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Escola Austríaca – do ponto de vista de Martín Krause – vídeo na Internet

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Escola Austríaca – do ponto de vista de Martín Krause – vídeo na Internet

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Escola Austríaca – do ponto de vista de Martín Krause – vídeo na Internet

  1. 1. Economia 3.0 Escola Austríaca – do ponto de vista de Martín Krause – vídeo na Internet (com Carlos Nepomuceno 26/08/15 V 1.1.1
  2. 2. PRINCIPAIS AUTORES DA ESCOLA AUSTRÍACA
  3. 3. • Vídeo original de Martín Krause aqui: https://youtu.be/pTLzsOaHja4
  4. 4. • Meu vídeo sobre esse PPT: https://youtu.be/PME1gkss5F8
  5. 5. “As ciências sociais são mais imprecisas do que as naturais, pois estamos lidando com gente e pessoas são mais complexas”. (Martín Krause)
  6. 6. “As ciências sociais nos permitem observar mais tendências do que situações precisas”. (Martín Krause)
  7. 7. “A escola austríaca é um conjunto de teorias ou um projeto de investigação que procura explicar melhor do que outro conjunto de teorias”. (Martín Krause)
  8. 8. “Os sentidos não são suficientes para entender o que se passa na realidade, é preciso uma teoria”. (Martín Krause)
  9. 9. “Uma teoria parte de uma determinada hipótese que precisa de uma verificação”. (Martín Krause)
  10. 10. “Não há nada mais prático do que uma boa teoria”. (Martín Krause) Frase de Kurt Lewin
  11. 11. “A escola é originalmente austríaca, mas agora há uma adesão de pensadores de vários países”. (Martín Krause)
  12. 12. “A realidade é livre de juízo de valor”. (Martín Krause)
  13. 13. “A realidade tem que ser entendida e não se transformar naquilo que eu gostaria que ela fosse”. (Martín Krause)
  14. 14. “A escola austríaca herda dos clássicos uma visão multidisciplinar da sociedade”. (Martín Krause)
  15. 15. “A escola austríaca procura entender a sociedade não apenas a partir da economia”. (Martín Krause)
  16. 16. “A escola austríaca procura compreender os fenômenos complexos da sociedade de distintos ângulos”. (Martín Krause)
  17. 17. “Os pontos principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  18. 18. “A divisão do trabalho permite que se faça mais coisa e satisfaça mais necessidades em menor tempo”. (Martín Krause) DIVISÃO DO TRABALHO – FALANDO SOBRE ADAM SMITH
  19. 19. “Os benefícios da divisão do trabalho ocorrem quando há intercâmbio e todos estão motivados a trocar”. (Martín Krause) DIVISÃO DO TRABALHO – FALANDO SOBRE ADAM SMITH
  20. 20. “O valor não vem do trabalho, vem de um valor subjetivo, e este conceito que dá partida à escola austríacas com Carl Menger”. (Martín Krause) VALOR SUBJETIVO
  21. 21. “Se o valor é subjetivo é preciso que as pessoas possam intercambiar de forma voluntária para que esse valor possa ser melhor conhecido”. (Martín Krause) VALOR SUBJETIVO
  22. 22. Comentário sobre o valor subjetivo • Se o valor é subjetivo, não vem do centro, mas das pontas. E é por isso que a geração de valor precisa de liberdade para que seja menos artificial. Uma sociedade com menos interação voluntária, terá necessariamente um valor das coisas mais artificial, pois haverá uma imposição maior do centro para as pontas.
  23. 23. Comentário sobre o valor subjetivo • O conceito de valor subjetivo tira um fator matemático humano, colocando um dado irracional nas nossas atividades. Ou seja, nossos critérios de escolha não são movidos a números. Importante perceber que Carl Menger questiona o conceito de valor de Adam Smith, que é a base para o conceito de mais valia de Marx.
  24. 24. Comentário sobre o valor subjetivo • Os conceitos de Marx e Menger são quase contemporâneos, no final do século XIX.
