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Referência Bibliográfica

RÚDIGER,  Francisco.  A dialética
entre homem e máquina no
cinema:  de Kubrick a Spielberg. 

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  7. 7. _ 5,. . t. . , :: iuzli l. m rn a tim b¡ dand Cronenberg lW *lx 'l lili. ” ' cannes “vlwinner, 4' IPOCIH N77 9711C fo' oñglnality, darlng . .a audacity LL' 199a uma F
  8. 8. | * É' / "Í'IÍ? es” 'iii/ ia li V “A pulsão mecânica que nos leva a querer nossa própria liquidação como fonte de nossas maiores satisfações também é a que ameaça de liquidação toda a ordem tecnológica e sua civilização. " (p. 120)
  9. 9. 'vi “il 47.' SYÀRRING KEIR IJULLEA * GARY LOCKWOOD SUPERWNAVFSION' . m ¡JEYPDCULDR . _¡_, < MGM ? mms A STANLEY KUBRICK PRODUCTION 4 a v. ry* r, 'Iv , r , t: l , ~ C3 SDRÉEHPLAY BY WODUCED DID IJPRÉUVÍD BV STANLEY KUBRIBK STANLEY KUBRICK um ARTHUR C. CLARKE mg 2001: a space odyssey (2001, Uma odisséia no espaço, 1 968) Diretor: Stanley Kubrick Desde a “Aurora do Homem" (a pré-história), um misterioso monólito negro parece emitir sinais de outra civilização interferindo no nosso planeta. Quatro milhões de anos depois, no século XXI, uma equipe de astronautas liderada pelo experiente David Bowman (Keir Dullea) e Frank Poole (Gary Lockwood) é enviada a Júpiter para investigar o enigmático monólito na nave Discovery, totalmente controlada pelo computador HAL 9000. Entretanto, no meio da viagem HAL entra em pane e tenta assumir o controle da nave, eliminando um a um os tripulantes.
  10. 10. a j? HAL 900o i? , l ' *E , í “ a A í' "O filme parece-nos uma fantasia tecnológica cuja concepção última é mítica, mas ainda assim antropocêntrica. ” (p. 121)
  11. 11. “A vitória do homem sobre a máquina não assegura sua supremacia sobre o mundo, visto que o mistério da razão que torna ambos possíveis está sujeito a uma força ainda mais profunda e impenetrável. ” (p. 124)
  12. 12. k . ¡El último ' hombre vivo. .. , z/"N _ 'Í no está o' solo! ~ . crmizífn ° HESTON ÉUlTIMO HOMEM. .. VWÓ “ANTHONY ZERBEROSÀLIND CASH ñTñiiíàunruuccümim »mm : mamar mu¡ www seus um msm em' The Omega Man (A última esperança da Terra, 1 971) Diretor: Boris Sagat O mundo trava uma guerra com armas biológicas e parece próximo da aniquilação. O médico Robert Neville (Charlton Heston), que havia tomado uma vacina experiental, é o único sobrevivente. Pelo menos na forma humana que sempre se conheceu, uma vez que a praga biológica matou a todos mas manteve vivas algumas centenas de pessoas completamente deformadas. Estas crêem que a ciência e tecnologia do homem foram responsáveis pela guerra e agora querem punir o único homem que sobrou, o Dr. Neville.
  13. 13. HÚUIEVh-«LLDMFEDS NET "O pano de fundo do filme é uma reflexão sensível sobre os perigos que rondam a civilização, uma vez entregue a tecnologia às nossas paixões irracionais" (p. 126)
  14. 14. . MAN HAS MADE HIS MAT pp NOW ITS NIS PROBL , , , . . > »ir , M , N im o x v 'V A. › ' à ' : i . x 'ç , ' Í , a -A A HARRISON i-; oRDÍ 515111# IIUIIIÍCIT JLH HU! ) ¡ORHN FFIÊÊPH ALIM, IV SCOTT Blade Runner (Blade Runner: o caçador de andróides, 1 982) Diretor: Ridley Scott Deckard (Harrison Ford) é um Blade Runner, um policial que caça e extermina replicantes, humanos criados artificialmente. Seu desejo é sair da corporação, mas tem que adiar sua decisão quando passa a procurar quatro novos da raça, que Deckard deve procurar em um ambiente sujo e hostil. A dúvida é: quem é realmente humano e quem pode ser replicante num lugar como este?
