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Bezerra de Menezes
A Palestra tem início referindo-se
a Zaqueu, a reencarnação mais
antiga e conhecida de Bezerra de
Menezes. Zaqueu era um
Publicano, ou seja, um coletor de
impostos e era detestado tanto
pelos judeus quanto pelos
romanos.
Zaqueu ansiava encontrar Jesus,
até que um dia o Mestre passou
por Jericó, cidade onde ele
morava e o hospedou em sua
casa.
A partir desse momento, Zaqueu
reparte seus bens com os seus
familiares e o restante doa aos
necessitados. Passa a seguir
Jesus, adotando o nome de
Matias.
Bezerra de Menezes
Matias cria a Casa De Benefícios para
abrigar os desvalidos, doentes,
perturbados e abandonados do mundo.
Durante as suas sucessivas
reencarnações, fundou sete Casas de
Benefícios.
Com exceção da última, todas foram
destruídas pelos inimigos da Luz.
Para converter seu filho Taciano,
reencarna-se duas vezes: uma como
Quinto Varro (Irmão Corvino) e a seguir
como Quinto Celso, personagens estes
narrados no Livro “AVE CRISTO”, de
Emmanuel, pela psicografia bendita de
Francisco Cândido Xavier.
Posteriormente, volta à Terra como
Irmão Parmênio, onde, como nas suas
outras vidas, mais uma vez é
martirizado.
Bezerra de Menezes
Finalmente, reencarna-se no Brasil
como Adolfo Bezerra de Menezes, com o
objetivo de concretizar a fixação da
Doutrina Espírita em terras verde-
amarelas e à união de todos os
espíritas, através do Pacto Áureo, em
1949.
Em 1950, no cinquentenário de seu
desencarne como Adolfo Bezerra de
Menezes, é convidado pela Mãe
Santíssima a seguir para outras esferas
do Universo, compatível com a sua
evolução espiritual, mas ele declina e
pede à Maria para permanecer no Brasil,
auxiliando, em Espírito, aos sofredores
e angustiados.
Maria concede, então, mais 50 anos a
ele, autorizando-o a ficar no Planeta
Terra até o ano 2000. No entanto, como
podemos constatar por suas mensagens,
ainda hoje ele está entre nós.
Mais um pouco sobre
BEZERRA DE MENEZES
Adolfo Bezerra de
Menezes Cavalcanti
BIOGRAFIA DE BEZERRA DE MENEZES
Adolfo Bezerra de
Menezes Cavalcanti,
conhecido popularmente como
Dr. Bezerra de Menezes ou
simplesmente Bezerra de
Menezes (Riacho do Sangue,
actual Jaguaretama,
29 de Agosto de 1831 —
Rio de Janeiro, 11 de Abril de
1900), foi um médico, militar,
escritor, jornalista, político e
expoente da Doutrina Espírita
no Brasil.
Infância e juventude
Descendente de antiga
família de
fazendeiros de criação,
ligada à política e ao
militarismo na Província do
Ceará, era filho de Antônio
Bezerra de Menezes
(tenente-coronel da
Guarda Nacional) e de
Fabiana de Jesus Maria
Bezerra.
Infância e juventude
• Em 1838, aos sete anos
de idade, ingressou na
escola pública da Vila
Frade (adjacente ao
lugar de Riacho do
Sangue), onde, em dez
meses, aprendeu os
princípios da educação
elementar.
Infância e juventude
Em 1842, como consequência de
perseguições políticas e
dificuldades financeiras, a sua
família mudou-se para a antiga vila
de Maioridade (serra do Martins),
no Rio Grande do Norte, onde o
jovem, então com onze anos de
idade, foi matriculado na aula
pública de Latim. Em dois anos já
substituía o professor em classe,
em seus impedimentos.
Infância e juventude
Em 1846, a família retornou
à Província do Ceará,
fixando residência na
capital, Fortaleza. O jovem
foi matriculado no
Liceu do Ceará, onde
concluiu os estudos
preparatórios.
