Plano de comunicação do Ministério da Justiça

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Plano de Comunicação para o Ministério da Justiça entre maio de 2013 e maio de 2014

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Plano de comunicação do Ministério da Justiça

  1. 1. Cenário • O Ministério da Justiça preocupa-se, nesse momento, em organizar a percepção de sua imagem institucional frente à sociedade. Este planejamento da comunicação tem por objetivos apontar caminhos que assegurem que as ações sejam corretamente percebidas e valorizadas. • A necessidade de divulgação das atividades de dezenas de órgãos vinculados a diferentes assuntos tendem a aumentar a possibilidade de ruídos na comunicação. Torna-se indispensável, neste contexto, um planejamento capaz de minimizar e neutralizar esses riscos.
  2. 2. Este plano de comunicação estabelece: • Eixos temáticos da comunicação • Público a ser trabalhado; • Estratégias de ação; • Detalhamento de projetos e ferramentas a serem desenvolvidas e utilizadas; • Cronograma de ações. Cenário
  3. 3. • A comunicação do Ministério da Justiça deve ser dinâmica e segura, além de envolver todos os níveis de comunicação e integrantes do órgão. Deve ser operada de forma integrada e orientada de acordo com as diretrizes e planejamento estratégico do órgão. O discurso que se quer apresentar deve estar em sintonia, ou compatível, com os discursos estratégicos do gabinete do ministro. • Para garantir clareza na recepção das mensagens, as informações devem estar baseadas em critérios objetivos e apresentadas de maneira transparente e tempestiva, considerando a utilidade prática que terão para o seu público-alvo e as regiões e as identidades desse público. Visão
  4. 4. • Posicionar o Ministério da Justiça como órgão do Poder Executivo responsável pela defesa de direitos individuais, da proteção legal e da integração da segurança pública; • Atuar de maneira integrada com as assessorias e responsáveis pela comunicação nos órgãos e entidades que se relacionam diretamente com o MJ; • Posicionar o Ministério, o ministro e seus secretários como protagonistas no processo de formulação e execução de políticas públicas e sociais, na defesa das estratégias e políticas governamentais e na consolidação do diálogo democrático como mecanismo de desenvolvimento jurídico, econômico, político e social do País; Diretrizes da Política da Comunicação Diretrizes
  5. 5. • Conciliar a divulgação das ações com a capacidade efetiva de atendimento por parte do órgão de modo a minimizar a existência de demanda reprimida; • Dar ressonância aos temas pertinentes ao MJ, estabelecendo ações de uma comunicação permanente e com credibilidade. • Promover a troca de informações e experiências entre os órgão para o melhor aproveitamento de programas, projetos, etc. Diretrizes da Política da Comunicação Diretrizes
  6. 6. Organizar os conteúdos diversos em três eixos temáticos que servirá para montar a agenda de divulgação e a plataforma de organização e distribuição de conteúdos por meio do portal MJ. São os seguintes eixos: • Seus Direitos • Sua proteção • Sua Segurança Proposta preliminar Eixos Temáticos
  7. 7. Conceito aplicado ao Portal Eixos Temáticos
  8. 8.  Promover o reconhecimento para as estratégias, os discursos, os programas e as ações do Ministério da Justiça. Objetivo
  9. 9. É chegada a hora de articularmos e executarmos um verdadeiro “Pacto Nacional de combate ao crime organizado, à violência e ao consumo de drogas”. Este pacto não pode e não deve ser meramente retórico, tendo apenas como destino a elaboração de um produto midiático. (...) Ele deve ser um pacto de Estado, feito por agentes políticos impessoais que pensam antes na sua responsabilidade pública do que no próprio favorecimento da sua condição política pessoal ou partidária. “ “ Posicionamento Ministro José Eduardo Cardoso
  10. 10. Entendemos que a comunicação deve enfatizar o uso do relacionamento com a mídia e de relações públicas, mas estratégias como a divulgação estruturada pela internet aumentam os efeitos e criam um discurso único para todos os públicos. A Estratégia
