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Unidade 2
6º ano
Professora Christie
Cartografia e comunicação
A cartografia é responsável pela
representação visual do espaço
geográfico, que pode ser feita por meio
de produtos cartográficos como
mapas, globos, maquetes, entre
outros.
A cartografia surgiu devido à
necessidade do homem de se localizar,
de conhecer o mundo que vivia.
Tema 1
As primeiras representações cartográficas
Tema 1
Tema 1
Mapas antigos
Tema 1
Planisfério de Mercator – 1595 e atual
Tema 1
Cartografia e tecnologia
O sensoriamento remoto busca a obtenção de
informações do espaço geográfico de forma
remota, ou seja, sem contato direto com o item
pesquisado.
O sensoriamento remoto é o emprego de
imagens da superfície da Terra para a realização
de estudos. Ele refere-se à obtenção de
informações sem o contato direto entre o
pesquisador ou o equipamento e o objeto de
estudo. Primeiramente essa técnica era utilizada
através de fotografias aéreas tiradas a partir de
balões, já no século XIX, sendo atualmente
instrumentalizada, preferencialmente, por
satélites e aviões.
Tema 1
Imagem de Satélite de Vitória
Mapa de Vitória
Tema 1
Tema 1
Tema 1
Tema 1
A cartografia pode ser útil em uma
viagem de carro com o auxilio de um
guia rodoviário ou um GPS, para se
orientar no dia a dia, para uso
governamental, dentre outras
finalidades.
Hoje, com o avanço da tecnologia /
internet os mapas tornaram-se
acessíveis a maior número de
pessoas, e não apenas especialistas.
Alguns usos da cartografia
Tema 1
O planeta Terra apresenta formato
esférico, e é levemente achatada nos
polos. A esse formato específico damos
o nome de geoide.
Durante séculos, por influência do
pensamento religioso, principalmente,
acreditou-se que o planeta apresentava
formato semelhante a um disco, com
apenas 3 continentes cercados por um
corpo de água.
As representações do planeta Terra
Tema 1
Uma das maneiras mais primitivas de
orientação e elaboração de mapas era
através da observação de astros e
estrelas. No decorrer de muito tempo
os viajantes e os cartógrafos usaram
com frequência esse artifício, as
principais referências eram o Sol, a
Lua e as estrelas.
A observação das estrelas e a bússola
foram um grande auxílio na
elaboração de mapas no século XVI.
Orientação
Tema 2
Ao observarmos o Sol, é possível
perceber que ele nasce de um lado e
se põe de outro. Esse movimento
aparente do Sol nos ajuda a
descobrir as direções: o lado em que
o Sol nasce no horizonte é o leste e a
posição oposta, onde ele se põe, é o
oeste. Assim, podemos determinar
os pontos cardeais: o norte (N), o sul
(S), o leste (L) e o oeste (O).
A orientação pelo Sol
Tema 2
Rosa dos ventos
A rosa dos ventos é uma figura
criada para representar a posição
dos pontos cardeais. Porém, para
nos orientarmos com mais precisão,
também são necessários os pontos
colaterais, que são pontos
intermediários entre dois pontos
cardeais. Entre o norte e o oeste
fica o noroeste (NO), entre o norte
e o leste temos o nordeste (NE);
entre o sul e oeste temos o
sudoeste (SO); e entre o sul e leste
fica o sudeste (SE).
Tema 2
A orientação pela bússola
A bússola é um objeto de orientação
geográfica desenvolvida 2000 a.C, ela
tem essa função pois sua agulha
magnetizada sempre aponta para o Polo
Norte Magnético da Terra. Sua
construção ocorreu tendo como
referência a rosa dos ventos, que é
composta pelos pontos cardeais,
colaterais e subcolaterais. É um objeto
com uma agulha magnética que é atraída
para o polo magnético terrestre.
Tema 2
Por que a agulha da bússola aponta para o
norte?
Tema 2
A bússola é um ímã, assim como o planeta
Terra. Todo ímã tem um pólo norte e outro
sul, sendo que os opostos se atraem. Por
isso, o pólo norte magnético da bússola
(ponteiro pintado) aponta para o pólo sul
magnético do planeta que, por coincidência,
está perto do pólo norte geográfico da
Terra.
"Algumas pessoas não sabem que a Terra é
um ímã. Só que o pólo sul magnético do
planeta fica perto do pólo norte geográfico.
