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TRABALHOS EM ALTURA
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• PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO
• TIPOS DE TRABALHOS EM ALTURA
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•REDES DE SEGURANÇA
•GUARDA-CORPOS
•ANDAIMES
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DESTINA-SE A PR...
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SEGURANÇA DOS TRABALHOS EM ALTURA
DESTINA-SE A PROTEGER OS TRABALHADORES INDIVIDUALME...
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•QUEDA EM ALTURA
•QUEDA DE OBJECTOS
•CHOQUE COM OBJECTOS NO TRAJECTO DE
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•QUEDA EM ALTURA
•CHOQUE COM OBJECTOS NA SUBIDA/DESCIDA
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•UTILIZAÇÃO
•COLOCAÇÃO
•TRANSPORTE
•CONSERVAÇÃO
•ARMAZENAMENTO
ESCADAS -REGRAS DE UTILIZAÇÃO
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•USAR O TIPO E O TAMANHO MAIS ADAPTADO À
TAREFA A EXECUTAR
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FENDIDOS
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PROCESSOS IMPROVISADOS
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PRIMEIRO SE O SISTEMA DE ENGATE E...
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1. AO TRANSPORTAR UMA ESCADA DEVE TER EM
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1.NÃO SE DEVE TRANSPORTAR ESCADAS EM VEÍCULOS
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•AS ESCADAS DEVEM SER ARMAZENADAS EM LOCAIS
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MEDIDAS DE PREVENÇÃO
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RELATIVAS A ANDAIMES FIXOS
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RELATIVAS A ANDAIMES MÓVEIS
MEDIDAS DE PREVENÇÃO
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OS TRABALHADORES QUE EXECUTEM TRABALHOS
EM ALTURA DEVERÃO REALIZAR EXAMES MÉDICOS
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MEDIDAS DE FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO
•OS TRABALHADORES TÊM DE DISPOR DE INFORMAÇÃO
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  1. 1. Ana Lino TH&ST 1 TRABALHOS EM ALTURA
  2. 2. Ana Lino TH&ST 2 TRABALHOS EM ALTURA • PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO • TIPOS DE TRABALHOS EM ALTURA • RISCOS MAIS FREQUENTES • TRABALHOS (ESCADAS, ANDAIMES FIXOS, MÓVEIS E SUSPENSOS, POSTES / TORRES) • MEDIDAS DE PREVENÇÃO • PROTECÇÃO COLECTIVA E INDIVIDUAL • VIGILÂNCIA MÉDICA • FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO • LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
  3. 3. Ana Lino TH&ST 3 PRINCÍPIOS GERAIS DE PREVENÇÃO TRABALHOS EM ALTURA •ELIMINAÇÃO DO RISCO NA FASE DE PROJECTO OU ATRAVÉS DA CONCEPÇÃO DE EQUIPAMENTOS E DE MÉTODOS DE ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO •LIMITAÇÃO DOS EFEITOS DE RISCO MEDIANTE A UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO COLECTIVA •UTILIZAÇÃO COMPLEMENTAR DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL •INFORMAÇÃO ACERCA DO MODO DE EXECUTAR AS TAREFAS E PLANEAMENTO DA ACTIVIDADE •FORMAÇÃO PARA A EXECUÇÃO DAS ACTIVIDADES TRABALHOS
  4. 4. Ana Lino TH&ST 4 TRABALHOS EM ALTURA •REDES DE SEGURANÇA •GUARDA-CORPOS •ANDAIMES •PLATAFORMAS DE TRABALHO DESTINA-SE A PROTEGER OS TRABALHADORES NO SEU CONJUNTO CONTRA O RISCO DE QUEDA EM ALTURA PROTECÇÃO COLECTIVA SEGURANÇA DOS TRABALHOS EM ALTURA
