CURSO BÁSICO DE TUBULAÇÕES OCTG

MAXIMUM É RESULTADO!
MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE

Eng.º FREDJOGER MENDES

ABRIL DE 2013
MISSÃO

Produzir e disseminar conhecimento para promover a educação técnica
premium, visando a formação de profissionais e...
VISÃO

Torna-se referência em produção e disseminação de conhecimento para
educação técnica premium no Brasil.

MAXIMUM TE...
NOSSOS VALORES

SEGURANÇA É INEGOCIÁVEL;
EXCELÊNCIA EM QUALIDADE;
FOCO NO RESULTADO;
DISCIPLINA OPERACIONAL;
MERITOCRACIA;...
O CURSO

OBJETIVO
EMENTA
AVALIAÇÃO

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ABRIL DE 2013
O CURSO

OBJETIVO
Fornecer conhecimento básico sobre tubos, aços e conexões utilizados no
revestimento e na completação de...
O CURSO
EMENTA:
DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS
CARACTERISTICAS GEOMÉTRICAS
ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
ESFORÇOS ATUANTES EM U...
O CURSO

AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO:
PROVA DISCURSIVA E OBJETIVA
APROVAÇÃO COM 80% DE APROVEITAMENTO

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1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS

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1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS
O tubo geometricamente é definido como um cilindro vazado.

CILINDRO

TUBO

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1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS
Os tubos são utilizados como elementos estruturais e também como
condutores de fluídos para dive...
1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS
FUNÇÃO ESTRUTURAL
Sustentação de estruturas

Transporte de fluídos
FUNÇÃO DE CONDUÇÃO

MAXIMUM T...
1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS
Os tubos podem ser feitos de diversos materiais. Ex.: Aço, cobre, PVC,
alumínio, cerâmica, ligas...
1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS
Os tubos de aço podem ser laminados sem costura a partir de uma barra de
aço.
LAMINAÇÃO

TUBO

M...
1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS
LAMINAÇÃO

TUBO

1º O mandril do
laminador perfura a
barra cilíndrica

MAXIMUM TECHNICAL INSTITU...
1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS
Os tubos de aço podem ser fabricados a partir de chapas de aço que são
conformadas cilindricamen...
1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS
PROCESSO DE PRODUÇÃO DE TUBOS COM COSTURA

TUBO

2º Chapas de aço
plano são dobradas
até formar ...
2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS

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2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS
O cilindro é um sólido em três dimensões formado a partir de uma base
circular e a geratriz...
2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS
O retângulo é formado por retas em ângulo (90°) em que suas
extremidades são coincidentes.
...
2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS
O círculo é um conjunto infinito de pontos (A;B;C;D; ∞) distribuídos em
360°, que possuem a...
2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS
Raio = Distância entre um ponto qualquer da circunferência e o centro
desta - X. R = distân...
2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS
Perímetro de uma circunferência é o comprimento da reta imaginária que
se formaria se rompê...
2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS
Área de uma circunferência é a medida em duas dimensões do espaço
ocupado pela figura.
Área...
2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS
Uma seção tubular é o perfil formado pela subtração de área de uma circunferência
maior por...
2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS
A parede de um tubo é a diferença entre o raio da circunferência maior e o
raio da circunfe...
2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS
O tubo possui as seguintes características geométricas:
1.1 – Comprimento; (medido em: metr...
2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS
O tubo possui as seguintes características geométricas:
1.2 - Diâmetro externo; (medido em:...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO

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3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
Os padrões dimensionais dos tubos são normatizados por diversos
organismos internacion...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
Mas vamos nos ater apenas a API e em três de suas normas sobre tubos:
API 5B; Especifi...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
Estas normas irão nos guiar quanto às tolerâncias dos seguintes aspectos
dimensionais:...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
1 - Tolerância de comprimento para tubos longos;
1.1 Instrumento: De acordo com a API ...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
Obs.: Conversão de unidades:
1 In (Polegada) = 25,4mm ou 0,0254m
1 FT (Pé) = 304,8mm o...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO

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3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO

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3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
2 - Tolerância de diâmetro externo;
2.1 Se a medida do diâmetro externo estiver no SI ...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
2 - Tolerância de diâmetro externo;
DIAMETRO EX.

Item 8.11.1 API 5 CT
Exemplos:
3,5” ...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
3 - Tolerância de espessura de parede;
A espessura de parede pode variar em função de ...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
3 - Tolerância de espessura de parede;
Exemplos:
Nominal 13,84mm => Máx. 13,84mm => Mi...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
3 - Tolerância de espessura de parede;
Outro aspecto a ser observado na integridade da...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
3 - Tolerância de espessura de parede;
Se as marcas abaixo estiverem localizadas na lu...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
3 - Tolerância de espessura de parede;
Tabela C33 para danos lineares: Há diferença de...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
3 - Tolerância de espessura de parede;
A tabela C34 trata de conexões específicas que ...
3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO
3 - Tolerância de espessura de parede; Tabela C39

As medidas são em milímetros e se r...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO

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4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.1 – Definição de esforços
Esforços são tensões resultantes da aplicação de uma determina...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.1 – Definição de esforços
Desde o momento em que um tubo é manufaturado ele passa a ser ...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.2 – Definição de deformações
Quando submetido ao um esforço o material terá dois tipos d...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.2 – Definição de deformações
Aços diferentes possuem comportamentos distintos quando sub...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.3 – TRAÇÃO - TENSÃO
É a força aplicada sobre um corpo numa direção perpendicular à sua s...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.3 – TRAÇÃO - TESTES

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4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.3 – TRAÇÃO - TESTES

Amostras
Equipamento para ensaio de tração

Amostras

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4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.4 – Compressão
É a força aplicada sobre um corpo numa direção perpendicular à sua superf...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.4 – Compressão

Comportamento das
amostras
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Equipamento para...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.5 – Pressão
A ação de uma ou mais forças sobre um determinado espaço, podendo este ser
l...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.5 – Pressão - Unidades
PRESSÃO = FORÇA / ÁREA = kgf/cm² ou lb/in²
Lb/in² = pound / squar...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.6– Pressão Interna
Sistema de forças atuantes em um espaço determinado que utiliza como ...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.6 – Pressão Interna – Exemplos de danos causados pela falta de controle.

MAXIMUM TECHNI...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.6 – Pressão Interna – Teste Hidrostático – API 5CT Item 10.12 – API 5C3

EQUIPAMENTOS DE...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.7 – Pressão Externa
Sistema de forças do meio externo com atuação em uma determinada sup...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.7 – Pressão Externa
Segundo a norma API Bulletin 5C3, no caso do colapso por regime plás...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.7 – Pressão Externa – Razão entre Diâmetro / Parede

SUPORTA MAIS PRESSÃO

MAXIMUM TECHN...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.7 – Pressão Externa

Análise de elementos finitos
define o nível de tensão em
cada ponto...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.7 – Pressão Externa – Teste de colapso

GRÁFICO DE TESTE COLAPSO

EQUIPAMENTO PARA TESTE...
4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO
4.8 – Esforços combinados

Os gráficos acima servem
para analisar os esforços
combinados q...
5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO

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5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO
5.1 – TENSÃO
Em física e engenharia, se denomina tensão mecânica ao valor da distribuição
(...
5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO
5.1 – TENSÃO
Tensão = 500 lb/In²
Ou 500 psi

Tração = 1500 lb
ÁREA = 1 In²

Pressão = 0 psi...
5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO
5.2 – FATORES QUE INFLUENCIAM A TENSÃO MÁXIMA SUPORTÁVEL POR UM
TUBO:

PAREDE

DIAMETRO EX....
5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO
5.1 – FATORES QUE INFLUENCIAM A TENSÃO MÁXIMA SUPORTÁVEL POR UM
TUBO:
2 – Cálculo da seção ...
5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO
5.1 – FATORES QUE INFLUENCIAM A TENSÃO MÁXIMA SUPORTÁVEL POR UM
TUBO:
3 – Então se este tub...
5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO
5.1 – Limites de um tubo. Ex: Diâmetro 5,5” parede 0,304” aço de 80 KSI

Body Yield Strengh...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS

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6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.1 – DEFINIÇÃO DE AÇO:
Aço é uma liga metálica formada essencialmente por ferro e carbono, com
...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.1 – DEFINIÇÃO DE AÇO:
Aço é uma liga metálica formada essencialmente por ferro e carbono, com
...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.2 – FABRICAÇÃO DO AÇO:
O carvão exerce duplo papel na fabricação do aço. Como combustível, per...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.2 – ESQUEMA DE FABRICAÇÃO DO AÇO:

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6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.2 – ESQUEMA DE FABRICAÇÃO DO AÇO:

MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE

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ABRIL ...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.2 – ESQUEMA DE FABRICAÇÃO DO TUBO: LAMINAÇÃO
LAMINAÇÃO
LINGOTAMENTO DE BARRA

FORNO DE REAQUEC...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.2 – ESQUEMA DE FABRICAÇÃO DO TUBO: TRATAMENTO TÉRMICO

TEMPERA

FORNO DE REVENIMENTO

AJUSTE D...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.2 – ESQUEMA DE FABRICAÇÃO DO TUBO: ACABAMENTO

DESEMPENO

INSPEÇÃO FINAL

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6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.2 – FABRICAÇÃO DO AÇO:
No processo de redução, o ferro se liquefaz e é chamado de ferro gusa o...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.2 – FABRICAÇÃO DO AÇO:
O ferro gusa é levado para a aciaria, ainda em estado líquido, para ser...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO:
6.3.1 A plasticidade é a propriedade inversa à da elasticidade, ou se...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO: DEFORMAÇÃO DE UMA AMOSTRA

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6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO:
6.3.2 - Ductilidade é a capacidade do material de se deformar sob a a...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO:
6.3.4 - A resiliência é a capacidade de absorver energia mecânica em ...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO:
6.3.5 - A fluência é mais uma outra propriedade apresentada pelo aço ...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO:
6.3.6 - É importante citar ainda a fadiga, sendo a ruptura de um mate...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.3.7 - Por fim, temos a dureza, que é a resistência ao risco ou abrasão: a
resistência que a su...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO: EXEMPLO DE FRATURA DO AÇO EM ENSAIO

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6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.4 – AÇO FASES EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA E DO % DE CARBONO –
DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS:

MAXIMUM TE...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.4.1 – EXEMPLO DE ESTRUTURA DO AÇO : SAE 1060 :
Cementita ou carboneto de ferro é
um composto q...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.4.2 – COMPARAÇÃO DE ESTRUTURAS APÓS DEFORMAÇÃO AÇO ASTM A193 B7:

ANTES

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6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.4.3 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS:
ESTRUTURA CRISTALINA DA CEMENTITA Fe3C

Fe
C

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6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.4.4 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS:
6.4.4.1 - FERRITA: Conhecida como α-ferrita (α-Fe) o...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.4.4 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS:
AUSTENITA: A austenita ou (ou ferro na fase γ) é uma...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.4.4 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS:
AUSTENITA:

Cúbica de face centrada

Austenita

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6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.4.4 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS:
MARTENSITA: É formada quando as ligas ferro - carbon...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.4.4 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS:
MARTENSITA: Não revenida

Cúbica de corpo centrado

...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.4.4 – AÇO INOXIDÁVEL – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS:
MARTENSITA: Após têmpera e revenimento.

MARTEN...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.6 – AÇO INOXIDÁVEL:
O aço inoxidável é uma liga de ferro e cromo ( mínimo 8% - 10,5%), podendo...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.6 – AÇO INOXIDÁVEL:

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6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.6.1 – AÇO INOXIDÁVEL – CAMADA PASSIVADORA:
Figura 1 – Num ambiente oxidante normal uma camada ...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.6.1 – AÇO INOXIDÁVEL – CAMADA PASSIVADORA:
Apesar de invisível, estável e com espessura finíss...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.6.1 – AÇO INOXIDÁVEL – CAMADA PASSIVADORA:
É inerente ao aço inoxidável já que o cromo faz par...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.6.2 – AÇO INOXIDÁVEL - TIPOS:
Os aços inox podem ser classificados em cinco tipos de acordo co...
6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS
6.6.2 – AÇO INOXIDÁVEL - TIPOS:
Além destes grupos principais existem o aço inoxidável duplex e ...
7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS

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7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.1 AÇOS API:
São aços fabricados segundo a norma API 5CT. A norma padroniza composição químic...
7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.1 AÇOS API: CÓDIGO
DE CORES
Para
que
seja
possível
diferenciar um aço de outro
visualmente...
7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.1 AÇOS API: CÓDIGO DE CORES
Tabela C66 da API 5 CT.

