Apresentação 3T05

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Apresentação 3T05

  1. 1. Resultados do 3º trimestre de 2005 09 de novembro de 2005
  2. 2. • Acontecimentos do Trimestre • Mercado • Reajuste Tarifário • Reajuste Tarifário • Performance Financeira e • Performance Operacional Operacional • Perfil da Dívida • Performance Financeira Conclusão
  3. 3. Destaques do Trimestre • Com impacto de eventos extraordinários, a Eletropaulo apresentou prejuízo de R$ 324,1 milhões no 3º trimestre de 2005, ante o lucro de R$ 136,8 milhões no trimestre anterior • Reajuste Tarifário de 2,12%, aplicado à tarifa a partir de 04/07/2005 • Emissão de debêntures no montante de R$ 800 milhões em setembro 4
  4. 4. Perfil do Mercado Consumidor 3º Tri 2004 - GWh 3º Tri 2005 - GWh Evolução Consumo - GWh 8,5% 14,3% 3000,0 consumo 7,9% 32,8% 6,7% 33,0% 2600,0 25,8% 2200,0 25,2% 1800,0 20,8% 25,0% 1T04 2T04 3T04 4T04 1T05 2T05 3T05 3º Tri 2004 – R$ 3º Tri 2005 – R$ 1,9% 3,7% Residencial 6,9% 6,2% Industrial receita 40,8% 41,2% Comercial 29,0% Outros 29,0% TUSD 21,3% 19,9% 5
  5. 5. Comparação do Consumo em GWh 4,7% 4,1% 2.896 3.033 -13,1% 1,7% 9.194 2.204 2.281 2.320 8.831 1.915 74,9% -2,5% -12,4% 1.312 8.081 750 700 613 7.882 Mercado Mercado s SD al l l ria ia ro Faturado Faturado com ci c TU ut st en er du O TUSD om id In es C R 3T04 3T05 3T04 3T05 Obs: Os gráficos não consideram consumo próprio 6
  6. 6. Retenção de Clientes Potencialmente Livres Receita Liquida com TUSD R$ milhões 84 78 54 48 38 30 19 1T04 2T04 3T04 4T04 1T05 2T05 3T05 Clientes Cativos X Livres % consumo total na área de concessão em 2005 (e) 36.511 GWh 13,4% 83,5% 3,1% Clientes Cativos Clientes Livres Clientes Potencialmente Livres 7
  7. 7. Evolução da Tarifa 20% 18,6% 17,6% 13,8% 14,3% 15% 11,1% 11,6% 12,1% 16,9% 10% 7,6% 6,4% 11,8% 7,5% 7,3% 1,6% 5% 6,3% 4,8% Reajuste 3,7% 4,5% 3,6% 2,5% 1,7% 0% 2,12% -4,3% -5% -10% 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Parcela B Parcela A PIS/COFINS IGPM Fator X = 2,43% 8
  8. 8. Conclusão da Revisão Tarifária 2003 • Elevação do índice autorizado de 10,95% para 11,65% • R$ 42 milhões adicionais na remuneração concedida do ano tarifário 2003-2004 Item – R$ 000.000 Anterior Atual Variação Base de Remuneração Líquida R$ 5.242 R$ 4.771 Taxa de Remuneração 17,07% 17,07% Remuneração R$ 895 R$ 814 (R$ 81) Base Bruta R$ 8.275 R$ 9.885 Taxa de Depreciação 3,95% 4,31% Depreciação R$ 327 R$ 426 R$ 99 Custos de O&M adicionais - R$ 24 R$ 24 TOTAL R$ 42 R$ • Valor corrigido totaliza R$ 106,9 milhões, com impacto no resultado do R$ 106,9 2T05 • Recuperação dos recursos se dará no período tarifário 2005-2006 9
  9. 9. Resultados – 3º Tri 05 x 3º Tri 04 Diferimento da majoração das alíquotas de Pis/Cofins no 3T04, gerou receita extraordinária de R$ 117,7 MM R$ mihões 3º Tri 04 3º Tri 05 Reversão na receita de energia não faturada, de R$ 18MM no 3T05, ante uma receita de R$ 49MM no 3T04: Saída de clientes para o mercado livre Diferença do nº de dias não faturados Receita Líquida 2.050,3 1.977,1 -3,6% Classificação da receita não faturada de TUSD, de R$ 31,7 milhões como “uso da rede básica” Início da amortização do ativo regulatório de R$ 106,9 MM decorrente da conclusão da RT 