Ministério da                                                   Ciência e Tecnologia                Audiência PúblicaAssem...
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BASES PARA O NOVO DESENVOLVIMENTISMO              1. CONSOLIDAÇÃO DA ESTABILIDADE MACROECONÔMICA CONTROLE DA INFLAÇÃO     ...
BASES PARA O NOVO DESENVOLVIMENTISMO    2 - CRESCIMENTO ECONÔMICO COM DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E INCLUSÃO SOCIAL             ...
BASES PARA O NOVO DESENVOLVIMENTISMO                                  4. Papel do Estado                                FO...
O GRANDE DESAFIO É TRANSFORMAR C,T & I COMO       EIXO ESTRUTURANTE DO DESENVOLVIMENTO     CONSOLIDAR A LIDERANÇA NA ECONO...
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Inovação: Protagonismo da Empresa                                          Dispêndio Público e Privado em P&D (% PIB)     ...
Déficit público em relação ao PIB    Situação fiscal favorável                                   Deficit público/ PIB     ...
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Patentes                   (Patentes triádicas)                                 Número por milhão de habitantes (2007)100 ...
Descentralização das universidades federais     Universidades federais            em 2002     Sedes = 4316
Descentralização das universidades federais     Universidades federais             em 2009     Sedes = 59     Outros campi...
RNP – Infraestrutura da conexão internet entre institutos de                                pesquisa Investimentos Totais:...
RNP – Rede Universitária de Telemedicina (RUTE)1919
INCT – Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia             Forte Interação com o Sistema Produtivo e com a Sociedade ...
Recursos investidos em bolsas CNPq e CAPES                                   (em R$ milhões correntes)      3.000     R$ m...
SIBRATEC: Extensão Tecnológica                           R$ 69,8 milhões (FINEP: 51,8 mi e Estados: R$ 18 mi)      FDB; FU...
Brasil - Sistemas Estaduais de Ciência e Tecnologia-201125 FAPs 157 entes municipais CT&I 15 leis estaduais de inovação   ...
Investimentos doMinistério da Ciência e Tecnologia no        Estado de São Paulo             2000 a 2010                  ...
Evolução dos Investimentos do MCT no Estado de São Paulo                                                                  ...
Investimentos em Bolsas e Fomento à Pesquisa                                                                              ...
Evolução do número de Pesquisadores e Pesquisadores Doutores                    em São Paulo entre 2000 e 200830.000      ...
Evolução do número de Grupos de Pesquisa na Região Sudeste e no Estado de                        São Paulo entre 2000 e 20...
Região Sudeste      Distribuição dos Grupos de Pesquisa - 2008                           Espírito Santo                   ...
Ministério da                      Ciência e TecnologiaAtração de Centros de P&D
Atração de Centros de P&D                                 MoU MCT-GE              Novo Centro de Pesquisa Global No RJ    ...
Atração de Centros de P&D                                   Projeto IBM                   Centro de Pesquisas Smarter Plan...
Ministério daAtração de Centros de P&D                          Ciência e TecnologiaCHINA           • Geração de 2.000 emp...
Ministério daAtração de Centros de P&D                       Ciência e TecnologiaAlemanha                • Casa   da Ciênc...
1. Novo Padrão de Financiamento do Desenvolvimento Tecnológico e da Inovação                         TRANSFORMAÇÃO DA FINE...
1. RECURSOS PARA O DESENVOLVIMENTO DA INFRA-ESTRUTURA CIENTÍFICA E DAS                ATIVIDADES DE PESQUISA E DESENVOLVIM...
2. FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE NACIONAL DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA            REFORMULAÇÃO DO MARCO REGULATÓRIO DO IDE      ...
3. MECANISMOS DE APOIO A TECNOLOGIAS PARA INCLUSÃO SOCIAL      NOVO PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARA POPULARIZAÇÃO DA         ...
4. SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL        SISTEMA DE ALERTA E PREVENÇÃO A DESASTRES NATURAIS              CONFERÊNCIA DAS NAÇÕE...
Ministério da                                                   Ciência e Tecnologia                Audiência PúblicaAssem...