É por isso que a bússola está sempre
apontando para o norte"
GPS é a sigla para Global Positioning System, que
em português significa “Sistema de
Posicionamento Global”, e consiste numa
tecnologia de localização por satélite.
O GPS é um sistema de navegação por satélite a
partir de um dispositivo móvel, que envia
informações sobre a posição de algo em qualquer
horário e em qualquer condição climática.
Por isso, o GPS é muito usado nas navegações
marítima e aérea, pelas forças armadas, no
monitoramento de caminhões e automóveis, em
expedições ou em lugares sem pontos de
referência, como florestas e regiões polares.
Novas tecnologias na orientação
Tema 2
O cruzamento de um meridiano e
um paralelo indica um ponto
específico de localização. Os
possíveis cruzamentos entre essas
linhas formam o sistema
de coordenadas geográficas.
Assim, é possível determinar a
exata posição de lugares e pessoas
no planeta.
O GPS calcula as coordenadas
geográficas, ou seja, a combinação
entre os graus de latitude e
longitude do ponto indicado.
Coordenada Geográfica
Tema 2
PARALELOS
São linhas imaginárias
dispostas paralelamente em
torno do planeta,
circundando-o no sentido
Leste-Oeste.
Equador: divide o planeta em
dois hemisférios: Norte e Sul.
Tema 2
MERIDIANOS
Meridianos são linhas
imaginárias verticais traçadas
de um polo ao outro.
O único meridiano que tem
denominação específica é o
Meridiano de Greenwich (que
separa a Terra em dois
hemisférios – oeste ou ocidente
e leste ou oriente)
Tema 2
LATITUDE
A latitude é medida em graus (°), que podem ser
fracionados em unidades menores chamadas
minutos (’) e segundos (”). A latitude do equador é
0°, a latitude do polo Norte é 90° ao norte (N) e a
do polo Sul é 90° ao sul (S).
LONGITUDE
A longitude é medida em graus entre um ponto e
o Meridiano de Greenwich. Pode variar de 0º a
180º para Leste ou para Oeste.
Tema 2
Latitude Longitude
A 30º S 50ºO
B 60ºN 10ºL
C 70º N 160ºO
D 20ºS 50ºL
Latitude Longitude
E 30º S 150ºL
F 40º N 140ºL
G 30º N 110ºO
H 50º S 70ºO
Exemplo de Coordenadas
Geográficas
Tema 2
A realidade e sua representação
É impossível reproduzir os elementos e as
relações que compõem o espaço de
maneira idêntica à real.
Os mapas são uma tentativa de
representar regiões o mais fielmente
possível. Mas, existe uma dificuldade óbvia
em se representar objetos curvos ou
tridimensionais, como a Terra, em uma
superfície plana, bidimensional.
Então, sempre ocorrem distorções, ou seja,
alguns trechos do mapa não irão
corresponder exatamente àquilo que está
sendo representado. É como você abrir
uma bola e tentar esticá-la para deixá-la
plana como uma folha de papel. Você não
conseguirá deixá-la plana a menos que
rasgue as extremidades, deformando-a
Tema 3
Globo Terrestre
O globo terrestre é um modelo
tridimensional de representação da Terra
em formato de uma esfera.
Ele representa a forma mais fiel da Terra,
mesmo se considerarmos que o planeta
não é uma esfera perfeita. Entretanto,
nesse modelo é impossível visualizar
todos os continentes e oceanos ao mesmo
tempo.
Tema 3
Planisfério
À representação da Terra em uma
superfície plana damos o nome
de planisfério. Nele podemos
observar todos os continentes e
oceanos de uma só vez,
diferentemente do globo terrestre.
Mas a representação da Terra em
um plano provoca distorções como
vimos anteriormente.
Tema 3
Projeções cartográficas
Sabemos que a maneira mais adequada de representar a Terra como um todo é por meio de um globo. Porém,
precisamos de mapas planos para estudar a superfície do planeta. Transformar uma esfera em uma área plana
do mapa seria impossível se os cartógrafos não utilizassem uma técnica chamada projeção cartográfica.
As projeções cartográficas permitem representar a superfície esférica da Terra em um plano, ou seja, no mapa;
elas são a base para a confecção de um mapa, constituindo uma rede sistemática de paralelos e meridianos,
permitindo que esses sejam desenhados.
Quanto mais próximo ao centro da projeção, menor será a distorção da superfície.
