Sentidos

2.161 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
2.161
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
554
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
42
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Sentidos

  1. 1. Profª Bárbara Lemos 1 S e n t i d o s
  2. 2. Profª Bárbara Lemos 2 Definição  Por meio dos sentidos, o nosso corpo pode perceber tudo o que nos rodeia; e, de acordo com as sensações, decide o que lhe assegura a sobrevivência e a integração com o ambiente. Ação Estímulo Cérebro Sensação
  3. 3. Profª Bárbara Lemos 3 Tato
  4. 4. Profª Bárbara Lemos 4 O tato é o primeiro sentido que desenvolve nos seres humanos. É pelo tato que sentimos as propriedades dos corpos físicos, sua dureza e textura.
  5. 5. Profª Bárbara Lemos 5 Nas regiões mais sensíveis, há maior quantidade de receptores táteis.
  6. 6. Profª Bárbara Lemos 6 ………………………………………………….. A ponta dos dedos é uma zona muito sensível; permite- nos conhecer as coisas que tocamos.  Chamamos textura à sensação que as coisas nos causam quando as tocamos.
  7. 7. Profª Bárbara Lemos 7
  8. 8. Profª Bárbara Lemos 8 Os sensores táteis captam as sensações e, enviam-nas ao cérebro onde são interpretadas. Todos os sensores táteis estão presos a nervos
  9. 9. Profª Bárbara Lemos 9  A dor é percebida quando os tecidos da pele são danificados pela ação do calor ou objetos cortantes.  Alguns dos receptores táteis também são responsáveis pela sensação da dor (terminações nervosas livres).
  10. 10. Profª Bárbara Lemos 10 O sistema braile permite que os cegos leiam
  11. 11. Profª Bárbara Lemos 11 SUOR  O suor ajuda a esfriar o corpo;  A atividade física faz com que mais suor seja liberado;  Sudorese excessiva (ou hiperidrose) que interfere no convívio social.
  12. 12. Profª Bárbara Lemos 12  Alguns cuidados para evitar Ingestão de líquido. Jamais manipular, coçar ou espremer A exposição dessas lesões ao sol pode resultar em manchas na pele e estimula a produção de secreções pelas glândulas sebáceas, o que facilita ao surgimento de novas inflamações. Evitar a exposição prolongada ao sol
  13. 13. Profª Bárbara Lemos 13
  14. 14. Profª Bárbara Lemos 14 Olho e suas partes pupila íris músculo liso humor vítreo retina fóvea nervo ópticocristalino humor aquoso córnea
  15. 15. Profª Bárbara Lemos 15 humor aquoso -Esclera é a parte branca do olho. - Corióide membrana interna, rica em vasos. Forma a íris. - Íris – Parte colorida do olho, orifício central(a pupila). A íris aumenta e diminui o tamanho da pupila. - Retina – detecta os raios luminosos, há sinais nervosos e formam as imagens. - Cristalino (lente) – é biconvexo; orienta a passagem dos raios até a retina. - Humor vítreo – é gelatinoso. - Humor aquoso – líquido entre córnea e íris. - Ponto cego – insensível a luz. - Mancha amarela(fóvea) – onde a imagem é formada.
  16. 16. Profª Bárbara Lemos 16 ANEXOS - Pálpebras, Cílios, Sobrancelhas ou Supercílios, Glândulas lacrimais , Músculos Oculares.
  17. 17. Profª Bárbara Lemos 17 PROJEÇÃO DE IMAGEM NA RETINA  A imagem na retina, forma-se invertida
  18. 18. Profª Bárbara Lemos 18 DEFEITOS DA VISÃO  Na miopia a imagem forma-se antes da retina e na hipermetropia, depois da retina
  19. 19. Profª Bárbara Lemos 19 HIPERMETROPIA Olho pequeno ou cristalino achatado, a imagem se forma depois da retina A formação da imagem depende: Forma do globo ocular Forma das lentes MIOPIA Olho alongado ou cristalino arredondado, a imagem se forma antes da retina lentes divergentes lentes convergentes O míope não enxerga bem os objetos distantes O hipermétrope não enxerga bem os objetos próximos
  20. 20. Profª Bárbara Lemos 20 Catarata É a perda da transparência do cristalino.
  21. 21. Profª Bárbara Lemos 21  O que é o terçol? Um terçol é uma infecção na parte do olho que se conecta as pestanas (o folículo piloso). É causado por uma bactéria e apresenta os seguintes sintomas: - Um pequeno abaulamento avermelhado e doloroso que aparece na base das pestanas. - Um pequeno grão que aparece na base das pestanas. Que cuidados devem ser tomados? - Use pomadas antibióticas para os olhos. No caso de terçol grave ou recorrente pode ser preciso que o médico receite uma pomada antibiótica. - Coloque compressas quentes sobre o olho. Para ajudar a amadurecer o terçol (ou seja, providenciar que cresça até aparecer pus no centro), aplique um pano quente sobre o olho por 10 minutos quatro vezes ao dia. Continue limpando o olho ainda que o terçol tenha sido drenado.
