Pavilhao trabalho

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trabalho de arquitetura e urbanismo, sobre pavilhõa

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Pavilhao trabalho

  1. 1. PAVILHÕES PAVILHÕES HISTÓRIA DA ARQUITETURA AT1AU GRUPO: FELIPE LOPES LETICIA GUEDES MARIANA BRASILEIRO RENATA MARTINS PROFESSOR : RAFAEL MANZO
  2. 2. 0 Endereço: Rossio dos Olivais, 1990- 231 Lisboa, Portugal; 0 Destinado à atrações públicas e festivais; 0 Localizado no Parque das Nações, em Lisboa, Portugal; 0 Capacidade de 20 000 espectadores; 0 Maior pavilhão de espetáculos de Portugal. Ao contrário de outras cidades europeias, Lisboa não possuía uma sala multifacetada para acolher espetáculos, congressos e acontecimentos desportivos de grande importância. Também não dispunham de equipamentos exigidos para coberturas televisivas modernas ou grandes espetáculos musicais ou teatrais. Estrutura Composto por três áreas integradas, todos os espaços são facilmente adaptados às necessidades e características de cada evento. A Sala Atlântico, com uma arena de 5 200 m2 e capacidade para 12 500 pessoas sentadas abriga, com uma versatilidade única e sucesso absoluto, todo o tipo de eventos. A Sala Tejo, banhada por luz natural, dispõe de 2 200 m2 preparados para a concretização de todas as ideias. Mais recentemente foi criado um novo espaço efémero, a Arena Box, um espaço inovador que surge de uma variação da Sala Atlântico, com uma área de 2 000 m2 e uma capacidade entre as 500 e as 4 000 pessoas.
  3. 3. A configuração do Pavilhão Atlântico lembra uma nave espacial, mas a sua forma é também a do caranguejo-ferradura, espécie surgida há 200 milhões de anos. Misto de animal marinho e nave espacial, esta forma merecia uma estrutura que a suportasse, física e simbolicamente. Assim surgiu a ideia do travejamento em madeira para sustentar a cobertura, à maneira do cavername invertido de uma nau quinhentista. Numa exposição mundial que evoca os oceanos e as Descobertas, a madeira, melhor que o aço ou o betão, é a matéria-prima ideal. A organização interna do espaço foi pensada em função de grandes objetivos como minimizar o impacto visual de uma construção de grandes dimensões como é esta, contribuir para um uso racional da energia e simplificar a entrada e saída de público.
  4. 4. Chanel Mobile Art
  5. 5. 0 Pavilhão móvel para poder viajar pelo mundo 0 Para a grife francesa Chanel 0 Feito em módulos desmontáveis O Chanel Mobile Art é um evento revolucionário, que une a criatividade de uma das maiores arquitetas contemporâneas, alguns dos nossos artistas mais inovadores e um ícone da moda mundial. Zaha foi escolhida exatamente por quebrar com a estética pós- Bauhaus dominante até os dias de hoje de repetição de peças industriais ordenadamente, criando poesia com a arquitetura. A sensualidade escultural do edifício é conseguida graças a novos softwares Estrutura O pavilhão é dividido em dois volumes separados pela escada de acesso: um de 100m² onde se localiza toda parte técnica e o volume principal com área de 600m² . Ao centro se encontra um pátio coberto banhado com iluminação zenital  com 65 m² no qual foi concebido para acolher eventos e proporcionar um espaço para reflexão depois de visitar a exposição. O terraço possui uma conexão visual direta para o pátio, fazendo com que haja diálogo entre o interior e exterior do pavilhão. Durante o evento, os dois espaços podem ser ligados tornando-se uma zona de grande
  6. 6. Materiais O material utilizado é basicamente metal em vidro, um tablado cênico esconde toda parte técnica que alimenta o espaço. A concha externa é constituída por 413 painéis de FRP, uma resina plástica reforçada com fibra de vidro. Cada um dos painéis é único. a camada externa  reflexiva deste pavilhão, possibilitará a iluminação com diversas cores.
  7. 7. Galeria Adriana Varejão foi concebida para abrigar duas obras do artista adquiridas pelo museu e expostas na Fundação Cartier: A Escultura Linda do Rosário e o Políptico Celacanto Provoca Maremoto (com o desenvolvimento do projeto, o artista criou mais quatro obras para o edifício). O projeto deveria ocupar uma encosta com uma pequena inclinação (típico da topografia de Minas Gerais, composta por colinas suaves e antigas), parcialmente cercado por mata nativa, uma área anteriormente utilizada para armazenar recipientes. A topografia original foi modificada para esta nova utilização: um enorme deslocamento de terra cortou o terreno, criando o grande plano horizontal necessário para obra.
