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  2. 2. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSUNIME SALVADORCURSO DE FISIOTERAPIADisciplina - Primeiros SocorrosEducador - Jefferson MatosCarga Horária - 40h/aMódulo de EstudoEste material de estudo foi elaborado através de livros, módulos, sites, artigos eoutros com a intenção de permitir uma reflexão crítica e dialógica com o orientadorda aprendizagem. Você encontrará textos, nos quais servirão de suporte na (re)construção de novas aprendizagens.Leia-os com atenção, releia, busque outras fontes, enfim, não se contenteenquanto não julgar “... que sabes”.De forma alguma estas apostilas, módulo, como quer que chame, esgota oassunto, é ponto final e dispensa a consulta aos livros referendados na proposta detrabalho da disciplina. Já se disse inclusive que, com os “bons livros aprendemos ecom os maus livros também, pois aprendemos a não imitá-los em seus erros”.Para que nosso momento seja produtivo e de sucesso, precisamos construircoletivamente os resultados esperados, a partir da importância desta proposta detrabalho e comprometimento nas ações realizadas.Bom trabalho!!Sucesso pra todos!!Jefferson Santos de Matos
  3. 3. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROS“A melhor maneira que a gente temde fazer possível amanhã alguma coisaque não é possível de ser feita hojeé fazer hoje aquilo que hoje pode ser feito.Mas se eu não fizer hojeo que hoje pode ser feitoe tentar fazer hojeo que hoje não pode ser feito,dificilmente eu faço amanhão que hoje também não pude fazer”.Paulo Freire
  4. 4. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSPresidência da RepúblicaCasa CivilSubchefia para Assuntos JurídicosCONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros eaos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, àsegurança e à propriedade, nos termos seguintes:I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;XI - a casa é asilo inviolável do indivíduo, ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador,salvo em caso de flagrante delito ou desastre, ou para prestar socorro, ou, durante o dia, pordeterminação judicial.
  5. 5. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSCÓDIGO PENALDECRETO-LEI N.º 2.848, DE 7 DE DEZEMBRO DE 1940EXCLUSÃO DE ILICITUDEArt. 23 - Não há crime quando o agente pratica o fato:I - em estado de necessidade;II - em legítima defesa;III - em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito.ESTADO DE NECESSIDADEArt. 24 - Considera-se em estado de necessidade quem pratica o fato para salvar de perigo atual,que não provocou por sua vontade, nem podia de outro modo evitar, direito próprio ou alheio,cujo sacrifício, nas circunstâncias, não era razoável exigir-se.§ 1º - Não pode alegar estado de necessidade quem tinha o dever legal de enfrentar o perigo.§ 2º - Embora seja razoável exigir-se o sacrifício do direito ameaçado, a pena poderá serreduzida de um a dois terços.LEGÍTIMA DEFESAArt. 25 - Entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários,repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem.EXCESSO PUNÍVELParágrafo único - O agente, em qualquer das hipóteses deste artigo, responderá pelo excessodoloso ou culposo.
  6. 6. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSPERIGO PARA A VIDA OU SAÚDE DE OUTREMArt. 132 - Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e iminente:Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, se o fato não constitui crime mais grave.OMISSÃO DE SOCORROArt. 135 - Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonadaou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente perigo; ou não pedir,nesses casos, o socorro da autoridade pública:Pena - detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.Parágrafo único - A pena é aumentada de metade, se da omissão resulta lesão corporal de naturezagrave, e triplicada, se resulta a morte.EXERCÍCIO ILEGAL DA MEDICINA, ARTE DENTÁRIA OU FARMACÊUTICAArt. 282 - Exercer, ainda que a título gratuito, a profissão de médico, dentista ou farmacêutico, semautorização legal ou excedendo-lhe os limites:Pena - detenção, de 6 (seis) meses a 2 (dois) anos.Parágrafo único - Se o crime é praticado com o fim de lucro, aplica-se também multa.Obs.: Existe alguma lei que diz que o cidadão não pode prestar primeiros socorros?Art. 361 - Este Código entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 1942.GETÚLIO VARGAS
  7. 7. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROS10 MANDAMENTOS DO SOCORRISTA1. Mantenha a calma.2. Tenha em mente a seguinte ordem de segurança quando você estiver prestando socorro: Você é aprioridade (o socorrista). Depois a sua equipe (incluindo os transeuntes). E por último e nem menosimportante, a vítima. Isso parece ser contraditório a primeira vista, mas tem o intuito básico de não gerarnovas vítimas.3. Ao prestar socorro, é fundamental ligar ao atendimento pré-hospital de imediato ao chegar no local doacidente. Podemos por exemplo discar 3 números: 192 ou 193.4. Sempre verifique se há riscos no local, para você e sua equipe, antes de agir no acidente.5. Mantenha sempre o bom senso.6. Mantenha o espírito de liderança, pedindo ajuda e afastando os curiosos.7. Distribua tarefas, assim os transeuntes que poderiam atrapalhar lhe ajudarão e se sentirão mais úteis.8. Evite manobras intempestivas (realizadas de forma imprudente, com pressa).9. Em caso de múltiplas vítimas dê preferência àquelas que correm maior risco de vida como, porexemplo, vítimas em parada cardiorespiratória ou que estejam sangrando muito.10. Seja socorrista e não herói (lembre-se do 2º mandamento).
  8. 8. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSPRIMEIROS SOCORROSA importância dos primeiros socorrosArt. 135 - Deixar de prestar assistência, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à criança abandonadaou extraviada, ou à pessoa inválida ou ferida, ao desamparo ou em grave e iminente perigo; ou não pedir,nesses casos, o socorro da autoridade pública:Os primeiros relatos de prestação de primeiros socorros voluntário eram de samaritanos. A grande maioriados acidentes poderia ser evitada, porém, quando eles ocorrem, alguns conhecimentos simples podemdiminuir o sofrimento, evitar complicações futuras e até mesmo salvar vidas. O fundamental é saber que,em situações de emergência, deve-se manter a calma e ter em mente que a prestação de primeirossocorros não exclui a importância de um médico. Além disso, certifique-se de que há condições seguras obastante para a prestação do socorro sem riscos para você. Não se esqueça que um atendimento deemergência mal feito pode comprometer ainda mais a saúde da vítima.Prestar Socorro?1. Pedir socorro;2. Garantir segurança para vítima;3. Via de emergência livre para ambulância;4. Atendimento em primeiros socorros.O que são primeiros socorros?Como o próprio nome sugere, são os procedimentos de emergência que devem ser aplicados a umapessoa em perigo de morte, visando manter os sinais vitais e evitando o agravamento, até que a mesmareceba assistência definitiva e tem como finalidade:1. Preservar a vida;2. Promover a recuperação;3. Prevenir que o caso piore;4. Tratamento não é a finalidade dos primeiros socorros.Quando devemos prestar socorro?Sempre que a vítima não esteja em condições de cuidar de si própria.Compromissos do socorrista voluntário:1. Manter-se atualizado em técnica e conhecimento;2. Ser honesto e autêntico com a vítima;3. Ter atitude ética e responsável com a vítima;4. Aprender a ouvir, integrar e liderar equipes.
  9. 9. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSMORTEAdversidades:Intolerância ParticipaçãoMedo AtitudeIncompreensão CooperaçãoIgnorância ConhecimentoVIDAThe Golden Hour ou A Hora de Ouro - (Dr. R. Adams Cowley em 1960)Guidelines - 2010Guidelines são protocolos, convenções, rotina ou guias que devem ser utilizados durante a avaliação emanuseio dos pacientes com condições clínicas específicas. Constituem-se de bases e recomendaçõesproduzidas de maneira estruturada (frequência, diagnóstico, tratamento, prognóstico, profilaxia), sendoutilizadas na assistência e na tomada de decisões.COMUNIDADESAMU E CORPODE BOMBEIROSONG’sCOMUNIDADESAMU E CORPODE BOMBEIROSONG’s
  10. 10. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSBiossegurança1 - Risco físico, químico, financeiro e biológico.2 - Mecanismos de contaminação.3 - Fatores que predispõem a contaminação.4 - Formas de infecção:Penetração do micro organismo;Período de incubação.5 - Minimização dos riscos:Vacinação;Amamentação;Higienização.EPI (Equipamento de Proteção Individual) - Materiais básicos para o atendimento.Luvas descartáveis;Máscaras de respiração artificial;Indumentária específica;Colar cervical;Bandagem;Gases;Papelão.Obs.: Se acontecer na prestação dos primeiros socorros o socorrista se contaminar através da vítima,poderá fazer o teste rápido entre (48 a 72 horas), no hospital Roberto Santos ou no CREAIDS. O teste éfeito na vítima. Desta forma o indivíduo entra imediatamente no programa de tratamento que gira em tornode 6 meses. Tem uma eficácia de até 99% em não desenvolver a patologia adquirida (bactéria ou vírus).
  11. 11. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSTécnicas para diminuição dos riscos em acidentes1 - Balizamento - A Velocidade da via vezes 2 = metros (distância entre o acidente e o início do balizamento).2 - Sinalização3 - Isolamento do localZona quente - local do acidente.Zona morna - local da ambulância de primeiros socorros.Zona fria - local dos médicos e socorristas.Zona gelada - transeuntes (comunidade ou curiosos).4 - Cuidado com materiais perigosos5 - Prevenção
  12. 12. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSURGÊNCIAÉ um fato onde uma providência corretiva deve ser tomada tão logo seja possível.EMERGÊNCIAÉ um fato que não pode aguardar nenhum período de tempo para que seja tomada a devida providênciacorretiva, geralmente existe risco de morte, chamado de “HORA DE OURO”. Diante de uma emergência,as pessoas apresentam reações emocionais variadas. Abaixo encontramos as mais comuns:AnsiedadeÉ normal e compreensivo que fiquemos ansiosos diante de uma emergência, porém, de forma controladaque nos permita tomar as medidas emergenciais corretas tão logo seja possível.PânicoAlgumas pessoas tendem a entrar em pânico e não conseguem tomar qualquer atitude.Disfunção orgânicaApresentam desmaios, tremores, etc., tornando-se mais uma “vítima” a ser socorrida.DepressãoOutras entram em depressão, choram, se isolam das vítimas e também são incapazes de ajudar.IperatividadeO famoso “busca-pé”; agita-se, corre para todo lado tentando ajudar a todos.Plano de açãoCheck - Procure na cena do acidente se novos perigos são eminentes.Ajuda - Peça ajuda especializada.Avalie - Avalie os acidentados e escolha o que mais precisa de ajuda.Cuide - Aplique seus conhecimentos de socorro.Mantenha - Mantenha as vítimas estáveis e aguarde a ajuda chegar.Segurança no atendimentoToda vez que encontrar um acidente, você deve lembrar que a sua segurança vem primeiro, antes de seaproximar tenha certeza que não existam riscos como:Fios energizados;Produtos, gases e vapores químicos;Tráfego de veículos;Focos de incêndio;Objetos a ponto de desabar e etc.
