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Web 2.0  A Web caracteriza-se por facilitar a colaboraçãoe a interacção social.  As suas funcionalidades baseiam-se na criação de comunidades em que os indivíduos se juntam para interagir, colaborar e construir conhecimento “theinterconnected Web”). A emergência do paradigma da sociedade da informação e do conhecimento e o aspecto colaborativo, comunicativo, criativo e social da Web 2.0 vai de encontro à filosofia emergente quanto àquilo que deverão ser as FINALIDADES da educação: ,[object Object]
Formar alunos capazes de agir como inovadores e criadores de conhecimento;
Desenvolver competências sociais e tecnológicas que lhes permitam colaborar com outros em meios ricos do ponto de vista digital e da informação e continuarem a ser aprendentes ao longo da vidaNOVAS PRÁTICAS EDUCACIONAIS DEVERÃO PRIVILEGIAR  a colaboração, a reflexão… em detrimento da aquisição de conteúdos. A escola de hoje deve afastar-se da lógica dos conteúdos (que são importantes) para se transformar numa ESCOLA DE CONTEXTOS, pois são estes que oferecem a estrutura.  O professor, mais do que um transmissor de conhecimentos, será aquele que propiciará os contextos de aprendizagem que permitam que o aluno … dê sentido aos conteúdos,  crie o seu próprio saber, o operacionalize e os torne utilizáveis.
As tecnologias digitais, em especial aquela que permitem o trabalho colaborativo, apresentam inúmeras possibilidades, por possibilitarem novas e alargadas formas de interacção, que transpõem as fronteiras da sala de aula. COMUNIDADES DE APRENDIZAGEM como “ambiente”, que se desenvolve a partir da teoria da “APRENDIZAGEM COMO PARTICIPAÇÃO”  A adequação do indivíduo ao exigente mercado de trabalho e a necessidade de formação pessoal, intelectual e social – são motivos para a necessidade de desenvolver competências na comunicação da escrita a distância É necessário insuflar alguma inovação e mudança no actual ensino – escrita colaborativa à distância Um estudo da Futurelab (2006) refere que a WEB 2.0 conduzirá ao E-learning 2.0, potenciando o desenvolvimento de práticas educacionais que colocam o aluno no centro, através da criação de experiências colaborativas de aprendizagem. Começando, talvez, a fazer sentido falar-se de c-learning (community-learning; communicative-learning ou collaborativelearning) que tem premissa da aprendizagem enquanto processo social. A escola hoje precisa de ser uma escola de vida no campo das TIC. Estas trazem consigo novas formas de expressão, novos instrumentos cognitivos, constituem-se como fontes abertas de informação e multiplicam a possibilidade de educação e formação, fora dos muros tradicionais e fixos da escola, esbatendo a diferença entre locais de trabalho, de vida e de estudo. Os alunos têm enormes benefícios de partilhar o seu trabalho com os outros, quer em termos de competências que desenvolvem ao fazê-lo (comunicação e colaboração) quer em termos do conhecimento que constroem. Web 2.0
ALUNO Escrita ColaborativaPerspectiva Processual  PROF.   Visa a construção colectiva de textos; Fortalecer a interacção entre os membros do grupo; Produto final mais rico; Abrange perspectivas cognitivas, psico-sociais e culturais diversas. Favorece a interacção social; Oportunidade para reflexão sobre a opinião dos outros;   Aceitação de críticas, respeito mútuo e reciprocidade – trabalho em grupo desenvolve a tolerância e a flexibilidade nos alunos; Alunos aprendem a partilhar responsabilidades, organizar e dividir tarefas, potenciando as suas capacidades. Escolha do Ensino a Distância, motivos:  ,[object Object]
A formação à distância está a ganhar terreno na formação pós-graduada e na formação inicial.
A aprendizagem à distância potencia o desenvolvimento da competência da escrita
Programa: WEB CT – fórum de discussão, chat, e-mail, várias páginas de organização de conteúdos – os alunos encontravam ainda disponíveis todas as tarefas de escrita a efectuar, bem como todos os documentos necessários à realização das tarefas.