2003 Provisão extraordinária e não recorrente de R$ 346,4 MM constituída sobre acordo firmado com a PMSP Despesas Operacionais (1.725,2) (2.079,0) 20,5% Aumento de 10% nos custos de pessoal decorrente do reajuste salarial em 8% - acordo coletivo (jul 2005) Aumento de 12,2% nas despesas com CCC, de R$ 99,7MM para R$ 111,8 MM, devido ao aumento da quota tarifária e ao início da amortização da CVA 2004-2005 392,3 (27,5) N.A. EBITDA Crescimento de despesas operacionais, aliado à redução da receita líquida 499,1 400,3 -19,8% EBITDA Ajustado Reversão de R$ 55,2 milhões no 3T05 na despesa de Receita (Despesa)* (174,3) (136,2) -21,8% ajuste a valor presente, decorrente do Financeira provisionamento de créditos com a PMSP Itens Extraordinários (85,0) (85,0) -0,1% CVM 371 Líquidos dos Efeitos dos Tributos Lucro (Prejuízo) Líquido (6,4) (324,1) -5.003,4% Crescimento das despesas operacionais e diminuição da receita líquida 10 (*) Valores do Resultado Consolidado
  10. 10. Resultados – 2º Tri 05 x 3º Tri 05 R$ mihões 2º Tri 05 3º Tri 05 Conclusão da Revisão Tarifária de 2003, que gerou uma receita não recorrente de R$ 106,9 milhões no 2T05, cuja amortização iniciou-se no 3T05 Reversão de provisões de PIS/PASEP de R$ 72,0 milhões no 2T05, com impacto contábil e não Receita Líquida 2.275,5 1.977,1 -13,1% recorrente Provisão extraordinária e não recorrente de R$ 346,4 MM constituída sobre acordo firmado com a PMSP (1.777,8) Aumento das despesas com CCC e CDE, de 13,2% e Despesas Operacionais (2.079,0) 17,0% 10,6%, respectivamente, devido ao aumento das quotas tarifárias no IRT de Jul-2005 e ao início da amortização da CVA do ano tarifário 2004-2005 EBITDA 571,6 (27,5) N.A. Crescimento das despesas operacionais, aliado à redução da receita líquida EBITDA Ajustado 599,3 400,3 -33,2% Menor apreciação do Real frente ao dólar, de 5,5% Receita (Despesa)* (77,9) (136,2) 74,9% no 3T05, ante 11,8% no trimestre anterior, reduziu Financeira em 69% o impacto positivo do 2T05 na conta de variação cambial em moeda estrangeira Reversão de despesa contábil de R$ 98,0 milhões de PIS/PASEP no 2T05 Itens Extraordinários (85,0) (85,0) 0,0% Líquidos dos Efeitos CVM 371 dos Tributos Crescimento das despesas operacionais e Lucro (Prejuízo) Líquido 136,8 (324,1) N.A. diminuição da receita líquida Aumento da despesa financeira 11 (*) Valores do Resultado Consolidado
  11. 11. Impactos negativos no 3T05 Provisão - Acordo de Pagamento firmado com a PMSP R$ mil Provisão de Saldo Contábil da Dívida da Prefeitura (346.369) Despesa Financeira – Reversão do Ajuste a Valor Presente 55.227 Efeitos Tributários (34%) - Crédito 98.988 Reversão de Crédito Fiscal (36.143) Efeito Líquido no Resultado (228.297) Majoração Pis/Cofins - Contrato com a AES Tietê R$ mil Pagamento do Pis/Cofins para AES Tietê (43.692) Efeitos Tributários (34%) – Crédito 14.855 Efeito Líquido no Resultado (28.837) Outros Impactos no 3T05 R$ mil PCLD – Outras Prefeituras (23.953) AVP – Outras Prefeituras (9.102) IPTU – PMSP – Atualização Monetária (9.444) Amortização Diferido - Pré Pagamento da Dívida (15.992) Efeitos Tributários (34%) – Crédito 19.887 Reversão de Crédito Fiscal (14.810) Efeito Líquido no Resultado (53.414) Total - Efeito Líquido no Resultado (310.548) 12