A projeção plana também é chamada
de azimutal.
Tema 3
Escalas
O mapa é uma imagem reduzida de
uma determinada superfície. Essa
redução - feita com o uso da escala -
torna possível a manutenção da
proporção do espaço representado.
A escala cartográfica estabelece uma
relação de proporcionalidade entre as
distâncias lineares num desenho
(mapa) e as distâncias correspondentes
na realidade.
As escalas podem ser indicadas de duas
maneiras, através de uma
representação gráfica ou de uma
representação numérica.
Tema 3
Escala gráfica
A escala gráfica é representada por um
pequeno segmento de reta graduado, sobre
o qual está estabelecida diretamente a
relação entre as distâncias no mapa,
indicadas a cada trecho deste segmento, e
a distância real de um território.
De acordo com exemplo ao lado, cada
segmento de 1cm é equivalente a 200 km
no terreno, 2 cm a 400 km, e assim
sucessivamente. Caso a distância no mapa,
entre duas localidades seja de 5 cm, a
distância real entre elas será de 5 X 200, ou
1000 km.
Tema 3
Escala numérica
A escala numérica é estabelecida através de
uma relação matemática, normalmente
representada por uma razão, por exemplo: 1:
300 000 (1 por 300 000). A primeira
informação que ela fornece é a quantidade de
vezes em que o espaço representado foi
reduzido. Neste exemplo, o mapa é 300 000
vezes menor que o tamanho real da superfície
que ele representa.
Neste caso também, 1 centímetro
corresponde a 3 km. Se a distância no mapa
entre duas cidades é de 4 cm, a distância real
será de 12 km (4x3).
1cm=77km
Tema 3
No mapa do Brasil, 1 cm corresponde a 250 km.
Já no mapa do estado do Rio de Janeiro, 1 cm corresponde a 40 km.
O mapa do Brasil foi mais reduzido do tamanho real e apresenta menos
detalhes que o mapa do Rio de Janeiro.
Mapa do Brasil
Mapa do Rio de Janeiro
Tema 3
Perceba que os dois mapas de Portugal possuem a
mesma escala, só que uma na forma gráfica e outra na
forma numérica.
Nos dois casos, 1 centímetro corresponde a 120 km
Tema 3
Tema 3
Maior e menor escala
Tema 3
Tema 3
Elementos do mapa
Utilizam-se vários símbolos para
representar os elementos da
realidade nos mapas. Para que
esses símbolos sejam
compreendidos por qualquer leitor,
foram criadas as convenções
cartográficas.
Convenções cartográficas são
uma série de símbolos gráficos
aceitos internacionalmente na
forma de convenção.
Convenções cartográficas
Tema 4
Convenções Cartográficas
Convenções cartográficas são uma série de símbolos
gráficos aceitos internacionalmente na forma de
convenção.
Ex:
Tema 4
Elementos do mapa
Tema 4
Símbolos cartográficos
Para cada tipo de informação há um conjunto específico de símbolos e cores que facilitam sua leitura.
Símbolos pontuais
Os símbolos pontuais são utilizados para representar elementos que ocorrem em localidades
específicas, em um “ponto” do mapa.
Símbolos lineares
São símbolos utilizados para representar elementos que compreendem grande extensão com
largura relativamente pequena, como rodovias, rios e ferrovias.
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Tema 4
Diferentes tipos de Mapa
Mapas políticos
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Mapas sobre aspectos físicos
representam elementos da natureza como clima, vegetação,
altitude, solo, etc.
Tema 4
Mapas sobre aspectos sociais
representam fenômenos sociais, como atividades
econômicas, distribuição da população, fluxo de pessoas
e mercadorias, entre outros.
Tema 4
Tema 4
Croquis
Os croquis são esboços, à mão livre, dos principais
elementos de uma paisagem. Esse tipo de
representação não segue os critérios técnicos
exigidos na construção de um mapa como as
escalas, além de não precisar conter elementos
como legenda, coordenadas geográficas ou
orientação.
Outras representações cartográficas
Além dos mapas podemos destacar outras importantes
representações do espaço, como globos, croquis, plantas e
maquetes.
Maquetes
As maquetes são modelos em miniatura de parte da superfície
terrestre que apresentam três dimensões, ou seja, altura,
largura e profundidade.
Plantas
são representações muito detalhadas de parte da superfície da Terra
ou de um imóvel, por exemplo, seguindo determinada escala.