  13. 13. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSUma vez determinado que o local esteja seguro, aproxime-se da vítima everifique seu nível de consciência:ConscienteQuando responde bem e com precisão às perguntas básicas como: nome, idade, data, endereço, etc.ConfusaQuando não consegue responder algumas destas perguntas. Algumas vezes pode apresentar-se agitadae/ou agressiva.InconscienteEstá desacordada, não responde ao ser chamada ou movimentada. Parece estar dormindo e assimpermanece mesmo muitos minutos após o acidente. Obvio que não irá desperdiçar estes preciososminutos apenas observando se ela acorda sem tomar nenhuma atitude. Lembre-se de sempre manter acalma e ser positivista com a vítima.Jamais expresse em palavras, expressões faciais ou comentários paralelos sobre a gravidade das lesões,pois isto em nada ajudará o atendimento e tornará a vítima mais assustada do que já está, podendocausar-lhe reações psicoemocionais como aumento da frequência cardíaca, etc., agravando a situação.Atue desta maneira mesmo que acredite que a vítima esteja inconsciente, pois ela pode estar semi-acordada e ouvindo tudo ao redor recobrando a consciência em poucos minutos após o acidente.Ao abordar a vítima pergunte-lhe em voz alta e clara: Você está bem?Se responderDiga-lhe que está tudo bem e que o socorro já está a caminho.O que aconteceu;Se sente alguma dor; onde;Tente colher seu histórico médico (diabetes, pressão alta, etc.);Quando foi sua última refeição;Se antes do acidente ou mal súbito sentiu tontura ou outro sintoma, etc.Estes dados passados, ao serviço médico ou resgate, mesmo que por telefone, pode gerar-lhe aspróximas condutas a serem tomadas até que eles cheguem ao local.Se não responderInsista em acordá-la batendo palmas próximo a ela por mais alguns segundos.Se ainda assim ela não responder, é porque deve estar inconsciente. Isto pode significar várias coisas:trauma de crânio, hemorragia interna, etc.Imediatamente deverá iniciar uma checagem instantânea começando pelos sinais vitais.
  14. 14. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSSinais vitaisO cérebro é o primeiro órgão do corpo humano que começa a "morrer" na ausência de oxigênio.Lesões irreversíveis podem se iniciar após 3 a 4 minutos sem oxigenação.Desta forma, para que ele seja mantido "vivo", precisamos dos batimentos cardíacos que fará com que osangue transporte o oxigênio e da respiração que levará o oxigênio até o sangue.3 funções essenciais: batimentos cardíacos, respiração e temperatura são chamados deSINAIS VITAIS.Avaliação dos sinais vitaisAferição do pulsoPulso é a expansão e a contração rítmica de uma artéria que é provocada pela sístole e diástole docoração, bombeando sangue para todos os vasos sanguíneos. É feita usando o dedo indicador e o dedomédio, colocando-os na região do punho ou do pescoço onde sentiremos a pulsação da artéria. Não utilizeseu polegar para detectar o pulso da vítima. Poderá sentir seu próprio pulso com ele.Se o coração parar - Em 30 segundos para também a respiração.Se a respiração parar - Em 1min30seg ou até 2 minutos para também os batimentos cardíacos.
  15. 15. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSÁreas de batimentos cardíacos ou compressões arteriais1 - TEMPORAL - Couro cabeludo2 - CAROTÍDEA - Pescoço *3 - FACIAL - Face4 - SUBCLÁVIA - clavícula5 - BRAQUIAL - Braço6 - AXILAR - Axila7 - RADIAL - Punho *8 - ULNAR - Braço9 - FEMURAL - Virilha*10 - POPLÍTEA - Perna11 - PEDIAL DORSAL ou PEDIOSO - Pé12 - APICAL - Esterno (hospitalar)Batimentos cardíacosSão os batimentos do coração. Os batimentos cardíacos também podem ser avaliados de duas maneiras:encostando nosso ouvido no tórax da vítima, procurando ouví-los e verificando o pulso.Recém Nascido (até 29 dias) - 85 a 205 bpm (batimentos por minuto)Infantes (até 2 anos) - 100 a 190 bpm (batimentos por minuto)Crianças (de 2 a 10 anos) - 60 a 140 bpm (batimentos por minuto)Adolescentes e Adultos - 60 a 100 bpm (batimentos por minuto)Localizado o pulso, contamos o número de batimentos durante 10 segundos e multiplicamos por 6, assimteremos o número de batimentos por minuto.Por exemplo:Ao verificarmos 10 batimentos em 10 segundos, significa que a vítima está com uma frequência de 60batimentos por minuto.Verificada a presença de sinais vitais deveremos iniciar uma avaliação geral do estado da vítima.Na ausência de algum sinal vital deveremos iniciar as manobras de reanimação cárdiopulmonar (RCP).UlnarApical
  16. 16. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSRespiração1. Veja os movimentos respiratórios (Caso não veja por falta de iluminação coloque a mão sobre oabdômen da vítima);2. Ouça o ar (Aproximando-nos da boca ou nariz da vítima para ouví-la);3. Sinta o ar.Bebês - 25 a 50 mrp (movimentos respiratórios por minuto)Crianças - 15 a 30 mrp (movimentos respiratórios por minuto)Adolescentes e Adultos - 12 a 20 mrp (movimentos respiratórios por minuto)Temperatura relativa da peleSentir a temperatura da pele pelo dorso da mão e sempre na testa da vítima. A temperatura corpórea doindivíduo e caracterizada como normal é entre 35,6ºC a 36,7ºC. Porém, varia de acordo com o clima,ambiente, estado emocional e outros.Sinais encontradosPele fria e úmida - (hemorragia podendo levar ao choque)Pele fria e seca - (exposição ao frio)Pele fria e suor pegajoso - (Choque, ataque cardíaco ou ansiedade)Pele quente e seca - (exposição ao calor ou febre alta)Pele quente e úmida - (infecção)
  17. 17. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSSAMU - Serviço de Atendimento Móvel de UrgênciaHistórico - Lançado em setembro de 2003 pelo governo federal, o Serviço de Atendimento Móvel deUrgência, no âmbito do SUS, tem uma cobertura que abrange 49,8 milhões de brasileiros em 18 estados.O Samu/192 é o principal componente da Política Nacional de Atenção às Urgências, criada em 2003, quetem como finalidade proteger a vida das pessoas e garantir a qualidade no atendimento no SUS. A políticatem como foco cinco grandes ações:Organizar o atendimento de urgência nos pronto-atendimentos, unidades básicas de saúde e nasequipes do Programa Saúde da Família;Estruturar o atendimento pré-hospitalar móvel (Samu/192);Reorganizar as grandes urgências e os prontos-socorros em hospitais;Criar a retaguarda hospitalar para os atendidos nas urgências;Estruturar o atendimento pós-hospitalar.O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu/192) é um programa que tem como finalidade prestaro socorro à população em casos de emergência. Com o Samu/192, o governo federal está reduzindo onúmero de óbitos, o tempo de internação em hospitais e as sequelas decorrentes da falta de socorroprecoce. O serviço funciona 24 horas por dia com equipes de profissionais de saúde, como médicos,enfermeiros, auxiliares de enfermagem e socorristas que atendem às urgências de natureza traumática,clínica, pediátrica, cirúrgica, gineco-obstétrica e de saúde mental da população.O Samu realiza o atendimento de urgência e emergência em qualquer lugar: residências, locais detrabalho e vias públicas. O socorro é feito após chamada gratuita, feita para o telefone 192. A ligação éatendida por técnicos na Central de Regulação que identificam a emergência e, imediatamente,transferem o telefonema para o médico regulador. Esse profissional faz o diagnóstico da situação e iniciao atendimento no mesmo instante, orientando o paciente, ou a pessoa que fez a chamada, sobre asprimeiras ações.Ao mesmo tempo, o médico regulador avalia qual o melhor procedimento para o paciente: orienta apessoa a procurar um posto de saúde; designa uma ambulância de suporte básico de vida, com auxiliarde enfermagem e socorrista para o atendimento no local; ou, de acordo com a gravidade do caso, enviauma UTI móvel, com médico e enfermeiro. Com poder de autoridade sanitária, o médico reguladorcomunica a urgência ou emergência aos hospitais públicos e, dessa maneira, reserva leitos para que oatendimento de urgência tenha continuidade.A partir dessa atuação, o Samu tem um forte potencial para corrigir uma das maiores queixas dos usuáriosdo Sistema Único de Saúde (SUS), que é a lentidão no momento do atendimento. Historicamente, o nívelde resposta à urgência e emergência tem sido insuficiente, provocando a superlotação das portas doshospitais e pronto-socorros, mesmo quando a doença ou quadro clínico não é característica de umatendimento de emergência. Essa realidade contribui para que hospitais e prontos-socorros não consigamoferecer um atendimento de qualidade e mais humanizado.
  18. 18. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSSolicitação da SAMU1. Na ocorrência de problemas cardiorespiratórios;2. Em casos de Intoxicação, trauma ou queimadura;3. Na ocorrência de quadros infecciosos;4. Na ocorrência de maus tratos;5. Em trabalhos de parto;6. Em casos de tentativas de suicídio;7. Em crises hipertensivas;8. Quando houver acidentes com vítimas;9. Em casos de choque elétrico;10. Em acidentes com produtos perigosos;11. Na transferência de doentes de uma unidade hospitalar para outra.Telefones ÚteisSAMU - 192 *Corpo de Bombeiros - 193 *Polícia Militar - 190 *Polícia Civil - 147 *Defesa Civil - 199 *Acidentes de Trânsito - 194 *SOS Criança - 1407 *CIAVE (Centro de Intoxicação Anti-veneno) - 0800 2844343 *Emergência - (falta de força e luz) - 0800 196196 *Disque DETRAN - 1514Disque-Saúde - 1520Serviço de Intermediação Surdo/Ouvinte - 1402Obs.: Serviço não tarifado *
  19. 19. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSCaixa de primeiros socorrosUm telefone é a melhor caixa de primeiros socorros. Tenha sempre em mente o número do prontosocorro, resgate, etc. Acidentes podem acontecer na hora em que menos esperamos. Por isso tenhasempre em casa um estojo de primeiros socorros para os casos de emergência. O estojo deve conter pelomenos, esses materiais básicos:Gaze, esparadrapo, algodão e ataduras;Curativo adesivo tipo band-aid;Pinças e tesoura;Bolsa de gelo e de água quente;Soro fisiológico e álcool;Termômetro;Creme anti-séptico; **Pomada contra queimaduras e picadas de insetos; **Mercúrio ou mertiolate; **Spray ou pomada anti-séptica; **Antitérmico para adulto e infantil; **Antiinflamatório; **Colher medida para soro caseiro.** (cuidado com indivíduos sensíveis a composição do medicamento).
  20. 20. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSFalta de oxigênioTempo após a parada cardiorrespiratóriapara iniciar as compressões cardíacasChances de reanimação da vítima1 minuto 95 % (Provável instabilidade cardíaca)2 minutos 90 %3 minutos 75 %4 minutos 50 % (Inconsciência cerebral)5 minutos 25 %6 minutos 1 % (Sequelas cerebrais)8 minutos 0,5 %10 minutos 0 % (Falência cerebral)Níveis de consciência (AVDI)A - alerta;V - estímulo verbal;D - estímulo doloroso (se realiza com a mão fechada, usa-se a saliência do dedo médio e comprimecontra o terço médio do osso esterno da vítima);I - inconsciente.Dilatação da pupila1. Midríase ou Dilatada - (grande hemorragia, parada cardíaca, falta de oxigenação no cérebro)2. Miose ou Contraída - (Lesão no sistema nervoso central, medicamentos e drogas).3. Anisocoria - Uma dilatada e a outra contraída - (Trauma craniano, AVC ou AVE).
