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INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE
PERNAMBUCO – IFPE
ATIVIDADE: ELABORAÇÃO DE RESENHA
DISCIPLINA: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL
PROFESSORA: VIRGÍNIA FREITAS
ALUNO: MATHEUS PHELIPE ALVES PINTO
CURSO: TÉCNICO EM ELETRÔNICA – SUBSEQUENTE
PERÍODO: 1
A Origem da Eletrônica
CASTRO, Alexandre, http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/a-origem-da-
eletronica.html, 01 mar. 2016.
por Matheus Phelipe
Divulgado em um site de curiosidades diversas, o texto escrito por Castro, como
o próprio título sugere – A Origem da Eletrônica –, elenca importantes descobertas
científicas que foram indispensáveis para o que hoje conhecemos por “eletrônica”. Apesar
de algumas inovações serem consideradas diminutas, o texto desperta a atenção do leitor
ao grande impacto gerado pelas simples descobertas de fenômenos que, em tese, não
teriam nenhuma aplicabilidade em nossas vidas. Através de uma espécie de “linha do
tempo”, as tecnologias vão ganhando cada vez mais complexidade, mostrando-se mais
amigáveis, aplicáveis, e imprescindíveis às nossas necessidades. De fenômenos elétricos,
como as ondas eletromagnéticas, ao incremento de massivos conhecimentos
computacionais nos mais variados dispositivos, como calculadores e microprocessadores,
Castro dá a entender, mesmo de forma subjetiva, que a eletrônica não é um processo
isolado, e sim uma união de tecnologias que, apesar de serem descobertas em períodos
distintos e de terem possíveis evoluções, todas estão totalmente interligadas.
A matéria inicia trazendo o assunto “eletrônica” ao cotidiano usando como
exemplo os dispositivos de comunicação e o seu princípio de funcionamento. Ao fazer
isso, Castro busca fomentar a curiosidade e, de certo modo, gerar conforto àqueles que
não são familiarizados com o tema. Em seguida, é comentada a importância do transistor
para a eletrônica, novamente deixando o tema simples e descomplicado, o texto insere
uma analogia bastante interessante para o entendimento da importância dos transistores:
o imenso tamanho dos primeiros computadores desenvolvidos em meados dos anos 40
para fins bélicos em relação a uma simples calculadora de bolso com o poder de
processamento superior aos antigos computadores. O terceiro parágrafo conclui a
seguinte ideia que o autor consegue injetar por meio dos exemplos: a eletrônica cresce
cada vez mais e está intimamente relacionada com o “progresso” da humanidade, uma
vez que a “corrida” mencionada pode ser traduzida como “o desejo pelo conhecimento a
fim de descobrir tecnologias que solucionem problemas e facilitem nossas vidas”.
Apesar de ser um ponto bastante positivo, esse contato inicial não diz de modo
conciso o que é a eletrônica em si, fazendo os mais desavisados e até mesmo os
conhecedores fundirem conceitos elétricos e eletrônicos como uma única coisa – embora
a eletricidade seja importante e esteja intimamente relacionada ao tema, a eletrônica tem
distinções no âmbito prático e conceitual. Ao decorrer do texto abordarei esta lacuna com
mais detalhes.
Após isso, a linha do tempo é iniciada destacando importantes contribuições de
Michael Faraday no que cerne eletrodinâmica e o magnetismo, demonstrando a
interdependência entre esses fenômenos físicos. Em 1831, Faraday descobre a indução
eletromagnética e Clerk Maxwell realiza inúmeros testes para comprovar a existência de
ondas eletromagnéticas no espaço propagando-se à velocidade da luz. Tanto a descoberta
de Faraday quanto os testes de Maxwell mostrarão que anos mais tarde o
eletromagnetismo e suas propriedades seriam peças fundamentais para a transmissão e
recepção de dados. Após isso, o autor regride a 1800 e demonstra a possibilidade de
transporte de cargas elétricas com o intuito de realizar trabalho através da diferença de
potencial (tensão) estabelecida entre as placas da bateria elétrica, criada por Alessandro
Volta.