  12. 12. Ajuste do EBITDA R$ milhões 2º trimestre 2005 3º trimestre 2005 R$ 571,6 EBITDA sem ajustes R$ (27,5) EBITDA sem ajustes R$ 84,0 RTE R$ 85,3 RTE Confissão de Dívida IIa Confissão de Dívida IIa R$ 15,7 (Fundação Cesp) R$ 12,1 (Fundação Cesp) R$ (72,0) PIS – reversão contábil R$ 0 PIS – reversão contábil R$ 0 Provisão - PMSP R$ 330,5 Provisão - PMSP R$ 599,3 EBITDA AJUSTADO R$ 400,3 EBITDA AJUSTADO Decréscimo de 33,2% 13
  13. 13. Investimentos 3T05 R$ milhões Investimentos no 3T05 Serviço ao Consumidor e 33 Expansão do Sistema 33 Manutenção 6 Recuperação de Perdas 5 36 32 370 Pessoal 17 297 Outros 13 203 186 Total 73 Auto Financiados 21 Total Contabilizado 95 2003 2004 9 meses 2005(e) Capex Auto Financiados 14
  14. 14. Dívida Consolidada R$ milhões CP vs LP Evolução da Dívida 5.278 5.284 5.280 5.278 5.284 5.280 100% 29% 2.402,7 2.338,6 3.090,8 77% 74% 50% 948,6 1.102,0 71% 762,5 1.778,8 1.992,6 26% 1.424,5 23% 0% 2003 2004 3T05 2003 2004 3T05 CP LP FCESP CVA/RTE Credores Privados 15
  15. 15. Estratégia de Hedge milhões R$3.473 R$4.490 R$5.902 R$5.278 R$5.284 R$5.280 100% 2% 8% 90% 18% 14% 42% 35% 17% 80% 70% 60% 3% 41% 86% das dívidas em 61% 4% moeda estrangeira 50% estão protegidas, 40% incluindo encargos financeiros 30% 20% 41% 25% 54% 62% 83% 90% 10% 0% 2000 2001 2002 2003 2004 3T05 Moeda Local Hedge Moeda Estrangeira 16
  16. 16. Cronograma de Amortização - Principal 132 Pagamentos efetuados 285 158 1.972 99 444 56 474 159 49 905 93 469 43 522 506 144 335 367 70 Pré Jan-Set 2005 4T05 2006 2007 2008 2009 2010-17 pagamento ** R$ BNDES US$ * *Taxa de conversão de 30/09/2005 US$/R$ = 2,2222 ** Amortização dos credores incluídos no Processo de Readequação do Perfil de Endividamento realizada em: 12/01/2005 – R$ 185 milhões com os recursos da 3ª tranche do empréstimo do racionamento; 29/06/2005 - R$ 175,9 milhões e a parcela de US$ 25,6 milhões em 28/07/2005 com 50% dos recursos da emissão de Bonds no mercado externo; 27/09/2005 - R$ 550 milhões e US$ 75,2 milhões em 27/10/2005 com 90% dos recursos da emissão de Debêntures. 17
  17. 17. Novas Captações em 2005 BONDS (junho 2005) • Principal: R$ 474 milhões • Pré-pagamento aos bancos credores: • Prazo: 5 anos • Taxa de juros: 19,125% a.a. • Bonds: 50% R$237.030.000 • Juros e Amortizações: • Debêntures: 90% • amortização no vencimento R$720.000.000 • juros semestrais Debêntures (setembro 2005) Data Base: Setembro 2005 • Principal: R$ 800 milhões Dívida Antes das Após • Prazo: 5 anos Credores emissões emissões Privados • Taxa de juros: CDI +2,90% a.a. Custo 128% CDI 126% CDI • Juros e Amortizações: médio • Juros semestrais Prazo 1,58 anos 2,75 anos • 23 meses de carência médio • Pagamentos anuais 18
  18. 18. Conclusão • O prejuízo de R$ 324 milhões no 3T05 foi em grande parte decorrente de eventos extraordinários • Emissão de R$ 800 milhões em debêntures, levou a: • Pré pagamento de bancos credores com 90% do volume emitido • Redução do custo da dívida e aumento do prazo médio • Redução da dívida em dólares • Conclusão do Processo de Revisão Tarifária e retirada do PIS/COFINS da Parcela B da fórmula de reajuste • Perspectivas futuras - estratégia financeira: • Alongar prazo médio da dívida e reduzir custos por meio da substituição das dívidas existentes por novas captações com termos mais atrativos, em função de oportunidades no mercado de capitais 19
