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FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO
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ÍNDICE
CAPITULO I PÁGINA
DAS DISPOSICÔES PRELIMINARES.......................................................................02
CAPITULO II PÁGINA
DAS DISPUTAS.........................................................................................................05
CAPITULO III PÁGINA
DAS REGRAS DOS JOGOS......................................................................................11
CAPITULO IV PÁGINA
DAS NORMAS DISCIPLINARES...............................................................................17
CAPITULO V PÁGINA
DAS REGRAS ADMINISTRATIVAS..........................................................................23
CAPITULO VI PÁGINA
DOS JULGAMENTOS................................................................................................25
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CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º - Com a denominação de Federação Goiana de Truco (FGT), fundada nesta
cidade de Goiânia aos vinte e três de novembro de hum mil e novecentos e oitenta e um
(23/11/1981), é a Entidade maior do nosso esporte, com base neste regulamento e
mediante colaboração sistemática das equipes filiadas é encarregada de difundir,
organizar, coordenar e controlar os campeonatos, copas e torneios de truco no Estado de
Goiás.
Art. 2º - Com vistas ao aprimoramento do truco no nosso Estado, a FGT, acolherá
sugestões de sócios, podendo a qualquer tempo modificar este regulamento, cuja
aprovação final deverá merecer o referendo da maioria absoluta, através da convocação
de uma assembléia geral.
Parágrafo único – Se por ventura aparecer modificações de menor importância, simples e
não polêmicas, o presidente da FGT poderá baixar PORTARIA a respeito, com
anuência de no mínimo 50% dos presidentes ou representantes das equipes filiadas.
Art. 3º - A formula de disputa dos campeonatos, copas e torneios, será montada através
de um Conselho Arbitral, em reunião com todos os representantes das equipes filiadas
participantes, que depois de aprovada em votação com maioria simples, não poderá ser
modificada até a final das competições.
Art. 4º - Os locais das partidas deverão obedecer às normas elementares de higiene,
conforto e tranquilidade, lanchonete, sanitários e dispor de condições de isolar a torcida
dos jogadores. O não atendimento dessas condições, a sede ficará impedida de receber
jogos em competições promovidas pela FGT.
Art. 5º - Durante a partida é terminantemente proibido fumar cigarro, cachimbo,
charuto, cigarro de palha ou qualquer outro derivado do fumo no interior dos locais de
jogos, o fiscal deverá alertar ao fumante para deixar o recinto ou de fumar. Caso não
aceitar tal ordem deverá ser lançada em súmula.
Pena - Suspensão de 01 (uma) a 03 (três) partidas consecutivas.
Art. 6º - As partidas dos campeonatos, copas e torneios promovidos pela FGT serão
realizados aos domingos, com início às 13:45 horas, sendo que, a equipe visitante terá
que sentar às 13:30 horas, e a equipe mandante deverá sentar até às 13:40, tendo 05
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minutos para facultar a palavra aos representantes das equipes. Porém, é autorizado a
realização das partidas também aos sábados, às 16:00 horas, desde que seja de comum
acordo com os dois presidentes ou representantes das duas equipes envolvidas, em
consonância com a FGT.
Pena – A equipe que não cumprir o horário estabelecido perderá os pontos da partida,
devendo o fato ser anotado na súmula com duas testemunhas filiadas a FGT e do
presidente que reivindicar os pontos.
Parágrafo 1º – Após “casar” o jogo, não haverá intervalo para iniciar o terceiro jogo,
somente o tempo necessário para a dupla perdedora do segundo jogo trocar de lugar, e o
intervalo entre as quedas será de no máximo até 10 minutos.
Pena – Perda da queda em disputa ou a ser disputada.
Parágrafo 2º – Nas partidas onde se fizer necessário a disputa de 07 (sete) mesas, o
intervalo será de no máximo 15 minutos (quinze) para iniciação da mesma.
Parágrafo 3º – Todas as sedes deverão ter um relógio fixado visivelmente dentro do
recinto de jogo.
Pena – A sede da equipe infratora ficará impedida de realizar futuras partidas no referido
recinto, até que o relógio seja instalado.
Art. 7º - É terminantemente proibida a prática de outros jogos de cartas de baralho nas
dependências das sedes da FGT e das equipes filiadas, em dias de jogos, após às 12:00
horas (meio dia). Somente o JOGO DE TRUCO deverá ser praticado, que é a nossa
principal finalidade. A não obediência será considerada falta grave.
Pena – Interdição da sede até o término do torneio ou campeonato, cuja, a equipe
infratora estiver participando.
Art. 8º - A vibração da torcida é válida e permitida, porém, fica proibido o uso de fogos
de artifício dentro do recinto de jogo, e o uso de apitos e outros instrumentos sonoros.
Pena – Interdição da sede de 01 (uma) a 06 (seis) partidas consecutivas.
– Suspensão do infrator de 03 (três) a 10 (dez) partidas consecutivas.
Art. 9º - Nenhuma equipe poderá adiar ou antecipar jogos da tabela do campeonato ou
torneio sem autorização prévia da FGT. Caso haja alteração sem o devido consentimen-
to da FGT as equipes faltosas serão responsabilizadas.
Pena – Perda dos pontos em questão ou multa de (01) um salário mínimo vigente para
cada uma das equipes envolvidas.
Art. 10º - As partidas do campeonato goiano a serem realizadas nas cidades acima de
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300 km de distância uma da outra, poderão ser realizadas em local neutro de menor
distância para ambas, marcada pela FGT. Ressalvando os interesses dos presidentes ou
representantes das equipes envolvidas. Se a partida foi realizada sem o consentimento da
FGT é considerado ato de indisciplina.
Pena – A partida será invalidada automaticamente, e será marcada outra pela FGT.
Art. 11º - O principal objetivo do jogo de truco é fazer amizade, ser competitivo sem
agredir o companheiro, portanto, recomendam-se a todos os jogadores filiados a FGT,
comportamento exemplar a se tornarem dignos de respeito e amizade. Exige-se ainda dos
jogadores o máximo de lealdade em prol da sua equipe, jamais contribuir de qualquer
forma para a desordem.
Art. 12º - Ter conhecimento das regras e proibições constantes neste regulamento, é um
dos fatores fundamentais ao bom jogador de truco, o que o faz jogar com mais seguran-
ça, conhecimento, tranqüilidade e competência.
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CAPÍTULO II
DAS DISPUTAS
Art. 13º - Cada partida de truco consistirá em (42) quarenta e duas quedas, distribuídas
em (07) sete mesas, com (06) seis quedas em cada mesa. A equipe que completar (22)
vinte e duas quedas terá vencido a partida. Será considerada empatada a partida que
terminar com placar de 21 x 21.
Parágrafo 1º - É facultado à equipe visitante sentar-se com (06) seis mesas, porém, só
poderá colocar para jogar mais 01 (um) além dos 12 (doze) jogadores escalados
inicialmente. Depois de iniciada a partida, não poderá ser preenchida a sétima mesa.
Neste caso, serão disputadas (07) sete quedas em cada mesa. Esse procedimento não se
confere à equipe visitada que assim proceda.
Parágrafo 2º - Nas partidas válidas pelas semifinais e finais de torneio ou de campeonato
a equipe visitante poderá sentar-se com 06 (seis) mesas, porém a equipe que utilizar desse
direito iniciará a partida perdendo 07 (sete) quedas na mesa 07 (sete). Depois de iniciada
a partida não mais poderá completar a 7º (sétima) mesa, podendo somente utilizar mais
01 (um) jogador além dos 12 (doze) escalados inicialmente.
Parágrafo 3º - Nas partidas válidas pelas semifinais e finais de torneio ou de campeonato
as 02 (duas) equipes poderão sentar-se com 06 (seis) mesas, e serão jogadas 07 (sete)
quedas em cada mesa. Neste caso só podem jogar se as duas equipes envolvidas não
tiverem número suficiente de jogadores para sentar. Será permitido para as 02 (duas)
equipes completarem as 7ª (sétima) mesa, porém, somente quando as 02 (duas) equipes
completarem os números suficientes de jogadores, e já tiverem jogado no máximo uma
queda em cada mesa.
Parágrafo 4º - Nas partidas em que 01 (uma) das equipes jogou toda a partida com 06
(seis) mesas, e houver disputa de 07 (sete) mesas a equipe que jogou com 06 (seis) mesas
iniciará a disputa de 07 (sete) mesas perdendo 01 (um) queda na mesa 07 (sete).
Parágrafo 5º - Nas partidas em que as 02 (duas) equipes jogaram toda a partida com 06
(seis) mesas, e houver disputa de 07 (sete) mesas, essa disputa passará a ser realizada em
apenas 05 (cinco) mesas, as equipes poderão utilizar somente os jogadores que jogaram
na partida normal.
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Art. 14º - Os materiais de jogo, tais como: fichas, tentos, quadro de marcador, mesas,
cadeiras, forros, etc., deverão ser fornecidos pela equipe que detenha o mando de jogo.
Os baralhos para as disputas deverão estar em perfeitas condições de jogo, sendo
plastificados e de boa qualidade. Deverão ser fornecidos tentos diferentes para cada
equipe.
Parágrafo 1º - A equipe visitada colocará o baralho nas mesas de 01 (um) a 04 (quatro),
sendo dois ”pés” e duas “pontas”, e a equipe visitante colocará baralho nas mesas 05, 06
e 07, sendo dois “pés” e uma “ponta”. Se a equipe visitante optar por jogar com 06 (seis)
mesas, a mesma colocará baralho apenas nas mesas 05, 06, sendo um “pé” e uma
“ponta”.
Parágrafo 2º - A distribuição dos baralhos nas mesas deverá obedecer ao seguinte critério:
nas mesas ímpares “pés” e nas mesas pares “pontas”.
Parágrafo 3º - Qualquer dos jogadores da mesa poderá pedir durante a realização da
queda a substituição do baralho, desde que demonstre estar ele com duas ou mais cartas
visivelmente marcadas. Na substituição observar-se-á o critério de “ponta” por “ponta” e
“pé” por “pé”. Sendo apenas uma carta marcada substituir-se-á por um curinga.
Parágrafo 4º - Em caso de suspensão de jogador(s) durante a partida, e não havendo
número suficiente para substituir o(s) mesmo(s), aguardar-se-á o término da primeira
queda em outra mesa para fazer a substituição e dar prosseguimento à queda onde houve
a suspensão e assim por diante, obedecendo ao mesmo critério do início da queda.
Art. 15º - Em caso de acontecimento imprevisível, problemas na locomoção ou viagens
de equipes, que tenha natureza de casos fortuitos ou força maior, os fatos deverão ser
relatados e justificados em súmulas e encaminhado a FGT, que após analisadas as
circunstâncias, poderá marcar a realização de outra partida, homologar os pontos à
equipe de direito ou inclusão na condição de WO.
Art. 16º - Caso haja paralisação de uma partida por motivo de doença grave, morte ou
outro motivo inteiramente justificado. A FGT marcará outra partida na mesma sede e o
mando de jogo continuará o mesmo. O placar deverá ser mantido obedecendo ao critério
de quedas, jogos e tentos de cada mesa, previamente relatado em súmula pela equipe
mandante.
Parágrafo 1º - Em qualquer caso de paralisação da partida, se já foi jogado 18 ou mais
quedas do total das 22 (vinte e duas) necessárias para a vitória, o resultado do momento
será mantido e a partida encerrada.
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Parágrafo 2º - Se a paralisação ocorrer por fatores imprevisíveis, intempérie do tempo,
falta de energia, tempestades, etc., o fiscal deverá relatar na súmula o placar do momento
(quedas, nome das duplas e mesas, jogos feitos e tentos ganhos) e marcar o tempo de 01
(uma) hora para reiniciar a partida. Ultrapassado este tempo o fiscal deverá lançar em
súmula e encaminhar a FGT para as devidas providências.
Parágrafo 3º - Se confirmado que uma equipe agiu desonestamente, forjando uma
situação, como por exemplo, contribuir propositalmente para a queda de energia dentro
da sede, para interromper uma partida.
Pena – A equipe será sumariamente eliminada da competição.
Art. 17º - Partidas encerradas ou paralisadas, em que as equipes jogaram com seis mesas,
será marcada uma nova partida, esta deverá ser também com seis meses e com os
mesmos jogadores.
