Pulverização da atenção eo limiar dos desafios nacomunicação
A pulverização da atenção compreende-secomo um desafio e um fator gerador decomplexidades para a comunicação.
No ambiente digital atual existe umaperspectiva que se refere ao ato das pessoasestarem em um movimento de múltiplasconexõ...
A necessidade de estar conectado, de fazerparte de um ambiente (ou de vários), acaba porgerar um caos no cotidiano dos ser...
Nesse ambiente, as pessoas anseiam por maisinformação, por mais conexão, por fazer partede um número cada vez maior de amb...
A questão é que, em muitos casos, pessoas eentidades não sabem como se posicionar emdados momentos, e isso acaba por gerar...
O limiar da pulverização da atenção tem umaótica tanto sociológica quanto psicológica, poisse trata de um evento que tem i...
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Dentro desse contexto, cabe uma reflexão decomo as organizações percebem ecompreendem as características desseambiente.
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Seguindo tal linha de pensamento, cabe-secolocar que o uso da expressão off-line ouonline apresenta complexidade em ummome...
Jeferson L. Feuserjeferson.feuser@gmail.comabout.me/jefersonluis
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Material que trata da pulverização da atenção do consumidor, sob o ponto de vista da comunicação digital e da evolução tecnológica.

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Pulverização da atenção e o limiar dos desafios na comunicação

  1. 1. Pulverização da atenção eo limiar dos desafios nacomunicação
  2. 2. A pulverização da atenção compreende-secomo um desafio e um fator gerador decomplexidades para a comunicação.
  3. 3. No ambiente digital atual existe umaperspectiva que se refere ao ato das pessoasestarem em um movimento de múltiplasconexões, e da infinidade de mensagens quetransitam nos mais diversos ambientes eplataformas.
  4. 4. A necessidade de estar conectado, de fazerparte de um ambiente (ou de vários), acaba porgerar um caos no cotidiano dos seres humanose até mesmo um problema de ordem social,pois um conjunto de pessoas, expostas a umainfinidade de mensagens e estímulos, acaba porcontribuir para uma maximização da cultura doexcesso.
  5. 5. Nesse ambiente, as pessoas anseiam por maisinformação, por mais conexão, por fazer partede um número cada vez maior de ambientes eplataformas, e se relacionar com umadiversidade de pessoas.
  6. 6. A questão é que, em muitos casos, pessoas eentidades não sabem como se posicionar emdados momentos, e isso acaba por gerar umcaos tanto virtual quanto real, se é que se podepermitir tal divisão.
  7. 7. O limiar da pulverização da atenção tem umaótica tanto sociológica quanto psicológica, poisse trata de um evento que tem implicaçõesmuito profundas e que não é pontual, e sim seapresenta de uma forma contínua e intensa.
  8. 8. Apesar de tal implicação existir, em função dofoco deste texto e da profundidade que o viéssociológico/psicológico exige, a mesma nãoserá discutida neste momento.
  9. 9. Dentro desse contexto, cabe uma reflexão decomo as organizações percebem ecompreendem as características desseambiente.
  10. 10. Observa-se que, em um universo onde obter aatenção das pessoas é uma iniciativa cada vezmais complexa, a necessidade de se trabalharem pontos de contatos alternativos, diferentes,de testar formatos de comunicação, é algo quepode determinar o sucesso de um esforçomercadológico.
  11. 11. Para que uma marca consiga trabalhar nesseambiente pulverizado, deve-se buscarestabelecer uma abertura com os agentes derelacionamento, leia-se aqui não somente osclientes ou consumidores.
  12. 12. Essa abertura facilita a comunicação com aspessoas, desenvolve um ambiente queaproxima e que faz com que as pessoas falem,conversem e troquem informações com amarca e com outras pessoas.
  13. 13. As redes sociais, por meio de suasplataformas/ambientes na internet,contemplam essa lógica de interação.
  14. 14. Porém, para as marcas ou quaisquer entidadesentrarem ativamente nesse meio precisa-seouvir muito mais do que falar, precisa-setestar, verificar em que pontos de contato ouem quais espaços as pessoas se encontram.
  15. 15. Há casos, por exemplo, no B2B, que a entradade uma marca nesses espaços exige aindamais planejamento, critério e uma lógica deatuação muito mais assertiva e coerente.
  16. 16. Deve-se ter todo um suporte que transformeuma iniciativa de comunicação em algo quepossa ser útil para o público que se pretendeenvolver.
  17. 17. A criação de conteúdo, a interatividade e todo oseu potencial compreende um processodelicado, que exige estrutura profissional,exige parceiros de negócios e umbackground/suporte de visão por parte dosnegócios e gestores envolvidos.
  18. 18. Quando uma marca quer entrar nessasplataformas simplesmente para ter um espaço,sem ter um objetivo concreto e um plano,corre-se o risco de não se conseguirdesenvolver algo coerente, que chame aatenção, que potencialize o relacionamento damarca com as pessoas.
  19. 19. Dada a questão de pulverização da atenção daspessoas, tal iniciativa não irá captar a atenção,e a interatividade, tão buscada pelas empresas,não irá ocorrer. Ou seja, corre-se o risco de sertornar apenas mais um espaço, em meio atantos outros existentes. Nesse ponto,percebe-se que a lógica do posicionamento éainda mais pertinente e necessária.
  20. 20. Por fim (se é que se pode dizer que essadiscussão termina por aqui), as marcas devemrefletir sobre a sua atual ou futura atuação emespaços digitais.
  21. 21. Deve-se ter em mente que o que se faz lá, oque ocorre nas plataformas digitais, reflete etem repercussão no “off-line”.
  22. 22. Seguindo tal linha de pensamento, cabe-secolocar que o uso da expressão off-line ouonline apresenta complexidade em ummomento onde a convergência entre meios/plataformas/ambientes deve ser algo naturale priorizado pelas organizações que ousemse comunicar no contexto contemporâneoatual.
  23. 23. Jeferson L. Feuserjeferson.feuser@gmail.comabout.me/jefersonluis

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