ASPECTOS INOVADORES: a) escrita ; b) trabalho colaborativo; c) aprendizagem a distância
Passa a ser Moderador,facilitador, companheiro. * Tem um PAPEL mais ACTIVO e RESPONSÁVELpela SUA própria APRENDIZAGEM. * Cria mais AUTOCONFIANÇA e VONTADE DE APRENDER, desenvolvendo SKILLS SOCIAISe de APRENDIZAGEMe proporcionando CONSTRUÇÕES COGNITIVASatravés da INTERACÇÃO EM GRUPO. INOVAÇÃO NO TRABALHO COLABORATIVO  Grupo valorizava o trabalho final uma vez que cada um contribuía com as suas ideias e perspectivas Audiência é importante – cria a consciência do registo certo, coesão, coerência e outros aspectos Definição de papeis específicos foi importante – maior responsabilidade. INOVAÇÃO NO TRABALHO A DISTÂNCIA Trabalhar no processador de texto – utilidade do corrector ortográfico 2. Oportunidade extra de aprendizagem: pesquisas, treinar os conhecimentos na Internet, experimentar um novo ambiente de aprendizagem 3. Opiniões paradoxais relativamente à gestão de tempo -> coordenação com outras disciplinas 4. Foi mais fácil rever textos alheios à distância permitindo mais tempo para reflexão, para estruturação de ideias, contribuindo para a revisão mais cuidada e pensada do que anteriormente. Modelo de Escrita focalizado mais no PROCESSO do que no produto final VANTAGENS: ,[object Object]
 Permite uma maior flexibilidade e gestão de tempo de acordo com o ritmo de cada um;
 Permite mais tempo de reflexão e estruturação de ideias contribuindo para uma revisão mais cuidada dos textos que pode ser escrita e reescrita quantas vezes for necessário até chegar à versão final.
Cruzamento de 3 áreas: escrita processual, colaboração e aprendizagem à distância
Desenvolve competências nos alunos + introdução de inovação na sala de aulaWilliams – sublinha a importância de o professor acompanhar os alunos ao longo do processo de escrita.1ª Fase : Pré-escrita (geração de ideias e conhecimentos sobre o tema em causa incluindo escrita livre e discussão). 2ª Fase : Planificação (reflexão sobre o material produzido e é iniciada a primeira versão do texto – mero esboço) Fases Posteriores : Pausa e leitura do texto produzido, revisão e reformulação do texto Fase Final : Publicação do texto e partilha com os leitores.
E-PoretfóliosPlataforma Moodle Instrumento de avaliação potenciador da mudança de práticas pedagógicas  Escolha do Moodle (por ser plataforma disponível na Escola) Regula os momentos e processos da aprendizagem do aluno  Promove a actividade reflexiva do aluno  Promove a comunicação/interacção entre alunos/professores e eventualmente pais  Ao alterarem-se os objectivos, as metodologias e os conteúdos de um currículo, a avaliação também tem de ser reformulada – a recolha de dados não deve basear-se unicamente em testes de avaliação tradicionais mas apoiar-se em diversas fontes de evidência observadas pelo professor de forma a observar-se COMPETÊNCIAS no aluno.  E-PORTFÓLIOS permite a mudança nas práticas pedagógicas – diversificando-se os momentos de avaliação. Comunicação + produção de relatórios escritos onde os alunos descrevem procedimentos e atitude face à actividade desenvolvida (descrição das dificuldades, por exemplo). Portfólio: representa o trabalho que o aluno coleccionou e seleccionou ao longo de um determinado período de tempo, bem como as suas reflexões relativas a cada trabalho produzido e/ou relativas a todo o portfólio.  São instrumentos de aprendizagem e de avaliação que têm o mérito de conseguir que : O aluno se envolva nas sua avaliação (AUTO-AVALIAÇÃO) Que o aluno reflicta sobre a sua avaliação (METACOGNIÇÃO) Para depois empreender acções para a melhorar (AUTO-REGULAÇÃO) Havendo um frequente e célere feedback entre o professor e o aluno  As potencialidades dos portefólios são acrescidas quando a tecnologia de suporte for a WEB. Web Portefólios acrescentam ao ambiente de aprendizagem a possibilidade de momentos de partilha e colaboração entre todos os alunos de uma turma ou entre uma Comunidade de Aprendizagem mais alargada, privilegiando a motivação do aluno e o seu envolvimento na construção do seu conhecimento e potenciando-lhe condições favoráveis à construção de um portefólio reflexivo em INTERACÇÃO SOCIAL com os membros da comunidade.
E-PoretfóliosPlataforma Moodle Procedimentos: ,[object Object]
 Produção de relatórios escritos
 Vários momentos de aprendizagem – alunos desenvolvem trabalhos que são corrigidos, com indicações ou correcção de erros
 Existência de actividades que proporcionam a participação de TODOS os alunos, impedindo a exclusão de alunos que revelassem falta de pré-requisitos

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  • 1.
