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CICLO
PDCA
CICLO PDCA
O ciclo PDCA foi idealizado por
Shewart e mais tarde aplicado por
Deming no uso de estatísticas e
métodos de amostragem.
O Ciclo PDCA nasceu no escopo do
TQC(Total Quality Control) como uma
ferramenta que melhor representava
o ciclo de gerenciamento de uma
atividade.
Esse material foi desenvolvido pela Escola da Prevenção.
Caso você tenha adquirido em nosso site, ótimo. Obrigado
por apoiar nossa missão.
Conheça mais produtos em nosso site
www.escoladaprevencao.com
Ajude as empresas brasileiras que se dedicam a produção
de conteúdo na área de segurança do trabalho.
Obrigado!
Herbert Bento da Escola da Prevenção
VANTAGENS
Vantagens:
• Reducão de custos
• Aumento da produtividade
1
2 Possui espírito de melhoria contínua
O PDCA é um modelo dinâmico
PDCA
ETAPAS
D
EDUCAR E
TREINAR;
COLETAR DADOS
P
DEFINIR METAS E
MÉTODOS PARA
ATINGÍ-LAS
C
VERIFICAR OS
RESULTADOS DA
TAREFA EXECUTADA
A
ATUAR
CORRETIVAMENTE
Características da metodologia para
análise e solução de problemas
01
02
03
04
05
Simplicidade
Eficiência para utilização em nível operacional
Valorização de fatos
Medição e análise do problema global
Identificação das causas reais do problema
PDCA FLUXOGRAMA FASE
P
1 IDENTIDICAÇÃO DO PROBLEMA
2 OBSERVAÇÃO
3 ANÁLISE
4 PLANO DE AÇÃO
5 AÇÃO
D 6 VERIFICAÇÃO
C 7 PADRONIZAÇÃO
A 8 MELHORIA CONTÍNUA
MASP-MÉTODO DE ANÁLISE
E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
TABELA 1
TABELA 2
PDCA FLUXOGRAMA FASE OBJETIVO
P
Identidicação do problema Definir claramente o problema e reconhecer sua importância
Observação
Investigar as características especificas do problema com uma visão
ampla e sob vários pontos de vista
Análise Descobrir as causas fundamentais
Plano de ação Conceber um plano para bloquear as causas fundamentais
D Ação Bloquear as causas fundamentais
C
Verificação Verificar o bloqueio efetivo 3
? Bloqueio foi eletivo?
A
7 Padronização Prevenir contra o reaparecimento do problema
8 Conclusão
Recapitular todo o processo de solução do problema para trabalho
futuro.
Não
 Planejar
 O mais importante:
“É estipular objetivos e
determinar programas e
procedimentos para o alcance
desses objetivos”
PLAN
PERGUNTAS A
SEREM
RESPONDIDAS
 Qual é o objetivo?
 Quem será envolvido no processo?
 Qual será o prazo para efetivação do plano?
 Quais serão os recursos a serem gastos?
 Quais serão os dados a serem coletados?
1. IDENTIFICAÇÃO
DO PROBLEMA
 Escolha do problema
Diretrizes da área de trabalho:
(qualidade, custo, atendimento, moral, segurança)
 Histórico do problema
Gráficos, fotografias e dados históricos
 Mostrar perdas atuais e ganhos viáveis
Gráfico perdas x Meses do ano
 Fazer análise de Pareto
 Nomear responsáveis
2. OBSERVAÇÃO
 Descoberta das características do
problema através da coleta de
dados
Análise de pareto, estratificação, lista de
verificação (5w2h), gráfico de pareto para
priorizar
 Descoberta das características do
problema através de observação
no local
Análise no local da ocorrência do problema
pelas pessoas envolvidas na investigação
 Cronograma, orçamento e meta
Esse material foi desenvolvido pela Escola da Prevenção.
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Herbert Bento da Escola da Prevenção
Definição das causas influentes
Brainstorming, diagrama de causa-efeito. Por que ocorre o problema?