Art. 18º - A equipe visitante sentará primeira em todas as mesas, a equipe visitada
preencherá as respectivas mesas com suas duplas, obedecendo ao horário estabelecido no
art. 6º deste regulamento.
Art. 19º - A equipe mandante do jogo é a responsável pela súmula do jogo e de
encaminhá-la à FGT, mencionando de maneira legível o nome dos jogadores que
participaram da partida e assinada pelos dois presidentes ou representantes das equipes.
Caso ocorrer fatos de indisciplina ou que mereça destaque lançar no verso da súmula.
Art. 20º - Toda a equipe filiada é obrigada a participar das competições promovidas pela
FGT, para as quais tenha se classificado, disputando até o seu final.
Pena – Suspensão da equipe de 06 (seis) a 12 (doze) meses, ou multa de 50% do salário
mínimo vigente.
Art.21º - O jogador que participar de qualquer partida do campeonato goiano em uma
equipe ficará vinculado à mesma até o término do campeonato, portanto, fica proibida
sua transferência para outra equipe. Neste caso a pena será aplicada conforme o artigo 68
desse regulamento.
Art. 22º - Todo jogador deverá, se for solicitado a qualquer momento na mesa,
apresentar a carteira de identificação expedida pela FGT.
Pena – Perda da queda em disputa e de outras quedas que por ventura tenha ganhado
durante a partida.
Art. 23º - Fica autorizado a participar como jogador no campeonato goiano, quem jogar
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simultaneamente ou ao mesmo tempo em campeonato(s) promovido por outra (s) fede-
ração(ões) e liga(s) durante o campeonato em curso. Porém o(s) mesmo(s) jogador(s)
deverá (ão) participar efetivamente no mínimo de 02 (duas) partidas na primeira fase
(classificatória), ou seja, participar sendo escaldo e jogando no mínimo 01 (uma)
queda em cada partida, para que possa consolidar o seu vínculo com a equipe e
poder participar das demais fases seguintes. Sendo assim a equipe que não cumprir
este procedimento ficará inapta/impedida de participar nas próximas fases.
Pena – Desclassificação automática da equipe infratora.
Art. 24º - Na mesa o tempo de intervalo entre uma e outra queda será no máximo de
10 (dez) minutos. O fiscal avisará aos técnicos das equipes quando faltarem dois
minutos para vencer o tempo. A equipe que venceu na mesa deverá sentar primeira, e
caso não o faça no prazo perderá a queda em disputa. A dupla da equipe perdedora
terá também os mesmo prazos e estarão sujeito também as mesmas penas.
Parágrafo 1º - A dupla perdedora do primeiro jogo, caso queira poderá trocar de lugar.
Parágrafo 2º – A dupla ganhadora do segundo jogo não poderá trocar de lugar, caso
venha trocar de lugar por engano deverá ser alertada pelo fiscal ou pelos os adversários a
desfazer a troca. Caso não acate tal solicitação, após virar a chave na primeira mão,
caracteriza-se ato de indisciplina.
Pena – Perda do jogo em disputa.
Parágrafo 3º - Se a dupla trocar de lugar sem ter o direito como prevê o parágrafo
anterior, se não foi alertada pelo fiscal ou os adversários, após virar a chave na primeira
mão, a queda continuará normalmente nas mesmas posições que estiverem sentadas.
Art. 25º – Durante uma partida, a partir da segunda queda na mesa, irá começar como
“pé” do baralho a dupla que venceu a queda anterior na respectiva mesa ou outra dupla
da mesma equipe. Qualquer dos parceiros poderá começar como do “pé” do baralho.
Art. 26º - A equipe mandante nomeará um dos seus integrantes para ser o marcador do
quadro. O mesmo poderá pagar os “jogos”, fazer marcações no quadro, na súmula, mas
não terá função fiscalizadora e nem lhe será permitido “sapear” o jogo. O marcador
poderá ser substituído a qualquer momento, e este tem que ser filiado a FGT.
Art. 27º - É plenamente proibido menor de 14 anos participar do jogo de truco promovi-
do pela FGT.
Pena – A equipe perderá os pontos da partida em questão.
Art. 28º - A FGT poderá a seu critério indicar fiscal para determinadas partidas que
julgar conveniente. É caráter obrigatório a indicação do fiscal para as partidas decisivas
de final de campeonato, com despesas pagas pela Entidade.
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Parágrafo 1º - Qualquer equipe poderá solicitar junto a FGT que indique fiscal para
determinada partida. Neste caso a equipe que solicitar o fiscal arcará com as despesas.
Parágrafo 2º - O fiscal uma vez escalado pela FGT, não poderá ser VETADO pelas
equipes envolvidas.
Pena – A equipe perderá os pontos da partida.
Parágrafo 3º - O valor da cota pecuniária para fiscal de partida escalada pela FGT
obedecerá ao seguinte critério:
1 – Cidade até 60 km de distância da residência do fiscal, 1/5 do salário mínimo vigente.
2 – Cidades acima de 60 km de distância da residência do fiscal 2/5 do salário mínimo
vigente.
3 – Cidades acima de 200 km de distância da residência do fiscal 1/2 do salário mínimo
vigente.
Art. 29º - Em partidas onde não houver fiscal da FGT a decisão do fiscal da partida será
INCONTESTÁVEL, só podendo ser contestada por escrito à FGT. Em Caso de ser
contestada e não acatada a sua decisão, o mesmo deverá relatar em súmula, colher
assinaturas de 02 (duas) testemunhas (filiadas a FGT, podendo ser jogador de sua própria
equipe, da equipe adversária ou de qualquer outra equipe) e encaminhar á FGT. Neste
caso a partida não poderá ser paralisada. Em partida onde houver fiscal da FGT o
mesmo deverá relatar em súmula (não havendo necessidade de testemunhas), e poderá a
seu critério paralisar a partida dando ganho de pontos a quem de direito.
Nestes 02 (dois) casos acima caberão as seguintes penalidades:
Pena – A equipe perderá os pontos da partida.
– Multa de 2/5 do salário mínimo vigente, a ser quitada antes da partida posterior,
o não cumprimento implicará na suspensão da equipe do campeonato em disputa.
Parágrafo 1º – O fiscal que deixar de decidir qualquer questão surgida na partida, perderá
se for da FGT a renumeração, e se for o presidente da equipe visitada, perderá a função
de fiscal para o presidente da equipe visitante nas partidas em que sua equipe for visitada
até o término da competição.
Parágrafo 2º – Quando houver casos de indisciplina ou quaisquer irregularidades que
caibam algum tipo de penalidades, os 02 (dois) presidentes ou representantes das 02
(duas) equipes deverão relatar em súmula e enviar a FGT dentro do prazo estabelecido
de 48 (quarenta e oito) horas a partir do horário do término da partida. O não cumpri-
mento caracteriza-se omissão.
Pena – Suspensão ao infrator omisso do direito de ser fiscal no período de 01 (um) a 06
(seis) meses.
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Art. 30º - A fiscalização da partida, caso não haja fiscal da FGT, será exercida pelo
presidente da equipe que tiver o mando de jogo e este não ficará impedido de jogar.
Art. 31º - Nas partidas em que houver fiscal da FGT o mesmo poderá ter como auxiliar,
um marcador de quadro, porém este não poderá “sapear” quedas nas mesas, só o fiscal
tem autonomia de decisão.
Art. 32º - Quando o presidente da FGT estiver no local de uma partida, os representes
das equipes em disputas deverão anunciar a presença do mesmo facultando-lhe a
palavra.
Art. 33º - O jogador quando estiver suspenso, não intervirá em nenhuma partida nas
rodadas em que seu time participar, como: ser fiscal, escalador, marcador de quadro, etc.
Depois de alertado pelo fiscal e resistir à ordem, estará cometendo ato de indisciplina.
Pena – A equipe perderá os pontos da partida.
Art. 34° - Qualquer jogador que estiver dentro do recinto de jogo, estando jogando ou
não, fica proibido de contar as cartas do adversário que estão sentados na mesa ao lado,
se comprovado será penalizado. Entretanto, qualquer um que estiver fora do alambrado,
na torcida, poderá contar carta do adversário, sem subir em cima do alambrado.
Pena – Suspensão de 03 (três) a 06 (seis) partidas consecutivas.
Parágrafo 1º – Dentro do recinto de jogo é permitida somente a presença dos jogadores
escalados, fiscal e marcador de quadro. Quem infringir esta regra e não respeitar o
pedido do fiscal para retirar-se do local será lançado em súmula.
Pena – Suspensão de 01 (um) a 03 (três) partidas consecutivas.
Parágrafo 2º – A presença do presidente da equipe visitante ficará permitida quando
solicitada pelo o fiscal da partida para resolver quaisquer questões necessárias.
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CAPÍTULO III
DAS REGRAS DO JOGO
Art. 35º - O sistema de jogo a ser aplicado nas competições da Federação Goiana de
Truco FGT, será o “ponto a cima”. Devendo o “pé” do baralho após
distribuir as cartas, virar a chave colocando o baralho sobre parte dela, à sua direita, de
sorte que a chave fique bem visível.
Art. 36º - Para o jogo de truco, o baralho será dividido em “pé” e “ponta”. O “pé”
compõe-se de damas, valetes, reis, az, 2, 3 e 4 num total de 28 cartas. A “ponta” compõe-
se de 5 a 10 num total de 24 cartas.
Art. 37º - Antes de iniciar uma queda, as duplas deverão conferir o baralho, para
verificar se está em condições de jogo. Se por acaso deixar de conferir o baralho e
aparecerem durante a disputa da queda cartas diferentes, cartas iguais ou faltando cartas,
será anulada a mão e o baralho corrigido.
Art. 38º - A dupla escalada, uma vez sentada não poderá mudar de mesa e nem sofrer
qualquer alteração. Se apenas um dos jogadores da dupla sentar, não mais poderá
levantar-se para mudar de mesa. Caso inicie a queda (virar a chave na primeira mão a ser
jogada) com jogador ou dupla alterada ou substituída, a equipe a qual pertence o jogador
ou a dupla estará cometendo infração.
Pena – Perda da queda em disputa.
Parágrafo único - A equipe interessada, deverá denunciar o fato até o final da queda, sob
pena de perder o direito de fazê-lo.
Art. 39º - Só é permitido o embaralhamento com as faces das cartas viradas contra a
mesa. Ao distribuí-las, se uma cair ou sair com a face para cima, o “pé” deverá baralhar
novamente.
Parágrafo 1º – O baralho será traçado com as faces das cartas viradas contra a mesa. Se o
“pé” virar deliberadamente carta(s) ao embaralhar.
Pena – Perderá o direito de ser “pé” passando o baralho para frente.
Parágrafo 2º - Se ao distribuir as cartas uma ou mais virar-se, ou se foi constatado que
uma delas esteja virada no baralho, o “pé” deverá baralhar novamente reiniciando a
rodada. Porém, se o mesmo fato for constatado após a chave estiver virada a jogada
prosseguirá normalmente.
Art. 40º - As cartas deverão ser RETIRADAS e distribuídas de 03 (três) a 03 (três) aos
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jogadores no sentido anti-horário, e o baralho correrá no mesmo sentido. Caso o pé não
obedeça a este critério na íntegra, o adversário chamará o fiscal da partida e o mesmo
advertirá o infrator. Caso o fiscal seja chamado pela 2ª vez e pelo mesmo motivo, o
nome do infrator deverá ser lançado em súmula para julgamento posterior.
Pena – Perda de 01 (um) tento e passará o baralho para frente.
– Suspensão de 01 (uma) a 03 (três) partidas consecutivas
Art. 41º - As cartas deverão ser jogadas uma de cada vez. Jogar duas ou mais cartas na
mesa, ao mesmo tempo, é proibido.
Pena – Perda dos tentos em disputa, mesmo que tenha jogo absoluto.
Art. 42º - O contrapé ao cortar o baralho, poderá traçá-lo até três vezes e depois praticar
o corte seco, indicando ao “pé” onde quer que as cartas sejam retiradas e distribuídas. Se
traçar mais de 03 (três) vezes será punido.
Pena – Perda de um tento e o baralho passará para frente.
Parágrafo 1º - Para melhor entendimento, a indicação do contrapé de onde as cartas
deverão ser retiradas deverá ser de forma verbal e clara, exemplo: desce ou sobe, pode
descer ou pode subir.