  22. 22. Profª Bárbara Lemos 22  Miopia- IMAGEM SE FORMAM ANTES DA RETINA.  Hipermetropia – IMAGEM SE FORMA ATRÁS DA RETINA.  Astigmatismo – DEFEITO NA CURVATURA DA CÓRNEA  Presbiopia – PERDA DA CAPACIDADE DA ACOMODAÇÃO  DA LENTE PRA VISÃO DE PERTO ( vista cansada) Glaucoma – AUMENTO DA PRESSÃO DENTRO DO OLHO  Catarata – EMBAÇAMENTO DO CRISTALINO  Conjuntivite –INFLAMAÇÃO DA CONJUNTIVA, CAUSADO POR FATORES ALERGICOS IRRITATIVOS OU INFECCIOSOS ( Vírus ou bactérias).
  23. 23. Profª Bárbara Lemos 23 PUPILA, A MENINA DOS OLHOS Regula a quantidade de luz que entra no olho.
  24. 24. Profª Bárbara Lemos 24 ÍRIS – parte colorida do olho
  25. 25. Profª Bárbara Lemos 25  As lágrimas não são compostas apenas de água. Numa gota pode haver mais de 60 combinações protéicas, além de minerais e substâncias bactericidas, que protegem o olho de infecções. Quando piscamos, as lágrimas banham os olhos, conservando a córnea úmida. O fluido é drenado pelo canto interno do olho para um saco lacrimal e daí para o nariz.
  26. 26. Profª Bárbara Lemos 26 MÚSCULOS DOS OLHOS
  27. 27. Profª Bárbara Lemos 27  O espasmo das pálpebras é causado pela contração do músculo orbicular (músculo responsável pelo fechamento das pálpebras). A causa mais provável é que seja provocado pelo cansaço ou tensão. É como uma cãibra. O músculo se movimenta rápido para fazer circular mais sangue na região e dissipar o ácido lático, responsável pela irritação na terminação nervosa
  28. 28. Profª Bárbara Lemos 28 Concentre-se sobre a luz azul do semáforo , por 40 segundos. Em seguida, olhe no quadro branco ao lado.  Você deve ter visto as cores corretas do semáforo. Isto acontece porque as células foto-sensitivas dos nossos olhos ficam cansadas e perdem a sensibilidade para aquelas cores: verde, azul e vermelho. Na imagem posterior, as cores suplementares substituem as cores verdadeiras no fundo preto. O verde torna-se vermelho e o amarelo e o vermelho tornam-se verdes.
  29. 29. Profª Bárbara Lemos 29 Audição  Com os ouvidos ouvimos o que se passa à nossa volta: a voz das pessoas, os sons da natureza, o trânsito…  Os sons podem ser calmos, barulhentos, agradáveis, desagradáveis…
  30. 30. Profª Bárbara Lemos 30  Orelha externa, média e interna
  31. 31. Profª Bárbara Lemos 31 - 1. Orelha externa – receptora das ondas sonoras. Separa-se pelo timpâno da orelha média. - 2. Orelha média – Há três ossículos. Temos a tuba auditiva. - 3. Orelha interna – é cheia de líquido. Formada pelos canais semicirculares, utrículo e cóclea. - Ductos semicirculares e utrículo = labirinto vestibular, dá o equilíbrio ao corpo. Audição 1 3 2
  32. 32. Profª Bárbara Lemos 32 orelha martelo canais semicirculares cóclea tuba auditiva tímpanoconduto auditivo externo
  33. 33. Profª Bárbara Lemos 33 martelo tímpano bigorna janela oval estribo janela redonda
  34. 34. Profª Bárbara Lemos 34  Conhecido como orelha  Seu formato ajuda a captar as ondas sonoras.
  35. 35. Profª Bárbara Lemos 35  A membrana timpânica entra em vibração ao ser atingida por ondas sonoras e os três ossinhos martelo, bigorna e estribo entram em movimento.
  36. 36. Profª Bárbara Lemos 36  As vibrações são transmitidas para a cóclea e em seguida enviados para o cérebro pelo nervo auditivo.Para não caírmos com facilidade dois órgãos são de extrema importância: os canais semicirculares e o vestíbulo
  37. 37. Profª Bárbara Lemos 37  Faz a comunicação entre a orelha média e a garganta.  É importante para equilibrar a pressão dentro e fora da orelha.