Escolha das causas mais prováveis (hipóteses)
Diagrama de causa –efeito
Análise das causas mais prováveis (verificação das hipóteses)
Pareto, diagramas de relação, histogramas e gráficos
Houve alguma confirmação de alguma causa mais provável?
Teste de consistência da causa fundamental
3. ANÁLISE
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3
4
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Simple PowerPoint Presentation
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P
A
S
S
O
S
4. PLANO
DE AÇÃO
P L A N O D E A Ç Ã O
1. ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE AÇÃO
Discussão com o grupo envolvido
2. ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO PARA
O BLOQUEIO E REVISÃO DO CRONOGRAMA E
ORÇAMENTO FINAL
Brainstorming, 5W2H, cronograma, custos....
VANTAGENS
Vantagens:
• Reducão de custos
• Aumento da produtividade
1
2 Possui espírito de melhoria contínua
O PDCA é um modelo dinâmico
DO
 Executar
 Os objetivos do plano de ação
são postos em prática
 Enquanto planejamento é
voltado para eficácia a etapa
execução é voltada para
eficiência
1. Treinamento
Divulgação do plano a todos,
reuniões participativas, técnicas de
treinamento
5. AÇÃO
2. Execução da Ação
Plano e cronograma
ACTION
Verificar
Uma das fases mais importante
Deve examinar quais ações
obtiveram os melhores resultados e
quais não alcançaram a eficácia
desejada
1
2
3
VERIFICAÇÃO
1. Comparação dos resultados
Pareto, cartas de controle, histogramas
2. Listagem dos efeitos secundários
3. Verificação da continuidade do problema
Gráfico sequencial( % de defeitos x meses: dividir em 3 partes:
análise, bloqueio,verificação)
4. O bloqueio foi efetivo?
Buscar os “dragões”
7. PADRONIZAÇÃO
 Elaboração ou alteração do padrão
Novo procedimento operacional através
do 5W2H, incorporar o poka-yoke.
 Comunicação
Comunicados, circulares, reuniões
 Educação e treinamento
Reunião e palestra, manuais de
treinamento
 Acompanhamento da utilização do
padrão
Verificar o cumprimento do padrão
 Relação de problemas remanescentes
Análise de resultados, demonstrações
gráficas
 Planejamento do ataque dos
problemas remanescentes
Nova aplicação do MASP
 Reflexão
Reflexão cuidadosa sobre as próprias
atividades da solução de problemas
8. CONCLUSÃO
Iniciando o ciclo do SDCA,
para manutenção do objetivos
alcançados
Aplicação do processo de
melhoria continua utilizando o
método e melhorias PDCA
9. MANUTENÇÃO
(SDCA)
 A empresa Tamanduá Ltda. Presta serviços de
combate à formigas. Recentemente, ela perdeu
alguns contratos devido à problemas de
atendimento às exigências dos clientes.
 Preocupados com esta situação, seus diretores
contrataram uma consultoria externa para
diagnosticar e propor soluções para os
problemas encontrados
EXEMPLO
RESUMO
EXEMPLO
A consultoria, ao avaliar as
atividades da empresa,
observou as seguintes
situações:
 A sequência da operação
obedecia à seguinte orientação:
todos os talhões eram
controlados, independentemente
do nível de infestação; a turma
era distribuída a partir do
primeiro talhão; os
trabalhadores localizavam e
mediam os formigueiros para
depois calcularem a quantidade
de isca formicida necessária e,
em seguida, aplica-la nos
formigueiros; atingido o último
talhão, o combate era
considerado concluído.
 A área onde o pessoal
trabalhava na ocasião era
muito suja (vegetação
invasora) e possuía alta
infestação de sauveiros.
 Os padrões recomendados
pelo corpo técnico da
tamanduá eram os
seguintes:
 Dosagem de isca formicida
: 10g/m2 de sauveiro;
 Tempo-padrão para
controle : 4
horas.homem/hectare;
 Eficiência de controle
acima de 90%, calculada
pela fórmula:

 EC = (no. de formigueiros
mortos/ no. de formigueiros
combatidos)*100
 A turma que efetuava o trabalho compunha-se de 50
trabalhadores, sob o comando de um encarregado.
