SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 1
Baixar para ler offline
Universidade de Pernambuco – UPE
Escola Politécnica de Pernambuco – POLI
Aluno: Matheus Phelipe Alves Pinto
Curso: Eng. Computação Turma: LF Período: 1°2017.2
Disciplina: LPI Professor: Joabe Jesus Data de entrega: 30.08.17
Computadores analógicos e digitais
Um computador analógico se apropria do uso de mecanismos físicos e geralmente
é projetado para um evento em especial, sendo menos versáteis que os digitais, como o
Mecanismo de Anticítera (antikythera), de origem Grega, encontrado no início do século
XX com um propósito bastante peculiar: efetuar previsões astronômicas. Desse modo,
para uma máquina analógica computar, são usados princípios elétricos, mecânicos,
hidráulicos e dentre outros. Seu modo de calcular baseia-se na medição dessas grandezas,
associando a elas “operações matemáticas” – a ação de medir a tensão de queda gerada
por um resistor e multiplicar a força exercida numa engrenagem 5 vezes caso a tensão
exceda a condição proposta pelo projeto de funcionamento, é um exemplo desse uso.
O ato de medir uma grandeza e atribuir a ela um processo interno de acordo com
sua finalidade demonstra a importância do fator físico no uso das informações para as
máquinas analógicas. A grosso modo, podemos notar que enquanto a Máquina de
Anticítera utilizava a rotação de suas engrenagens para a sua computação, o ENIAC
utilizava-se de meios eletroeletrônicos para o cálculo de trajetórias durante a 2ª Guerra
Mundial (1939-1945), sendo um dos computadores mais precisos para a época.
Realizando uma breve comparação, máquinas analógicas não trabalham com
números, e sim realizam analogias com princípios físicos do mundo real, desdobrando
em ações – computadores digitais, de fato, convertem as variáveis para utilizar em um
ambiente que finalmente trabalhe com números e não analogias do ambiente externo.
Apropriando-se das informações, armazenando-as e as manipulando de modo mais exato,
os computadores digitais conseguem um nível de precisão elevado em virtude usarem
sistemas mais concisos e inteligentes de uso das informações, como o sistema binário
utilizado pelos computadores digitais, aprimorado com o uso dos transistores (1955). Em
contrapartida, as máquinas analógicas não são tão precisas quanto as digitais, mesmo que
tenham seus componentes com um fator de erro mínimo. Tal imprecisão se deve ao fato
da margem de erro ser muito maior em computadores analógicos que se apropriam de
fenômenos estritamente naturais para lidar com informações.
Concluindo, portanto, em um fator fundamental que os difere: a automatização
com precisão de atividades computacionais. Computadores analógicos são menos
precisos e apresentam finalidades específicas, sendo menos versáteis que os atuais
digitais, capazes de automatizar processos que antes dependiam de agentes naturais e
humanos para seu funcionamento. Atualmente as máquinas requerem o mínimo de
configuração ou reconfiguração, tomando ações que se moldam às necessidades
requisitadas. No entanto, sem a pesquisa e uso de máquinas que utilizassem princípios
que pudessem fazer analogias para facilitar nossas vidas, solucionando problemas, o
cenário atual não teria máquinas tão ágeis e facilitadoras como os computadores digitais.

Mais conteúdo relacionado

Mais de Matheus Alves

Linguagem C - Arquivos [exercícios]
Linguagem C - Arquivos [exercícios]Linguagem C - Arquivos [exercícios]
Linguagem C - Arquivos [exercícios]Matheus Alves
 
Linguagem C - Alocação Dinâmica [exercícios]
Linguagem C - Alocação Dinâmica [exercícios]Linguagem C - Alocação Dinâmica [exercícios]
Linguagem C - Alocação Dinâmica [exercícios]Matheus Alves
 
Linguagem C - Ponteiros [exercícios]
Linguagem C - Ponteiros [exercícios]Linguagem C - Ponteiros [exercícios]
Linguagem C - Ponteiros [exercícios]Matheus Alves
 
Linguagem C - Recursão [exercícios]
Linguagem C - Recursão [exercícios]Linguagem C - Recursão [exercícios]
Linguagem C - Recursão [exercícios]Matheus Alves
 