  21. 21. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSCOR DA PELE1. Cor azulada - A Presença de gás carbônico no organismo maior que a de oxigênio.2. Pálida - Obstrução da circulação sanguínea.Obs.: Perfusão capilar - Tração do dedo e o local é preenchido por sangue.Até 2 segundos - OKAcima de 2 segundos - hemorragia interna ou externa.Protocolo CABProtocolo internacional que estabelece as prioridades no atendimento a uma vítima, ou seja, umaavaliação e uma intervenção.C - Circulação, controle do sangramento, compressão cardíaca;A - Abertura das vias aéreas com controle da coluna cervical se necessário;B - Boa ventilação, manutenção das vias aéreas e ventilação artificial;D - Avaliação do nível de consciência e uso do DEA (desfibrilador esterno automático);E - Exposição da vítima, exame físico, cuidados com fraturas, busca de ferimentos ou lesões.Avaliação da vítimaPaciente consciente e sem traumasEntrevista oral, observar o CABs e observar as queixas da vítima.Paciente consciente e com traumasConhecer as causas dos ferimentos, entrevista oral, observar o CABs, controle da coluna cervical eobservar as queixas da vítima.Paciente inconsciente e sem traumasEntrevista oral, observar o CABs, liberar as vias aéreas, verificar respiração, pulso e hemorragias.Paciente inconsciente e com traumasConhecer as causas dos ferimentos, observar o CABs, liberar as vias aéreas, verificar respiração, pulso ehemorragias, observar as queixas da vítima (exame da vítima) e retornar aos sinais vitais.
  22. 22. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSTRIAGEM DAS VÍTIMAS NO ACIDENTEPrioridades no SocorroVermelho - (Prioridade 100%), Emergência (Vítima inconsciente, hemorragia e outros).Amarelo - (Prioridade 50%), Trauma complexo, porém, a vítima não esta inconsciente (Corte superficial,nas não anda).Verde - (Prioridade 30%), traumas simples e hematomas (Cortes, vítima anda e pode ajudar).Preto - (Prioridade 10%), morte eminente (Parada respiratória, amputação de cabeça, exposição deórgãos e outros).Protocolo de emergênciaÉ a primeira ação do socorrista na chegada ao local do acidente.Pedir socorro é a garantia do socorro médico especializado;Pedido de socorro depois - Exceção a regra (afogamento e criança com parada respiratória);Trotes;Da remoção da vítima na hora crítica;Aumenta a chance de sobrevida da vítima;A quem pedir socorro.Informação do pedido de socorro1. Informe o nome e o número do telefone de onde está falando;2. Tipo de acidente;3. Local exato do acidente (endereço, ponto de referência e outros);4. Número de vítimas envolvidas.Defesa civil - 199 (Prevenção e gerenciamento de grandes desastres).Prevenção;Fiscalização;Logística;Reconstrução da vida das pessoas.
  23. 23. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSDesmaiosPerda da consciência não resultante de traumatismos. É a diminuição da força muscular com perda deconsciência repentina fazendo com que a vítima caia ao chão.As causas de desmaios são inúmeras, dentre elas:Falta de alimentação (jejum);Psicoemocionais;Tumores cerebrais;Etc.Sintomas comuns:Geralmente antes do desmaio a vítima queixa-se de fraqueza, falta de ar e "escurecimento da visão".O que fazer:1. Coloque a vítima deitada e eleve as pernas em 30 cm;2. Tente acordá-la, chamando-a ou batendo palmas próximo ao seu rosto;3. Afrouxe roupas, gravatas, etc.;4. Verifique as vias aéreas;5. Verifique os sinais vitais, aplique reanimação se necessário;6. Passe uma compressa fria pelo rosto e testa.Quando ela acordar:Acalme-a;Encaminhe-a ao pronto-socorro;Nesta hora é importante que a auxiliemos para que não se machuque na queda.O que não fazer:1. Não dê nada à vítima, líquido ou sólido, até que recupere TOTALMENTE a consciência. Caso contráriopoderá asfixiar-se;2. Não jogue água no rosto da vítima;3. Não bata no rosto da vítima;4. Não coloque nenhuma substância para vítima inalar.
  24. 24. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSConvulsõesSão distúrbios elétricos cerebrais que causam perda da consciência, fortes contrações muscularesinvoluntárias e desordenadas em todo o corpo.Quais as causas?Epilepsia;Trauma de crânio;Febre alta;Drogas;Tumores cerebrais;Choque elétrico;Traumas, etc.Como identificar uma convulsão:Não é uma doença mental;É uma desordem orgânica na qual o organismo não consegue processar as sinapses ou asinformações nervosas;A vítima pode informar visão, sensação ampliada antes de perder a consciência;Queda abrupta da vítima no solo;Sialorreia;Respiração ruidosa;O corpo enrijece;Algumas vezes a vítima deixa de respirar e perde controle dos esfíncteres;Contração completa das partes do corpo e depois relaxa completamente após a convulsão;Depois da crise a vítima pode referir a uma dor de cabeça, apresenta-se cansada e confusa.O que fazer:Deite-a no chão;Peça ajuda;Proteja a cabeça da vítima com suas mãos;Retire objetos próximos à vítima, que possam machucá-la;Mova-a apenas se estiver próximo a escadas, máquinas perigosas, etc.;Terminadas as contrações, coloque-a em posição de recuperação;Deixe-a descansar;Sempre evite o constrangimento da vítima, retire-a logo do local da convulsão.Lateralização do corpo1 - Estenda o braço que ficará sob o corpo;2 - Puxe o outro braço e o quadril simultaneamente não permitindo a entorse da coluna;3 - Ajuste a mão e o braço inferior para apoiar a cabeça;4 - Mantenha a perna superior dobrada e à frente.
  25. 25. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSO que não fazer:Não tente "desenrolar a língua" da vítima;Não tente imobilizar a vítima;Proteja a vítima de traumas afastando objetos que estejam próximo da mesma;Não tente obstruir as vias aéreas durante a convulsão.Não dê nada à vítima, líquido ou sólido, até que recupere TOTALMENTE a consciência. Caso contráriopoderá asfixiar-se;Não jogue água no rosto da vítima.As convulsões por epilepsia tendem a durar apenas alguns minutos.Portanto, não se desespere. Passada a crise, a vítima estará confusa e desnorteada por mais algumtempo. Assim sendo, acompanhe-a o tempo todo pois poderá acidentar-se, ser atropelada , etc.Não tente imobilizar a vítima! Apenas cuide para que ela não se machuque na queda ou durante ascontrações. Retire objetos próximos a ela que possam causar-lhe lesões. Proteja a cabeça.Por febreConvulsões podem ser desencadeadas por febres acima de 39,5 graus Celsius. Mais comum em crianças,podendo ocorrer também em adultos.O que fazer:Siga os mesmos cuidados anteriores, associados a:Utilização de compressas frias (não geladas) para abaixar a temperatura;Banhos frios, caso as compressas não funcionem;Peça ajuda;Encaminhe-a ao pronto-socorro.Convulsões por trauma de crânioConvulsões provocadas por edema (inchaço) e/ou hemorragias no cérebro, após um trauma na cabeça.O que fazer:Siga os mesmos cuidados anteriores, associados a:Não tente transportar a vítima, aguarde socorro especializado;Peça ajuda (resgate);Em traumas, lembre-se da possibilidade de lesão de coluna.
  26. 26. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSAsfixiaSituação em que há dificuldade na entrada do ar nos pulmões.As causas mais comuns são:Bloqueio das vias respiratóriasImersão de líquidos;Estrangulamento;Grandes quantidades de alimentos;Chiclete de mascar ou balas.Concentração insuficiente de oxigênio no arGrandes altitudes;Tanques fundos ou minas abandonadas.Deficiência no transporte de oxigênio para o sangueMonóxido de carbono (automóvel ou cigarro).Paralisia do centro respiratório no cérebroChoque elétrico;Quantidade excessiva de álcool.Compressão do corpoPressão no tórax através de traumatismos provocados por acidentes automotivos.Sinais de asfixia:O sinal universal de asfixia é levar as mãos ao pescoço e apertá-lo, associado a um desses sintomas:Incapacidade de falar;Respiração difícil e ruidosa;Tosse fraca;Outros gestos de sufocação.
  27. 27. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSO que fazer:Tente inicialmente, bater nas costas da vítima, não obtendo sucesso, aplique a MANOBRA DEHEIMLICH:Coloque-se atrás da vítima e aperte-a com um único e forte golpe;Repita até que desengasgue.Esta manobra tende a comprimir os pulmões, expelindo o ar que neles se encontram, forçando o objetocausador da obstrução a sair.Se não obtiver sucesso e notar que a vítima está prestes a desmaiar.Coloque-a gentilmente no chão;Estenda o pescoço da vítima, o que facilita a passagem do ar;Abra-lhe a boca e tente visualizar algo que possa estar causando a obstrução. Se possível retire-o;Se não for possível retirá-lo, tente aplicar a manobra com a vítima deitada.Neste caso:Coloque-se de joelhos sobre a vítima;Junte suas mãos no mesmo ponto, sobre o estômago;Faça a mesma compressão no sentido do abdômen para o tórax;Tendo conseguido a desobstrução, monitore os sinais vitais;Se necessário aplique a RCP;Verifique se a respiração voltou;Aplique respiração artificial se necessário;Verifique os batimentos cardíacos;Aplique compressão cardíaca se necessário.
  28. 28. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSManobra de HeimlichVamos conhecer um pouco mais sobre esta manobra que salva vidas.Você já deve ter ouvido falar de algum caso como este.Simulação de uma asfixia:Você está almoçando com um grupo de amigos...Subitamente, alguém se engasga. Tenta tossir, mas parece estar seriamente emapuros.Levanta-se e fica muito agitado levando as mãos à garganta.Não consegue mais falar, parecendo ter alguma dificuldade para respirar.A asfixia é uma causa comum de morte após engasgo com alimentos. É comum em crianças, ocorrendotambém com os adultos.Provocada por uma súbita queda de oxigenação, pode levar à morte em poucos minutos, se nãosolucionada rapidamente. Balas, doces, bombons e alimentos diversos podem ser responsáveis por esteevento.Ao ser deglutido de forma inadequada, o alimento pode bloquear as vias respiratórias e a passagem de arpara os pulmões, ao impactar na garganta.Uma manobra pode ser salvadora neste momento. Conhecida como Manobra de Heimlich, foi descrita em1974 por Henry Heimlich.Inicialmente reconhecida pela Cruz Vermelha, foi adotada e difundida mundialmente como uma manobrasalvadora de vidas. É uma tosse “artificial” ou “auxiliada”, com o intuito de expelir o objeto ou alimento datraquéia da pessoa.Certifique-se que a pessoa esteja realmente com dificuldades para respirar. Alguns sinais sãocaracterísticos: ela tenta falar e a voz não sai. Começa a ficar agitada e confusa, levando as mãos para agarganta. A pele pode mudar de cor, passando a ficar azulada a que indica baixa oxigenação do sangue.Se o paciente continuar asfixiado, fique de pé, atrás, com seus braços ao redor da cintura da pessoa.Coloque a sua mão fechada com o polegar para dentro, contra o abdômen da vítima, ligeiramente acimado umbigo e abaixo do limite das costelas. Agarre firmemente o pulso com a outra mão e exerça umrápido puxão para cima. Repita, se necessário, 4 a 5 vezes numa sequência rápida ou quantas vezesforem necessárias.
