Os contos de fada na comunicação 
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul –PUCRS -BRASIL 
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Programa do minicurso 
-O imaginário e suas tecnologias 
-O contexto do surgimento e propagação dos contos 
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O imaginário e suas tecnologias 
Imaginário? 
Para Durand (1998, p. 41): “um conector obrigatório pelo qual forma-se qualq...
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Imaginário? 
“O imaginário é sempre desvio, divergência, apropriação, reinterpretação, re...
O imaginário e suas tecnologias 
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O imaginário e suas tecnologias 
Bacias semânticas 
1 -Fase do escoamento 
2 -Fase da divisão de águas 
3 -Fase das conflu...
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Trajeto antropológico 
O imaginário resulta do trajeto entre as “pulsões subjetivas” e as...
O imaginário e suas tecnologias 
Laço social 
“Não há laço socialsem imaginário” (SILVA, 2006, p. 21).
O imaginário e suas tecnologias 
O imaginário dá conta além da racionalidade, do lúdico, do afetivo, do onírico, do imagin...
O imaginário e suas tecnologias 
Sociedade do espetáculo 
“O espetáculo não é um conjunto de imagens, mas uma relação soci...
“Submissão consentida” -Silva (2006)
O imaginário e suas tecnologias 
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O imaginário e suas tecnologias 
-Tecnologias do Imaginário: 
Para Silva, as tecnologias constituem e alimentam o imaginár...
O imaginário e suas tecnologias 
-Tecnologia de controle x Tecnologia do imaginário 
O poder é mecanismo de dominação -man...
Modernidade 
Pós-modernidade 
Imperativo categórico 
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Realismo 
Verdade 
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Primitivas 
Não provocativas 
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Limpas 
Locais 
Teatro 
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Informativas 
Jornais 
Livros didáticos 
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do imaginário 
Mercadológicas
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Os estudos sobre as tecnologias do imaginário visam a invest...
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-Narrativas do vivido 
Sociologia compreensiva -ênfase na descrição dos fatos -narrar a e...
Apresentação "Os contos de fada na Comunicação" Parte 1
Apresentação "Os contos de fada na Comunicação" Parte 1
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Apresentação "Os contos de fada na Comunicação" Parte 1

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Primeira parte do curso "Os contos de fada na Comunicação" , apresentado pelo GIM (Grupo de Estudos Imagem e Imaginários) no dia 02/09/2014, no Intercom que ocorreu em Foz do Iguaçu.

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Apresentação "Os contos de fada na Comunicação" Parte 1