Ela apresenta uma escala grande. Exemplo 1:3000
Professora Christie – Geografia
Dúvidas?
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Unidade 2 6º ano

  • 2. Cartografia e comunicação A cartografia é responsável pela representação visual do espaço geográfico, que pode ser feita por meio de produtos cartográficos como mapas, globos, maquetes, entre outros. A cartografia surgiu devido à necessidade do homem de se localizar, de conhecer o mundo que vivia. Tema 1
  • 3. As primeiras representações cartográficas Tema 1
  • 6. Planisfério de Mercator – 1595 e atual Tema 1
  • 7. Cartografia e tecnologia O sensoriamento remoto busca a obtenção de informações do espaço geográfico de forma remota, ou seja, sem contato direto com o item pesquisado. O sensoriamento remoto é o emprego de imagens da superfície da Terra para a realização de estudos. Ele refere-se à obtenção de informações sem o contato direto entre o pesquisador ou o equipamento e o objeto de estudo. Primeiramente essa técnica era utilizada através de fotografias aéreas tiradas a partir de balões, já no século XIX, sendo atualmente instrumentalizada, preferencialmente, por satélites e aviões. Tema 1
  • 8. Imagem de Satélite de Vitória Mapa de Vitória Tema 1
  • 12. A cartografia pode ser útil em uma viagem de carro com o auxilio de um guia rodoviário ou um GPS, para se orientar no dia a dia, para uso governamental, dentre outras finalidades. Hoje, com o avanço da tecnologia / internet os mapas tornaram-se acessíveis a maior número de pessoas, e não apenas especialistas. Alguns usos da cartografia Tema 1
  • 13. O planeta Terra apresenta formato esférico, e é levemente achatada nos polos. A esse formato específico damos o nome de geoide. Durante séculos, por influência do pensamento religioso, principalmente, acreditou-se que o planeta apresentava formato semelhante a um disco, com apenas 3 continentes cercados por um corpo de água. As representações do planeta Terra Tema 1
  • 14. Uma das maneiras mais primitivas de orientação e elaboração de mapas era através da observação de astros e estrelas. No decorrer de muito tempo os viajantes e os cartógrafos usaram com frequência esse artifício, as principais referências eram o Sol, a Lua e as estrelas. A observação das estrelas e a bússola foram um grande auxílio na elaboração de mapas no século XVI. Orientação Tema 2
  • 15. Ao observarmos o Sol, é possível perceber que ele nasce de um lado e se põe de outro. Esse movimento aparente do Sol nos ajuda a descobrir as direções: o lado em que o Sol nasce no horizonte é o leste e a posição oposta, onde ele se põe, é o oeste. Assim, podemos determinar os pontos cardeais: o norte (N), o sul (S), o leste (L) e o oeste (O). A orientação pelo Sol Tema 2
  • 16. Rosa dos ventos A rosa dos ventos é uma figura criada para representar a posição dos pontos cardeais. Porém, para nos orientarmos com mais precisão, também são necessários os pontos colaterais, que são pontos intermediários entre dois pontos cardeais. Entre o norte e o oeste fica o noroeste (NO), entre o norte e o leste temos o nordeste (NE); entre o sul e oeste temos o sudoeste (SO); e entre o sul e leste fica o sudeste (SE). Tema 2
  • 17. A orientação pela bússola A bússola é um objeto de orientação geográfica desenvolvida 2000 a.C, ela tem essa função pois sua agulha magnetizada sempre aponta para o Polo Norte Magnético da Terra. Sua construção ocorreu tendo como referência a rosa dos ventos, que é composta pelos pontos cardeais, colaterais e subcolaterais. É um objeto com uma agulha magnética que é atraída para o polo magnético terrestre. Tema 2
  • 18. Por que a agulha da bússola aponta para o norte? Tema 2 A bússola é um ímã, assim como o planeta Terra. Todo ímã tem um pólo norte e outro sul, sendo que os opostos se atraem. Por isso, o pólo norte magnético da bússola (ponteiro pintado) aponta para o pólo sul magnético do planeta que, por coincidência, está perto do pólo norte geográfico da Terra. "Algumas pessoas não sabem que a Terra é um ímã. Só que o pólo sul magnético do planeta fica perto do pólo norte geográfico. É por isso que a bússola está sempre apontando para o norte"