A carreira na Medicina
Em 1851, ano de
falecimento de seu pai,
mudou-se para o Rio de
Janeiro, onde, naquele
mesmo ano, iniciou os
estudos de Medicina na
Faculdade de Medicina do
.
A carreira na Medicina
No ano seguinte (1852),
ingressou como praticante
interno ("residente") no
hospital da
Santa Casa de Misericórdia d
. Para prover os seus
estudos, dava aulas
particulares de Filosofia e
Matemática.
• Foi eleito deputado Provincial pelo Rio de Janeiro
em 1866, apesar da oposição do então primeiro-
ministro Zacarias de Góis e dos chefes liberais -
senador Bernardo de Souza Franco (
visconde de Souza Franco) e deputado
Francisco Otaviano de Almeida Rosa. Empossado
em 1867, a Câmara dos Deputados foi dissolvida
no ano seguinte (1868), devido à ascensão do
Partido Conservador.
• Retornou à política como
vereador no período de 1873 a
1885, ocupando várias vezes as
funções de presidente interino da
Câmara Municipal, efectivando-
se em Julho de 1878, cargo que
corresponderia actualmente ao
de Prefeito.
Vida empresarial
• Foi sócio fundador da Companhia
Estrada de Ferro Macaé e Campos (1870).
Empenhou-se na construção da
Estrada de Ferro Santo Antônio de Pádua,
pretendendo estendê-la até ao rio Doce, projecto
que não conseguiu concretizar (c. 1872). Foi um
dos directores da
Companhia Arquitetônica de Vila Isabel, fundada
em Outubro de 1873 por
João Batista Viana Drummond (depois barão de
Drummond) para empreender a urbanização do
bairro de Vila Isabel.
• Em 1875, foi presidente da
Companhia Ferro-Carril de São C
, período em que os trilhos da
empresa alcançavam os
bairros do Caju e da Tijuca
Militância intelectual
• Durante a campanha abolicionista publicou o ensaio "A
escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para
extingui-la sem danos para a Nação" (1869). Expôs os
problemas de sua região natal em outro ensaio publicado,
"Breves considerações sobre as secas do Norte" (1877).
Alguns indicam que foi autor de biografias sobre o
visconde do Uruguai e o visconde de Caravelas,
personalidades ilustres do Império do Brasil. Foi redactor
de "A Reforma", órgão liberal no Município Neutro, e, de
1869 a 1870, redactor do jornal "Sentinela da Liberdade".
Militância espírita
• Conheceu a Doutrina Espírita quando do
lançamento da tradução em língua portuguesa de
O Livro dos Espíritos (sem data, em 1875), através
de um exemplar que lhe foi oferecido com
dedicatória pelo seu tradutor, Dr.
Joaquim Carlos Travassos. Sobre o contacto com a
obra, o próprio Bezerra registrou posteriormente:
• "Deu-mo na cidade e eu morava na Tijuca, a uma hora de
viagem de bonde. Embarquei com o livro e, como não
tinha distracção para a longa viagem, disse comigo: ora,
adeus! Não hei de ir para o inferno por ler isto… Depois, é
ridículo confessar-me ignorante desta filosofia, quando
tenho estudado todas as escolas filosóficas. Pensando
assim, abri o livro e prendi-me a ele, como acontecera
com a Bíblia. Lia. Mas não encontrava nada que fosse
novo para meu Espírito. Entretanto, tudo aquilo era novo
para mim!... Eu já tinha lido ou ouvido tudo o que se
achava no 'O Livro dos Espíritos'. Preocupei- me
seriamente com este fato maravilhoso e a mim mesmo
dizia: parece que eu era espírita inconsciente, ou, mesmo
como se diz vulgarmente, de nascença."
• Com o lançamento do periódico Reformador, por
Augusto Elias da Silva em 1883, passou a colaborar
com a redacção de artigos doutrinários.