  5. 5. Ana Lino TH&ST 5 TRABALHOS EM ALTURA SEGURANÇA DOS TRABALHOS EM ALTURA DESTINA-SE A PROTEGER OS TRABALHADORES INDIVIDUALMENTE CONTRA O RISCO DE QUEDA EM ALTURA QUANDO NÃO EXISTE PROTECÇÃO COLECTIVA PROTECÇÃO INDIVIDUAL •ARNÊS DE PÁRA-QUEDAS •REGULADOR ANTIQUEDAS •AMORTECEDOR DE QUEDAS •PÁRA-QUEDAS RECTRÁCTIL •CORDA LINHA DE VIDA
  6. 6. Ana Lino TH&ST 6 TRABALHOS EM ALTURA •DL 441/91, de 14 /11 •DL 348/93, de 1/10 •Portaria 988/93, de 6/10 •DL128/93, de 22/04 •Portaria 1131/93, de 4/11 •DL 155/95, de 1/07 •Portaria 101/96, de 03/04 •DL 41 821, de 11/08/58 PROTECÇÃO COLECTIVA E INDIVIDUAL LEGISLAÇÃO APLICÁVEL
  7. 7. Ana Lino TH&ST 7 TRABALHOS EM ALTURA •COM ESCADAS PORTÁTEIS (SIMPLES OU EXTENSÍVEIS) E ESCADOTES •ANDAIMES FIXOS •ANDAIMES MÓVEIS •ANDAIMES SUSPENSOS •POSTES/TORRES METÁLICAS TIPOS DE TRABALHOS EM ALTURA
  8. 8. Ana Lino TH&ST 8 TRABALHOS EM ALTURA •QUEDA EM ALTURA •QUEDA DE OBJECTOS •CHOQUE COM OBJECTOS NO TRAJECTO DE SUBIDA/DESCIDA •ELECTROCUSSÃO OU ELECTRIZAÇÃO (NA VIZINHANÇA DE INSTALAÇÕES EM TENSÃO) RISCOS MAIS FREQUENTES
  9. 9. Ana Lino TH&ST 9 TRABALHOS EM ALTURA •QUEDA EM ALTURA •CHOQUE COM OBJECTOS NA SUBIDA/DESCIDA •QUEDA DE OBJECTOS (A PARTIR DE PONTOS SUPERIORES) •ELECTRIZAÇÃO OU ELECTROCUSSÃO (NA VIZINHANÇA DE OUTRAS INSTALAÇÕES EM TENSÃO) CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE • COM ESCADAS PORTÁTEIS (SIMPLES OU EXTENSÍVEIS) E ESCADOTES
  10. 10. Ana Lino TH&ST 10 •ESCOLHA •UTILIZAÇÃO •COLOCAÇÃO •TRANSPORTE •CONSERVAÇÃO •ARMAZENAMENTO ESCADAS -REGRAS DE UTILIZAÇÃO AS OPERAÇÕES A TER EM CONTA SÃO: TRABALHOS EM ALTURA
  11. 11. Ana Lino TH&ST 11 •USAR O TIPO E O TAMANHO MAIS ADAPTADO À TAREFA A EXECUTAR •AS ESCADAS DE METAL OU DE MADEIRA COM REFORÇO DE METAL À VISTA, NÃO DEVEM SER USADAS NOS CASOS EM QUE EXISTA PERIGO DE CONTACTO COM CONDUTORES ELÉCTRICOS SOB TENSÃO •A ESCADA OU UM DOS MONTANTES DEVE ULTRAPASSAR, EM PELO MENOS 1 METRO, O PLANO DE TRABALHO QUE SE QUER ATINGIR ESCADAS –ESCOLHA TRABALHOS EM ALTURA
  12. 12. Ana Lino TH&ST 12 •DEGRAUS OU MONTANTES, PARTIDOS OU FENDIDOS •DEGRAUS SOLTOS OU SEGUROS POR PROCESSOS IMPROVISADOS •SEM BASES ANTIDERRAPANTES, OU COM ESTAS EM MAU ESTADO DE CONSERVAÇÃO. NÃO DEVE SER UTILIZADA UMA ESCADA QUE APRESENTE OS SEGUINTES DEFEITOS: TRABALHOS EM ALTURA
  13. 13. Ana Lino TH&ST 13 TRABALHOS EM ALTURA •NUNCA SUBIR A UMA ESCADA EXTENSÍVEL SEM VERIFICAR PRIMEIRO SE O SISTEMA DE ENGATE ESTÁ DEVIDAMENTE FIXADO •PARA SUBIR OU DESCER DEVERÁ TER AS DUAS MÃOS LIVRES, APOIAR-SE NOS DEGRAUS E ESTAR VIRADO DE FRENTE PARA A ESCADA •NÃO COLOCAR OBJECTOS JUNTO À BASE DA ESCADA , NEM NOS DEGRAUS •PARA ATINGIR PONTOS AFASTADOS, NÃO DEVE INCLINAR- SE, É MAIS SEGURO DESLOCAR A ESCADA •NUNCA UTILIZE OS ÚLTIMOS 4 DEGRAUS PARA SUBIR, ESTES SERVEM APENAS PARA APOIO ESCADAS –UTILIZAÇÃO
  14. 14. Ana Lino TH&ST 14 TRABALHOS EM ALTURA EM TRABALHOS COM OPERAÇÕES FREQUENTES DE SUBIDA/DESCIDA RECOMENDA-SE A INSTALAÇÃO DE UM SISTEMA ANTIQUEDAS DESLIZANTE DURANTE A UTILIZAÇÃO DA ESCADA NÃO DEVE PERMANECER MAIS DO QUE UM TRABALHADOR SOBRE A MESMA, EXCEPTO EM CIRCUNSTÂNCIAS DE SALVAMENTO, EM QUE PODE SUBIR OUTRO, PARA O RESGATAR ESCADAS –UTILIZAÇÃO (Cont.)