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7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.1 AÇOS API: CÓDIGO DE CORES
Tabela C66 da API 5 CT.

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Eng.º FR...
7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.1 AÇOS API: CÓDIGO DE
CORES

H-40 = LUVA PRETA. FAIXA PRETA AO REDOR DO TUBO

M-65 = LUVA ...
7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.2 AÇOS API: RESISTÊNCIA A TENSÃO
YIELD STRENGTH - MINIMUM PSI:
TENSÃO MÍNIMA NECESSÁRIA PA...
7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.2 AÇOS API: RESISTÊNCIA A TENSÃO
YIELD STRENGTH MINIMUM PSI:
TENSÃO MÍNIMA
NECESSÁRIA PARA...
7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.2 AÇOS API: RESISTÊNCIA A TENSÃO

API GRADE
H-40
J-55
K-55
C-75
L-80
N-80
C-95
P-110
Q-125...
7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.2 AÇOS API: RESISTÊNCIA A TENSÃO

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7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.2 AÇOS API: RESISTÊNCIA A TENSÃO

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7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.3 AÇOS API: COMPOSIÇÃO QUÍMICA

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7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.3 AÇOS API: COMPOSIÇÃO QUÍMICA
A API 5CT no item 7.1 diz que os aços devem seguir as comp...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.3 AÇOS API: COMPOSIÇÃO QUÍMICA

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7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.4 AÇOS API: PROCESSOS DE MANUFATURA
Os tubos OCTG podem ser produzidos por dois processos...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.4 AÇOS API: PROCESSOS DE MANUFATURA

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...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.4 AÇOS API: PROCESSOS DE MANUFATURA – Tubo com costura

Electric Resistance Welded Pipe -...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.2.4 AÇOS API: PROCESSOS DE MANUFATURA – Tubo sem costura

Seamless Pipe - S
MAXIMUM TECHNIC...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3 AÇOS PROPRIETÁRIOS:
São graus de aço desenvolvidos pelos fabricantes para atender demanda...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3 AÇOS PROPRIETÁRIOS:
Deep Well Service - DW:
Usados em poços com mais de 4500m de profundi...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3.1 AÇOS PROPRIETÁRIOS: CRA
DUPLEX:
Aço duplex é um tipo de aço inoxidável composto pela co...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3.1 AÇOS PROPRIETÁRIOS: CRA
SUPER DUPLEX:
O grau é caracterizado por uma boa resistência à ...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3.1 AÇOS PROPRIETÁRIOS: CRA
SUPER AUSTENÍTICO:
Uma linha de aços que alia alta resistência ...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3.1 AÇOS PROPRIETÁRIOS: CRA
INCONEL:
Inconel é uma família de austenítica de níquel - cromo...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3.1 AÇOS PROPRIETÁRIOS: Nomenclaturas
Cada fabricante adota o nome que melhor lhe convém, m...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3.2 AÇOS PROPRIETÁRIOS: Catálogos
Os fabricantes elaboram catálogos que orientam os cliente...
7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS

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7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS

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7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS

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7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS

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7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS

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7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3.2 AÇOS PROPRIETÁRIOS:
Catálogos
CÓDIGO DE CORES DA VALLOUREC

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7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3.2 AÇOS PROPRIETÁRIOS:
Catálogos
CÓDIGO DE CORES DA JFE

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7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3.2 AÇOS PROPRIETÁRIOS:
Catálogos: CÓDIGO DE CORES DA
SUMITOMO

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7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS
7.3.2 AÇOS PROPRIETÁRIOS:
Catálogos: CÓDIGO DE CORES DA
TENARIS

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...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO

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8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1 CORROSÃO
“Interação físico-química entre um metal e o meio envolvente, da qual
resultam mu...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
Algumas definições entendem que “corrosão” tem que envolver uma reação
eletroquímica.
Outras d...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
- É um processo espontâneo que ocorre frequentemente na natureza por ação de
diversos fatores....
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.1 Considerações Energéticas
• A corrosão resulta da tendência que os materiais têm em volt...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.2 Importância da Corrosão Metálica
• uso crescente de metais no campo tecnológico
• utiliz...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.3 Custos devidos à corrosão
• Custos diretos
• Custos de substituição de peças danificadas...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.3 Custos devidos à corrosão
• Custos indiretos
• Paralisações
• Perda de produto
• Perda d...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.4 Seleção de um material
Para a seleção de um aço deve ser levada em consideração os segui...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.5 Fatores Influentes na velocidade de corrosão
A velocidade do processo corrosivo pode ser...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.5 Fatores Influentes na velocidade de corrosão
8.1.5.1 Meios Corrosivos
Os meios corrosivo...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.5.1 Meios Corrosivos
- água do mar: A água do mar em virtude da presença acentuada de sais...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.5.1 Meios Corrosivos
- produtos químicos: os produtos químicos, desde que em contato com á...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.5 Fatores Influentes na velocidade de corrosão
Geração do meio corrosivo: como foi dito an...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.6 Formas de corrosão
As formas segundo as quais a corrosão pode manifestar-se são definida...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.5 Formas de Corrosão
Corrosão por pite: quando o desgaste se dá de forma muito localizada ...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.5 Formas de Corrosão
Corrosão por pite: quando o desgaste se dá de forma muito localizada ...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.5 Formas de Corrosão

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8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.5 Formas de Corrosão

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8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.6 Corrosão por CO2

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8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.6 Corrosão por CO2

As falhas de corrosão, relacionadas com a corrosão por dióxido de carb...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.6 Corrosão por CO2
A corrosão por CO2 é frequentemente encontrada na indústria de petróleo...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.6 Corrosão por CO2
O CO2 se dissolve na água formando ácido carbônico (H2CO3), o qual é ag...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.6 Corrosão por CO2
A formação irregular da camada de corrosão e a sua destruição localizad...
8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.6 Corrosão por CO2

Formação do ácido carbônico
Reação anódica

Fe2+ + CO32− ↔ FeCO3(s) (7...
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8.1.6 Corrosão por CO2

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8.1.7 Fragilização por H2S

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8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.7 Fragilização por H2S
O hidrogênio é um átomo de tamanho reduzido que consegue se difundi...
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8.1.7 Fragilização por H2S

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8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.7 Fragilização por H2S
O processamento e a aplicação de materiais metálicos susceptíveis à...
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8.1.7 Fragilização por H2S

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8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO
8.1.7 Fragilização por H2S
O hidrogênio é capaz de se difundir rapidamente na malha cristalina...
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8.1.7 Fragilização por H2S

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9 – DIAGRAMAS DE ESCOLHA DOS AÇOS

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9 – DIAGRAMAS DE ESCOLHA DOS AÇOS
9 – INTRODUÇÃO
Os fabricantes de tubos de aço elaboraram diagramas que em função das pre...
9 – DIAGRAMAS DE ESCOLHA DOS AÇOS
9.1 - VALLOUREC

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9 – DIAGRAMAS DE ESCOLHA DOS AÇOS
9.2 - SUMITOMO

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9.2 – ISO 15156

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10 – CONEXÕES API

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10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES
10.1.1 DEFINIÇÃO
co.ne.xão
(cs) sf (lat connexione) 1 Ligação de uma coi...
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10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES
10.1.1 EXEMPLOS

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10.1.1 EXEMPLOS

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10.1.1 EXEMPLOS

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10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES
10.1.1 DEFINIÇÃO DE CONEXÃO ROSQUEADA
Ligação entre dois segmentos tubul...
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10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES
10.1.1 EXEMPLOS CONEXÕES ROSCADAS

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10.1.1 EXEMPLOS CONEXÕES ROSCADAS

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10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES
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Sulcos contínuos e padronizados em alto ou bai...
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10.1.1 DEFINIÇÃO DE ROSCA - ESPIRAL

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10.1.2 PARTES QUE COMPÕE UMA ROSCA

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FLANCO DE
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10.1.3 DIÂMETROS QUE COMPÕE A ROSCA

DIAMETRO
MÉDIO OU
PITCH

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DIÂMETRO MÉDIO OU PITCH: É o diâme...
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10.1.3 TIPOS DE ROSCAS QUANTO A INCLINAÇÃO DO EIXO (CONICIDADE):
CILÍNDR...
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COMPRIMENTO
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CAIXA

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10.2.1 LINE PIPE: Conexão geralmente usada para condução de hidráulica de
superfície d...
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10.2.2 ROSCA REDONDA: Conexão usada em tubing NU (10 e 8 fios por polegada);
tubing EU...
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10.2.2 ROSCA REDONDA

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10.2.2 ROSCA REDONDA

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10.2.2 ROSCA REDONDA – TUBING EU
Possui um reforço na parede do pino
chamado de upset,...
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10.2.2 ROSCA REDONDA – TUBING NU
Não possui nenhum reforço na conexão.

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10.2.2 LTC (LONG THREAD CASING) E STC (SHORT THREAD CASING).
A diferença básica entre ...
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10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING).
Conexão de formato trapezoidal. Sua origem está r...
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10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING).

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10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING).

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10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING).DISTRIBUIÇÃO DAS TENSÕES

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10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING). CORTE

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10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING). CORTE

CAIXA BTC

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10.2.4 EXTREME LINE

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10.2.4 EXTREME LINE – Perfil de rosca da conexão. Conexão integral com um selo de
veda...
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10.2.4 EXTREME LINE – Acoplamento

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10.2.4 EXTREME LINE – Pino

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11 – CONEXÕES PREMIUM
11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES
São conexões projetadas pelos fabricantes de tubos para atender à...
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11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO TUBO E LUVA
Internamente flush

Filetes de rosca acopla...
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11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO TUBO E LUVA

Selos acoplados
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11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO TUBO E LUVA

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Ombros acoplados
Selos acoplados
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Pino
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pino
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Ombros acoplados
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Filetes de rosca acoplados
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Curso básico sobre aços, tubos e conexões utilizados no revestimento e na completação de poços de petróleo e gás.
O objetivo é dar uma noção completa do minério ferro à utilização dos tubos em poços de produção e injeção.