• Após estudar por alguns anos as obras de
Allan Kardec, em 16 de Agosto de 1886, aos
cinquenta e cinco anos de idade, perante grande
público (estimado, conforme os seus biógrafos,
entre mil e quinhentas e duas mil pessoas) no
salão de conferências da Guarda Velha, no Rio de
Janeiro, em longa alocução, justificou a sua opção
em abraçar o Espiritismo. O evento chegou a ser
referido em nota publicada pelo "O Paiz".
• No ano seguinte, a pedido da Comissão de
Propaganda do Centro da União Espírita do Brasil,
inicia a publicação de uma série de artigos sobre a
Doutrina em O Paiz, periódico de maior circulação
da época. Com o nome de "Estudos Filosóficos -
Espiritismo", os artigos saíram regularmente aos
domingos, no período de 23 de Outubro de 1887 a
Dezembro de 1893, assinados sob o pseudónimo
"Max“.
• Na década de 1880 o incipiente movimento
espírita na capital (e no país) estava marcado pela
dispersão de seus adeptos e das entidades em que
se reuniam. Havia, ainda, uma clara divisão entre
os espíritas ditos "místicos" (defensores de uma
visão religiosa da doutrina), e os chamados
"científicos" (defensores de um olhar filosófico e
científico).
• Em 1889 Bezerra de Menezes foi percebido como o
único capaz de superar as divisões, vindo a ser
eleito presidente da Federação Espírita Brasileira.
Nesse período, iniciou o estudo sistemático de "O
Livro dos Espíritos" nas reuniões públicas das
sextas-feiras, passando a redigir o Reformador;
exerceu ainda a tarefa de doutrinador de espíritos
obsessores.
• De 1890 a 1891 foi vice-presidente da FEB na
gestão de Francisco de Menezes Dias da Cruz,
época em que traduziu o livro "Obras Póstumas"
de Allan Kardec, publicado em 1892. Em fins de
1891, registravam-se importantes divergências
internas entre os espíritas e fortes ataques ao
exteriores ao movimento. Bezerra de Menezes
afastou-se por algum tempo, continuando a
frequentar as reuniões do Grupo Ismael e a
redação dos artigos semanais em "O Paiz", que
encerrou ao final de 1893.
• Aprofundando-se as discórdias na instituição, foi
convidado em 1895 a reassumir a presidência da
FEB (eleito em 3 de Agosto desse ano), função que
exerceu até à data de seu falecimento. Nesta
gestão iniciou o estudo semanal de "
O Evangelho segundo o Espiritismo", fundou a
primeira livraria espírita no país e ocorreu a
vinculação da instituição ao Grupo Ismael e à
Assistência aos Necessitados.
• Foi em meio a grandes dificuldades financeiras que um
acidente vascular cerebral o acometeu, na manhã de 11 de Abril de
1900. Não faltaram aqueles, pobres e ricos, que socorreram a
família, liderados pelo Senador Quintino Bocaiúva. No dia seguinte,
na primeira página de "O Paiz", foi lhe dedicado um longo
necrológio, chamando-o de "eminente brasileiro". Recebeu ainda
homenagem da Câmara Municipal do então Distrito Federal pela
conduta e pelos serviços dignos. Ao longo da vida acumulou
inúmeros títulos de cidadania.
O "Kardec Brasileiro
Pela atuação
destacada no
movimento espírita
da capital brasileira
no último quartel do
século XIX, Bezerra
de Menezes foi
considerado um
modelo para muitos
adeptos da Doutrina.
Destacam-lhe a
índole caridosa, a
perseverança, e a
disposição amorosa
para superar os
desafios.