  1. 1. Os contos de fada na comunicação Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul –PUCRS -BRASIL FACULDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL -FAMECOS PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO SOCIAL www. pucrs.br/famecos/pos Dra. Juliana Tonin juliana.tonin@pucrs.br Me. Larissa Azubel larissalauffer@gmail.com Gabriela Kurtz gabriela@sidicom.com.br Karina Weber karinaweber.rs@gmail.com
  2. 2. Programa do minicurso -O imaginário e suas tecnologias -O contexto do surgimento e propagação dos contos -As metamorfoses dos contos -As representações sociais nos contos contemporâneos
  3. 3. O imaginário e suas tecnologias Imaginário? Para Durand (1998, p. 41): “um conector obrigatório pelo qual forma-se qualquer representação humana”. Para Maffesoli: o imaginário é uma atmosfera. Para Silva: “o imaginário é uma educação existencial dos sentidos e da percepção” (2006, p. 30).
  4. 4. O imaginário e suas tecnologias Imaginário? “O imaginário é sempre desvio, divergência, apropriação, reinterpretação, releitura, desconstrução, reconstrução e afirmação” (SILVA, 2006, p. 51). Reservatório -é a impressão digital simbólica do ser no mundo Motor -é acelerador que imprime velocidade à possibilidade de ação
  5. 5. O imaginário e suas tecnologias “[...] o imaginário é a ‘bacia semântica’ que orienta o ‘trajeto antropológico’ de cada um na ‘errância’ existencial” (SILVA, 2006, p. 14).
  6. 6. O imaginário e suas tecnologias Bacias semânticas 1 -Fase do escoamento 2 -Fase da divisão de águas 3 -Fase das confluências 4 -Fase da organização dos rios 5 -Fase das “margens” do imaginário 6 -Fase dos deltas e meandros
  7. 7. O imaginário e suas tecnologias Trajeto antropológico O imaginário resulta do trajeto entre as “pulsões subjetivas” e as “intimações objetivas” -trajeto antropológico Silva defende que essas duas forças necessitam de tecnologias para serem concretizadas.
  8. 8. O imaginário e suas tecnologias Laço social “Não há laço socialsem imaginário” (SILVA, 2006, p. 21).
  9. 9. O imaginário e suas tecnologias O imaginário dá conta além da racionalidade, do lúdico, do afetivo, do onírico, do imaginativo, do fantástico.... Em suma, das construções mentais que potencializam as práticas, em sua totalidade, sejam elas culturas regionais, ideologias políticas... Revela-se a partir de suas expressões concretas -tecnologias
  10. 10. O imaginário e suas tecnologias Sociedade do espetáculo “O espetáculo não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas, mediada por imagens” (DEBORD, 1997). “Maffesoli inverte Guy Debord: o espetáculo vira laço social; a contemplação, uma forma de resistência passiva” (SILVA, 2006, p. 55).
  11. 11. “Submissão consentida” -Silva (2006)
  12. 12. O imaginário e suas tecnologias “Astecnologiasdoimagináriosãodispositivos(Foucault)deintervenção,formatação,interferênciaeconstruçãodas‘baciassemânticas’quedeterminarãoacomplexidade(Morin)dos‘trajetosantropológicos’deindivíduosougrupos.Assim,astecnologiasdoimaginárioestabelecem‘laçosocial’(Maffesoli)eimpõem-secomooprincipalmecanismodeproduçãosimbólicada‘sociedadedoespetáculo’”(SILVA,2006,p.20).
  13. 13. O imaginário e suas tecnologias -Tecnologias do Imaginário: Para Silva, as tecnologias constituem e alimentam o imaginário (por isso contribuem nos processos de comunicação, pois são mediadoras) Atuam na povoação mental São forças catalisadoras que materializam o afeto, o onírico, o imagético, o simbólico. E, enquanto catalisadoras, estimulam a ação e produção de sentido.
  14. 14. O imaginário e suas tecnologias -Tecnologia de controle x Tecnologia do imaginário O poder é mecanismo de dominação -manipula (Modernismo) A potência é uma força, catalisadora -seduz (Pós-modernismo)
  15. 15. Modernidade Pós-modernidade Imperativo categórico Imperativo ético Dever ser Realismo Verdade Determinismo Razão Racionalização Realidade Enunciação Tecnologias de controle Imperativo atmosférico Imperativo estético Sendo Nominalismo Probabilidade Determinação Discurso Fabulação Hiperrealidade Narrativa Tecnologias do imaginário -Tecnologia de controle x Tecnologia do imaginário O imaginário e suas tecnologias
  16. 16. O imaginário e suas tecnologias Tecnologias do Imaginário Primitivas Não provocativas Leves Limpas Locais Teatro Poesia oral Mitos Fábulas Industriais Provocativas Pesadas Poluentes Planetárias Mídia Rádio e Televisão Estrelas Propaganda Pós-industriais Interagentes Imateriais Ecológicas Globais Internet Ciberespaço Personas Publicidade
  17. 17. O imaginário e suas tecnologias Tecnologias do Imaginário Informativas Jornais Livros didáticos Televisão e Rádio Artísticas Cinema Literatura Teatro Mercadológicas Publicidade Marketing Relações públicas
  18. 18. -Tecnologias do imaginário | Informativas
  19. 19. -Tecnologias do imaginário | Informativas
  20. 20. -Tecnologias do imaginário Artísticas
  21. 21. -Tecnologias do imaginário Mercadológicas
  22. 22. O imaginário e suas tecnologias -Tecnologias do Imaginário: Os estudos sobre as tecnologias do imaginário visam a investigação das expressões concretas desse imaginário, a partir das tecnologias
  23. 23. O imaginário e suas tecnologias -Narrativas do vivido Sociologia compreensiva -ênfase na descrição dos fatos -narrar a existência “Descritivas, as narrativas do vivido não apresentam a prova da prova, mas fotografam os campos de luta, de interação e de partilha simbólica [...] se descrevem os temas que configuram um imaginário, aqueles que ligam os indivíduos e cimentam as sociedades” (SILVA, p.82) Papel do pesquisador dentro da pesquisa

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