A Charge como Crítica Social

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Trabalho final da disciplina BIB02014 - História da Comunicação, do curso de Comunicação Social - Relações Públicas da UFRGS

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A Charge como Crítica Social

  1. 1. A charge como crítica social: um olhar satírico sobre a Lei da Vacinação Obrigatória de 1904 Érica Rigo  Érika Messetti  Renata Pigatto História da Comunicação Prof Aline Strelow Junho de 2009
  2. 2. Tema <ul><li>A charge como crítica social no período anterior à Revolta da Vacina. </li></ul>
  3. 3. Objetos de estudo <ul><li>Seis charges veiculadas em jornais e revistas no período de junho a novembro de 1904. </li></ul>
  4. 4. Objetivos <ul><li>Objetivo Geral: </li></ul><ul><li>Analisar as intenções dos chargistas ao retratarem a campanha de Vacinação Obrigatória proposta por Oswaldo Cruz em 1904. </li></ul>
  5. 5. Objetivos <ul><li>Objetivos Operacionais: </li></ul><ul><li>- conceituar a charge como veículo de crítica social </li></ul><ul><li>- compreender o contexto histórico, social e dos veículos de comunicação do ano de 1904 </li></ul><ul><li>- analisar minuciosamente as charges escolhidas para o estudo </li></ul>
  6. 6. Problemas <ul><li>Como era representada a visão de diversos chargistas sobre a Lei da Vacinação Obrigatória e sua aplicação no Rio de Janeiro em seus trabalhos? </li></ul><ul><li>Que tipo de crítica essas diferentes visões traziam para a sociedade da época? </li></ul>
  7. 7. Metodologia de Pesquisa <ul><li>Pesquisa Bibliográfica: levantamento de conceitos </li></ul><ul><li>Leitura e Análise de Imagens </li></ul><ul><li>- A imagem como documento </li></ul><ul><li>1) Tradução do visual para o verbal </li></ul><ul><li>2) Interpretação à sombra dos conceitos obtidos na pesquisa bibliográfica. </li></ul>
  8. 8. Fundamentação Teórica <ul><li>A Revolta da Vacina: informações históricas sobre os antecedentes que culminaram na revolta popular contra a vacina obrigatória. </li></ul><ul><li>Semanários Ilustrados: apanhado sobre os principais veículos de comunicação do Rio de Janeiro nos idos de 1904. </li></ul><ul><li>A charge como sátira social: conceituação e características desse gênero literário que passava a ser utilizado com mais frequência no Brasil no início do século XX. </li></ul>
  9. 9. Análises <ul><li>“ Ao Heroe dos Mosquitos”, Revista da Semana, junho de 1904 </li></ul><ul><li>Crítica sobre o suposto desperdício de verba por Oswaldo Cruz na sua campanha de higienização. </li></ul>
  10. 10. Análises <ul><li>“ Vaccina Obrigatoria”, capa da Revista da Semana, outubro de 1904 </li></ul><ul><li>“ povo”: de joelhos, subjugado, humilde </li></ul><ul><li>“ congresso”: tirania, amarras, vermelho: violência, brutalidade </li></ul>
  11. 11. Análises <ul><li>“ Vá, assigna”, capa da Revista Tagarela, novembro de 1904 </li></ul><ul><li>Oswaldo Cruz caracterizado de demônio, atitude incisiva sobre Rodrigues Alves </li></ul>
  12. 12. Conclusões <ul><li>Os chargistas retratavam situações as quais estavam expostos juntamente com o resto da população. </li></ul><ul><li>Oswaldo Cruz se tornou figura central nas charges pois ele era o maior incentivador e idealizador da campanha, na visão dos chargistas, ele responderia pelos atos de violência que estavam ocorrendo com o povo. </li></ul>

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