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Apresentação Ministro Mercadante na Assembleia Legislativa de SP

  1. 1. Ministério da Ciência e Tecnologia Audiência PúblicaAssembleia Legislativa do Estado de São Paulo Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia São Paulo, 16 de maio de 2011
  2. 2. O Desenvolvimento Brasileiro: Perspectiva Histórica Taxas Médias do Crescimento do PIB Real 1901/2010 MODELO PRIMÁRIO INDUSTRIALIZAÇÃO DÉCADAS NOVO EXPORTADOR SUBSTITUTIVA PERDIDAS DESEN- VOLVI- MENTIS- MO 9,5 9,0 8,63 (1) 8,5 8,0 7,5 7,0 7,01 6,5 Média Anual 6,17 6,0 Média 4,65% 5,90 Anual 5,5 3,98% 5,0 Média Anual Média Anual 4,5 4,52 4,39 7,26% 2,10% 4,23 4,24 4,0 3,98 3,5 3,0 2,5 2,41 2,0 1,5 1,52 1,0 1901/10 1911/20 1921/30 1931/40 1941/50 1951/60 1961/70 1971/80 1981/90 1991/02 2003/10 (1) Crise da Dívida Externa2 Fonte: Elaboração própria com dados do IBGE
  3. 3. BASES PARA O NOVO DESENVOLVIMENTISMO 1. CONSOLIDAÇÃO DA ESTABILIDADE MACROECONÔMICA CONTROLE DA INFLAÇÃO Dentro dos limites do sistema de metas de inflação desde 2004 Redução do Endividamento REDUÇÃO DA Aumento das Reservas ExternoVULNERABILIDADE EXTERNA (US$ Bilhões) Dívida Externa Líquida/PIB 04/2011= 326,7 2010= -2,5% Redução do Endividamento Redução do Déficit Público Público REDUÇÃO DA FRAGILIDADE FISCAL Dívida Líquida / PIB 2011= 1,9% do PIB 2010= 40,3%3
  4. 4. BASES PARA O NOVO DESENVOLVIMENTISMO 2 - CRESCIMENTO ECONÔMICO COM DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E INCLUSÃO SOCIAL Geração de Empregos Formais 1999/2002= 1.814.000 2003/2010= 11.271.127 AUMENTO DO EMPREGO Taxa Média Anual de Desemprego ACELERAÇÃO DO AbertoCRESCIMENTO BASEADA NA 2002= 11,7% EXPANSÃO DO MERCADO 03/2011= 6,5% INTERNO DE CONSUMO DE MASSA VARIAÇÃO DA RENDA DOMICILIAR PER CAPITA (2003/2009) REDUÇÃO DA POBREZA E DA Renda Média: 31,1% DESIGUALDADE DE RENDA 20% Mais Pobres: 51,2% 30% Seguintes: 46,6% 20% Mais Ricos: 14,7% 3 - INSERÇÃO INTERNACIONAL SOBERANA / INTEGRAÇÃO REGIONAL DIVERSIFICAÇÃO DE MERCADOS / NOVAS PROTAGONISMO NOS FÓRUNS DE PARCERIAS COMERCIAIS GOVERNANÇA MUNDIAL4
  5. 5. BASES PARA O NOVO DESENVOLVIMENTISMO 4. Papel do Estado FORTALECIMENTO TÉCNICO- PAC INSTITUCIONAL DOS ÓRGÃOS DE ESTUDOS E PLANEJAMENTO RECONSTRUÇÃO DA PDP – POLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO CAPACIDADE DE PRODUTIVO PLANEJAMENTO E CONSOLIDAÇÃO DO SISTEMA COORDENAÇÃO PÚBLICO DE CRÉDITO E FINANCIAMENTO DO INVESTIMENTO PACTI ESTRATÉGICA DO ESTADO POLÍTICAS ANTI-CÍCLICAS (CRISE MUNDIAL) FORTALECIMENTO EMPRESAS ESTATAIS ESTRATÉGICAS 5.Fatores não econômicos de potencialidade BÔNUS DEMOGRÁFICO CONSOLIDAÇÃO DA DEMOCRACIA5