 Cada trabalhador combatia três ruas no deslocamento pela
área.
 Apenas 38 trabalhadores usavam dosadores para distribuir
as iscas.
 Detectou-se que 13 trabalhadores utilizavam dosadores
menores que o recomendado (+- 5g).
 Do total de trabalhadores, 19 eram novatos e não haviam
recebido nenhum treinamento.
 Seis trabalhadores não mediam os formigueiros para aplicar
isca formicida.
 Independentemente da situação encontrada na área, havia
orientação, passada pelo encarregado, de que cada turma
deveria combater pelo menos cinco talhões de 50 ha/dia.
EXEMPLO
EXEMPLO
ANALISE O
DIAGNÓSTICO E
CONCLUSA
UTILIZANDO O
MASP:
 A dosagem distribuída foi avaliada em
vários formigueiros, onde as amostras
foram coletadas e pesadas. A
distribuição média de isca, por m2 de
formigueiro, foi de 7g/m2.
 Cerca de 30dias após o combate, 50
formigueiros foram avaliados com o
auxílio de uma sonda JP, e os resultados
foram os seguintes:
 Cinco formigueiros totalmente ativos.
 Quinze formigueiros parcialmente ativos,
com formigas limpando as panelas.
 Nove formigueiros aparentemente sem
atividade e que, quando sondados,
apresentaram formigas saindo pelos
orifícios feitos pela sonda.
 Vinte e um formigueiros totalmente
mortos.
 O que aconteceu?
A empresa está perdendo os contratos dos clientes
 Por que aconteceu?
A empresa não atende as exigências dos clientes
 Onde foram identificados os problemas?
No combate as formigas
 Quem eram os responsáveis
Trabalhadores experientes e trabalhadores novatos
 Quando aconteceu?
Nos últimos 5 contratos
 Como aconteceu?
Através de problemas com os dosadores, com trabalhadores novatos, com
problemas de dosagens na aplicação dos formicidas nos formigueiros, com a
falta de treinamento, com a falta de planejamento.
 Quanto custou?
A perda de cinco contratos que totalizariam R$100.000,00 + a perda de
imagem da empresa
5W2H (Ferramenta usada para caracterizar um
problema ou para estabelecer um plano de ação
corretiva)
1. Eficiência de Controle: EC = 21*100/50 = 42% < 90%
2. Dosagem : 7g/m2 < 10g/m2
3. Tempo-padrão:
Dados :
5 talhões de 50ha/dia
5 x 50 = 250 ha
8h x 50 homens = 400homens.horas
Rendimento médio: 400/250 = 1,6homem-hora/ha <4
homemhora/ha.
4. Turma de 50 com 1 só encarregado?
5. Número de ruas por trabalhador?
ANÁLISES
NECESSÁRIAS
NÃO -
CONFORMIDADE
NO. DE
TRABALHADORES
FREQUÊNCIA
%
DECRESCENTE
%
PROBLEMA
1. Trabalhadores
não usando
dosador
12 44 44 1
2. Trabalhadores
usando dosador
menor
13 16 28 3
3. Trabalhadores
sem treinamento
(novatos)
19 28 16 2
4. Trabalhadores
que não mediam o
formigueiro
6 12 12 4
TOTAL 50 100 100 -
TABELA 3
Gráfico de Pareto
0
10
20
30
40
50
1.
Trabalhadores
não
usando
dosador
2.
Trabalhadores
sem
treinamento
(novatos)
3.
Trabalhadores
utilizando
dosador
menor
4.