  • 2. Formar alunos capazes de agir como inovadores e criadores de conhecimento;
  • 3. Desenvolver competências sociais e tecnológicas que lhes permitam colaborar com outros em meios ricos do ponto de vista digital e da informação e continuarem a ser aprendentes ao longo da vidaNOVAS PRÁTICAS EDUCACIONAIS DEVERÃO PRIVILEGIAR a colaboração, a reflexão… em detrimento da aquisição de conteúdos. A escola de hoje deve afastar-se da lógica dos conteúdos (que são importantes) para se transformar numa ESCOLA DE CONTEXTOS, pois são estes que oferecem a estrutura. O professor, mais do que um transmissor de conhecimentos, será aquele que propiciará os contextos de aprendizagem que permitam que o aluno … dê sentido aos conteúdos, crie o seu próprio saber, o operacionalize e os torne utilizáveis.
  • 4. As tecnologias digitais, em especial aquela que permitem o trabalho colaborativo, apresentam inúmeras possibilidades, por possibilitarem novas e alargadas formas de interacção, que transpõem as fronteiras da sala de aula. COMUNIDADES DE APRENDIZAGEM como “ambiente”, que se desenvolve a partir da teoria da “APRENDIZAGEM COMO PARTICIPAÇÃO” A adequação do indivíduo ao exigente mercado de trabalho e a necessidade de formação pessoal, intelectual e social – são motivos para a necessidade de desenvolver competências na comunicação da escrita a distância É necessário insuflar alguma inovação e mudança no actual ensino – escrita colaborativa à distância Um estudo da Futurelab (2006) refere que a WEB 2.0 conduzirá ao E-learning 2.0, potenciando o desenvolvimento de práticas educacionais que colocam o aluno no centro, através da criação de experiências colaborativas de aprendizagem. Começando, talvez, a fazer sentido falar-se de c-learning (community-learning; communicative-learning ou collaborativelearning) que tem premissa da aprendizagem enquanto processo social. A escola hoje precisa de ser uma escola de vida no campo das TIC. Estas trazem consigo novas formas de expressão, novos instrumentos cognitivos, constituem-se como fontes abertas de informação e multiplicam a possibilidade de educação e formação, fora dos muros tradicionais e fixos da escola, esbatendo a diferença entre locais de trabalho, de vida e de estudo. Os alunos têm enormes benefícios de partilhar o seu trabalho com os outros, quer em termos de competências que desenvolvem ao fazê-lo (comunicação e colaboração) quer em termos do conhecimento que constroem. Web 2.0
  • 5.
  • 6. A formação à distância está a ganhar terreno na formação pós-graduada e na formação inicial.
  • 7. A aprendizagem à distância potencia o desenvolvimento da competência da escrita
  • 8. Programa: WEB CT – fórum de discussão, chat, e-mail, várias páginas de organização de conteúdos – os alunos encontravam ainda disponíveis todas as tarefas de escrita a efectuar, bem como todos os documentos necessários à realização das tarefas.
  • 9. ASPECTOS INOVADORES: a) escrita ; b) trabalho colaborativo; c) aprendizagem a distância
  • 10.
  • 11. Permite uma maior flexibilidade e gestão de tempo de acordo com o ritmo de cada um;
  • 12. Permite mais tempo de reflexão e estruturação de ideias contribuindo para uma revisão mais cuidada dos textos que pode ser escrita e reescrita quantas vezes for necessário até chegar à versão final.
  • 13. Cruzamento de 3 áreas: escrita processual, colaboração e aprendizagem à distância
  • 14. Desenvolve competências nos alunos + introdução de inovação na sala de aulaWilliams – sublinha a importância de o professor acompanhar os alunos ao longo do processo de escrita.1ª Fase : Pré-escrita (geração de ideias e conhecimentos sobre o tema em causa incluindo escrita livre e discussão). 2ª Fase : Planificação (reflexão sobre o material produzido e é iniciada a primeira versão do texto – mero esboço) Fases Posteriores : Pausa e leitura do texto produzido, revisão e reformulação do texto Fase Final : Publicação do texto e partilha com os leitores.