  6. 6. O GRANDE DESAFIO É TRANSFORMAR C,T & I COMO EIXO ESTRUTURANTE DO DESENVOLVIMENTO CONSOLIDAR A LIDERANÇA NA ECONOMIA DO CONHECIMENTO NATURAL AVANÇAR EM DIREÇÃO À SOCIEDADE DO CONHECIMENTO TRANSIÇÃO PARA A ECONOMIA DE BAIXO CARBONO E SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL ERRADICAÇÃO DA POBREZA E APROFUNDAMENTO DO PROCESSO DE DISTRIBUIÇÃO SOCIAL E REGIONAL DA RENDA6
  7. 7. Déficits Comerciais Concentrados em Cinco Setores Críticos Na indústria de alta e média-alta intensidade tecnológica, cinco setores respondem por 80% do déficit comercial. Déficit Comerciais Setoriais - Indústria de alta e média-alta intensidade tecnológica (US$ Bilhões) SETORES 2002 2005 2008 2010 Farmacêutico 1,89 2,28 4,64 6,38 Equipamentos de rádio, TV e comunicação 1,45 3,88 9,79 11,39 Instrumentos médicos de ótica e precisão 1,62 2,41 5,51 5,65 Produtos químicos,excl. farmacêuticos 4,49 6,17 20,11 16,12 Máquinas e equipamentos mecânicos n. e. 2,51 0,35 8,16 12,737 Fonte: SCEX / MDIC
  8. 8. EFEITOS DA DIFERENÇA DE P&D (2010) Para importar uma tonelada de circuitos integrados (US$ 848.871,43), o Brasil precisa exportar... 21.445 toneladas de minério de ferro (US$39,58/ton) ou 1.742 toneladas de soja (US$ 487,36/ton)8 Fonte: Alice Web, MDIC, Brasil, 2010. Consulta em 10/02/2011. Ton/US$ FOB. Circuitos importados. Minério de Ferro e Grãos de Soja exportados.
  9. 9. Investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) % P&D / PIB Em US$ Bilhões Estados Unidos (2008) 2,79 398,2 Japão (2008) 3,44 148,7 China (2008) 1,54 120,6 Alemanha (2009) 2,82 84,0 BRASIL (2009) 1,19 24,2 Fontes: Main Science and Technology Indicators (MSTI), 2010-2, da Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD); para o Brasil: www.mct.gov.br/indicadores.9
  10. 10. Inovação: Protagonismo da Empresa Dispêndio Público e Privado em P&D (% PIB) 2,46 Coréia (2008) 0,86 2,68 Japão (2008) 0,54 1,86 EUA (2008) 0,75 1,70 Cingapura (2008) 0,80 1,72 Alemanha (2007) 0,70 1,15 Austrália (2006) 0,74 1,02 França (2008) 0,80 0,88 Canadá (2008) 0,60 1,10 China (2008) 0,36 0,80 Reino Unido (2008) 0,54 0,59 Espanha (2007) 0,62 0,58 Portugal (2007) 0,55 0,57 Brasil (2010*) 0,54 Itália (2007) 0,50 0,52 Empresas 0,30 Rússia (2008) 0,67 0,15 Governo Argentina (2007) 0,34 0,17 México (2007) 0,19 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 3,0 Fonte: www.mct.gov.br/indicadores. 2010* estimativa Inovação: demanda comprometimento de longo prazo, recursos e disposição ao risco10
  11. 11. Déficit público em relação ao PIB Situação fiscal favorável Deficit público/ PIB País (%) Estados Unidos 9,9 Reino Unido 9 Japão 7,9 França 6,4 Africa do Sul 5,3 Índia 4,9 Italia 4 Rússia 2,7 Brasil 1,9 México 1,7 China 1,7 Coréia do Sul 1,5 Argentina 1,4 Alemanha 0,5 Estimativas The Economist (ed. 30 de abril de 2011).