  19. 19. 20
  20. 20. Destaques do Trimestre Reversão da Provisão de PIS e Cofins Em 30 setembro de 2005, em virtude do pagamento pela Eletropaulo dos montantes referente à majoração das alíquotas de Pis/Cofins acumuladas de jul/04 a jun/05, a AES Tietê reverteu a provisão feita no valor de R$ 43,7 milhões. As faturas emitidas a partir de julho/05 passaram a ser pagas de forma corrente Pagamento de dividendos Em 27 de setembro de 2005, a AES Tietê pagou R$199,8 milhões referentes ao lucro apurado no 1º semestre/05 Reconhecimento – Recursos Humanos A AES Tietê foi reconhecida pelo jornal Valor Econômico como uma das “Melhores na Gestão de Pessoas” Reconhecimento – Meio-Ambiente O programa de reflorestamento das bordas das usinas da AES Tietê foi premiado, em segundo lugar (Categoria Menções Honrosas), no 3º Benchmarking Brasileiro organizado pela Mais Projetos Sócio-Ambientais 21
  21. 21. Reajuste de Tarifas As tarifas dos contratos iniciais são reajustadas anualmente seguindo a fórmula de cálculo pré-estabelecida: Índice de Reajuste Tarifário = VPA + VPB x IGP-M Receita A tarifa do contrato bilateral com a Eletropaulo é reajustada anualmente, em julho, pela variação do IGP-M Reajustes Realizados - 2005 Tarifa Média – R$/ MWh Mês de Tarifa praticada 140 Empresa % reajuste 119,2 reajuste (R$ / MWh) 120 Contratos Iniciais 94,4 Bragantina Fevereiro 12,4% 65,30 100 Nacional Fevereiro 12,4% 69,42 73,6 80 CPFL Abril 10,6% 73,76 AES Eletropaulo Julho 9,0% 75,99 60 54,0 Elektro Agosto 5,3% 61,68 40 Bandeirante Outubro 1,4% 72,77 Piratininga Outubro 1,5% 72,81 20 Contrato Bilateral 2002 2003 2004 9M05 AES Eletropaulo Julho 7,1% 132,73 22
  22. 22. Balanço Energético – 9M05 Caconde 3,1% 305,2 5,1% CPFL Euclides 4,2% Geração Bruta x Energia Faturada 421,0 410,2 em GWh 2,7% Bandeirante Limoeiro 1,2% 222,6 119,8 4,4% Elektro Água Vermelha 59,5% 360,8 5.870,1 Barra Bonita 4,1% 1,3% Bragantina TOTAL FATURADA 110,4 399,6 Bariri 4,5% 9.864,5 8.231,3 0.9% Nacional 442,3 71,6 Ibitinga 5,0% 1.633,3* 2,7% Piratininga 492,4 218,1 Promissão 7,8% 764,6 8,3% Eletropaulo - CI Nova Avanhandava 10,5% MRE / CCEE 686,1 1.031,4 Eletropaulo - Bilateral 74,6% Mogi Guaçu 0,3% A AES Tietê gerou 19,5% acima 6.140,7 27,9 da sua energia assegurada *Após descontados consumo próprio e perdas de transmissão, a diferença é direcionada primeiramente ao Mecanismo de Realocação de Energia – MRE e à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – CCEE. 23
  23. 23. Energia Assegurada A energia assegurada da AES Tietê é de 1.275 MW Médio Nos últimos 20 anos, a AES Tietê gerou aproximadamente 18% acima de sua energia assegurada A energia assegurada deveria ser revista em 2004, mas a revisão foi adiada Ministério de Minas e Energia adiou a revisão para 2014 Energia Gerada – MW Médio 2.000 123% 123% 120% 117% 120% 109% 107% 1.500 98% 1.275 81% 1.000 500 0 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 9M05 Geração - MW Médio Geração / Energia Assegurada 24