  25. 25. Comentário sobre o valor subjetivo • O conceito de valor é uma questão filosófica sobre o valor. Está se discutindo na verdade o próprio ser humano e como ele valoriza aquilo que compra. Conceito muito mais filosófico do que econômico, ele fala sobre esse viés filosófico na palestra. • Um conceito de valor objetivo, vindo matematicamente do trabalho, é de um ser humano “chapado” igual entre si, coletivista. Um conceito de valor subjetivo, é de um ser humano individual, diverso.
  26. 26. Comentário sobre o valor subjetivo • Há aqui na questão do valor um embate de um ser humano mais massificado e coletivista e um ser humano mais diversificado e individualizado, que é a base das lutas pós Idade Média entre católicos e luteranos/calvinistas. • A meu ver uma dicotomia muito mais profunda do que os conceitos de esquerda e direita
  27. 27. Comentário sobre o valor subjetivo • Do ponto de vista conceitual, os austríacos se colocam no que eu chamo de descentralizadores, onde estão todos os atuais pensadores digitais, tais como Lévy, Shirky e no Brasil Augusto de Franco, entre outros.
  28. 28. Comentário sobre o valor subjetivo • A teoria de valor subjetivo tem um dado relevante, pois nos leva a uma visão não messiânica do mundo, na qual há um valor coletivo, um propósito coletivo. • Neste momento, está se questionando o que se chama a teleologia: “qualquer doutrina que identifica a presença de metas, fins ou objetivos últimos guiando a natureza e a humanidade”.
  29. 29. Comentário sobre o valor subjetivo • A teoria de valor subjetivo questiona na verdade a teologia ou a teleologia, que é a continuidade dos questionamentos liberais, de um centro que define a missão do ser humano, colocando um objetivo coletivo único e certo, na mesma direção. • Versus, o que propõe a escola austríaca, um valor não teleológico, que é de que não um fim coletivo.
  30. 30. Comentário sobre o valor subjetivo • Note que o debate sobre a questão do valor subjetivo é algo que extrapola a economia, pois expressa na economia um questionamento maior. • Que é o movimento geral antiteleológicos, que abrange algumas religiões e ideologia políticas, como o marxismo.
  31. 31. Comentário sobre o valor subjetivo • Importante ressaltar que algumas ideologias conservadoras são teleológicas e esse valor econômico subjetivo pode ser aparentemente aceito, mas vai esbarrar em determinadas direções, em que conservadores teleológicos vão questionar esse tipo de liberdade.
  32. 32. “Cada indivíduo tem uma escala de valores”. (Martín Krause) VALOR SUBJETIVO
  33. 33. “Só quando as pessoas são livres podem expressar quais são as suas valorizações subjetivas”. (Martín Krause) VALOR SUBJETIVO
  34. 34. “A liberdade permite que as pessoas procurem os fins que querem buscar”. (Martín Krause) VALOR SUBJETIVO
  35. 35. “Os austríacos defendem que para entender fenômenos sociais é preciso entender as condutas individuais”. (Martín Krause) INDIVIDUALISMO METODOLÓGICO
  36. 36. Comentário sobre individualismo metodológico • Aqui se repete a mesma visão anticoletivista e antiteleológica. • O que está se dizendo que a economia, ou mesmo a sociedade, é a interação de indivíduos em movimentos, com a sua subjetividade, do que um corpo, ou uma coletividade. • Isso vai ser expresso no outro conceito que é a ordem espontânea.
  37. 37. Comentário sobre individualismo metodológico • Valor subjetivo, individualismo metodológico e ordem espontânea partem da mesma encruzilhada filosófica; • Teleologia versus antiteleologia; • Coletivismo versus individualismo. • Note que há uma encruzilhada filosófica, antes de uma econômica, que difere basicamente da maneira de se pensar a sociedade.
  38. 38. Comentário sobre individualismo metodológico • Nos meus estudos, os picos demográficos estimulam o fortalecimento dos movimentos messiânicos no curto prazo (e temporários como ideologias) e no longo prazo, depois de revoluções cognitivas, movimentos descentralizadores (permanententes que se transformam em cultura).