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CURSO BÁSICO DE TUBULAÇÕES OCTG PARA POÇOS DE PETRÓLEO

  1. 1. CURSO BÁSICO DE TUBULAÇÕES OCTG MAXIMUM É RESULTADO! MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  2. 2. MISSÃO Produzir e disseminar conhecimento para promover a educação técnica premium, visando a formação de profissionais especializados que agreguem valor de forma diferenciada em todos os processos aos quais estejam envolvidos. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  3. 3. VISÃO Torna-se referência em produção e disseminação de conhecimento para educação técnica premium no Brasil. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  4. 4. NOSSOS VALORES SEGURANÇA É INEGOCIÁVEL; EXCELÊNCIA EM QUALIDADE; FOCO NO RESULTADO; DISCIPLINA OPERACIONAL; MERITOCRACIA; INOVAÇÃO; MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  5. 5. O CURSO OBJETIVO EMENTA AVALIAÇÃO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  6. 6. O CURSO OBJETIVO Fornecer conhecimento básico sobre tubos, aços e conexões utilizados no revestimento e na completação de poços de petróleo. Estes tubos são chamados de OCTG (oil country tubular goods) ou produtos tubulares para campos de petróleo. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  7. 7. O CURSO EMENTA: DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS CARACTERISTICAS GEOMÉTRICAS ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS AÇOS UTILIZADOS EM TUBOS – GRAUS API E PROPRIETÁRIOS CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO DIAGRAMA DE ESCOLHA DOS AÇOS CONEXÕES API CONEXÕES PREMIUM MARCAÇÃO DE FÁBRICA FUNDAMENTOS DE INSPEÇÃO VISUAL FUNDAMENTOS DE MANUSEIO E ESTOCAGEM FUNDAMENTOS DE APERTO MECÂNICO FUNDAMENTOS SOBRE A UTILIZAÇÃO DE TUBOS OCTG MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  8. 8. O CURSO AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO: PROVA DISCURSIVA E OBJETIVA APROVAÇÃO COM 80% DE APROVEITAMENTO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  9. 9. 1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  10. 10. 1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS O tubo geometricamente é definido como um cilindro vazado. CILINDRO TUBO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  11. 11. 1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS Os tubos são utilizados como elementos estruturais e também como condutores de fluídos para diversos tipos de aplicações. TUBO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  12. 12. 1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS FUNÇÃO ESTRUTURAL Sustentação de estruturas Transporte de fluídos FUNÇÃO DE CONDUÇÃO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  13. 13. 1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS Os tubos podem ser feitos de diversos materiais. Ex.: Aço, cobre, PVC, alumínio, cerâmica, ligas especiais. COBRE TUBO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE AÇO PVC ALUMÍNIO Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  14. 14. 1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS Os tubos de aço podem ser laminados sem costura a partir de uma barra de aço. LAMINAÇÃO TUBO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  15. 15. 1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS LAMINAÇÃO TUBO 1º O mandril do laminador perfura a barra cilíndrica MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE 2º A massa da barra perfurada é distribuída ao longo da haste do mandril 3º A barra passa a ser um tubo “bruto” que será ajustado nos processos seguintes. Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  16. 16. 1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS Os tubos de aço podem ser fabricados a partir de chapas de aço que são conformadas cilindricamente e depois soldadas. PROCESSO DE PRODUÇÃO DE TUBOS COM COSTURA DOBRA SOLDA E ALISAMENTO ENTRADA TUBO INSPEÇÃO ELETROMAGNÉTICA CORTE MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE AJUSTE DIMENSIONAL TRAMENTO DE SUPERFÍCIE TESTE HIDROSTÁTICO – INSPEÇÃO VISUAL - MARCAÇÃO Eng.º FREDJOGER MENDES ESTOQUE ABRIL DE 2013
  17. 17. 1- DEFINIÇÕES SOBRE TUBOS PROCESSO DE PRODUÇÃO DE TUBOS COM COSTURA TUBO 2º Chapas de aço plano são dobradas até formar um cilindro. 3º O cilindro formado é soldado ao longo de seu comprimento. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE 1º Chapas de aço plano entram no processo 4º O tubo soldado está formado, mas antes do uso será acabado e inspecionado. Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  18. 18. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  19. 19. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS O cilindro é um sólido em três dimensões formado a partir de uma base circular e a geratriz de um retângulo, onde o raio da circunferência constitui um dos lados e a altura do cilindro o comprimento do retângulo. CILINDRO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  20. 20. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS O retângulo é formado por retas em ângulo (90°) em que suas extremidades são coincidentes. COMPRIMENTO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  21. 21. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS O círculo é um conjunto infinito de pontos (A;B;C;D; ∞) distribuídos em 360°, que possuem a mesma distância (raio) de um ponto central (X). A distância entre dois pontos cuja separação angular seja igual a 180° é chamada de diâmetro. B A X D MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES C ABRIL DE 2013
  22. 22. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS Raio = Distância entre um ponto qualquer da circunferência e o centro desta - X. R = distância entre A e X. Diâmetro = Distância entre dois pontos da circunferência cuja separação angular seja igual a 180°. D = Distância entre D e B. Diâmetro = 2 x Raio RAIO Raio = Diâmetro / 2 B A 360° = 2 (Radianos) = 3,14 X DIÂMETRO D MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE 180° Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  23. 23. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS Perímetro de uma circunferência é o comprimento da reta imaginária que se formaria se rompêssemos um ponto qualquer (A) e esticássemos este segmento. PERÍMETRO = 2* *R (raio) B A A X D MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE PERÍMETRO A’ 180° Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  24. 24. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS Área de uma circunferência é a medida em duas dimensões do espaço ocupado pela figura. Área = *R² (raio) A Raio X MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  25. 25. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS Uma seção tubular é o perfil formado pela subtração de área de uma circunferência maior por uma circunferência menor de centros coincidentes. SEÇÃO = ÁREA MAIOR – ÁREA MENOR = ÁREA DA SEÇÃO (m²) A Raio 1 X B Raio 2 SEÇÃO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  26. 26. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS A parede de um tubo é a diferença entre o raio da circunferência maior e o raio da circunferência menor. Também pode ser definida como a diferença entre o diâmetro maior e o diâmetro menor dividida por dois. PAREDE DO TUBO (mm ou “) = RAIO MAIOR – RAIO MENOR PAREDE DO TUBO = (DIAM. MAIOR – DIAM. MENOR)/2 A Raio 1 X B Raio 2 PAREDE MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  27. 27. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS O tubo possui as seguintes características geométricas: 1.1 – Comprimento; (medido em: metros; pés (ft); milímetros (mm); polegadas) 1.2 – Para a medição podem ser utilizados os seguintes instrumentos: 1.2.1 – Escala; 1.2.4 – Paquímetro; 1.2.2 – Trena convencional; 1.2.5 – Micrometro; 1.2.3 – Trena laser; comprimento MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  28. 28. 2- CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS O tubo possui as seguintes características geométricas: 1.2 - Diâmetro externo; (medido em: polegadas; milímetros (mm)) 1.3 - Diâmetro interno; (medido em: polegadas; milímetros (mm)) MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE PAREDE DIAMETRO EX. DIAMETRO INT. 1.4 - Espessura da parede; (medido em: polegadas; milímetros (mm)) Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  29. 29. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  30. 30. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO Os padrões dimensionais dos tubos são normatizados por diversos organismos internacionais e pela ABNT. Dentre os organismos internacionais podemos citar: 3.1 – ASME – Amerircan Society of Mechanical Engineers. 3.2 – ASTM – American Society for Testing and Materials 3.3 – ANSI – American National Standard Institute 3.4 - DIN - Deutsches Institut für Normung 3.5 – BS – British Standard 3.6 – ISO – International Standardization Organization 3.7 – ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas 3.8 – API – American Petroleum Institute MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  31. 31. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO Mas vamos nos ater apenas a API e em três de suas normas sobre tubos: API 5B; Especificações para roscas em tubos petrolíferos. API 5CT; Especificações para casing e tubing. API 5L; Especificações para tubos line pipe. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  32. 32. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO Estas normas irão nos guiar quanto às tolerâncias dos seguintes aspectos dimensionais: 1 - Tolerância de comprimento; 2 - Tolerância de diâmetro externo; 3 - Tolerância de espessura de parede; 4 - Tolerância de diâmetro interno; MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  33. 33. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO 1 - Tolerância de comprimento para tubos longos; 1.1 Instrumento: De acordo com a API 5CT ISO 11960 a precisão de um instrumento de medição para comprimentos menores que 30 metros deve ser de ± 0,3m ou ± 0,1 FT. 1.2 De acordo com a mesma norma os pup joints com comprimentos de norma (2;3;4;6;8;12 FT) podem variar no máximo ± 3 in. 1.3 Os tubos longos devem seguir a tolerância de ranges conforme tabela a C30 ou E30 da norma. comprimento MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  34. 34. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO Obs.: Conversão de unidades: 1 In (Polegada) = 25,4mm ou 0,0254m 1 FT (Pé) = 304,8mm ou 0,3048m 1 Metro = 3,281 FT 1 Metro = 39,37 In 1 In = 0,0833 FT 1 FT = 12 In MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  35. 35. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  36. 36. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  37. 37. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO 2 - Tolerância de diâmetro externo; 2.1 Se a medida do diâmetro externo estiver no SI (sistema internacional) deve ser expressa com no mínimo duas casas decimais. Ex.: 6 5/8” = 168,27 mm. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE PAREDE DIAMETRO EX. DIAMETRO INT. 2.2 Se a medida estiver expressa no sistema inglês decimal devem ser adotadas três casas decimais. Ex.: 6 5/8” = 6,625”. Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  38. 38. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO 2 - Tolerância de diâmetro externo; DIAMETRO EX. Item 8.11.1 API 5 CT Exemplos: 3,5” = Máx. 3,531” Min. 3,469” 88,9mm = Máx. 89,69mm Min. 88,11mm 6,625” = Máx. 6,691” Min. 6,592” 168,27” = Máx. 169,95mm Min. 167,44mm MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  39. 39. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO 3 - Tolerância de espessura de parede; A espessura de parede pode variar em função de processos de fabricação (laminação) ou em função da utilização ao qual o tubo foi submetido. Segundo a norma API 5CT a tolerância é de – 12,5% da dimensão nominal. Não há limite máximo definido, mas há necessidade de passagem do gabarito de drift. Se a parede for muito mais espessa que o nominal, e o tubo estiver no limite do empeno, então o gabarito pode não passar. PAREDE MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  40. 40. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO 3 - Tolerância de espessura de parede; Exemplos: Nominal 13,84mm => Máx. 13,84mm => Min. 12,11mm Nominal 8,05mm => Máx. 8,05mm => Min. 7,04mm Min. = Nominal - (Nominal x 0,125) PAREDE MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  41. 41. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO 3 - Tolerância de espessura de parede; Outro aspecto a ser observado na integridade da parede de um tubo é a ocorrência de deformações plásticas pontuais, causadas por ferramentas de contato com a superfície externa do tubo. Exemplo: mordentes de chaves de aperto, alavancas de manuseio, garfos de empilhadeiras etc. Para estas deformações a norma tem uma tolerância. PROFUNDIDADE DO DANO. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  42. 42. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO 3 - Tolerância de espessura de parede; Se as marcas abaixo estiverem localizadas na luva, ou em conexões integrais existem diferenças no critério de avaliação. Se o dano for pontual ou linear também haverá uma avaliação diferente. Este tema é tratado em várias tabelas da API 5 CT. Exemplo: C33; C34; C39. Danos pontuais PROFUNDIDADE DO DANO. Danos lineares MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  43. 43. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO 3 - Tolerância de espessura de parede; Tabela C33 para danos lineares: Há diferença de critério entre os aços. Danos pontuais PROFUNDIDADE DO DANO. Danos lineares MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  44. 44. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO 3 - Tolerância de espessura de parede; A tabela C34 trata de conexões específicas que não serão objeto de estudo. A tabela C39 possui informações relevantes sobre a tolerância de imperfeições em luvas. É recomendado que os fabricantes adotem tolerâncias iguais ou inferiores a estas para conexões e graus proprietários. Danos pontuais: por exemplo marca de mordentes ou cunhas. PROFUNDIDADE DO DANO. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  45. 45. 3- ASPECTOS DIMENSIONAIS DE UM TUBO 3 - Tolerância de espessura de parede; Tabela C39 As medidas são em milímetros e se referem exclusivamente a luvas. Notem que há diferenças de critério para diâmetros e aços diferentes. As aços T95 e C90 indicados para ambientes com a ocorrência de H2S tem mais rigor em suas tolerâncias. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  46. 46. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  47. 47. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.1 – Definição de esforços Esforços são tensões resultantes da aplicação de uma determinada quantidade de energia mecânica sobre um ou vários pontos de uma superfície. A representação clássica de um esforço mecânico é dado por um vetor com módulo (valor) sentido ( de onde para onde ; ex. da direita para esquerda) e direção (vertical ou horizontal) definidos. As tensões podem ser provocadas por uma ou várias situações combinadas que geram cargas sobre m determinado objeto. CARGA = 50.000 kgf VETOR MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  48. 48. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.1 – Definição de esforços Desde o momento em que um tubo é manufaturado ele passa a ser submetido a esforços diversos. A integridade do tubo só será mantida se estes esforços não forem superiores ao limite projetado. Os esforços atuantes não deverão gerar deformações acima do limite elástico do material do qual é feito o tubo. Análise de elementos finitos define o nível de tensão em cada ponto do tubo MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  49. 49. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.2 – Definição de deformações Quando submetido ao um esforço o material terá dois tipos de deformação: Elástica: É uma deformação temporária. Quando a tensão cessa o material volta às suas características iniciais. Plástica: É uma deformação permanente. Quando a tensão cessa o material fica com as características dimensionais, metalográficas e físicas adquiridas após a aplicação do esforço. Diagrama de TENSÃO X DEFORMAÇÃO do aço MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  50. 50. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.2 – Definição de deformações Aços diferentes possuem comportamentos distintos quando submetidos aos mesmos esforços. Diagrama de TENSÃO X DEFORMAÇÃO de diferentes tipos de aço MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  51. 51. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.3 – TRAÇÃO - TENSÃO É a força aplicada sobre um corpo numa direção perpendicular à sua superfície de corte e num sentido tal que, possivelmente, provoque a sua ruptura. Uma peça estará sendo tracionada quando a força axial aplicada estiver atuando com o sentido dirigido para o seu exterior. A tração faz com que a peça se alongue no sentido da força e fique mais fina, com menor seção transversal, pois teoricamente, seu volume deve manter-se constante. A TRAÇÃO É MEDIDA EM: kgf; N; lbf. ===== 1 kgf = 9,8N = 2,204 lbf CORTE TRAÇÃO = 50.000 kgf MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  52. 52. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.3 – TRAÇÃO - TESTES MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  53. 53. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.3 – TRAÇÃO - TESTES Amostras Equipamento para ensaio de tração Amostras MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  54. 54. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.4 – Compressão É a força aplicada sobre um corpo numa direção perpendicular à sua superfície de corte e direcionada para o interior do corpo onde é aplicada. O esforço de compressão tente num primeiro momento a reduzir o volume do corpo, e depois a deformá-lo elasticamente e depois permanentemente (deformação plástica). A compressão pode ser denominada como tal quando a peça estiver sendo "empurrada", ao contrário da tração, onde ela está sendo "puxada“ e isto gera considerável stress e tensão diferenciados em vários pontos da peça. CORTE Compressão = 50.000 kgf MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  55. 55. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.4 – Compressão Comportamento das amostras MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Equipamento para ensaio de compressão Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  56. 56. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.5 – Pressão A ação de uma ou mais forças sobre um determinado espaço, podendo este ser líquido, gasoso ou mesmo sólido. Unidades: PRESSÃO = FORÇA / ÁREA = kgf/cm² ou lb/in² MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Unidades puras: BAR ou ATM etc. Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  57. 57. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.5 – Pressão - Unidades PRESSÃO = FORÇA / ÁREA = kgf/cm² ou lb/in² Lb/in² = pound / square inch ou PSI 1000 PSI = 1 KSI. Equipamento medir pressão interna – manômetro MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  58. 58. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.6– Pressão Interna Sistema de forças atuantes em um espaço determinado que utiliza como meio um fluído (líquido ou gasoso ou uma combinação destes). A origem deste sistema de forças está relacionada com características físico-químicas do fluído ou do meio ao qual o sistema está interligado. É a pressão de dentro para fora do sistema. Ex.: Temperatura, densidade, massa, gravidade, eletromagnetismo, dimensionamento do meio, etc. PRESSÃO = FORÇA / ÁREA = kgf/cm² ou lb/in² PAREDE MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Unidades puras: BAR ou ATM etc. Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  59. 59. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.6 – Pressão Interna – Exemplos de danos causados pela falta de controle. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  60. 60. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.6 – Pressão Interna – Teste Hidrostático – API 5CT Item 10.12 – API 5C3 EQUIPAMENTOS DE TESTE HIDROSTÁTICO GRÁFICO DE TESTE HIDROSTÁTICO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  61. 61. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.7 – Pressão Externa Sistema de forças do meio externo com atuação em uma determinada superfície. É a pressão de fora para dentro. A origem deste sistema forças está diretamente relacionada com as características físicas do meio onde o sistema está inserido.. Ex.: Profundidade, densidade, temperatura etc. PRESSÃO = FORÇA / ÁREA = kgf/cm² ou lb/in² MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Unidades puras: BAR ou ATM etc. Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  62. 62. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.7 – Pressão Externa Segundo a norma API Bulletin 5C3, no caso do colapso por regime plástico, a equação para determinar a resistência a este esforço foi obtida empiricamente a partir de 2488 testes realizados em tubos sem costura fabricados com aço de grau K-55, N-80 e P-110 e é dado pela equação: Onde Rc é a resistência ao colapso do tubo, Sy é o limite de escoamento do tubo, A, B e C são parâmetros obtidos experimentalmente, OD é o diâmetro externo e h a espessura do tubo.. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  63. 63. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.7 – Pressão Externa – Razão entre Diâmetro / Parede SUPORTA MAIS PRESSÃO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  64. 64. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.7 – Pressão Externa Análise de elementos finitos define o nível de tensão em cada ponto do tubo. A tensão é resultado da pressão externa pelo meio sobre a superfície do tubo. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  65. 65. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.7 – Pressão Externa – Teste de colapso GRÁFICO DE TESTE COLAPSO EQUIPAMENTO PARA TESTE DE COLAPSO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  66. 66. 4- ESFORÇOS ATUANTES EM UM TUBO 4.8 – Esforços combinados Os gráficos acima servem para analisar os esforços combinados que um tubo pode sofrer. Após a analise tem-se uma conclusão se haverá ou não ruptura. Gráfico de Von Misses MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  67. 67. 5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  68. 68. 5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO 5.1 – TENSÃO Em física e engenharia, se denomina tensão mecânica ao valor da distribuição (resultante) de forças por unidade de área em torno de um ponto material dentro de um corpo material ou meio contínuo. A unidade em SI para tensão é o pascal (símbolo Pa), que é uma medida de força por unidade de área. A unidade da tensão é a mesma que a da pressão. Grandezas de engenharia para esta finalidade são normalmente medidas em megapascals (MPa) ou gigapascals ( Gpa ). Em unidades inglesas, tensão é expressa em libras-força por polegadas quadradas ( psi ) ou kilolibras - força por polegadas quadradas ( ksi ). Então tensão também é : Tensão = Força / Área. 1 KSI = 1000 PSI = 6,89 Mpa = 70,31 Kgf/cm² MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  69. 69. 5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO 5.1 – TENSÃO Tensão = 500 lb/In² Ou 500 psi Tração = 1500 lb ÁREA = 1 In² Pressão = 0 psi Pressão Int.= 800 psi Pressão Ext.= 800 psi Compressão = 1000 lb MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  70. 70. 5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO 5.2 – FATORES QUE INFLUENCIAM A TENSÃO MÁXIMA SUPORTÁVEL POR UM TUBO: PAREDE DIAMETRO EX. DIAMETRO INT. 1 – Seção crítica: É a seção vista em duas dimensões originada após o corte do tubo. A seção crítica vai variar em função da parede e do diâmetro externo do tubo. A seção crítica é data em medida de área. Ex.: In²; mm²; cm² etc. 2- Aço: É a liga que compõe tubo. Diferentes aços suportam diferentes tensões. Estas diferenças são o resultado de componentes de liga e de tratamentos térmicos diferentes (têmpera, normalização, revenimento etc.). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  71. 71. 5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO 5.1 – FATORES QUE INFLUENCIAM A TENSÃO MÁXIMA SUPORTÁVEL POR UM TUBO: 2 – Cálculo da seção crítica de um tubo: SC = Área da circunferência externa – Área da circunferência interna. SC = ACE – ACI SC = πRe² - πRi² ACE = 5 In² ACI = 3 In² SC = 2 In² MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  72. 72. 5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO 5.1 – FATORES QUE INFLUENCIAM A TENSÃO MÁXIMA SUPORTÁVEL POR UM TUBO: 3 – Então se este tubo for feito de um aço X que suporta 60 KSI então é só multiplicar 60 x 2 = 120 KSI é a resultante de forças que este tubo pode suportar como tensão numa área de 2 In². Logo todos os esforços combinados ou separados não podem resultar numa tensão superior a 120 KSI. SC = 2 In² MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  73. 73. 5 – LIMITES FÍSICOS DE UM TUBO 5.1 – Limites de um tubo. Ex: Diâmetro 5,5” parede 0,304” aço de 80 KSI Body Yield Strengh = Tração máxima no limite elástico, dada em função do aço e da seção crítica Collapse = Pressão externa máxima que pode ser aplicada. Internal Yield = Pressão Interna máxima que pode ser aplicada. SMYS = Specified Minimum Yield Strength (Mínima tensão de rendimento especificada), mínima tensão que pode resultar em deformação plástica para determinado aço. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  74. 74. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  75. 75. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.1 – DEFINIÇÃO DE AÇO: Aço é uma liga metálica formada essencialmente por ferro e carbono, com percentagens deste último variando entre 0,008 e 2,11%. Distingue-se do ferro fundido, que também é uma liga de ferro e carbono, mas com teor de carbono entre 2,11% e 6,67%. O carbono é um material muito usado nas ligas de ferro, porém varia com o uso de outros elementos como: magnésio, cromo, vanádio e tungstênio. O carbono e outros elementos químicos agem com o agente de resistência, prevenindo o deslocamento em que um átomo de ferro em uma estrutura cristalina passe para outro. A diferença fundamental entre ambos é que o aço, pela sua ductibilidade, é facilmente deformável por forja, laminação e extrusão, enquanto que uma peça em ferro fundido é muito frágil MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  76. 76. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.1 – DEFINIÇÃO DE AÇO: Aço é uma liga metálica formada essencialmente por ferro e carbono, com percentagens deste último variando entre 0,008 e 2,11%. Ferro ( hematita Fe 2 O3)e2O3fe MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Carbono na forma de carvão Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  77. 77. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.2 – FABRICAÇÃO DO AÇO: O carvão exerce duplo papel na fabricação do aço. Como combustível, permite alcançar altas temperaturas (cerca de 1.500° Celsius) necessárias à fusão do minério. Como redutor, associa-se ao oxigênio que se desprende do minério com a alta temperatura, deixando livre o ferro. O processo de remoção do oxigênio do ferro para ligar-se ao carbono chama-se redução e ocorre dentro de um equipamento chamado alto forno. Antes de serem levados ao alto forno, o minério e o carvão são previamente preparados para melhoria do rendimento e economia do processo. O minério é transformado em pelotas e o carvão é destilado, para obtenção do coque, dele se obtendo ainda subprodutos carboquímicos. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  78. 78. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.2 – ESQUEMA DE FABRICAÇÃO DO AÇO: MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  79. 79. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.2 – ESQUEMA DE FABRICAÇÃO DO AÇO: MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  80. 80. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.2 – ESQUEMA DE FABRICAÇÃO DO TUBO: LAMINAÇÃO LAMINAÇÃO LINGOTAMENTO DE BARRA FORNO DE REAQUECIMENTO CORTE DE SEGMENTOS RESFRIAMENTO AJUSTE DIMENSIONAL REAQUECIMENTO ESTOQUE EM PROCESSO INSPEÇÃO ELETROMAGNÉTICA MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  81. 81. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.2 – ESQUEMA DE FABRICAÇÃO DO TUBO: TRATAMENTO TÉRMICO TEMPERA FORNO DE REVENIMENTO AJUSTE DIMENSIONAL FORNO DE AUSTENITIZAÇÃO RESFRAIMENTO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  82. 82. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.2 – ESQUEMA DE FABRICAÇÃO DO TUBO: ACABAMENTO DESEMPENO INSPEÇÃO FINAL MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE ENSAIO NÃO DESTRUTIVO TESTE HIDROSTÁTICO FACEAMENTO INSPEÇÃO POR DRIFT ROSQUEAMENTO APERTO DE LUVAS Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  83. 83. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.2 – FABRICAÇÃO DO AÇO: No processo de redução, o ferro se liquefaz e é chamado de ferro gusa ou ferro de primeira fusão. Impurezas como calcário, sílica etc. formam a escória, que é matéria-prima para a fabricação de cimento. A etapa seguinte do processo é o refino. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  84. 84. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.2 – FABRICAÇÃO DO AÇO: O ferro gusa é levado para a aciaria, ainda em estado líquido, para ser transformado em aço, mediante queima de impurezas e adições. O refino do aço se faz em fornos a oxigênio ou elétricos. Finalmente, a terceira fase clássica do processo de fabricação do aço é a laminação. O aço, em processo de solidificação, é deformado mecanicamente e transformado em produtos siderúrgicos utilizados pela indústria de transformação, como chapas grossas e finas, bobinas, vergalhões, TUBOS, perfilados, barras etc. Com a evolução da tecnologia, as fases de redução, refino e laminação estão sendo reduzidas no tempo, assegurando maior velocidade na produção. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  85. 85. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO: 6.3.1 A plasticidade é a propriedade inversa à da elasticidade, ou seja, do material não voltar à sua forma inicial após a remoção da carga externa, obtendo-se deformações permanentes. A deformação plástica altera a estrutura de um metal, aumentando sua dureza. Este fenômeno é denominado endurecimento pela deformação à frio ou encruamento. Veja abaixo a simulação computacional de uma deformação plástica. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  86. 86. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO: DEFORMAÇÃO DE UMA AMOSTRA MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  87. 87. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO: 6.3.2 - Ductilidade é a capacidade do material de se deformar sob a ação de cargas antes de se romper, daí sua grande importância, já que estas deformações constituem um aviso prévio à ruptura final do material, o que é de extrema importância para prevenir acidentes em uma construção, por exemplo. 6.3.3- A fragilidade, oposto à ductilidade, é a característica dos materiais que rompem bruscamente, sem aviso prévio (um dos principais fatores responsáveis por diversos tipos de acidentes ocorridos em pontes e navios). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  88. 88. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO: 6.3.4 - A resiliência é a capacidade de absorver energia mecânica em regime elástico, ou seja, a capacidade de restituir a energia mecânica absorvida. Já a tenacidade é a energia total, plástica ou elástica, que o material pode absorver até a ruptura. Assim, um material dúctil com a mesma resistência de um material frágil irá requerer maior energia para ser rompido, portanto é mais tenaz.2 MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  89. 89. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO: 6.3.5 - A fluência é mais uma outra propriedade apresentada pelo aço e metais em geral. Ela acontece em função de ajustes plásticos que podem ocorrer em pontos de tensão, ao longo dos contornos dos grão do material. Estes pontos de tensão aparecem logo após o metal ser solicitado por uma carga constante, e sofrer a deformação elástica. 6.3.6 - Após esta fluência ocorre a deformação continua, levando a uma redução da área do perfil transversal da peça (denominada estricção). Tem relação com a temperatura a qual o material está submetido: quanto mais alta, maior ela será, porque facilita o início e fim da deformação plástica. Nos aços, é significativa para temperaturas superiores a 350° C, ou seja, em caso de incêndios.2 MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  90. 90. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO: 6.3.6 - É importante citar ainda a fadiga, sendo a ruptura de um material sob esforços repetidos ou cíclicos. A ruptura por fadiga é sempre uma ruptura frágil, mesmo para materiais dúcteis. Veja abaixo dano típico causado por fadiga: MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  91. 91. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.3.7 - Por fim, temos a dureza, que é a resistência ao risco ou abrasão: a resistência que a superfície do material oferece à penetração de uma peça de maior dureza. Sua análise é de fundamental importância nas operações de estampagem de chapas de aços. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  92. 92. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.3 – PROPRIEDADES DO AÇO: EXEMPLO DE FRATURA DO AÇO EM ENSAIO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  93. 93. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.4 – AÇO FASES EM FUNÇÃO DA TEMPERATURA E DO % DE CARBONO – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS: MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  94. 94. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.4.1 – EXEMPLO DE ESTRUTURA DO AÇO : SAE 1060 : Cementita ou carboneto de ferro é um composto químico de fórmula química Fe3C e estrutura em forma de cristal ortorrômbico. Contém 6,67% de carbono e 93,33% de ferro. É um material duro e quebradiço e, apesar de ser comumente classificado como cerâmica em sua forma pura, é mais utilizado na metalurgia. É formado diretamente pelo derretimento do ferro fundido branco. A figura representa a foto de micrografia de um aço ABNT composto por 0,6% de carbono, austenitizado a temperatura de 840°C, e posteriormente resfriado á temperatura ambiente do (ar atmosférico) e mantido nessas circunstâncias por aproximadamente 24 horas. Esta transformação isotérmica resultou em bainita, microestrutura composta por ferrita-α e uma fina dispersão de cementita. Esse é o produto austenítico encontrado em alguns aços e ferros fundidos, que resulta em uma dureza intermediária para esta determinada liga, com valor verificado de 325HV. Ampliação de 500x. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  95. 95. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.4.2 – COMPARAÇÃO DE ESTRUTURAS APÓS DEFORMAÇÃO AÇO ASTM A193 B7: ANTES MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE DEPOIS Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  96. 96. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.4.3 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS: ESTRUTURA CRISTALINA DA CEMENTITA Fe3C Fe C MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  97. 97. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.4.4 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS: 6.4.4.1 - FERRITA: Conhecida como α-ferrita (α-Fe) ou ferro alfa, é um termo de ciência dos materiais para o ferro puro, com uma estrutura cristalina cúbica de corpo centrado. É esta estrutura cristalina que dá aço e ferro fundido suas propriedades magnéticas, e é o exemplo clássico de um material ferromagnético. Cúbica de corpo centrado Ferrita é a parte clara MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  98. 98. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.4.4 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS: AUSTENITA: A austenita ou (ou ferro na fase γ) é uma fase sólida não magnética constituída de ferro na estrutura CFC. O ferro possui a propriedade de transformar-se da estrutura CCC (cúbico de corpo centrado, característica da ferrita -α) para a estrutura CFC (cúbico de face centrada, característica principal da austenita-γ). A transformação de cúbico de corpo centrado para cúbico de face centrado pode ocorrer a várias temperaturas, temperaturas as quais são determinadas pelos elementos presentes na liga metálica em questão, por exemplo essa transformação ocorre a 912°C (1185K) para o ferro puro e a 727°C (1000K) para o aço carbono eutetóide ( perlita ). A austenita é o ponto de partida para vários tratamentos térmicos nas ligas de ferro, pois partindo da austenita é possível a transformação da liga em vários microconstituintes, como por exemplo a têmpera que consiste na transformação da austenita em martensita por meio de um rápido resfriamento da peça tratada termicamente. A fase foi denominada em homenagem a um metalúrgico inglês, sir William Chandler Roberts-Austen (1843-1902). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  99. 99. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.4.4 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS: AUSTENITA: Cúbica de face centrada Austenita MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  100. 100. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.4.4 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS: MARTENSITA: É formada quando as ligas ferro - carbono austenitizadas são resfriadas rapidamente ou bruscamente ( como no tratamento térmico de têmpera). É uma estrutura monofásica (TCC), tetragonal de corpo centrado, porque se encontra em equilíbrio, resultante de uma transformação sem difusão da austenita. A dureza da martensita depende do teor de carbono e dos elementos de liga do aço, sendo que um maior teor de carbono resultará em uma martensita de maior dureza. Os elementos de liga presentes em um determinado tipo de aço, determinam sua temperabilidade, ou seja, qual a velocidade de resfriamento necessária, a partir da temperatura de austenitização, para que toda a austenita se transforme em martensita. Maiores teores de elementos de certos liga resultam em maior temperabilidade. A martensita, no estado pós têmpera, praticamente nunca é utilizada, sendo necessária a aplicação de um tratamento térmico posterior a têmpera. Este tratamento térmico, denominado revenimento, tem como objetivos aliviar as tensões geradas pela formação da martensita, além de reduzir sua dureza, para os valores especificados pelo projeto. Portanto, como resultado do tratamento térmico de têmpera, espera-se a formação de uma microestrutura totalmente martensítica, com a maior dureza que possa ser atingida pelo aço tratado. Depois, no revenimento, em função do tempo de tratamento e da temperatura, atinge-se a dureza desejada. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  101. 101. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.4.4 – AÇO FASES – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS: MARTENSITA: Não revenida Cúbica de corpo centrado MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  102. 102. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.4.4 – AÇO INOXIDÁVEL – DEFINIÇÕES NECESSÁRIAS: MARTENSITA: Após têmpera e revenimento. MARTENSITA => MARTENSITA TEMPERADA => MARTENSITA TEMPERADA FORTEMENTE MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  103. 103. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.6 – AÇO INOXIDÁVEL: O aço inoxidável é uma liga de ferro e cromo ( mínimo 8% - 10,5%), podendo conter também níquel (até 30%), molibdênio, nióbio, titânio e outros elementos, que apresenta propriedades físico-químicas superiores aos aços comuns, sendo a alta resistência à oxidação atmosférica a sua principal característica. As principais famílias de aços inoxidáveis, classificados segundo a sua microestrutura, são: ferríticos, austeníticos, martensíticos, endurecíveis por precipitação e Duplex. Sua principal característica, a resistência à corrosão, se deve a presença do cromo que ao reagir com o oxigênio da atmosfera forma uma camada superficial que protege o aço de agentes oxidantes. Essa película protetora, muito fina e resistente, é formada por óxido de cromo e, se arranhada ou desfeita por algum motivo, rapidamente se recompõe, bastando para isso que haja oxigênio MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  104. 104. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.6 – AÇO INOXIDÁVEL: MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  105. 105. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.6.1 – AÇO INOXIDÁVEL – CAMADA PASSIVADORA: Figura 1 – Num ambiente oxidante normal uma camada protetora de um filme passivo de óxido rico em cromo é formado automaticamente no aço inoxidável. Figura 2 – Quando o filme passivo é riscado, danificado ou usinado, a superfície do aço inoxidável fica exposta à atmosfera. Figura 3 – O filme passivo é prontamente restaurado através da sua regeneração, a partir da reação entre o cromo do aço inoxidável e o oxigênio do meio circundante.. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  106. 106. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.6.1 – AÇO INOXIDÁVEL – CAMADA PASSIVADORA: Apesar de invisível, estável e com espessura finíssima, a camada passiva é muito aderente ao inox e tem sua resistência aumentada à medida que é adicionado mais cromo à liga. Em resumo, a camada passiva: • Protege o inox contra a corrosão do meio ambiente; • Tem formação instantânea (cerca de 0,01 s); • Apresenta alta resistência mecânica, o que dificulta seu desprendimento; • É termodinamicamente estável, não reagindo com outros elementos para formar novos compostos; • Está presente em toda a superfície do material; • Não é porosa (bloqueia a ação do meio agressivo) ; • É muito fina com 30 - 50 Å de espessura (1 Å = 10-1 nm = 10-10 m), e por isso invisível ao olho humano; • É auto-regenerável; MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  107. 107. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.6.1 – AÇO INOXIDÁVEL – CAMADA PASSIVADORA: É inerente ao aço inoxidável já que o cromo faz parte de sua composição química. Estas características da camada passiva explicam porque o aço inoxidável não requer qualquer revestimento ou proteção contra corrosão, para permanecer brilhante e polido mesmo após décadas de uso. 1- Reação do Cr com O2 2 – Formação da camada Outros elementos como níquel, molibdênio, titânio e nióbio, para citar alguns, permitem que o inox seja dobrado, soldado, estampado e trabalhado de forma a poder ser utilizado nos mais variados produtos. A seleção correta do tipo de inox e de seu acabamento superficial são fatores importantes para assegurar uma longa vida útil ao material. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  108. 108. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.6.2 – AÇO INOXIDÁVEL - TIPOS: Os aços inox podem ser classificados em cinco tipos de acordo com sua composição e estrutura em: Ferríticos (Família normativa 430, 409 e 410S): possuem de 11 a 17% de cromo (Núcleo Inox) e menos que 0,3% de carbono (COSTA). Não possui níquel e são mais econômicos. Os aços ferríticos possuem grande resistência a corrosão sob tensão e sua resistência pode ser aumentada por trabalho a frio. Apresenta fácil conformação, são magnéticos e soldáveis com alguns cuidados especiais. Martensíticos (Família normativa 420): possuem de 12% a 18% de cromo (Núcleo Inox), e de 1% a 1,5% de carbono (COSTA). Podem receber tratamento de têmpera adquirindo elevados níveis de dureza e resistência mecânica. São magnéticos, pouco soldáveis, apresentam baixa resistência a corrosão. Austeníticos (Famílias normativas 301, 304, 304L, 306 e 306L): possuem de 17% a 25% de cromo, e de 7% a 20% de níquel (Núcleo Inox). Apresentam alta ductilidade e soldabilidade e são o tipo de aço inox mais utilizado por apresentar melhor resistência a corrosão, principalmente se adicionados elementos como o molibdênio ou reduzido seu teor de carbono. Não são magnéticos e podem ser utilizados para trabalhos a temperaturas muito baixas (menor que 0°C) ou muito altas (até 925°C). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  109. 109. 6 – DEFINIÇÕES SOBRE AÇOS 6.6.2 – AÇO INOXIDÁVEL - TIPOS: Além destes grupos principais existem o aço inoxidável duplex e o PH. O duplex é um aço formado por uma estrutura dupla de matriz ferrítica com ilhas de austenita e que apresenta características de elevada resistência mecânica e à corrosão. O PH é o aço inoxidável endurecível por precipitação (PH). De estrutura martensítica, é ferro magnético e tem sua dureza aumentada por um processo diferente dos martensíticos atingindo uma resistência a tração da ordem de 1700 MPa. Possuem boa ductilidade e tenacidade sendo sua resistência à corrosão comparável ao aço austenitico 304. O aço PH é muito usado na indústria aeroespacial enquanto que o duplex possui larga aplicação nas indústrias alimentícias, químicas, petroquímicas, papel e celulose dentre outras. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  110. 110. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  111. 111. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.1 AÇOS API: São aços fabricados segundo a norma API 5CT. A norma padroniza composição química, tratamento térmico e estabelece os indicadores de desempenho para os ensaios de tração, dureza, resistência ao H2S entre outras coisas. A codificação se dá pelo uso de letras e números , a letra não tem significado especial mas o número significa o limite mínimo de tensão em KSI necessário para romper o limite elástico do aço. Ex: N80 = 80.000 psi ou 80 KSI é o mínimo de tensão necessária para romper o limite elástico. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  112. 112. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.1 AÇOS API: CÓDIGO DE CORES Para que seja possível diferenciar um aço de outro visualmente, foi adotado um código de cores para as luvas e para faixas que são marcadas no corpo do tubo. Isto é muito útil porque impede que um tubo projetado para uma determinada situação seja utilizado em outra para o qual não foi dimensionado. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  113. 113. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.1 AÇOS API: CÓDIGO DE CORES Tabela C66 da API 5 CT. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  114. 114. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.1 AÇOS API: CÓDIGO DE CORES Tabela C66 da API 5 CT. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  115. 115. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.1 AÇOS API: CÓDIGO DE CORES H-40 = LUVA PRETA. FAIXA PRETA AO REDOR DO TUBO M-65 = LUVA VERMELHA COM FAIXA MARROM E FAIXAS AZUL E VERDE NO CORPO DO TUBO. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  116. 116. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.2 AÇOS API: RESISTÊNCIA A TENSÃO YIELD STRENGTH - MINIMUM PSI: TENSÃO MÍNIMA NECESSÁRIA PARA ROMPER O LIMITE ELÁSTICO DO MATERIAL. YIELD STRENGTH - MAXIMUM PSI: TENSÃO MÁXIMA NECESSÁRIA PARA ROMPER O LIMITE ELÁSTICO DO MATERIAL. TENSILE STRENGTH - MINIMUM PSI TENSÃO MÍNIMA NECESSÁRIA PARA ROMPER O LIMITE DE PLASTICO DO MATERIAL. INÍCIO DA RUPTURA MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  117. 117. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.2 AÇOS API: RESISTÊNCIA A TENSÃO YIELD STRENGTH MINIMUM PSI: TENSÃO MÍNIMA NECESSÁRIA PARA ROMPER O LIMITE ELÁSTICO DO MATERIAL. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  118. 118. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.2 AÇOS API: RESISTÊNCIA A TENSÃO API GRADE H-40 J-55 K-55 C-75 L-80 N-80 C-95 P-110 Q-125 MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE YIELD YIELD TENSILE ROCKWELL C STRENGTH STRENGTH STRENGTH HARDNESS MINIMUM PSI MAXIMUM PSI MINIMUM PSI (EST.) 40,000 80,000 60,000 0-15 55,000 80,000 75,000 0-15 55,000 80,000 95,000 14-25 75,000 90,000 95,000 14-26 80,000 95,000 95,000 14-23 80,000 110,000 100,000 16-25 95,000 110,000 110,000 22-31 110,000 140,000 125,000 27-35 125,000 150,000 135,000 30-38 Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  119. 119. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.2 AÇOS API: RESISTÊNCIA A TENSÃO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES
  120. 120. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.2 AÇOS API: RESISTÊNCIA A TENSÃO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES
  121. 121. 7 –AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.3 AÇOS API: COMPOSIÇÃO QUÍMICA MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  122. 122. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.3 AÇOS API: COMPOSIÇÃO QUÍMICA A API 5CT no item 7.1 diz que os aços devem seguir as composições descritas na C5 no anexo C. Esta tabela limita a adição de CARBONO, MANGANÊS; MOLIBDÊNIO; CROMO; NÍQUEL; COBRE; FÓSFORO; ENXOFRE E SILÍCIO. Estes elementos junto com o FERRO é irão ser processados na aciaria e a quantidade e a forma como serão adicionados serão determinantes para as características do aço que se deseja obter. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  123. 123. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.3 AÇOS API: COMPOSIÇÃO QUÍMICA MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  124. 124. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.4 AÇOS API: PROCESSOS DE MANUFATURA Os tubos OCTG podem ser produzidos por dois processos distintos: SEAMLESS PROCESS – Processo de laminação que produz tubos sem costura. ERW PROCESS – Processo de dobra e solda elétrica de chapas que produz tubos com costura. A norma API regulamenta quais tipos de aço podem ser utilizados para a produção de tubos em cada processo. O L80 por exemplo só pode ser produzido pelo processo seamless, enquanto o K55 pode ser produzido pelos dois sistemas. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  125. 125. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.4 AÇOS API: PROCESSOS DE MANUFATURA MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  126. 126. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.4 AÇOS API: PROCESSOS DE MANUFATURA – Tubo com costura Electric Resistance Welded Pipe - ERW MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  127. 127. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.2.4 AÇOS API: PROCESSOS DE MANUFATURA – Tubo sem costura Seamless Pipe - S MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  128. 128. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3 AÇOS PROPRIETÁRIOS: São graus de aço desenvolvidos pelos fabricantes para atender demandas de desempenho que não são cobertas pelos graus API. Os grupos mais comuns são os seguintes: Graus High Collapse Os graus proprietários High Collapse (HC) oferecem uma maior resistência a pressão externa do que os graus API. Isto só pode ser obtido devido à alta capacidade dos processos (laminação, tratamento térmico e desempeno a quente) que garantem uma adequada espessura de parede, ovalização, limite de escoamento e tensões residuais, parâmetros estes que influenciam a performance ao colapso. Graus Sour Service São aços que possuem desempenho superior em ambientes com diferentes concentrações de H2S em diferentes cenários de tensões combinadas e temperaturas. Graus com adição de Cromo (13Cr) para ambientes corrosivos São aços que possuem desempenho superior em ambientes com diferentes concentrações de CO2 e CO2 combinado com H2S em diferentes cenários de tensões combinadas e temperaturas. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  129. 129. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3 AÇOS PROPRIETÁRIOS: Deep Well Service - DW: Usados em poços com mais de 4500m de profundidade. Possuem excelente resistência a tração e ao colapso. Low Temperature Service – LT: Usados em ambientes com temperaturas muito baixas (-45 °C), onde são necessários ductilidade altamente eficaz e tenacidade à fratura. Quando os metais não tem suficiente resistência ao impacto e são expostos a temperaturas baixas, eles se tornam muito frágeis. Graus CRA: São aços com grande adição de Cromo e Níquel em suas ligas e são usados em ambientes corrosivos severos. São aços com características inoxidáveis. Podemos citar: DUPLEX; SUPER DUPLEX; SUPER AUSTENÍTICO; INCONEL etc. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  130. 130. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3.1 AÇOS PROPRIETÁRIOS: CRA DUPLEX: Aço duplex é um tipo de aço inoxidável composto pela combinação de dois tipos de microestrutura: Ferrítica e austenítica. Sua principal característica é a excelente resistência à corrosão em meios agressivos devido à sua habilidade em se passivar, ou seja acionar a camada superficial que é responsável pela proteção do aço em meios agressivos (esta camada é extremamente fina 3° a 50A) e permanecer no estado passivo em diversos meios aos quais é submetido; Devido ao efeito do refino de grão obtido pela estrutura austenítica-ferrítica e ao endurecimento por solução sólida, estes aços apresentam resistência mecânica superior aos aços inoxidáveis austeníticos e ferríticos. Veja abaixo um exemplo de composição química: Porcentagem média Elemento químico 22% a 25% Cr 5% Ni 3% Mo 0,15% N 0,02% C MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  131. 131. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3.1 AÇOS PROPRIETÁRIOS: CRA SUPER DUPLEX: O grau é caracterizado por uma boa resistência à corrosão por cloretos, combinada com uma elevada resistência mecânica. Ele é particularmente adequada para utilização em ambientes agressivos, tais como a água salgada , cloratos aquecidos e ácidos, meios contendo cloreto. Adequado para serviço em condições altamente corrosivos e de elevada resistência, onde for necessário, as propriedades de vêm sendo largamente utilizados offshore na exploração e produção de óleo e gás . Usado em permutadores de calor na indústria petroquímica e de processamento químico. EX: COMPOSIÇÃO QUÍMICA C 0.030 max Cr 24.0-26.0 Cu 0.5 max Mn 1.20 max Mo 3.0-5.0 N 0.24-0.32 Ni 6.0-8.0 P 0.035 max S 0.020 max Si 0.8 max MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  132. 132. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3.1 AÇOS PROPRIETÁRIOS: CRA SUPER AUSTENÍTICO: Uma linha de aços que alia alta resistência à corrosão e excelente trabalhabilidade. Por isso é muito requisitada na fabricação de peças que não podem ser corroídas e também de equipamentos químicos. Esses materiais são utilizados, principalmente, nas indústrias alimentícia, de bebidas, farmacêutica, hospitalar, química, petroquímica, de papel e celulose, além de máquinas e equipamentos. Os aços Austeníticos são o grupo principal de aços inoxidáveis; a composição mais comum é 18% Cr e 8% Ni (ex. aços 18/8, tipo 304). Um aço com melhor resistência à corrosão é criado pela adição de 2-3% de molibdénio, geralmente chamado de “aços à prova de ácido”: (tipo 316). O grupo MC também inclui aços inoxidáveis Super Austeníticos com um teor de Ni acima de 20%. Os aços Austeníticos endurecidos por precipitação (PH) possuem uma estrutura austenítica na condição tratada por calor e um teor de Cr superior a 16% e um teor de Ni superior a 7%, com aproximadamente 1% de alumínio (Al). Um aço endurecido por precipitação típico é o aço 17/7 PH. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  133. 133. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3.1 AÇOS PROPRIETÁRIOS: CRA INCONEL: Inconel é uma família de austenítica de níquel - cromo com base em superligas . O nome é uma marca registrada da Special Metals Corporation . Inconel ligas são tipicamente utilizados em aplicações de elevada temperatura. Ele é muitas vezes referida em Inglês como "Inco" (ou ocasionalmente "Iconel"). Nomes comerciais comuns para a liga Inconel 625 incluem: Inconel 625, Chronin 625, Altemp 625, Haynes 625, 625 e Nickelvac Nicrofer 6020. A família de ligas de Inconel foi desenvolvido pela primeira vez na década de 1940 por equipes de pesquisa no Wiggin Alloys ( Hereford, Inglaterra ), que já foi adquirida pela SMC, em apoio ao desenvolvimento do White e motor a jato. Abaixo o exemplo de composição química: MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  134. 134. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3.1 AÇOS PROPRIETÁRIOS: Nomenclaturas Cada fabricante adota o nome que melhor lhe convém, mas há um certo padrão. Em geral vem as iniciais da companhia que fabrica o aço, depois o limite mínimo de tensão em KSI para romper o limite elástico e depois o tipo de serviço que o material deve ser empregado (Ex: SS) ou o elemento de liga que o diferencia (Ex: Cr). Assim temos: Vallourec: VM Sumitomo: SM JFE: JFE Tenaris: TN US Steel: USS Baos Steel: BG MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  135. 135. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3.2 AÇOS PROPRIETÁRIOS: Catálogos Os fabricantes elaboram catálogos que orientam os clientes sobre as características físicas e químicas de seus aços. São nestas publicações também que temos definidos os códigos de cores e marcação de cada aço proprietário. Vejamos alguns exemplos: MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  136. 136. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  137. 137. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  138. 138. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  139. 139. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  140. 140. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  141. 141. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3.2 AÇOS PROPRIETÁRIOS: Catálogos CÓDIGO DE CORES DA VALLOUREC MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  142. 142. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3.2 AÇOS PROPRIETÁRIOS: Catálogos CÓDIGO DE CORES DA JFE MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  143. 143. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3.2 AÇOS PROPRIETÁRIOS: Catálogos: CÓDIGO DE CORES DA SUMITOMO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  144. 144. 7 – AÇOS API E PROPRIETÁRIOS 7.3.2 AÇOS PROPRIETÁRIOS: Catálogos: CÓDIGO DE CORES DA TENARIS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  145. 145. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  146. 146. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1 CORROSÃO “Interação físico-química entre um metal e o meio envolvente, da qual resultam mudanças nas propriedades do metal, levando frequentemente à sua inutilização ou do sistema técnico do qual faz parte ou ainda à alteração do meio ” (Federação Européia de Corrosão). “Deterioração de um material ou das suas propriedades devido à reação com o meio envolvente” (NACE - The National Association of Corrosion Engineers - USA). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  147. 147. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO Algumas definições entendem que “corrosão” tem que envolver uma reação eletroquímica. Outras definições, mais abrangentes, poderão incluir todas as alterações induzidas pelo meio sobre os materiais  neste caso não só metais mas também polímeros, cerâmicos, pedra, madeira, ... e admite também que, para além do próprio material, as suas propriedades podem deteriorar-se. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  148. 148. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO - É um processo espontâneo que ocorre frequentemente na natureza por ação de diversos fatores. - ex.: proc. de desgaste por atrito, por erosão ou por fatores mecânicos. - Deterioração sofrida por um material metálico em consequência da ação eletroquímica do meio (N-2561 / 96 - Petrobras). - Ponto de vista eletroquímico: estudar apenas os fenômenos cujas origens são processos de oxidação de elementos metálicos. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  149. 149. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.1 Considerações Energéticas • A corrosão resulta da tendência que os materiais têm em voltar ao seu estado de menor energia, que é o que se encontra naturalmente no seu minério de origem; • A obtenção do metal faz-se à custa do fornecimento de energia (processos metalúrgicos); • A tendência do metal será, pois, voltar ao estado original, i.e., à sua forma oxidada. Minério + Energia => Metalurgia => Metal Minério + Energia <= Corrosão <= Metal MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  150. 150. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.2 Importância da Corrosão Metálica • uso crescente de metais no campo tecnológico • utilização de construções metálicas de grandes dimensões, mais susceptíveis à corrosão do que as estruturas (pesadas) de pedra (do passado) . • meios cada vez mais agressivos, tanto em domínios de aplicação corrente (água e ar poluídos) como em domínios industriais (processos envolvendo reagentes agressivos e perigosos) . • utilização de metais raros  caros, em certas aplicações especiais (energia atômica, domínio espacial). A falta de materiais resistentes pode mesmo ser um entrave ao progresso nessas áreas. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  151. 151. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.3 Custos devidos à corrosão • Custos diretos • Custos de substituição de peças danificadas (incluindo energia e mão de obra) • Custos de manutenção de sistemas de proteção (revestimentos, proteção catódica, ...) MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  152. 152. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.3 Custos devidos à corrosão • Custos indiretos • Paralisações • Perda de produto • Perda de eficiência • Contaminação de produtos • Necessidade de super-dimensionamento dos projetos • Outros custos • Segurança de instalações, cuja falha pode resultar em perdas humanas (automóveis, aviões, pontes, tubulações, tanques, etc) • Degradação de monumentos MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  153. 153. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.4 Seleção de um material Para a seleção de um aço deve ser levada em consideração os seguintes fatores: • Resistência mecânica; • Resistencia a corrosão; • Custo; • Manufatura; • Disponibilidade; • Transporte; • Armazenagem; • Preservação; • Manuseio e instalação; MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  154. 154. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.5 Fatores Influentes na velocidade de corrosão A velocidade do processo corrosivo pode ser expressa em termos da corrente de corrosão. Vale ressaltar : quanto menor for a corrente de intercâmbio, menor será a magnitude da corrente de corrosão. Quanto menor a corrente de intercâmbio da reação catódica, menor será também a magnitude da corrente de corrosão. Outros fatores importantes que têm influência sobre a velocidade de corrosão são a concentração do agente corrosivo e a condutividade do meio ao qual o metal está exposto. Quando a concentração do agente corrosivo é pequena, a curva catódica atinge o limite difusional e a velocidade de corrosão passa a ser controlada pelo transporte do reagente ao centro de ataque no metal, sendo a corrente de corrosão tanto menor quanto menor for a concentração. Um exemplo bem conhecido onde este efeito acelera os processos de corrosão é observado em ambientes localizados perto do litoral pois, devido à alta umidade e à alta concentração iônica da atmosfera marítima, há uma maior corrosão dos metais. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  155. 155. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.5 Fatores Influentes na velocidade de corrosão 8.1.5.1 Meios Corrosivos Os meios corrosivos em corrosão eletroquímica são responsáveis pelo aparecimento do eletrólito. O eletrólito é uma solução eletricamente condutora constituída de água contendo sais, ácidos ou bases. Principais Meios Corrosivos e Respectivos Eletrólitos - atmosfera: o ar contém umidade, sais em suspensão, gases industriais, poeira, etc. O eletrólito constitui-se da água que condensa na superfície metálica, na presença de sais ou gases presentes no ambiente. Outros constituintes como poeira e poluentes diversos podem acelerar o processo corrosivo; - solos: os solos contêm umidade, sais minerais e bactérias. Alguns solos apresentam também, características ácidas ou básicas. O eletrólito constitui-se principalmente da água com sais dissolvidos; - águas naturais (rios, lagos e do subsolo): estas águas podem conter sais minerais, eventualmente ácidos ou bases, resíduos industriais, bactérias, poluentes diversos e gases dissolvidos. O eletrólito constitui-se principalmente da água com sais dissolvidos. Os outros constituintes podem acelerar o processo corrosivo; MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  156. 156. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.5.1 Meios Corrosivos - água do mar: A água do mar em virtude da presença acentuada de sais, é um eletrólito por excelência. Outros constituintes como gases dissolvidos, podem acelerar os processos corrosivos; estas águas contêm uma quantidade apreciável de sais. Uma análise da água do mar apresenta em média os seguintes constituintes em gramas por litro de água: Cloreto (Cl-) 18,9799 Sulfato (SO -) Bicarbonato (HCO ) 0,1397 Brometo (Br-) 0,0646 Fluoreto (F-) 0,0013 Ácido Bórico (H3BO3) 0,0260 Sódio (Na+) 10,5561 Magnésio (Mg2+) 1,2720 Cálcio (Ca2+) 0,4001 Potássio (K+) 0,3800 Estrôncio (Sr 2+) MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE 2,6486 0,0133 Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  157. 157. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.5.1 Meios Corrosivos - produtos químicos: os produtos químicos, desde que em contato com água ou com umidade e formem um eletrólito, podem provocar corrosão eletroquímica. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  158. 158. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.5 Fatores Influentes na velocidade de corrosão Geração do meio corrosivo: como foi dito anteriormente oxigênio funciona como controlado dos processos corrosivos. Portanto, na pressão atmosférica a velocidade de corrosão aumenta com o acréscimo da taxa de oxigênio dissolvido. Isto ocorre por ser o oxigênio um elemento despolarizante e que desloca a curva de polarização catódica no sentido de maior corrente de corrosão; PH de eletrólito: a maioria dos metais passivam-se em meios básicos (exceção para os metais. Temperatura: o aumento de temperatura acelera, de modo geral, as reações químicas. Da mesma forma também em corrosão as taxas de desgaste aumentam com o aumento da temperatura. Com a elevação da temperatura diminui-se a resistividade d eletrólito e consequentemente aumenta-se a velocidade de corrosão; MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  159. 159. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.6 Formas de corrosão As formas segundo as quais a corrosão pode manifestar-se são definidas principalmente pela aparência da superfície corroída, sendo as principais: Corrosão uniforme: quando a corrosão se processa de modo aproximadamente uniforme em toda a superfície atacada. Esta forma é comum em metais que não formam películas protetoras, como resultado do ataque; Corrosão por placas: quando os produtos de corrosão formam-se em placas que se desprendem progressivamente. É comum em metais que formam película inicialmente protetora mas que, ao se tornarem espessas, fraturam e perdem aderência, expondo o metal a novo ataque; Corrosão alveolar: quando o desgaste provocado pela corrosão se dá sob forma localizada, com o aspecto de crateras. É frequente em metais formadores de películas semi protetoras ou quando se tem corrosão sob depósito, como no caso da corrosão por aeração diferencial;. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  160. 160. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.5 Formas de Corrosão Corrosão por pite: quando o desgaste se dá de forma muito localizada e de alta intensidade, geralmente com profundidade maior que o diâmetro e bordos angulosos. A corrosão por pite é frequente em metais formadores de películas protetoras, em geral passivas, que, sob a ação de certos agentes agressivos, são destruídas em pontos localizados, os quais tornam-se ativos, possibilitando corrosão muito intensa. Exemplo comum é representado pelos aços inoxidáveis austeníticos em meios que contêm cloretos; Corrosão intergranular ou intercristalina: quando o ataque se manifesta no contorno dos grãos, como no caso dos aços inoxidáveis austeníticos sensitizados, expostos a meios corrosivos; Corrosão transgranular ou transcristalina: quando o fenômeno se manifesta sob a forma de trincas que se propagam pelo interior dos grãos do material, como no caso da corrosão sob tensão de aços inoxidáveis austeníticos. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  161. 161. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.5 Formas de Corrosão Corrosão por pite: quando o desgaste se dá de forma muito localizada e de alta intensidade, geralmente com profundidade maior que o diâmetro e bordos angulosos. A corrosão por pite é frequente em metais formadores de películas protetoras, em geral passivas, que, sob a ação de certos agentes agressivos, são destruídas em pontos localizados, os quais tornam-se ativos, possibilitando corrosão muito intensa. Exemplo comum é representado pelos aços inoxidáveis austeníticos em meios que contêm cloretos; Corrosão intergranular ou intercristalina: quando o ataque se manifesta no contorno dos grãos, como no caso dos aços inoxidáveis austeníticos sensitizados, expostos a meios corrosivos; Corrosão transgranular ou transcristalina: quando o fenômeno se manifesta sob a forma de trincas que se propagam pelo interior dos grãos do material, como no caso da corrosão sob tensão de aços inoxidáveis austeníticos. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  162. 162. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.5 Formas de Corrosão MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  163. 163. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.5 Formas de Corrosão MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  164. 164. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.6 Corrosão por CO2 MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  165. 165. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.6 Corrosão por CO2 As falhas de corrosão, relacionadas com a corrosão por dióxido de carbono CO2 são responsáveis por 25% dos incidentes relacionados com segurança, 8,5% no aumento do capital gasto, 5% da perda de produção e 11,5% no aumento dos gastos com a extração (KERMANI, 2003). O aço baixo carbono é amplamente utilizado devido ao seu baixo custo, por ser encontrado em volumes que atendem a demanda da indústria e por atenderem os requisitos mecânicos, estruturais e de fabricação. Embora a tecnologia de aços baixo carbono esteja bem desenvolvida, e seja economicamente viável sua aplicação nas indústrias, eles possuem baixa performance em relação à corrosão generalizada e por CO2. Dadas as condições associadas à produção de petróleo e gás e ao transporte destes, a corrosão sempre será um risco em potencial, principalmente na presença de fase aquosa em contato com o aço (KERMANI, 2003). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  166. 166. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.6 Corrosão por CO2 A corrosão por CO2 é frequentemente encontrada na indústria de petróleo e gás (KINSELLA, 1998) e ocorre em todos os estágios de produção, desde a prospecção até as instalações de processamento (DURNIE, 2002; MORAMENDOZA, 2002). A perda de produção e os custos de reparo ocasionados pela corrosão do aço carbono em contato com gases úmidos e linhas com múltiplas fases tornam indispensável a adoção de técnicas adequadas para monitoramento do processo corrosivo por CO2 , por técnicas eletroquímicas adequadas (de WAARD, 1975; DURNIE, 2002). Os métodos de prevenção incluem a reposição das tubulações de aço carbono por ligas resistentes à corrosão e o uso de inibidores e revestimentos não metálicos (MISHRA, 1997). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  167. 167. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.6 Corrosão por CO2 O CO2 se dissolve na água formando ácido carbônico (H2CO3), o qual é agressivo ao aço carbono (KINSELLA, 1998). 0 potencial de corrosão do ácido carbônico pode ser superior a qualquer outro ácido completamente dissociado em um mesmo Ph (de WAARD, 1975). A formação do produto de corrosão sobre a superfície sofre influência da composição do aço, do fluxo e das condições ambientais, como pH, temperatura, pressão, composição do eletrólito, existência de inibidores, dentre outros (KINSELLA, 1998; MORA-MENDOZA, 2002). Sabe-se que a camada de produto de corrosão tem papel fundamental no mecanismo, na cinética e no tipo de corrosão por CO2. Quando existe uma camada protetora, a transferência de massa de e para a superfície metálica se torna o fator de controle da taxa de corrosão, antes do desprendimento do hidrogênio (KINSELLA, 1998). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  168. 168. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.6 Corrosão por CO2 A formação irregular da camada de corrosão e a sua destruição localizada são os principais fatores que contribuem para a corrosão localizada por CO2. Camadas de corrosão protetoras são capazes de diminuir a taxa de corrosão inicial em até 3 vezes, levando a taxa nula de corrosão com o passar do tempo (KINSELLA, 1998). A corrosão por CO2 pode ser ocasionada tanto pelas condições do meio, quanto pelos aspectos metalúrgicos ou materiais (MISHRA, 1997). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  169. 169. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.6 Corrosão por CO2 Formação do ácido carbônico Reação anódica Fe2+ + CO32− ↔ FeCO3(s) (7) Reação catódica sobre a superfície do aço MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  170. 170. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.6 Corrosão por CO2 MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  171. 171. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.6 Corrosão por CO2 MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  172. 172. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.6 Corrosão por CO2 MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  173. 173. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.7 Fragilização por H2S MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  174. 174. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.7 Fragilização por H2S O hidrogênio é um átomo de tamanho reduzido que consegue se difundir rapidamente pela malha cristalina de estruturas metálicas. Essa permeação pode prejudicar as propriedades mecânicas de componentes de diversos setores industriais, principalmente quando em contato com as fontes de hidrogênio como o H2S. O desgaste é designado fragilização por hidrogênio, e o material adquire susceptibilidade à formação de falhas e de fraturas frágeis MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  175. 175. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.7 Fragilização por H2S MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  176. 176. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.7 Fragilização por H2S O processamento e a aplicação de materiais metálicos susceptíveis à fragilização em contato com hidrogênio representam um desafio para os engenheiros, pelos danos que afetam a integridade do componente e geram prejuízos. As indústrias metalúrgica, química, petroquímica, aeroespacial e outras vinculadas principalmente a atividades com aços de alta resistência presenciam falhas por ação do hidrogênio, dentre elas a perda de ductilidade e tenacidade, a geração de trincas internas seguida por fraturas frágeis e o empolamento do material por gás aprisionado. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  177. 177. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.7 Fragilização por H2S MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  178. 178. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.7 Fragilização por H2S O hidrogênio é capaz de se difundir rapidamente na malha cristalina após absorvido na superfície metálica, como resultado da combinação entre a difusão e reações químicas. São as condições de operação que determinam a quantidade potencial de hidrogênio a ser integrada ao componente, e devem ser controladas para amenizar tais efeitos degradativos. Para mitigação da fragilização por hidrogênio existem medidas como a adição de elementos químicos, por exemplo Cu, Co, Ni, que enobrecem o metal, e tratamentos térmicos que melhoram as propriedades mecânicas. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  179. 179. 8 – CORROSÃO E FRAGILIZAÇÃO 8.1.7 Fragilização por H2S MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  180. 180. 9 – DIAGRAMAS DE ESCOLHA DOS AÇOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  181. 181. 9 – DIAGRAMAS DE ESCOLHA DOS AÇOS 9 – INTRODUÇÃO Os fabricantes de tubos de aço elaboraram diagramas que em função das pressões de CO2 e H2S combinadas com temperaturas poderiam indicar quais tipos de aços poderiam ser escolhidos e aplicados em determinadas situações. Estes diagramas devem ser vistos apenas como referência, porque é altamente indicado que seja chamado um técnico da empresa que fabrica o aço para que junto com os engenheiros responsáveis pelo dimensionamento das tubulações do poço possam chegar a uma conclusão. É importante ressaltar também que no modelo não são considerados os esforços atuantes e isto pode ser muito importante numa análise combinada que leve em conta todos os fatores de desempenho para a escolha correta do aço com o qual serão fabricados os tubos que comporão as colunas de revestimento e produção de poços de petróleo. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  182. 182. 9 – DIAGRAMAS DE ESCOLHA DOS AÇOS 9.1 - VALLOUREC MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  183. 183. 9 – DIAGRAMAS DE ESCOLHA DOS AÇOS 9.2 - SUMITOMO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  184. 184. 9 – DIAGRAMAS DE ESCOLHA DOS AÇOS 9.2 – ISO 15156 MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  185. 185. 10 – CONEXÕES API MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  186. 186. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 DEFINIÇÃO co.ne.xão (cs) sf (lat connexione) 1 Ligação de uma coisa com outra. 2 Mec Seção de tubo ou cano, de várias formas, para ligar as extremidades adjacentes de dois tubos ou canos. Segundo a forma e modo de ligação específicos, é denominada luva, cruzeta, cotovelo, flange, níple, bucha, união. 3 Mec Ligação entre duas peças, mecanismos, dispositivos etc. 4 Eletr Ligação de dois condutores de um circuito ou de um aparelho elétrico a um circuito. 5 Dependência, relação, nexo. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  187. 187. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 EXEMPLOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  188. 188. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 EXEMPLOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  189. 189. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 EXEMPLOS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  190. 190. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 DEFINIÇÃO DE CONEXÃO ROSQUEADA Ligação entre dois segmentos tubulares cilíndricos, por meio de uma união pino e caixa rosqueados e compatíveis. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  191. 191. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 EXEMPLOS CONEXÕES ROSCADAS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  192. 192. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 EXEMPLOS CONEXÕES ROSCADAS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  193. 193. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 EXEMPLOS CONEXÕES ROSCADAS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  194. 194. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 EXEMPLOS CONEXÕES ROSCADAS MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  195. 195. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 DEFINIÇÃO DE ROSCA Sulcos contínuos e padronizados em alto ou baixo relevo que seguem uma trajetória helicoidal (espiral) no entorno de uma superfície cilíndrica. Geralmente fabricadas por meio de usinagem em metais, podendo ainda serem fundidas, estampadas ou prensadas em diversos tipos de materiais. Foram inventadas pelo filósofo e matemático pitagórico Arquitas de Tarento (428 ac a 350 ac). Tarento atualmente na Itália, à época pertencia a Grécia. Arquitas é considerado o pai da matemática aplicada a mecânica. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  196. 196. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 DEFINIÇÃO DE ROSCA – ARQUITAS DE TARENTO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  197. 197. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 DEFINIÇÃO DE ROSCA - ESPIRAL MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  198. 198. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 DEFINIÇÃO DE ROSCA - ESPIRAL MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  199. 199. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.1 DEFINIÇÃO DE ROSCA - ESPIRAL MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  200. 200. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.2 PARTES QUE COMPÕE UMA ROSCA MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  201. 201. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.2 PARTES QUE COMPÕE UMA ROSCA FLANCO DE ENTRADA CRISTA FLANCO DE CARGA RAÍZ MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  202. 202. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.2 PARTES QUE COMPÕE UMA ROSCA FLANCO DE ENTRADA (STABBING FLANK): É a face frontal do fio de rosca. É a parte que terá o primeiro contato do pino com a caixa no início do acoplamento. FLANCO DE CARGA (LOAD FLANK): É a face traseira do fio de rosca. É a parte que será primeiramente tensionada quando a conexão for exposta a esforços de tração. CRISTA (CREST): É a parte superior do filete de rosca. Poderá ou não estar em contato com a raiz da caixa. RAIZ (ROOT): É a parte inferior do filete de rosca. Poderá ou não estar em contato com a crista da rosca. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  203. 203. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.3 DIÂMETROS QUE COMPÕE A ROSCA DIAMETRO MÉDIO OU PITCH DIAMETRO MAIOR DIÂMETRO MENOR MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  204. 204. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.3 DIÂMETROS QUE COMPÕE UMA ROSCA DIÂMETRO MÉDIO OU PITCH: É o diâmetro médio da rosca. DIÂMETRO MENOR: É o diâmetro medido da raiz da rosca. DIÂMETRO MAIOR: É o diâmetro medido na crista da rosca. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  205. 205. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.3 TIPOS DE ROSCAS QUANTO A INCLINAÇÃO DO EIXO (CONICIDADE): CILÍNDRICAS ou RETAS: São roscas que não possuem inclinação no eixo paralelo (crista ou raíz) ao eixo de centro do cilindro o qual a rosca fabricada. Exemplo: roscas em fusos de tornos, parafusos com porcas, etc. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  206. 206. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.3 TIPOS DE ROSCAS QUANTO A INCLINAÇÃO DO EIXO (CONICIDADE): CÔNICAS: São roscas que possuem inclinação no eixo paralelo (crista ou raiz) ao eixo de centro do cilindro o qual a rosca fabricada. A medida desta inclinação é chamada de conicidade. Ex.: conexões em tubos de revestimento, de produção, de perfuração, etc. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  207. 207. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.4 DIMENSÕES BÁSICAS DE UMA ROSCA: COMPRIMENTO PASSO PROFUNDIDADE MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  208. 208. 10 – CONEXÕES API 10.1 FUNDAMENTOS SOBRE CONEXÕES 10.1.4 DIMENSÕES DE UMA ROSCA: Ângulo do cone MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  209. 209. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API – PINO E CAIXA CAIXA PINO MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  210. 210. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.1 LINE PIPE: Conexão geralmente usada para condução de hidráulica de superfície do poço on shore até algum local de armazenagem. Geralmente trabalha com baixas pressões de linha. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  211. 211. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.2 ROSCA REDONDA: Conexão usada em tubing NU (10 e 8 fios por polegada); tubing EU (8 fios por polegada) e casing (versões curta e longa de 8 fios por polegada). Na versão tubing é usada em tubos de produção e na versão casing em tubos de revestimento. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  212. 212. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.2 ROSCA REDONDA MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  213. 213. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.2 ROSCA REDONDA MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  214. 214. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.2 ROSCA REDONDA – TUBING EU Possui um reforço na parede do pino chamado de upset, o objetivo deste aumento de parede é aumentar a seção crítica do tubo e com isto aumentar também a resistência a tração. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  215. 215. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.2 ROSCA REDONDA – TUBING NU Não possui nenhum reforço na conexão. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  216. 216. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.2 LTC (LONG THREAD CASING) E STC (SHORT THREAD CASING). A diferença básica entre estas conexões está no comprimento da rosca. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  217. 217. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING). Conexão de formato trapezoidal. Sua origem está relacionada com as roscas quadradas que começaram a ser utilizadas depois de 1850 na indústria. É uma evolução de diversos formatos trapezoidais como outros tipos de buttress e a rosca ACME. Possui 5 fios por polegada, passo é de 5,08mm e altura do filete é de 1,575mm. O ângulo de entrada é de +10° e o de carga é de +3° a conicidade é de 1/16 ou de 3°34´34” no diâmetro em tubos até 13 3/8” acima disto a conicidade é alterada para 1”/1FT o que dá em torno de 4°50´22” no diâmetro. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  218. 218. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  219. 219. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING). MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  220. 220. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING).DISTRIBUIÇÃO DAS TENSÕES MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  221. 221. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING). CORTE MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  222. 222. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.3 BTC (BUTTRESS THREAD CASING). CORTE CAIXA BTC MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE CALIBRES BTC Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  223. 223. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.4 EXTREME LINE MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  224. 224. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.4 EXTREME LINE – Perfil de rosca da conexão. Conexão integral com um selo de vedação contra gás (metal-metal). A conexão é reforçada com um recalque de pino e caixa que possibilita um aumento na resistência à tração. Não possui ombro de torque. Hoje está em desuso em função da adoção das conexões premium proprietárias. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  225. 225. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.4 EXTREME LINE – Acoplamento MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  226. 226. 10 – CONEXÕES API 10.2 CONEXÕES API 10.2.4 EXTREME LINE – Pino MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  227. 227. 11 – CONEXÕES PREMIUM MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  228. 228. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES São conexões projetadas pelos fabricantes de tubos para atender às demandas por desempenho não cobertas pelas conexões API. Em geral, cada conexão Premium possui desenho diferente, salvo aquelas que são cópias das originais. Este desenho depois de concebido é patenteado. Em geral possuem selo de vedação metal / metal e ombro de torque e são internamente flush (lisas no acoplamento). Cada fabricante testa sua conexão e garante padrões de desempenho diferentes em tração, compressão, vedação, pressão interna e externa. As conexões Premium podem ser: a) Tubo e luva – Pino no tubo e caixa acoplada. b) Integral flush – Pino e caixa usinados no tubo. Não há diferenciação de diâmetro interno e externo. c) Integral semi-flush - Pino e caixa usinados no tubo. Há diferenciação de diâmetro interno e/ou externo. MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  229. 229. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO TUBO E LUVA Internamente flush Filetes de rosca acoplados caixa Ombros acoplados Selos acoplados pino MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  230. 230. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO TUBO E LUVA Selos acoplados Filetes de rosca acoplados Caixa Pino Ombros acoplados MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  231. 231. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO TUBO E LUVA Filetes de rosca acoplados Caixa Selos acoplados Ombros acoplados Pino MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  232. 232. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO TUBO E LUVA Caixa Ombros acoplados Selos acoplados Filetes de rosca acoplados Pino MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  233. 233. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO TUBO E LUVA Pino Caixa Filetes de rosca acoplados Selos acoplados Ombros acoplados MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  234. 234. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO TUBO E LUVA Caixa Filetes de rosca acoplados Ombros acoplados Selos acoplados Pino MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  235. 235. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO INTEGRAL FLUSH pino Filetes de rosca acoplados Ombros acoplados Selos acoplados caixa MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  236. 236. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO INTEGRAL FLUSH Pino Ombros acoplados Selos acoplados Filetes de rosca acoplados Selos acoplados Caixa MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  237. 237. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO INTEGRAL FLUSH Pino Selos acoplados Filetes de rosca acoplados Selos acoplados Caixa MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  238. 238. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO INTEGRAL SEMI-FLUSH Pino Selos acoplados 1º Estágio filetes de rosca acoplados Ombros acoplados 2º Estágio filetes de rosca acoplados Selos acoplados Caixa MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  239. 239. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO INTEGRAL SEMI-FLUSH Pino Selos acoplados Filetes de rosca acoplados Selos acoplados Caixa MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013
  240. 240. 11 – CONEXÕES PREMIUM 11.1 CONEXÕES PREMIUM – DEFINIÇÕES – CONEXÃO INTEGRAL SEMI-FLUSH Pino Filetes de rosca acoplados Ombros acoplados Selos acoplados Caixa MAXIMUM TECHNICAL INSTITUTE Eng.º FREDJOGER MENDES ABRIL DE 2013

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