  15. 15. Ana Lino TH&ST 15 TRABALHOS EM ALTURA •NO CASO DE COLOCAR UMA ESCADA APOIADA NUMA FACHADA OU ESTRUTURA, PARA SUBIDA A UM TERRAÇO OU PLATAFORMA, AQUELA DEVE FICAR COM CERCA DE 1 METRO ACIMA DA REFERIDA ESTRUTURA •AS ESCADAS PORTÁTEIS DEVEM SER APOIADAS EM SUPERFÍCIES NIVELADAS E RESISTENTES •NÃO SE DEVE COLOCAR UMA ESCADA FRENTE A UMA PORTA, A MENOS QUE ESTA ESTEJA TRANCADA OU FECHADA À CHAVE ESCADAS – COLOCAÇÃO
  16. 16. Ana Lino TH&ST 16 TRABALHOS EM ALTURA •A ESCADA DEVE SER COLOCADA DE FORMA A QUE A BASE FIQUE APOIADA EM PONTOS SOLIDAMENTE FIXOS, QUE A IMPEÇAM DE DESLIZAR •EM NENHUMA CIRCUNSTÂNCIA A ESCADA PODE FICAR ASSENTE SOBRE MATERIAIS SOLTOS, CAIXOTES... QUE POSSAM VIR A PROVOCAR A SUA INSTABILIDADE OU OSCILAÇÃO •SEMPRE QUE NÃO SEJA POSSÍVEL COLOCAR A BASE DOS MONTANTES SOBRE UM PLANO HORIZONTAL FIXO, DEVEM USAR-SE ESTABILIZADORES OU PÉS REGULÁVEIS. ESCADAS –APOIO E ESTABILIDADE
  17. 17. Ana Lino TH&ST 17 TRABALHOS EM ALTURA 1. AO TRANSPORTAR UMA ESCADA DEVE TER EM ATENÇÃO O SEU COMPRIMENTO DE MODO A NÃO CAUSAR DANOS EM PESSOAS, EQUIPAMENTOS OU INSTALAÇÕES 2. SEMPRE QUE TENHA QUE DESLOCAR UMA ESCADA EXTENSÍVEL, DEVE FAZÊ-LO COM ESTA NO SEU TAMANHO MAIS CURTO ESCADAS –TRANSPORTE MANUAL
  18. 18. Ana Lino TH&ST 18 1.NÃO SE DEVE TRANSPORTAR ESCADAS EM VEÍCULOS DE DUAS RODAS 2.AS ESCADASDEVEM SER COLOCADAS DE TAL MODO QUE DURANTE O TRANSPORTE SE MANTENHAM PARALELAS AO EIXO DA VIA 3.AS ESCADAS DEVEM SER BEM AMARRADAS AOS VEÍCULOS DE MODO A EVITAR O SEU DESLOCAMENTO DURANTE O TRANSPORTE ESCADAS –TRANSPORTE EM VEÍCULOS TRABALHOS EM ALTURA
  19. 19. Ana Lino TH&ST 19 •AS ESCADAS EM PARTICULAR AS DE FIBRA DE VIDRO E TODOS OS SEUS ACESSÓRIOS DEVEM SER INSPECCIONADAS REGULARMENTE •OS CUIDADOS A TER COM A SUA CONSERVAÇÃO DEVERÃO ESTAR DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES DO FABRICANTE •QUALQUER ESCADA QUE APRESENTE DEFICIÊNCIAS, QUE COMPROMETAM A SUA UTILIZAÇÃO EM CONDIÇÕES DE SEGURANÇA, DEVE SER RETIRADA DE IMEDIATO E SUBSTITUÍDA ESCADAS –CONSERVAÇÃO TRABALHOS EM ALTURA
  20. 20. Ana Lino TH&ST 20 •AS ESCADAS DEVEM SER ARMAZENADAS EM LOCAIS PRÓPRIOS, DE MODO A EVITAR DEFORMAÇÕES E DETERIORAÇÕES •NÃO DEVEM ESTAR EXPOSTAS A TEMPERATURAS ELEVADAS, NEM EM CONTACTO COM ÓLEOS E SUBSTÂNCIAS CORROSIVAS •LOGO QUE O TRABALHO ESTEJA CONCLUÍDO OU POR QUALQUER MOTIVO SEJA INTERROMPIDO, A ESCADA DEVE SER RETIRADA DA POSIÇÃO DE TRABALHO E ARRUMADA CONVENIENTEMENTE ESCADAS –ARMAZENAMENTO TRABALHOS EM ALTURA