  • 15. E-PoretfóliosPlataforma Moodle Instrumento de avaliação potenciador da mudança de práticas pedagógicas Escolha do Moodle (por ser plataforma disponível na Escola) Regula os momentos e processos da aprendizagem do aluno Promove a actividade reflexiva do aluno Promove a comunicação/interacção entre alunos/professores e eventualmente pais Ao alterarem-se os objectivos, as metodologias e os conteúdos de um currículo, a avaliação também tem de ser reformulada – a recolha de dados não deve basear-se unicamente em testes de avaliação tradicionais mas apoiar-se em diversas fontes de evidência observadas pelo professor de forma a observar-se COMPETÊNCIAS no aluno. E-PORTFÓLIOS permite a mudança nas práticas pedagógicas – diversificando-se os momentos de avaliação. Comunicação + produção de relatórios escritos onde os alunos descrevem procedimentos e atitude face à actividade desenvolvida (descrição das dificuldades, por exemplo). Portfólio: representa o trabalho que o aluno coleccionou e seleccionou ao longo de um determinado período de tempo, bem como as suas reflexões relativas a cada trabalho produzido e/ou relativas a todo o portfólio. São instrumentos de aprendizagem e de avaliação que têm o mérito de conseguir que : O aluno se envolva nas sua avaliação (AUTO-AVALIAÇÃO) Que o aluno reflicta sobre a sua avaliação (METACOGNIÇÃO) Para depois empreender acções para a melhorar (AUTO-REGULAÇÃO) Havendo um frequente e célere feedback entre o professor e o aluno As potencialidades dos portefólios são acrescidas quando a tecnologia de suporte for a WEB. Web Portefólios acrescentam ao ambiente de aprendizagem a possibilidade de momentos de partilha e colaboração entre todos os alunos de uma turma ou entre uma Comunidade de Aprendizagem mais alargada, privilegiando a motivação do aluno e o seu envolvimento na construção do seu conhecimento e potenciando-lhe condições favoráveis à construção de um portefólio reflexivo em INTERACÇÃO SOCIAL com os membros da comunidade.
  • 16.
  • 17. Produção de relatórios escritos
  • 18. Vários momentos de aprendizagem – alunos desenvolvem trabalhos que são corrigidos, com indicações ou correcção de erros
  • 19. Existência de actividades que proporcionam a participação de TODOS os alunos, impedindo a exclusão de alunos que revelassem falta de pré-requisitos
  • 20. Esclarecer os alunos sobre o que se pretende especificamente em cada relatório
  • 21.
  • 22. Melhor organização – possibilidade de se estabelecerem conexões entre as ideias e as reflexões dos alunos.
  • 23. Permitem um melhor registo do envolvimento dos alunos nos ambientes de aprendizagem.
  • 24. Criam condições para um eficaz feedback entre o professore e o aluno
  • 25. Existência de múltiplos momentos de partilha e colaboração entre uma Comunidade de Aprendizagem (turma ou toda a WEB)
  • 26. Os portefólios digitais facilitam a estruturação do mesmo ao incluírem uma componente de “repositório digital” dos trabalhos dos alunos e um local próprio de reflexão constituindo o seu “portefólio reflexivo”, conectado ao seu repositório digital e à sua Comunidade de Aprendizagem Virtual, de forma que a construção do portefólio não seja solitária
  • 27. Facilidade de acesso e divulgação, por se encontrarem disponíveis na online na Internet, o que motiva e envolve o aluno na construção e manutenção do seu portefólio
  • 28.
  • 29. Portefólios diferentes para cada disciplina sem continuidade
  • 30. Trabalho muito solitário, feedback limitado a comentários e a classificações
  • 31.
  • 32. “Pasta de Colecção da Moodle” – repositório digital para armazenamento dos trabalhos dos alunos
  • 33. “My Portefólio” – ferramenta específica para construção de portefólios digitais onde os alunos incorporavam os artefactos que escolheram
  • 34. Alunos trabalhavam em díadas para possibilitar a colocação de todos os trabalhos na pasta (trabalho de grupo) - a selecção e reflexão (individual) – My portefólio
  • 35. PROFESSORA: * Feedback regular * Criou GUIÕES para auxiliar nas distintas fases do portefólio: coleccionar, seleccionar e reflectir.