  29. 29. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSSe você não tem força suficiente, pode ajudar também com batidas firmes nas costas.Mas, melhor ainda é a manobra em que se abraça e aplica a compressão entre o abdômen e as costelas.Se a pessoa não consegue mais ficar de pé (está inconsciente ou esgotada) ou se você não tem forçasuficiente, a manobra pode ser aplicada com ela sentada ou deitada.Não importa se a pessoa está ficando sem reação, parecendo estar desfalecida. Inicie a manobra oquanto antes!
  30. 30. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSCrianças também podem ser socorridas através desta manobra.Se a vítima for um bebê ou criança pequena, deite-a de bruços apoiando no seu braço. Dê 4 a 5 golpesfortes com a parte hipotênar das mãos entre as escapulas, mas sem machucá-lo.Mantenha o bebê apoiado no seu braço, virado de costas, com a cabeça mais baixa que o resto do corpo.O local das compressões está localizado a um dedo abaixo da linha mamilar e com a ponta do dedoindicador e médio, pressione com um ligeiro alongamento ascendente. Se necessário, repetir 4 a 5 vezes.Depois das 4 ou 5 compressões, verifica-se a vias aéreas superiores para ter a certeza que o objeto foiexpelido ou foi ingerido, caso não se localize o objeto executa-se uma ventilação artificial (boca-nariz)apenas com o ar das bochechas, se o ar passar já é um bom sinal, caso o ar não passe, tem queobrigatoriamente repetir toda manobra de Heimlich.E, inclusive, você pode auto aplicar a manobra se estiver sozinho (a).Aplique as compressões repetidamente até conseguir fazer a pessoa expelir o objeto!
  31. 31. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSVENTILAÇÃO - VIAS AÉREASOxigênioO ar é composto de uma mistura de diversos gases, entre eles o oxigênio. Apenas 21% das moléculas degás que estão no ar são de oxigênio e apenas 0,04 % de gás carbônico, enquanto na expiração apresentauma proporção de 16 % de oxigênio e 4,6 % de gás carbônico, sendo o restante principalmente denitrogênio. Dos 21% de oxigênio circulante no ar só aproveitamos 4% e se houver uma concentração deoxigênio maior que 23% podem causar a morte do indivíduo.É interessante dizer que este percentual não varia com a altitude, isto é, tanto faz estar na cidade doMéxico com mais de dois mil metros de altitude, ou em Salvador, ao nível do mar, que o percentual deoxigênio é o mesmo. Isto se deve a PRESSÃO BAROMÉTRICA. Quanto mais alto se situa uma cidade,menor será sua pressão, portanto, as moléculas do ar ficarão mais dispersas, diminuindo então a pressãode cada um dos gases que constituem o ar. Desta maneira a pressão de oxigênio é menor em um lugaralto do que em um lugar ao nível do mar.VIA AÉREA SUPERIOR E INFERIOR
  32. 32. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSGLOTE E EPLIGOTEMUSCULATURA DA INSPIRAÇÃOSão músculos que proporcionam o aumento da cavidade torácica com sua contração. O diafragma é oprincipal deles, pois com sua contração há um aumento importante do diâmetro longitudinal do tórax.Outros músculos importantes são os intercostais externos. Em situação de inspiração profunda, como noexercício físico intenso, outros músculos colaboram com a inspiração, podemos citar os escalenos e oesternocleidomastóideo.É interessante observar que em condições de repouso somente a inspiração é ativa. A expiração ocorrequando a musculatura inspiratória se relaxa. Somente na expiração forçada como no ato de soprar é quese contraem os intercostais internos e os músculos da parede abdominal.PULMÕESO ser humano possui dois pulmões sendo o pulmão direito maior que o esquerdo, já que este divide o seuespaço com o coração. O ar que entrou pelo nariz ou pela boca passa pela faringe, laringe e chega àtraquéia. Esta traquéia que você pode palpar na sua região anterior do pescoço. Subdivide-se na entradados pulmões em dois brônquios. Estes brônquios se subdividem cerca de 23 vezes consecutivas, levandoa tamanhos cada vez menores, até chegar nos alvéolos. Os alvéolos se constituem na unidade funcionaldo pulmão e existem em uma quantidade de vários milhões. Eles são organizados na forma de pequenossacos, cuja única comunicação é com o bronquíolo terminal. A organização anatômica dos alvéolos émuito interessante. Eles se assemelham a um cacho de uvas, com isso ele aumenta em muito a suasuperfície. Estes alvéolos são cobertos por uma malha ou rede de vasos sanguíneos bem finos, OSCAPILARES, tendo uma pequena membrana para separar o interior do alvéolo, onde está o ar, do interiordo capilar, onde passa o sangue.No sangue, o oxigênio é transportado de duas maneiras: Livre em solução no meio líquido ou ligado auma proteína chamada de hemoglobina, que se encontra dentro das hemácias ou glóbulos vermelhos. Aquase totalidade do oxigênio é transportada no sangue nesta última forma.
  33. 33. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSRESPIRAÇÃO PULMONARHEMATOSEA hematose pulmonar é um processo químico-molecular que visa a estabilização das trocas gasosas entreoxigênio x gás carbônico a fim de manter o equilíbrio ácido básico, ou seja, é a troca gasosa (oxigênio pordióxido de carbono) que se realiza ao nível dos alvéolos pulmonares.Frequência RespiratóriaBebês - 25 a 50 mrp (movimentos respiratórios por minuto)Crianças - 15 a 30 mrp (movimentos respiratórios por minuto)Adolescentes e Adultos - 12 a 20 mrp (movimentos respiratórios por minuto)
  34. 34. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSObstruções das Vias Aéreas Superiores - Base da língua caída.Sinais e SintomasSinais:Sinais são tudo que possamos ver, sentir, ouvir ou tatear.Sintomas:1. Dificuldade respiratória2. Ansiedade3. Ronco - (queda da base da língua)4. Gorgolejo - (sangue, saliva e vômito)5. MidríaseSANGUE
  35. 35. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSCARACTERISTICAS DO SANGUEDissolvidos no plasma existem também alguns gases, como o oxigênio, o gás carbônico e principalmente,o nitrogênio. Uréia, ácido úrico, creatinina, glicose, gorduras e ácidos graxos também se encontrampresentes neste sistema de alimentação e defesa do corpo humano.O CORAÇÃOO coração possui um revestimento do músculo estriado com contração involuntária, atuando como umabomba aspirante-prumente, intermitente, com duas fases bem distintas. Uma de contração denominada desístole que ejeta o sangue e outra de relaxamento denominada de diástole que enche o músculo cardíacode sangue.LOCALIZAÇÃO DO CORAÇÃOO coração está localizado no mediastino que é o terço médio do osso esterno e tem o tamanhoaproximado do punho fechado de uma pessoa.COMPOSIÇÃO DO SANGUE (PLASMA)Proteínas especiais Albuminas, Globulinas (anticorpos), Fibrinogênio,Protombina, AglutininasOutras substâncias orgânicas Enzimas, Anticorpos, Hormônios, VitaminasLipídios Colesterol, TriglicéridesGlucídios GlicoseSubstâncias nitrogenadas Uréia, Ácido úrico, CreatininaSais inorgânicos Sódio, Cloro, Potássio, Cálcio, Fosfatos
  36. 36. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSELETROCARDIOGRAMAEletrocardiograma é um exame que avalia a atividade elétrica do coração, frequência, regularidade dosbatimentos, dimensão e a posição dos ventrículos. Qualquer lesão ao coração, efeitos de medicamentosou aparelhos para regular o coração são detectados.MARCAPASSOUm sistema de marcapasso propicia um estímulo elétrico no tempo apropriado para estimular o músculocardíaco e mantém uma frequência cardíaca efetiva, assegurando a capacidade de funcionamento docoração. O sistema de marcapasso consiste em um gerador de pulsos elétricos e em um ou dois eletrodosque conduzem o estímulo elétrico ao músculo cardíaco.
  37. 37. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSARTÉRIA RADIALÉ o melhor e mais fácil lugar para palpação da frequência cardíaca. A técnica mais comum é usaras pontas do segundo e do terceiro dedo da mão para pressionar ligeiramente a artéria e entãoencontrar o número de pulsações durante 10 segundos. Depois é só multiplicar o número depulsações por 6.Áreas de batimentos cardíacos ou compressões arteriais1 - TEMPORAL - Couro cabeludo2 - CAROTÍDEA - Pescoço *3 - FACIAL - Face4 - SUBCLÁVIA - Peito5 - BRAQUIAL - Braço6 - AXILAR - Axila7 - RADIAL - Punho *8 - ULNAR - Braço9 - FEMURAL - Virilha *10 - POPLÍTEA - Perna11 - PEDIAL DORSAL ou PEDIOSO - Pé12 - APICAL - Esterno (hospitalar)UlnarApical
  38. 38. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSReanimação cardiopulmonarO que é RCP?Reanimação cardiopulmonar são as manobras realizadas na tentativa de reanimar uma pessoa vítima deparada cardíaca "e/ou" respiratória.Parada respiratória (interrupção do mecanismo de respiração) ou parada respiratória associada à paradacardíaca (interrupção do funcionamento do coração). Este "e/ou" deve-se ao fato que poderá encontraruma vítima com parada respiratória por obstrução mecânica (objeto obstruindo a passagem do ar), queainda mantém batimentos cardíacos. Neste caso será necessária apenas a respiração artificial.Qual a finalidade da RCP?Ela tem como finalidade fazer com que o coração e pulmões voltem as suas funções normais. Conformeaprendemos nos sinais vitais isto é necessário para a manutenção da oxigenação do cérebro, o qual nãopode passar mais de alguns minutos sem ser oxigenado, sob pena disto gerar lesões irreversíveis eirreparáveis ao cérebro ou que a morte aparente se transforme em morte definitiva.Chances de SalvamentoTempo após a parada cardiorrespiratóriapara iniciar as compressões cardíacasChances de reanimação da vítima1 minuto 95 % (Provável instabilidade cardíaca)2 minutos 90 %3 minutos 75 %4 minutos 50 % (Inconsciência cerebral)5 minutos 25 %6 minutos 1 % (Sequelas cerebrais)8 minutos 0,5 %10 minutos 0 % (Falência cerebral)Em qualquer emergência desse tipo, aja rapidamente:Mande alguém em busca de socorro médico;Inicie o trabalho de reanimação da vítima sem demora, segundo as técnicas ensinadas.
  39. 39. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSE lembre-se:1. Se a parada respiratória ou a parada cardíaca acabaram de ocorrer, sempre há a possibilidade dereanimar o acidentado: não deixe de tentar, ainda que a pessoa pareça estar morta;2. Se a vítima já está com parada cardíaca, não basta fornecer-lhe apenas a respiração artificial: nessecaso, respiração artificial e compressão cardíaca devem ser realizadas simultaneamente, segundo atécnica ensinada.Como se faz a COMPRESSÃO CARDÍACA?O coração está no terço médio do “OSSO ESTERNO”;É aí que deverá apoiar suas mãos para realizar as COMPRESSÕES CARDÍACAS.Para que a compressão seja efetiva:1. Posicione-se de preferência a esquerda da vítima;2. Procure o terço médio (metade) do osso "esterno";3. Apóie uma mão sobre a outra neste ponto;4. Mantenha os braços esticados;5. Comprima e solte o tórax ritmicamente por 30 vezes;6. Contar em voz alta facilita a sequência.ATENÇÃO!Se a vítima mantiver o pulso continue fazendo apenas a respiração artificial.Como se faz RESPIRAÇÃO ARTIFICIAL?Abra a boca da vítima e retire qualquer objeto que possa estar obstruindo a passagem do ar, estendao pescoço da vítima inclinando a cabeça levemente para trás para estender o pescoço;Tampe o nariz da vítima, para que o ar que você assoprará na boca não saia pelo nariz dela;Abra-lhe a boca;Inspire profundamente e expire na boca da vítima, forçando o ar para dentro dos pulmões dela;Repita o procedimento duas vezes a cada 15 segundos aproximadamente;Observe se a vítima volta a respirar espontaneamente (sozinha). Tente ver o tórax se movimentandoou ouvir a respiração;Caso não volte continue o procedimento e monitore o pulso, pois é comum vítimas de paradarespiratória evoluírem para parada cardíaca também;Crianças pequenas e pessoas com lesão na boca devem utilizar a respiração boca-nariz;Os procedimentos são semelhantes, porém o socorrista fecha a boca da vítima e assopra pelo nariz,abrindo a boca da vítima na expiração para facilitar a saída do ar.