  24. 24. Energia Armazenada O nível de energia armazenada dos reservatórios do Sudeste é confortável quando comparada aos níveis históricos e às curvas de aversão ao risco para 2005 e 2006 Histórico Curva de Aversão ao Risco 80 80 % d a En er. A rm . M áx. % da Ener. Arm. Máx. 60 60 40 40 20 20 0 0 Nov Oct Jun Aug Apr O ut Nov Jul May Dec Jan Feb Sept Mar Ju l F ev M ai D ez Jan Abr Ju n Ago Set M ar 2005 2005 2004 2003 Curva de Aversão ao Risco* - 2005 2002 2001 2000 Curva de Aversão ao Risco* - 2006 Fonte: Operador Nacional do Sistema – Out/05 Fonte: Operador Nacional do Sistema – Out/05 Oferta x Demanda 70 64,2 64,2 70 60,4 61,7 60,4 63,9 56,6 58,5 60,8 60 56,5 54,5 50,8 53,4 60 52,8 55,4 54,2 56,5 57,4 56,5 56,5 46,3 48,6 49,1 50,1 50,4 49,3 51,6 50 50 47,1 GW médio 44,1 GW médio 41,8 40 40 30 30 20 20 10 10 0 2005* 2006* 2007* 2008* 2009* 2010* 2011* 0 2003 2004 2005* 2006* 2007* 2008* 2009* 2010* Demanda Oferta Demanda Oferta Fonte: Apine * Projeção – Fonte: Instituto Brasileiro do Petróleo 25
  25. 25. Demonstração de Resultado em R$ milhões 9M04 9M05 Reajustes tarifários médio de 8,1% nos contratos iniciais Aumento o volume do contrato bilateral por descontratação de parte dos contratos iniciais – o volume passou de 4,0 GWh para 6,1GWh Receita Líquida 740,9 899,4 21,4% R$ 50,5 mi = Reversão da provisão de Pis/Cofins do bilateral e reconhecimento de perdas nos iniciais 5,8% Aumento da Compensação Financeira por Custo Operacional (201,6) (213,3) Utilização dos Recursos Hídricos em 29,5% Provisões operacionais R$18,3 mi Ebitda 587,0 734,1 25,1% Margem Ebitda 79,2% 81,6% Queda do IGP-M de 10,3% nos 9M04 para 0,2% Receita (Despesa) (221,1) (68,9) - 68,8% nos 9M05 Financeira Aumento da receita financeira: incremento do saldo de caixa e taxas de juros Lucro Líquido 209,9 411,1 95,8% Elevação dos resultados operacionais e Margem Líquida 28,3% 45,7% financeiros 26
  26. 26. Custos e Despesas Operacionais em R$ milhões 9M04 9M05 Pessoal 21,0 23,7 12,9% Dissídio salarial de 8,25%, referente ao mês de jun/05, ocorrido em ago/05 Serviços de Terceiros 15,5 16,8 Reajuste da Tarifa de Referência – TAR – (R$ 52,67MW/h) (TAR x 6,75% x Energia Gerada) Compensação Financeira 27,0 34,9 29,3% Aumento do volume de energia gerada Encargos de Conexão 34,0 37,9 11,5% Queda dos custos de conexão estabelecidos pela Aneel Aumento de despesas de transmissão decorrente do e Transmissão auemnto no volume de energia vendida pelo bilateral Energia Comprada 29,8 18,1 - 39,3% Fim do repasse de energia de Itaipu em jan/05 Em fev/04, Tietê arcou com parte do “Excedente Financeiro” no MAE (R$ 7,3 milhões) Depreciação e Amort 47,7 48,0 Complementação da provisão de perda de aplicações Provisões Operacionais 0 18,3 n.a junto ao Banco Santos realizadas no 1T05 (R$16,9 mi) Encerramento do pagamento de UBP em 2004 Outras 26,8 15,5 - 42,0% Seguros Hidrovias P&D Total 201,6 213,3 27
  27. 27. Endividamento Montante - Credor Vencimento Custo Garantia R$ milhões Eletrobras 1.472,7 mai/13 IGP-M + 10% a.a. Recebíveis FunCesp II 0,9 nov/05 TR + 8% a.a. Recebíveis FunCesp III 19,8 nov/17 IGP-DI + 6% a.a. Recebíveis Eletrobrás – Fluxo de Pagamento – R$ milhões Dívida Líquida – R$ bilhões 1,4 300 1,3 250 49 25 1,1 91 71 -11% 1,0 139 125 109 -12% 200 0,9 -18% 150 250 3 100 205 226 168 185 137 152 50 25 112 39 0 4T05 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2002 2003 2004 9M04 9M05 Principal Juros 28