  11. 11. • Divulgar as ações, serviços e estudos de maneira segmentada tanto para os municípios beneficiados (regionalização), como para públicos de interesse (comunidade acadêmica, associações, entidades de classe, sindicatos, por exemplo); • Utilizar a Internet como plataforma de distribuição e propagação de informações de interesse do MJ com vistas a atingir os públicos definidos. Estratégia
  12. 12. Agenda e RP - Organização e consolidação de uma agenda comunicativa interna - Programação de ações de RP - Treinamentos (media training e coaching) Novas ferramentas Consolidação - Gestão do Portal MJ que servirá de “âncora” para ações - Estudo/desenvolviment o de estratégias na web - Organização de agenda e ações, a partir de análise dos resultados de cada programa MJ - Organização e utilização de materiais (maillings, pesquisas, documentos) e dos canais de relacionamento construídos (jornalistas, políticos, setores da sociedade, etc) - Elaboração de plano específico para os programas do MJ - Coordenação de imprensa Fases da Comunicação
  13. 13. As ações podem ser divididas em cinco linhas estratégicas. • Gestão Estratégica • Relações com a Mídia • Ações de RP com outros públicos • Comunicação direta e internet • Pesquisa Estratégia
  14. 14. • Planejamento e coordenação geral da comunicação. Uso de cronograma de ações, alinhado às estratégias definidas. Inclui o monitoramento constante de oportunidades e riscos de imagem e a elaboração de estratégias para ambas as situações. • Imersão – Levantamento inicial e análise de informações para o planejamento e condução dos trabalhos. • Reuniões periódicas de avaliação e planejamento – A reunião tem o propósito de garantir o alinhamento estratégico das ações e avaliar resultados. A periodicidade e locais serão definidos em conjunto. • Relatórios – A Assessoria de Comunição vai elaborar relatórios periódicos de avaliação de mídia e de outras estratégias. O relatório pode ser trimestral ou a definir. No caso da mídia, o relatório inclui tanto a listagem e quantificação das matérias jornalísticas (análise objetiva) quanto a tendência e mensagens subliminares (análise subjetiva). • Armazenamento de dados – O plano de ações de comunicação vai gerar um conjunto de informações que devem ser catalogados para futura utilização estratégica, inclusive campanhas institucionais. Ex: mailings, contatos, documentos , fotografias e outros. Estratégia Comunicação direta e internet Relações com a Mídia PesquisaAções de RPcom outros públicos Gestão Estratégica
  15. 15. • Ações de RP com jornalistas – Sugerir, agendar e acompanhar encontros com jornalistas e outros formadores de opinião da mídia (comentaristas, cientistas políticos, apresentadores de talk show, etc). • Sugestão de pautas aos jornalistas – Temas das pautas devem estar alinhados com o planejamento de comunicação. • Confecção de press-kit e outros textos – O MJ irá elaborar textos básicos de apresentação e outros materiais dirigidos à imprensa, como press-releases, histórico, etc. • Artigos e contribuições à mídia – Além de sugestão de pautas, serão pautadas a elaboração de artigos e outros textos sobre temas de interesse do MJ para serem veiculados nos grandes jornais e revistas, ou em outros veículos estratégicos. • Treinamentos (media training/media coaching) – É importante que os porta-vozes sejam treinados para as diversas situações de mídia. Os treinamentos podem ser genéricos e intensivos (media training) ou mais breves, focando situação e tema específicos (media coaching). Estratégia Comunicação direta e internet Relações com a Mídia PesquisaAções de RPcom outros públicos Gestão Estratégica