Parágrafo 2º - Caso o contrapé não indique de onde deverão ser retiradas as cartas, o pé
do baralho poderá subir ou descer conforme queira, sendo que após colocar na mesa as
cartas do jogador na posição de mão (à sua frente), o contrapé perderá o direito de
indicar.
Parágrafo 3º - O “pé” poderá censurar o corte somente por uma vez. Não poderá
censurar se o contrapé não colocar a mão e nem encostar nenhuma das partes do seu
corpo no baralho.
Pena – Perda de um tento e o baralho passará para frente.
Parágrafo 4º - Caso o “pé” venha censurar o corte por mais de 01 (uma) vez.
Pena – Perda de um tento e o baralho passará para frente.
Parágrafo 5º - Para censurar o corte o “pé” poderá trançar o baralho somente até três
vezes.
Pena - Perda de um tento e o baralho passará para frente.
Parágrafo 6º - Censurado o corte, o contrapé poderá utilizar ao seu critério uma ou as
duas mãos, porém, deverá praticar o corte “seco” (sem trançar o baralho).
Pena - Perda de um tento se não cortar "seco" e o baralho passará para frente.
Art. 43º - Somente o “mão” poderá ordenar a queima das cartas, antes que estas sejam
colocadas na mesa. Depois de colocadas na mesa perderá o direito de fazê-la.
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Parágrafo 1º - Se o “mão” ordenar a queima de até 07 (sete) cartas o pé deverá obedecê-
lo, caso não o faça.
Pena – Perda de 01 (um) tento e passará o baralho para frente.
Parágrafo 2º - Se o “mão” ordenar a queima de mais de 07 (sete) cartas, o pé deverá
queimar apenas 07 (sete), caso queimar mais ou menos de 07 (sete).
Pena – Perde 01 (um) tento e passará o baralho para frente.
Art. 44º - Se o jogador distribuir as cartas sem ter chegado a sua vez, os adversários serão
obrigados a jogar novamente se a chave já estiver sido virada. Se descobrir o fato antes de
virar a chave o baralho será entregue ao “pé” correto.
Art. 45º - As cartas deverão ser jogadas numa fluência normal. Caso o jogador demore, o
adversário pedirá o fiscal que marque o tempo para decidir a jogada. Será de 30 segundos
o tempo para jogar. Em mãos trucadas, em mãos de 11 ou de 11 a 11, jogador terá 01
minuto para decidir. Caso esgote o tempo pré-estabelecido o fiscal deverá retirar a chave
passando o baralho para frente.
Pena – Perda dos tentos em disputas.
Art. 46º - Se o “pé” der quatro ou mais cartas ao jogador adversário e virar a chave, este
deverá, depois de denunciar o fato, escolher a(s) carta(s) excedente(s), exibi-la(s) e
recolhê-la(s) ao baralho, antes de participar da jogada. Descartando ou trucando,
qualquer um dos jogadores, em qualquer situação, com excesso de carta, perderá três
tentos. Jogando as cartas excedentes à mesa virada com o naipe para cima estará
descartando.
Parágrafo único – Se o “pé” der quatro ou mais cartas a si próprio ou ao seu parceiro,
será:
1 – Não virando a chave, perderá a vez de ser “pé” e passa o baralho para frente.
2 – Se virar a chave, pagará um tento e passa o baralho para frente.
3 – Com a chave virada, descartando ou trucando, perderá três tentos.
Art. 47º - Caso o “pé” distribua as cartas das seguintes maneiras:
1 – Se der menos de 03 (três) cartas ao jogador adversário, perderá o tento e baralho
passara para frente.
2 – Se der menos de 03 (três) cartas a si próprio ou ao seu parceiro, aquele que tiver
recebido menos de três cartas, passará a primeira ou as primeiras mãos, conforme o caso,
sem jogar.
3 – Caso não dê cartas a si próprio ou ao seu parceiro, jogará somente o parceiro que
tiver recebido as cartas.
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Art. 48º - Se ao bater na mesa, o jogador fizer com que o baralho vire na mesa ou venha
cair no solo, à rodada prosseguirá normalmente se não houver dúvida quanto à
identificação da carta “chave”. Caso ocorra dúvida quanto a identificação da chave o
fiscal deverá ser chamado para decidir a questão.
Art. 49º - Caberá ao “pé” recolher ao baralho as cartas da mão jogada, nenhum outro
jogador poderá dali retirá-las quando houver dúvida na mão jogada, para conferir ou
verificar as cartas que foram jogadas. Somente o fiscal da partida, a pedido de qualquer
jogador poderá fazê-lo.
Pena – Perda dos tentos em disputa.
Art. 50º - Só valerá como jogada, a carta solta e virada na mesa, valendo na mão
respectiva. Caso os parceiros façam a primeira ou a segunda mão, com cartas de igual
valor, deverá tornar aquele que jogou a primeira das cartas de igual valor.
Art. 51º - Quando se empatam a primeira, segunda e a terceira mão, sem trucar,
ninguém perderá o tento. Entretanto, estando a primeira empatada, quem trucar deverá
matar a carta que estiver na mesa ou a que estiver em poder do adversário à sua frente.
Neste caso, quem trucou é obrigado a matar a carta do adversário, não quem chamou a
trucada. Caso haja repique (seis), a obrigação de matar, da mesma forma caberá ao
repicador. Caso haja novo repique (nove) a obrigação de matar a carta passará para o
segundo repicador, e assim sucessivamente.
Parágrafo 1º - Pode-se trucar para empatar na primeira mão, mas quem trucou deverá ter
na mão seguinte carta de maior valor que a de seu adversário.
Parágrafo 2º - Quando uma jogada chegar no “pé” e a primeira for do seu parceiro, o
“pé” deverá descartar, se o descarte for carta de maior valor, este deverá tornar na
jogada.
Parágrafo 3º - Em mão trucada quando o adversário jogar a carta na mesa sem ter
chegado a sua vez, não significa que está mandando a trucada, só se caracterizará como
mandada quando pronunciar-se verbalmente.
Art. 52º - É proibido descartar encoberto. O jogador poderá trucar para descartar quando
a carta de seu parceiro já estiver feito a mão respectiva. Em tal caso, se o adversário pedir
que ele descarte, na primeira mão significa que está mandando o truco.
Pena – Perda dos tentos em disputa.
Parágrafo único – No caso do jogador no “pé” trucar no ZAPE do adversário, na
primeira mão e se o adversário pedir para descartar estará mandando o truco.
Art. 53º - A dupla que mandar mão de onze e houver empate na primeira rodada, terá a
FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO
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obrigação de apresentar a carta de maior valor na segunda ou na terceira rodada.
Pena – Perda de 03 (três) tentos.
Art. 54º - É proibido trucar em mão de onze, ou onze a onze.
Pena – Perda de 03 (três) tentos.
Art. 55º - Se qualquer jogador adversário mandar tornar, nenhum dos 02 (dois) dos
(adversários) poderão matar a carta jogada, mesmo que tenham carta de valor maior.
Art. 56º - Os parceiros são solidários, de sorte que cada um é responsável pelos próprios
atos e pelos atos de seu parceiro, com exceção dos atos disciplinares que são individuais.
Art. 57º - A dupla que APRESENTAR aos adversários o jogo absoluto, não precisará
descartar e ganharão(s) tento(s) respectivo(s) da rodada. Jogo absoluto é aquele que
ganha o resto do baralho.
Art. 58º - Ao completar onze tentos a dupla deverá descer os mesmos, ou seja, devolvê-
los à dupla adversária. Caso não o faça até a virada da “chave” da rodada seguinte, terá
que fazer onze novamente.
Art. 59º - Terminado o jogo, a dupla que ainda não tiver devolvido os tentos, deverá
fazê-lo espontaneamente ou assim que for solicitada a devolução pelo adversário. Da
mesma forma, após cada rodada, a dupla perdedora deverá pagar o(s) tento(s) perdido(s),
espontaneamente, ou assim que lhe for solicitado.
Art. 60º - Se na jogada(s) anterior(s), o perdedor de uma jogada, por engano ou
esquecimento não pagar os tentos na íntegra ao adversário, fato comprovado, mesmo já
virada a “chave” da mão(s) seguinte(s), terá que pagar os tentos anteriores que não foram
pagos.
Art. 61º - Nenhum jogador poderá virar a(s) carta(s) do adversário.
Pena – Perda dos tentos em disputa.
Art. 62º - As equipes que após serem inscritas voluntariamente e abandonarem sem
motivo justificável as competições realizadas pela FGT (campeonatos, copas e torneios).
Pena - Suspensão da equipe de 06 (seis) meses a 01 (um) ano, ou Multa de 50% salário
mínimo vigente.
Art. 63º - Não é permitida a substituição de jogador durante uma queda, salvo por
motivo de força maior, imperiosa, caso de indisciplina a critério do fiscal.
Pena – Perda da queda em disputa.
Art. 64º - É permitido o uso de sinais falado, mímicos e nas mãos. Entretanto, não é
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permitido que os parceiros mostrem ou olhem as cartas um do outro durante uma rodada
em disputa.
Pena – Perda dos tentos em disputa.
Art. 65º – A equipe que ganhar uma partida por W x O, o placar para efeito de saldo de
quedas será 7x0, porém, essas quedas não serão computadas a nenhum jogador para
efeito de artilharia.
Art. 66º - Não é permitido por qualquer motivo que os parceiros se levantem. Apenas
um jogador de cada dupla, em caso de estrema necessidade, com prévia autorização do
fiscal da partida, poderá se ausentar-se por prazo determinado.
Pena – Perda da queda em disputa.
Art. 67º - Os “jogos” e as quedas serão marcadas no quadro específico e registradas nas
súmulas. Ao término da disputa o fiscal registrará o escore da partida.
Art. 68º - O jogador que tiver dupla inscrição ou jogar para duas ou mais equipes na
mesma competição e for descoberto ou denunciado, se comprovado que a equipe tinha
conhecimento do fato perderá os pontos da partida e o jogador punido.
Pena – O jogador infrator será suspenso da competição.
– A equipe onde o jogador jogou primeiro consolidando o seu vínculo ficará isenta
de penalidades.
– A equipe onde o jogador cometeu a infração, se comprovado o não conhecimento
do ato infracional do jogador, a mesma ficará isenta de penalidades.
– A equipe onde o jogador cometeu a infração, se comprovado o conhecimento do
ato infracional do jogador, a mesma será penalizada com a perda dos pontos
da(s) partida(s) em que o jogador infrator participou e perda de 02 (dois) mandos
de jogos consecutivos. .
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CAPÍTULO IV
DAS NORMAS DISCIPLINARES
Art. 69º - A vibração e o entusiasmo dos jogadores são naturais e aceitáveis, porém, é
proibido vibrar e gritar em voz alta, levando o dedo em riste ou a mão muito próxima ao
rosto do adversário, tocar no corpo do adversário ou do companheiro em clima de
hostilidade. São atitudes desrespeitosas e provocativas. O fiscal deverá adverti-lo, caso
tornar a infringir deverá ser lançado em súmula.
Pena – Suspenção de 01 (uma) a 06 (seis) partidas consecutivas.
Art. 70º - O jogador numa comemoração, não poderá sair batendo em outras mesas,
devendo limitar-se apenas à sua mesa e nem bater ou jogar cadeira ou tamborete ao solo.
Pena - Suspensão de 01 (uma) a 03 (três) partidas consecutivas.
Art.71º - O jogador que quebrar, marcar grosseiramente o baralho e propositadamente
jogá-lo ao solo por vontade própria é considerado ato de indisciplina.
Pena - Suspensão de 05 (cinco) a 10 (dez) partidas consecutivas, e ressarcimento de 01
(uma) caixa de baralho zera quem de direito, quando o mesmo (baralho) for danificado.
Art. 72º - O jogador que for citado em súmula por ato de indisciplina, ficará suspenso
uma partida automaticamente até a decisão final do julgamento do Conselho de Discipli-
na.
Art. 73º - O jogador de outro time que estiver presente em qualquer sede, para assistir
uma partida, se cometer qualquer ato de indisciplina ou irregularidades, estará sujeito às
penalidades previstas neste regulamento.
Art. 74º - Se o fiscal da partida ao perceber que o jogador está fazendo “cera” ou
retardando o andamento do jogo, não obedecendo ao tempo estabelecido para chamar
uma trucada, baralhar, cortar, etc., será considerado o anti-jogo. Caso o fiscal for solicita-
do na mesa por duas vezes ou mais, para marcar o tempo de espera, fica caracterizado o
anti-jogo.
