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Patologias Humanas
Profª: Enfª Jade Albuquerque
Patologias Humanas
 As patologias podem ser causadas por diversos organismos, tais como vírus,
bactérias, protozoários, fungos, helmintos e até mesmo disfunções metabólicas
do nosso organismo.
PATOLOGIA
É a ciência que estuda as alterações biológicas anormais das células que causam as doenças.
Patologias Humanas
OBS: É função da patologia estudar como ocorre as doenças, mas não é sua
função trata-las!
 A.C.
As doenças
eram
diagnostica
das pelo
desequilíbr
io do
fluido
vital.
Fluido Vital = Humores
Acredita-se que só ficava
doente quando a pessoa fez
algo de errado e os Deuses
castigavam com a Doença.
Patologias Humanas
 Séc. XV – XVI
 Séc. XVI – XVIII
Com o avanço da
fisiologia começa-se a
entender as alterações
anormais do corpo.
Estudo dos corpos
mortos
Enfatiza a análise dos
tecidos e alterações
morfológicas teciduais
causadas pelas
doenças.
Avanço da tecnologia
e Dissecação dos
corpos
Patologias Humanas
 Séc. XIX
Rudolph Virchow
propõe a teoria de
que todas as
doenças tem
origem celular.
Patologia Geral Patologia Específica
Estuda as alterações
patológicas gerais
ocorrem nas células
Estuda as alterações
patológicas que
ocorrem em órgãos e
tecidos.
Patologias Humanas
 Aspectos das Doenças:
1. Aspectos Gerais
2. Etiologia
3. Patogenia
4. Alterações Morfológicas
5. Significado Clínico
Órgão Normal Funções Fisiológicas
Funções Alteradas
O que causa a alteração? Quais alterações morfológicas?
Quais eventos ocorrem? Quais consequências disto?
Aspectos
da
doença
Patologias Humanas
 Aspectos das Doenças:
1. Aspectos Gerais
2. Etiologia
3. Patogenia
4. Alterações Morfológicas
5. Significado Clínico
É o conceito que
verifica o motivo
pelo o qual
determinada
doença foi
causada.
 Genética ou Intrínseca
 Adquirida – Nutricional,
Infecciosa, etc...
Ex: Anemia Falciforme
Ex: Escorbuto – Deficiência de
vitamina C.
Patologias Humanas
 Aspectos das Doenças:
1. Aspectos Gerais
2. Etiologia
3. Patogenia
4. Alterações Morfológicas
5. Significado Clínico
É a sequência de
eventos que ocorre em
resposta ao organismo
aos agentes etiológicos.
 Ex.: Tuberculose
 Início: Multiplicação dos
bacilos nos alvéolos.
 1 a 2 semanas – ativação
do sistema imune.
 Progressão: Lesão
tecidual. * Reparo; *Cura
Patologias Humanas
 Aspectos das Doenças:
1. Aspectos Gerais
2. Etiologia
3. Patogenia
4. Alterações Morfológicas
5. Significado Clínico
Referem-se às
alterações estruturais
nas células e tecidos
que são característicos
da doença e que
levam ao diagnósticos.
 Ex.: Necrose
tecidual
(tuberculose)
 Identificação e
tratamento futuro
das doenças.
Patologias Humanas
 Aspectos das Doenças:
1. Aspectos Gerais
2. Etiologia
3. Patogenia
4. Alterações Morfológicas
5. Significado Clínico
São as
características de
sinais e sintomas
apresentados pelo
indivíduo no
decorrer da doença.
 Ex.: Tuberculose –
Tosse com
secreção; Febre ao
fim da tarde;
sudorese noturna;
perda de apetite,
etc...
OBS: Muitas doenças apresentam significado clínico
semelhante e outras apresentam significado clínico em
condições já avançadas da doença.
Patologias Humanas
 As patologias podem surgir em todos os sistemas do indivíduo, sejam eles,
endócrino, muscular, esquelético, linfático, cardíaco, neurológico, reprodutor,
respiratório, digestório...
 Muitas delas podem aparecer de forma crônica ou aguda.
 Algumas patologias são curadas.
 Outras precisam que o indivíduo fique em tratamento.
 Outras ocasionam problemas graves como o câncer.
 E muitas outras levam o indivíduo a óbito.