  16. 16. • Palestras e ações de RP em universidades – O ambiente acadêmico é fundamental para a comunicação porque aprofunda a percepção da relevância do MJ. É necessário criar cronograma de ações como palestras, encontros, seminários, etc. • Encontros com segmentos – A partir da identificação de interesses para o Judiciário, podem ser agendadas reuniões, eventos e outras ações com este público. • Outros tipos de ações – Cada público-alvo estratégico definido no plano de comunicação merecerá ações específicas. Estratégia Comunicação direta e internet Relações com a Mídia PesquisaAções de RPcom outros públicos Gestão Estratégica
  17. 17. • Portal MJ – O estabelecimento – e atualização - de um portal na web atende a vários objetivos estratégicos: facilita a coordenação remota das ações; permite a divulgação direta das ideias, atos e agenda do MJ; facilita o trabalho da mídia; centraliza estratégias de internet (agrega blogs, e-mail, vídeos, podcasts, links no YouTube e outras redes sociais, etc). • Boletins informativos – Para não depender unicamente da mídia, o MJ conta com instrumentos como boletins informativos. Esses veículos são distribuídos via e-mail (ou impressos em algumas situações), levam ao público-alvo conteúdos como debates, agenda e ações do MJ. • Interatividade – Com base no retorno dado pelos internautas e pelo público das ações de RP, o MJ pode desenvolver novas estratégias e temas para sua comunicação. Essa interatividade pode ser estimulada pelo site e em apresentações nos eventos de RP, agregando mais contatos para ações futuras. Estratégia Comunicação direta e internet Relações com a Mídia PesquisaAções de RPcom outros públicos Gestão Estratégica
  18. 18. • Sondagem com formadores de opinião – A realização de pesquisas se justifica por ser uma importante estratégia de REDUÇÃO de INCERTEZAS e RISCOS nas ações de comunicação. É possível verificar pontos fortes e fragilidades da imagem e discurso do MJ, assim como evidenciar caminhos a seguir. A pesquisa pode ser feita com diferentes formadores de opinião, tais: - Jornalistas: com esse público, será possível verificar grau de conhecimento sobre o MJ e temas relacionados; apontar veículos/jornalistas mais sensíveis aos posicionamentos do ministério; apontar veículos/jornalistas importantes que são resistentes ao MJ; identificar melhores abordagens de mídia; - Parlamentares, empresários e organismos internacionais: verificar grau de relação comunicacional com o MJ; apontar parlamentares, organismos e empresários sensíveis e resistentes às causas do MJ; identificar melhores estratégias e argumentos comunicativos junto aos parlamentares, setor privado e fóruns multilaterais. Estratégia Comunicação direta e internet Relações com a Mídia PesquisaAções de RPcom outros públicos Gestão Estratégica
  19. 19. Mídia Universidades MJ Gestores e servidores Parlamento (Brasil) Sociedade civil Atores do Judiciário Organismos internacionais Público-Alvo
  20. 20. Quais são as partes interessadas? Quais possíveis impactos das ações sobre elas? Sociedade Desconhece o sistema de direitos do país, como o demonstra pesquisas de opinião. As informações que recebe vêm, basicamente, da mídia e de fontes do sistema judiciário, cuja abordagem enfatiza aspecto negativos. É preciso definir uma agenda e insistir em um temário que mostre o processo de consolidação institucional promovido pelo MJ e pelo governo federal. Gestores e servidores Devem ser munidos de informações práticas sobre o MJ, pois são formadores de opinião. A difusão vai estimular um tipo de conversa mais saudável sobre os rumos do MJ e do Governo. Mídia Basicamente, querem acesso a informações que os ajudem a construir suas próprias pautas. Identificam no MJ uma fonte fundamental. Atores do Direito Posicionamento do MJ gera uma percepção de relevância, o que torna o ministério tema das fontes ligada ao Direito e à Política Público-Alvo – Oportunidades e Desafios