  21. 21. Ana Lino TH&ST 21 MEDIDAS DE PREVENÇÃO TRABALHOS EM ALTURA •DEFINIÇÃO DAS ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS INDISPENSÁVEIS PARA A AQUISIÇÃO ( CARGA MÁXIMA, ALTURA, DEGRAUS, ETC. ) •SELECÇÃO DA ESCADA MAIS ADAPTADA À NATUREZA DA TAREFA E ALTURA DE EXECUÇÃO •APOIO E ESTABILIDADE NA COLOCAÇÃO •POSICIONAMENTO DA ESCADA •FIXAÇÃO E REGRAS DE UTILIZAÇÃO NA SUBIDA E DESCIDA •INSPECÇÃO REGULAR DAS ESCADAS E ESCADOTES •TRANSPORTE E ARRUMAÇÃO EM FUNÇÃO DO TIPO DE EQUIPAMENTO RELATIVA A ESCADAS
  22. 22. Ana Lino TH&ST 22 TRABALHOS EM ALTURA •CONSERVAÇÃO: REVISÃO DE MATERIAIS E SUBSTITUIÇÃO EM CASO DE DEFICIÊNCIA •PROTECÇÃO COLECTIVA: •ARMAÇÃO DE PROTECÇÃO DE ESCADAS •PLATAFORMA ENTRE LANCES •DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA (CABOS, LINHAS DE VIDA, PONTOS DE ANCORAGEM, ETC.) •GUARDA CORPOS E GUARDA PÉS MEDIDAS DE PREVENÇÃO RELATIVA A ESCADAS
  23. 23. Ana Lino TH&ST 23 TRABALHOS EM ALTURA MEDIDAS DE PREVENÇÃO RELATIVA A ESCADAS PROTECÇÃO INDIVIDUAL: •CINTOS DE SEGURANÇA •ARNÊS DE PÁRA-QUEDAS •AMORTECEDORES DE QUEDA •PÁRA-QUEDAS RETRÁCTIL •PÁRA-QUEDAS DESLIZANTE •REGULADOR ANTIQUEDAS •CORDA LINHA DE VIDA
  24. 24. Ana Lino TH&ST 24 TRABALHOS EM ALTURA DESEQUÍLIBRIO OU AFUNDAMENTO DO ANDAIME •AUSÊNCIA OU DEFICIÊNCIA NO CONTRAVENTAMENTO OU NO ESCORAMENTO •AUSÊNCIA OU DEFICIÊNCIA DAS FIXAÇÕES DO ANDAIME À EDIFICAÇÃO, NOMEADAMENTE QUANDO O ANDAIME SUPORTA APARELHOS DE ELEVAÇÃO DE CARGAS •CEDÊNCIA DOS APOIOS •SOBRECARGA EXCESSIVA •MATERIAL EM MAU ESTADO •EMBATE DE VEÍCULOS. CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE ANDAIMES FIXOS
  25. 25. Ana Lino TH&ST 25 TRABALHOS EM ALTURA ANDAIMES FIXOS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE •RUPTURA DA PLATAFORMA DE TRABALHO, POR: •SOBREGARGA EXCESSIVA OU INSUFICIENTE RESISTÊNCIA DA PLATAFORMA OU DOS SEUS APOIOS •AUSÊNCIA DE TRAVESSA DE APOIO INTERMÉDIO •MATERIAL EM MAU ESTADO