Ao chegar neste ponto, a ausência da definição de eletrônica, mencionada acima,
torna o entendimento da origem da eletrônica prejudicado. O autor relata as contribuições
de Wheatstone e Cooke para o uso comercial do telégrafo, ambos falharam. Logo em
seguida, o sucesso de Morse para a popularização do telégrafo com fio em 1835 é relatado
sem nenhum alarde como se fosse mais um evento que não deu estopim ao surgimento
da eletrônica, dá a entender que é apenas considerado como elemento constituinte. Não
seria o telégrafo um arcaico dispositivo eletrônico? Anderson Lima afirma que“[...]a
Eletrônica é o ramo da ciência que estuda o uso de circuitos formados por componentes
elétricos e eletrônicos, com o objetivoprincipal de representar, armazenar, transmitir ou
processar informações além do controle de processos e servo mecanismos”
Nessa perspectiva, o funcionamento do telegrafo usa um princípio estritamente
elétrico, mas em suas entranhas há uma lógica e uma transmissão de dados. Segundo
Katharyne Bezerra, redatora do Estudo Prático, Samuel Morse queria “criar um aparelho
elétrico que servisse para enviar mensagens de longas distâncias através de um cabo.
[...]O inventor conseguia passar a comunicação utilizando um código composto por
pontos e traços, correspondendo a sinais curtos e longos, enviados de forma alternada.
Essa codificação também foi criada por ele e, por isso, recebeu o nome de “alfabeto
morse” ou código morse”.
Ao rotular a invenção do diodo à vácuo, feita por Fleming, em 1904, e a invenção
da válvula por Forest como o início “[...]da eletrônica propriamente dita. ”, Castro não
fez nenhuma analogia ou definição entre o mundo elétrico e eletrônico que pudesse
comprovar a veracidade desse juízo. Ao meu ver, Castro desconsiderou o princípio da
eletrônica e fundamentou-se em inventos predominantes e mais expressivos dos
dispositivos eletrônicos, como os diodos e válvulas, sendo estes constituintes do marco
inicial da eletrônica – equipamentos mais próximos de todos nós como o rádio, televisão,
computador e o próprio telefone, irmão mais novo do telégrafo, apresentavam as válvulas
e diodos como componentes vitais ao seu funcionamento. Em contrapartida a essa visão,
acredito que a partir do momento em que um equipamento se apropria da transmissão,
armazenamento ou até mesmo do controle de um processo, pode-se dizer que a eletrônica
está envolvida.
Ao passo que o início da eletrônica é determinado, o texto descreve algumas
dificuldades das primeiras válvulas eletrônicas: a sua fragilidade e imenso volume. No
texto é possível perceber que a válvula foi útil não só para a área científica, mas também
para fins bélicos durante a II Guerra Mundial. Tais componentes eram de fundamental
importância para o cálculo de trajetórias e estratégias de ataque e defesa. A válvula
eletrônica foi, sem dúvida, um dos maiores inventos divisores de águas, serviu para
impulsionar o desenvolvimento de válvulas menores e mais eficientes, além de proferir
outros inventos importantes como a própria comunicação via micro-ondas e até mesmo a
criação dos televisores – deveriam ter crédito nesta matéria. Os engenheiros chegaram a
mais um marco importante da eletrônica: o transistor.
Em seguida o invento do transistor ganha notoriedade ao longo do texto. Em 1947
John Bardeen, Walter H. Brattain e William Shockley recebem o título de inventores do
transistor. Em 1956 os três ganham o prêmio Nobel de Física por suas contribuições com
os semicondutores e pela descoberta, já feita em 47, do transistor. O restante do parágrafo
é dedicado a uma série de comparações entre as antigas válvulas e os “novos” transistores.
Logo adiante, Castro marca o início da década de 50 como outro grande marco para a
eletrônica. Mais uma vez percebe-se o caráter aproximativo do texto para todos os
públicos: a partir de uma série de dispositivos que todos conhecem bem como o rádio e o
telefone, o autor consegue abrir os olhos do leitor mostrando as imensas aplicações que
os transistores tiveram e ainda têm em nossas vidas.
De rádios transistorizados ao primeiro computador transistorizado desenvolvido
por Seymour Cray, 1958, o autor enfatiza que o novo componente foi agente fundamental
para a substituição das válvulas eletrônicas pelos tais transistores em detrimento da
necessidade de menos consumo, espaço e maior durabilidade – fatores que até hoje são
influentes no mundo tecnológico. Felizmente os transistores eram os componentes ideais
para essa revolução.
Cada vez mais os transistores vão se tornando mais complexos e tendo seu
potencial aumentado, a inserção de curiosidades como as invenções de Jack Kilby (1958)
e Robert Noyce (1958) provam que os transistores vieram para ficar. Em 1961 o mercado
de produção de CI’s (circuitos integrados) já tinham números exorbitantes. Os dados não
só mostravam como esta tecnologia estava contaminando o universo da eletrônica, bem
como a vida de todos nós.
