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O OPEN ACCESS
AO SERVIÇO DOS INVESTIGADORES
E DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR
Pedro Príncipe
Serviços de Documentação da Universidade do Minho
pedroprincipe@sdum.uminho.pt

APRESENTAÇÃO DO REPOSITÓRIO DO IPP
INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO
ISEP, 8 de Fevereiro de 2012
TÓPICOS
          Open Access/Acesso livre
          • O que é?
          • Porquê e como?
                                                   1
          Repositórios institucionais
          • Auto-arquivo: custos e benefícios
          • Políticas institucionais Open Access
                                                   2
          O que podem fazer…
          • os investigadores
          • as instituições
                                                   3
O que é o Open Access?


 Open Access, "Acesso Livre" (ou “Acesso Aberto”) significa a
 disponibilização livre na Internet de literatura de carácter
 académico ou científico, permitindo a qualquer utilizador ler,
 descarregar,   copiar,   distribuir,   imprimir,   pesquisar   ou
 referenciar o texto integral dos documentos.
Introdução
«uma velha tradição e uma nova tecnologia convergiram para
tornar possível o aparecimento de um bem público sem
precedentes. A velha tradição é a boa-vontade de investigadores
e cientistas publicarem os resultados da sua investigação em
revistas científicas, sem qualquer remuneração, apenas em
prol da investigação e difusão do conhecimento. A nova
tecnologia é a Internet. O benefício público que as duas
possibilitam é a distribuição eletrónica, a uma escala mundial,
da literatura científica com revisão pelos pares, de forma
gratuita e sem restrições de acesso a investigadores, docentes,
alunos e outros indivíduos interessados. A eliminação de
barreiras de acesso à literatura científica ajudará a
acelerar a investigação, a enriquecer a educação (...)»
Tradução de BUDAPEST OPEN ACCESS INITIATIVE (2002)
http://www.soros.org/openaccess/read.shtml
A utopia de Budapeste

A distribuição mundial da literatura publicada em
revistas com peer-review e o acesso completamente
livre e irrestrito a essa literatura por todos os cientistas,
académicos, professores, estudantes e outras mentes
curiosas. A remoção das barreiras a esta
literatura acelerará a investigação, enriquecerá
a educação, (...), e estabelecerá as fundações
para unir a humanidade num comum diálogo
intelectual e procura de conhecimento.”
Tradução de BUDAPEST OPEN ACCESS INITIATIVE (2002)
http://www.soros.org/openaccess/read.shtml
As Declarações OA – os 3 B’s
 Budapest Open Access Initiative – Dezembro 2001
 Bethesda Statement on Open Access Publishing – Junho 2003
 Declaração de Berlim sobre o Acesso Livre ao Conhecimento
  nas Ciências e Humanidades– Outubro 2003
O que é?
• Online
• Immediate
• Free (non-restricted)
• Free (gratis)
• To the scholarly literature that authors give away
• Permanent

(Definição de Stevan Harnad)
O que é?
 “Open-access (OA) literature is digital,
 online, free of charge, and free of most
 copyright and licensing restrictions”

 Definição de Peter Suber, 2006
ESSENCIAL:
        Aos cerca de 2.5 milhões de artigos publicados por ano, a nível mundial,
Acesso Livre a quê?
        em cerca de 25,000 revistas com peer-review em todas as disciplinas
        académicas e cientificas.


        RECOMENDÁVEL/OPCIONAL:
        A comunicações, teses e dissertações, relatórios, working papers, artigos
        não revistos (preprints); monografias; etc.




         NÃO APLICÁVEL:
         O Acesso Livre não se aplica a livros sobre os quais os autores pretendam
         obter receitas ou textos não académicos, como notícias ou ficção.
Acesso Livre porquê?
Aumentar a visibilidade, o acesso, a utilização e o
impacto dos resultados de investigação.

Acelerar e tornar mais eficiente o progresso da ciência.

Melhorar a monitorização, avaliação e gestão da
actividade científica.
Acesso Aberto – Porquê?
Ao contrário de outros autores, os investigadores
e académicos publicam os resultados do seu
trabalho não para obterem rendimentos (direitos
de autor, royalties, etc.), mas para obterem outro
tipo de recompensa: impacto da publicação.
 Os investigadores são recompensados (progressão na
  carreira, financiamento dos seus projectos, prémios
  científicos, etc.), pela sua produtividade científica, que
  é avaliada não apenas pela sua dimensão (quantidade),
  mas sobretudo pelo seu impacto (qualidade).
Tipos de Acesso Aberto
 Acesso Aberto Verde/Dourado
   Refere-se à forma/local do acesso aberto (repositórios e
    revistas)
   Acesso Aberto pela via verde é geralmente do tipo
    “Grátis” mas pode ser “Livre”.
   Acesso Aberto pela via Dourada é geralmente “Livre” mas
    pode ser “Grátis”
 Acesso Aberto Grátis/Livre
   Refere-se às barreiras/restrições que são eliminadas
   Como existem diversas barreiras de copyright, podem
    existir diversos tipos/graus de AA Livre
Acesso Aberto - Grátis e Livre