Linguagem C - Structs [exercícios]
Linguagem C - Structs [exercícios]Linguagem C - Structs [exercícios]
Linguagem C - Structs [exercícios]Matheus Alves
 
Linguagem C - Strings [exercícios]
Linguagem C - Strings [exercícios]Linguagem C - Strings [exercícios]
Linguagem C - Strings [exercícios]Matheus Alves
 
Linguagem C - Vetores e matrizes [exercícios]
Linguagem C - Vetores e matrizes [exercícios]Linguagem C - Vetores e matrizes [exercícios]
Linguagem C - Vetores e matrizes [exercícios]Matheus Alves
 
Linguagem C - Comandos condicionais [exercícios]
Linguagem C - Comandos condicionais [exercícios]Linguagem C - Comandos condicionais [exercícios]
Linguagem C - Comandos condicionais [exercícios]Matheus Alves
 
Silogismo e subjetividade - breve definição
Silogismo e subjetividade - breve definiçãoSilogismo e subjetividade - breve definição
Silogismo e subjetividade - breve definiçãoMatheus Alves
 
Lista de exercícios - vetores(Alguns gabaritos estão errados)
Lista de exercícios -  vetores(Alguns gabaritos estão errados)Lista de exercícios -  vetores(Alguns gabaritos estão errados)
Lista de exercícios - vetores(Alguns gabaritos estão errados)Matheus Alves
 
Matemática elementar volume 7 (Geometria Analítica)
Matemática elementar volume 7 (Geometria Analítica)Matemática elementar volume 7 (Geometria Analítica)
Matemática elementar volume 7 (Geometria Analítica)Matheus Alves
 
Síntese - O mito da caverna
Síntese - O mito da cavernaSíntese - O mito da caverna
Síntese - O mito da cavernaMatheus Alves
 
Lógica de programação - 3ª edição
Lógica de programação - 3ª edição Lógica de programação - 3ª edição
Lógica de programação - 3ª edição Matheus Alves
 
Apostila de informática básica - PRONATEC
Apostila de informática básica - PRONATECApostila de informática básica - PRONATEC
Apostila de informática básica - PRONATECMatheus Alves
 
Projeto de pesquisa - Automação Residencial
Projeto de pesquisa - Automação ResidencialProjeto de pesquisa - Automação Residencial
Projeto de pesquisa - Automação ResidencialMatheus Alves
 
Relatório acadêmico - Workshop Venha Ser Digital
Relatório acadêmico - Workshop Venha Ser DigitalRelatório acadêmico - Workshop Venha Ser Digital
Relatório acadêmico - Workshop Venha Ser DigitalMatheus Alves
 
Resenha - A Origem da Eletrônica
Resenha  - A Origem da EletrônicaResenha  - A Origem da Eletrônica
Resenha - A Origem da EletrônicaMatheus Alves
 
[Modelo] Proposta de execução de serviço - PES
[Modelo] Proposta de execução de serviço - PES[Modelo] Proposta de execução de serviço - PES
[Modelo] Proposta de execução de serviço - PESMatheus Alves
 
[Modelo] Proposta técnica para prestação de serviços de desenvolvimento
[Modelo] Proposta técnica para prestação de serviços de desenvolvimento[Modelo] Proposta técnica para prestação de serviços de desenvolvimento
[Modelo] Proposta técnica para prestação de serviços de desenvolvimentoMatheus Alves
 
Treinamento em linguagem c, 2ª ed. - Victorine Viviane Mizrahi
Treinamento em linguagem c, 2ª ed. - Victorine Viviane MizrahiTreinamento em linguagem c, 2ª ed. - Victorine Viviane Mizrahi
Treinamento em linguagem c, 2ª ed. - Victorine Viviane MizrahiMatheus Alves
 

Mais de Matheus Alves (20)

Linguagem C - Arquivos [exercícios]
Linguagem C - Arquivos [exercícios]Linguagem C - Arquivos [exercícios]
Linguagem C - Arquivos [exercícios]
 