Pena – Perda do jogo em disputa.
Art. 75º - O fiscal poderá em caso de indisciplina na mesa, suspender 01 (um) ou quantos
jogadores achar necessário, levantá-los e solicitar a substituição dos mesmos, isto em se
tratando de agressões verbais. Nesse caso o(s) jogador(es) não poderá(ão) ser escalados
novamente nessa mesma partida, e a queda reiniciará na mesma situação (tentos e jogos)
em que foi paralisado e será lançado em súmula. A substituição do(s) jogador(es)
obedecerá o critério do artigo 14 parágrafo 4º desse regulamento.
Pena – Suspensão de 01 (um) a 05 (cinco) partidas consecutivas.
FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO
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Art. 76º - Das infrações contra a entidade FGT e todos os seus Membros, tais como:
Presidente, Vice-Presidente, Diretores, Conselheiros, membros do Tribunal e fiscais
nomeados.
Paragrafo 1º - Desacatar ou dirigir-se verbalmente de forma desrespeitosa e com tentativa
de agressão ou agressão física.
Pena – Agressão verbal: Suspensão de 03 (três) a 06 (seis) meses.
– Agressão física : Suspensão de 08 (oito) meses a 12 (doze) meses.
Paragrafo 2º - Manifestar-se desrespeitosamente com calúnia, difamações e injúrias,
acusações e etc., em redes sociais, tais como: imprensa, rádio, televisão, jornal, watsap,
facebook, instagram e etc., contra membros da FGT.
Pena – Suspensão de 12 (doze) a 18 (dezoito) meses.
Art. 77º - Fica proibido a quaisquer jogadores em quaisquer posições na mesa cometer
as seguintes infrações, tais como: Marcar cartas à unha ou quaisquer elementos
pontiagudos, olhar as próprias cartas antes de virar a chave, vispar o fundo do baralho
antes ou depois de virar a chave, emborcar as cartas (cumbucar), fazer montinhos, vispar
cartas ao distribuí-las com pé da jogada, vispar as cartas como contrapé da jogada,
levantar as cartas ao distribuí-las com o íntuito de mostra-las ao seu parceiro, levantar o
baralho ao cortá-lo mostrando ao seu parceiro, levantar o fundo do baralho após virar a
chave mostrando ao seu parceiro e etc. Depois de constado o fato o fiscal será chamado,
advertirá o infrator e substituirá o baralho caso seja necessário. Caso seja chamado pela
segunda vez para advertir o mesmo infrator pelo mesmo motivo ou por qualquer uma
das infrações supracitadas, o seu nome deverá ser anotado na súmula.
Pena – Perda da queda em disputa.
– Suspensão de 01 (uma) a 05 (cinco) partidas consecutivas.
– O infrator ficará impedido de continuar jogando na partida.
– O jogador suspenso será substituído automaticamente, obedecendo ao critério do
artigo 14, paragrafo 4º.
Paragrafo único - Fica proibido a quaisquer jogadores em quaisquer posições na mesa
cometer as seguintes infrações, tais como: Reter consigo carta(s) indevida(s) que não seja
sua de direito, esconder carta(s) em quaisquer lugares do corpo, roupa, mesa e etc., trocar
carta(s) com o seu parceiro, trocar deliberadamente a chave do baralho com o íntuito de
mudar o valor de suas cartas. Se constatado o fato, caberá as seguintes penas:
Pena – Perda da queda em disputa.
– Suspensão de 02 a 06 (seis) partidas consecutivas.
– O infrator ficará impedido de continuar jogando na partida.
– O jogador suspenso será substituído automaticamente, obedecendo ao critério do
artigo 14, paragrafo 4º.
Art. 78º - A “pescadinha” é proibida. Consiste num jogador pegar a(s) carta(s) e mostrá-
la(s) ao adversário, simular que vai jogá-la(s) no resto do baralho ou na mesa, mas
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repentinamente volta com as mesmas para junto de si, ou seja, usa de má fé para induzir
o adversário a cometer erro para tirar proveito na jogada.
Pena – Perda dos tentos em disputas e suspensão de 03 (três) a 06 (seis) partidas consecu-
tivas.
Parágrafo 1º- É facultado ao jogador caso queira, em qualquer momento da disputa,
mostrar uma ou mais cartas ao adversário sem jogá-la ou sem simular que vai jogá-la na
mesa, isso não se caracteriza pescadinha e o mesmo não é obrigado jogar a carta(s)
mostrada naquela mão.
Parágrafo 2º – O jogador não poderá jogar carta(s) encoberta(s) no centro da mesa, no
intuito de induzir o adversário a cometer erro.
Pena – Perda dos tentos em disputa e suspensão de 01 (uma) a 03 (três) partidas consecu-
tivas.
Art. 79º - O presidente ou representante da equipe não poderá “levantar” sua equipe
(abandonar o jogo), em qualquer competição da FGT, somente em casos de briga
generalizada, morte de qualquer participante do jogo justificará a paralisação da partida.
Pena – Perda dos pontos da partida.
Art. 80º - Se Durante uma partida ocorrer briga generalizada (agressões físicas) caberá ao
fiscal suspender ou não a partida, relatando em súmula e encaminhar à FGT para
devidas providências. Considera-se briga generalizada aquela que envolver 06 (seis) ou
mais jogadores participantes da partida, podendo ser de quaisquer umas das equipes
envolvidas na partida.
Pena – Suspensão de 06 (seis) a 12 (doze) meses para os jogadores envolvidos
e eliminação da(s) equipe(s) do campeonato.
Art. 81º - Em caso de clima hostil, perigo eminente à integridade física, falta de
segurança aos jogadores, a equipe visitante só poderá levantar-se depois que o presidente
da equipe mandante não der garantia de segurança, pois é de sua inteira responsabilidade
a segurança da partida.
Art. 82º - Caso haja invasão de torcedores, tanto da equipe mandante como da visitante
no recinto de jogo, será de inteira responsabilidade da equipe que pertencerem os
invasores.
Pena – Invasão seguida de agressão física multa de 01 (um) salário mínimo vigente.
– Invasão seguida de agressão verbal multa de 50% do salário mínimo vigente.
Art. 83º - É proibido ao jogador:
1 – Fazer qualquer tipo de aposta durante a partida, após constatação pelo fiscal.
Pena – Suspensão de 01 (uma) a 05 (cinco) partidas consecutivas.
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2 – Portar o jogador, dentro do recinto de jogo qualquer tipo de arma.
Pena – Suspensão de 06 (seis) meses a 01 (um) ano.
3 – Estar presente na mesa jogando uma queda visivelmente embriagado, causando
discórdia.
Pena – Suspensão de (03) (três) meses a 01 (um) ano. (A mesma pena aplicada ao
jogador será também aplicada ao escalador que o escalou).
4 – Entrar com bebidas alcoólicas, bem como o seu consumo, no recinto de jogo (dentro
do alambrado). Se comprovado o fato o jogador insistir em dar continuidade à infração
o seu nome deverá ser lançado em súmula.
Pena – Suspensão de 01 (uma) a 06 (seis) partidas consecutivas.
5 – Dirigir-se a outro jogador com termos ofensivos à dignidade da pessoa humana,
ameaçar ou agredir fisicamente, antes, durante e após a partida.
Pena – Agressão verbal: Suspensão de 01 (mês) a 06 (seis) meses.
– Agressão física : Suspensão de 06 (seis) meses a 12 (doze) meses.
– O infrator ficará impedido de continuar jogando na partida em questão. Nesse
caso, reportar-se-á ao artigo 14 parágrafo 4º
6 – Dirigir-se ao fiscal da partida com termos ofensivos à dignidade da pessoa humana,
ameaçar ou agredir fisicamente, antes, durante e após a partida.
Pena – Agressão verbal: Suspensão de 02 (dois) a 06 (seis) meses.
– Agressão física : Suspensão de 06 (seis) meses a 12 (doze) meses.
– O infrator ficará impedido de continuar jogando na partida em questão.
7 – Subir na mesa, cadeira e tamborete a fim de comemorar uma jogada, jogo ou queda,
isto só caracteriza-se quando estiver com todo o corpo em cima dos móveis.
Pena – Suspensão de 01(uma) partida.
8 – Ausentar-se do salão de jogo (ultrapassar a linha do alambrado) sem a prévia
autorização do fiscal, por qualquer motivo.
Pena – Perda da queda em disputa.
9 – Deter-se a examinar as costas ou as bordas do baralho, quando estiver distribuindo as
cartas como pé da rodada, após duas reclamações o seu nome deverá ser lançado em
súmula.
Pena – Perda do jogo em disputa.
– Suspensão de 01 (uma) a 05 (cinco) partidas consecutivas.
10 – Deter-se a examinar as costas ou as bordas do baralho, quando estiver praticando o
corte do mesmo, após duas reclamações o seu nome deverá ser lançado em súmula.
Pena – Perda do jogo em disputa.
– Suspensão de 01 (uma) a 05 (cinco) partidas consecutivas.
FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO
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11 – Nas mãos trucadas, quaisquer palavras que induza o trucador a crer que a jogada foi
mandada, como por exemplo: ganha, pode ganhar, vira, pode virar, pega, pode pegar,
vai, faz a queda, faz o jogo, tapa, pode tapar, Jorge, fecha, mata, pode trucar, descarta,
carteia, disponha de uma, etc., caracteriza que mandou a jogada, e a mesma prosseguirá
normalmente.
Pena – Perda dos tetos em questão.
12 – Em mãos onde o jogador expressar palavras de gírias, induzindo o seu adversário a
crer que ele está trucando, como por exemplo: trunfo, trouxa, turco, tudo, troco, tronco,
e etc., e seu adversário chamar a trucada, a jogada ficará de fato caracterizada como mão
trucada e a jogada prosseguirá normalmente.
Pena - Perda dos tetos em questão.
13– É expressamente proibido a todo e qualquer jogador, conduzir os baralhos que
estiverem em jogo da partida. Somente ao fiscal e marcador de quadro da partida é
permitido movimentar com os baralhos dentro do local de jogo.
Pena – Suspensão de 01 (uma) a 05 (cinco) partidas consecutivas
14 – Reter o baralho por mais de um minuto como pé da rodada, contado o tempo pelo o
fiscal da partida a pedido de qualquer um dos adversários.
Pena – Perda de 01(um) tento, e passará o baralho para a frente, caso continue insistindo
no retardamento do jogo e fazendo cera, reportar-se-á à pena do artigo 74.
15 – Usar enquanto estiver jogando, anéis, aliança, relógio ou qualquer outro objeto
que permita o reflexo da imagem das cartas, colocar objeto em cima da mesa, tais como:
chaveiros, chaves, isqueiros, celular, canetas e etc., é proibido. O jogador deverá atender
a determinação do fiscal para deixar de usar tais objetos.
Pena – Perda do jogo em disputa e suspensão de 05 (cinco) a 10 (dez) partidas consecu-
tivas.
Art. 84º – É terminantemente proibido o uso de baralho marcado, estragado, na
“pinta”, na parafina, recortado, lixado ou qualquer marca que indique que o baralho foi
preparado previamente no intuito de desvendar o segredo das cartas e consequentemente
levar vantagem sobre o adversário. A equipe que descobrir tais ações, mostrando
indícios de fraude, terá o direito de proceder a apreensão do baralho e lacrá-lo, após
colher assinatura dos presidentes ou representantes, de 02 (duas) testemunhas no mínimo
(filiadas á FGT, sendo de sua equipe ou não), anotando o nome dos jogadores
envolvidos, e o baralho será enviado à FGT para as providências cabíveis.
Parágrafo 1º - Constatado que o baralho apreendido foi previamente preparado, ficará
configurado o ato lesivo, desonesto com o objetivo de fraudar a partida. Nesse caso a
equipe prejudicada ganhará os pontos da partida.
FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO
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Pena – Suspensão de 06 (seis) a 12 (doze) meses ao(s) jogador(s) envolvido(s).
– A equipe perderá os pontos da partida em questão.
Parágrafo 2º - A equipe que fizer apreensão do baralho terá o prazo de 48 (quarenta e
oito) horas a partir do término da partida para a entrega do(s) mesmo(s) juntamente com
a súmula expondo as ocorrências junto à FGT, ultrapassado este prazo, a denúncia será
desconsiderada.