 GRÁTIS
   Eliminam-se as barreiras económicas. O acesso é realizado
    sem custos para o utilizador

 LIVRE
   Eliminam-se as barreiras económicas e pelo menos
    algumas relacionadas com o copyright (facilitando a re-
    utilização por humanos e “máquinas”)

  http://www.earlham.edu/~peters/fos/newsletter/08-02-08.htm
Duas vias para o Acesso Livre

• Óptima (dourada): Publicar os artigos em revistas
  de acesso livre sempre que existam revistas
  adequadas para o efeito (presentemente cerca de
  5500, ≃ 22% - ver www.doaj.org)

• Boa (verde): Publicar os restantes artigos nas
  revistas comerciais habituais (presentemente
  cerca de 20000, ≃ 78%) e auto-arquivá-los em
  repositórios da própria instituição (actualmente
  mais de 1700 – ver www.opendoar.org).
Os Repositórios no mundo…
Repositório
Um lugar, ou contentor onde se podem depositar e armazenar objectos
(muitas vezes para segurança e preservação)


Repositório digital
Um sistema para armazenar, preservar e dar acesso a objectos digitais


Repositório de Acesso Aberto
Um repositório digital que recolhe, armazena e dá acesso a resultados
(publicações e/ou dados) da investigação científica
Tipos de Repositórios de Acesso Aberto

   • Institucionais
   • Disciplinares ou temáticos
   • Repositório de dados
   • Repositórios órfãos




   • Agregadores
Repositórios institucionais
 Armazenam, preservam, divulgam e dão acesso à produção
intelectual dos membros de uma instituição (universidade, centro
de investigação, etc.)


 Podem conter exclusivamente a produção intelectual/científica
(artigos, teses e dissertações, working papers, dados, etc.) das
instituições, ou reunir também documentos administrativos,
coleções especiais (constituindo-se como bibliotecas digitais)
Via verde para o auto-arquivo!
O copyright já não é um obstáculo importante ao desenvolvimento
dos Repositórios Institucionais.
                  Políticas de Copyright das Revistas Científicas

                                   5%
            32%                                        Permitido auto-arquivo
                                                       de preprints e postprints


                                                       Permitido auto-arquivo
                                                       de preprints


                                                       Auto-arquivo não
                                                       permitido
                                         63%


Mais de 95% das revistas já permitem alguma forma de auto–
arquivo/depósito em repositórios.
                    http://romeo.eprints.org/stats.php
Auto-arquivar num repositório é um processo
complexo, trabalhoso e demorado?




                 NÃO!
Auto-arquivar num repositório é um processo:
 • Fácil – Através de uma interface web;




 • Simples – Seguindo um circuito de depósito (workflow) que
  conduz o utilizador ao longo do processo de um modo intuitivo;

 • Rápido  – Em circunstâncias normais o processo de
  depósito/auto-arquivo demorará menos de 5 min. por
  documento.
E os documentos que não podem ficar em acesso livre?

• Os documentos que não possam ficar em acesso livre (em
  definitivo ou durante um período de embargo)…

• Podem e devem ser arquivados de imediato em acesso
  restrito…

• Podendo ser utilizada como complemento a funcionalidade
  Solicitar Cópia ao Autor…
A funcionalidade “Solicitar cópia ao autor” adequa-se aos artigos
publicados nas revistas cientificas (cerca de 38% a nível mundial) que
não podem ser disponibilizados, temporária ou definitivamente em
Acesso Livre:

  1. O utilizador que aceda ao metadados de um documento em “Acesso Restrito”
     insere o seu email e envia um pedido para o autor do documento.




  2. É enviado um email para o autor, com um URL que o autor pode utilizar para
     responder, enviando (ou não), o documento ao utilizador.
E depois de auto-arquivar…
Interligação com outros sistemas de informação…



        Meta                                        DeGóis
    Repositórios            Repositórios
   Internacionais           Institucionais




                                                     Redes
                                                     sociais
      Outros
     Serviços
                      Meta
                    Repositório
   Repositórios
                     Nacional                B-on
    Temáticos
Estatísticas
Impacto dos resultados de investigação…
                             % aumento citações com Acesso Livre