Castro demarca a década de 70 como a era portátil. Os circuitos integrados já eram
realidade e estavam presentes em simples calculadoras. Um simples circuito integrado
tinha um potencial de processamento milhares de vezes maior que computadores da
década de 40, como o ENIAC. Para encerrar com toda a cronologia, o texto destaca a
invenção dos microprocessadores, desenvolvidos pela Intel Corporation em 1972. O fato
de não citar outros contribuintes torna o texto unilateral, dando a impressão que a Intel
tinha monopólio absoluto sobre a invenção dos microprocessadores.
Antes mesmo da Intel “dar as caras” com o seu famoso processador 4004,
Neumann já tinha formado as bases para tal invento conforme Felipe Arruda, redator do
Tecmundo, explica “em 1945, a ideia de uma unidade central de processamento capaz
de executardiversas tarefas foi publicada por John Von Neumann.Chamado de EDVAC,
o projeto desse computador foi finalizado em 1949. Essa é a origem dos primeiros
modelos “primitivos” de processadores da forma como os conhecemos.”
Para concluir o texto, Castro faz breve explicações sobre a estrutura de um
microprocessador e sua importância para os mais diversos equipamentos como os
celulares, automóveis, carros e até mesmo relógios – além dos computadores atuais.
Devido ao veículo de publicação e a circunstância empregada (site de curiosidades
diversas), Castro tenta desenvolver o tema da maneira mais acessível e divertida possível,
dando exemplos atuais e até mesmo expondo invenções inusitadas e aparentemente
simples que deram origem a coisas que não conseguimos desgrudar, como os celulares.
A inserção de uma linha do tempo facilita grandiosamente a valorização de cada invento,
demonstrando zelo. Embora apresente informações relativamente superficiais sobre cada
etapa da eletrônica, o texto é bastante intuitivo, servindo de mola propulsora à busca pelo
conhecimento. Apesar de atender ao público, várias lacunas são deixadas ao longo do
texto.
O simples ato de não definir o que é “eletrônica” e não explicar as razões de
marcar as invenções do diodo e da válvula como iniciantes da eletrônica, Castro dá ao
tema um caráter singular, porém, o tema é rico em interpretações. Ao invés de servir como
ferramenta para estimular o aprofundamento do assunto, há a tentativa de padronizar uma
origem que nunca terá 100% de certeza. Acredito que faltou uma maior imparcialidade
nesse quesito. Castro funde a eletricidade com a eletrônica, deixando o texto um pouco
confuso. Em momento algum é mencionada a interdependência entre eletricidade e
eletrônica, o autor apenas “joga” as invenções, dando margem a interpretações errôneas.
Costumo dizer que ambas as áreas são companheiras eternas, mas no texto trata-se da
origem da eletrônica, tal distinção era necessária.
Outro fator que prejudica o contato inicial e, de certa maneira, o sentido global do
texto, é a precariedade das informações dadas e até mesmo as suas inexistências em certos
momentos. Definições estas que seriam imprescindíveis de estarem contidas na matéria.
O texto teria seu potencial “didático” aumentado caso fossem dados mais detalhes dos
inventos e até mesmo explicações mais completas, como fizera com as válvulas,
transistores e microprocessadores. Percebo que o autor deu enfoque demais às válvulas
e as tecnologias sucessoras. Deveriam existir analogias entre diferentes interpretações
para que o leitor pudesse ver que a eletrônica não surgiu em pontos específicos e muito
menos de empresas ou inventores, e sim da contribuição de cada agente. Sinto que o autor
deu apenas um “norte” para os navegantes, é preciso ter cuidado e deixar isso bem claro
em razão do “norte” dado ser assimilado como verdade única e suficiente.
No mais, o texto cumpre bem o seu papel e consegue mostrar ao leitor que a
eletrônica dependeu de uma série de descobertas para ser o que é atualmente. É
subentendida a ideia de que os eventos estão inter-relacionados e só foram possíveis por
conta da curiosidade e necessidade humana. O texto tem fortes indícios à criação de um
senso investigativo o qual incentiva a busca pelas raízes do universo eletrônico.