Patologias Humanas
 Neoplasia (neo = novo + plasia = formação)
 Designa alterações celulares que acarretam um crescimento exagerado
destas células, ou seja, proliferação celular anormal, sem controle,
autônoma, na qual reduzem ou perdem a capacidade de se diferenciar, em
consequência de mudanças nos genes que regulam o crescimento e a
diferenciação celular.
Patologias Humanas
 Classificação
Benignas
• velocidade e crescimento:
lento
• forma de crescimento:
expansivo
• crescimento à distância
(metástase): ausente
Malignas
• velocidade e crescimento:
rápido
• forma de crescimento:
expansivo e infiltrado
• crescimento à distância
(metástase): presente
Patologias
 A palavra doença vem do termo em latim dolentia que significa “sentir ou
causar dor, afligir-se, amargurar-se”. Várias são as definições para esse
termo, mas especialistas consideram as doenças como manifestações
patológicas que se apresentam em nosso organismo. Elas estão sempre
associadas a sintomas específicos, levando o indivíduo que as apresenta
a se privar de prazeres físicos, emocionais e mentais.
Patologias
 A OMS classifica doença como a ausência de saúde e disponibiliza para a
sociedade a Classificação Estatística Internacional de Doenças e
Problemas Relacionados à Saúde, designada pela sigla CID. No CID
temos acesso à classificação das doenças e à grande variedade de sinais,
sintomas, aspectos normais, queixas, circunstâncias sociais e causas
externas para ferimentos e doenças.
Patologias
Segundo a OMS, são consideradas doenças:
 Doenças infecciosas e parasitárias;
 Neoplasmas (tumores);
 Doenças do sangue e dos órgãos
hematopoiéticos e alguns transtornos
imunitários;
 Doenças endócrinas, nutricionais e
metabólicas;
 Transtornos mentais e comportamentais;
 Doenças do sistema nervoso;
 Doenças dos olhos e anexos;
 Doenças do ouvido e da apófise
mastoide;
 Doenças do aparelho circulatório;
 Doenças do aparelho respiratório;
 Doenças do aparelho digestivo;
 Doenças da pele e do tecido subcutâneo;
Patologias
 Doenças do sistema osteomuscular e
do tecido conjuntivo;
 Doenças do aparelho geniturinário;
 Gravidez, parto e puerpério;
 Algumas afecções originadas no
período perinatal;
 Malformações congênitas,
deformidades e anomalias
cromossômicas;
 Sintomas, sinais e achados anormais
de exames clínicos e de laboratório,
não classificados;
 Lesões, envenenamentos e algumas
outras consequências de causas
externas;
 Causas externas de mobilidade e de
mortalidade.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 É uma doença multifatorial; Sistêmica (afeta todo o corpo) e Crônica.
 22% da população brasileira acima de vinte anos.
 80% dos casos de acidente cérebro vascular.
 60% dos casos de infarto agudo do miocárdio.
 40% das aposentadorias precoces.
 Custo de 475 milhões de reais gastos com 1,1 milhão de internações por ano.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 É um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Sua
prevalência no Brasil varia entre 22% e 44% para adultos (32% em média),
chegando a mais de 50% para indivíduos com 60 a 69 anos e 75% em
indivíduos com mais de 70 anos.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 COMO OCORRE?
BOMBEIA PARA
Esse bombeamento de Sangue se dá através de tubos chamados Artérias. O fato de ser
empurrado contra a parede dos vasos sanguíneos causa uma pressão a qual denominamos
de pressão arterial.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial
caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial – PA
(PA ≥140 x 90mmHg). Associa-se, frequentemente, às alterações
funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e
vasos sanguíneos) e às alterações metabólicas, com aumento do risco de
eventos cardiovasculares fatais e não fatais
Hipertensão Arterial Sistêmica
 Determinada pelo volume de sangue que sai do coração e pela
resistência que o sangue encontra para circular no corpo.
 Pode ser modificada pela variação do volume do sangue ou
viscosidade, frequência cardíaca e elasticidade dos vasos.
 Reguladas por estímulos hormonais e nervosos.