Trabalhadores
que
não
mediam
formigueiros
Não-conformidades
%
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GRÁFICO DE
CAUSA-EFEITO
Máquina:
Usada de forma incorreta
Método:
1. Falta de treinamento
2. Atividade sem padronização
3. Grande número de pessoas por encarregado
4. Trabalho por tarefa
5. Falta de verificação da execução do trabalho
Medição:
1. Falta de tabelas de orientação aplicação de iscas
2. Falta de Avaliação do combate periódica
EFEITO INDESEJÁVEL:
TRABALHADORES SEM
TREINAMENTO (NOVATOS)
 Matéria-prima:
Falta de verificação das condições de
armazenamento
 Mão-de-obra:
Falta de treinamento
Falta de conscientização
Falta de competência
 Meio ambiente:
Falta de roçadas
GRÁFICO DE CAUSA-EFEITO
PLANO DE AÇÃO
 Causa 1: Falta de treinamento:
 O que será feito?
Treinamento com todos os trabalhadores novatos
 Por que será feito?
Porque o trabalho não está sendo executado corretamente
 Como será feito?
Os trabalhadores ao serem admitidos na empresa passarão por um
treinamento e somente após serem julgados aptos ao trabalho
começarão as atividades de campo. Serão apresentadas
demonstrações em video e aplicações práticas.
 Quem será o responsável?
O encarregado do combate a formigas
 Quando será realizado?
De 15 a 18 de dezembro
 Onde será realizado?
Nas dependências do fabricante
 Quanto custará?
R$10,00/pessoa treinada (aqui poderá ser feito um orçamento
detalhado através da listagem do material e infra-estrutura necessários)
Add Text
 Verificar as condições de armazenamento de iscas;
 Verificar a eficiência da isca (qualidade);
 Padronização da atividade de combate a formiga = usar
fluxogramas;
 Eliminar o trabalho por tarefas;
 Treinar o pessoal quanto a aplicação, controle e aspectos
biológicos de formigas;
 Treinar o pessoal de supervisão;
 Distribuir panfletos plastificados que orientem a aplicação de
isca por área de formigueiro medida;
 Efetuar avaliações semanais da equipe pelo encarregado;
 Avaliar periodicamente a área combatida;
 Roçar as áreas nas quais será realizado o combate;
 Planejar a atividade para os períodos mais secos do ano.
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  • 2. CICLO PDCA O ciclo PDCA foi idealizado por Shewart e mais tarde aplicado por Deming no uso de estatísticas e métodos de amostragem. O Ciclo PDCA nasceu no escopo do TQC(Total Quality Control) como uma ferramenta que melhor representava o ciclo de gerenciamento de uma atividade.
  • 3. Esse material foi desenvolvido pela Escola da Prevenção. Caso você tenha adquirido em nosso site, ótimo. Obrigado por apoiar nossa missão. Conheça mais produtos em nosso site www.escoladaprevencao.com Ajude as empresas brasileiras que se dedicam a produção de conteúdo na área de segurança do trabalho. Obrigado! Herbert Bento da Escola da Prevenção VANTAGENS Vantagens: • Reducão de custos • Aumento da produtividade 1 2 Possui espírito de melhoria contínua O PDCA é um modelo dinâmico
  • 4. PDCA ETAPAS D EDUCAR E TREINAR; COLETAR DADOS P DEFINIR METAS E MÉTODOS PARA ATINGÍ-LAS C VERIFICAR OS RESULTADOS DA TAREFA EXECUTADA A ATUAR CORRETIVAMENTE
  • 5. Características da metodologia para análise e solução de problemas 01 02 03 04 05 Simplicidade Eficiência para utilização em nível operacional Valorização de fatos Medição e análise do problema global Identificação das causas reais do problema
  • 6. PDCA FLUXOGRAMA FASE P 1 IDENTIDICAÇÃO DO PROBLEMA 2 OBSERVAÇÃO 3 ANÁLISE 4 PLANO DE AÇÃO 5 AÇÃO D 6 VERIFICAÇÃO C 7 PADRONIZAÇÃO A 8 MELHORIA CONTÍNUA MASP-MÉTODO DE ANÁLISE E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS TABELA 1
  • 7. TABELA 2 PDCA FLUXOGRAMA FASE OBJETIVO P Identidicação do problema Definir claramente o problema e reconhecer sua importância Observação Investigar as características especificas do problema com uma visão ampla e sob vários pontos de vista Análise Descobrir as causas fundamentais Plano de ação Conceber um plano para bloquear as causas fundamentais D Ação Bloquear as causas fundamentais C Verificação Verificar o bloqueio efetivo 3 ? Bloqueio foi eletivo? A 7 Padronização Prevenir contra o reaparecimento do problema 8 Conclusão Recapitular todo o processo de solução do problema para trabalho futuro. Não
  • 8.  Planejar  O mais importante: “É estipular objetivos e determinar programas e procedimentos para o alcance desses objetivos” PLAN
  • 9. PERGUNTAS A SEREM RESPONDIDAS  Qual é o objetivo?  Quem será envolvido no processo?  Qual será o prazo para efetivação do plano?  Quais serão os recursos a serem gastos?  Quais serão os dados a serem coletados?