            Física

       Sociologia

       Psicologia

          Direito

          Gestão

        Educação

  Ciên. da Saúde

Ciências Políticas

       Economia

         Biologia

                     0           50                100   150       200             250




  Amplitude = 36%-250%                                                   Adaptação de gráfico cedido por:
  (Dados: Brody&Harnad 2004; Hajjem et al. 2005)                         Alma Swan – Key Perspectives Ltd
Gargouri Y, Hajjem C, Larivière V, Gingras Y, Carr L, et al. 2010 Self-Selected or Mandated, Open Access Increases
Citation Impact for Higher Quality Research. PLoS ONE 5(10): e13636. doi:10.1371/journal.pone.0013636
Gargouri Y, Hajjem C, Larivière V, Gingras Y, Carr L, et al. 2010 Self-Selected or Mandated, Open Access Increases
Citation Impact for Higher Quality Research. PLoS ONE 5(10): e13636. doi:10.1371/journal.pone.0013636
Os repositórios aumentam a visibilidade dos resultados da
actividade científica

  Os repositórios usam tecnologias e protocolos
  que expõem os seus conteúdos na Internet.




       Isto significa que os conteúdos dos repositórios integrou no seu motor de
                                               O Google
       estão acessíveis a partir de inúmeras bases degenérico características e
                                               busca
       dados e motores de pesquisa, incluindofuncionalidades até então apenas
                                                o
       Google…                                 presentes no Google Scholar como:

                                               • O nome do (primeiro) autor
                                               • Links para os artigos que o citam
                                               • Links para artigos relacionados
             Mas criar repositórios institucionais é apenas
                                               • Links para outras versões
             uma condição necessária, não é uma condição
             suficiente…
Apenas menos de 15% da produção científica institucional
mundial é auto-arquivada espontaneamente hoje em dia em
repositórios e páginas Web.
Os repositórios são necessários, mas não são suficientes…
 • Estratégias de divulgação, promoção e formação são factores críticos
   para o sucesso na implementação de um repositório.

 • A criação de serviços de valor acrescentado para os autores, que
   compensem o esforço de auto-arquivo, é também um aspecto
   importante.

 • Mas o factor determinante é a implementação de políticas e
   mandatos de auto-arquivo que encorajem ou tornem obrigatório o
   depósito da produção científica dos membros das instituições nos
   seus repositórios.
33



Políticas de auto-arquivo em repositórios institucionais
    Recomendação                                    REQUISITO
   Recomendar o auto-arquivo:
 como na Universidade de Lund,                    Wellcome Trust,
     Universidade Humboldt,                    Research Councils, NIH
     de Estocolmo o de Oslo,             Canadian Institutes of Health Research
         UNESCO, OCDE.                     Howard Hughes Medical Institute
                                                           …
     Convicção
Vê-se mais no caso dos
repositórios temáticos,                          MANDATO
Arxiv, e-Lis, Cogprints…                Universidade de Southampton,
                                    Universidade Tecnológica de Queensland
                                            Universidade do Minho,
            Incentivo                  Instituto Politécnico de Bragança
          Com a criação de               Univ. Politécnica de Catalunya
    serviços aos autores a partir                      CERN
          dos repositórios.                             …
Em 2008…

• 20 de Agosto de 2008Agosto 2008
  Projecto piloto de Comissão Europeia para assegurar a máxima
  disseminação e visibilidade dos resultados da investigação financiada
     Seg.     Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
  pelo 7th Framework Programm (50 biliões de €). O projecto abarca
  cerca de 20% do 7th FP (10 biliões de €) em disciplinas como ciências
                                           1        2         3
  da saúde, energia, ambiente, ciências sociais e tecnologias de
  informação e comunicação.
      4          5          6          7          8         9         10
  “Grant recipients will be 13
       11         12        required to deposit peer reviewed research articles or
                                      14          15        16         17
  final manuscripts resulting from their FP7 projects in an online repository. They
  will 18 to make their best effort to ensure open access to these articles within
       have       19        20        21          22        23         24
  either six or twelve months after publication, depending on the research area.”
     25         26         27         28         29        30         31
Em 2009…