Fatores que Favorecem à
Hipertensão
 História familiar
 Idade
 Raça
 Alimentação
 Obesidade
 Diabetes
 Alcoolismo
 Sedentarismo
 Tabagismo
Hipertensão Arterial Sistêmica
Sintomatologia
 A hipertensão arterial é considerada uma doença silenciosa, pois na
maioria dos casos não são observados quaisquer sintomas no
paciente. Quando estes ocorrem, são vagos e comuns a outras
doenças, tais como dor de cabeça, tonturas, cansaço, enjôos, falta
de ar e sangramentos nasais.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), a miocardiopatia e a
insuficiência cardíaca.
 Acidente vascular cerebral (AVC).
 Insuficiência renal.
 Diminuição da visão e problemas na retina.
Consequências
VALE RESSALTAR QUE: Entre os gêneros a prevalência é maior nos homens (38%),
do que nas mulheres (32%).
DIAGNÓSTICO
 O diagnóstico de hipertensão é feito pela medida da pressão. A forma mais
comum é a medida casual, feita no consultório com aparelhos manuais ou
automáticos. A hipertensão também pode ser diagnosticada por aparelhos que
fazem aproximadamente 100 medidas de pressão durante 24 horas.
Hipertensão Arterial Sistêmica
Hipertensão Arterial Sistêmica
Prevenção e Controle
 A pressão alta não tem cura, mas tem tratamento e pode ser
controlada. Somente o médico poderá determinar o melhor
método para cada paciente, mas além dos medicamentos
disponíveis atualmente, é imprescindível adotar um estilo de vida
saudável:
Hipertensão Arterial Sistêmica
Manter o peso adequado, se
necessário, mudando hábitos
alimentares;
Não abusar do sal.
Praticar atividade física regular;
Aproveitar momentos de lazer;
Abandonar o fumo;
Moderar o consumo de álcool;
Evitar alimentos gordurosos;
Controlar o diabetes;
E evitar o estresse.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 Tratamento Farmacológico
 Agentes anti-hipertensivos
Os agentes anti-hipertensivos
exercem sua ação terapêutica
através de distintos mecanismos
que interferem na fisiopatologia
da hipertensão arterial. Divididos
em cinco classes:
 Diuréticos
 Inibidores adrenérgicos
 Vasodilatadores diretos
 Antagonistas do sistema renina-
angiotensina
 Bloqueadores dos canais de
cálcio.
Diminui
a
pressão
Vasocon
stritor
Tratamento de
doenças
Cardiovasculares
Hipertensão Arterial Sistêmica
 A principal relevância da identificação e
controle da HAS reside na redução das
suas complicações, tais como:
Doença cerebrovascular
Doença arterial coronariana
Insuficiência cardíaca
Doença renal crônica
Doença arterial periférica
Alteração dos níveis de colesterol total e
frações e triglicérides
Diabetes melitos
História familiar prematura de doença
cardiovascular homens: <55 anos e
mulheres <65 anos.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 Classificação da pressão arterial em adulto
INDICATIVO VALORES
Normal 120 x 80 mmHg
Pré-hipertensão 120 – 139 x 80 – 89 mmHg
Hipertensão
Estágio 1 140 – 159 x 90 – 99 mmHg
Estágio 2 > 160 x 100 mmHg
Estágio 3 > 180 x 110 mmHg
Hipertensão Arterial Sistêmica
COMO AFERIR?
 1) Explicar o procedimento para o paciente.
 2) Certificar-se que o paciente: não está de
bexiga cheia, não praticou exercícios físicos,
não ingeriu bebidas alcoólicas ou café e nem
fumou até 30 minutos antes.
 3) Certificar-se que o esfigmomanômetro
registra corretamente o zero da escala, seja
no modelo aneroide ou no de coluna de
mercúrio.
 4) Localizar a artéria braquial por palpação.
 5) Liberar o braço de roupas que o
comprimam.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 6) Colocar o manguito firmemente cerca de 2 a 3 cm acima da fossa cubital,
centralizando a bolsa inflável sobre a artéria braquial.
 7) Observar a largura do manguito e medir a circunferência do braço do
paciente, utilizando o manguito de largura apropriado ou aplicando os valores
da tabela, sempre registrando que tipo de correção foi feita.
