Universidade de Taubaté
Departamento de Arquitetura e Urbanismo
Pesquisa por Giovanna Astone
Orientada pelo Prof. Dr. Geor...
O Porquê
Do inventário de edifícios religiosos
▪ A construção da capela em honra a São
José é considerada a fundação da
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História da Tipologia Arquitetônica
Basílica Romana
Basílica de Maxêncio e Constantino, Roma (312 d.C.)
▪ Adaptação do esp...
História da Tipologia Arquitetônica
Basílica Bizantina
Basílica São João de Laterano, Roma (324 d.C.)
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História da Tipologia Arquitetônica
Igreja de Jesus, Roma (1568)
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História da Tipologia Arquitetônica
Influência Portuguesa no Brasil
Igreja de Nossa Senhora da Graça, Olinda (1584)
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Fonte: Jornal Tribuna do NorteFonte: TIRAPELI, Percival. Arquitetura e Ur...
▪ Em12 de Agosto de 1672, Antônio Bicudo Leme e Braz Esteves Leme iniciaram a construção da capela
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Igreja de São José
Igreja São José - Localização
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Fonte: Google Maps
Capela de São José
▪ Construída no século XVII, aproximadamente em 1680, por iniciativa dos irmãos Antônio
Bicudo Leme e B...
Igreja de São José da Vila Real (1840-1848)
▪ O responsável por sua concepção foi o Pe.
João de Godoy Moreira e membros de...
▪ Construída em taipa de pilão
(paredes com 0.8 á 1 metro de
espessura);
▪ Piso de ladrilho hidráulico;
▪ Forro de tabuado...
▪ Em 1905 ela teve seu interior e exterior reformado e a construção de sua sacristia por incentivo da família
Godoy;
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Desenhos por Renato San Martin
Técnica: Bico de Pena
Levantamento feito por Pauliceia Arquitetura e Restauro
Planta Térreo
Nave
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Altar Mor
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Levantamento feito por Pauliceia Arquitetura e Restauro
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 Falta de registros dos patrimônios históricos da cidade, principalmente os religiosos;
 Considerados os maiores deposit...
ABREU, Waldomiro Benedito. Pindamonhangaba: Tempo e Face. Aparecida: Editora Santuário, 1977.
ALVIM, Sandra. Arquitetura R...
GUTLICH, George e MELLO, Benedito. Análise morfológica da arquitetura religiosa no Vale do Paraíba. Segóvia:
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POLLIO, M. Vitruvius. Tratado de Arquitetura. São Paulo: Martins, 2007.
SUMMERSON, Jonh. A Linguagem clássica da arquitetu...
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Inventário de Igrejas e Capelas na cidade de Pindamonhangaba - De sua fundação a meados do século XX

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Pindamonhangaba é uma cidade de extrema importância na geografia da fé no Vale do Paraíba paulista, e suas igrejas e capelas são testemunhas dos gostos que se sobrepõem na arquitetura local. Por intermédio de um levantamento das manifestações estéticas derivadas do espaço litúrgico, tanto na circunscrição urbana quanto rural, elencou-se as matrizes e suas variantes, as adaptações, as transformações bem como aspectos particulares como as decorrentes invenções características da cultura local, bem como as pertinências em tipologias arquitetônicas derivadas das técnicas construtivas, como a taipa de pilão, o pau a pique, o adobe e a alvenaria de tijolos. As correspondências estilísticas entre pormenor e conjunto, entre volume e ornamento, por si já encerra a problemática de desdobramentos de sistemas compositivos e do desenvolvimento de princípios formais. Este trabalho visa, por intermédio de uma conexão entre levantamento de campo e estudo teórico, desenvolver uma aproximação dos temas.

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Inventário de Igrejas e Capelas na cidade de Pindamonhangaba - De sua fundação a meados do século XX

  1. 1. Universidade de Taubaté Departamento de Arquitetura e Urbanismo Pesquisa por Giovanna Astone Orientada pelo Prof. Dr. George Rembrandt Gutlich Setembro de 2016
  2. 2. O Porquê Do inventário de edifícios religiosos ▪ A construção da capela em honra a São José é considerada a fundação da povoação de São José de Pindamonhangaba; ▪ Emancipada após a construção da Matriz; ▪ Cidade de grande fé católica; Do recorte temporal ▪ Concílio de Trento (1545 a 1563) ▪ Concílio Vaticano II (1961 a 1962) − Muda-se a liturgia e a obrigação do programa espacial;
  3. 3. História da Tipologia Arquitetônica Basílica Romana Basílica de Maxêncio e Constantino, Roma (312 d.C.) ▪ Adaptação do espaço laico para as funções religiosas; ▪ Consolidação do modelo – com nave central, alas laterais, abside, nártex e clerestório; ▪ Descende da ágora romana, sendo, assim, um espaço multifuncional; ▪ Destinado para assembleias cívicas, muitas vezes o espaço servia para realização de tribunas e leilões; Planta Abside Nártex Nave Central Naves Laterais Clerestório Corte
  4. 4. História da Tipologia Arquitetônica Basílica Bizantina Basílica São João de Laterano, Roma (324 d.C.) ▪ Desenvolvimento de planta com átrio, nártex, transepto, cruzeiro, capelas laterais e deambulatório; Planta Basílica Bizantina Abside Nártex Nave Central Naves Laterais Transepto Deambulatório Cruzeiro Catedral Românica Catedral de Santiago de Compostela, Espanha (1112) ▪ Desenvolvimento de planta com átrio, nártex, transepto, cruzeiro, capelas laterais, torre sineira, absidíolas e deambulatório; Planta Catedral Românica
  5. 5. História da Tipologia Arquitetônica Igreja de Jesus, Roma (1568) ▪ Arquitetos Vignola e Della Porta Igreja de São Roque, Lisboa (1565-73) ▪ Arquitetura Xã Abside / Altar mor Capelas Laterais Transepto Nave Capelas Laterais Cruzeiro Capelas Laterais Sacristia Altar Mor Altar Lateral Nave Planta Planta Fonte: BAZIN, Germain. A Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil.