Parágrafo 3º - Em caso de apreensão de baralhos, quem o fizer terá que ter a convicção
plena de sua ação. Caso fique constatado posteriormente na FGT, que o baralho não
possui alterações, conforme ao caput desse artigo, a equipe estará cometendo uma
infração.
Pena – Multa de 50% do salário mínimo vigente. O não cumprimento da mesma antes
da próxima partida a equipe será proibida de continuar na competição.
Art. 85º - Havendo indícios que o baralho tenha sido preparado previamente no intuito
de desvendar o segredo das cartas, e a equipe envolvida se NEGAR a entregar o baralho
para ser lacrado e enviado à FGT, para apurar as irregularidades, a equipe prejudicada
deverá relatar a ocorrência colhendo assinaturas de 02 (duas) testemunhas idôneas
(filiadas a FGT sendo de sua equipe ou não) e entregará a mesma à FGT dentro do prazo
determinado de 48 (quarenta e oito) horas, que após verificar, analisar as circunstâncias e
os relatos das súmulas dará seu parecer.
Pena – Perda dos pontos das partidas.
– A equipe infratora será eliminada sumariamente da competição.
– Os jogadores envolvidos da equipe infratora serão suspensos por 12 (doze) meses.
FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO
Página23
CAPÍTULO V
DAS REGRAS ADMINISTRATIVAS
Art. 86º - Cabe à Federação Goiana de Truco:
1 – Manter seus filiados bem informados sobre o andamento de suas competições,
abrangendo os assuntos e acontecimentos de relevância do truco goiano.
2 – Tomar decisões que visem a dar cumprimentos ao presente regulamento proibindo
com rigor todo e qualquer ato que possa comprometer o ambiente cordial e a serenidade
do nosso esporte.
3 – Encaminhar ao Conselho de Disciplina ou Tribunal de Justiça da FGT, para
julgamento, os casos relatados em súmulas, polêmicas e que haja dualidade de
interpretação em matéria de direito e de fato.
4 – É facultado ao presidente da FGT, conforme prevê o art. 47º, inciso 18 do Estatuto
da Entidade, aplicar penas disciplinares.
5 – Reunir o conselho arbitral com os presidentes ou representantes das equipes filiadas
para deliberar a forma de disputa dos campeonatos e torneios.
Art. 87º - A duração do mandato do presidente é de (02) dois anos, conforme prevê o
Estatuto da Entidade.
Art. 88º - É obrigação da FGT, fornecer nas partidas finais do campeonato goiano, local
apropriado e materiais de jogo, dando condições plenas para a realização das partidas.
Art. 89 – Promover além do campeonato goiano anualmente, outras competições para
movimentar as equipes durante a temporada.
Art. 90º - Cabe aos presidentes das equipes filiadas à FGT:
1 – Fazer com que sua equipe se apresente devidamente uniformizada e COM O
UNIFORME TOTALMENTE PADRONIZADO para todos os jogadores. Caso inicie
uma queda com qualquer um dos seus jogadores sem uniforme ou com uniforme
despadronizido, perderá a queda na(s) mesa(s) em que ocorrer tal infração. Caso seja
constatado o fato antes de iniciar a queda o mesmo poderá ser substituído ou trocar de
uniforme. (Inicia-se a queda quando a chave é virada na primeira mão). O prazo para
substituir o jogador ou o uniforme despadronizido será de 02 (dois) minutos.
FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO
Página24
2 – Quando convocado pela FGT para reuniões, assembléias, conselho arbitral, e etc.
deverá comparecer. Na impossibilidade de seu comparecimento deverá nomear um
representante legal.
3 – Recolher a taxa de inscrição dos jogadores junto a FGT, antes do início do campeo-
nato.
FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO
Página25
CAPÍTULO VI
DOS JULGAMENTOS
Art. 91º - O Tribunal de Justiça e o Conselho de Disciplina da FGT, na esfera da
competência estabelecida no Estatuto da Entidade, são órgãos encarregados de apreciar,
julgar, os fatos polêmicos e as infrações disciplinares narradas em súmulas praticadas na
realização de uma partida de truco, devendo aplicar as infrações previstas neste
regulamento.
Parágrafo único – O CD e TJ funcionarão de acordo com o regulamento disciplinar, o
regulamento das competições (Quando se fizer necessário) e regras do jogo de truco do
Estado de Goiás.
Art. 92º - O Conselho Disciplinar da FGT funcionará como primeira instância, para
interpelações e julgamento de fatos narrados em súmulas e será composto de 01 (um)
presidente, 01 (um) secretário e 05 (cinco) membros.
Art. 93º - O Tribunal de Justiça da FGT funcionará como segunda e última instância,
para interpelações de recursos e julgamentos e será composto de 01 (um) presidente, 01
(um) secretário e 07 (sete) membros.
Parágrafo 1º – Os presidentes e secretários do CD e TJ, serão nomeados pelo presidente
da FGT logo após sua posse, e terá o mandato com a duração igual a do presidente da
Entidade.
Parágrafo 2º - Qualquer jogador filiado à FGT poderá ser nomeado na condição de
membros tanto para o CD como para o TJ.
Art. 94º - As penalidades previstas neste regulamento são:
01 – Advertência.
02 – Suspensão.
03 – Multa.
04 – Cassação de inscrição de jogador.
05 – Eliminação de equipe das competições.
Parágrafo único – A critério dos julgadores do CD e TJ, se julgarem necessário, poderão
aplicar penas alternativas:
FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO
Página26
01 – Pecuniária.
02 – Prestação de serviço.
03 – Cesta básica.
Art. 95º - A critério dos órgãos julgadores, quaisquer reincidências em casos de
indisciplina, a punição poderá ser aplicada em dobro.
Art. 96º - A critério do CD ou TJ, os jogadores com punições impostas em 01 (um) ano
ou mais, após cumprir 08 (oito) meses e apresentar boa conduta, poderá ficar liberado do
cumprimento do restante da pena imposta.
Art. 97º - Cabe ao CD e TJ aprovar ou vetar qualquer inscrição de jogadores para as
competições promovidas pela FGT, visando o interesse geral e da lisura do truco goiano.
Art. 98º - As equipes ou seus associados punidos disciplinarmente pelos CD e TJ, são
proibidos de entrar na justiça comum, cabendo recurso somente ao TJ da FGT, dos
assuntos ligados a disciplina e regulamento do campeonato goiano, sob pena de dobrar a
punição imposta.
Art. 99º - Qualquer multa aplicada pelo o CD ou TJ a mesma deverá ser quitada antes
da próxima partida da equipe, e consequentemente deverá perder os pontos.
Art. 100º - O prazo para a entrega de qualquer denúncia contidas nas súmulas terá o
prazo de 48 (quarenta e oito) horas após o término da partida, ultrapassando este prazo a
denúncia perderá sua validade.
Art. 101º - Os casos omissos, com dualidades ou ausência de interpretação serão
solucionados pela FGT juntamente com o Departamento Técnico, Conselho Disciplinar
ou Tribunal de Justiça, conforme o caso que se fizer necessário.
Art. 102º - O presente Regulamente Disciplinar e Regras dos Jogos de Truco do Estado
de Goiás entrará em vigor depois de devidamente aprovado pela Assembleia Geral
Extraordinária.
Goiânia 05/07/2018
MEMBROS DO DEPARTAMENTO TÈCNICO
KLEBER MORAES DE MELO
GENEILDO CASTRO DUARTE
GERALDO MANOEL BALDOINO
PEDRO JOAQUIM DE OLIVEIRA – MAURÍCIO NOTA 100
PRESIDENTE DA FGT

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Regulamento Campeonato goiano de truco geral

  • 1. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página1 ÍNDICE CAPITULO I PÁGINA DAS DISPOSICÔES PRELIMINARES.......................................................................02 CAPITULO II PÁGINA DAS DISPUTAS.........................................................................................................05 CAPITULO III PÁGINA DAS REGRAS DOS JOGOS......................................................................................11 CAPITULO IV PÁGINA DAS NORMAS DISCIPLINARES...............................................................................17 CAPITULO V PÁGINA DAS REGRAS ADMINISTRATIVAS..........................................................................23 CAPITULO VI PÁGINA DOS JULGAMENTOS................................................................................................25
  • 2. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página2 CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Com a denominação de Federação Goiana de Truco (FGT), fundada nesta cidade de Goiânia aos vinte e três de novembro de hum mil e novecentos e oitenta e um (23/11/1981), é a Entidade maior do nosso esporte, com base neste regulamento e mediante colaboração sistemática das equipes filiadas é encarregada de difundir, organizar, coordenar e controlar os campeonatos, copas e torneios de truco no Estado de Goiás. Art. 2º - Com vistas ao aprimoramento do truco no nosso Estado, a FGT, acolherá sugestões de sócios, podendo a qualquer tempo modificar este regulamento, cuja aprovação final deverá merecer o referendo da maioria absoluta, através da convocação de uma assembléia geral. Parágrafo único – Se por ventura aparecer modificações de menor importância, simples e não polêmicas, o presidente da FGT poderá baixar PORTARIA a respeito, com anuência de no mínimo 50% dos presidentes ou representantes das equipes filiadas. Art. 3º - A formula de disputa dos campeonatos, copas e torneios, será montada através de um Conselho Arbitral, em reunião com todos os representantes das equipes filiadas participantes, que depois de aprovada em votação com maioria simples, não poderá ser modificada até a final das competições. Art. 4º - Os locais das partidas deverão obedecer às normas elementares de higiene, conforto e tranquilidade, lanchonete, sanitários e dispor de condições de isolar a torcida dos jogadores. O não atendimento dessas condições, a sede ficará impedida de receber jogos em competições promovidas pela FGT. Art. 5º - Durante a partida é terminantemente proibido fumar cigarro, cachimbo, charuto, cigarro de palha ou qualquer outro derivado do fumo no interior dos locais de jogos, o fiscal deverá alertar ao fumante para deixar o recinto ou de fumar. Caso não aceitar tal ordem deverá ser lançada em súmula. Pena - Suspensão de 01 (uma) a 03 (três) partidas consecutivas. Art. 6º - As partidas dos campeonatos, copas e torneios promovidos pela FGT serão realizados aos domingos, com início às 13:45 horas, sendo que, a equipe visitante terá que sentar às 13:30 horas, e a equipe mandante deverá sentar até às 13:40, tendo 05
  • 3. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página3 minutos para facultar a palavra aos representantes das equipes. Porém, é autorizado a realização das partidas também aos sábados, às 16:00 horas, desde que seja de comum acordo com os dois presidentes ou representantes das duas equipes envolvidas, em consonância com a FGT. Pena – A equipe que não cumprir o horário estabelecido perderá os pontos da partida, devendo o fato ser anotado na súmula com duas testemunhas filiadas a FGT e do presidente que reivindicar os pontos. Parágrafo 1º – Após “casar” o jogo, não haverá intervalo para iniciar o terceiro jogo, somente o tempo necessário para a dupla perdedora do segundo jogo trocar de lugar, e o intervalo entre as quedas será de no máximo até 10 minutos. Pena – Perda da queda em disputa ou a ser disputada. Parágrafo 2º – Nas partidas onde se fizer necessário a disputa de 07 (sete) mesas, o intervalo será de no máximo 15 minutos (quinze) para iniciação da mesma. Parágrafo 3º – Todas as sedes deverão ter um relógio fixado visivelmente dentro do recinto de jogo. Pena – A sede da equipe infratora ficará impedida de realizar futuras partidas no referido recinto, até que o relógio seja instalado. Art. 7º - É terminantemente proibida a prática de outros jogos de cartas de baralho nas dependências das sedes da FGT e das equipes filiadas, em dias de jogos, após às 12:00 horas (meio dia). Somente o JOGO DE TRUCO deverá ser praticado, que é a nossa principal finalidade. A não obediência será considerada falta grave. Pena – Interdição da sede até o término do torneio ou campeonato, cuja, a equipe infratora estiver participando. Art. 8º - A vibração da torcida é válida e permitida, porém, fica proibido o uso de fogos de artifício dentro do recinto de jogo, e o uso de apitos e outros instrumentos sonoros. Pena – Interdição da sede de 01 (uma) a 06 (seis) partidas consecutivas. – Suspensão do infrator de 03 (três) a 10 (dez) partidas consecutivas. Art. 9º - Nenhuma equipe poderá adiar ou antecipar jogos da tabela do campeonato ou torneio sem autorização prévia da FGT. Caso haja alteração sem o devido consentimen- to da FGT as equipes faltosas serão responsabilizadas. Pena – Perda dos pontos em questão ou multa de (01) um salário mínimo vigente para cada uma das equipes envolvidas. Art. 10º - As partidas do campeonato goiano a serem realizadas nas cidades acima de
  • 4. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página4 300 km de distância uma da outra, poderão ser realizadas em local neutro de menor distância para ambas, marcada pela FGT. Ressalvando os interesses dos presidentes ou representantes das equipes envolvidas. Se a partida foi realizada sem o consentimento da FGT é considerado ato de indisciplina. Pena – A partida será invalidada automaticamente, e será marcada outra pela FGT. Art. 11º - O principal objetivo do jogo de truco é fazer amizade, ser competitivo sem agredir o companheiro, portanto, recomendam-se a todos os jogadores filiados a FGT, comportamento exemplar a se tornarem dignos de respeito e amizade. Exige-se ainda dos jogadores o máximo de lealdade em prol da sua equipe, jamais contribuir de qualquer forma para a desordem. Art. 12º - Ter conhecimento das regras e proibições constantes neste regulamento, é um dos fatores fundamentais ao bom jogador de truco, o que o faz jogar com mais seguran- ça, conhecimento, tranqüilidade e competência.