  12. 12. Mestres e Doutores Titulados Anualmente45.00040.000 38,8 mil mestres* titulados em 200935.00030.00025.00020.00015.000 11,4 mil doutores titulados em 200910.000 5.000 0 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 00 01 02 03 04 05 06 07 08 0912
  13. 13. Número de concluintes de cursos de graduação, 2000 a 2009 Total e Engenharias e participação percentual das Engenharias900.000 800.318800.000 736.829 756.799 717.858700.000 626.617600.000 528.233 466.260500.000 395.988400.000 352.307 324.734300.000200.000 Engenharias100.000 24.165 25.310 28.024 30.456 33.148 36.918 41.491 47.016 47.098 22.873 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 20098,0% 7,0% 6,9% 6,4% 6,0% 5,8% 5,6% 6,2% 5,9% 5,3% 5,1%6,0%4,0%2,0% Participação das Engenharias0,0% 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 200913
  14. 14. Número de artigos brasileiros publicados em periódicos científicos indexados pela Thomson/ISI e participação percentual do Brasil na América Latina e no mundo, 1985-2009 40.000 60 % do Brasil em relação à América Latina 54,42 35.000 % do Brasil em relação ao Mundo 32.100 50 47,55 Nº de artigos Brasil 30.000 42,89 39,11 40 36,73 25.000 33,84 20.000 30 17.714 15.000 20 10.521 10.000 6.038 10 5.000 3.640 2.409 1,8 2,69 0,47 0,84 1,35 0,62 0 0 1985 1990 1995 2000 200514
  15. 15. Patentes (Patentes triádicas) Número por milhão de habitantes (2007)100 118.0 114.8 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Fonte: OECD Factbook 2010: Economic, Environmental and Social Statistics - ISBN 92-64-08356-1 - © OECD 2010
  16. 16. Descentralização das universidades federais Universidades federais em 2002 Sedes = 4316
  17. 17. Descentralização das universidades federais Universidades federais em 2009 Sedes = 59 Outros campi = 171 Total = 23017
  18. 18. RNP – Infraestrutura da conexão internet entre institutos de pesquisa Investimentos Totais: 2007-2009: R$ 100 milhões; 2010: R$ 23,7 milhões18 18
  19. 19. RNP – Rede Universitária de Telemedicina (RUTE)1919
  20. 20. INCT – Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia Forte Interação com o Sistema Produtivo e com a Sociedade 122 R$ 607 milhões FAPs: R$ 214,7 milhões BNDES AM MG PA PI 12,9 10,4 36,0 8,0 1,5 RJPetrobras 35,8 RN 21,0 2,1CAPES SC 30,0 7,5 19 MS 16,0 SP 113,4 CNPq FNDCT 112,8 9 199,5 20
  21. 21. Recursos investidos em bolsas CNPq e CAPES (em R$ milhões correntes) 3.000 R$ milhões R$ milhões correntes 2.823 CNPq Total CAPES 2.500 994 2.036 2.000 1.637 879 1.500 1.361 1.270 1.157 780 1.058 1.000 871 910 714 813 671 1.829 607 573 434 470 411 1.158 500 857 550 599 647 403 438 440 486 0 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Internacionalizar a formação de recursos humanos através de 75 mil bolsas no exterior em 4 anos21 21