  8. 8. O pavilhão da Áustria para a Expo Milão 2015 foi escolhido através de um concurso. O projeto do escritório Graft Architects com a colaboração de Alex Daxböck. Baseado na alta qualidade da agricultura austríaca, o pavilhão é todo construído em vigas e colunas de madeira, onde serão colocadas sementes de vegetais, frutas e ervas. O pavilhão possui uma modulação baseada em uma malha, que se adapta ao aumento de espectadores e que também pode ser montada e
  9. 9. O edifício do Museu dos Transportes foi concebido como uma extrusão seccional aberta em lados opostos. O delineamento transversal é um gesto de resposta para encapsular uma onda. Nas áreas externas das dobraduras formadas pelo desenho foram posicionadas as salas de apoio para o funcionamento do museu. As duas pontas do túnel são fechadas por vidro, com o avanço do telhado ondulado para sombreamento. Aberturas no teto e nas paredes permitem a entrada de luz natural e promovem a comunicação entre o interior e o exterior. Para proteger os objetos da mostra, há controle da luz solar, chegando ao blecaute total, se necessário. O café, instalado nas extremidades, beneficia-se da transparência, permitindo a vista de ambos os rios.
  10. 10. O Pavilhão Ciccillo Matarazzo é, desde 1957, o palco de uma das mais importantes exposições de arte do mundo: a Bienal de São Paulo. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, o prédio é um verdadeiro ícone da arquitetura modernista brasileira, tombado pelo Patrimônio Histórico. Reconhecendo o potencial transformador das atividades baseadas em produtos, serviços e manifestações culturais, a Fundação Bienal de São Paulo coloca a sua sede como espaço maior para eventos ligados à economia criativa – artes plásticas, cinema, televisão, literatura e publicações, moda, design, tecnologia, turismo, esportes, antiguidades, gastronomia, propaganda, arquitetura entre outras. Curvas sinuosas Espaço nobre Generosidade de área somada à altura destacada do pé direito fazem do pavimento térreo um excelente local para eventos de grande porte. Os grandes painéis de vidro das paredes provocam uma sensação de integração harmônica com o verde do parque e sua amplitude permite acomodar eventos para um grande número de convidados. Criatividade sem limites Seu desenho livre de divisões internas dá liberdade para a montagem de ambientes distintos e simultâneos, além de propiciar uma circulação
  11. 11. Além de um simples espaço Os três pavimentos do Pavilhão Ciccillo Matarazzo são famosos pela leveza das formas que marcam suas rampas e coluna central.  Circulação exclusiva O Lounge Bienal é um ambiente reservado, ideal para confraternizações, coletivas de imprensa, palestras, simpósios, pequenos congressos, workshops, exposições de menor porte, lançamentos de produtos, eventos corporativos e premiações. Montagens múltiplas Localizado no subsolo do Pavilhão Ciccillo Matarazzo, já recebeu eventos internacionais como a mostra Star Wars, e corporativos como os da Brazil S/A e da Próximo do aeroporto de Congonhas e acessível por importantes vias expressas – a Av. Brasil, a Av. 23 de Maio e a Av. Juscelino Kubitschek –, o pavilhão está situado em bairro nobre, próximo dos melhores hotéis, restaurantes, lojas e serviços da cidade. O Pavilhão Ciccillo Matarazzo é o local escolhido para a realização dos eventos mais vibrantes e significativos para o fortalecimento da economia criativa no país como São Paulo Fashion Week, SPArte, Travelweek e Adventure Fair. Também abriga exposições e sedia eventos corporativos de empresas como Renault, Natura e Google. A ExpoCIEE e a Bio Brazil Fair movimentam o pavilhão anualmente,
  12. 12. Pavilhão Mies van der Rohe
  13. 13. Arquiteto: Ludwig Mies van der Rohe Construido em: 1928-1929 Remodelado em: 1983-1986 Ubicação: Barcelona, Espanha Coordenada: 41.3705556, 2.15 O pavilhão foi demolido no final da Feira, mas devido à importância que teve para a história da arquitetura e na própria biografia do arquiteto, a Fundação Mies van der Rohe encomendou sua reconstrução, no mesmo local, durante a década de 1980. É considerada um marco na história da arquitetura moderna porque engloba todas as ideias nascentes do modernismo com mais liberdade do que em outras obras, uma vez que este prédio não teve nenhum papel de disseminar essas novas ideias, bem e a utilização de novos materiais e técnicas de construção.