  • 36. E-PoretfóliosPlataforma Moodle SÍNTESE Mudanças efectivas de práticas pedagógicas – sentidas pela professora e alunos AO NÍVEL DA AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM (relatórios escritos, ênfase na comunicação, valorização do trabalho de grupo, promoção de momentos de discussão e envolvimento dos alunos em projectos e investigações) AO NÍVEL DA DINÂMICA DE SALA DE AULA (presença constante da tecnologia alargou os momentos de partilha, de comunicação e colaboração para fora da sala de aula e promoveu o desenvolvimento de mais competências a nível das TIC por parte dos alunos e professora. O programa dos portefólios electrónicos na Moodle Apoiou os alunos na aprendizagem e no estudo da disciplina, de uma forma mais continuada, proporcionando mais ritmo de estudo, incentivando os alunos a um estudo mais continuado. A acessibilidade e visibilidadedas “pastas de colecção” dos alunos proporcionaram a todos um melhor conhecimento sobre o que se encontravam a aprender. O feedback imediato utilizado pela professora (comentários) em relação aos trabalhos que eram enviados para a “pasta de colecção” permitiu que os alunos compreendessem o que ainda poderiam fazer ou o que ainda tinham de aprender. Favoreceu a capacidade reflexiva do aluno, possibilitando-lhe um espaço próprio de reflexão, no qual podia registar as suas motivações e as suas melhores realizações Sugestões: Introdução de e-portefólios ao longo de todo o ciclo de escolaridade Possibilidade de utilização de portefólios digitais como forma alternativa de ensino, aprendizagem e avaliação de alunos com dificuldades de aprendizagem, particularmente os que são indicados para “aulas de apoio” Possibilidade de desenvolvimento de portefólios inter ou trans-disciplinares.
  • 37.
  • 38. Rapidez com as páginas são criadas e ou alteradas;
  • 39. Abertas a todo o público;
  • 40. Podem se alteradas por utilizadores visitantes ao longo do tempo, de modo a corrigir os erros, complementar ideias ou inserir novas informações;
  • 41. Actualiza-se graças à colectividade e beneficiando do conhecimento de todos;
  • 42. Potenciam a comunicação e a troca de ideias entre os diversos membros de uma comunidade, estimulando o desenvolvimento do trabalho colaborativo/cooperativo;
  • 43. Permite que os conteúdos estejam acessíveis de forma ubíqua.
  • 44. Facilmente vandalizado, sendo o seu conteúdo substituído – controlo é normalmente feito pela própria comunidade que partilha a sua utilização.
  • 45. Software colaborativo que permite a edição colectiva de documentos usando um sistemas que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação
  • 46. Banco de Dados com informações diferentes (textos, links, imagens, …) que permite a construção diferenciada de conhecimentos.
  • 47. Pode conter ferramentas hipertextuais com ligações para outras páginas (links);
  • 48. Os mais simples permitem apenas a formatação básica, no entanto, os mais complexos suportam tabelas, imagens e mesmo elementos interactivos (votações, jogos, etc.);
  • 49. Escrita Colaborativa: permite que cada interveniente dê o seu contributo acerca de determinado tema, editando-o no sentido de o melhorar e o tornar mais preciso.
  • 50.
  • 51. É uma ferramenta de fácil e rápida implementação e utilização, uma vez que vários sites de alojamento – Blogger e Wordpress – disponibilizam gratuitamente vários modelos padrão (layouts) cuja aplicação decorre de forma bastante intuitiva, requerendo apenas uma ligação à Internet e conhecimentos básicos de Internet.
  • 52. Os alunos mostram uma boa receptividade e familiaridade com a Internet e os Blogues.
  • 53. Facilidade de arquivamento e grande quantidade de espaço de informação memorizada.
  • 54. Permite grande variedade de temáticas, a diversidade de autores (um ou mais), o controle dos visitantes (restrita a alguns ou aberta a todos), a inclusão ou não de comentários aos conteúdos dos posts– aspecto que fomenta a interacção entre os intervenientes sob a forma de manutenção de debates reais através de um meio virtual, proporcionando a abertura da escola ao mundo.
  • 55.