  22. 22. SIBRATEC: Extensão Tecnológica R$ 69,8 milhões (FINEP: 51,8 mi e Estados: R$ 18 mi) FDB; FUCAPI; FUA; INPA; UEA; IFAM; FADESP; SENAI/PA; UFPA, UEPA, Embrapa/CPAA; CBA/; IDAM; SENAI/AM; FUNDETEC; SENAI/PI; IFPI; UESPI; SEBRAE/PI; SEDET/PI CPATU, IFPA, SEDECT/PA SECT/AM; FAPEAM; SEBRAE-AM IEL/TO; SENAI/TO; UNITINS; FCPC; NUTEC; UFC; CENTEC; INDI/CE; IFCE; Agropolos; BNB; SECITECE; FUNCAP; SEBRAECE IEL/RO; SENAI/RO; IPEPATRO; UFT; SECT/TO Embrapa-RO/CEPAFRO; IJN; FUNPEC; SENAI/RN; UFRN; FIMCA; SEPLAN; SEBRAE/RO UERN; SENAI/CTGÁS; SEDEC/RN FJA; SENAI/PB; UFPB; IFPB; SECTMAPB IEL/PE; ITEP; UFPE; SECTMA-PE NGPD; SENAI/PE; SEBRAE/PE IEL/AL; SENAI/AL; UFAL; UNEAL; FIEA, FAPEAL, SEBRAE/AL, SECTI/AL IEL/SE; ITPS; UFS, ITP, IFS, FAPITEC/SE, SEBRAE-SE SECITEC/MT; SENAI/MT; UFMT; IFMT; IEL/BA; UESC; CEPED; CETENE/PE; UNEMAT; INT; SEBRAE/MT SECTI/BA; FAPESB; SEBRAE/BA; SICM/BA FUNAPE/GO; SENAI/GO; UFG; IFGOIANO; SGM-SIC/GO; SEBRAE/GO; SECTEC/GO RMI; CETEC; IEL/MG; FAPEMIG; IEL/MS; SENAI/MS; UFMS; UEMS; UFGD; SEBRAE/MG; SEDE/MG; SECTES/MG UCDB; SEBRAE/MS; SEMAC/MS IEL/ES; SENAI/ES; UFES, IFES, CETEM, BANDES, SEBRAE-ES, FINDES, FAPES, SECTES TECPAR; FIEP; SEBRAE/PR; SETI/PR; F.ARAUCÁRIA REDETEC; INT; SEBRAE/RJ; FAPERJ SOCIESC; SEBRAE/SC; FAPESC FIPT; IPT; CTI; CEETEPS; FDTE; SD/SP IEL/RS; SCT/RS; CIENTEC; IBTEC; IFSul;22 PUC/RS; UNISINOS; UERGS; SEDAI/RS; SEBRAE/RS
  23. 23. Brasil - Sistemas Estaduais de Ciência e Tecnologia-201125 FAPs 157 entes municipais CT&I 15 leis estaduais de inovação Atuação SECTIs
  24. 24. Investimentos doMinistério da Ciência e Tecnologia no Estado de São Paulo 2000 a 2010 Maio de 2011
  25. 25. Evolução dos Investimentos do MCT no Estado de São Paulo R$ milhões correntes1.600,0 1.479,2 Total aplicado de 2000 a 2010: R$ 8,2 bilhões1.400,0 Crescimento nominal de 321% em relação ao ano 2000 1.166,51.200,0 996,8 1.012,91.000,0 800,0 718,6 689,3 533,0 600,0 460,6 393,6 402,5 351,5 400,0 200,0 - 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Bolsas e Fomento (CNPq) FNDCT Ações Sociais da SECIS UPs IPEN (CNEN)
  26. 26. Investimentos em Bolsas e Fomento à Pesquisa R$ milhões correntes 293,1300,0 Incremento nominal de 178% dos investimentos em Bolsas e 511% em Fomento entre 2000 e 2010 259,5250,0 227,8 214,0 204,2200,0 181,8 169,2 133,2 136,6150,0 111,7 113,9 105,4 96,7 98,8 88,8100,0 63,2 57,2 48,0 34,0 35,8 50,0 26,9 22,4 0,0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Bolsas (País e Exterior) Fomento à Pesquisa]
  27. 27. Evolução do número de Pesquisadores e Pesquisadores Doutores em São Paulo entre 2000 e 200830.000 Pesquisadores: crescimento de 72 %25.000 26.007 22.94020.000 19.899 16.78915.000 15.129 16.955 12.17710.000 10.187 Doutores: crescimento de 120 % 5.000 0 2000 2002 2004 2006 Pesquisadores Doutores Percentual de doutores em relação ao total de pesquisadores: 67,3% em 2000 e 77,3% em 2008
  28. 28. Evolução do número de Grupos de Pesquisa na Região Sudeste e no Estado de São Paulo entre 2000 e 2008 Grupos de pesquisa da Região Sudeste: crescimento de 65,2 % 12.000 10.000 10.592 11.120 10.221 8.000 7.855 6.000 6.733 5.541 5.678 5.938 4.000 4.338 3.645 Grupos de pesquisa de São Paulo: crescimento de 62,9 % 2.000 0 2000 2002 2004 2006 2008 GP em São Paulo GP no SudesteA participação de São Paulo passou de 54,1% em 2000 para 53,4% em 2008Fonte: MCT/CNPq - Diretório dos Grupos de Pesquisa no Brasil
  29. 29. Região Sudeste Distribuição dos Grupos de Pesquisa - 2008 Espírito Santo 2,4%Minas Gerais São Paulo 19,2% 53,4%Rio de Janeiro 25%
  30. 30. Ministério da Ciência e TecnologiaAtração de Centros de P&D
