II Colóquio Luso-Brasileiro de Educação a Distância e Online Lisboa,  6 de Novembro de 2007 Nelson Jorge & Lina Morgado
Visão mecanicista tradicional da aprendizagem, onde a “transmissão” de conteúdos domina, na maioria das vezes descontextua...
<ul><li>APRENDIZAGEM  centrada em  CONTEXTOS   </li></ul><ul><li>Na  criação de ambientes sociais ricos em interacção, cul...
A visão construtivista de uma aprendizagem em contexto surge associada aos conceitos de interacção, cultura e actividade, ...
…  tem existência através das múltiplas interacções entre aprendentes e actividades; …  encontra-se em constante mudança d...
…  pode apenas ser localizado e delimitado até certo ponto; …  é planeado tendo em conta o que o professor/designer instru...
criação  partilha  construção  conteúdos colaboração  software social   recriação   interacção   informação   tecnologia p...
De utilizadores passivos para utilizadores activos, que criam a própria Web.  “ It’s made of people, it’s not conten t”  (...
Desenvolve-se em 4 fases:  o professor/ designer   instrucional  cria o espaço e torna-o  acessível; planeia tarefas de so...
como espaços de discussão através de comentários aos artigos colocados por toda a comunidade envolvente.  o professor ou  ...
<ul><ul><ul><ul><ul><li>como ferramentas de criação e edição de páginas Web, que  </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><u...
o professor ou  o designer   instrucional  cria o espaço e torna-o acessível. onde a criação da comunidade de aprendizagem...
<ul><li>O contexto pode apenas ser planeado e previsto até certo ponto, já que depende do rumo que este tomar (Figueiredo ...
<ul><li>O prof/tutor disponibiliza novas tarefas de acordo com a importância dada a um determinado tema e/ou ferramenta; <...
Reflexão sobre o contexto conclui sobre a evolução do contexto. Balanço final sobre as aprendizagens realizadas
Contexto Web 2.0
Contexto Web 2.0 “ (…) verifiquei que estamos envolvidos, ou seja, fazemos parte do contexto de aprendizagem. Estamos a ap...
Construção Criação Partilha Colaboração Interacção Socialização Cultura Informação
Nelson Jorge  [email_address] Lina Morgado  [email_address]
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Comunicação Contexto Web 2.0

1.457 visualizações

Publicada em

Comunicação apresentada no II Colóquio Luso-Brasileiro de Educação a Distância e Online, Univ. Aberta

Publicada em: Tecnologia
0 comentários
1 gostou
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
1.457
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
43
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
0
Comentários
0
Gostaram
1
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide
  • Comunicação Contexto Web 2.0

    1. 1. II Colóquio Luso-Brasileiro de Educação a Distância e Online Lisboa, 6 de Novembro de 2007 Nelson Jorge & Lina Morgado
    2. 2. Visão mecanicista tradicional da aprendizagem, onde a “transmissão” de conteúdos domina, na maioria das vezes descontextualizada.
    3. 3. <ul><li>APRENDIZAGEM centrada em CONTEXTOS </li></ul><ul><li>Na criação de ambientes sociais ricos em interacção, cultura e actividade </li></ul><ul><li>que a utilização inteligente das novas tecnologias pode proporcionar </li></ul>[FIGUEIREDO & AFONSO, 2005]
    4. 4. A visão construtivista de uma aprendizagem em contexto surge associada aos conceitos de interacção, cultura e actividade, num ambiente social onde professores e aprendentes constroem o próprio contexto.
    5. 5. … tem existência através das múltiplas interacções entre aprendentes e actividades; … encontra-se em constante mudança devido à rede de interacções existente entre os seus actores; … as actividades não ocorrem no contexto, elas são parte do contexto. “ Contexto é aquilo que é relevante para o aprendente/aluno construir o seu conhecimento, e que pode mudar de momento para momento”.
    6. 6. … pode apenas ser localizado e delimitado até certo ponto; … é planeado tendo em conta o que o professor/designer instrucional considera relevante para a experiência de aprendizagem dos aprendentes. “ quando um designer[ou professor] desenha um contexto de aprendizagem, podemos afirmar que o contexto é aquilo que sente que é relevante para a experiência de aprendizagem do aprendente/aluno. ”
    7. 7. criação partilha construção conteúdos colaboração software social recriação interacção informação tecnologia plataforma revolução social wikis blogs tags
    8. 8. De utilizadores passivos para utilizadores activos, que criam a própria Web. “ It’s made of people, it’s not conten t” (Jarvis, in Owen et al. , 2006:9).
    9. 9. Desenvolve-se em 4 fases: o professor/ designer instrucional cria o espaço e torna-o acessível; planeia tarefas de socialização e de construção do conhecimento; desenha as novas tarefas de acordo com a evolução do contexto; conclui sobre esta mesma evolução, tendo em conta os objectivos gerais previamente definidos.
    10. 10. como espaços de discussão através de comentários aos artigos colocados por toda a comunidade envolvente. o professor ou o designer instrucional cria o espaço e torna-o acessível.
    11. 11. <ul><ul><ul><ul><ul><li>como ferramentas de criação e edição de páginas Web, que </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>promovem a construção colaborativa de conhecimento. </li></ul></ul></ul></ul></ul>o professor ou o designer instrucional cria o espaço e torna-o acessível.
    12. 12. o professor ou o designer instrucional cria o espaço e torna-o acessível. onde a criação da comunidade de aprendizagem é promovida por uma forte presença social.
    13. 13. <ul><li>O contexto pode apenas ser planeado e previsto até certo ponto, já que depende do rumo que este tomar (Figueiredo & Afonso); </li></ul><ul><li>A planificação não pode ser rígida para não comprometer a evolução do contexto; </li></ul><ul><li>Deverá promover a construção de uma comunidade de aprendizagem. </li></ul>planeia tarefas de socialização e de construção do conhecimento.
    14. 14. <ul><li>O prof/tutor disponibiliza novas tarefas de acordo com a importância dada a um determinado tema e/ou ferramenta; </li></ul><ul><li>Esta filosofia enquadra-se numa perspectiva Web 2.0, naquilo que é classificado por O’ Reilly (2005) como o </li></ul><ul><li>“ perpetual beta” . </li></ul>desenha as novas tarefas de acordo com a evolução do contexto.
    15. 15. Reflexão sobre o contexto conclui sobre a evolução do contexto. Balanço final sobre as aprendizagens realizadas
    16. 16. Contexto Web 2.0
    17. 17. Contexto Web 2.0 “ (…) verifiquei que estamos envolvidos, ou seja, fazemos parte do contexto de aprendizagem. Estamos a aprender a aprender, a explorar, a construir, a interagir com o grupo turma e com o(s) professor(es). Os próprios conteúdos (…) são apresentados e explorados pelos próprios estudantes (…)” “ Verificou-se que se processou a construção do conhecimento relativamente ao conceito de Web 2.0 através do próprio contexto, em que eu e (…) os meus colegas (…) participamos activamente na construção do conteúdo através dos nossos comentários, opiniões, reflexões, inserção de vídeos, músicas, links e fotos.” “ (…) se à partida é o contexto que propicia uma cultura de colaboração e interacção social, somos nós, através dessa colaboração e interacção, que o vamos esculpindo, moldando, dando-lhe uma identidade própria. (…) nós somos partes integrantes do contexto. Ou melhor, nós somos contexto.” Reflexões…
    18. 18. Construção Criação Partilha Colaboração Interacção Socialização Cultura Informação
    19. 19. Nelson Jorge [email_address] Lina Morgado [email_address]

    ×