  15. 15. e. x “(. ..) o sentimento de desgostoape »a homem dá vazão-a "uma alternativa extremada, e o fascínio ptropomórfico com a máquina chega ao desvario oñdeeta é exibida” (p. 1r28) Í.
  16. 16. ruin: kialar jelniier william seweil sutherland connelly ul hurt . i . Id 'Qui "e . 1'» ' i ' r' si, DarkCrty (Cidade das Sombras, 1 998) I, Diretor: Alex Proyas 'i' ' . ., Em uma cidade onde a noite é eterna, nã** ' = John Murdoch é perseguido por um a , 'Í". inspetor de policia, suspeito de 'É i' assassinatos. Sem compreender bem a í w. .., situação em que se encontra, devido a amnésia que o acomete, ele passa a buscar respostas aos enigmas de seu mundo, sendo ajudado pelo Dr. Pehreber. Quanto mais próximo chega da incrível verdade, mais perigosa se torna sua situação pois se torna alvo de estranhas entidades com poderes extraordinários.
  17. 17. “A consciência está doravante livre, mas nada indica que sirva para algo em um universo maquinístico posto sob responsabilidade última de uma mente pós-humana” (p. 131)
  18. 18. :se g5_ HALEY JOEL JUDE W A I Artificial Intelligence _ . a (A. l -Inteligência Artificial, .. O e"" 2001) _ y Diretor: Steven Spielberg A -ê lite: : ›/ r> à " y Após perderem o seu único filho, Mônica e Henry Swinton decidem integrar-se a : x um novo projeto para testar um inovador 'g' lí: - V tipo de Meca, com um sistema avançado j , ' _ç que permite-lhe ter sentimentos como É « - Q um humano. Ele se chama David. Quando ” o filho do casal milagrosamente resiste a _s l morte, Mônica e Henry decidem que i devem devolver o Meca, fadado à , í, «a » destruição por ele estar comercialmente , ,,, ,,, ,,, ,,, ,,. ,,, , inutilizado. Afeiçoada ao jovem robô, 'ÍÉÍÍRÍÍC'^“ÍÍTEL“ÊÊÚÉE_ Mônica decide soltá-lo ao mundo ao invés de entregá-lo ao seu destino, iniciando assim uma longa jornada de David em busca do amor de sua 'mãeí l l r* 1 "'""“ Stxixitk : ou:
  19. 19. "(. ..) supera-se a alternativa entre sacrifício prometeico e apocalipse maquinístico. Em última instância, reconcilia-se humanidade e maquinismo, em vez de encenar seu conflito. ” (p.132) u, M i § o , / 'l j j à N '. N** - _ - /3 l / g _(7 ¡ à “ ' c' i g i Í / x Hz' 7%¡ , q¡ *à l _ , ri . i . ' ' i i _ '¡ l 1' , Í ' f ¡ ' í ' . .e É / ÍÍJ 4 ' V. »L o A _ , 'J . | a' . V' , Q r j z 5'? " ¡ 1,. '
  20. 20. im, y/ "(. ..) Spielberg inverte a relação convencionada e atribui à máquina a condição de força civilizatória do ser humano. Patrocinada pelos alienígenas, cabe a ela redimir o homem de seus erros, de sua frieza, de sua estupidez. ” (p. 135)
  21. 21. .u, m_ / . iii (í. (a li p' › 7,7. 5 j. .. , , &si; _ -. _ m( I . :; i e : Q Resumindo: "2001" e “A. I." constituem um ciclo (princípio e término do conflito) que antes era resolvido somente com a reafirmação da ideologia humanista.
  22. 22. f'l_. l¡›ri'›. p))nmváç ; qn M_ aj-; iwtiàitrgifâiífhçiç . àlmliífãliltiqà, x/ a E5531* É# , i 'Città à : é '“' *v _, f_ _iq ñ _ e. ' v J. , › . _ . _ H Tr, = IJQFHI ur**- «zt ' t, 'l à¡ ›' _V Senai-reune! - . ,, r ' -' ' ' _
  23. 23. f “A ficção cientifica experimenta os cenários de um futuro próximo e nos esclarece a respeito de processos que já atuam no presente. ” (Le Breton apud Rudiger, p. 138) 'a
  24. 24. Referência Bibliográfica RÚDIGER, Francisco. A dialética entre homem e máquina no cinema: de Kubrick a Spielberg. In: Cibercultura e Pós-Humanismo. Porto Alegre: Edipucrs, 2008. Cap. 5, p. 115-139. (Coleção Comunicação. ). TJ

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