  28. 28. CAPEX Capex - 9M05: R$ 13,9 milhões para a modernização de equipamentos, meio ambiente e hidrovia A estimativa de CAPEX para 2005 foi revisada para R$ 25 milhões Principais investimentos: Bariri - re-capacitação e modernização da Unidade Geradora 2 Reflorestamento de bordas – Ibitinga, Bariri, Barra Bonita e Promissão Investimentos na modernização da hidrovia Capex – R$ milhões Capex – 9M05 37,5 8% 30,5 14% 25,0 21,9 17,7 12,4 13,9 57% 21% Equipamentos 2000 2001 2002 2003 2004 9M05 2005 Hidrovia Estimativa Revisada Meio Ambiente Outros 29
  29. 29. Portfólio de Investimentos As aplicações financeiras estão alocadas como mostra o gráfico abaixo: Títulos Estrangeiros (US$) - Aa3 - 8% Títulos Públicos Federais - Ba3 Títulos 84% Estrangeiros (US$) - Aa -7% Título Privado - A3 - 1% 30
  30. 30. Mercado Acionário Nos últimos 12 meses, as ações ordinárias apresentaram valorização de 71,0% e as preferenciais de 52,3%, contra valorização de 32,8% do Ibovespa Após a conclusão da oferta secundária as ações apresentaram um aumento de liquidez. O volume médio diário negociado das ações PN passou de R$ 336 mil no 3T04 para R$ 2.223 mil no 3T05, representando uma expansão de 562%. O volume das ações ON apresentaram um crescimento de 103% passando de R$ 959 mil no 3T04 para R$ 1.949 mil no 3T05 AES Tietê vs. Ibovespa - Out/04 a Set/05 (Base 100 = 1/10/04) 180 171 Final da Oferta Secundária 160 152 140 133 120 100 80 out-04 dez-04 fev-05 abr-05 jun-05 ago-05 o ut-05 GETI3 GETI4 Ibovespa 31
  31. 31. Mercado Acionário Evolução do valor de mercado da AES Tietê: 5.000,0 R$ 546 milhões R$ 2.1 bilhões 4.000,0 Criação da Tietê Publicação da Lei do através do Novo Modelo spin-off da Cesp R$ 1.4 bilhão Criação da Brasiliana, como parte do acordo 3.000,0 entre a AES e BNDES R$ 846 milhões AES adquire a Tietê no leilão 2.000,0 de privatização R$ 3.6 bilhões Oferta Secundária 1.000,0 Venda das ações da AES Tietê detidas pela Nossa Caixa, Banespa e Santander - ju n -99 d e z-99 ju n -00 d e z-00 ju n -01 d e z-01 ju n -02 d e z-02 ju n -03 d e z-03 ju n -04 d e z-04 ju n -05 32
  32. 32. Conclusão A AES Tietê encerrou os 9 meses de 2005, com resultados bastante favoráveis, destacando: EBITDA de R$ 734,1 milhões, 25,1% superior ao 9M04, e margem de 81,6% O lucro líquido totalizou R$ 411,1 milhões, apresentando um crescimento de 95,8%, em virtude da melhora dos resultados operacionais e financeiros e da reversão da provisão de Pis e Cofins A margem líquida passou de 28,3% nos 9M04 para 45,7% no 9M05. 33
  33. 33. Resultados do 3º trimestre de 2005 09 de novembro de 2005 Declarações contidas neste comunicado relativas à perspectiva dos negócios da Empresa, projeções de resultados operacionais e financeiras e relativas ao potencial de crescimento da Empresa constituem-se em meras projeções e foram baseadas nas expectativas da Administração em relação ao futuro da Empresa. Essas expectativas são altamente dependentes de mudanças no mercado, no desempenho econômico geral do Brasil, no Setor, nos Mercados Internacionais, estando portanto, sujeitas à mudança.

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