  • 10. 1. IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA  Escolha do problema Diretrizes da área de trabalho: (qualidade, custo, atendimento, moral, segurança)  Histórico do problema Gráficos, fotografias e dados históricos  Mostrar perdas atuais e ganhos viáveis Gráfico perdas x Meses do ano  Fazer análise de Pareto  Nomear responsáveis
  • 11. 2. OBSERVAÇÃO  Descoberta das características do problema através da coleta de dados Análise de pareto, estratificação, lista de verificação (5w2h), gráfico de pareto para priorizar  Descoberta das características do problema através de observação no local Análise no local da ocorrência do problema pelas pessoas envolvidas na investigação  Cronograma, orçamento e meta
  • 12. Esse material foi desenvolvido pela Escola da Prevenção. Caso você tenha adquirido em nosso site, ótimo. Obrigado por apoiar nossa missão. Conheça mais produtos em nosso site www.escoladaprevencao.com Ajude as empresas brasileiras que se dedicam a produção de conteúdo na área de segurança do trabalho. Obrigado! Herbert Bento da Escola da Prevenção Definição das causas influentes Brainstorming, diagrama de causa-efeito. Por que ocorre o problema? Escolha das causas mais prováveis (hipóteses) Diagrama de causa –efeito Análise das causas mais prováveis (verificação das hipóteses) Pareto, diagramas de relação, histogramas e gráficos Houve alguma confirmação de alguma causa mais provável? Teste de consistência da causa fundamental 3. ANÁLISE 1 2 3 4 5
  • 13. Simple PowerPoint Presentation Simple PowerPoint Presentation Simple PowerPoint Presentation Simple PowerPoint Presentation You can simply impress your audience and add a unique zing and appeal to your Presentations. Easy to change colors, photos and Text. You can simply impress your audience and add a unique zing and appeal to your Presentations. P A S S O S 4. PLANO DE AÇÃO P L A N O D E A Ç Ã O 1. ELABORAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE AÇÃO Discussão com o grupo envolvido 2. ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO PARA O BLOQUEIO E REVISÃO DO CRONOGRAMA E ORÇAMENTO FINAL Brainstorming, 5W2H, cronograma, custos....