Matheus Phelipe Alves Pinto é estudante de Eletrônica pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) e de
Engenharia da Computação pela Universidade de Pernambuco – Poli (UPE).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
 http://www.estudopratico.com.br/primeira-demonstracao-publica-do-telegrafo/
 http://www.feiradeciencias.com.br/sala15/15_inventos.asp
 https://www.tecmundo.com.br/historia/2157-a-historia-dos-processadores.htm
 http://andersonlima.vlog.br/eletronica-2/
Resenha  - A Origem da Eletrônica

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Resenha - A Origem da Eletrônica

  • 1. INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO – IFPE ATIVIDADE: ELABORAÇÃO DE RESENHA DISCIPLINA: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL PROFESSORA: VIRGÍNIA FREITAS ALUNO: MATHEUS PHELIPE ALVES PINTO CURSO: TÉCNICO EM ELETRÔNICA – SUBSEQUENTE PERÍODO: 1 A Origem da Eletrônica CASTRO, Alexandre, http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/a-origem-da- eletronica.html, 01 mar. 2016. por Matheus Phelipe Divulgado em um site de curiosidades diversas, o texto escrito por Castro, como o próprio título sugere – A Origem da Eletrônica –, elenca importantes descobertas científicas que foram indispensáveis para o que hoje conhecemos por “eletrônica”. Apesar de algumas inovações serem consideradas diminutas, o texto desperta a atenção do leitor ao grande impacto gerado pelas simples descobertas de fenômenos que, em tese, não teriam nenhuma aplicabilidade em nossas vidas. Através de uma espécie de “linha do tempo”, as tecnologias vão ganhando cada vez mais complexidade, mostrando-se mais amigáveis, aplicáveis, e imprescindíveis às nossas necessidades. De fenômenos elétricos, como as ondas eletromagnéticas, ao incremento de massivos conhecimentos computacionais nos mais variados dispositivos, como calculadores e microprocessadores, Castro dá a entender, mesmo de forma subjetiva, que a eletrônica não é um processo isolado, e sim uma união de tecnologias que, apesar de serem descobertas em períodos distintos e de terem possíveis evoluções, todas estão totalmente interligadas. A matéria inicia trazendo o assunto “eletrônica” ao cotidiano usando como exemplo os dispositivos de comunicação e o seu princípio de funcionamento. Ao fazer isso, Castro busca fomentar a curiosidade e, de certo modo, gerar conforto àqueles que não são familiarizados com o tema. Em seguida, é comentada a importância do transistor para a eletrônica, novamente deixando o tema simples e descomplicado, o texto insere uma analogia bastante interessante para o entendimento da importância dos transistores: o imenso tamanho dos primeiros computadores desenvolvidos em meados dos anos 40 para fins bélicos em relação a uma simples calculadora de bolso com o poder de processamento superior aos antigos computadores. O terceiro parágrafo conclui a seguinte ideia que o autor consegue injetar por meio dos exemplos: a eletrônica cresce cada vez mais e está intimamente relacionada com o “progresso” da humanidade, uma vez que a “corrida” mencionada pode ser traduzida como “o desejo pelo conhecimento a fim de descobrir tecnologias que solucionem problemas e facilitem nossas vidas”. Apesar de ser um ponto bastante positivo, esse contato inicial não diz de modo conciso o que é a eletrônica em si, fazendo os mais desavisados e até mesmo os
  • 2. conhecedores fundirem conceitos elétricos e eletrônicos como uma única coisa – embora a eletricidade seja importante e esteja intimamente relacionada ao tema, a eletrônica tem distinções no âmbito prático e conceitual. Ao decorrer do texto abordarei esta lacuna com mais detalhes. Após isso, a linha do tempo é iniciada destacando importantes contribuições de Michael Faraday no que cerne eletrodinâmica e o magnetismo, demonstrando a interdependência entre esses fenômenos físicos. Em 1831, Faraday descobre a indução eletromagnética e Clerk Maxwell realiza inúmeros testes para comprovar a existência de ondas eletromagnéticas no espaço propagando-se à velocidade da luz. Tanto a descoberta de Faraday quanto os testes de Maxwell mostrarão que anos mais tarde o eletromagnetismo e suas propriedades seriam peças fundamentais para a transmissão e recepção de dados. Após isso, o autor regride a 1800 e demonstra a possibilidade de transporte de cargas elétricas com o intuito de realizar trabalho através da diferença de potencial (tensão) estabelecida entre as placas da bateria elétrica, criada por Alessandro Volta. Ao chegar neste ponto, a ausência da definição de eletrônica, mencionada acima, torna o entendimento da origem da eletrônica prejudicado. O autor relata as contribuições de Wheatstone e Cooke para o uso comercial do telégrafo, ambos falharam. Logo em seguida, o sucesso de Morse para a popularização do telégrafo com fio em 1835 é relatado sem nenhum alarde como se fosse mais um evento que não deu estopim ao surgimento da eletrônica, dá a entender que é apenas considerado como elemento constituinte. Não seria o telégrafo um arcaico dispositivo eletrônico? Anderson Lima afirma que“[...]a Eletrônica é o ramo da ciência que estuda o uso de circuitos formados por componentes elétricos e eletrônicos, com o objetivoprincipal de