  40. 40. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSMÉTODOS DE RESPIRAÇÃO ARTIFICIALCom essa técnica você fornece oxigênio à vítima que deixou de respirar, ao mesmo tempo em que lhereativa o mecanismo de respiração. Deite a vítima de costas sobre uma superfície dura, levante-lhe aspernas e apoia-as numa cadeira, por exemplo. Por vezes, somente essa medida basta para reativar acirculação do sangue.Método de Schafer1. Deite a vítima em decúbito ventral sobre uma superfície dura, com um braço estendido e o outrocolocado sob a cabeça;2. Ajoelhe-se à altura das nádegas da vítima e coloque as palmas das mãos sobre as últimas costelas;3. Com todo o peso de seu corpo, pressione as costas da vítima durante dois ou três segundos para aexpiração, e deixe de exercer essa pressão por outros dois ou três segundos, para a inspiração;4. Recomece a operação e prossiga até que a vítima se recupere.Método Holger-NielsenCaso não haja condições de realizar o método boca a boca e seja detectada a ausência de fraturas, pode-se combinar a pressão exercida nas costas da vítima com movimento dos braços. Deitar o paciente debruços, com a cabeça apoiada nas mãos e o rosto voltado para um dos lados para melhor respirar. Junteos seus joelhos à cabeça da vítima e em seguida espalme as mãos nas costas dela. Os seus pulsosdevem ficar na altura das axilas do indivíduo. De forma vagarosa movimente para frente até que seusbraços estejam quase verticais. Ir aumentando a pressão gradativamente.Em seguida, ajuste o peso do seu corpo sobre as costas da vítima e use movimentos menos bruscos paraa compressão final. Como última etapa desse processo, segure os cotovelos da vítima e levante seusbraços para trás até sentir a resistência máxima dos ombros. O ritmo é de 12 vezes por minuto podendose estender por mais de uma hora até que a respiração esteja restabelecida e o médico tenha chegado.Método SylvesterEsse método também é usado na impossibilidade de fazer o boca a boca. Colocar a vítima com o rostopara cima. Apóie algo por baixo dos ombros para que a vítima incline a cabeça para trás. Ajoelhe-sediante da vítima e coloque a cabeça dela entre os seus joelhos. Segure-lhe os braços pelos pulsos. Cruze-os e comprima-os contra a parede inferior do peito. Depois puxe os braços do indivíduo para cima, parafora e para trás o máximo que puder. Repetições: 15 vezes por minuto.Cuidados: Mantenha a vítima aquecida e afrouxe as roupas dela. Aja imediatamente, sem desanimar.Mantenha a vítima deitada. Não dê líquidos para a vítima inconsciente. Nunca dê bebidas alcoólicas logoapós recobrar a consciência. O transporte da vítima é desaconselhável, a menos que seja possível mantero ritmo da respiração de socorro. A posição precisa ser deitada. Procure um médico e transporte a vítimaquando ela se recuperar.
  41. 41. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSMétodo de pressão sobre a cervical e elevação dos quadrisA vítima em decúbito ventral com um braço estendido ao lado da cabeça e o outro braço semi-flexionadoapoiando sua cabeça, que está sobre sua mão. Posteriormente você ira colocar suas mãos com ospolegares próximos um do outro apoiados na linha média da coluna e os dedos separados sobre a regiãocervical e dorsal da coluna da vítima e irá fazer uma pressão lenta, constante e uniforme até que seperceba uma resistência firme da caixa torácica. Posteriomentre você ira se posicionar próximo aosquadris da vítima e ira segurar na região sacroilíaca dos quadris ou vulgarmente chamado de saliênciasdos quadris e com os seus braços estendidos eleve os quadris da vítima aproximadamente 15 cm do soloe depois dessa com bastante suavidade, repetindo esta operação de 15 a 20 vezes por minuto até que serestabeleça a respiração normal.Método de pressão no tórax e elevação dos braçosA vítima em decúbito dorsal com os braços semiflexionados apoiados no seu tórax, você ira colocar umatoalha na região cervical e dorsal da coluna da vítima. Posteriormente você irar segurar a vítima pelospunhos e apoiando suas mãos sobre a da vítima e irar fazer uma pressão moderada sobre o tórax damesma até que sinta uma resistência natural do tórax causada pela expulsão do ar dos pulmões. Depoisalongue os braços da vítima segurando pelos punhos descrevendo um movimento ascendente permitindoque o ar penetre nos pulmões. Repita esta operação 20 vezes por minuto até que se normalize arespiração.Método de pressão sobre a cervical e elevação dos braçosDeite a vítima em decúbito ventral, com os braços flexionados próximo ao pescoço, segure a cabeça davítima fazendo uma leve extensão do pescoço, em seguida coloque suas mãos na região cervical dacoluna, com os polegares próximos e os dedos separados. Posteriormente você vai fazer uma pressãolenta, constante e uniforme através das suas mãos. Ao terminar a pressão, deixará que haja o retrocessodo ar aos pulmões e nesse momento você irar elevar os braços da vítima pelos cotovelos até sentir atensão dos ombros da vítima e irar soltar suavemente os braços até a posição inicial. Repita estaoperação 20 vezes por minuto até que se normalize a respiração.Há diversas técnicas de respiração artificial por compressão do tórax, as quais são empregadas quandonem o boca a boca nem a boca a nariz podem ser aplicados.
  42. 42. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSMétodo boca a bocaÉ considerado o mais eficiente entre os métodos de respiração artificial e compressões cardíacas deurgência/emergência, pois introduz grandes volumes de ar nos pulmões da vítima e também por ser defácil manuseio.1 - Deite a vítima de costas, sobre uma superfície dura (chão, mesa, areia da praia etc.), com os braçosestendidos ao longo do corpo;2 - Verifique o pulso no máximo por 10 segundos se não houver pulsação, faça 30 compressões torácicas;3 - Retire da boca da vítima detritos, dentaduras e outros;4 - Segure a cabeça da vítima e coloque uma das mãos sob o queixo e outra na parte alta da cabeça(testa) da vítima, levante-lhe o pescoço e incline-lhe a cabeça para trás, até que a ponta do queixo fiquevoltada para cima. Mantenha a cabeça nessa posição, usando como apoio, por exemplo, uma toalhaenrolada;5 - Tampe as narinas da vítima com o indicador e o polegar e abra-lhe completamente a boca;6 - Encha bem os pulmões e coloque sua boca sobre a da vítima, sem deixar frestas;7 - Sopre com força, até notar que os pulmões da vítima se expandem e o tórax se eleva;8 - Retire a boca, destampe as narinas da vítima e observe sua expiração passiva, isto é, o esvaziamentonatural dos pulmões, intercalando 30 compressões e 2 ventilações artificiais num ritmo mínimo de 100(cem) compressões por minuto para a vítima adulta, adolescente ou uma criança;Atenção:- A cabeça da vítima deve ficar parcialmente para trás enquanto durar o trabalho de respiração artificial,pois isso facilita a penetração de ar em seus pulmões. Ao soprar, procure introduzir nos pulmões da vítimaa maior quantidade possível de ar. Faça a respiração artificial uniformemente e sem interrupção, durante otempo que for necessário, às vezes pode levar até mais de 1 hora até a recuperação da vítima. Nãodesanime nem deixe vencer pelo cansaço, em poucos minutos o acidentado começara a apresentarinspirações espontâneas isoladas e aos poucos, sua respiração se normalizará;9 - Mesmo que a vítima se recupere completamente, ela deverá receber socorro médico.
  43. 43. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSMétodo boca-narizTrata-se de uma variação do boca a boca, usada quando a vítima tem detritos demais dentro da boca,mandíbula fraturada, corte com hemorragia na boca ou está com os maxilares endurecidos e sua bocanão pode ser aberta:1 - Deite a vítima de costas, sobre uma superfície dura (chão, mesa, areia da praia etc.), com os braçosestendidos ao longo do corpo;2 - Verifique o pulso no máximo por 10 segundos se não houver pulsação, faça 30 compressões torácicas;3 - Retire da boca da vítima detritos, dentaduras e outros;4 - Segure a cabeça da vítima e coloque uma das mãos sob o queixo e outra na parte alta da cabeça(testa) da vítima, levante-lhe o pescoço e incline-lhe a cabeça para trás, até que a ponta do queixo fiquevoltada para cima. Mantenha a cabeça nessa posição, usando como apoio, por exemplo, uma toalhaenrolada;5 - Segure o queixo da vítima, apertando os maxilares para impedir a saída, pela boca, do ar que vai serinsuflado pelo nariz;6 - Cole sua boca às narinas da vítima e sopre fortemente, como no método boca a boca;7 - Retire a boca, destampe as narinas da vítima e observe sua expiração passiva, isto é, o esvaziamentonatural dos pulmões, intercalando 30 compressões e 2 ventilações artificiais num ritmo mínimo de 100(cem) compressões por minuto para a vítima adulta, adolescente ou uma criança;8 - Mesmo que a vítima se recupere completamente, ela deverá receber socorro médico.Método boca-nariz (para crianças)Em anteparo rígido, verifique o pulso da criança no máximo por 10 segundos se não houver pulsação,faça 30 compressões torácicas, com o rosto para cima e a cabeça inclinada para trás, levante o queixoprojetando-o para fora. Evitar que a língua obstrua a passagem de ar, coloque sua boca sobre a boca e onariz da criança e sopre suavemente até que os pulmões dela se encham de ar e o peito se levante. Deixeque ela expire livremente e recomece essa operação, intercalando 30 compressões cardíacas e 2ventilações artificiais num ritmo mínimo de 100 (cem) compressões por minuto para a vítima adulta,adolescente ou uma criança. Pressione também o estômago para evitar que ele se encha de ar.