 18 de Março de 2009                Março 2009
  Mandato de Open Access para todo o MIT, aprovado por
    Seg.  Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
  unanimidade
                                                                                                                     1
  The Faculty of the Massachusetts Institute of Technology is committed to disseminating the fruits of its research and scholarship
  as widely as possible. In keeping with that commitment, the Faculty adopts the following policy: Each Faculty member grants to
  the Massachusetts Institute of Technology nonexclusive permission to make available his or her scholarly articles and to exercise
  the copyright in those articles for the purpose of open dissemination. In legal terms, each Faculty member grants to MIT a
         2                  3                 4                 5                 6                  7               8
  nonexclusive, irrevocable, paid-up, worldwide license to exercise any and all rights under copyright relating to each of his or her
  scholarly articles, in any medium, provided that the articles are not sold for a profit, and to authorize others to do the same. The
  policy will apply to all scholarly articles written while the person is a member of the Faculty except for any articles completed
         9                10                11                12                 13                14               15
  before the adoption of this policy and any articles for which the Faculty member entered into an incompatible licensing or
  assignment agreement before the adoption of this policy. The Provost or Provost's designate will waive application of the policy for
  a particular article upon written notification by the author, who informs MIT of the reason.
        16                17                18                19                 20                21               22
  To assist the Institute in distributing the scholarly articles, as of the date of publication, each Faculty member will make available
  an electronic copy of his or her final version of the article at no charge to a designated representative of the Provost's Office in
        23                24                25                26
  appropriate formats (such as PDF) specified by the Provost's Office.
                                                                                 27                28               29
  The Provost's Office will make the scholarly article available to the public in an open- access repository. (…)

        30                31
Já em 2010

Abril de 2010    Abril 2010
Política de Acesso Livre da Universidade
Aberta Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
 Seg.
                        1    2    3    4
   5       6       7    8    9    10   11
  12      13       14   15   16   17   18
  19      20       21   22   23   24   25
  26      27       29   30


http://bit.ly/bKtb6x
Já em 2010

         Setembro 2010
23 de Setembro de 2010

Política de Acesso Livre da Universidade de
Coimbra
 Seg.   Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom.
              1      2     3     4     5
  6     7     8      9    10    11     12
  13    14    15    16    17    18     19
  20    21    22    23    24    25     26
  27    28    29    30    31
38


As políticas europeias de
Open Access
A Comissão Europeia e o Conselho Europeu de Investigação
pretendem:
• proporcionar ampla difusão e acessibilidade aos resultados
  publicados da investigação financiada.
39




Conselho Europeu de Investigação
Dezembro de 2007
Requer aos investigadores o
depósito de todas as
publicações num repositório
institucional ou disciplinar
adequado:
• resultantes dos projectos de
  investigação financiados e com
  revisão por pares,
• disponibilizar em acesso livre
  num prazo de 6 meses a contar
  da data de publicação.
40




Projecto-piloto Open Access do 7º PQ
Em Agosto de 2008
Exige aos investigadores o depósito
das publicações num repositório
institucional ou disciplinar. Aplica-se a
artigos que:
• possuam revisão por pares;
• resultem de investigação financiada
  numa das sete áreas temáticas
  designadas:
  energia, ambiente, saúde, tic,
   infra-estruturas de
  investigação, ciências na
  sociedade, ciências
  socioeconómicas e
  humanidades;
• tenham um acordo assinado depois de
  Agosto de 2008 (cláusula especial 39).
Acesso Aberto na UE
•   Uma Agenda Digital para a Europa
      • Impulsionar a inovação nas TIC tirando partido
       do mercado único (capítulo 2.5.2.) afirma que
      a investigação financiada com dinheiros públicos deve ser
      largamente difundida através da publicação em livre acesso de dados
      e documentos científicos.
Acesso Aberto na UE
• Europe 2020 Flagship Initiative Innovation Union
        • tem uma referência ao Acesso Aberto: a Comissão irá
          promover o OA e terá como objectivo transformar o
     “Open Access to publications the general principle for projects funded
     by the EU research Framework Programmes”.
http://ec.europa.eu/research/innovation-union/pdf/innovation-union-communication_en.pdf
Aposta no Open Access pela CE
• A Vice-Presidente Neelie Kroes, Comissária para a
  Agenda Digital, já anunciou publicamente que
 • o projecto piloto de Open Access, que correntemente abrange cerca de 20% do
   7º Programa-Quadro, vai aplicar-se a todos os projectos no próximo Programa-
   Quadro (…) e pode alargar-se também aos dados científicos.
Atitude dos autores face a um mandato de auto-arquivo



              Não cumpririam                    5%


Cumpririam com relutância                             14%


Cumpririam de boa vontade                                                         81%

                                       0            20            40    60   80     100

  (Dados: International Survey - “Would you comply with OA mandate?”)
                                             % respondentes
Vantagem competitiva




Fonte: Ranking Web of World Universities (Julho 2010) [ http://www.webometrics.info/rank_by_country.asp?country=pt ]
Mundialmente, já foram implementados
um total de 238 mandatos OA e 22 estão
registados sob a forma de proposta.