  • 5. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página5 CAPÍTULO II DAS DISPUTAS Art. 13º - Cada partida de truco consistirá em (42) quarenta e duas quedas, distribuídas em (07) sete mesas, com (06) seis quedas em cada mesa. A equipe que completar (22) vinte e duas quedas terá vencido a partida. Será considerada empatada a partida que terminar com placar de 21 x 21. Parágrafo 1º - É facultado à equipe visitante sentar-se com (06) seis mesas, porém, só poderá colocar para jogar mais 01 (um) além dos 12 (doze) jogadores escalados inicialmente. Depois de iniciada a partida, não poderá ser preenchida a sétima mesa. Neste caso, serão disputadas (07) sete quedas em cada mesa. Esse procedimento não se confere à equipe visitada que assim proceda. Parágrafo 2º - Nas partidas válidas pelas semifinais e finais de torneio ou de campeonato a equipe visitante poderá sentar-se com 06 (seis) mesas, porém a equipe que utilizar desse direito iniciará a partida perdendo 07 (sete) quedas na mesa 07 (sete). Depois de iniciada a partida não mais poderá completar a 7º (sétima) mesa, podendo somente utilizar mais 01 (um) jogador além dos 12 (doze) escalados inicialmente. Parágrafo 3º - Nas partidas válidas pelas semifinais e finais de torneio ou de campeonato as 02 (duas) equipes poderão sentar-se com 06 (seis) mesas, e serão jogadas 07 (sete) quedas em cada mesa. Neste caso só podem jogar se as duas equipes envolvidas não tiverem número suficiente de jogadores para sentar. Será permitido para as 02 (duas) equipes completarem as 7ª (sétima) mesa, porém, somente quando as 02 (duas) equipes completarem os números suficientes de jogadores, e já tiverem jogado no máximo uma queda em cada mesa. Parágrafo 4º - Nas partidas em que 01 (uma) das equipes jogou toda a partida com 06 (seis) mesas, e houver disputa de 07 (sete) mesas a equipe que jogou com 06 (seis) mesas iniciará a disputa de 07 (sete) mesas perdendo 01 (um) queda na mesa 07 (sete). Parágrafo 5º - Nas partidas em que as 02 (duas) equipes jogaram toda a partida com 06 (seis) mesas, e houver disputa de 07 (sete) mesas, essa disputa passará a ser realizada em apenas 05 (cinco) mesas, as equipes poderão utilizar somente os jogadores que jogaram na partida normal.
  • 6. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página6 Art. 14º - Os materiais de jogo, tais como: fichas, tentos, quadro de marcador, mesas, cadeiras, forros, etc., deverão ser fornecidos pela equipe que detenha o mando de jogo. Os baralhos para as disputas deverão estar em perfeitas condições de jogo, sendo plastificados e de boa qualidade. Deverão ser fornecidos tentos diferentes para cada equipe. Parágrafo 1º - A equipe visitada colocará o baralho nas mesas de 01 (um) a 04 (quatro), sendo dois ”pés” e duas “pontas”, e a equipe visitante colocará baralho nas mesas 05, 06 e 07, sendo dois “pés” e uma “ponta”. Se a equipe visitante optar por jogar com 06 (seis) mesas, a mesma colocará baralho apenas nas mesas 05, 06, sendo um “pé” e uma “ponta”. Parágrafo 2º - A distribuição dos baralhos nas mesas deverá obedecer ao seguinte critério: nas mesas ímpares “pés” e nas mesas pares “pontas”. Parágrafo 3º - Qualquer dos jogadores da mesa poderá pedir durante a realização da queda a substituição do baralho, desde que demonstre estar ele com duas ou mais cartas visivelmente marcadas. Na substituição observar-se-á o critério de “ponta” por “ponta” e “pé” por “pé”. Sendo apenas uma carta marcada substituir-se-á por um curinga. Parágrafo 4º - Em caso de suspensão de jogador(s) durante a partida, e não havendo número suficiente para substituir o(s) mesmo(s), aguardar-se-á o término da primeira queda em outra mesa para fazer a substituição e dar prosseguimento à queda onde houve a suspensão e assim por diante, obedecendo ao mesmo critério do início da queda. Art. 15º - Em caso de acontecimento imprevisível, problemas na locomoção ou viagens de equipes, que tenha natureza de casos fortuitos ou força maior, os fatos deverão ser relatados e justificados em súmulas e encaminhado a FGT, que após analisadas as circunstâncias, poderá marcar a realização de outra partida, homologar os pontos à equipe de direito ou inclusão na condição de WO. Art. 16º - Caso haja paralisação de uma partida por motivo de doença grave, morte ou outro motivo inteiramente justificado. A FGT marcará outra partida na mesma sede e o mando de jogo continuará o mesmo. O placar deverá ser mantido obedecendo ao critério de quedas, jogos e tentos de cada mesa, previamente relatado em súmula pela equipe mandante. Parágrafo 1º - Em qualquer caso de paralisação da partida, se já foi jogado 18 ou mais quedas do total das 22 (vinte e duas) necessárias para a vitória, o resultado do momento será mantido e a partida encerrada.
  • 7. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página7 Parágrafo 2º - Se a paralisação ocorrer por fatores imprevisíveis, intempérie do tempo, falta de energia, tempestades, etc., o fiscal deverá relatar na súmula o placar do momento (quedas, nome das duplas e mesas, jogos feitos e tentos ganhos) e marcar o tempo de 01 (uma) hora para reiniciar a partida. Ultrapassado este tempo o fiscal deverá lançar em súmula e encaminhar a FGT para as devidas providências. Parágrafo 3º - Se confirmado que uma equipe agiu desonestamente, forjando uma situação, como por exemplo, contribuir propositalmente para a queda de energia dentro da sede, para interromper uma partida. Pena – A equipe será sumariamente eliminada da competição. Art. 17º - Partidas encerradas ou paralisadas, em que as equipes jogaram com seis mesas, será marcada uma nova partida, esta deverá ser também com seis meses e com os mesmos jogadores. Art. 18º - A equipe visitante sentará primeira em todas as mesas, a equipe visitada preencherá as respectivas mesas com suas duplas, obedecendo ao horário estabelecido no art. 6º deste regulamento. Art. 19º - A equipe mandante do jogo é a responsável pela súmula do jogo e de encaminhá-la à FGT, mencionando de maneira legível o nome dos jogadores que participaram da partida e assinada pelos dois presidentes ou representantes das equipes. Caso ocorrer fatos de indisciplina ou que mereça destaque lançar no verso da súmula. Art. 20º - Toda a equipe filiada é obrigada a participar das competições promovidas pela FGT, para as quais tenha se classificado, disputando até o seu final. Pena – Suspensão da equipe de 06 (seis) a 12 (doze) meses, ou multa de 50% do salário mínimo vigente. Art.21º - O jogador que participar de qualquer partida do campeonato goiano em uma equipe ficará vinculado à mesma até o término do campeonato, portanto, fica proibida sua transferência para outra equipe. Neste caso a pena será aplicada conforme o artigo 68 desse regulamento. Art. 22º - Todo jogador deverá, se for solicitado a qualquer momento na mesa, apresentar a carteira de identificação expedida pela FGT. Pena – Perda da queda em disputa e de outras quedas que por ventura tenha ganhado durante a partida. Art. 23º - Fica autorizado a participar como jogador no campeonato goiano, quem jogar
  • 8. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página8 simultaneamente ou ao mesmo tempo em campeonato(s) promovido por outra (s) fede- ração(ões) e liga(s) durante o campeonato em curso. Porém o(s) mesmo(s) jogador(s) deverá (ão) participar efetivamente no mínimo de 02 (duas) partidas na primeira fase (classificatória), ou seja, participar sendo escaldo e jogando no mínimo 01 (uma) queda em cada partida, para que possa consolidar o seu vínculo com a equipe e poder participar das demais fases seguintes. Sendo assim a equipe que não cumprir este procedimento ficará inapta/impedida de participar nas próximas fases. Pena – Desclassificação automática da equipe infratora. Art. 24º - Na mesa o tempo de intervalo entre uma e outra queda será no máximo de 10 (dez) minutos. O fiscal avisará aos técnicos das equipes quando faltarem dois minutos para vencer o tempo. A equipe que venceu na mesa deverá sentar primeira, e caso não o faça no prazo perderá a queda em disputa. A dupla da equipe perdedora terá também os mesmo prazos e estarão sujeito também as mesmas penas. Parágrafo 1º - A dupla perdedora do primeiro jogo, caso queira poderá trocar de lugar. Parágrafo 2º – A dupla ganhadora do segundo jogo não poderá trocar de lugar, caso venha trocar de lugar por engano deverá ser alertada pelo fiscal ou pelos os adversários a desfazer a troca. Caso não acate tal solicitação, após virar a chave na primeira mão, caracteriza-se ato de indisciplina. Pena – Perda do jogo em disputa. Parágrafo 3º - Se a dupla trocar de lugar sem ter o direito como prevê o parágrafo anterior, se não foi alertada pelo fiscal ou os adversários, após virar a chave na primeira mão, a queda continuará normalmente nas mesmas posições que estiverem sentadas. Art. 25º – Durante uma partida, a partir da segunda queda na mesa, irá começar como “pé” do baralho a dupla que venceu a queda anterior na respectiva mesa ou outra dupla da mesma equipe. Qualquer dos parceiros poderá começar como do “pé” do baralho. Art. 26º - A equipe mandante nomeará um dos seus integrantes para ser o marcador do quadro. O mesmo poderá pagar os “jogos”, fazer marcações no quadro, na súmula, mas não terá função fiscalizadora e nem lhe será permitido “sapear” o jogo. O marcador poderá ser substituído a qualquer momento, e este tem que ser filiado a FGT. Art. 27º - É plenamente proibido menor de 14 anos participar do jogo de truco promovi- do pela FGT. Pena – A equipe perderá os pontos da partida em questão. Art. 28º - A FGT poderá a seu critério indicar fiscal para determinadas partidas que julgar conveniente. É caráter obrigatório a indicação do fiscal para as partidas decisivas de final de campeonato, com despesas pagas pela Entidade.