  26. 26. Ana Lino TH&ST 26 QUEDA POR PERDA DE EQUILÍBRIO DO TRABALHADOR, DEVIDO A: •NÃO UTILIZAÇÃO DE EPI CONTRA QUEDAS DURANTE A MONTAGEM E DESMONTAGEM DO ANDAIME •AUSÊNCIA OU INEFICÁCIA DOS GUARDA CORPOS •PLATAFORMA COM LARGURA INSUFICIENTE OU ESPAÇAMENTO EXCESSIVO ENTRE AS TÁBUAS QUE A FORMAM •DISTÂNCIA EXCESSIVA ENTRE A PLATAFORMA E A EDIFICAÇÃO ANDAIMES FIXOS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE TRABALHOS EM ALTURA
  27. 27. Ana Lino TH&ST 27 ANDAIMES FIXOS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE TRABALHOS EM ALTURA QUEDA DE MATERIAIS, FERRAMENTAS OU RUPTURA DO MATERIAL •QUEDA DUM ELEMENTO DUM ANDAIME DURANTE A MONTAGEM OU DESMONTAGEM •DESABAMENTO OU AFUNDAMENTO DO ANDAIME •RUPTURA DA PLATAFORMA •AUSÊNCIA OU DEFICIÊNCIA NAS ESCORAS E NO CONTRAVENTAMENTO •DEFICIENTE INSPECÇÃO DO MATERIAL •EDIFICAÇÃO
  28. 28. Ana Lino TH&ST 28 ANDAIMES FIXOS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE TRABALHOS EM ALTURA CONTACTO DOS TRABALHADORES (OU OBJECTOS QUE ESTES POSSAM MANUSEAR) COM OS CONDUTORES NUS DUMA LINHA ELÉCTRICA AÉREA, POR: •NÃO RESPEITO DAS DISTÂNCIAS DE SEGURANÇA •AUSÊNCIA DE PROTECÇÕES.
  29. 29. Ana Lino TH&ST 29 TRABALHOS EM ALTURA RELATIVAS A ANDAIMES FIXOS MEDIDAS DE PREVENÇÃO PROTECÇÃO DO ANDAIME: •SINALIZAÇÃO •CUMPRIMENTO DE PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS NA MONTAGEM E DESMONTAGEM •PLATAFORMAS DE TRABALHO PARA PROTECÇÃO DOS UTILIZADORES •UTILIZAÇÃO (ARMAZENAGEM DE MATERIAL, AFIXAÇÃO DE DESACTIVAÇÃO, ETC.) •CUMPRIMENTO DE DISTÂNCIAS DE APROXIMAÇÃO A CONDUTORES EM TENSÃO •INSTALAÇÃO DE REDES DE PROTECÇÃO PARA EVITAR QUE A PROJECÇÃO DE DETRITOS OU QUEDA DE MATERIAIS POSSA ATINGIR OUTROS TRABALHADORES OU PESSOAS QUE PASSEM NAS IMEDIAÇÕES
  30. 30. Ana Lino TH&ST 30 •TROPEÇAMENTO, EM MATERIAIS MAL ACONDICIONADOS •ESCORREGAMENTO DO TRABALHADOR EM PRODUTOS DERRAMADOS, OU ESCORREGAMENTO NA PLATAFORMA DE TRABALHO •QUEDA EM ALTURA, NA SUBIDA E DESCIDA DO ANDAIME, OU POR DESEQUÍLIBRIO DEVIDO A OPERAÇÕES EXECUTADAS COM POSTURAS CORPORAIS INCORRECTAS •CONTACTO DOS TRABALHADORES ( OU OBJECTOS QUE ESTES POSSAM MANUSEAR) COM OS CONDUTORES NUS DUMA LINHA ELÉCTRICA AÉREA, PODENDO ORIGINAR ELECTRIZAÇÃO OU ELECTROCUÇÂO. TRABALHOS EM ALTURA ANDAIMES MÓVEIS RISCOS MAIS FREQUENTES