 Obs: A circunferência do braço deve ser medida na altura do 1/3 médio do
braço não dominante, em repouso, apoiado e semi-fletido, com o paciente
sentado.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 8) Manter o braço do paciente na altura do coração.
 9) Método palpatório: palpar o pulso radial e inflar o manguito até seu
desaparecimento, para estimar a pressão sistólica (PAS), desinsuflar
rapidamente e aguardar de 15 a 30 segundos antes de inflar novamente.
 10) Método auscultatório: Posicionar a campânula do estetoscópio suavemente
sobre a artéria braquial, sem compressão excessiva.
 11) Solicitar o paciente que não fale durante o procedimento.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 12) Inflar rapidamente, de 10 em 10 mmHg até o nível estimado da pressão
sistólica pela palpação.
 13) Desinflar com velocidade constante inicial de 2 a 4 mmHg por segundo,
evitando congestão venosa e desconforto, e permitindo a leitura precisa da
pressão arterial.
 14) Determinar a pressão sistólica no momento do aparecimento do primeiro
som.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 15) Determinar a pressão diastólica (PAD) no momento do desaparecimento do
som. Auscultar cerca de 20 mmHg a 30 mmHg abaixo do último som para
confirmar seu desaparecimento e depois desinflar completamente e rápido. Obs:
se os batimentos persistirem até zero, considere a PAD no abafamento do som.
 16) Registrar os valores da PAS e PAD obtida na escala que varia de 2 em 2 mmHg,
EVITANDO arredondar para valores terminados em zero ou cinco.
 17) Esperar 1 a 2 minutos antes de realizar novas medidas.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 18) Na primeira avaliação as medições devem ser feitas em ambos os
membros superiores e em pelo menos duas posições (sentada e deitada).
 19) Em cada consulta deverão ser realizadas no mínimo duas medidas no
mesmo braço, procurando obter diferenças inferiores a 5 mmHg. Em
pacientes com arritmias cardíacas, desinsuflar o manguito mais lentamente
ainda e obter-se pelo menos 3 medidas, calculando a média da consulta.
Hipertensão Arterial Sistêmica
 MATERIAL:
 Separe estetoscópio, esfigmomanômetro, caneta ou lápis,
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Ame Todos.
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(Denilson R. R. Melo)

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Patologias Humanas e Hipertensão Arterial

  • 2. Patologias Humanas  As patologias podem ser causadas por diversos organismos, tais como vírus, bactérias, protozoários, fungos, helmintos e até mesmo disfunções metabólicas do nosso organismo. PATOLOGIA É a ciência que estuda as alterações biológicas anormais das células que causam as doenças.
  • 3. Patologias Humanas OBS: É função da patologia estudar como ocorre as doenças, mas não é sua função trata-las!  A.C. As doenças eram diagnostica das pelo desequilíbr io do fluido vital. Fluido Vital = Humores Acredita-se que só ficava doente quando a pessoa fez algo de errado e os Deuses castigavam com a Doença.
  • 4. Patologias Humanas  Séc. XV – XVI  Séc. XVI – XVIII Com o avanço da fisiologia começa-se a entender as alterações anormais do corpo. Estudo dos corpos mortos Enfatiza a análise dos tecidos e alterações morfológicas teciduais causadas pelas doenças. Avanço da tecnologia e Dissecação dos corpos
  • 5. Patologias Humanas  Séc. XIX Rudolph Virchow propõe a teoria de que todas as doenças tem origem celular. Patologia Geral Patologia Específica Estuda as alterações patológicas gerais ocorrem nas células Estuda as alterações patológicas que ocorrem em órgãos e tecidos.
  • 6. Patologias Humanas  Aspectos das Doenças: 1. Aspectos Gerais 2. Etiologia 3. Patogenia 4. Alterações Morfológicas 5. Significado Clínico Órgão Normal Funções Fisiológicas Funções Alteradas O que causa a alteração? Quais alterações morfológicas? Quais eventos ocorrem? Quais consequências disto? Aspectos da doença
  • 7. Patologias Humanas  Aspectos das Doenças: 1. Aspectos Gerais 2. Etiologia 3. Patogenia 4. Alterações Morfológicas 5. Significado Clínico É o conceito que verifica o motivo pelo o qual determinada doença foi causada.  Genética ou Intrínseca  Adquirida – Nutricional, Infecciosa, etc... Ex: Anemia Falciforme Ex: Escorbuto – Deficiência de vitamina C.