  • 9. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página9 Parágrafo 1º - Qualquer equipe poderá solicitar junto a FGT que indique fiscal para determinada partida. Neste caso a equipe que solicitar o fiscal arcará com as despesas. Parágrafo 2º - O fiscal uma vez escalado pela FGT, não poderá ser VETADO pelas equipes envolvidas. Pena – A equipe perderá os pontos da partida. Parágrafo 3º - O valor da cota pecuniária para fiscal de partida escalada pela FGT obedecerá ao seguinte critério: 1 – Cidade até 60 km de distância da residência do fiscal, 1/5 do salário mínimo vigente. 2 – Cidades acima de 60 km de distância da residência do fiscal 2/5 do salário mínimo vigente. 3 – Cidades acima de 200 km de distância da residência do fiscal 1/2 do salário mínimo vigente. Art. 29º - Em partidas onde não houver fiscal da FGT a decisão do fiscal da partida será INCONTESTÁVEL, só podendo ser contestada por escrito à FGT. Em Caso de ser contestada e não acatada a sua decisão, o mesmo deverá relatar em súmula, colher assinaturas de 02 (duas) testemunhas (filiadas a FGT, podendo ser jogador de sua própria equipe, da equipe adversária ou de qualquer outra equipe) e encaminhar á FGT. Neste caso a partida não poderá ser paralisada. Em partida onde houver fiscal da FGT o mesmo deverá relatar em súmula (não havendo necessidade de testemunhas), e poderá a seu critério paralisar a partida dando ganho de pontos a quem de direito. Nestes 02 (dois) casos acima caberão as seguintes penalidades: Pena – A equipe perderá os pontos da partida. – Multa de 2/5 do salário mínimo vigente, a ser quitada antes da partida posterior, o não cumprimento implicará na suspensão da equipe do campeonato em disputa. Parágrafo 1º – O fiscal que deixar de decidir qualquer questão surgida na partida, perderá se for da FGT a renumeração, e se for o presidente da equipe visitada, perderá a função de fiscal para o presidente da equipe visitante nas partidas em que sua equipe for visitada até o término da competição. Parágrafo 2º – Quando houver casos de indisciplina ou quaisquer irregularidades que caibam algum tipo de penalidades, os 02 (dois) presidentes ou representantes das 02 (duas) equipes deverão relatar em súmula e enviar a FGT dentro do prazo estabelecido de 48 (quarenta e oito) horas a partir do horário do término da partida. O não cumpri- mento caracteriza-se omissão. Pena – Suspensão ao infrator omisso do direito de ser fiscal no período de 01 (um) a 06 (seis) meses.
  • 10. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página10 Art. 30º - A fiscalização da partida, caso não haja fiscal da FGT, será exercida pelo presidente da equipe que tiver o mando de jogo e este não ficará impedido de jogar. Art. 31º - Nas partidas em que houver fiscal da FGT o mesmo poderá ter como auxiliar, um marcador de quadro, porém este não poderá “sapear” quedas nas mesas, só o fiscal tem autonomia de decisão. Art. 32º - Quando o presidente da FGT estiver no local de uma partida, os representes das equipes em disputas deverão anunciar a presença do mesmo facultando-lhe a palavra. Art. 33º - O jogador quando estiver suspenso, não intervirá em nenhuma partida nas rodadas em que seu time participar, como: ser fiscal, escalador, marcador de quadro, etc. Depois de alertado pelo fiscal e resistir à ordem, estará cometendo ato de indisciplina. Pena – A equipe perderá os pontos da partida. Art. 34° - Qualquer jogador que estiver dentro do recinto de jogo, estando jogando ou não, fica proibido de contar as cartas do adversário que estão sentados na mesa ao lado, se comprovado será penalizado. Entretanto, qualquer um que estiver fora do alambrado, na torcida, poderá contar carta do adversário, sem subir em cima do alambrado. Pena – Suspensão de 03 (três) a 06 (seis) partidas consecutivas. Parágrafo 1º – Dentro do recinto de jogo é permitida somente a presença dos jogadores escalados, fiscal e marcador de quadro. Quem infringir esta regra e não respeitar o pedido do fiscal para retirar-se do local será lançado em súmula. Pena – Suspensão de 01 (um) a 03 (três) partidas consecutivas. Parágrafo 2º – A presença do presidente da equipe visitante ficará permitida quando solicitada pelo o fiscal da partida para resolver quaisquer questões necessárias.
  • 11. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página11 CAPÍTULO III DAS REGRAS DO JOGO Art. 35º - O sistema de jogo a ser aplicado nas competições da Federação Goiana de Truco FGT, será o “ponto a cima”. Devendo o “pé” do baralho após distribuir as cartas, virar a chave colocando o baralho sobre parte dela, à sua direita, de sorte que a chave fique bem visível. Art. 36º - Para o jogo de truco, o baralho será dividido em “pé” e “ponta”. O “pé” compõe-se de damas, valetes, reis, az, 2, 3 e 4 num total de 28 cartas. A “ponta” compõe- se de 5 a 10 num total de 24 cartas. Art. 37º - Antes de iniciar uma queda, as duplas deverão conferir o baralho, para verificar se está em condições de jogo. Se por acaso deixar de conferir o baralho e aparecerem durante a disputa da queda cartas diferentes, cartas iguais ou faltando cartas, será anulada a mão e o baralho corrigido. Art. 38º - A dupla escalada, uma vez sentada não poderá mudar de mesa e nem sofrer qualquer alteração. Se apenas um dos jogadores da dupla sentar, não mais poderá levantar-se para mudar de mesa. Caso inicie a queda (virar a chave na primeira mão a ser jogada) com jogador ou dupla alterada ou substituída, a equipe a qual pertence o jogador ou a dupla estará cometendo infração. Pena – Perda da queda em disputa. Parágrafo único - A equipe interessada, deverá denunciar o fato até o final da queda, sob pena de perder o direito de fazê-lo. Art. 39º - Só é permitido o embaralhamento com as faces das cartas viradas contra a mesa. Ao distribuí-las, se uma cair ou sair com a face para cima, o “pé” deverá baralhar novamente. Parágrafo 1º – O baralho será traçado com as faces das cartas viradas contra a mesa. Se o “pé” virar deliberadamente carta(s) ao embaralhar. Pena – Perderá o direito de ser “pé” passando o baralho para frente. Parágrafo 2º - Se ao distribuir as cartas uma ou mais virar-se, ou se foi constatado que uma delas esteja virada no baralho, o “pé” deverá baralhar novamente reiniciando a rodada. Porém, se o mesmo fato for constatado após a chave estiver virada a jogada prosseguirá normalmente. Art. 40º - As cartas deverão ser RETIRADAS e distribuídas de 03 (três) a 03 (três) aos
  • 12. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página12 jogadores no sentido anti-horário, e o baralho correrá no mesmo sentido. Caso o pé não obedeça a este critério na íntegra, o adversário chamará o fiscal da partida e o mesmo advertirá o infrator. Caso o fiscal seja chamado pela 2ª vez e pelo mesmo motivo, o nome do infrator deverá ser lançado em súmula para julgamento posterior. Pena – Perda de 01 (um) tento e passará o baralho para frente. – Suspensão de 01 (uma) a 03 (três) partidas consecutivas Art. 41º - As cartas deverão ser jogadas uma de cada vez. Jogar duas ou mais cartas na mesa, ao mesmo tempo, é proibido. Pena – Perda dos tentos em disputa, mesmo que tenha jogo absoluto. Art. 42º - O contrapé ao cortar o baralho, poderá traçá-lo até três vezes e depois praticar o corte seco, indicando ao “pé” onde quer que as cartas sejam retiradas e distribuídas. Se traçar mais de 03 (três) vezes será punido. Pena – Perda de um tento e o baralho passará para frente. Parágrafo 1º - Para melhor entendimento, a indicação do contrapé de onde as cartas deverão ser retiradas deverá ser de forma verbal e clara, exemplo: desce ou sobe, pode descer ou pode subir. Parágrafo 2º - Caso o contrapé não indique de onde deverão ser retiradas as cartas, o pé do baralho poderá subir ou descer conforme queira, sendo que após colocar na mesa as cartas do jogador na posição de mão (à sua frente), o contrapé perderá o direito de indicar. Parágrafo 3º - O “pé” poderá censurar o corte somente por uma vez. Não poderá censurar se o contrapé não colocar a mão e nem encostar nenhuma das partes do seu corpo no baralho. Pena – Perda de um tento e o baralho passará para frente. Parágrafo 4º - Caso o “pé” venha censurar o corte por mais de 01 (uma) vez. Pena – Perda de um tento e o baralho passará para frente. Parágrafo 5º - Para censurar o corte o “pé” poderá trançar o baralho somente até três vezes. Pena - Perda de um tento e o baralho passará para frente. Parágrafo 6º - Censurado o corte, o contrapé poderá utilizar ao seu critério uma ou as duas mãos, porém, deverá praticar o corte “seco” (sem trançar o baralho). Pena - Perda de um tento se não cortar "seco" e o baralho passará para frente. Art. 43º - Somente o “mão” poderá ordenar a queima das cartas, antes que estas sejam colocadas na mesa. Depois de colocadas na mesa perderá o direito de fazê-la.
  • 13. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página13 Parágrafo 1º - Se o “mão” ordenar a queima de até 07 (sete) cartas o pé deverá obedecê- lo, caso não o faça. Pena – Perda de 01 (um) tento e passará o baralho para frente. Parágrafo 2º - Se o “mão” ordenar a queima de mais de 07 (sete) cartas, o pé deverá queimar apenas 07 (sete), caso queimar mais ou menos de 07 (sete). Pena – Perde 01 (um) tento e passará o baralho para frente. Art. 44º - Se o jogador distribuir as cartas sem ter chegado a sua vez, os adversários serão obrigados a jogar novamente se a chave já estiver sido virada. Se descobrir o fato antes de virar a chave o baralho será entregue ao “pé” correto. Art. 45º - As cartas deverão ser jogadas numa fluência normal. Caso o jogador demore, o adversário pedirá o fiscal que marque o tempo para decidir a jogada. Será de 30 segundos o tempo para jogar. Em mãos trucadas, em mãos de 11 ou de 11 a 11, jogador terá 01 minuto para decidir. Caso esgote o tempo pré-estabelecido o fiscal deverá retirar a chave passando o baralho para frente. Pena – Perda dos tentos em disputas. Art. 46º - Se o “pé” der quatro ou mais cartas ao jogador adversário e virar a chave, este deverá, depois de denunciar o fato, escolher a(s) carta(s) excedente(s), exibi-la(s) e recolhê-la(s) ao baralho, antes de participar da jogada. Descartando ou trucando, qualquer um dos jogadores, em qualquer situação, com excesso de carta, perderá três tentos. Jogando as cartas excedentes à mesa virada com o naipe para cima estará descartando. Parágrafo único – Se o “pé” der quatro ou mais cartas a si próprio ou ao seu parceiro, será: 1 – Não virando a chave, perderá a vez de ser “pé” e passa o baralho para frente. 2 – Se virar a chave, pagará um tento e passa o baralho para frente. 3 – Com a chave virada, descartando ou trucando, perderá três tentos. Art. 47º - Caso o “pé” distribua as cartas das seguintes maneiras: 1 – Se der menos de 03 (três) cartas ao jogador adversário, perderá o tento e baralho passara para frente. 2 – Se der menos de 03 (três) cartas a si próprio ou ao seu parceiro, aquele que tiver recebido menos de três cartas, passará a primeira ou as primeiras mãos, conforme o caso, sem jogar. 3 – Caso não dê cartas a si próprio ou ao seu parceiro, jogará somente o parceiro que tiver recebido as cartas.