Bezerra de Menezes: o filme
• A vida de Bezerra de Menezes foi transposta para
o cinema, na película "
Bezerra de Menezes - o Médico dos Pobres", com
direção de Glauber Santos Paiva Filho e
Joel PimentelO elenco é integrado por
Carlos Vereza no papel título, Caio Blat e Paulo
Goulart Filho, e com a participação especial de
Lúcio Mauro. A produção foi orçada em 1,7
milhões de Reais, a cargo da Trio Filmes e Estação
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Bezerra de-menezes

  • 1. Bezerra de Menezes A Palestra tem início referindo-se a Zaqueu, a reencarnação mais antiga e conhecida de Bezerra de Menezes. Zaqueu era um Publicano, ou seja, um coletor de impostos e era detestado tanto pelos judeus quanto pelos romanos. Zaqueu ansiava encontrar Jesus, até que um dia o Mestre passou por Jericó, cidade onde ele morava e o hospedou em sua casa. A partir desse momento, Zaqueu reparte seus bens com os seus familiares e o restante doa aos necessitados. Passa a seguir Jesus, adotando o nome de Matias.
  • 2. Bezerra de Menezes Matias cria a Casa De Benefícios para abrigar os desvalidos, doentes, perturbados e abandonados do mundo. Durante as suas sucessivas reencarnações, fundou sete Casas de Benefícios. Com exceção da última, todas foram destruídas pelos inimigos da Luz. Para converter seu filho Taciano, reencarna-se duas vezes: uma como Quinto Varro (Irmão Corvino) e a seguir como Quinto Celso, personagens estes narrados no Livro “AVE CRISTO”, de Emmanuel, pela psicografia bendita de Francisco Cândido Xavier. Posteriormente, volta à Terra como Irmão Parmênio, onde, como nas suas outras vidas, mais uma vez é martirizado.
  • 3. Bezerra de Menezes Finalmente, reencarna-se no Brasil como Adolfo Bezerra de Menezes, com o objetivo de concretizar a fixação da Doutrina Espírita em terras verde- amarelas e à união de todos os espíritas, através do Pacto Áureo, em 1949. Em 1950, no cinquentenário de seu desencarne como Adolfo Bezerra de Menezes, é convidado pela Mãe Santíssima a seguir para outras esferas do Universo, compatível com a sua evolução espiritual, mas ele declina e pede à Maria para permanecer no Brasil, auxiliando, em Espírito, aos sofredores e angustiados. Maria concede, então, mais 50 anos a ele, autorizando-o a ficar no Planeta Terra até o ano 2000. No entanto, como podemos constatar por suas mensagens, ainda hoje ele está entre nós.
  • 4. Mais um pouco sobre BEZERRA DE MENEZES Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti
  • 5. BIOGRAFIA DE BEZERRA DE MENEZES Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti, conhecido popularmente como Dr. Bezerra de Menezes ou simplesmente Bezerra de Menezes (Riacho do Sangue, actual Jaguaretama, 29 de Agosto de 1831 — Rio de Janeiro, 11 de Abril de 1900), foi um médico, militar, escritor, jornalista, político e expoente da Doutrina Espírita no Brasil.
  • 6. Infância e juventude Descendente de antiga família de fazendeiros de criação, ligada à política e ao militarismo na Província do Ceará, era filho de Antônio Bezerra de Menezes (tenente-coronel da Guarda Nacional) e de Fabiana de Jesus Maria Bezerra.
  • 7. Infância e juventude • Em 1838, aos sete anos de idade, ingressou na escola pública da Vila Frade (adjacente ao lugar de Riacho do Sangue), onde, em dez meses, aprendeu os princípios da educação elementar.
  • 8. Infância e juventude Em 1842, como consequência de perseguições políticas e dificuldades financeiras, a sua família mudou-se para a antiga vila de Maioridade (serra do Martins), no Rio Grande do Norte, onde o jovem, então com onze anos de idade, foi matriculado na aula pública de Latim. Em dois anos já substituía o professor em classe, em seus impedimentos.
  • 9. Infância e juventude Em 1846, a família retornou à Província do Ceará, fixando residência na capital, Fortaleza. O jovem foi matriculado no Liceu do Ceará, onde concluiu os estudos preparatórios.