  • 8. Patologias Humanas  Aspectos das Doenças: 1. Aspectos Gerais 2. Etiologia 3. Patogenia 4. Alterações Morfológicas 5. Significado Clínico É a sequência de eventos que ocorre em resposta ao organismo aos agentes etiológicos.  Ex.: Tuberculose  Início: Multiplicação dos bacilos nos alvéolos.  1 a 2 semanas – ativação do sistema imune.  Progressão: Lesão tecidual. * Reparo; *Cura
  • 9. Patologias Humanas  Aspectos das Doenças: 1. Aspectos Gerais 2. Etiologia 3. Patogenia 4. Alterações Morfológicas 5. Significado Clínico Referem-se às alterações estruturais nas células e tecidos que são característicos da doença e que levam ao diagnósticos.  Ex.: Necrose tecidual (tuberculose)  Identificação e tratamento futuro das doenças.
  • 10. Patologias Humanas  Aspectos das Doenças: 1. Aspectos Gerais 2. Etiologia 3. Patogenia 4. Alterações Morfológicas 5. Significado Clínico São as características de sinais e sintomas apresentados pelo indivíduo no decorrer da doença.  Ex.: Tuberculose – Tosse com secreção; Febre ao fim da tarde; sudorese noturna; perda de apetite, etc... OBS: Muitas doenças apresentam significado clínico semelhante e outras apresentam significado clínico em condições já avançadas da doença.
  • 11. Patologias Humanas  As patologias podem surgir em todos os sistemas do indivíduo, sejam eles, endócrino, muscular, esquelético, linfático, cardíaco, neurológico, reprodutor, respiratório, digestório...  Muitas delas podem aparecer de forma crônica ou aguda.  Algumas patologias são curadas.  Outras precisam que o indivíduo fique em tratamento.  Outras ocasionam problemas graves como o câncer.  E muitas outras levam o indivíduo a óbito.
  • 12. Patologias Humanas  Neoplasia (neo = novo + plasia = formação)  Designa alterações celulares que acarretam um crescimento exagerado destas células, ou seja, proliferação celular anormal, sem controle, autônoma, na qual reduzem ou perdem a capacidade de se diferenciar, em consequência de mudanças nos genes que regulam o crescimento e a diferenciação celular.
  • 13. Patologias Humanas  Classificação Benignas • velocidade e crescimento: lento • forma de crescimento: expansivo • crescimento à distância (metástase): ausente Malignas • velocidade e crescimento: rápido • forma de crescimento: expansivo e infiltrado • crescimento à distância (metástase): presente
  • 14. Patologias  A palavra doença vem do termo em latim dolentia que significa “sentir ou causar dor, afligir-se, amargurar-se”. Várias são as definições para esse termo, mas especialistas consideram as doenças como manifestações patológicas que se apresentam em nosso organismo. Elas estão sempre associadas a sintomas específicos, levando o indivíduo que as apresenta a se privar de prazeres físicos, emocionais e mentais.
  • 15. Patologias  A OMS classifica doença como a ausência de saúde e disponibiliza para a sociedade a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, designada pela sigla CID. No CID temos acesso à classificação das doenças e à grande variedade de sinais, sintomas, aspectos normais, queixas, circunstâncias sociais e causas externas para ferimentos e doenças.
  • 16. Patologias Segundo a OMS, são consideradas doenças:  Doenças infecciosas e parasitárias;  Neoplasmas (tumores);  Doenças do sangue e dos órgãos hematopoiéticos e alguns transtornos imunitários;  Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas;  Transtornos mentais e comportamentais;  Doenças do sistema nervoso;  Doenças dos olhos e anexos;  Doenças do ouvido e da apófise mastoide;  Doenças do aparelho circulatório;  Doenças do aparelho respiratório;  Doenças do aparelho digestivo;  Doenças da pele e do tecido subcutâneo;
  • 17. Patologias  Doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo;  Doenças do aparelho geniturinário;  Gravidez, parto e puerpério;  Algumas afecções originadas no período perinatal;  Malformações congênitas, deformidades e anomalias cromossômicas;  Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados;  Lesões, envenenamentos e algumas outras consequências de causas externas;  Causas externas de mobilidade e de mortalidade.