ROARMAP (Registry of OA Repository Mandates):
http://www.eprints.org/openaccess/policysignup/
O que podem fazer os investigadores?
Seguir as vias para o Acesso Livre!   
• Publicar, sempre que possível e adequado, os
  seus artigos em revistas de acesso livre;
• Publicar, os restante artigos nas revistas
  comerciais habituais e auto-arquivá-los em
  repositórios da própria instituição
Síntese da apresentação…
O que podem fazer as instituições de
 investigação?
Seguir as melhores práticas!
• Criar/Manter repositórios institucionais
                                                                 
• Definir políticas institucionais
  • Requerer o auto-arquivo das publicações dos seus membros nos repositórios
  • Que publicações? obrigatoriamente a versão final dos artigos com peer-review
    (“postprint”), opcionalmente outras publicações e documentos
  • Quando arquivar/depositar? Imediatamente após a aceitação para publicação.
    Os embargos devem aplicar-se ao acesso e não ao depósito
“The question is no longer „if‟ we should
have open access. The question is about
„how‟ we should develop it further and
promote it.”
Slides baseados em apresentações de Eloy Rodrigues.

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O Open Access ao serviço dos investigadores e das instituições de ensino superior

  • 1. O OPEN ACCESS AO SERVIÇO DOS INVESTIGADORES E DAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR Pedro Príncipe Serviços de Documentação da Universidade do Minho pedroprincipe@sdum.uminho.pt APRESENTAÇÃO DO REPOSITÓRIO DO IPP INSTITUTO POLITÉCNICO DO PORTO ISEP, 8 de Fevereiro de 2012
  • 2. TÓPICOS Open Access/Acesso livre • O que é? • Porquê e como? 1 Repositórios institucionais • Auto-arquivo: custos e benefícios • Políticas institucionais Open Access 2 O que podem fazer… • os investigadores • as instituições 3
  • 3. O que é o Open Access? Open Access, "Acesso Livre" (ou “Acesso Aberto”) significa a disponibilização livre na Internet de literatura de carácter académico ou científico, permitindo a qualquer utilizador ler, descarregar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou referenciar o texto integral dos documentos.
  • 4. Introdução «uma velha tradição e uma nova tecnologia convergiram para tornar possível o aparecimento de um bem público sem precedentes. A velha tradição é a boa-vontade de investigadores e cientistas publicarem os resultados da sua investigação em revistas científicas, sem qualquer remuneração, apenas em prol da investigação e difusão do conhecimento. A nova tecnologia é a Internet. O benefício público que as duas possibilitam é a distribuição eletrónica, a uma escala mundial, da literatura científica com revisão pelos pares, de forma gratuita e sem restrições de acesso a investigadores, docentes, alunos e outros indivíduos interessados. A eliminação de barreiras de acesso à literatura científica ajudará a acelerar a investigação, a enriquecer a educação (...)» Tradução de BUDAPEST OPEN ACCESS INITIATIVE (2002) http://www.soros.org/openaccess/read.shtml
  • 5. A utopia de Budapeste A distribuição mundial da literatura publicada em revistas com peer-review e o acesso completamente livre e irrestrito a essa literatura por todos os cientistas, académicos, professores, estudantes e outras mentes curiosas. A remoção das barreiras a esta literatura acelerará a investigação, enriquecerá a educação, (...), e estabelecerá as fundações para unir a humanidade num comum diálogo intelectual e procura de conhecimento.” Tradução de BUDAPEST OPEN ACCESS INITIATIVE (2002) http://www.soros.org/openaccess/read.shtml
  • 6. As Declarações OA – os 3 B’s  Budapest Open Access Initiative – Dezembro 2001  Bethesda Statement on Open Access Publishing – Junho 2003  Declaração de Berlim sobre o Acesso Livre ao Conhecimento nas Ciências e Humanidades– Outubro 2003
  • 7. O que é? • Online • Immediate • Free (non-restricted) • Free (gratis) • To the scholarly literature that authors give away • Permanent (Definição de Stevan Harnad)
  • 8. O que é? “Open-access (OA) literature is digital, online, free of charge, and free of most copyright and licensing restrictions” Definição de Peter Suber, 2006
  • 9. ESSENCIAL: Aos cerca de 2.5 milhões de artigos publicados por ano, a nível mundial, Acesso Livre a quê? em cerca de 25,000 revistas com peer-review em todas as disciplinas académicas e cientificas. RECOMENDÁVEL/OPCIONAL: A comunicações, teses e dissertações, relatórios, working papers, artigos não revistos (preprints); monografias; etc. NÃO APLICÁVEL: O Acesso Livre não se aplica a livros sobre os quais os autores pretendam obter receitas ou textos não académicos, como notícias ou ficção.
  • 10. Acesso Livre porquê? Aumentar a visibilidade, o acesso, a utilização e o impacto dos resultados de investigação. Acelerar e tornar mais eficiente o progresso da ciência. Melhorar a monitorização, avaliação e gestão da actividade científica.