  • 19. GPS é a sigla para Global Positioning System, que em português significa “Sistema de Posicionamento Global”, e consiste numa tecnologia de localização por satélite. O GPS é um sistema de navegação por satélite a partir de um dispositivo móvel, que envia informações sobre a posição de algo em qualquer horário e em qualquer condição climática. Por isso, o GPS é muito usado nas navegações marítima e aérea, pelas forças armadas, no monitoramento de caminhões e automóveis, em expedições ou em lugares sem pontos de referência, como florestas e regiões polares. Novas tecnologias na orientação Tema 2
  • 20. O cruzamento de um meridiano e um paralelo indica um ponto específico de localização. Os possíveis cruzamentos entre essas linhas formam o sistema de coordenadas geográficas. Assim, é possível determinar a exata posição de lugares e pessoas no planeta. O GPS calcula as coordenadas geográficas, ou seja, a combinação entre os graus de latitude e longitude do ponto indicado. Coordenada Geográfica Tema 2
  • 21. PARALELOS São linhas imaginárias dispostas paralelamente em torno do planeta, circundando-o no sentido Leste-Oeste. Equador: divide o planeta em dois hemisférios: Norte e Sul. Tema 2
  • 22. MERIDIANOS Meridianos são linhas imaginárias verticais traçadas de um polo ao outro. O único meridiano que tem denominação específica é o Meridiano de Greenwich (que separa a Terra em dois hemisférios – oeste ou ocidente e leste ou oriente) Tema 2
  • 23. LATITUDE A latitude é medida em graus (°), que podem ser fracionados em unidades menores chamadas minutos (’) e segundos (”). A latitude do equador é 0°, a latitude do polo Norte é 90° ao norte (N) e a do polo Sul é 90° ao sul (S). LONGITUDE A longitude é medida em graus entre um ponto e o Meridiano de Greenwich. Pode variar de 0º a 180º para Leste ou para Oeste. Tema 2
  • 24. Latitude Longitude A 30º S 50ºO B 60ºN 10ºL C 70º N 160ºO D 20ºS 50ºL Latitude Longitude E 30º S 150ºL F 40º N 140ºL G 30º N 110ºO H 50º S 70ºO Exemplo de Coordenadas Geográficas Tema 2
  • 25. A realidade e sua representação É impossível reproduzir os elementos e as relações que compõem o espaço de maneira idêntica à real. Os mapas são uma tentativa de representar regiões o mais fielmente possível. Mas, existe uma dificuldade óbvia em se representar objetos curvos ou tridimensionais, como a Terra, em uma superfície plana, bidimensional. Então, sempre ocorrem distorções, ou seja, alguns trechos do mapa não irão corresponder exatamente àquilo que está sendo representado. É como você abrir uma bola e tentar esticá-la para deixá-la plana como uma folha de papel. Você não conseguirá deixá-la plana a menos que rasgue as extremidades, deformando-a Tema 3
  • 26. Globo Terrestre O globo terrestre é um modelo tridimensional de representação da Terra em formato de uma esfera. Ele representa a forma mais fiel da Terra, mesmo se considerarmos que o planeta não é uma esfera perfeita. Entretanto, nesse modelo é impossível visualizar todos os continentes e oceanos ao mesmo tempo. Tema 3
  • 27. Planisfério À representação da Terra em uma superfície plana damos o nome de planisfério. Nele podemos observar todos os continentes e oceanos de uma só vez, diferentemente do globo terrestre. Mas a representação da Terra em um plano provoca distorções como vimos anteriormente. Tema 3
  • 28. Projeções cartográficas Sabemos que a maneira mais adequada de representar a Terra como um todo é por meio de um globo. Porém, precisamos de mapas planos para estudar a superfície do planeta. Transformar uma esfera em uma área plana do mapa seria impossível se os cartógrafos não utilizassem uma técnica chamada projeção cartográfica. As projeções cartográficas permitem representar a superfície esférica da Terra em um plano, ou seja, no mapa; elas são a base para a confecção de um mapa, constituindo uma rede sistemática de paralelos e meridianos, permitindo que esses sejam desenhados. Quanto mais próximo ao centro da projeção, menor será a distorção da superfície. A projeção plana também é chamada de azimutal. Tema 3