  39. 39. “Os austríacos defendem que o capitalismo vive ciclos econômicos por causa das interferências do banco central e não são inerentes ao sistema”. (Martín Krause) FLUTUALIDADE E CICLOS ECONÔMICOS
  40. 40. Comentário sobre ciclos econômicos • A discussão sobre ciclos econômicos ainda vai na mesma linha antiteleológica, pois há um centro (banco central) que sabe o que é melhor para o coletivo e não deixa que o fluxo das interações ocorra. • Há em todo o discurso dos austríacos essa dicotomia entre centro versus pontas, de descentralização de poder.
  41. 41. “Cinco anos depois da revolução soviética, Mises escreve um livro (1922) e diz não vou discutir se é bom ou ruim, mas é impossível”. (Martín Krause) IMPOSSIBILIDADE DE CÁLCULO ECONÔMICO SOCIALISTA
  42. 42. Comentário sobre impossibilidade socialista • Este conceito de não ser bom ou ruim, foge da questão moral. Ou seja, quando um marxista procura questionar alguém que não o é, procura defender uma questão moral, pois não há argumentos históricos para demonstrar que o modelo funciona. • O questionamento moral é uma armadilha fácil para levar a discussão para um campo de debates vazio.
  43. 43. Comentário sobre impossibilidade socialista • Este argumento da necessidade de preços, como veremos adiante, da informação descentralizada parar a tomada de decisões é muito interessante. • Bate com o que Pierre Lévy fala da Inteligência Coletiva que a Internet traz e o que Clay Shirky que fala da cultura da participação.
  44. 44. Comentário sobre impossibilidade socialista • Note que há uma interseção entre os pensadores austríacos e o pessoal que estuda internet, pois são movimentos: Descentralizadores, que parte de um mesmo caminho filosófico do fortalecimento das pontas diante do centro.
  45. 45. “Mises defende que é impossível, pois a economia se estrutura seguindo os sinais de preços que precisam de livre mercado para poder existir”. (Martín Krause) IMPOSSIBILIDADE DE CÁLCULO ECONÔMICO SOCIALISTA
  46. 46. Comentário sobre impossibilidade socialista • A discussão sobre este ponto também vai na mesma direção. Um centro é incapaz de poder administrar a complexidade da sociedade. • É preciso dar liberdade para as pontas. Aqui, a defesa de Mises é interessante, pois ele vai trabalhar com um conceito interessante que é o preço como uma informação relevante para o funcionamento do sistema.
  47. 47. Comentário sobre impossibilidade socialista • O preço das coisas é o resultado de uma interação coletiva que provoca subidas e descidas. • Isso é relevante para quem estuda Revoluções Cognitivas, pois vemos hoje com a chegada dos rastros digitais, estrelas, curtidas, que são informações coletivas, que vão possibilitar um novo tipo de tomada de decisões na sociedade.
  48. 48. Comentário sobre impossibilidade socialista • O preço é, segundo Mises, um valor subjetivo, que só pode ser obtido na livre interação para ser menos artificial (pois nunca será propriamente natural, por se tratar de um valor cultural); • O preço é resultado da inteligência coletiva (Lévy) ou da ordem espontânea (Hayek), assim como o Karma Digital, que aparece agora na nova Era Cultural dos Rastros.