representar, armazenar, transmitir ou processar informações além do controle de processos e servo mecanismos” Nessa perspectiva, o funcionamento do telegrafo usa um princípio estritamente elétrico, mas em suas entranhas há uma lógica e uma transmissão de dados. Segundo Katharyne Bezerra, redatora do Estudo Prático, Samuel Morse queria “criar um aparelho elétrico que servisse para enviar mensagens de longas distâncias através de um cabo. [...]O inventor conseguia passar a comunicação utilizando um código composto por pontos e traços, correspondendo a sinais curtos e longos, enviados de forma alternada. Essa codificação também foi criada por ele e, por isso, recebeu o nome de “alfabeto morse” ou código morse”. Ao rotular a invenção do diodo à vácuo, feita por Fleming, em 1904, e a invenção da válvula por Forest como o início “[...]da eletrônica propriamente dita. ”, Castro não fez nenhuma analogia ou definição entre o mundo elétrico e eletrônico que pudesse comprovar a veracidade desse juízo. Ao meu ver, Castro desconsiderou o princípio da eletrônica e fundamentou-se em inventos predominantes e mais expressivos dos dispositivos eletrônicos, como os diodos e válvulas, sendo estes constituintes do marco inicial da eletrônica – equipamentos mais próximos de todos nós como o rádio, televisão, computador e o próprio telefone, irmão mais novo do telégrafo, apresentavam as válvulas e diodos como componentes vitais ao seu funcionamento. Em contrapartida a essa visão, acredito que a partir do momento em que um equipamento se apropria da transmissão, armazenamento ou até mesmo do controle de um processo, pode-se dizer que a eletrônica está envolvida.
  • 3. Ao passo que o início da eletrônica é determinado, o texto descreve algumas dificuldades das primeiras válvulas eletrônicas: a sua fragilidade e imenso volume. No texto é possível perceber que a válvula foi útil não só para a área científica, mas também para fins bélicos durante a II Guerra Mundial. Tais componentes eram de fundamental importância para o cálculo de trajetórias e estratégias de ataque e defesa. A válvula eletrônica foi, sem dúvida, um dos maiores inventos divisores de águas, serviu para impulsionar o desenvolvimento de válvulas menores e mais eficientes, além de proferir outros inventos importantes como a própria comunicação via micro-ondas e até mesmo a criação dos televisores – deveriam ter crédito nesta matéria. Os engenheiros chegaram a mais um marco importante da eletrônica: o transistor. Em seguida o invento do transistor ganha notoriedade ao longo do texto. Em 1947 John Bardeen, Walter H. Brattain e William Shockley recebem o título de inventores do transistor. Em 1956 os três ganham o prêmio Nobel de Física por suas contribuições com os semicondutores e pela descoberta, já feita em 47, do transistor. O restante do parágrafo é dedicado a uma série de comparações entre as antigas válvulas e os “novos” transistores. Logo adiante, Castro marca o início da década de 50 como outro grande marco para a eletrônica. Mais uma vez percebe-se o caráter aproximativo do texto para todos os públicos: a partir de uma série de dispositivos que todos conhecem bem como o rádio e o telefone, o autor consegue abrir os olhos do leitor mostrando as imensas aplicações que os transistores tiveram e ainda têm em nossas vidas. De rádios transistorizados ao primeiro computador transistorizado desenvolvido por Seymour Cray, 1958, o autor enfatiza que o novo componente foi agente fundamental para a substituição das válvulas eletrônicas pelos tais transistores em detrimento da necessidade de menos consumo, espaço e maior durabilidade – fatores que até hoje são influentes no mundo tecnológico. Felizmente os transistores eram os componentes ideais para essa revolução. Cada vez mais os transistores vão se tornando mais complexos e tendo seu potencial aumentado, a inserção de curiosidades como as invenções de Jack Kilby (1958) e Robert Noyce (1958) provam que os transistores vieram para ficar. Em 1961 o mercado de produção de CI’s (circuitos integrados) já tinham números exorbitantes. Os dados não só mostravam como esta tecnologia estava contaminando o universo da eletrônica, bem como a vida de todos nós. Castro demarca a década de 70 como a era portátil. Os circuitos integrados já eram realidade e estavam presentes em simples calculadoras. Um simples circuito integrado tinha um potencial de processamento milhares de vezes maior que computadores da década de 40, como o ENIAC. Para encerrar com toda a cronologia, o texto destaca a invenção dos microprocessadores, desenvolvidos pela Intel Corporation em 1972. O fato de não citar outros contribuintes torna o texto unilateral, dando a impressão que a Intel tinha monopólio absoluto sobre a invenção dos microprocessadores. Antes mesmo da Intel “dar as caras” com o seu famoso processador 4004, Neumann já tinha formado as bases para tal invento conforme Felipe Arruda, redator do Tecmundo, explica “em 1945, a ideia de uma unidade central de processamento capaz de executardiversas tarefas foi publicada por John Von Neumann.Chamado de EDVAC, o projeto desse computador foi finalizado em 1949. Essa é a origem dos primeiros modelos “primitivos” de processadores da forma como os conhecemos.”