  21. 21. Brasília TVs e Rádios Jornais/Agências/Revistas Blogs/Sites Jornais da TV Globo (JN, Jornal da Globo, Bom Dia Brasil, Jornal Hoje) GloboNews (Jornal das 10, Em cima da Hora, programas de debates) CBN TV Brasil O Globo Folha de São Paulo Estado de São Paulo Valor Econômico Correio Braziliense Agência Brasil Época Veja IstoÉ Carta Capital Noblat G1 G7 Blogs dos jornalistas da Folha em Brasília Congresso em Foco São Paulo TVs Jornais/Agências Blogs/Sites Jornais da TV Globo (JN, Jornal da Globo, Bom Dia Brasil, Jornal Hoje) GloboNews (Jornal das 10, Em cima da Hora, programas de debates) Record News CBN Jovem Pan Band Eldorado GNT Rede TV Agência Estado O Globo Folha de São Paulo Estado de São Paulo Valor Econômico Jornal da Tarde DCI Época Veja IstoÉ Carta Capital Reinaldo Azevedo Luis Nassif G1 G7 Último Segundo Blog do Alon Blogs dos jornalistas da Folha Fatores de priorização  Abordagem de questões relacionadas à Política  Abordagem de questões relacionadas à sociedade civil Abordagem  Entrega de pauta de acordo com a abertura de cada editoria para a temática que será proposta – Intercâmbio de editorias como forma de evitar ”preconceitos”. Veículos-Alvo
  22. 22. Rio de Janeiro TVs Jornais/Agências Blogs/Sites Jornais da TV Globo (JN, Jornal da Globo, Bom Dia Brasil, Jornal Hoje) GloboNews (Jornal das 10, Em cima da Hora, programas de debates) TV Brasil O Globo O Dia Jornal do Brasil Época Veja IstoÉ Cristiana Lobo G1 G7 Blogs dos editores e colunistas de O Globo e da Rede Globo Nordeste Jornais Locais da TV Globo, Record e SBT. Agência Nordeste A Tarde (Bahia) Jornal do Comércio O Estado do Maranhão Jornal Pequeno O Povo Correio da Paraíba Meio Norte (Piauí) Sudeste Jornais Locais da TV Globo, Record e SBT. O Estado de Minas O Tempo Hoje em Dia (Minas) A Gazeta (Vitória) Veículos-Alvo
  23. 23. Sul Jornais Locais da TV Globo, Record e SBT. A Notícia (Joinville) Diário Catarinense Folha de Londrina Gazeta do Povo A definir, com base em pesquisa Norte Jornais Locais da TV Globo, Record e SBT. A Crítica de Manaus A definir, com base em pesquisa Centro-Oeste Jornais Locais da TV Globo, Record e SBT. O Popular (Goiânia) A Gazeta (Cuiabá) A definir, com base em pesquisa Veículos-Alvo
  24. 24. Etapas Ações Rotinas e Procedimentos Etapa 1 Pesquisa, Definição de Estratégia e Planejamento Planejamento da Comunicação Plano de ações para comunicação digital Pesquisa e Análise na web Reuniões com o Ministro, secretários e diretores Levantamento de pautas Etapa 2 Inserção na Mídia Definição de discursos Matérias em Jornal de abrangência nacional Matérias em TV Aberta Matérias em rádios nas principais capitais do País Produção de book explicativo Reformulação do portal MJ e estabelecimento das ações de comunicação digital Reunião de pauta com secretários Reunião semanal com áreas técnica do MJ, de acordo com cronograma prévio Pautar entrevistas para veículos especializados Pautar entrevistas para colunistas Pautar entrevistas por região Identificar os “inimigos” do MJ, por meio de briefing e análise de mídia Planejamento
  25. 25. Etapas Entregas Atividades Etapa 3 Eventos e Inserção Seminários Convênios PR Stunts Manutenção da estratégia de inserção anterior A partir de análise dos programas e ações, programar eventos de alto nível Etapa 4 Aumento da Inserção Balanços mensais regionalizados dos programas selecionados Balanços mensais regionalizados das ações Produção de press-kits, cartilhas Distribuição de conteúdos para públicos de interesse Etapa 5 feedback e consolidação Análise da inserção obtida Redefinição do planejamento Avaliação de Resultados e (re)alinhamento da estratégia Planejamento
  26. 26. Gestão de conteúdo  Atualização e gestão do Portal MJ.  Criação das áreas segmentadas por perfil: Imprensa, Operadores do Direito, Operadores de Segurança Pública, Empresas.  Edição de book sobre os principais programas e decisões do MJ.  Edição de cartilhas pontuais sobre decisões e programas com vistas à distribuição durante eventos relacionados.  Edição de revistas de prestação de contas anuais do MJ. Ações de Comunicação
  27. 27. Organização da Assessoria  Re-organização das tarefas e rotinas para que os jornalistas do MJ atuem como analistas de comunicação e gerenciem a divulgação dos programas.  Redefinição de contratos de mailling, clippagem para fornecimento de análises mais precisas.  Definição de uma tabela de fontes do MJ.  Produção de um guia para cobertura jornalística do Ministério.  Reformulação de produtos da comunicação interna Ações de Comunicação