  38. 38. Profª Bárbara Lemos 38  INTENSIDADE - Sons fracos e fortes. O nível de intensidade sonora- decibel símbolo dB
  39. 39. Profª Bárbara Lemos 39  Altura: é a propriedade que o som tem de ser mais grave ou mais agudo. Podemos diferenciar facilmente sons de alturas diferentes. obs: Ao contrário do que se pode pensar, a altura nada tem a ver com o volume. Sons altos(agudos) e baixos(graves)
  40. 40. Profª Bárbara Lemos 40 O timbre depende da fonte sonora e da forma de vibração que produz o som. Por exemplo, uma mesma nota musical emitida por uma harpa e uma guitarra produzem ao nossos ouvidos sensações diferentes, mesmo que suas intensidades sejam iguais.
  41. 41. Profª Bárbara Lemos 41 Eco Quando uma onda sonora encontra um obstáculo à sua frente, ela pode retornar à sua fonte por reflexão. O eco ocorre se a distância entre a origem do som e o obstáculo for, no mínimo, de 17 m. Nossos ouvidos têm a capacidade de distinguir sons emitidos num intervalo de tempo de, no mínimo, 0,1 s.
  42. 42. Profª Bárbara Lemos 42  Determina profundidade marítima, localiza cardumes, torpedos submarinos e outros objetos submersos.
  43. 43. Profª Bárbara Lemos 43  A perda total ou parcial de ouvir sons pode estar relacionada a orelha média ou a interna Causas da surdez: -exposição a níveis sonoros intensos; -infecções na orelha (otite); - doenças como: caxumba, meningite, rubéola; -idade
  44. 44. Profª Bárbara Lemos 44
  45. 45. Profª Bárbara Lemos 45  Há dois tipos básicos de perda de audição: 1. por condução( diminuição da vibração dos ossículos e das membranas tímpânicas e da janela oval) 2. por percepção( mau funcionamento do nervo coclear).  Sons com freqüências muito baixas (abaixo de 20Hz) e freqüências muito altas (acima de 20.000Hz) não conseguimos ouvir.  Infra-som e ultrassom podem ser percebidos por animais.  A pesca, os hospitais e clínicas médicas usam o ultrassom.
  46. 46. Profª Bárbara Lemos 46 OLFATO e PALADAR
  47. 47. Profª Bárbara Lemos 47 Olfato - O nariz é o órgão responsável pelo olfato. No topo da cavidade nasal, há células olfatórias que captam as moléculas aromáticas (voláteis) que estão dissolvidas no ar.
  48. 48. Profª Bárbara Lemos 48 Nervo olfativo Bulbo olfativo Nervo olfativo Neurônios Bulbo olfativo Ramificaçõe s nervosas Mucosa nasal olfativa Fossas nasais Mucosa olfativa Osso etmóide Osso etmóide Células nervosas olfativas
  49. 49. Profª Bárbara Lemos 49  Todos nós temos uma memória olfativa  Quando olhamos fotografias de alimentos, lembramos dos cheiros.
  50. 50. Profª Bárbara Lemos 50  De tudo o que tem cheiro, soltam-se pequenas partículas que entram pelo nariz e atingem os sensores do cheiro, no seu interior.  Há milhares de cheiros diferentes.
  51. 51. Profª Bárbara Lemos 51 AROMATIZANTES  São substâncias naturais ou artificiais que dão aromas característicos
  52. 52. Profª Bárbara Lemos 52 Paladar  A língua é um músculo estriado esquelético.  Conhecemos os paladares através das papilas gustativas que existem espalhadas na língua.  Saboreamos a comida e rejeitamos o que não tem sabor agradável!  As papilas táteis percebemos se os alimentos estão frios ou quentes, se são duros ou moles.  As papilas gustativas percebem os sabores doce, amargo, azedo (ácido), salgado e umami.
  53. 53. Profª Bárbara Lemos 53 Papilas Gustativas apresentam botões gustativos, que são quimiorreceptores
  54. 54. Profª Bárbara Lemos 54 Memória Gustativa  Mesmo sem enxergarmos,ao colocarmos um alimento na boca, conseguimos associar o sabor à imagem do alimento.
  55. 55. Profª Bárbara Lemos 55 Gripes e Resfriados  As secreções obstruem as áreas odoríferas da cavidade nasal, diminuindo e/ou bloqueando a capacidade de gustação. Por isso perdemos o apetite!
  56. 56. Profª Bárbara Lemos 56 Ontogenia  É o estudo do desenvolvimento de determinado organismo, bem como as transformações sofridas por tal organismo. Esse estudo pode ser do organismo como um todo ou de suas unidades estruturais, seja uma célula, um órgão, um sistema, ou até mesmo uma sociedade;  Dessa forma, quando percebemos um cheiro (ou imagem, ou som, um imagem, um carinho...), construímos a sensação com toda a estrutura do nosso sistema nervoso, tudo o que já vivemos faz parte dessa construção.

×