  • 4. Para concluir o texto, Castro faz breve explicações sobre a estrutura de um microprocessador e sua importância para os mais diversos equipamentos como os celulares, automóveis, carros e até mesmo relógios – além dos computadores atuais. Devido ao veículo de publicação e a circunstância empregada (site de curiosidades diversas), Castro tenta desenvolver o tema da maneira mais acessível e divertida possível, dando exemplos atuais e até mesmo expondo invenções inusitadas e aparentemente simples que deram origem a coisas que não conseguimos desgrudar, como os celulares. A inserção de uma linha do tempo facilita grandiosamente a valorização de cada invento, demonstrando zelo. Embora apresente informações relativamente superficiais sobre cada etapa da eletrônica, o texto é bastante intuitivo, servindo de mola propulsora à busca pelo conhecimento. Apesar de atender ao público, várias lacunas são deixadas ao longo do texto. O simples ato de não definir o que é “eletrônica” e não explicar as razões de marcar as invenções do diodo e da válvula como iniciantes da eletrônica, Castro dá ao tema um caráter singular, porém, o tema é rico em interpretações. Ao invés de servir como ferramenta para estimular o aprofundamento do assunto, há a tentativa de padronizar uma origem que nunca terá 100% de certeza. Acredito que faltou uma maior imparcialidade nesse quesito. Castro funde a eletricidade com a eletrônica, deixando o texto um pouco confuso. Em momento algum é mencionada a interdependência entre eletricidade e eletrônica, o autor apenas “joga” as invenções, dando margem a interpretações errôneas. Costumo dizer que ambas as áreas são companheiras eternas, mas no texto trata-se da origem da eletrônica, tal distinção era necessária. Outro fator que prejudica o contato inicial e, de certa maneira, o sentido global do texto, é a precariedade das informações dadas e até mesmo as suas inexistências em certos momentos. Definições estas que seriam imprescindíveis de estarem contidas na matéria. O texto teria seu potencial “didático” aumentado caso fossem dados mais detalhes dos inventos e até mesmo explicações mais completas, como fizera com as válvulas, transistores e microprocessadores. Percebo que o autor deu enfoque demais às válvulas e as tecnologias sucessoras. Deveriam existir analogias entre diferentes interpretações para que o leitor pudesse ver que a eletrônica não surgiu em pontos específicos e muito menos de empresas ou inventores, e sim da contribuição de cada agente. Sinto que o autor deu apenas um “norte” para os navegantes, é preciso ter cuidado e deixar isso bem claro em razão do “norte” dado ser assimilado como verdade única e suficiente. No mais, o texto cumpre bem o seu papel e consegue mostrar ao leitor que a eletrônica dependeu de uma série de descobertas para ser o que é atualmente. É subentendida a ideia de que os eventos estão inter-relacionados e só foram possíveis por conta da curiosidade e necessidade humana. O texto tem fortes indícios à criação de um senso investigativo o qual incentiva a busca pelas raízes do universo eletrônico. Matheus Phelipe Alves Pinto é estudante de Eletrônica pelo Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) e de Engenharia da Computação pela Universidade de Pernambuco – Poli (UPE). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS  http://www.estudopratico.com.br/primeira-demonstracao-publica-do-telegrafo/  http://www.feiradeciencias.com.br/sala15/15_inventos.asp  https://www.tecmundo.com.br/historia/2157-a-historia-dos-processadores.htm  http://andersonlima.vlog.br/eletronica-2/