  • 11. Acesso Aberto – Porquê? Ao contrário de outros autores, os investigadores e académicos publicam os resultados do seu trabalho não para obterem rendimentos (direitos de autor, royalties, etc.), mas para obterem outro tipo de recompensa: impacto da publicação.  Os investigadores são recompensados (progressão na carreira, financiamento dos seus projectos, prémios científicos, etc.), pela sua produtividade científica, que é avaliada não apenas pela sua dimensão (quantidade), mas sobretudo pelo seu impacto (qualidade).
  • 12. Tipos de Acesso Aberto  Acesso Aberto Verde/Dourado  Refere-se à forma/local do acesso aberto (repositórios e revistas)  Acesso Aberto pela via verde é geralmente do tipo “Grátis” mas pode ser “Livre”.  Acesso Aberto pela via Dourada é geralmente “Livre” mas pode ser “Grátis”  Acesso Aberto Grátis/Livre  Refere-se às barreiras/restrições que são eliminadas  Como existem diversas barreiras de copyright, podem existir diversos tipos/graus de AA Livre
  • 13. Acesso Aberto - Grátis e Livre  GRÁTIS  Eliminam-se as barreiras económicas. O acesso é realizado sem custos para o utilizador  LIVRE  Eliminam-se as barreiras económicas e pelo menos algumas relacionadas com o copyright (facilitando a re- utilização por humanos e “máquinas”) http://www.earlham.edu/~peters/fos/newsletter/08-02-08.htm
  • 14. Duas vias para o Acesso Livre • Óptima (dourada): Publicar os artigos em revistas de acesso livre sempre que existam revistas adequadas para o efeito (presentemente cerca de 5500, ≃ 22% - ver www.doaj.org) • Boa (verde): Publicar os restantes artigos nas revistas comerciais habituais (presentemente cerca de 20000, ≃ 78%) e auto-arquivá-los em repositórios da própria instituição (actualmente mais de 1700 – ver www.opendoar.org).
  • 16. Repositório Um lugar, ou contentor onde se podem depositar e armazenar objectos (muitas vezes para segurança e preservação) Repositório digital Um sistema para armazenar, preservar e dar acesso a objectos digitais Repositório de Acesso Aberto Um repositório digital que recolhe, armazena e dá acesso a resultados (publicações e/ou dados) da investigação científica
  • 17. Tipos de Repositórios de Acesso Aberto • Institucionais • Disciplinares ou temáticos • Repositório de dados • Repositórios órfãos • Agregadores
  • 18. Repositórios institucionais  Armazenam, preservam, divulgam e dão acesso à produção intelectual dos membros de uma instituição (universidade, centro de investigação, etc.)  Podem conter exclusivamente a produção intelectual/científica (artigos, teses e dissertações, working papers, dados, etc.) das instituições, ou reunir também documentos administrativos, coleções especiais (constituindo-se como bibliotecas digitais)
  • 19. Via verde para o auto-arquivo! O copyright já não é um obstáculo importante ao desenvolvimento dos Repositórios Institucionais. Políticas de Copyright das Revistas Científicas 5% 32% Permitido auto-arquivo de preprints e postprints Permitido auto-arquivo de preprints Auto-arquivo não permitido 63% Mais de 95% das revistas já permitem alguma forma de auto– arquivo/depósito em repositórios. http://romeo.eprints.org/stats.php
  • 20. Auto-arquivar num repositório é um processo complexo, trabalhoso e demorado? NÃO!
  • 21. Auto-arquivar num repositório é um processo: • Fácil – Através de uma interface web; • Simples – Seguindo um circuito de depósito (workflow) que conduz o utilizador ao longo do processo de um modo intuitivo; • Rápido – Em circunstâncias normais o processo de depósito/auto-arquivo demorará menos de 5 min. por documento.
  • 22. E os documentos que não podem ficar em acesso livre? • Os documentos que não possam ficar em acesso livre (em definitivo ou durante um período de embargo)… • Podem e devem ser arquivados de imediato em acesso restrito… • Podendo ser utilizada como complemento a funcionalidade Solicitar Cópia ao Autor…
  • 23. A funcionalidade “Solicitar cópia ao autor” adequa-se aos artigos publicados nas revistas cientificas (cerca de 38% a nível mundial) que não podem ser disponibilizados, temporária ou definitivamente em Acesso Livre: 1. O utilizador que aceda ao metadados de um documento em “Acesso Restrito” insere o seu email e envia um pedido para o autor do documento. 2. É enviado um email para o autor, com um URL que o autor pode utilizar para responder, enviando (ou não), o documento ao utilizador.
  • 24. E depois de auto-arquivar…
  • 25. Interligação com outros sistemas de informação… Meta DeGóis Repositórios Repositórios Internacionais Institucionais Redes sociais Outros Serviços Meta Repositório Repositórios Nacional B-on Temáticos