  • 10. A carreira na Medicina Em 1851, ano de falecimento de seu pai, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde, naquele mesmo ano, iniciou os estudos de Medicina na Faculdade de Medicina do .
  • 11. A carreira na Medicina No ano seguinte (1852), ingressou como praticante interno ("residente") no hospital da Santa Casa de Misericórdia d . Para prover os seus estudos, dava aulas particulares de Filosofia e Matemática.
  • 12. • Foi eleito deputado Provincial pelo Rio de Janeiro em 1866, apesar da oposição do então primeiro- ministro Zacarias de Góis e dos chefes liberais - senador Bernardo de Souza Franco ( visconde de Souza Franco) e deputado Francisco Otaviano de Almeida Rosa. Empossado em 1867, a Câmara dos Deputados foi dissolvida no ano seguinte (1868), devido à ascensão do Partido Conservador.
  • 13. • Retornou à política como vereador no período de 1873 a 1885, ocupando várias vezes as funções de presidente interino da Câmara Municipal, efectivando- se em Julho de 1878, cargo que corresponderia actualmente ao de Prefeito.
  • 14. Vida empresarial • Foi sócio fundador da Companhia Estrada de Ferro Macaé e Campos (1870). Empenhou-se na construção da Estrada de Ferro Santo Antônio de Pádua, pretendendo estendê-la até ao rio Doce, projecto que não conseguiu concretizar (c. 1872). Foi um dos directores da Companhia Arquitetônica de Vila Isabel, fundada em Outubro de 1873 por João Batista Viana Drummond (depois barão de Drummond) para empreender a urbanização do bairro de Vila Isabel.
  • 15. • Em 1875, foi presidente da Companhia Ferro-Carril de São C , período em que os trilhos da empresa alcançavam os bairros do Caju e da Tijuca
  • 16. Militância intelectual • Durante a campanha abolicionista publicou o ensaio "A escravidão no Brasil e as medidas que convém tomar para extingui-la sem danos para a Nação" (1869). Expôs os problemas de sua região natal em outro ensaio publicado, "Breves considerações sobre as secas do Norte" (1877). Alguns indicam que foi autor de biografias sobre o visconde do Uruguai e o visconde de Caravelas, personalidades ilustres do Império do Brasil. Foi redactor de "A Reforma", órgão liberal no Município Neutro, e, de 1869 a 1870, redactor do jornal "Sentinela da Liberdade".
  • 17. Militância espírita • Conheceu a Doutrina Espírita quando do lançamento da tradução em língua portuguesa de O Livro dos Espíritos (sem data, em 1875), através de um exemplar que lhe foi oferecido com dedicatória pelo seu tradutor, Dr. Joaquim Carlos Travassos. Sobre o contacto com a obra, o próprio Bezerra registrou posteriormente:
  • 18. • "Deu-mo na cidade e eu morava na Tijuca, a uma hora de viagem de bonde. Embarquei com o livro e, como não tinha distracção para a longa viagem, disse comigo: ora, adeus! Não hei de ir para o inferno por ler isto… Depois, é ridículo confessar-me ignorante desta filosofia, quando tenho estudado todas as escolas filosóficas. Pensando assim, abri o livro e prendi-me a ele, como acontecera com a Bíblia. Lia. Mas não encontrava nada que fosse novo para meu Espírito. Entretanto, tudo aquilo era novo para mim!... Eu já tinha lido ou ouvido tudo o que se achava no 'O Livro dos Espíritos'. Preocupei- me seriamente com este fato maravilhoso e a mim mesmo dizia: parece que eu era espírita inconsciente, ou, mesmo como se diz vulgarmente, de nascença."
  • 19. • Com o lançamento do periódico Reformador, por Augusto Elias da Silva em 1883, passou a colaborar com a redacção de artigos doutrinários. • Após estudar por alguns anos as obras de Allan Kardec, em 16 de Agosto de 1886, aos cinquenta e cinco anos de idade, perante grande público (estimado, conforme os seus biógrafos, entre mil e quinhentas e duas mil pessoas) no salão de conferências da Guarda Velha, no Rio de Janeiro, em longa alocução, justificou a sua opção em abraçar o Espiritismo. O evento chegou a ser referido em nota publicada pelo "O Paiz".