  28. 28. Aproximação e relacionamento com a mídia nacional  Aproveitamento da agenda nacional dos porta-vozes para agendamento de entrevistas.  Agenda de jantares estratégicos em off com colunistas e editores.  Agenda de reuniões com gestores de grandes grupos de comunicação em SP. (Estadão, Folha, Valor, Veja e Época). Ações de Comunicação
  29. 29. Aproximação e relacionamento com a mídia nacional Agendamento e acompanhamento de press-trips para pautas específicas. O objetivo é convidar jornalistas nacionais ou estrangeiros para que possam produzir matérias com profundidade sobre programas prioritários. Destacamos as seguintes sugestões:  Ação carcerária  Defesa do consumidor  Ações de segurança Ações de Comunicação
  30. 30. Monitoramento estratégico da Mídia – Serviço Terceirizado Ações de Comunicação Política Tema Fonte(s) primária(s) Fontes secundárias Riscos/Oportunidades PEC 37 Parlamentares Judiciário, Ministério Público Permanente, com forte repercussão, afeta diretamente o dia a dia do eleitorado Questão indígena/mudança na Funai Ongs, Cimi, parlamentares, acadêmicos, Funais Os próprios índios, o governo Eventual, com pouca repercussão e impacto sobre o dia a dia do cidadão Operações da PF e PRF Agentes, Diretores das instituições e o Ministro da Justiça Parlamentares Tema deve voltar com força no final do ano por ocasião da votação do OGU Drogas/internação voluntária/ Alkcmim, Magistrados Presidente de tribunais Dependerá do contexto político.
  31. 31. Ações de Comunicação Economia Tema Fonte(s) primária(s) Fontes secundárias Inserção no noticiário Grandes Eventos/Caxirola Tribunais de Justiça CNJ Especialistas Políticos O tema é econômico quando envolve áreas estratégicas. Fundamental o acompanhamento pois gera desdobramentos imprevisíveis MP da Energia Presidente Lula MST CNA Congresso Nacional Judiciário Políticos Permanente, com forte repercussão, mas sem afetar diretamente o dia a dia do noticiário. Geralmente aparece como série especial Custo “ambiental” para obras Empresários “Conservadores” Ambientalistas Ministro do Meio Ambiente  Questão ideológica que tem ocupado boa parte do noticiário e que ajudar a reposicionar imagem. Política Fiscal Anticíclica Ministro Mantega Presidente do BC Operadores do Mercado  Suporte do discurso econômico do governo, cujo debate parece mais teórico que ideológico. Monitoramento estratégico da Mídia
  32. 32. Ações de Comunicação Brasil Tema Fonte(s) primária(s) Fontes secundárias Inserção no noticiário Cartórios Tema fortemente regionalizado, com repercussões pontuais, Questões sociais (indígenas, crianças, presos) ONGs Governos Associações Permanente, com forte repercussão e forte impacto Internacional Tema Fonte(s) primária(s) Fontes secundárias Inserção no noticiário Aquecimento global ONU Ongs ambientalistas Acadêmicos Permanente, com repercussão média e fraco impacto Conferência climática em Copenhague Presidente Lula Ministro Minc Ongs ambientalistas Ongs ambientalistas Acadêmicos Eventual, com repercussão média e fraco impacto Agenda Externa do Governo Obama Itamaraty Marco Aurélio Garcia Partidos de oposição Debate ideológico, que pode servir para marcar posição, mas sem ganhos substantivos de imagem. Monitoramento estratégico da Mídia
  33. 33. Coaching para relacionamento com a mídia nacional  Treinamento/coaching para limpar o discurso, clarear os leads e dar consistência com os dados positivos.  Sustentar o conceito “modernidade” com elementos não jornalísticos – estilo, acessórios eletrônicos, uso das redes sociais.  Briefings sobre o perfil dos jornalistas antes dos encontros/entrevistas. Ações de Comunicação