  • 29. Escalas O mapa é uma imagem reduzida de uma determinada superfície. Essa redução - feita com o uso da escala - torna possível a manutenção da proporção do espaço representado. A escala cartográfica estabelece uma relação de proporcionalidade entre as distâncias lineares num desenho (mapa) e as distâncias correspondentes na realidade. As escalas podem ser indicadas de duas maneiras, através de uma representação gráfica ou de uma representação numérica. Tema 3
  • 30. Escala gráfica A escala gráfica é representada por um pequeno segmento de reta graduado, sobre o qual está estabelecida diretamente a relação entre as distâncias no mapa, indicadas a cada trecho deste segmento, e a distância real de um território. De acordo com exemplo ao lado, cada segmento de 1cm é equivalente a 200 km no terreno, 2 cm a 400 km, e assim sucessivamente. Caso a distância no mapa, entre duas localidades seja de 5 cm, a distância real entre elas será de 5 X 200, ou 1000 km. Tema 3
  • 31. Escala numérica A escala numérica é estabelecida através de uma relação matemática, normalmente representada por uma razão, por exemplo: 1: 300 000 (1 por 300 000). A primeira informação que ela fornece é a quantidade de vezes em que o espaço representado foi reduzido. Neste exemplo, o mapa é 300 000 vezes menor que o tamanho real da superfície que ele representa. Neste caso também, 1 centímetro corresponde a 3 km. Se a distância no mapa entre duas cidades é de 4 cm, a distância real será de 12 km (4x3). 1cm=77km
  • 33. No mapa do Brasil, 1 cm corresponde a 250 km. Já no mapa do estado do Rio de Janeiro, 1 cm corresponde a 40 km. O mapa do Brasil foi mais reduzido do tamanho real e apresenta menos detalhes que o mapa do Rio de Janeiro. Mapa do Brasil Mapa do Rio de Janeiro Tema 3
  • 34. Perceba que os dois mapas de Portugal possuem a mesma escala, só que uma na forma gráfica e outra na forma numérica. Nos dois casos, 1 centímetro corresponde a 120 km Tema 3
  • 36. Maior e menor escala Tema 3
  • 38. Elementos do mapa Utilizam-se vários símbolos para representar os elementos da realidade nos mapas. Para que esses símbolos sejam compreendidos por qualquer leitor, foram criadas as convenções cartográficas. Convenções cartográficas são uma série de símbolos gráficos aceitos internacionalmente na forma de convenção. Convenções cartográficas Tema 4
  • 39. Convenções Cartográficas Convenções cartográficas são uma série de símbolos gráficos aceitos internacionalmente na forma de convenção. Ex: Tema 4
  • 41. Símbolos cartográficos Para cada tipo de informação há um conjunto específico de símbolos e cores que facilitam sua leitura. Símbolos pontuais Os símbolos pontuais são utilizados para representar elementos que ocorrem em localidades específicas, em um “ponto” do mapa. Símbolos lineares São símbolos utilizados para representar elementos que compreendem grande extensão com largura relativamente pequena, como rodovias, rios e ferrovias. Símbolos zonais Os símbolos zonais constituem-se em manchas. Tema 4
  • 42. Diferentes tipos de Mapa Mapas políticos representam a divisão territorial de um país, estado ou município Tema 4
  • 43. Mapas sobre aspectos físicos representam elementos da natureza como clima, vegetação, altitude, solo, etc. Tema 4
  • 44. Mapas sobre aspectos sociais representam fenômenos sociais, como atividades econômicas, distribuição da população, fluxo de pessoas e mercadorias, entre outros. Tema 4
  • 45. Tema 4 Croquis Os croquis são esboços, à mão livre, dos principais elementos de uma paisagem. Esse tipo de representação não segue os critérios técnicos exigidos na construção de um mapa como as escalas, além de não precisar conter elementos como legenda, coordenadas geográficas ou orientação. Outras representações cartográficas Além dos mapas podemos destacar outras importantes representações do espaço, como globos, croquis, plantas e maquetes.
  • 46. Maquetes As maquetes são modelos em miniatura de parte da superfície terrestre que apresentam três dimensões, ou seja, altura, largura e profundidade.
  • 47. Plantas são representações muito detalhadas de parte da superfície da Terra ou de um imóvel, por exemplo, seguindo determinada escala. Ela apresenta uma escala grande. Exemplo 1:3000
  • 48. Professora Christie – Geografia Dúvidas? Questionem em sala ou no blog www.christiegeo.blogspot.com.br