  • 27. Impacto dos resultados de investigação… % aumento citações com Acesso Livre Física Sociologia Psicologia Direito Gestão Educação Ciên. da Saúde Ciências Políticas Economia Biologia 0 50 100 150 200 250 Amplitude = 36%-250% Adaptação de gráfico cedido por: (Dados: Brody&Harnad 2004; Hajjem et al. 2005) Alma Swan – Key Perspectives Ltd
  • 28. Gargouri Y, Hajjem C, Larivière V, Gingras Y, Carr L, et al. 2010 Self-Selected or Mandated, Open Access Increases Citation Impact for Higher Quality Research. PLoS ONE 5(10): e13636. doi:10.1371/journal.pone.0013636
  • 29. Gargouri Y, Hajjem C, Larivière V, Gingras Y, Carr L, et al. 2010 Self-Selected or Mandated, Open Access Increases Citation Impact for Higher Quality Research. PLoS ONE 5(10): e13636. doi:10.1371/journal.pone.0013636
  • 30. Os repositórios aumentam a visibilidade dos resultados da actividade científica Os repositórios usam tecnologias e protocolos que expõem os seus conteúdos na Internet. Isto significa que os conteúdos dos repositórios integrou no seu motor de O Google estão acessíveis a partir de inúmeras bases degenérico características e busca dados e motores de pesquisa, incluindofuncionalidades até então apenas o Google… presentes no Google Scholar como: • O nome do (primeiro) autor • Links para os artigos que o citam • Links para artigos relacionados Mas criar repositórios institucionais é apenas • Links para outras versões uma condição necessária, não é uma condição suficiente…
  • 31. Apenas menos de 15% da produção científica institucional mundial é auto-arquivada espontaneamente hoje em dia em repositórios e páginas Web.
  • 32. Os repositórios são necessários, mas não são suficientes… • Estratégias de divulgação, promoção e formação são factores críticos para o sucesso na implementação de um repositório. • A criação de serviços de valor acrescentado para os autores, que compensem o esforço de auto-arquivo, é também um aspecto importante. • Mas o factor determinante é a implementação de políticas e mandatos de auto-arquivo que encorajem ou tornem obrigatório o depósito da produção científica dos membros das instituições nos seus repositórios.
  • 33. 33 Políticas de auto-arquivo em repositórios institucionais Recomendação REQUISITO Recomendar o auto-arquivo: como na Universidade de Lund, Wellcome Trust, Universidade Humboldt, Research Councils, NIH de Estocolmo o de Oslo, Canadian Institutes of Health Research UNESCO, OCDE. Howard Hughes Medical Institute … Convicção Vê-se mais no caso dos repositórios temáticos, MANDATO Arxiv, e-Lis, Cogprints… Universidade de Southampton, Universidade Tecnológica de Queensland Universidade do Minho, Incentivo Instituto Politécnico de Bragança Com a criação de Univ. Politécnica de Catalunya serviços aos autores a partir CERN dos repositórios. …
  • 34. Em 2008… • 20 de Agosto de 2008Agosto 2008 Projecto piloto de Comissão Europeia para assegurar a máxima disseminação e visibilidade dos resultados da investigação financiada Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom. pelo 7th Framework Programm (50 biliões de €). O projecto abarca cerca de 20% do 7th FP (10 biliões de €) em disciplinas como ciências 1 2 3 da saúde, energia, ambiente, ciências sociais e tecnologias de informação e comunicação. 4 5 6 7 8 9 10 “Grant recipients will be 13 11 12 required to deposit peer reviewed research articles or 14 15 16 17 final manuscripts resulting from their FP7 projects in an online repository. They will 18 to make their best effort to ensure open access to these articles within have 19 20 21 22 23 24 either six or twelve months after publication, depending on the research area.” 25 26 27 28 29 30 31
  • 35. Em 2009…  18 de Março de 2009 Março 2009 Mandato de Open Access para todo o MIT, aprovado por Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom. unanimidade 1 The Faculty of the Massachusetts Institute of Technology is committed to disseminating the fruits of its research and scholarship as widely as possible. In keeping with that commitment, the Faculty adopts the following policy: Each Faculty member grants to the Massachusetts Institute of Technology nonexclusive permission to make available his or her scholarly articles and to exercise the copyright in those articles for the purpose of open dissemination. In legal terms, each Faculty member grants to MIT a 2 3 4 5 6 7 8 nonexclusive, irrevocable, paid-up, worldwide license to exercise any and all rights under copyright relating to each of his or her scholarly articles, in any medium, provided that the articles are not sold for a profit, and to authorize others to do the same. The policy will apply to all scholarly articles written while the person is a member of the Faculty except for any articles completed 9 10 11 12 13 14 15 before the adoption of this policy and any articles for which the Faculty member entered into an incompatible licensing or assignment agreement before the adoption of this policy. The Provost or Provost's designate will waive application of the policy for a particular article upon written notification by the author, who informs MIT of the reason. 16 17 18 19 20 21 22 To assist the Institute in distributing the scholarly articles, as of the date of publication, each Faculty member will make available an electronic copy of his or her final version of the article at no charge to a designated representative of the Provost's Office in 23 24 25 26 appropriate formats (such as PDF) specified by the Provost's Office. 27 28 29 The Provost's Office will make the scholarly article available to the public in an open- access repository. (…) 30 31