  49. 49. “Na economia socialista não vai haver preços, por que um preço é um intercâmbio de direitos de propriedade”. (Martín Krause) IMPOSSIBILIDADE DE CÁLCULO ECONÔMICO SOCIALISTA
  50. 50. “Todo o intercâmbio em uma economia monetária é uma troca de direitos de propriedade”. (Martín Krause) IMPOSSIBILIDADE DE CÁLCULO ECONÔMICO SOCIALISTA
  51. 51. “O socialismo por definição nega a propriedade e assim não vai haver sinais para a tomada de decisão”. (Martín Krause) IMPOSSIBILIDADE DE CÁLCULO ECONÔMICO SOCIALISTA
  52. 52. “No socialismo vai haver um comitê planificador que vai decidir tudo, menos o que as pessoas realmente necessitam”. (Martín Krause) IMPOSSIBILIDADE DE CÁLCULO ECONÔMICO SOCIALISTA
  53. 53. “O debate sobre essa discussão do socialismo se estende sobre toda a atividade regulatória do estado, dentro inclusive do capitalismo”. (Martín Krause) IMPOSSIBILIDADE DE CÁLCULO ECONÔMICO SOCIALISTA
  54. 54. Comentário sobre impossibilidade socialista • Sim, quando temos o capitalismo de estado ou o neomercantilismo, fortemente desenvolvido no século XX, temos que entender os impasses culturais que tivemos. • O século XX dentro dos nossos estudos dos ciclos culturais-cognitivos-demográficos foi um século que fortaleceu o centro para poder resolver o problema do aumento de complexidade.
  55. 55. Comentário sobre impossibilidade socialista • Quando tivermos picos demográficos na história, seja em uma região ou no globo, isso é uma regra que estou desenvolvendo, haverá um fortalecimento do centro e ideologias teleológicas e messiânicas. • E uma redução de espaço para culturas descentralizadoras. As pontas perdem força, pois haverá uma demanda por redução da taxa de diversidade e participação e um aumento de manipulação e massificação.
  56. 56. “A informação está dispersa entre todos os participantes do mercado e é transmitida através dos preços”. (Martín Krause) IMPOSSIBILIDADE DE CÁLCULO ECONÔMICO SOCIALISTA
  57. 57. “Se não há preços, como no socialismo, como é possível fazer essa sinalização”. (Martín Krause) IMPOSSIBILIDADE DE CÁLCULO ECONÔMICO SOCIALISTA
  58. 58. “É o sistema de preço que diz para todos o que devem fazer ”. (Martín Krause) CONHECIMENTO DISPERSO – ORDEM ESPONTÂNEA
  59. 59. “A ordem espontânea tem origem no conceito da mão invisível de Adam Smith”. (Martín Krause) CONHECIMENTO DISPERSO – ORDEM ESPONTÂNEA
  60. 60. Comentário sobre conhecimento disperso e ordem espontânea • A ideia da mão invisível e de que há uma “inteligência coletiva” que está acima do poder central é algo filosoficamente relevante, pois está se procedendo a grande passagem para um tipo de governança da espécie com um poder central mais empoderado para um poder mais descentralizado.
  61. 61. Comentário sobre conhecimento disperso e ordem espontânea • Tenho defendido que os liberais clássicos, onde está Adam Smith e na sequência os austríacos, percebem um movimento que vai ocorrendo no macro ciclo-cultural cognitivo em direção a um movimento sistêmico de empoderamento das pontas para lidar melhor com a complexidade demográfica galopante.
  62. 62. Comentário sobre conhecimento disperso e ordem espontânea • Adam Smith vai contra a ideia de que deve haver um poder forte central que determina tudo, no caso era um poder divino, que tudo sabia e tudo podia, o livro dele é de 1776, perto da revolução americana e antes da francesa, onde o poder da monarquia centralizada precisa da lugar a algo mais descentralizado.
  63. 63. Comentário sobre conhecimento disperso e ordem espontânea • Adam Smith para desenvolver a ideia da mão invisível, que não é a sua metáfora principal, vai ter que defender filosoficamente o poder das pontas e vai entrar em uma camada abaixo, questionando o conceito religioso de que o ser humano só faz o bem de forma direta e voluntária, através do altruísmo.
  64. 64. Comentário sobre conhecimento disperso e ordem espontânea • Adam Smith defende a ideia de uma colaboração involuntária, na qual ao tentar defender o seu lado (não é um conceito do egoísmo) mas do interesse próprio, cada pessoa estará contribuindo com algo maior que é o que Hayek chamou depois de ordem espontânea.