  • 56. Enquanto PROFESSORA Deve ser primeiramente concebido como recurso pedagógico (espaço de acesso a informação especializada no domínio da disciplina); Posteriormente um processo gradual de aprendizagem/formação, como possível estratégia pedagógica (espaço de debate, intercâmbio, colaboração e integração). Conjunto de Considerações Primordiais PROFESSOR-AUTOR: planificação prévia e atempada, pormenorizada e cuidada que permita uma ligação/articulação útil e positiva entre os conteúdos programáticos e objectivos da disciplina, aos conteúdos do blogue. PROFESSOR-ALUNOS: Gestão correcta do tempo disponível na escola e em casa e facilidade de acesso à Internet nestes locais. ARTICULAÇÃOeficaz entre informação disponibilizada no blogue e as práticas na sala de aula – métodos de estudo e sua aplicação. INTERVENÇÃO REGULAR: na colocação de conteúdos, dinamizando-o activamente. Criar FORMAS DE INCENTIVO e MOTIVAÇÃOnos alunos para visitas frequentes ao Blogue, evitando assim a sua descontinuidade. Promover junto dos alunos um breve “guia de visita” focando a importância de questões como; Gestão dos tempos; Métodos e organização pessoal; Apresentação dos objectivos do Blogue como complemento às práticas na Sala de Aula. Dois conceitos fundamentais subjacentes a este estudo: EDUCAÇÃO EM CIÊNCIA: tendo como principal meta a aquisição de literacia científica TRABALHO COLABORATIVO com recurso à Internet, como meio de a alcançar. Para além do conceito de LITERACIA CIENTÍFICA, uma outra ideia fundamental é a de Ciência para todos, e não apenas para os cientistas. A modalidade didáctica adoptada neste trabalho para a promoção da educação em ciência, é a discussão em grupo (mediada pelo professor), online e off-line, tentando simular discussões e debates de ideias semelhantes aos que acontecem em grupos de trabalho ou em pequenas comunidades de investigação na nossa sociedade. Apontou-se assim para a adopção de MODELOS COLABORATIVOS que implicam o CONTACTO SOCIAL e se baseiam na CONECTIVIDADE com os pares e professores (conhecimento distribuído). METODOLOGIA Metodologia QUALITATIVA para recolha e tratamento de dados que inclui OBSERVAÇÕES E NOTAS DE CAMPO, registos escritos diários dos alunos, gravações de áudio e vídeo e um questionário final individual Os dados foram analisados tentando apurar de que modo o uso integrado da Internet, enquanto fonte de informação e recurso partilhado pela comunidade, suportou e fomentou interacções comunicacionais, a colaboração e produção conjunta -> relacionando estas características com a construção de Identidade de uma Comunidade de Aprendizagem Blogs
  • 57.
  • 58. A contextualização da aprendizagem, através de hiperlinksenriquece a experiência da aprendizagemO’Donnell: blogging como parte de um conjunto de “práticas ciberculturais” que remetem para novas formas de fazer e pensar. Sugere a utilização do blogging numa perspectiva transversal do curriculum Wrede: a inerente criatividade do blogging e o ambiente aberto ao desenvolvimento de tópicos permite aos estudantes dirigir a sua própria aprendizagem de modo que transcende o currídulo existente, desenvolvendo autonomia, criatividade e colaboração.
  • 59.
  • 60. Também foi feita uma breve introdução e contextualização da unidade didáctica… cada grupo optou por um conjunto de questões.
  • 61. OBJECTIVO: construir um recurso partilhado pela comunidade = blog colectivo da turma.
  • 62. Os alunos elaboravam postsrelativos às pesquisas em curso, comunicavam ideias, pediam ajuda
  • 63. Oblogsustentou e potenciou a comunicação intergrupos, contribuindo para a partilha de informação e construção de conhecimentos.
  • 64. Momentos diferentes – aulas de pesquisa intercaladas com aulas de paragem para discussão do ponto de situação e informação recolhida na Internet= CARACTER FORMATIVO E DE REFLEXÃO
  • 65. Ao longo das sessões de pesquisa, a professora para além de monitorizar o blog, foi circulando pelos grupos questionando informalmente os grupos quanto às suas investigações, no sentido de apurar, orientar e/ou aprofundar os seus entendimentos acerca dos assuntos em estudo e de melhorar a qualidade das entradas no blog.
  • 66.