  • 18. Hipertensão Arterial Sistêmica  É uma doença multifatorial; Sistêmica (afeta todo o corpo) e Crônica.  22% da população brasileira acima de vinte anos.  80% dos casos de acidente cérebro vascular.  60% dos casos de infarto agudo do miocárdio.  40% das aposentadorias precoces.  Custo de 475 milhões de reais gastos com 1,1 milhão de internações por ano.
  • 19. Hipertensão Arterial Sistêmica  É um grave problema de saúde pública no Brasil e no mundo. Sua prevalência no Brasil varia entre 22% e 44% para adultos (32% em média), chegando a mais de 50% para indivíduos com 60 a 69 anos e 75% em indivíduos com mais de 70 anos.
  • 20. Hipertensão Arterial Sistêmica  COMO OCORRE? BOMBEIA PARA Esse bombeamento de Sangue se dá através de tubos chamados Artérias. O fato de ser empurrado contra a parede dos vasos sanguíneos causa uma pressão a qual denominamos de pressão arterial.
  • 21. Hipertensão Arterial Sistêmica  A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica multifatorial caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial – PA (PA ≥140 x 90mmHg). Associa-se, frequentemente, às alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e às alterações metabólicas, com aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não fatais
  • 22. Hipertensão Arterial Sistêmica  Determinada pelo volume de sangue que sai do coração e pela resistência que o sangue encontra para circular no corpo.  Pode ser modificada pela variação do volume do sangue ou viscosidade, frequência cardíaca e elasticidade dos vasos.  Reguladas por estímulos hormonais e nervosos.
  • 23. Fatores que Favorecem à Hipertensão  História familiar  Idade  Raça  Alimentação  Obesidade  Diabetes  Alcoolismo  Sedentarismo  Tabagismo Hipertensão Arterial Sistêmica
  • 24. Sintomatologia  A hipertensão arterial é considerada uma doença silenciosa, pois na maioria dos casos não são observados quaisquer sintomas no paciente. Quando estes ocorrem, são vagos e comuns a outras doenças, tais como dor de cabeça, tonturas, cansaço, enjôos, falta de ar e sangramentos nasais. Hipertensão Arterial Sistêmica
  • 25.  Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), a miocardiopatia e a insuficiência cardíaca.  Acidente vascular cerebral (AVC).  Insuficiência renal.  Diminuição da visão e problemas na retina. Consequências
  • 26. VALE RESSALTAR QUE: Entre os gêneros a prevalência é maior nos homens (38%), do que nas mulheres (32%). DIAGNÓSTICO  O diagnóstico de hipertensão é feito pela medida da pressão. A forma mais comum é a medida casual, feita no consultório com aparelhos manuais ou automáticos. A hipertensão também pode ser diagnosticada por aparelhos que fazem aproximadamente 100 medidas de pressão durante 24 horas. Hipertensão Arterial Sistêmica
  • 27. Hipertensão Arterial Sistêmica Prevenção e Controle  A pressão alta não tem cura, mas tem tratamento e pode ser controlada. Somente o médico poderá determinar o melhor método para cada paciente, mas além dos medicamentos disponíveis atualmente, é imprescindível adotar um estilo de vida saudável:
  • 28. Hipertensão Arterial Sistêmica Manter o peso adequado, se necessário, mudando hábitos alimentares; Não abusar do sal. Praticar atividade física regular; Aproveitar momentos de lazer; Abandonar o fumo; Moderar o consumo de álcool; Evitar alimentos gordurosos; Controlar o diabetes; E evitar o estresse.
  • 29. Hipertensão Arterial Sistêmica  Tratamento Farmacológico  Agentes anti-hipertensivos Os agentes anti-hipertensivos exercem sua ação terapêutica através de distintos mecanismos que interferem na fisiopatologia da hipertensão arterial. Divididos em cinco classes:  Diuréticos  Inibidores adrenérgicos  Vasodilatadores diretos  Antagonistas do sistema renina- angiotensina  Bloqueadores dos canais de cálcio. Diminui a pressão Vasocon stritor Tratamento de doenças Cardiovasculares
  • 30. Hipertensão Arterial Sistêmica  A principal relevância da identificação e controle da HAS reside na redução das suas complicações, tais como: Doença cerebrovascular Doença arterial coronariana Insuficiência cardíaca Doença renal crônica Doença arterial periférica Alteração dos níveis de colesterol total e frações e triglicérides Diabetes melitos História familiar prematura de doença cardiovascular homens: <55 anos e mulheres <65 anos.
