mais abrangente, o hipônimo, o de menor abrangência. Assim, por exemplo, na atividade anterior,  flores, veículos, brasileiros e desportistas são hiperônimos de rosas, automóveis, cariocas e tenistas, respectivamente. Por outro lado, estes últimos elementos constituem  os hipônimos dos primeiros.
Vamos analisar a atividade 22 (p. 224) (a) Ir ao Pantanal e não experimentar certas comidas é o mesmo que não ter ido. (b) Comece experimentando o caldo de piranha. (a) O arroz carreteiro mistura arroz com carne e tem muita durabilidade. (b) O prato é freqüentemente levado pelos peões em comitivas. (a) A carne do famoso churrasco pantaneiro demora mais de quatro horas para assar. (b) A madeira usada para preparar o churrasco pantaneiro precisa ser escolhida entre as que queimam mais devagar. (c) O resultado é uma carne macia e saborosa.
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BONS ESTUDOS!

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  • 2. Resumo: TP5 – Unidades 19 e 20
  • 3.
  • 4.
  • 5.
  • 6.
  • 7.
  • 8.
  • 9. COESÃO SEQUENCIAL “ Como em um passe de mágica, voltei no tempo. Ainda era detetive e estava à espera dos seqüestradores de uma menina. O saco com dinheiro estava sobre o banco da praça, como havia sido combinado. Os seqüestradores pegariam o dinheiro e nós os prenderíamos em flagrante. Nosso único erro foi não ter imaginado que a menina viesse junto. Era tarde demais para recuar, o tiroteio já havia começado .” Podemos perceber como a utilização adequada das diferentes formas verbais garantiu a continuidade natural da ação narrada. A construção do tempo da narrativa, nesse caso, está sendo feita através dos mecanismos de manutenção da coesão sequencial .
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13. Que sequência seria lógica? Por que?
  • 14. INTERPRETAÇÃO O leitor e o produtor do texto são uma espécie de “estrategistas”, situados em um determinado contexto, jogando o “jogo dos sentidos”. PRODUTOR LEITOR
  • 15. Vamos analisar a atividade 4 (p. 188) Touro e homem Câmara Cascudo
  • 16.
  • 17. Vamos analisar a atividade 11 (p. 203) Primeiro elas não são insetos ; são aracnídeos. Confundi-las é desconhecer sua verdadeira natureza : é como chamar tartaruga de mamífero. Quem sabe um pouco de ciências sabe que isso é falso . Muitas vezes fugimos delas não porque todas sejam venenosas, mas porque não sabemos reconhecer quais são as peçonhentas dentre elas. Aranhas enganam na aparência, despertam medo. Bobagem. Nem todas são perigosas. As horríveis caranguejeiras, por exemplo, não fazem nada , no máximo irritam um pouco a pele. As expressões lingüísticas mais utilizadas para negar uma informação podem ter a extensão mínima de um prefixo, de uma palavra ou até constituir uma oração e um enunciado inteiro. Alguns exemplos são: não, nenhum, nada, ninguém, nem; nego que..., refuto que...; deixe de..., pare de...; não é verdade que..., é falso que.... Além desses, temos ainda os prefixos que negam: infeliz, desfazer, sem-terra, não-pertinente, etc.
  • 18.
  • 19. Vamos analisar a atividade 22 (p. 224) (a) Ir ao Pantanal e não experimentar certas comidas é o mesmo que não ter ido. (b) Comece experimentando o caldo de piranha. (a) O arroz carreteiro mistura arroz com carne e tem muita durabilidade. (b) O prato é freqüentemente levado pelos peões em comitivas. (a) A carne do famoso churrasco pantaneiro demora mais de quatro horas para assar. (b) A madeira usada para preparar o churrasco pantaneiro precisa ser escolhida entre as que queimam mais devagar. (c) O resultado é uma carne macia e saborosa.
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  • 21.