  • 67. Estimulou o desenvolvimento de competências de escrita, questionamento e comentários de informação: partilha social, intelectualBlogs
  • 68. VANTAGENS: POSSIBLIDADE DE PARTILHAR QUER A NÍVEL SOCIAL, QUER INTERLECTUAL ATRAVÉS DA COMUNICAÇÃO COM O FOCO DE APRENDER DESVANTAGENS:NÃO ESTAREM EM CONTACTO DIRECTO E CREDIBILIDADE DA INFORMAÇÃO ASPECTOS CARACTERÍSTICOS DE UMA COMUNIDADE DE APRENDIZAGEM: Relações interpessoais sustentadas, de harmonia ou de conflito Rápido fluxo de informação e propagação da inovação (contributos continuos) Modos partilhados de fazer coisas Desenvolvimento de ferramentas específicas SÍNTESE Importância do Contexto – dificuldades (ou não) de ordem técnica O blog como elemento agregador da comunidade (espaço de aprendizagem e desenvolvimento da comunidade) Este tipo de abordagem é facilitadora e potenciadora da aprendizagem A elaboração de sínteses e comentários para publicação a partir de texto seleccionado -> mobiliza competências bastante sufisticadas Os alunos construíram o seu próprio elemento de estudo e estruturaram-no de forma inteligível e compreensível para todos = muito tempo Fundamental o acompanhamento regular por parte do professor e discussão em turma acerca da informação recolhida e publicada O blog funcionou como espaço identitário da turma porque foi produto de um esforço conjunto e solidário para aprender ciência. O blog foi a face visível do sentido de identidade (identificação do blog com um símbolo e um nome, que exprimisse a sua identidade enquanto alunos participante neste “projecto”. Crescente cuidado na qualidade dos posts-> alunos sentiam-se responsáveis pela sua aprendizagem e pela dos pares, reconhecendo-se como interdependentes e enquanto recursos importantes uns para os outros. RESULTADOS: Reconhecimento de um propósito comum (aprender) Melhoria e sustentabilidade das relações interpessoais Rápido fluxo de informação Modos partilhados de fazer coisas juntos Bom conhecimento mútuo entre os alunos e construção de ferramentas específica da comunidade. AQUISIÇÃO DE LITERACIA CIENTÍFICA: pesquisa e selecção de informação em função de questões específica; comunicação escrita e oral; discussão de ideias e factos científicos, colaboração e participação competente em empreendimentos valorizados socialmente. Blogs
  • 69.
  • 70.
  • 72. Rapidez de distribuição, acesso e alteração de informação e conteúdos
  • 73. Facilidade de organização e armazenamento de recursos e conteúdos
  • 75. Redução do consumo do papele consumíveis
  • 76. Segurança, estabilidade e possibilidade de desenvolvimento da plataforma
  • 78. Meio facilitador de disponibilização e partilha de informação e conteúdos:
  • 79. Disponibilização de conteúdos, materiais, documentos, actividades
  • 80. Partilha de informação, conhecimentos e interesses
  • 81. Organização e centralização de documentos e informação
  • 83. Facilitador de Comunicação e interacção entre utilizadores:
  • 84. Possibilidade de interacção/comunicação entre alunos e professores
  • 85. Possibilidade de comunicação entre professores
  • 87.
  • 89.
  • 90. Motivação , disponibilidade e interesse dos professores pelas TIC
  • 91. Curiosidade, espírito inovado e criativo de professores e alunos
  • 92.
  • 93. Estímulo e motivação e gosto dos alunos pela aprendizagem
  • 94. Desenvolvimento de novas estratégias e metodologias de ensino
  • 95. Aumento da eficácia no processo de ensino e sucesso escolar
  • 96.
  • 97. Apoio técnico à escola e professores
  • 98. Desenvolvimento de iniciativas de divulgação da plataforma
  • 99. Apoio, envolvimento e utilização por parte dos órgãos de gestão
  • 100. Apoio dos professores do grupo de informática
  • 101.
  • 102. Acesso e disponibilização de equipas TIC no espaço escolar
  • 103.
  • 105.
  • 106.
  • 107. Reduzida velocidade e instabilidade da Internet
  • 109. Equipamentos e software desactualizados
  • 111. Falta de recursos humanos para o apoio técnico
  • 112.
  • 113.
  • 114. Limitações no upload de ficheiros e de espaço disponível nos servidores da plataforma
  • 115. Existência de poucos conteúdos pré concebidos e de exemplos de boas práticas
  • 116. Dificuldades ao nível da administração da plataforma
  • 117. Dificuldades na gestão da plataforma e edição das disciplinas
  • 118.
  • 120.
  • 121. Défice de competências básicas em TIC por parte dos professores
  • 122. Falta de conhecimentos das potencialidades da plataforma
  • 123. Dificuldades em utilizar as TIC em sala de aula de forma inovadora
  • 124.
  • 125. Maior rapidez e estabilidade no acesso à plataforma
  • 126.
  • 127. Maior interesse, motivação e adesão dos professores
  • 128. Maior disponibilidade de tempo dos professores para formação e auto-exploração
  • 129. Formação mais virada para a aquisição de estratégias inov. de ensino e para o desenvolv. de conteúdos digitais
  • 130.
  • 131. Rede internet Wireless com maior largura de banda, estável e disponível em todas as salas
  • 132. Maior reconhecimento em crédito horário para os profs. ao nível da gestão e organização + horas para des. recursos
  • 133. Divulgação, sensibilização e promoção do uso da plataforma
  • 134.