  31. 31. Atração de Centros de P&D MoU MCT-GE Novo Centro de Pesquisa Global No RJ Previsão de US$ 500 milhões em 3 anos Centro de Qualificação Global para Expansão nas áreas de Energia, Óleo & Gás, Mineração e Transporte + Desenvolvimento Executivo e Treinamento de Líderes,
  32. 32. Atração de Centros de P&D Projeto IBM Centro de Pesquisas Smarter Planet Cerca de US$450 milhões até 2014 Proposta de Implantação- Centros de Pesquisa deRecursos Naturais, paraexploração inteligente e usosustentável de recursosnaturais; e- Centros de Pesquisa deSistemas Humanos, paragerenciamento de recursosnaturais e humanos
  33. 33. Ministério daAtração de Centros de P&D Ciência e TecnologiaCHINA • Geração de 2.000 empregos; • Investimento de US$ 200 milhões • Local de instalação: Hortolândia-SP • Investimento de U$ 300 milhões • US$ 50 milhões para “cloud computing” • Local de Instalação: Campinas-SP • US$ 12 bilhões em 5 anos • Construção de fábrica para produção de displays
  34. 34. Ministério daAtração de Centros de P&D Ciência e TecnologiaAlemanha • Casa da Ciência e da Inovação • Parceria com a Fundação Fraunhofer
  35. 35. 1. Novo Padrão de Financiamento do Desenvolvimento Tecnológico e da Inovação TRANSFORMAÇÃO DA FINEP EM BANCO PÚBLICO DE INOVAÇÃO NOVOS FUNDOS SETORIAIS Setor Financeiro Indústria da Construção Civil Indústria Automotiva Indústria da Mineração AUMENTO DA CONTRIBUIÇÃO DE INTERVENÇÃO NO DOMÍNIO ECONÔMICO – CIDE TECNOLÓGICA POLÍTICA DE ROYALTIES DO PRÉ-SAL35
  36. 36. 1. RECURSOS PARA O DESENVOLVIMENTO DA INFRA-ESTRUTURA CIENTÍFICA E DAS ATIVIDADES DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO Conseqüências para a Arrecadação Direta do MCT Obs.: C&T é um dos sete setores prioritários do FS36
  37. 37. 2. FORTALECIMENTO DA CAPACIDADE NACIONAL DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA REFORMULAÇÃO DO MARCO REGULATÓRIO DO IDE (INTERNALIZAÇÃO DE CENTROS DE P&D E ASSOCIAÇÃO COM EMPRESAS BRASILEIRAS) FOMENTO E AGILIZAÇÃO DO PROCESSO DE REGISTRO DE PATENTES FORTALECIMENTO DO SISTEMA DE INOVAÇÃO / FINANCIAMENTO DA INOVAÇÃO NO ÂMBITO DAS EMPRESAS APRIMORAMENTO DOS INCENTIVOS FISCAIS NOVA POLÍTICA DE AGILIZAÇÃO PARA IMPORTAÇÃO DE INSUMOS E EQUIPAMENTOS PARA PESQUISA JORNADA PARA INOVAÇÃO E FORTALECIMENTO DA MEI – FRENTE PARLAMENTAR37
  38. 38. 3. MECANISMOS DE APOIO A TECNOLOGIAS PARA INCLUSÃO SOCIAL NOVO PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO PARA POPULARIZAÇÃO DA C,T&I NOVA POLÍTICA PARA CVTs PARA INCLUSÃO DIGITAL E ENSINO PROFISSIONALIZANTE OLIMPÍADAS DE MATEMÁTICA, CIÊNCIAS E TI FOMENTO A TECNOLOGIAS ASSISTIVAS PRINCIPALMENTE O ACESSO À POPULAÇÃO DE BAIXA RENDA38
  39. 39. 4. SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL SISTEMA DE ALERTA E PREVENÇÃO A DESASTRES NATURAIS CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL – RIO+20 ENCONTRO DE MINISTROS DE C&T DA AMÉRICA DO SUL PREPARATÓRIA PARA A RIO+2039
  40. 40. Ministério da Ciência e Tecnologia Audiência PúblicaAssembléia Legislativa do Estado de São Paulo Aloizio Mercadante Ministro de Estado da Ciência e Tecnologia São Paulo, 16 de maio de 2011

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