Linguagem C - Alocação Dinâmica [exercícios]
Linguagem C - Alocação Dinâmica [exercícios]Linguagem C - Alocação Dinâmica [exercícios]
Linguagem C - Alocação Dinâmica [exercícios]
 
Linguagem C - Ponteiros [exercícios]
Linguagem C - Ponteiros [exercícios]Linguagem C - Ponteiros [exercícios]
Linguagem C - Ponteiros [exercícios]
 
Linguagem C - Recursão [exercícios]
Linguagem C - Recursão [exercícios]Linguagem C - Recursão [exercícios]
Linguagem C - Recursão [exercícios]
 
Linguagem C - Structs [exercícios]
Linguagem C - Structs [exercícios]Linguagem C - Structs [exercícios]
Linguagem C - Structs [exercícios]
 
Linguagem C - Strings [exercícios]
Linguagem C - Strings [exercícios]Linguagem C - Strings [exercícios]
Linguagem C - Strings [exercícios]
 
Linguagem C - Vetores e matrizes [exercícios]
Linguagem C - Vetores e matrizes [exercícios]Linguagem C - Vetores e matrizes [exercícios]
Linguagem C - Vetores e matrizes [exercícios]
 
Linguagem C - Comandos condicionais [exercícios]
Linguagem C - Comandos condicionais [exercícios]Linguagem C - Comandos condicionais [exercícios]
Linguagem C - Comandos condicionais [exercícios]
 
Silogismo e subjetividade - breve definição
Silogismo e subjetividade - breve definiçãoSilogismo e subjetividade - breve definição
Silogismo e subjetividade - breve definição
 
Lista de exercícios - vetores(Alguns gabaritos estão errados)
Lista de exercícios -  vetores(Alguns gabaritos estão errados)Lista de exercícios -  vetores(Alguns gabaritos estão errados)
Lista de exercícios - vetores(Alguns gabaritos estão errados)
 
Matemática elementar volume 7 (Geometria Analítica)
Matemática elementar volume 7 (Geometria Analítica)Matemática elementar volume 7 (Geometria Analítica)
Matemática elementar volume 7 (Geometria Analítica)
 
Síntese - O mito da caverna
Síntese - O mito da cavernaSíntese - O mito da caverna
Síntese - O mito da caverna
 
Lógica de programação - 3ª edição
Lógica de programação - 3ª edição Lógica de programação - 3ª edição
Lógica de programação - 3ª edição
 
Apostila de informática básica - PRONATEC
Apostila de informática básica - PRONATECApostila de informática básica - PRONATEC
Apostila de informática básica - PRONATEC
 
Projeto de pesquisa - Automação Residencial
Projeto de pesquisa - Automação ResidencialProjeto de pesquisa - Automação Residencial
Projeto de pesquisa - Automação Residencial
 
Relatório acadêmico - Workshop Venha Ser Digital
Relatório acadêmico - Workshop Venha Ser DigitalRelatório acadêmico - Workshop Venha Ser Digital
Relatório acadêmico - Workshop Venha Ser Digital
 
Resenha - A Origem da Eletrônica
Resenha  - A Origem da EletrônicaResenha  - A Origem da Eletrônica
Resenha - A Origem da Eletrônica
 
[Modelo] Proposta de execução de serviço - PES
[Modelo] Proposta de execução de serviço - PES[Modelo] Proposta de execução de serviço - PES
[Modelo] Proposta de execução de serviço - PES
 
[Modelo] Proposta técnica para prestação de serviços de desenvolvimento
[Modelo] Proposta técnica para prestação de serviços de desenvolvimento[Modelo] Proposta técnica para prestação de serviços de desenvolvimento
[Modelo] Proposta técnica para prestação de serviços de desenvolvimento
 
Treinamento em linguagem c, 2ª ed. - Victorine Viviane Mizrahi
Treinamento em linguagem c, 2ª ed. - Victorine Viviane MizrahiTreinamento em linguagem c, 2ª ed. - Victorine Viviane Mizrahi
Treinamento em linguagem c, 2ª ed. - Victorine Viviane Mizrahi
 