  • 36. Já em 2010 Abril de 2010 Abril 2010 Política de Acesso Livre da Universidade Aberta Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom. Seg. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 29 30 http://bit.ly/bKtb6x
  • 37. Já em 2010 Setembro 2010 23 de Setembro de 2010 Política de Acesso Livre da Universidade de Coimbra Seg. Ter. Qua. Qui. Sex. Sáb. Dom. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31
  • 38. 38 As políticas europeias de Open Access A Comissão Europeia e o Conselho Europeu de Investigação pretendem: • proporcionar ampla difusão e acessibilidade aos resultados publicados da investigação financiada.
  • 39. 39 Conselho Europeu de Investigação Dezembro de 2007 Requer aos investigadores o depósito de todas as publicações num repositório institucional ou disciplinar adequado: • resultantes dos projectos de investigação financiados e com revisão por pares, • disponibilizar em acesso livre num prazo de 6 meses a contar da data de publicação.
  • 40. 40 Projecto-piloto Open Access do 7º PQ Em Agosto de 2008 Exige aos investigadores o depósito das publicações num repositório institucional ou disciplinar. Aplica-se a artigos que: • possuam revisão por pares; • resultem de investigação financiada numa das sete áreas temáticas designadas: energia, ambiente, saúde, tic, infra-estruturas de investigação, ciências na sociedade, ciências socioeconómicas e humanidades; • tenham um acordo assinado depois de Agosto de 2008 (cláusula especial 39).
  • 41. Acesso Aberto na UE • Uma Agenda Digital para a Europa • Impulsionar a inovação nas TIC tirando partido do mercado único (capítulo 2.5.2.) afirma que a investigação financiada com dinheiros públicos deve ser largamente difundida através da publicação em livre acesso de dados e documentos científicos.
  • 42. Acesso Aberto na UE • Europe 2020 Flagship Initiative Innovation Union • tem uma referência ao Acesso Aberto: a Comissão irá promover o OA e terá como objectivo transformar o “Open Access to publications the general principle for projects funded by the EU research Framework Programmes”. http://ec.europa.eu/research/innovation-union/pdf/innovation-union-communication_en.pdf
  • 43. Aposta no Open Access pela CE • A Vice-Presidente Neelie Kroes, Comissária para a Agenda Digital, já anunciou publicamente que • o projecto piloto de Open Access, que correntemente abrange cerca de 20% do 7º Programa-Quadro, vai aplicar-se a todos os projectos no próximo Programa- Quadro (…) e pode alargar-se também aos dados científicos.
  • 44. Atitude dos autores face a um mandato de auto-arquivo Não cumpririam 5% Cumpririam com relutância 14% Cumpririam de boa vontade 81% 0 20 40 60 80 100 (Dados: International Survey - “Would you comply with OA mandate?”) % respondentes
  • 45. Vantagem competitiva Fonte: Ranking Web of World Universities (Julho 2010) [ http://www.webometrics.info/rank_by_country.asp?country=pt ]
  • 46. Mundialmente, já foram implementados um total de 238 mandatos OA e 22 estão registados sob a forma de proposta. ROARMAP (Registry of OA Repository Mandates): http://www.eprints.org/openaccess/policysignup/
  • 47.
  • 48. O que podem fazer os investigadores? Seguir as vias para o Acesso Livre!  • Publicar, sempre que possível e adequado, os seus artigos em revistas de acesso livre; • Publicar, os restante artigos nas revistas comerciais habituais e auto-arquivá-los em repositórios da própria instituição
  • 49. Síntese da apresentação… O que podem fazer as instituições de investigação? Seguir as melhores práticas! • Criar/Manter repositórios institucionais  • Definir políticas institucionais • Requerer o auto-arquivo das publicações dos seus membros nos repositórios • Que publicações? obrigatoriamente a versão final dos artigos com peer-review (“postprint”), opcionalmente outras publicações e documentos • Quando arquivar/depositar? Imediatamente após a aceitação para publicação. Os embargos devem aplicar-se ao acesso e não ao depósito
  • 50. “The question is no longer „if‟ we should have open access. The question is about „how‟ we should develop it further and promote it.”
  • 51. Slides baseados em apresentações de Eloy Rodrigues.