  34. 34. Visibilidade nacional para as ações realizadas nos estados  Criação de ações especiais de impacto para expor os avanços dos programas. (PR Stunts)  Estratégia para intervenção nas redes sociais em temas afins com as novas experiências.  Realização de seminários com o Valor Econômico ou Correio Braziliense  Identificar os aliados políticos e mantê-los informados e aptos a falar sobre as conquistas do MJ. Ações de Comunicação
  35. 35. Quais os principais riscos? O que devemos fazer para prevenir este risco? Caso o risco ocorra, qual a nossa contingência? Incompreensão ou reação exacerbada quanto a decisões do MJ por parte dos agentes políticos e econômicos Integrar as estratégias de modo a alinhar as divulgações internas e externas, de modo a evitar que as informações cheguem contraditórias Divulgação imediata de fatos ou versões que esclareçam que a exposição é benéfica para a sociedade. Percepção divergente entre o que se planeja com os projetos do MJ e as diferentes realidades locais Abordagem em diferentes veículos de modo a evitar os paradoxos de informação e imagem sobre o temas Reforçar o discurso das fontes do MJ com ampliação das repercussões em lugares- chave. Cenário político ou social desfavorável às temáticas planejadas Briefing e monitoramento de mídia para evitar a entrada de campanhas inadequadas Abordagem corpo a corpo com as principais entidades para reelaboração das estratégias Ações de Comunicação
  36. 36. Quais os principais riscos? O que devemos fazer para prevenir este risco? Caso o risco ocorra, qual a nossa contingência? Cenário político de confronto Monitorar os principais “atores” que lidam com os temas: presidente da República, líderes do governo, etc, para ajudar a definir por dar ou não declarações. Re-alinhar estratégia para adaptá-la ao discurso político do Governo Pauta congestionada por crises e casos rumorosos Reposicionar a divulgação em diferentes editorias jornalísticas Alinhar a divulgação à agenda- setting estabelecida Recusa dos formadores de opinião em aceitar o perfil mais técnico do cliente Discussão diária de pautas com editores e repórteres, com oferecimento pontual de entrevistas, ações de Relações Públicas e Eventos Oferecer informações de peso de maneira segmentada e, quando possível, com exclusividade para os principais editores e repórteres. Ações de Comunicação
  37. 37. • O principal porta-voz do MJ é o ministro, a quem cabe proclamar decisões, divulgar programas e ações diretamente ou por meio de delegação; • A comunicação social vai priorizar as mensagens e divulgações dos demais porta-vozes alinhadas com o planejamento estratégico do gabinete do ministro; • A divulgação vai priorizar a imagem institucional do MJ, destacando as ações e os programas e evitando opiniões pessoais; Diretrizes dos Porta-vozes Tabela de Fontes
  38. 38. Tabela de Fontes Autoridades PROGRAMA FONTE Cidadania Anistia Política Cadastro de Cartórios Classificação Indicativa CNEs Direitos Difusos Microfilmagem Organizações Estrangeiras OSCIP Utilidade Pública Federal Cristóvao Combate à Pirataria Estratégia de Atuação Painel de Colaboradores Parcerias Projetos Estratégicos Flora
  39. 39. Tabela de Fontes Autoridades PROGRAMA FONTE Cooperação Internacional Acesso Internacional à Justiça CJI - Alimentos CJI em Matéria Civil CJI em Matéria Penal Cooperação Jurídica Internacional Mercosul Cristóvão Direito do Consumidor Consumidor no mundo Educação para o Consumo Entidades de Defesa Escola Nacional Histórico Notas Técnicas Programa de intercâmbio Saúde e Segurança Sindec Flora e Angélica
  40. 40. Tabela de Fontes Autoridades PROGRAMA FONTE Elaboração Legislativa Comissões Convenções Internacionais Pensando o Direito Sisnorma Tramitação SisPenas Maria Beatriz Estrangeiros Nacionalidade e Naturalização Permanência Conare Medidas Compulsórias Transferência de Condenados Certidões Certificados Consulta a processos Carol
  41. 41. Tabela de Fontes Autoridades PROGRAMA FONTE Execução Penal Alternativas Penais CNPCP Educação em serviço Fundo Penitenciário Ouvidoria Reintegração Social Sistema Federal Sistema Prisional Marcus Institucional Biblioteca Comissão de Ética Ministério Recursos Humanos Tecnologia da Informação Angélica