  44. 44. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSAprenda a fazer respiração boca a boca1 - Em anteparo rígido, verifique o pulso no máximo por 10 segundos se não houver pulsação, faça 30compressões torácicas;2 - Cheque se a via respiratória não está obstruída. Segure a cabeça da vítima e coloque uma das mãossob o queixo e outra na parte alta da cabeça (testa) da vítima, levante-lhe o pescoço e incline-lhe acabeça para trás, até que a ponta do queixo fique voltada para cima. Em seguida, abra a boca, pressionea língua para baixo e veja se não há algum objeto ou secreção impedindo a passagem de ar. Remova-ocom os dedos;3 - Se, com isso, a pessoa não voltar a respirar, afrouxe as roupas, mantenha esticado o pescoço davítima e comece a respiração artificial;4 - Feche as narinas da vítima usando os dedos da mão que está sobre a testa;5 - Inspire fundo, abra sua boca e coloque-a sobre a boca da vítima (se for uma criança, cubra também onariz com sua boca);6 - Sopre o ar até que o tórax da vítima se movimente como em uma respiração normal. Use força comadultos, suavidade com crianças;7 - Retire sua boca, para que a pessoa possa expirar;8 - Recomece essa operação, intercalando 30 compressões cardíacas e 2 ventilações artificiais num ritmomínimo de 100 (cem) compressões por minuto para a vítima adulta, adolescente ou uma criança. Verifiquesempre se a vítima está recuperando seus movimentos respiratórios;9 - Se a vítima voltar a respirar, interrompa a respiração artificial, mas não desvie sua atenção. Ela podeparar de respirar novamente.
  45. 45. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSReanimação ou Manutenção CardiopulmonarProtocolo para adultos, adolescentes, crianças e bebês.1 ou 2 socorristas.1. Em anteparo rígido, verifique o pulso no máximo por 10 segundos se não houver pulsação, faça 30compressões torácicas.2. Verifique as vias aéreas e a respiração. Se estiver parado, faça 2 ventilações.3. Manter 2 ventilações e 30 compressões torácicas.4. Ritmo mínimo de 100 compressões por minuto.Compressão CardíacaO socorrista coloca-se em um plano superior ao do paciente de tal modo que os seus braços em extensãopossam executar a manobra. Apóiam-se as eminências tênar e hipotênar de uma das mãos sobre ametade inferior do esterno, com os dedos estendidos. A outra mão é apoiada sobre a primeira, semencostar no esterno do paciente. Os braços do socorrista são mantidos em extensão e aproveitando opeso do seu corpo ele aplica na vítima uma pressão suficiente para deprimir 5 cm durante meio segundo.Em seguida, retira subitamente a compressão intercalando 30 compressões cardíacas e 2 ventilaçõesartificiais num ritmo mínimo de 100 (cem) compressões por minuto para a vítima adulta, adolescente ouuma criança.
  46. 46. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSLOCAL DAS COMPRESSÕESAdulto - Terço médio do tórax localiza-se o apêndice xifóide e dois dedos acima, no centro do tórax é olocal das 30 compressões. Apóiam-se as eminências tênar e hipotênar de uma das mãos sobre a metadeinferior do esterno, com os dedos estendidos a outra mão é apoiada sobre a primeira, sem encostar noesterno do paciente. Os braços do socorrista são mantidos em extensão a um ângulo de 90º eaproveitando o peso do seu corpo ele aplica na vítima uma pressão suficiente para deprimir 5 cm durantemeio segundo, olhando sempre para o horizonte e com a contagem em alto som. Em seguida, retirasubitamente a compressão intercalando 30 compressões cardíacas e 2 ventilações artificiais num ritmomínimo de 100 (cem) compressões por minuto para a vítima adulta, adolescente ou uma criança.Aprenda a fazer compressão cardíacaNa criança a técnica de reanimação é igual a aplicada em adultos, porém, nas crianças menores de 8anos a compressão é feita com apenas uma das mãos, e em bebês, através da compressão torácicapelos dedos indicador e médio. No bebê, o local da compressão está à largura de um dedo abaixo da linhaintermamilar, na linha mediana.São no mínimo 100 compressões por minuto, em adultos, crianças e bebês. A ventilação é feita demaneira independente da compressão cardíaca externa mantendo o seu número em cerca de 04 a 06ventilações por minuto. Para avaliação da eficácia dos procedimentos, verifica-se a presença de pulsaçãona artéria radial correspondentes as compressões efetuadas.Quando Cessar a Reanimação:Ambiente de risco;Quando você entrar em exaustão;Quando o médico mandar parar;Quando a vítima voltar à consciência.
  47. 47. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSMEDIDAS DE REANIMAÇÃO1 - Manutenção das vias aéreas permeáveisNo indivíduo inconsciente, em decúbito dorsal frequentemente a base da língua entra em contato com aparede posterior da faringe, obstruindo as vias aéreas superiores. A manobra de elevação da mandíbulacom extensão da cabeça permite a livre passagem do ar. Deve-se proceder a limpeza da região daorofaringe usando compressas, lenços ou um aspirador, caso haja a disponibilidade. Se houver suspeitade lesão cervical fazer uma leve extensão e manter sempre a cabeça alinhada com o corpo. Isto é obtidousando-se uma das mãos na face do paciente, enquanto dois dedos da outra mão elevam o mento.2 - Respiração Boca a BocaDeite a vítima de costas, sobre uma superfície dura (chão, mesa, areia da praia etc.), com os braçosestendidos ao longo do corpo, verifique o pulso no máximo por 10 segundos se não houver pulsação, faça30 compressões torácicas, retire da boca da vítima detritos, dentaduras e outros, segure a cabeça davítima e coloque uma das mãos sob o queixo e outra na parte alta da cabeça (testa) da vítima, levante-lheo pescoço e incline-lhe a cabeça para trás, até que a ponta do queixo fique voltada para cima. Mantenha acabeça nessa posição, usando como apoio, por exemplo, uma toalha enrolada. Tampe as narinas davítima com o indicador e o polegar e abra-lhe completamente a boca, encha bem os pulmões e coloquesua boca sobre a da vítima, sem deixar frestas, sopre com força, até notar que os pulmões da vítima seexpandem e o tórax se eleva. Retire sua boca, para que a pessoa possa expirar, recomece essaoperação, intercalando 30 compressões cardíacas e 2 ventilações artificiais num ritmo mínimo de 100(cem) compressões por minuto para a vítima adulta, adolescente ou uma criança. Verifique sempre se avítima está recuperando seus movimentos respiratórios. Se a vítima voltar a respirar, interrompa arespiração artificial, mas não desvie sua atenção. Ela pode parar de respirar novamente.A cabeça da vítima deve ficar parcialmente para trás enquanto durar o trabalho de respiração artificial,pois isso facilita a penetração de ar em seus pulmões, ao soprar, procure introduzir nos pulmões da vítimaa maior quantidade possível de ar, faça a respiração artificial uniformemente e sem interrupção, durante otempo que for necessário, às vezes pode levar até mais de 1 hora até a recuperação da vítima. Nãodesanime nem deixe vencer pelo cansaço, em poucos minutos o acidentado começara a apresentarinspirações espontâneas isoladas e aos poucos, sua respiração se normalizará e mesmo que a vítima serecupere completamente, ela deverá receber socorro médico.
  48. 48. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROS3 - Compressão Cardíaca ExternaO socorrista coloca-se em um plano superior ao do paciente de tal modo que os seus braços em extensãopossam executar a manobra. Apóiam-se as eminências tênar e hipotênar de uma das mãos sobre ametade inferior do esterno, com os dedos estendidos a outra mão é apoiada sobre a primeira, semencostar no esterno do paciente. Os braços do socorrista são mantidos em extensão a um ângulo de 90º eaproveitando o peso do seu corpo ele aplica na vítima uma pressão suficiente para deprimir 5 cm durantemeio segundo, olhando sempre para o horizonte e com a contagem em alto som. Intercale 30compressões cardíacas e 2 ventilações artificiais num ritmo mínimo de 100 (cem) compressões por minutopara a vítima adulta, adolescente ou uma criança. Verifique sempre se a vítima está recuperando seusmovimentos respiratórios. Se a vítima voltar a respirar, interrompa a respiração artificial, mas não desviesua atenção. Ela pode parar de respirar novamente.Na criança a técnica de reanimação é igual à aplicada em adultos, porém, nas crianças menores de 8anos a compressão é feita com apenas uma das mãos, e em bebês , através da compressão torácicapelos dedos indicador e médio. No bebê, o local da compressão está à largura de um dedo abaixo da linhaintermamilar.São no mínimo 100 compressões por minuto, em adultos, crianças e bebês. A ventilação é feita demaneira independente da compressão cardíaca externa mantendo o seu número em cerca de 04 a 06ventilações por minuto. Para avaliação da eficácia dos procedimentos, verifica-se a presença de pulsaçãona artéria radial correspondentes as compressões efetuadas juntamente com os parâmetros vitais.4 - DesfibrilaçãoDeve ser efetuada sem perda de tempo no primeiro minuto da parada cardíaca, antes mesmo de seconhecer o ritmo causal, pois existem boas perspectivas de recuperação pelo método. Atualmente,preconiza-se a sua utilização até mesmo por paramédicos treinados que atendem em domicílio vítima deparada cardíaca. As pás do desfibrilador são colocadas na borda superior direita do esterno, abaixo daclavícula e na ponta do coração; não se esquecer de colocar gel condutor, para não queimar o paciente.Inicia-se com aplicação de 200 joules (watts/seg.), aumentando-se seguidamente em caso de não haverresposta, até 400 joules (watts/seg.). Se ainda assim não houver resposta, deve-se pensar emhipossistolia ou assistolia. Nos intervalos entre os choques, o paciente devera ser mantido com acompressão cardíaca e ventilação artificial. Em alguns desfibriladores, a própria pá serve como eletrodopara o monitoramento do ECG, podendo se verificar com segurança o ritmo e o resultado obtidos pelométodo.
  49. 49. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSTRANSPORTE DE ACIDENTADOSCONCEITORemoção da vítima de um local perigoso para uma área segura e deve ser feito por pessoas treinadas eem algumas situações com equipamentos especiais.INDICAÇÕES:Vítimas inconscientes;Vítimas com queimaduras grandes;Hemorragias graves;Envenenados;Vítimas sob suspeita de fraturas, luxações e entorses.CUIDADOS:Tem que verificar o que é mais grave no momento;Observar os sinais vitais;Controlar hemorragia;Imobilizar (se houver suspeita de fratura);Evitar ou controlar estado de choque;Manter a vítima deitada.
  50. 50. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSTransporte de vítimasA remoção ou movimentação de um acidentado deve ser feita com um máximo de cuidado, a fim de nãoagravar as lesões existentes. Antes da remoção da vítima, devem-se tomar as seguintes providências:Se houver suspeita de fraturas no pescoço e nas costas, evite mover a pessoa;Para puxá-la para um local seguro, mova-a de costas, no sentido do comprimento com o auxílio de umcasaco ou cobertor;Para erguê-la, você e mais duas pessoas devem apoiar todo o corpo e colocá-la numa tábua ou maca,lembrando que a maca é o melhor jeito de se transportar uma vítima;Se precisar improvisar uma maca, use pedaços de madeira, amarrando cobertores ou paletós;Apóie sempre a cabeça, impedindo-a de cair para trás;Na presença de hemorragia abundante, a movimentação da vítima pode levar rapidamente ao estadode choque;Se houver parada respiratória, inicie imediatamente a respiração boca a boca e faça as compressõescardíacas;Imobilize todos os pontos suspeitos de fratura;Se houver suspeita de fraturas, amarre os pés do acidentado e o erga em posição horizontal, como umsó bloco, levando até a sua maca;No caso de uma pessoa inconsciente, mas sem evidência de fraturas, duas pessoas bastam para olevantamento e o transporte;Lembre-se sempre de não fazer movimentos bruscos.Atenção:Movimente o acidentado o menos possível;Evite arrancadas bruscas ou paradas súbitas durante o transporte;O transporte deve ser feito sempre em baixa velocidade, por ser mais seguro e mais cômodo para avítima;Não interrompa, sob nenhum pretexto, a respiração artificial ou a compressão cardíaca, se estas foremnecessárias. Nem mesmo durante o transporte.TIPOS DE TRANSPORTE DE VÍTIMASTransporte de ApoioAuxiliar na locomoção pode ser com um ou dois socorristas. Para longas distâncias. Indicado para casosde luxações, entorses, fraturas de membros inferiores (sem hemorragia). Não é indicado paraenvenenados.