  6. 6. História da Tipologia Arquitetônica Influência Portuguesa no Brasil Igreja de Nossa Senhora da Graça, Olinda (1584) Corte Igreja do Colégio dos Jesuítas, Salvador (1694) Planta Corte Planta Nave Nártex Altar Lateral Altar Mor Capela Lateral Sacristia Altar Lateral Capela Lateral Púlpito Nave Altar Mor Fonte: BAZIN, Germain. A Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil.
  7. 7. Aquarela de Thomas Ender Aquarela de J.B. Debret Fonte: Jornal Tribuna do NorteFonte: TIRAPELI, Percival. Arquitetura e Urbanismo no Vale do Paraíba
  8. 8. ▪ Em12 de Agosto de 1672, Antônio Bicudo Leme e Braz Esteves Leme iniciaram a construção da capela em honra a São José, fundando a povoação de São José de Pindamonhangaba; ▪ Em 1707, com a construção de sua primeira Igreja Matriz, a Vila de Pindamonhangaba se emancipa de Taubaté; ▪ Igreja no contexto das cidades: – Eram nesses locais que as pessoas reuniam esforços para embelezar o local onde viviam; – Festividades davam o uso desses locais como de encontro; ▪ Cidade de forte fé católica; ▪ Adequação com as tendências e mudanças na tipologia arquitetônica; ▪ Compreensão do gosto da cidade; Pindamonhangaba
  9. 9. ▪ Igreja Matriz de Nossa Senhora do Bom Sucesso ▪ Igreja de São José ▪ Capela de Sant’Ana ▪ Igreja de Nossa Senhora da Assunção ▪ Capela de Santa Cruz da Rua Eloy Chaves ▪ Capelas do Cemitério ▪ Igreja de Nossa Senhora do Socorro ▪ Capela da Vila São Benedito ▪ Capela de Nossa Senhora da Aparecida de Coruputuba ▪ Capela de Cristo Rei das Taipas ▪ Igreja de Santa Rita do Massaim ▪ Capela do de Santa Rita do Bom Sucesso ▪ Capela dos Corrêas ▪ Igreja de Nossa Senhora do Rosário (demolida) ▪ Capela de São João Baptista do Comércio (demolida) ▪ Capela do Barranco Alto (demolida) ▪ Capela de Santa Cruz da Boa Vista (demolida) Levantamento de Igrejas Fonte: Google Maps
  10. 10. Igreja de São José
  11. 11. Igreja São José - Localização Marco Zero Igrejas Levantadas Igreja São José Legenda: Fonte: Google Maps
  12. 12. Capela de São José ▪ Construída no século XVII, aproximadamente em 1680, por iniciativa dos irmãos Antônio Bicudo Leme e Brás Esteves Leme, fundadores da Vila de Pindamonhangaba; ▪ A antiga Matriz foi a primeira capela da cidade, e cumpriu essa função por 160 anos; ▪ Devido ao aumento população da Vila, acabou se tornando insuficiente para suprir a demanda de fiéis; ▪ Em 1705 foi iniciada a construção de uma nova Matriz; ▪ Em 1848, quando já se encontrava em ruínas e destruída pelo tempo, foi demolida; ▪ Esta se localizava onde hoje existe a praça do quartel; ▪ Não existem fotos ou registros gráficos da mesma;
  13. 13. Igreja de São José da Vila Real (1840-1848) ▪ O responsável por sua concepção foi o Pe. João de Godoy Moreira e membros de sua família; ▪ Propriedade da Mitra Diocesana de Taubaté desde sua inauguração; ▪ Nomeada como Panteão Cívico de Pindamonhangaba; ▪ Em decorrência desse título e da sua importância histórica, esta foi tombada em 1983 pelo CONDEPHAT (processo nº 210/83); Fonte: Imagem Autoral
  14. 14. ▪ Construída em taipa de pilão (paredes com 0.8 á 1 metro de espessura); ▪ Piso de ladrilho hidráulico; ▪ Forro de tabuado de madeira; ▪ Frontispício: duas aberturas na parte superior guarnecidas com imagens de Santos; Fonte: Imagem Autoral Fonte: CMPHAA Fonte: Imagem Autoral Fonte: Imagem AutoralFonte: Imagem Autoral