  42. 42. Tabela de Fontes Autoridades PROGRAMA FONTE Lavagem de Dinheiro Enccla Recuperação de Ativos PNLD Institucional Carol Crack É Possível Vener Fernanda de Souza Relações Públicas Secretaria Nacional de Segurança Pública - SENASP Fone: (61) 2025- 9125 fernanda.desouza@mj.gov.br Políticas sobre Drogas Capacitação Fundo Nacional Antidrogas Onde buscar ajuda Subvenção Social Flora
  43. 43. Tabela de Fontes Autoridades PROGRAMA FONTE Reforma do Judiciário Ações Banco de Iniciativas Institucional Pacto Republicano Projetos Infraconstitucionais Provimento e Vacância Reforma Constitucional Flora Tráfico de Pessoas Marco Legal Rede de Enfrentamento Prêmios e Concursos Cooperação Internacional Carol
  44. 44. Tabela de Fontes Autoridades PROGRAMA FONTE Segurança Pública Conasp Educação e Valorização Enasp Estatísticas Força Nacional Órgãos de Segurança Passaporte Produtos Químicos Segurança na Copa Segurança Portuária Segurança Privada Segurança Rodoviária Sistema Único Marcus
  45. 45. Tabela de Fontes Autoridades PROGRAMA FONTE Transparência Execução do orçamento Institucional Contratos Convênios Despesas Passagens e Diárias Consultas Públicas Procedimentos Disciplinares Recursos Humanos Resultados de Programas Decisões dos Conselhos Processo de Contas Anuais Registro de preços
  46. 46. Grade de Divulgação
  47. 47. Grade Geral de Divulgação DIÁRIA Tema Fonte(s) primária(s) Jornalista Responsável Edição Agenda do Ministro Ronda nos site dos órgãos do MJ Agenda pública do MJ
  48. 48. Grade Geral de Divulgação SEMANAL Tema Fonte(s) primária(s) Jornalista Responsável Edição
  49. 49. Grade Geral de Divulgação SEMANAL Tema Fonte(s) primária(s) Jornalista Responsável Edição
  50. 50. Grade Geral de Divulgação MENSAL – 1ª Semana Dia Tema Fonte(s) primária(s) Jornalista Responsável Edição Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
  51. 51. Grade Geral de Divulgação MENSAL – 2ª Semana Dia Tema Fonte(s) primária(s) Jornalista Responsável Edição Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
  52. 52. Grade Geral de Divulgação MENSAL – 3ª Semana Dia Tema Fonte(s) primária(s) Jornalista Responsável Edição Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
  53. 53. Grade Geral de Divulgação MENSAL – 4ª Semana Dia Tema Fonte(s) primária(s) Jornalista Responsável Edição Segunda-feira Terça-feira Quarta-feira Quinta-feira Sexta-feira
  54. 54. Grade Geral de Divulgação PONTUAIS Dia Tema Fonte(s) primária(s) Jornalista Responsável Edição
  55. 55. Grade Geral de Divulgação PONTUAIS Dia Tema Fonte(s) primária(s) Jornalista Responsável Edição
  56. 56. Grade de Divulgação
  57. 57. Participação em comitês Autoridades PROGRAMA FONTE Focus Group Segurança Jaqueline Paiva Secretária-Adjunta de Imprensa Secretaria de Comunicação Social - SECOM Presidência da República Deputy Press Secretary Secretariat for Social Communication - SECOM Presidency of Brazil 0055 61 34111311 0055 61 98166920 jaqueline.paiva@presidencia.gov.br
  58. 58. Participação em comitês Autoridades PROGRAMA FONTE Grupo de Trabalho para Jornada Mundial da Juventude da Secom Adriana Morais Rodrigues Assessoria Especial de Articulação e Monitoramento Secretaria de Comunicação Social Presidência da República Telefone: (61) 3411 3662 Programa Crack, é Possível Vencer Nina Gomes Maria do Socorro Mendes Gomes Subchefe Adjunta Subchefia de Articulação e Monitoramento -SAM Casa Civil Presidencia da República (61) 3411 1212
  59. 59. Participação em comitês Autoridades Estrutura FONTE Paulo Abramo Programa Crack, é Possível Vencer Nina Gomes Maria do Socorro Mendes Gomes Subchefe Adjunta Subchefia de Articulação e Monitoramento -SAM Casa Civil Presidencia da República (61) 3411 1212
  60. 60. Equipe Coordenação: Marcone Gonçalves marconesantos@gmail.com Ramal: 7656 Celular: 9972-8830 Internet: Produção Gráfica: Revisão: sem revisão E equipe da Assessoria de Comunicação Social

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