  • 14. VANTAGENS Vantagens: • Reducão de custos • Aumento da produtividade 1 2 Possui espírito de melhoria contínua O PDCA é um modelo dinâmico
  • 15. DO  Executar  Os objetivos do plano de ação são postos em prática  Enquanto planejamento é voltado para eficácia a etapa execução é voltada para eficiência
  • 16. 1. Treinamento Divulgação do plano a todos, reuniões participativas, técnicas de treinamento 5. AÇÃO 2. Execução da Ação Plano e cronograma
  • 17. ACTION Verificar Uma das fases mais importante Deve examinar quais ações obtiveram os melhores resultados e quais não alcançaram a eficácia desejada 1 2 3
  • 18. VERIFICAÇÃO 1. Comparação dos resultados Pareto, cartas de controle, histogramas 2. Listagem dos efeitos secundários 3. Verificação da continuidade do problema Gráfico sequencial( % de defeitos x meses: dividir em 3 partes: análise, bloqueio,verificação) 4. O bloqueio foi efetivo? Buscar os “dragões”
  • 19. 7. PADRONIZAÇÃO  Elaboração ou alteração do padrão Novo procedimento operacional através do 5W2H, incorporar o poka-yoke.  Comunicação Comunicados, circulares, reuniões  Educação e treinamento Reunião e palestra, manuais de treinamento  Acompanhamento da utilização do padrão Verificar o cumprimento do padrão
  • 20.  Relação de problemas remanescentes Análise de resultados, demonstrações gráficas  Planejamento do ataque dos problemas remanescentes Nova aplicação do MASP  Reflexão Reflexão cuidadosa sobre as próprias atividades da solução de problemas 8. CONCLUSÃO
  • 21. Iniciando o ciclo do SDCA, para manutenção do objetivos alcançados Aplicação do processo de melhoria continua utilizando o método e melhorias PDCA 9. MANUTENÇÃO (SDCA)
  • 22.  A empresa Tamanduá Ltda. Presta serviços de combate à formigas. Recentemente, ela perdeu alguns contratos devido à problemas de atendimento às exigências dos clientes.  Preocupados com esta situação, seus diretores contrataram uma consultoria externa para diagnosticar e propor soluções para os problemas encontrados EXEMPLO RESUMO
  • 23. EXEMPLO A consultoria, ao avaliar as atividades da empresa, observou as seguintes situações:  A sequência da operação obedecia à seguinte orientação: todos os talhões eram controlados, independentemente do nível de infestação; a turma era distribuída a partir do primeiro talhão; os trabalhadores localizavam e mediam os formigueiros para depois calcularem a quantidade de isca formicida necessária e, em seguida, aplica-la nos formigueiros; atingido o último talhão, o combate era considerado concluído.  A área onde o pessoal trabalhava na ocasião era muito suja (vegetação invasora) e possuía alta infestação de sauveiros.  Os padrões recomendados pelo corpo técnico da tamanduá eram os seguintes:  Dosagem de isca formicida : 10g/m2 de sauveiro;  Tempo-padrão para controle : 4 horas.homem/hectare;  Eficiência de controle acima de 90%, calculada pela fórmula:   EC = (no. de formigueiros mortos/ no. de formigueiros combatidos)*100
  • 24.  A turma que efetuava o trabalho compunha-se de 50 trabalhadores, sob o comando de um encarregado.  Cada trabalhador combatia três ruas no deslocamento pela área.  Apenas 38 trabalhadores usavam dosadores para distribuir as iscas.  Detectou-se que 13 trabalhadores utilizavam dosadores menores que o recomendado (+- 5g).  Do total de trabalhadores, 19 eram novatos e não haviam recebido nenhum treinamento.  Seis trabalhadores não mediam os formigueiros para aplicar isca formicida.  Independentemente da situação encontrada na área, havia orientação, passada pelo encarregado, de que cada turma deveria combater pelo menos cinco talhões de 50 ha/dia. EXEMPLO
  • 25. EXEMPLO ANALISE O DIAGNÓSTICO E CONCLUSA UTILIZANDO O MASP:  A dosagem distribuída foi avaliada em vários formigueiros, onde as amostras foram coletadas e pesadas. A distribuição média de isca, por m2 de formigueiro, foi de 7g/m2.  Cerca de 30dias após o combate, 50 formigueiros foram avaliados com o auxílio de uma sonda JP, e os resultados foram os seguintes:  Cinco formigueiros totalmente ativos.  Quinze formigueiros parcialmente ativos, com formigas limpando as panelas.  Nove formigueiros aparentemente sem atividade e que, quando sondados, apresentaram formigas saindo pelos orifícios feitos pela sonda.  Vinte e um formigueiros totalmente mortos.