Último

As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAlexandreFrana33
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAEdioFnaf
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãodanielagracia9
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxAntonioVieira539017
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxconcelhovdragons
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaFernanda Ledesma
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadoA população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadodanieligomes4
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024GleyceMoreiraXWeslle
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLaseVasconcelos1
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptxErivaldoLima15
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileirosMary Alvarenga
 

Último (20)

As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptxAs Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
As Viagens Missionária do Apostolo Paulo.pptx
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetização
 
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptxQUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
QUIZ – GEOGRAFIA - 8º ANO - PROVA MENSAL.pptx
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptxSlide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
Slide de exemplo sobre o Sítio do Pica Pau Amarelo.pptx
 
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão LinguísticaA Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
A Inteligência Artificial na Educação e a Inclusão Linguística
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoadoA população Brasileira e diferença de populoso e povoado
A população Brasileira e diferença de populoso e povoado
 
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
Apresentação sobre o Combate a Dengue 2024
 
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdfLinguagem verbal , não verbal e mista.pdf
Linguagem verbal , não verbal e mista.pdf
 
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
6°ano Uso de pontuação e acentuação.pptx
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
 

Diferença entre computadores analógicos e digitais

  • 1. Universidade de Pernambuco – UPE Escola Politécnica de Pernambuco – POLI Aluno: Matheus Phelipe Alves Pinto Curso: Eng. Computação Turma: LF Período: 1°2017.2 Disciplina: LPI Professor: Joabe Jesus Data de entrega: 30.08.17 Computadores analógicos e digitais Um computador analógico se apropria do uso de mecanismos físicos e geralmente é projetado para um evento em especial, sendo menos versáteis que os digitais, como o Mecanismo de Anticítera (antikythera), de origem Grega, encontrado no início do século XX com um propósito bastante peculiar: efetuar previsões astronômicas. Desse modo, para uma máquina analógica computar, são usados princípios elétricos, mecânicos, hidráulicos e dentre outros. Seu modo de calcular baseia-se na medição dessas grandezas, associando a elas “operações matemáticas” – a ação de medir a tensão de queda gerada por um resistor e multiplicar a força exercida numa engrenagem 5 vezes caso a tensão exceda a condição proposta pelo projeto de funcionamento, é um exemplo desse uso. O ato de medir uma grandeza e atribuir a ela um processo interno de acordo com sua finalidade demonstra a importância do fator físico no uso das informações para as máquinas analógicas. A grosso modo, podemos notar que enquanto a Máquina de Anticítera utilizava a rotação de suas engrenagens para a sua computação, o ENIAC utilizava-se de meios eletroeletrônicos para o cálculo de trajetórias durante a 2ª Guerra Mundial (1939-1945), sendo um dos computadores mais precisos para a época. Realizando uma breve comparação, máquinas analógicas não trabalham com números, e sim realizam analogias com princípios físicos do mundo real, desdobrando em ações – computadores digitais, de fato, convertem as variáveis para utilizar em um ambiente que finalmente trabalhe com números e não analogias do ambiente externo. Apropriando-se das informações, armazenando-as e as manipulando de modo mais exato, os computadores digitais conseguem um nível de precisão elevado em virtude usarem sistemas mais concisos e inteligentes de uso das informações, como o sistema binário utilizado pelos computadores digitais, aprimorado com o uso dos transistores (1955). Em contrapartida, as máquinas analógicas não são tão precisas quanto as digitais, mesmo que tenham seus componentes com um fator de erro mínimo. Tal imprecisão se deve ao fato da margem de erro ser muito maior em computadores analógicos que se apropriam de fenômenos estritamente naturais para lidar com informações. Concluindo, portanto, em um fator fundamental que os difere: a automatização com precisão de atividades computacionais. Computadores analógicos são menos precisos e apresentam finalidades específicas, sendo menos versáteis que os atuais digitais, capazes de automatizar processos que antes dependiam de agentes naturais e humanos para seu funcionamento. Atualmente as máquinas requerem o mínimo de configuração ou reconfiguração, tomando ações que se moldam às necessidades requisitadas. No entanto, sem a pesquisa e uso de máquinas que utilizassem princípios que pudessem fazer analogias para facilitar nossas vidas, solucionando problemas, o cenário atual não teria máquinas tão ágeis e facilitadoras como os computadores digitais.