  51. 51. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSTransporte de CadeiraFaz-se com a vítima sentada na cadeira. Deve ser realizado por duas pessoas. Retirada de vítimas delocais onde seja inviável o transporte de arrasto, dentre outros.Transporte de CadeirinhaOs socorristas seguram os antebraços um do outro. A vítima senta-se sobre os braços dos socorristas eos braços da vítima deverão passar por trás do pescoço dos socorristas.Transporte pelas ExtremidadesO socorrista que apoiará o tórax da vítima passa os seus braços por baixo da mesma e cruza-o sobre opeito da vítima. As costas da vítima devem estar em contato com o peito do socorrista. O outro socorristairá ajoelhar-se, colocar as pernas da vítima sobre as suas, abraçar as pernas da vítima e se levantar.Transporte em Braço ou nas CostasFaz-se carregando a vítima, como noivos. Para longas distâncias. Indicado para transporte de pessoasinconscientes sem suspeita de lesão da coluna.
  52. 52. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSTransporte em BlocoUtilizado por três ou quatro socorristas. A vítima é transportada em bloco evitando ao máximo movimentona coluna. Os socorristas devem estar atentos ao caminhar para não tropeçarem um no outro. A direçãodo deslocamento durante o transporte é na dos pés da vítima.Transporte por ArrastoPara curtas distâncias. Há várias formas de transporte de arrasto como usando lençol ou pelos braços.Indicado para vítimas com suspeita de lesão na coluna. Deve-se manter a cabeça da vítima imóveldurante o transporte.Transporte BombeiroIndicado para remoção de vítimas com dificuldade de movimentação ou inconscientes. Contra indicadopara suspeita de lesão da coluna. Deve ser realizado por pessoas treinadas e fortes, pois pode machucara vítima.Transporte em MacaDeve ser utilizado em situações nas quais a vítima precisará ser deslocada para um local mais seguro ouem locais sem possibilidade de chegada de socorro adequado.
  53. 53. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSTrauma de crânioO cérebro é protegido por uma caixa óssea, o crânio.Este é o órgão mais nobre e sensível do corpo humano e também o que apresenta menor chance derecuperação, quando lesado. Ele possui diversas artérias, veias e capilares, as quais podem se romper notrauma. Como o crânio (parte óssea) é rígido e o cérebro mais macio, uma hemorragia irá gerar umhematoma, que por sua vez irá crescer comprimindo o cérebro, o que certamente trará lesõesneurológicas. Algumas vezes nem há sangramento, apenas o "balançar" do cérebro dentro da caixacraniana é o bastante para fazê-lo inchar e comprimir-se.Sinais e sintomas:Perda da consciência, sonolência, desorientação;Área de depressão no crânio;Sangramento pelo nariz ou ouvido;Paralisia de um lado do corpo;Perda da visão;Convulsões;Vômitos;Dor de cabeça forte e persistente;Perda de equilíbrio;Instabilidade respiratória;Isto tudo pode ocorrer até 24 horas após o trauma*.Assim sendo, pessoas com história de traumatismo craniano, mesmo que de pequeno porte quecomece a apresentar estes sintomas, devem ser encaminhadas para avaliação médica.TRAUMA NA CABEÇACrânio e Encéfalo
  54. 54. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSCérebroA atividade direta do cérebro (ótico, gustativo, olfativo e auditivo), os outros estão ligados a medulaespinhal.VentrículosSão sacos de amortecimento do cérebro.
  55. 55. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSCamada de Proteção do CrânioCaixa cranianaForâmen Magno - medula espinhal.
  56. 56. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSMeningeMeninge são camadas de osso da caixa craniana e entre elas há o líquor que é um liquido claro que servede amortecimento para impactos, quando ocorre inflamação destas meninges chama-se meningite.Trauma CranianoTrauma Cerebral
  57. 57. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSSinais e sintomas:Olhos (arrocheamento).Hemorragia atrás da orelha ou na base da nuca.Posturas de lesões Cerebrais.Observação:Se a lesão for no CÓRTEX CEREBRAL - Posição de contração.Se a lesão for no CEREBELO - Posição de expansão.Cuidado com trauma de cabeça:1. Peça ajuda em caráter de emergência;2. Faça o protocolo CAB;3. Mantenha o paciente em repouso;4. Controle a hemorragia;5. Não aplique compressão direta;6. Use um curativo volumoso (absorvente);7. Não parar o fluxo de líquidos que possam sair da orelha e nariz;8. Converse com a vítima para perceber o nível de consciência;9. Faça curativo nas outras feridas abertas.
  58. 58. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSTRAUMA NA COLUNA VERTEBRAL E MEDULA ESPINHALQUADRÚPEDES x BÍPEDESOs quadrúpedes quando parados apóiam as quatro patas no solo o que lhes dá uma excelenteestabilidade. Quando andam vagarosamente eles coordenam as suas quatro patas de maneira quesempre três delas apoiam-se no solo e este mecanismo permite também a estabilidade de um tripé. “Estaestabilidade foi perdida quando os nossos ancestrais os HOMINÍDEOS há cerca de 4,5 milhões de anosficaram de pé assumindo a posição de bípedes e esboçaram os seus primeiros passos através dasflorestas”.A posição bípede exige um sistema de controle da estabilidade muito mais complexo. Além disso, acoluna passou a suportar uma carga muito maior e a exercer não só a função de equilíbrio, mas tambémde sustentação e movimento. Tais funções são exercidas principalmente pelo esqueleto e pelos músculos.A medula nervosa é parecida com um cabo telefônico, com milhões “fios” em seu interior.Ela nasce no cérebro e vem descendo por dentro dos ossos da coluna (vértebras), emitindo um ramo denervo a cada vértebra. Cada "fio" que compõe este nervo vai até um órgão ou músculo levando ainformação (ordem) emitida pelo cérebro.Num trauma de coluna pode haver fratura de uma vértebra com grande possibilidade de lesar a medulanervosa, interrompendo esta troca de informações.Sinais e Sintomas:Pacientes conscientes podem referir dor na coluna, formigamentos irradiando-se para braços oupernas;Em casos em que já houve lesão do tronco nervoso, podem referir não sentir o membro;Quando se queixam destes sintomas nos braços (membros superiores), a lesão provavelmente foi naregião cervical (pescoço);Estas queixas referidas apenas à perna (membros inferiores), a lesão ocorreu em um segmento maisbaixo, sendo mais comum na região lombar.
  59. 59. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSO que fazer:1. Chamar o resgate;2. Imobilizar o pescoço e a coluna, ou impedir que a vítima se movimente até que chegue socorroespecializado. Lembre-se que algumas vítimas podem se apresentar agitadas;3. Verificar sinais vitais e aplicar RCP se necessário;4. Avaliar o nível de consciência;5. Avaliar e cuidar dos demais ferimentos, hemorragias, etc.O que não fazer:1. Não transporte ou movimente a vítima sem a real necessidade;2. Não ofereça alimentos ou bebidas, mesmo que esteja consciente. Ela pode tornar-se inconsciente,vomitar e aspirar o vômito.
  60. 60. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSVértebrasVértebras são discos ósseos interligados (sobrepostos), um sobre o outro, separados por discos vertebraiscartilaginosos que servem como amortecedores de impactos.Sinais e Sintomas:Dificuldade para respirar;Dormência, fraqueza e perda de sensibilidade;Paralisia dos membros;Priapismo (Contração involuntária do pênis persistente e dolorosa).Mecanismos de Trauma na Coluna Cervical:1. Hiperextenção2. Hiperflexão3. Compressão4. Rotação5. Distração
  61. 61. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSBatida de automóvel (efeito chicote)Cuidados com Traumas no Pescoço e na Coluna Vertebral:1. Faça o protocolo CAB;2. Toda vítima vai ser tratada como se tivesse TRM (Trauma Raquio Medular);3. Mantenha em repouso e estabilizado.IMOBILIZAÇÃO (colar cervical).
  62. 62. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSARTÉRIA RADIALÉ o melhor e mais fácil lugar para palpação da frequência cardíaca. A técnica mais comum é usaras pontas do segundo e do terceiro dedo da mão para pressionar ligeiramente a artéria e entãoencontrar o número de pulsações durante 10 segundos. Depois é só multiplicar o número depulsações por 6.Áreas de compressões em caso de hemorragias arteriais1 - TEMPORAL - Couro cabeludo2 - CAROTÍDEA - Pescoço3 - FACIAL - Face4 - SUBCLÁVIA - Peito5 - BRAQUIAL - Braço6 - AXILAR - Axila7 - RADIAL - Punho8 - ULNAR - Braço9 - FEMURAL - Virilha10 - POPLÍTEA - Perna11 - PEDIAL DORSAL ou PEDIOSO - PéUlnar
  63. 63. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSHemorragias - ExternasHemorragia externa é quando ocorre a visualização externa do sangue. A gravidade de uma hemorragia édada pela quantidade e velocidade da perda de sangue ao rompimento de um vaso sanguíneo (veia,artéria ou capilar).O que fazer:Coloque a vítima deitada e procure manter o ferimento acima do nível do coração;Não retire objetos incrustados e não coloque nenhuma substância no ferimento;Proteja-se do contato com o sangue;Pressione firmemente o local por cerca de 10 minutos, comprimindo com um pano limpo dobrado,toalhas ou gazes grossas;Se o corte for extenso, aproxime as bordas abertas com os dedos e mantenha unidas. Ainda, caso osangramento não cesse, pressione com mais firmeza por mais 10 minutos;Quando parar de sangrar, cubra o ferimento com uma gaze e prenda-a com uma atadura firme, masque permita a circulação do sangue. Se o sangramento persistir através do curativo, ponha novasataduras, sem retirar as anteriores, evitando a remoção de eventuais coágulos;Não aplique substâncias como pó de café ou qualquer outro produto.Procure auxílio médico imediato.Observação:Quando houver sangramentos intensos nos membros e a compressão não for suficiente para estancá-los,comprima a artéria ou a veia proximal responsável pelo sangramento contra o osso, impedindo apassagem de sangue para a região afetada.Hemorragias - InternasHemorragia interna é quando não ocorre visualização externa do sangue, o extravasamento de sangue écoletado para o interior do corpo (cavitária). A hemorragia interna pode levar rapidamente ao estado dechoque hipovolêmico e por isso, a situação deve ser acompanhada e controlada com muita atenção paraos sinais externos:Pulso fraco e acelerado;Pele fria e pálida;Mucosas dos olhos e da boca brancas;Mãos e dedos arroxeados pela diminuição da irrigação sanguínea;Sede, tontura e inconsciência.Geralmente precedido de história de trauma no abdômen ou tórax, como socos, contusão do tórax novolante em acidente automobilístico e outros.Uma contusão ou fratura de costela pode lesar uma artéria do pulmão causando hemorragia pulmonar, noabdômen, uma compressão externa por um dos motivos acima citados, pode romper o baço, fígado, rinsou intestino fazendo-os sangrar internamente, pode ainda haver "explosão” de órgãos ôcos comoestômago, intestinos e bexiga. Não dê alimentos à vítima e nem aqueça demais com cobertor e procureauxílio médico imediato.