  • 135. Organizar e partilhar os recurso produzidos por professores e alunos
  • 136. Promover a partilha e difusão de informação
  • 138. Aumentar a adesão/participação dos alunos às TIC
  • 139. Desenvolver competências dos professores na utilização das TIC
  • 140. Estimular a atenção e interesse dos professores relativamente à exploração educativa das TIC
  • 141. O uso de uma única plataforma na comunidade de uma escola evita e combate a dispersão de informação e a multiplicação de espaços on-line, para comunicação e trabalho entre os seus elementos
  • 142. As plataformas ajudam a aumentar/fomentar a atenção e interesse dos alunos pelos conteúdos escolares
  • 143. Promovem a partilha e difusão de informação
  • 144.
  • 145. Sobrecarregar o trabalho dos professoresEXIGE A ADOPÇÃO DE NOVAS PRÁTICAS DE TRABALHO E HÁBITOS E APRENDIZAGEM EM AMBIENTE VIRTUAL -> NECESSÁRIO CRIAÇÃO DE CONDIÇÕES QUE FACILITAM A SUA ADOPÇÃO MOODLE: SOFTWARE LIVRE, GRATUITO E DE CÓDIGO ABERTO = DESENVOLVIMENTO DE NOVOS MÓDULOS QUE CONTEMPLEM FUNCIONALIDADES QUE SE CONSIDEREM NECESSÁRIAS INTEGRAR NUMA PLATAFORMA DE GESTAO DE APRENDIZAGENS EM CONTEXTO ESCOLAR NECESÁRIO ESTIMULAR O DESENVOLVIMENTO DE ACTIVIDADES, INICIATIVAS, COM VISTA A REFORÇAR A INTEGRAÇÃO E PARTICIPAÇÃO DE TODOS OS ELMENTOS DA ESCOLA – DESENVOLVIMENTO DE ESTRATÉGIAS DE ACTUAÇÃO CONCERTADAS E INTENCIONAIS PELOS ORGÃO DE GESTÃO DEVE SER ESTIMULADA A INTEGRAÇÃO DE PROFESSORES E ALUNOS NOS ESPAÇOS DIGITAIS (PLATAFORMAS), INSCRIÇÃO E POSTERIOR INTEGRAÇÃO COM O DESENVOLVIMENTO DE ACTIVIDADES DEVE SER EFECTUADA FORMAÇÃO QUE AJUDE OS PROFESSORES A ULTRAPASSAREM O DESCONFORTO QUE SENTEM AO UTILIZAR A FERRAMENTA E USO DE NOVAS TECNOLOGIAS E INTERNET CRIAÇÃO DE GRUPOS DE TRABALHO DE ACORDO COM AS VÁRIAS ÁREAS CURRICULARES : ORGANIZAÇÃO, ELABORAÇÃO, PARTILHA E EXPLORAÇÃO DE RECURSOS E ACTIVIDADES CRIAÇÃO DE ESPAÇOS DE TRABALHO E INTERACÇÃO PARA APOIO AO TRABALHO COLABORATIVO E COOPERATIVO ENTRE ALUNOS – SUPORTE A ACTIVIDADES FOMENTAR A COMUNICAÇÃO, INTERACÇÃO, DINAMISMO E COLABORAÇÃO – ALUNOS, PROFESSORES, E OUTROS ACTORES EDUCATIVOS
  • 146.
  • 147. Desenvolver nos alunos competências transversais baseadas na colaboração
  • 148. Permitir que o currículo se (re) construa de forma mais interdisciplinar e integrada
  • 149. Efeitos positivos ao nível da interacção social e da colaboração que estimulando a actividade, tornam a aprendizagem mais realista e aumentam a motivação
  • 150. Permitir aos alunos aprender melhor – mas para isso é necessário despertar a vontade de aprender e participar activamente no processo de aprendizagem
  • 151.
  • 152. A construção de significado requer não só a compreensão da “globalidade” como das “partes” que a constituem. As partes devem ser compreendidas como integradas no “contexto” da “globalidade”. O processo de aprendizagem deve portanto centrar-se nos “conceitos primários” e não nos “factos isolados”
  • 153. Para se poder ensinar é necessário conhecer os modelos mentais que os alunos utilizam na compreensão do mundo que os rodeia e os pressupostos que suportam esses modelos.
  • 154. Aprender é construir o seu próprio significado e não o encontrar nas respostas dadas por alguém
  • 155. Tecnologias não apresentam uma forma única ou padronizada de promover um processo cognitivo, um software educacional, um computador e a internet não conseguem por si só fomentar o desenvolvimento – deve ser encarado como MEIO FACILITADOR a aquisição interessante e eficiente destas formas de conhecimento