  31. 31. Ana Lino TH&ST 31 RELATIVAS A ANDAIMES MÓVEIS MEDIDAS DE PREVENÇÃO TRABALHOS EM ALTURA •PROTECÇÃO COM MEIOS DE BALIZAGEM •SINALIZAÇÃO COM AVISO DE PERIGO QUEDA DE OBJECTOS •UTILIZAÇÃO DE EPI NA MONTAGEM E DESMONTAGEM •TRAVAMENTO MEDIANTE ESTABILIZADORES OU ACCIONAMENTO DE TRAVÃO NAS RODAS •MANUTENÇÃO DE DISTÂNCIA DE APROXIMAÇÃO A CONDUTORES ELÉCTRICOS •INSTALAÇÃO DE REDES DE PROTECÇÃO PARA EVITAR QUE A PROJECÇÃO DE DETRITOS OU QUEDA DE MATERIAIS POSSA ATINGIR OUTROS TRABALHADORES OU PESSOAS QUE PASSEM NAS IMEDIAÇÕES
  32. 32. Ana Lino TH&ST 32 TRABALHOS EM ALTURA ANDAIMES SUSPENSOS CONSTITUÍDO POR UMA PLATAFORMA NIVELADA OU POR 2 OU 3 ORGÃOS DE SUSPENSÃO E MANOBRA, FIXADOS A PONTOS DE ANCORAGEM OU A DISPOSITIVOS DE SUSPENSÃO OS ORGÃOS DE SUSPENSÃO SÃO CONSTITUÍDOS POR UM ESTRIBO, ONDE ASSENTA UMA PLATAFORMA, UM GUINCHO E UM DISPOSITIVO DE PÁRA-QUEDAS O GUINCHO IMPEDE A DESCIDA ACIDENTAL DA PLATAFORMA O PÁRA –QUEDAS, SUPORTA A PLATAFORMA EM CASO DE ROTURA DO CABO DE ELEVAÇÃO OU DA FALHA DO GUINCHO
  33. 33. Ana Lino TH&ST 33 OSCILAÇÃO OU QUEDA DA PLATAFORMA, POR: •SOBRECARGA EXCESSIVA •INSTABILIDADE DO DISPOSITIVO DE AMARRAÇÃO •MAU ESTADO DO MATERIAL •RESISTÊNCIA INSUFICIENTE DOS ORGÃOS DE SUSPENSÃO, DE MANOBRA OU DISPOSITIVO DE AMARRAÇÃO •MAU FUNCIONAMENTO DOS DISPOSITIVOS PÁRA- QUEDAS TRABALHOS EM ALTURA ANDAIMES SUSPENSOS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE
  34. 34. Ana Lino TH&ST 34 TRABALHOS EM ALTURA ANDAIMES SUSPENSOS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE ROTURA DA PLATAFORMA •SOBRECARGA •RESISTÊNCIA INSUFICIENTE DOS ELEMENTOS QUE A COMPÕEM
  35. 35. Ana Lino TH&ST 35 TRABALHOS EM ALTURA ANDAIMES SUSPENSOS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE QUEDA DOS TRABALHADORES A PARTIR DA PLATAFORMA, POR: •AUSÊNCIA OU INEFICÁCIA DOS GUARDA CORPOS •DESLOCAÇÃO DA PLATAFORMA NA SEQUÊNCIA DE UM EMPURRÃO EXERCIDO POR UM TRABALHADOR SITUADO NA CONSTRUÇÃO •ABALROAMENTO DO ANDAIME POR UMA CARGA QUE ESTÁ A SER ELEVADA
  36. 36. Ana Lino TH&ST 36 TRABALHOS EM ALTURA ANDAIMES SUSPENSOS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE QUEDA DOS TRABALHADORES DURANTE A MONTAGEM E DESMONTAGEM DO ANDAIME, POR: •FALTA E EQUIPAMENTO INDIVIDUAL DE PROTECÇÃO ANTIQUEDAS
  37. 37. Ana Lino TH&ST 37 TRABALHOS EM ALTURA ANDAIMES SUSPENSOS CAUSAS MAIS FREQUENTES DE ACIDENTE QUEDA DE OBJECTOS •A PARTIR DO ANDAIME •A PARTIR DA EDIFICAÇÃO OU DE UM EQUIPAMENTO DE ELEVAÇÃO DE CARGAS SOBRE O ANDAIME.