  64. 64. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSSinais comuns de hemorragias internas:Torpor (pré desmaio);Palidez;Sede;Aumento dos batimentos cardíacos.O que fazer:Peça ajuda URGENTE;Coloque a vítima deitada e eleve as pernas;Monitore os sinais vitais;Se preciso, aplique RCP.O que não fazer:Não dê qualquer tipo de alimento ou bebida a vítima. Ela pode tornar-se inconsciente, vomitar e aspirar oalimento e/ou água. Se ela queixar-se muito de sede, molhe um lenço apenas para umidificar a língua.Não retire objetos incrustados no ferimento como gravetos, hastes metálicas (vergalhões, facas, etc.).As hemorragias se caracterizam por:LOCALIZAÇÃOBocaNarizOuvidoÂnusUretraVaginaO que fazer:1. Compressão direta sobre a lesão;2. Elevação do membro lesado;3. Compressão dos pontos arteriais. (um corte distal procura-se uma artéria proximal para fazer a compressão).Ulnar
  65. 65. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSTIPOSEquimose - mancha limitadaSufusão - hemorragia extensaPetéquias - fragilidade capilarHematoma - mancha arroxeadaQUALIDADEARTERIAL - O sangue sai em jatos intermitentes, provocados pela sístole do coração. Vermelhorutilante e rico em oxigênioVENOSA - O sangue flui em filete contínuo. Vermelho escuro e rico em gás carbônico.CAPILAR - O sangue sai em gotejamento.VOLUMEPEQUENA - Até 500 ml sangue, não “interferindo” nos parâmetros vitais.MÉDIA - De 500 a 1000 ml de sangue.GRANDE - Acima de 1000 ml de sangue.Hemorragias - NasaisAlgumas pessoas costumam apresentar sangramentos nasais espontâneos, principalmente no verão,inverno, grandes altitudes e em períodos de estiagem.O que fazer:Para estancar este tipo de hemorragia basta que façamos a compressão do lado que está sangrando por10 minutos. Não se deve tentar "limpar" o nariz logo após estancada a hemorragia pois poderemos retiraro coágulo e ele voltará a sangrar.Picos de hipertensão (pressão alta) e traumas de crânio podem causar este tipo de hemorragia. Destaforma pessoas com história de hipertensão ou de traumatismos cranianos devem ser encaminhadas aopronto socorro para avaliação médica.
  66. 66. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSAs principais lesões em atletasQuadro de estatísticas segundo o livro Manual de Medicina do Esporte, Fascículo 2 da SociedadeBrasileira de Medicina Esportiva. Comissão Científica, Dr. João Gilberto Carazzato. O autor apresenta umnúmero de atendimentos executados com frequência de 3 horas semanais durante 20 anos (1972 a 1992)ininterruptos, as principais lesões são:Segmentos Corpóreos %Joelho.....................................................................Tornozelo...............................................................Coluna....................................................................Mão.........................................................................Ombro....................................................................Coxa.......................................................................Pé...........................................................................Punho.....................................................................Perna......................................................................Antebraço...............................................................Cotovelo.................................................................Bacia......................................................................Braço......................................................................Outros ...................................................................26,719,513,513,37,95,23,73,53,11,30,90,70,40,4Tipo de Lesão % de LesõesEntorse 35,5Contusão 4,5Menisco 6,1Mioentesite 10,7Patela Sub-Luxans 8,9Fraturas 4,3Coluna 10,1Tendinite 3,5Osteocondrite 2,0Neurite 1,0Bursite 0,3Luxação 1,3Artrose 0,6
  67. 67. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSEntorsesEntorses ocorrem quando uma articulação entre dois ossos são forçadas além de seus limites causandomuitas vezes hematomas e inchaço na região, com lesões parciais ou totais dos ligamentos (estrutura quesustenta as articulações).PODEM SER:LEVE - Dor desprezível, capacidade funcional inalterada.Tempo de recuperação de (07 a 14 dias);MODERADA - Ruptura parcial, dor considerável, capacidade funcional alterada.Tempo de recuperação de (14 a 21 dias);GRAVE - Ruptura total, dor intensa, incapacidade funcional.Tempo de recuperação (acima de 35 dias).Sinais e Sintomas:Dor;Edema;Hemorragia interna;Incapacidade funcional;Dismorfia (desalinhamento ou disfunção do segmento ósseo).O que fazer:Imobilização provisória;Crioterapia;Indumentária (folgar as roupas);Psicoterapia;Encaminhe a vítima ao pronto socorro o mais breve possível.
  68. 68. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSLuxaçõesA luxação é uma lesão onde as extremidades ósseas que formam uma articulação ficam deslocadas,permanecendo desalinhadas e sem contato entre si. O desencaixe de um osso da articulação (luxação)pode ser causado por uma pressão intensa, que deixará o osso numa posição anormal, ou também poruma violenta contração muscular. Com isto, poderá haver uma ruptura dos ligamentos. Em caso deluxação, o socorrista deverá proceder como se fosse um caso de fratura, imobilizando a região lesada,sem o uso de tração. No entanto, devemos sempre lembrar que é bastante difícil distinguir a luxação deuma fratura.Podem ser:Incompleta ou Parcial - (superfícies ósseas perdem parcialmente o contato).Completa ou Total - (superfícies ósseas perdem totalmente o contato).Simples - Lesão na superfície óssea.Complexa - Lesão nas superfícies ósseas e rompimento da cápsula sinovial.Sinais e Sintomas:Dor intensa;Edema;Hemorragia interna;Incapacidade funcional;Dismorfia (desalinhamento ou disfunção do segmento ósseo).O que fazer:Imobilização provisória;Crioterapia;Indumentária (folgar as roupas);Psicoterapia;Encaminhe a vítima ao pronto socorro o mais breve possível.O que não fazer:Não tente colocar o osso no lugar!
  69. 69. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSFraturasPodemos definir uma fratura como sendo a perda, total ou parcial, da continuidade do tecido ósseo. Afratura pode ser simples (fechada) ou exposta (aberta). Na fratura simples não há o rompimento da pelesobre a lesão e nas expostas sim, isto é, o osso fraturado fica exposto ao meio ambiente, possibilitandosangramentos e um aumento do risco de infecção.No caso de fraturas, a vítima geralmente irá queixar-se de dor no local da lesão. O socorrista poderáidentificar também, deformidades, edemas, hematomas, exposições ósseas, palidez ou cianose dasextremidades e ainda a redução de temperatura no membro fraturado. A imobilização provisória é osocorro mais indicado no tratamento de fraturas ou suspeitas de fraturas. Quando executada de formaadequada, a imobilização alivia a dor, diminui a lesão tecidual, o sangramento e a possibilidadede contaminação de uma ferida aberta. Nas fraturas expostas, antes de imobilizar o osso fraturado,o socorrista deverá cobrir o ferimento com um pano bem limpo ou com gaze estéril. Isto diminuirá apossibilidade de contaminação e controlará as hemorragias que poderão ocorrer na lesão. É importanteque nas fraturas com deformidade em articulações (ombros, joelhos, etc.), o socorrista imobilize o membrona posição em que ele for encontrado, sem mobilizá-lo.Sinais e Sintomas:Dor em um osso ou articulação;Incapacidade de movimentação;Adormecimento e formigamento;Mudança na coloração local da pele;Dismorfia (forma ou posição anormal de um osso ou articulação);Vítima refere ter ouvido ou sentido um "estalo".O que fazer:1. Gentilmente apalpe o corpo, dedos das mãos e pés, sempre observando se há reação de dor;2. Tranquilize e movimente a vítima o mínimo possível;3. Cubra ferimentos com gazes ou panos limpos;4. Imobilize o membro com tipóias, talas e ataduras;5. Aguarde socorro especializado.O que não fazer:NÃO TENTE COLOCAR O OSSO NO LUGAR!Pela proximidade dos ossos com as artérias e veias, a manipulação incorreta do osso fraturado pode lesá-las, complicando a situação. A lesão da artéria pode interromper o fluxo de sangue para o restante domembro (isquemia).
  70. 70. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSHipotermia - Exposição ao frioO tempo de exposição à água fria pode causar hipotermia, isto significa que a temperatura do corpo caiabaixo de 35ºC.TIPOS DE HIPOTERMIALEVE - 35ºC a 33ºC - Sensação de frio, tremor, espasmo muscular, exaustão física e as extremidades(ponta dos dedos, lábios, nariz, orelhas) apresentam tonalidade cinzenta ou cianótica (levementearroxeada).MODERADA - 33ºC a 30ºC - Confusão mental, espasmos musculares intensos, sonolência quaseinconsciente pode ocorrer agressividade, depressão ou euforia e frequência cardíaca lenta ou irregular.GRAVE - Menos de 30ºC - Causa inconsciência e imobilidade (rigidez muscular), os calafrios param, aspupilas tendem a dilatar e a frequência cardíaca e respiratória são quase imperceptíveis e morte eminente.Como Identificar uma hipotermia:História de exposição ao frio;Fraqueza, sonolência;Pele pálida, azulada;Confusão mental;Rigidez muscular.O que fazer:1. Retire roupas molhadas;2. Aqueça a vítima de alguma forma, cobertores, banhos quentes, etc.;3. Se estiver consciente ofereça bebidas quentes.
  71. 71. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROS
  72. 72. EDUCADOR JEFFERSON MATOS - UNIME SALVADORDISCIPLINA - PRIMEIROS SOCORROSSALVAMENTO NA ÁGUA1. PREVENÇÃOCompreende uma série de medidas tomadas, preventivamente pelas autoridades competentes através deproibições ou limitações de áreas impróprias para o banho, por oferecer perigo de vida.Completam estas medidas a atuação do pessoal e material especializado, no caso os salva-vidas, comorientações aos banhistas, através de sinalizações por meio de bandeirolas, apitos, embarcações oudemarcações de áreas na praia, onde o mar não é próprio para o banho.Por último, os conhecimentos, a prudência e precaução dos próprios banhistas, que usam do bom-senso,não se aventurando em mar perigoso.2. CONDIÇÕES DO MARTodos os salva-vidas ao assumirem seus postos deverão inicialmente tomar conhecimento das condiçõesdo mar. Dessa avaliação que compreende o sentido das correntezas e existência de valas e se o mar estánormal ou em ressaca, será feita a colocação de sinalização visual através de bandeirolas e placas desinalização.Com as placas, sinaliza-se e limita-se as áreas ou locais que oferecem perigos tais como: valas, valões,correntezas, etc.3. VISUALIZAÇÃO VISUALCom as bandeirolas colocadas nos postos de observação dos salva-vidas, orienta-se os banhistas para ascondições de banho e a existência de salva-vidas.Bandeirola-verde - significa mar calmo, próprio para banho e com a proteção de salva-vidas.Bandeirola Amarela - mar oferecendo perigo com ressalvas para o banho e com proteção de salva-vidas.Bandeirola Vermelha - mar perigoso sem condições para banho, apesar da proteção de salva-vidas.3.1 COMUNICAÇÃO SONORACompreende a emissão de sons, normalmente do apito significando:Silvos longos e intermitentes - alerta geral para todos os banhistas saírem imediatamente da água,perigo iminente.Silvo breve e intermitente - alerta aos banhistas para não entrarem na água em virtude do perigoiminente.Um silvo longo e um breve - serve para avisar aos salva-vidas sobre a existência de afogamento,normalmente comunicado por outro salva-vidas.

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