  • 31. Hipertensão Arterial Sistêmica  Classificação da pressão arterial em adulto INDICATIVO VALORES Normal 120 x 80 mmHg Pré-hipertensão 120 – 139 x 80 – 89 mmHg Hipertensão Estágio 1 140 – 159 x 90 – 99 mmHg Estágio 2 > 160 x 100 mmHg Estágio 3 > 180 x 110 mmHg
  • 32. Hipertensão Arterial Sistêmica COMO AFERIR?  1) Explicar o procedimento para o paciente.  2) Certificar-se que o paciente: não está de bexiga cheia, não praticou exercícios físicos, não ingeriu bebidas alcoólicas ou café e nem fumou até 30 minutos antes.  3) Certificar-se que o esfigmomanômetro registra corretamente o zero da escala, seja no modelo aneroide ou no de coluna de mercúrio.  4) Localizar a artéria braquial por palpação.  5) Liberar o braço de roupas que o comprimam.
  • 33. Hipertensão Arterial Sistêmica  6) Colocar o manguito firmemente cerca de 2 a 3 cm acima da fossa cubital, centralizando a bolsa inflável sobre a artéria braquial.  7) Observar a largura do manguito e medir a circunferência do braço do paciente, utilizando o manguito de largura apropriado ou aplicando os valores da tabela, sempre registrando que tipo de correção foi feita.  Obs: A circunferência do braço deve ser medida na altura do 1/3 médio do braço não dominante, em repouso, apoiado e semi-fletido, com o paciente sentado.
  • 34. Hipertensão Arterial Sistêmica  8) Manter o braço do paciente na altura do coração.  9) Método palpatório: palpar o pulso radial e inflar o manguito até seu desaparecimento, para estimar a pressão sistólica (PAS), desinsuflar rapidamente e aguardar de 15 a 30 segundos antes de inflar novamente.  10) Método auscultatório: Posicionar a campânula do estetoscópio suavemente sobre a artéria braquial, sem compressão excessiva.  11) Solicitar o paciente que não fale durante o procedimento.
  • 35. Hipertensão Arterial Sistêmica  12) Inflar rapidamente, de 10 em 10 mmHg até o nível estimado da pressão sistólica pela palpação.  13) Desinflar com velocidade constante inicial de 2 a 4 mmHg por segundo, evitando congestão venosa e desconforto, e permitindo a leitura precisa da pressão arterial.  14) Determinar a pressão sistólica no momento do aparecimento do primeiro som.
  • 36. Hipertensão Arterial Sistêmica  15) Determinar a pressão diastólica (PAD) no momento do desaparecimento do som. Auscultar cerca de 20 mmHg a 30 mmHg abaixo do último som para confirmar seu desaparecimento e depois desinflar completamente e rápido. Obs: se os batimentos persistirem até zero, considere a PAD no abafamento do som.  16) Registrar os valores da PAS e PAD obtida na escala que varia de 2 em 2 mmHg, EVITANDO arredondar para valores terminados em zero ou cinco.  17) Esperar 1 a 2 minutos antes de realizar novas medidas.
  • 37. Hipertensão Arterial Sistêmica  18) Na primeira avaliação as medições devem ser feitas em ambos os membros superiores e em pelo menos duas posições (sentada e deitada).  19) Em cada consulta deverão ser realizadas no mínimo duas medidas no mesmo braço, procurando obter diferenças inferiores a 5 mmHg. Em pacientes com arritmias cardíacas, desinsuflar o manguito mais lentamente ainda e obter-se pelo menos 3 medidas, calculando a média da consulta.
  • 38. Hipertensão Arterial Sistêmica  MATERIAL:  Separe estetoscópio, esfigmomanômetro, caneta ou lápis, papel para registro e algodão com antisséptico
  • 39.
  • 40. Ame Todos. Admire o Mundo. E não Esqueça: Seja Feliz! (Denilson R. R. Melo)