  38. 38. Ana Lino TH&ST 38 MEDIDAS DE PREVENÇÃO RELATIVAS A ANDAIMES SUSPENSOS TRABALHOS EM ALTURA •MANTER E CONSERVAR TODOS OS MECANISMOS DOS GUINCHOS E PARA-QUEDAS-LIMPEZA E LUBRIFICAÇÃO -DE ACORDO COM O FABRICANTE •VERIFICAÇÃO DO ESTADO DAS ROLDANAS E CABOS DAS TALHAS •A CARGA MÁXIMA DEVERÁ SER ESCRUPULOSAMENTE RESPEITADA E AS CARGAS DEVEM SER DISTRIBUÍDAS SOBRE TODO O COMPRIMENTO DA PLATAFORMA •PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS NA MONTAGEM E DESMONTAGEM (REALIZAÇÃO DE ENSAIO PRÉVIO, VISTORIA DE TODOS OS COMPONENTES, ETC)
  39. 39. Ana Lino TH&ST 39 •PROTECÇÃO DE UMA ÁREA CIRCUNDANTE , NA VERTICAL DO ANDAIME, DE MODO A PREVENIR O RISCO DE QUEDA DE OBJECTOS OU MATERIAIS •SINALIZAÇÃO COM AVISO DE PERIGO DE QUEDA DE OBJECTOS •ANTES DO INÍCIO DOS TRABALHOS DEVE SER COLOCADO, BEM VÍSIVEL NO INTERIOR DO BAILÉU, O SINAL DE “PROTECÇÃO INDIVIDUAL OBRIGATÓRIA CONTRA QUEDAS” •AS PROTECÇÕES COLECTIVAS (GUARDA-CORPOS E RODAPÉ) DO LADO EXTERIOR NUNCA DEVEM SER RETIRADOS MEDIDAS DE PREVENÇÃO RELATIVAS A ANDAIMES SUSPENSOS TRABALHOS EM ALTURA
  40. 40. Ana Lino TH&ST 40 •UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS ANTIQUEDA PARA PROTECÇÃO INDIVIDUAL •MONTAGEM DE CORDA / LINHA DE VIDA NA SUBIDA •FIXAÇÃO, NA ALTURA DA EXECUÇÃO DA TAREFA, COM O AMORTECEDOR PÁRA-QUEDAS, A UM PONTO DE ANCORAGEM •MEDIDAS QUE ELIMINEM O RISCO DE EXPOSIÇÃO A RADIAÇÃO ELECTROMAGNÉTICA ACIMA DOS LIMITES ADMISSÍVEIS •DESLIGAR O TRANSMISSOR E FAZER A LIGAÇÃO À TERRA (NAS ANTENAS DE TRANSMISSÃO DA REDE MÓVEL) RELATIVAS A POSTES E TORRES METÁLICAS MEDIDAS DE PREVENÇÃO TRABALHOS EM ALTURA
  41. 41. Ana Lino TH&ST 41 OS TRABALHADORES QUE EXECUTEM TRABALHOS EM ALTURA DEVERÃO REALIZAR EXAMES MÉDICOS ESPECÍFICOS QUE ATESTEM A SUA APTIDÃO PSICOFÍSICA MEDIDAS DE VIGILÂNCIA MÉDICA TRABALHOS EM ALTURA
  42. 42. Ana Lino TH&ST 42 MEDIDAS DE FORMAÇÃO E INFORMAÇÃO •OS TRABALHADORES TÊM DE DISPOR DE INFORMAÇÃO ACTUALIZADA SOBRE OS RISCOS A QUE ESTÃO SUJEITOS, BEM COMO SOBRE AS MEDIDAS DE PROTECÇÃO E A FORMA COMO SE APLICAM, ASSIM COMO AS INSTRUÇÕES A ADOPTAR EM CASO DE PERIGO GRAVE E IMINENTE •A FORMAÇÃO DEVE ABRANGER OS PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA QUANTO AO USO DOS SISTEMAS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL, TRANSPORTE DE EQUIPAMENTOS, ACESSO A PLATAFORMAS, ENTRE OUTROS •DEVEM ESTAR ELUCIDADOS DAS REGRAS ESSENCIAIS DE BOA UTILIZAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS, DAS NORMAS DE SEGURANÇA E RISCOS QUE PODEM ADVIR DO SEU INCUMPRIMENTO. TRABALHOS EM ALTURA

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