  65. 65. “São exemplos de ordem espontânea as normas jurídicas, a linguagem, a arte, a cultura, as normas morais”. (Martín Krause) CONHECIMENTO DISPERSO – ORDEM ESPONTÂNEA
  66. 66. “As pessoas normalmente pensam que a espontaneidade não tem ordem e que nos vai levar ao caos e precisa de alguém que vá colocar ordem”. (Martín Krause) CONHECIMENTO DISPERSO – ORDEM ESPONTÂNEA
  67. 67. Comentário sobre conhecimento disperso e ordem espontânea • A ordem espontânea, entretanto, tem problemas em picos demográficos. Por que? • Há um rápido crescimento da complexidade e as pontas, que precisam ter uma maturidade cultural para lidar com a ordem espontânea não a tem. • Problemas vão se acumulando rapidamente e torna-se a demanda de uma ordem central mais sedutora para uma saída de curto prazo.
  68. 68. Comentário sobre conhecimento disperso e ordem espontânea • Há uma discussão importante nos estudos dos ciclos culturais-cognitivos, pois uma topologia de rede se estrutura, conforme a capacidade que as pontas têm de ter autonomia e reduzir o poder do centro. • Num pico demográfico, o centro precisa massificar as pontas para resolver os problemas da oferta e vai incentivando a baixa diversidade, reduzindo o espaço para que a ordem espontânea ocorra, levando o sistema todo para uma crise cultural, que só pode ser resolvida com uma Revolução Cognitiva.
  69. 69. “Para os austríacos o mercado é um mar sempre se movendo, onde as iniciativas são constantes”. (Martín Krause) PAPEL DO EMPREENDEDOR
  70. 70. “Os que movem o processo do mercado são os empreendedores”. (Martín Krause) PAPEL DO EMPREENDEDOR
  71. 71. “Empreendedores são todos aqueles que abrem um negócio e não apenas os grandes empresários”. (Martín Krause) PAPEL DO EMPREENDEDOR
  72. 72. “O que gera as bolhas e as crises é a manipulação das taxas de juros dos bancos centrais”. (Martín Krause)
  73. 73. “Keynes ganhou, lamentavelmente, o debate com Hayek, pois disse tudo aquilo que os políticos queriam ouvir”. (Martín Krause)
  74. 74. “Keynes disse aos políticos que o problema era um problema do mercado, que os políticos são a solução e o que tem que fazer é gastar e emitir”. (Martín Krause)
  75. 75. Comentário sobre a vitória de Keynes sobre Hayek • Note que o século passado, foi, no que estudamos dos ciclos culturais cognitivos, um século de contração, devido ao aumento demográfico, no qual o centro se fortalece. • Keynes defendia esse movimento em direção ao centro. O século XXI será o de Hayek, pois é um século de expansão das pontas, onde as teorias de ordem espontânea estão completamente “na moda”.
  76. 76. “Os autores principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  77. 77. “Os autores principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  78. 78. “Os autores principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  79. 79. “Os autores principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  80. 80. “Os autores principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  81. 81. “Os autores principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  82. 82. “Os autores principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  83. 83. “Os autores principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  84. 84. “Os autores principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  85. 85. “Os autores principais da Escola Austríaca”. (Martín Krause)
  86. 86. M Mais sobre Nepomuceno:
  87. 87. O livro de Carlos Nepomuceno propõe interessante análise para os líderes contemporâneos. Quem quer compreender a internet para reinventar o processo de tomada de decisão encontrará aqui as respostas. Pierre Levy. “
  88. 88. CAPACITAÇÃO Formação de analista estratégico para inovação participativa
  89. 89. CONSULTORIA Criação de Projetos de Inovação Participativa cnepomu@gmail.com
  90. 90. http://www.youtube.com/cnepomuceno http://pt.slideshare.net/cnepomuceno/ www.nepo.com.br https://www.facebook.com/carlos.nepomuceno cnepomu@gmail.com @cnepomuceno
  91. 91. Portfólio de consultoria/capacitação
  92. 92. Onde tenho dado aulas
  93. 93. CRIE UM NÚCLEO DE INOVAÇÃO PARTICIPATIVA EM SUA CIDADE cnepomu@gmail.com

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