  14. 14. Estrutura A estrutura, composta de oito pilares de aço em uma cruz que sustentava um telhado plano. Completando a obra umas paredes interiores , livre de estrutura. A estrutura assenta sobre um grande pódio ao longo de um espelho d'água. Conta com oito pilares de aço, cujo desenho em cruz grega tornou-se célebre na arquitetura moderna, os quais sustentam a cobertura plana do edifício. Como elementos de vedação, verifica-se o uso de cortinas de vidro delimitando os espaços internos e externos e de divisórias baixas de alvenaria no interior. No geral o edifício caracteriza-se pela presença de planos perpendiculares que constróem o espaço tridimensional, a Materiais Vidro, aço e quatro tipos diferentes de mármore travertino (Roman, verde Alpine mármore, antigo mármore verde da Grécia e ônix doré Atlas) foram os materiais utilizados na reconstrução. Todas as mesmas características e origens, que inicialmente utilizados em 1929
  15. 15. O escritório de arquitetura e design MVRDV desenvolveu o Water Cube Pavilion, um grande pavilhão feito em vidro tem a fachada cheia de água. O desenho é baseado no tema The Living Ocean and Coast e a fachada tem quatro camadas de vidro cheias com água bombeada do mar, que mantém o fluxo correndo pela estrutura. Por ser feito todo em vidro, durante o dia a iluminação é garantida pela luz natural. Células solares garantem o abastecimento de eletricidade por energia solar para iluminar a estrutura durante a noite. As paredes externas também são feitas com vários reservatórios de água para lembrar os diferentes oceanos da Terra. O exterior em si fulgura um mapa múndi. A fachada tem sensores para controlar a temperatura destes reservatórios. O prédio foi feito para a exposição de arquitetura World Expo de A MVRDV é uma firma de arquitetura e design fundada em Roterdã, na Holanda, em 1991. Os fundados são os arquitetos e designers urbanos Winy Maas, Jacob van Rijs e Nathalie de Vries e o nome da empresa é um acrônimo das iniciais dos sobrenomes dos fundadores.
  16. 16. O pavilhão foi criado a partir de quatro temas antagônicos: tradição, inovação, performance e a praticidade dando funcionalidade e design ao local, e dentro dele possui um espaço para que os visitantes possam experimentar carros de sua marca e de sua historia deixando de lado os limites convencionais. A rampa curvada relaciona-se com o o principio dinâmico da arquitetura e leva os visitantes para o palco de exposições misturando evolução, engenharia e fascinação de tradição do futuro. “O edifício é único e sua construção é extraordinária. Este pavilhão tem também uma dimensão simbólica e histórica, uma vez que aponta para as raízes comuns através da qual a Porsche e a Volkswagen foram conectadas desde o início e continuarão a ser E seu revestimento é feito com acabamento fosco e aço inoxidável forma envelope de estrutura vibrante criando uma textura homogênea e ocorre uma constante mudança em função de luz As linhas do pavilhão são curvas e possuem dobras emocionais fazendo uma escultura dinâmica e reduzida com características da marca. Sua estrutura capta o fluxo dinâmico e sua linhas pegam velocidade e desaceleram para mergulhar a frente de curvas em mudança de raios
  17. 17. Ao redor do pavilhão: Em sua entrada possui a cantilever e fica a 25 metros sobre a superfície da agua da lagoa em frente, a baixo possui um espaço protegidoexterno que se abre e esta conectado a paisagem circundante na forma de caixa acústica proporcionando centenas de cadeiras aos convidados A arquitetura e paisgem, interior e exterior, como também a cobertura e a fachada são reunidos em seu conceito de arquitetura de fluxo continuo e coerente http://www.archdaily.com.br/br/01- 69481/pavilhao-porsche-na- autostadt-em-wolfsburg-henn- architekten
  18. 18. As parte da trás do pavilhão representa uma letra "H" estilizada, simbolizando o Hyundai Motor Group, consistindo principalmente em quatro distritos intitulados "Connecting", "Growing", "Innovating" e "Gathering", mostrando a visão do Hyundai Motor Group em uma variedade de formas. Estrutura: As colunas, vigas tubulares retangulares de aço são responsáveis pelo apoio principal da cobertura junto às fachadas.  As paredes de fundo do pavilhão têm uma estrutura mista, formada por pilares e vigas em concreto armado e alvenaria armada em blocos de concreto e são responsáveis pelo MATERIAIS: A fachada do pavilhão expressa o sistema de reciclagem de circuito fechado do Hyundai Motor Group, ligando as cinco áreas de negócios principais de aço, automóvel, engenharia e construção, peças e logística.
  19. 19. Moderno – 1910 0 Com estrutura mais funcional, objetiva simples e geométrica, desprovidas de ornamentações, os pavilhões modernos usam materiais como vidro , concreto e madeira . Contemporâneo – 1950 0Edificação contemporânea aborda com uma arquitetura diferenciado com formatos abstratos e luxuoso , com um grande índice do uso de materiais como : vidro , aço e madeira , com o método de construção : Steal frame .

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