  • 20. • No ano seguinte, a pedido da Comissão de Propaganda do Centro da União Espírita do Brasil, inicia a publicação de uma série de artigos sobre a Doutrina em O Paiz, periódico de maior circulação da época. Com o nome de "Estudos Filosóficos - Espiritismo", os artigos saíram regularmente aos domingos, no período de 23 de Outubro de 1887 a Dezembro de 1893, assinados sob o pseudónimo "Max“.
  • 21. • Na década de 1880 o incipiente movimento espírita na capital (e no país) estava marcado pela dispersão de seus adeptos e das entidades em que se reuniam. Havia, ainda, uma clara divisão entre os espíritas ditos "místicos" (defensores de uma visão religiosa da doutrina), e os chamados "científicos" (defensores de um olhar filosófico e científico).
  • 22. • Em 1889 Bezerra de Menezes foi percebido como o único capaz de superar as divisões, vindo a ser eleito presidente da Federação Espírita Brasileira. Nesse período, iniciou o estudo sistemático de "O Livro dos Espíritos" nas reuniões públicas das sextas-feiras, passando a redigir o Reformador; exerceu ainda a tarefa de doutrinador de espíritos obsessores.
  • 23. • De 1890 a 1891 foi vice-presidente da FEB na gestão de Francisco de Menezes Dias da Cruz, época em que traduziu o livro "Obras Póstumas" de Allan Kardec, publicado em 1892. Em fins de 1891, registravam-se importantes divergências internas entre os espíritas e fortes ataques ao exteriores ao movimento. Bezerra de Menezes afastou-se por algum tempo, continuando a frequentar as reuniões do Grupo Ismael e a redação dos artigos semanais em "O Paiz", que encerrou ao final de 1893.
  • 24. • Aprofundando-se as discórdias na instituição, foi convidado em 1895 a reassumir a presidência da FEB (eleito em 3 de Agosto desse ano), função que exerceu até à data de seu falecimento. Nesta gestão iniciou o estudo semanal de " O Evangelho segundo o Espiritismo", fundou a primeira livraria espírita no país e ocorreu a vinculação da instituição ao Grupo Ismael e à Assistência aos Necessitados.
  • 25. • Foi em meio a grandes dificuldades financeiras que um acidente vascular cerebral o acometeu, na manhã de 11 de Abril de 1900. Não faltaram aqueles, pobres e ricos, que socorreram a família, liderados pelo Senador Quintino Bocaiúva. No dia seguinte, na primeira página de "O Paiz", foi lhe dedicado um longo necrológio, chamando-o de "eminente brasileiro". Recebeu ainda homenagem da Câmara Municipal do então Distrito Federal pela conduta e pelos serviços dignos. Ao longo da vida acumulou inúmeros títulos de cidadania.
  • 26. O "Kardec Brasileiro Pela atuação destacada no movimento espírita da capital brasileira no último quartel do século XIX, Bezerra de Menezes foi considerado um modelo para muitos adeptos da Doutrina. Destacam-lhe a índole caridosa, a perseverança, e a disposição amorosa para superar os desafios.
  • 27. Bezerra de Menezes: o filme • A vida de Bezerra de Menezes foi transposta para o cinema, na película " Bezerra de Menezes - o Médico dos Pobres", com direção de Glauber Santos Paiva Filho e Joel PimentelO elenco é integrado por Carlos Vereza no papel título, Caio Blat e Paulo Goulart Filho, e com a participação especial de Lúcio Mauro. A produção foi orçada em 1,7 milhões de Reais, a cargo da Trio Filmes e Estação da Luz, com locações no Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro, tendo envolvido a mão-de-obra de uma equipe
  • 28. Lindos Casos de Bezerra de Menezes