  • 26.  O que aconteceu? A empresa está perdendo os contratos dos clientes  Por que aconteceu? A empresa não atende as exigências dos clientes  Onde foram identificados os problemas? No combate as formigas  Quem eram os responsáveis Trabalhadores experientes e trabalhadores novatos  Quando aconteceu? Nos últimos 5 contratos  Como aconteceu? Através de problemas com os dosadores, com trabalhadores novatos, com problemas de dosagens na aplicação dos formicidas nos formigueiros, com a falta de treinamento, com a falta de planejamento.  Quanto custou? A perda de cinco contratos que totalizariam R$100.000,00 + a perda de imagem da empresa 5W2H (Ferramenta usada para caracterizar um problema ou para estabelecer um plano de ação corretiva)
  • 27. 1. Eficiência de Controle: EC = 21*100/50 = 42% < 90% 2. Dosagem : 7g/m2 < 10g/m2 3. Tempo-padrão: Dados : 5 talhões de 50ha/dia 5 x 50 = 250 ha 8h x 50 homens = 400homens.horas Rendimento médio: 400/250 = 1,6homem-hora/ha <4 homemhora/ha. 4. Turma de 50 com 1 só encarregado? 5. Número de ruas por trabalhador? ANÁLISES NECESSÁRIAS
  • 28. NÃO - CONFORMIDADE NO. DE TRABALHADORES FREQUÊNCIA % DECRESCENTE % PROBLEMA 1. Trabalhadores não usando dosador 12 44 44 1 2. Trabalhadores usando dosador menor 13 16 28 3 3. Trabalhadores sem treinamento (novatos) 19 28 16 2 4. Trabalhadores que não mediam o formigueiro 6 12 12 4 TOTAL 50 100 100 - TABELA 3
  • 30. Esse material foi desenvolvido pela Escola da Prevenção. Caso você tenha adquirido em nosso site, ótimo. Obrigado por apoiar nossa missão. Conheça mais produtos em nosso site www.escoladaprevencao.com Ajude as empresas brasileiras que se dedicam a produção de conteúdo na área de segurança do trabalho. Obrigado! Herbert Bento da Escola da Prevenção GRÁFICO DE CAUSA-EFEITO Máquina: Usada de forma incorreta Método: 1. Falta de treinamento 2. Atividade sem padronização 3. Grande número de pessoas por encarregado 4. Trabalho por tarefa 5. Falta de verificação da execução do trabalho Medição: 1. Falta de tabelas de orientação aplicação de iscas 2. Falta de Avaliação do combate periódica EFEITO INDESEJÁVEL: TRABALHADORES SEM TREINAMENTO (NOVATOS)
  • 31.  Matéria-prima: Falta de verificação das condições de armazenamento  Mão-de-obra: Falta de treinamento Falta de conscientização Falta de competência  Meio ambiente: Falta de roçadas GRÁFICO DE CAUSA-EFEITO
  • 32. PLANO DE AÇÃO  Causa 1: Falta de treinamento:  O que será feito? Treinamento com todos os trabalhadores novatos  Por que será feito? Porque o trabalho não está sendo executado corretamente  Como será feito? Os trabalhadores ao serem admitidos na empresa passarão por um treinamento e somente após serem julgados aptos ao trabalho começarão as atividades de campo. Serão apresentadas demonstrações em video e aplicações práticas.  Quem será o responsável? O encarregado do combate a formigas  Quando será realizado? De 15 a 18 de dezembro  Onde será realizado? Nas dependências do fabricante  Quanto custará? R$10,00/pessoa treinada (aqui poderá ser feito um orçamento detalhado através da listagem do material e infra-estrutura necessários)
  • 33. Add Text  Verificar as condições de armazenamento de iscas;  Verificar a eficiência da isca (qualidade);  Padronização da atividade de combate a formiga = usar fluxogramas;  Eliminar o trabalho por tarefas;  Treinar o pessoal quanto a aplicação, controle e aspectos biológicos de formigas;  Treinar o pessoal de supervisão;  Distribuir panfletos plastificados que orientem a aplicação de isca por área de formigueiro medida;  Efetuar avaliações semanais da equipe pelo encarregado;  Avaliar periodicamente a área combatida;  Roçar as áreas nas quais será realizado o combate;  Planejar a atividade para os períodos mais secos do ano. OUTRAS POSSÍVEIS AÇÕES