  15. 15. ▪ Em 1905 ela teve seu interior e exterior reformado e a construção de sua sacristia por incentivo da família Godoy; ▪ Em 1987 sua estrutura foi danificada (algumas paredes e uma torre do frontispício) devido a um desmoronamento causado por uma forte chuva; ▪ Em1988 ela foi reconstruída: com verbas do CONDEPHAT, uma licitação de recursos do governo e com a ajuda de uma ação comunitária, foi feito o cinturamento do edifício, ou seja, o prédio foi todo “amarrado” com cintas de concreto; ▪ Em 2014 foi aprovado um projeto de restauro pela CNIC (Comissão Nacional de Incentivo à Cultura), órgão do Ministério da Cultura (Projeto por Paulicéia Arquitetura e Restauro); Reformas/Restauros
  16. 16. Desenhos por Renato San Martin Técnica: Bico de Pena
  17. 17. Levantamento feito por Pauliceia Arquitetura e Restauro Planta Térreo Nave Ala Lateral Altar Mor Arco do Cruzeiro Nártex Corta Vento Ala Lateral Sacristia Capela do Santíssimo Presbitério Altar Capela Mor
  18. 18. Levantamento feito por Pauliceia Arquitetura e Restauro Planta Primeiro Pavimento Telhado Coro Vazio Vazio Vazio
  19. 19. Levantamento feito por Pauliceia Arquitetura e Restauro Fachada Frontão Voluta Grimpa Cornijas Janelas Balcão Tímpano Entrada Lateral Óculo Torre Sineira Entrada Principal
  20. 20.  Falta de registros dos patrimônios históricos da cidade, principalmente os religiosos;  Considerados os maiores depositários do gosto, edifícios de extrema importância para o estudo da formação das cidades;  Essas igrejas e capelas oferecem oportunidade para se apreender sobre aspectos de identidade cultural;  Houve interesse por parte das instituições contatadas em participar da produção e se valer das informações construídas para fins de educação patrimonial; Conclusão
  21. 21. ABREU, Waldomiro Benedito. Pindamonhangaba: Tempo e Face. Aparecida: Editora Santuário, 1977. ALVIM, Sandra. Arquitetura Religiosa colonial no Rio de Janeiro: plantas, fachadas e volumes. Rio de Janeiro: UFRJ/IPHAN, 1999. BAZIN, Germain. A Arquitetura Religiosa Barroca no Brasil. Rio de Janeiro: Record, 1956. CHING, Francis D. K. Dicionário Visual de Arquitetura. Barcelona: G. Gilli, 1997. CHOAY, Françoise. A alegoria do patrimônio. São Paulo: UNESP, 2001. ETZEL, Eduardo. Arte Sacra, berço da arte brasileira. São Paulo: Melhoramentos/ INL, 1986. Referências Bibliográficas
  22. 22. GUTLICH, George e MELLO, Benedito. Análise morfológica da arquitetura religiosa no Vale do Paraíba. Segóvia: Anais Del Io Congreso Hispanoamericano de História de la Construcción, 2015. IPHAN. Educação Patrimonial: Manual de Aplicação. Programa Mais Educação. Brasília, DF: IPHAN/DAF/Cogedip/Ceduc, 2013. LEMOS, Carlos A.C. Alvenaria Burguesa: Breve História da Arquitetura residencial de tijolos em São Paulo a partir do ciclo econômico liderado pelo café. São Paulo: Nobel, 1989. MACAMBIRA, Yvoty de Macedo Pereira. Os mestres da fachada. São Paulo: Centro Cultural São Paulo / Construtora NTR, 1985. MARCONDES, Athayde. Pindamonhangaba: Através de Dois e Meio Séculos. São Paulo: Typ. Paulista, 1922. PEIXOTO, G. R. Reflexo das Luzes na Terra do Sol. São Paulo: PróEditores, 2000. Referências Bibliográficas
  23. 23. POLLIO, M. Vitruvius. Tratado de Arquitetura. São Paulo: Martins, 2007. SUMMERSON, Jonh. A Linguagem clássica da arquitetura. São Paulo : Martins, 1994. TIRAPELI, Percival. Arquitetura e Urbanismo no Vale do Paraíba: do colonial ao eclético. São Paulo: Unesp e Sesc, 2014. TIRAPELI, Percival. Igrejas Paulistas: barroco e rococó. São Paulo: Unesp, 2003. TORENTINO, Átila Bezerra. Educação patrimonial: reflexões e práticas. Caderno temático 2. João Pessoa: Superintendência do Iphan na Paraíba, 2012. ZANINI, Walter. História geral da arte no Brasil. Instituto Moreira Salles, 1983. Referências Bibliográficas

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