  • 14. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página14 Art. 48º - Se ao bater na mesa, o jogador fizer com que o baralho vire na mesa ou venha cair no solo, à rodada prosseguirá normalmente se não houver dúvida quanto à identificação da carta “chave”. Caso ocorra dúvida quanto a identificação da chave o fiscal deverá ser chamado para decidir a questão. Art. 49º - Caberá ao “pé” recolher ao baralho as cartas da mão jogada, nenhum outro jogador poderá dali retirá-las quando houver dúvida na mão jogada, para conferir ou verificar as cartas que foram jogadas. Somente o fiscal da partida, a pedido de qualquer jogador poderá fazê-lo. Pena – Perda dos tentos em disputa. Art. 50º - Só valerá como jogada, a carta solta e virada na mesa, valendo na mão respectiva. Caso os parceiros façam a primeira ou a segunda mão, com cartas de igual valor, deverá tornar aquele que jogou a primeira das cartas de igual valor. Art. 51º - Quando se empatam a primeira, segunda e a terceira mão, sem trucar, ninguém perderá o tento. Entretanto, estando a primeira empatada, quem trucar deverá matar a carta que estiver na mesa ou a que estiver em poder do adversário à sua frente. Neste caso, quem trucou é obrigado a matar a carta do adversário, não quem chamou a trucada. Caso haja repique (seis), a obrigação de matar, da mesma forma caberá ao repicador. Caso haja novo repique (nove) a obrigação de matar a carta passará para o segundo repicador, e assim sucessivamente. Parágrafo 1º - Pode-se trucar para empatar na primeira mão, mas quem trucou deverá ter na mão seguinte carta de maior valor que a de seu adversário. Parágrafo 2º - Quando uma jogada chegar no “pé” e a primeira for do seu parceiro, o “pé” deverá descartar, se o descarte for carta de maior valor, este deverá tornar na jogada. Parágrafo 3º - Em mão trucada quando o adversário jogar a carta na mesa sem ter chegado a sua vez, não significa que está mandando a trucada, só se caracterizará como mandada quando pronunciar-se verbalmente. Art. 52º - É proibido descartar encoberto. O jogador poderá trucar para descartar quando a carta de seu parceiro já estiver feito a mão respectiva. Em tal caso, se o adversário pedir que ele descarte, na primeira mão significa que está mandando o truco. Pena – Perda dos tentos em disputa. Parágrafo único – No caso do jogador no “pé” trucar no ZAPE do adversário, na primeira mão e se o adversário pedir para descartar estará mandando o truco. Art. 53º - A dupla que mandar mão de onze e houver empate na primeira rodada, terá a
  • 15. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página15 obrigação de apresentar a carta de maior valor na segunda ou na terceira rodada. Pena – Perda de 03 (três) tentos. Art. 54º - É proibido trucar em mão de onze, ou onze a onze. Pena – Perda de 03 (três) tentos. Art. 55º - Se qualquer jogador adversário mandar tornar, nenhum dos 02 (dois) dos (adversários) poderão matar a carta jogada, mesmo que tenham carta de valor maior. Art. 56º - Os parceiros são solidários, de sorte que cada um é responsável pelos próprios atos e pelos atos de seu parceiro, com exceção dos atos disciplinares que são individuais. Art. 57º - A dupla que APRESENTAR aos adversários o jogo absoluto, não precisará descartar e ganharão(s) tento(s) respectivo(s) da rodada. Jogo absoluto é aquele que ganha o resto do baralho. Art. 58º - Ao completar onze tentos a dupla deverá descer os mesmos, ou seja, devolvê- los à dupla adversária. Caso não o faça até a virada da “chave” da rodada seguinte, terá que fazer onze novamente. Art. 59º - Terminado o jogo, a dupla que ainda não tiver devolvido os tentos, deverá fazê-lo espontaneamente ou assim que for solicitada a devolução pelo adversário. Da mesma forma, após cada rodada, a dupla perdedora deverá pagar o(s) tento(s) perdido(s), espontaneamente, ou assim que lhe for solicitado. Art. 60º - Se na jogada(s) anterior(s), o perdedor de uma jogada, por engano ou esquecimento não pagar os tentos na íntegra ao adversário, fato comprovado, mesmo já virada a “chave” da mão(s) seguinte(s), terá que pagar os tentos anteriores que não foram pagos. Art. 61º - Nenhum jogador poderá virar a(s) carta(s) do adversário. Pena – Perda dos tentos em disputa. Art. 62º - As equipes que após serem inscritas voluntariamente e abandonarem sem motivo justificável as competições realizadas pela FGT (campeonatos, copas e torneios). Pena - Suspensão da equipe de 06 (seis) meses a 01 (um) ano, ou Multa de 50% salário mínimo vigente. Art. 63º - Não é permitida a substituição de jogador durante uma queda, salvo por motivo de força maior, imperiosa, caso de indisciplina a critério do fiscal. Pena – Perda da queda em disputa. Art. 64º - É permitido o uso de sinais falado, mímicos e nas mãos. Entretanto, não é
  • 16. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página16 permitido que os parceiros mostrem ou olhem as cartas um do outro durante uma rodada em disputa. Pena – Perda dos tentos em disputa. Art. 65º – A equipe que ganhar uma partida por W x O, o placar para efeito de saldo de quedas será 7x0, porém, essas quedas não serão computadas a nenhum jogador para efeito de artilharia. Art. 66º - Não é permitido por qualquer motivo que os parceiros se levantem. Apenas um jogador de cada dupla, em caso de estrema necessidade, com prévia autorização do fiscal da partida, poderá se ausentar-se por prazo determinado. Pena – Perda da queda em disputa. Art. 67º - Os “jogos” e as quedas serão marcadas no quadro específico e registradas nas súmulas. Ao término da disputa o fiscal registrará o escore da partida. Art. 68º - O jogador que tiver dupla inscrição ou jogar para duas ou mais equipes na mesma competição e for descoberto ou denunciado, se comprovado que a equipe tinha conhecimento do fato perderá os pontos da partida e o jogador punido. Pena – O jogador infrator será suspenso da competição. – A equipe onde o jogador jogou primeiro consolidando o seu vínculo ficará isenta de penalidades. – A equipe onde o jogador cometeu a infração, se comprovado o não conhecimento do ato infracional do jogador, a mesma ficará isenta de penalidades. – A equipe onde o jogador cometeu a infração, se comprovado o conhecimento do ato infracional do jogador, a mesma será penalizada com a perda dos pontos da(s) partida(s) em que o jogador infrator participou e perda de 02 (dois) mandos de jogos consecutivos. .
  • 17. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página17 CAPÍTULO IV DAS NORMAS DISCIPLINARES Art. 69º - A vibração e o entusiasmo dos jogadores são naturais e aceitáveis, porém, é proibido vibrar e gritar em voz alta, levando o dedo em riste ou a mão muito próxima ao rosto do adversário, tocar no corpo do adversário ou do companheiro em clima de hostilidade. São atitudes desrespeitosas e provocativas. O fiscal deverá adverti-lo, caso tornar a infringir deverá ser lançado em súmula. Pena – Suspenção de 01 (uma) a 06 (seis) partidas consecutivas. Art. 70º - O jogador numa comemoração, não poderá sair batendo em outras mesas, devendo limitar-se apenas à sua mesa e nem bater ou jogar cadeira ou tamborete ao solo. Pena - Suspensão de 01 (uma) a 03 (três) partidas consecutivas. Art.71º - O jogador que quebrar, marcar grosseiramente o baralho e propositadamente jogá-lo ao solo por vontade própria é considerado ato de indisciplina. Pena - Suspensão de 05 (cinco) a 10 (dez) partidas consecutivas, e ressarcimento de 01 (uma) caixa de baralho zera quem de direito, quando o mesmo (baralho) for danificado. Art. 72º - O jogador que for citado em súmula por ato de indisciplina, ficará suspenso uma partida automaticamente até a decisão final do julgamento do Conselho de Discipli- na. Art. 73º - O jogador de outro time que estiver presente em qualquer sede, para assistir uma partida, se cometer qualquer ato de indisciplina ou irregularidades, estará sujeito às penalidades previstas neste regulamento. Art. 74º - Se o fiscal da partida ao perceber que o jogador está fazendo “cera” ou retardando o andamento do jogo, não obedecendo ao tempo estabelecido para chamar uma trucada, baralhar, cortar, etc., será considerado o anti-jogo. Caso o fiscal for solicita- do na mesa por duas vezes ou mais, para marcar o tempo de espera, fica caracterizado o anti-jogo. Pena – Perda do jogo em disputa. Art. 75º - O fiscal poderá em caso de indisciplina na mesa, suspender 01 (um) ou quantos jogadores achar necessário, levantá-los e solicitar a substituição dos mesmos, isto em se tratando de agressões verbais. Nesse caso o(s) jogador(es) não poderá(ão) ser escalados novamente nessa mesma partida, e a queda reiniciará na mesma situação (tentos e jogos) em que foi paralisado e será lançado em súmula. A substituição do(s) jogador(es) obedecerá o critério do artigo 14 parágrafo 4º desse regulamento. Pena – Suspensão de 01 (um) a 05 (cinco) partidas consecutivas.
  • 18. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página18 Art. 76º - Das infrações contra a entidade FGT e todos os seus Membros, tais como: Presidente, Vice-Presidente, Diretores, Conselheiros, membros do Tribunal e fiscais nomeados. Paragrafo 1º - Desacatar ou dirigir-se verbalmente de forma desrespeitosa e com tentativa de agressão ou agressão física. Pena – Agressão verbal: Suspensão de 03 (três) a 06 (seis) meses. – Agressão física : Suspensão de 08 (oito) meses a 12 (doze) meses. Paragrafo 2º - Manifestar-se desrespeitosamente com calúnia, difamações e injúrias, acusações e etc., em redes sociais, tais como: imprensa, rádio, televisão, jornal, watsap, facebook, instagram e etc., contra membros da FGT. Pena – Suspensão de 12 (doze) a 18 (dezoito) meses. Art. 77º - Fica proibido a quaisquer jogadores em quaisquer posições na mesa cometer as seguintes infrações, tais como: Marcar cartas à unha ou quaisquer elementos pontiagudos, olhar as próprias cartas antes de virar a chave, vispar o fundo do baralho antes ou depois de virar a chave, emborcar as cartas (cumbucar), fazer montinhos, vispar cartas ao distribuí-las com pé da jogada, vispar as cartas como contrapé da jogada, levantar as cartas ao distribuí-las com o íntuito de mostra-las ao seu parceiro, levantar o baralho ao cortá-lo mostrando ao seu parceiro, levantar o fundo do baralho após virar a chave mostrando ao seu parceiro e etc. Depois de constado o fato o fiscal será chamado, advertirá o infrator e substituirá o baralho caso seja necessário. Caso seja chamado pela segunda vez para advertir o mesmo infrator pelo mesmo motivo ou por qualquer uma das infrações supracitadas, o seu nome deverá ser anotado na súmula. Pena – Perda da queda em disputa. – Suspensão de 01 (uma) a 05 (cinco) partidas consecutivas. – O infrator ficará impedido de continuar jogando na partida. – O jogador suspenso será substituído automaticamente, obedecendo ao critério do artigo 14, paragrafo 4º. Paragrafo único - Fica proibido a quaisquer jogadores em quaisquer posições na mesa cometer as seguintes infrações, tais como: Reter consigo carta(s) indevida(s) que não seja sua de direito, esconder carta(s) em quaisquer lugares do corpo, roupa, mesa e etc., trocar carta(s) com o seu parceiro, trocar deliberadamente a chave do baralho com o íntuito de mudar o valor de suas cartas. Se constatado o fato, caberá as seguintes penas: Pena – Perda da queda em disputa. – Suspensão de 02 a 06 (seis) partidas consecutivas. – O infrator ficará impedido de continuar jogando na partida. – O jogador suspenso será substituído automaticamente, obedecendo ao critério do artigo 14, paragrafo 4º. Art. 78º - A “pescadinha” é proibida. Consiste num jogador pegar a(s) carta(s) e mostrá- la(s) ao adversário, simular que vai jogá-la(s) no resto do baralho ou na mesa, mas
  • 19. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página19 repentinamente volta com as mesmas para junto de si, ou seja, usa de má fé para induzir o adversário a cometer erro para tirar proveito na jogada. Pena – Perda dos tentos em disputas e suspensão de 03 (três) a 06 (seis) partidas consecu- tivas. Parágrafo 1º- É facultado ao jogador caso queira, em qualquer momento da disputa, mostrar uma ou mais cartas ao adversário sem jogá-la ou sem simular que vai jogá-la na mesa, isso não se caracteriza pescadinha e o mesmo não é obrigado jogar a carta(s) mostrada naquela mão. Parágrafo 2º – O jogador não poderá jogar carta(s) encoberta(s) no centro da mesa, no intuito de induzir o adversário a cometer erro. Pena – Perda dos tentos em disputa e suspensão de 01 (uma) a 03 (três) partidas consecu- tivas. Art. 79º - O presidente ou representante da equipe não poderá “levantar” sua equipe (abandonar o jogo), em qualquer competição da FGT, somente em casos de briga generalizada, morte de qualquer participante do jogo justificará a paralisação da partida. Pena – Perda dos pontos da partida. Art. 80º - Se Durante uma partida ocorrer briga generalizada (agressões físicas) caberá ao fiscal suspender ou não a partida, relatando em súmula e encaminhar à FGT para devidas providências. Considera-se briga generalizada aquela que envolver 06 (seis) ou mais jogadores participantes da partida, podendo ser de quaisquer umas das equipes envolvidas na partida. Pena – Suspensão de 06 (seis) a 12 (doze) meses para os jogadores envolvidos e eliminação da(s) equipe(s) do campeonato. Art. 81º - Em caso de clima hostil, perigo eminente à integridade física, falta de segurança aos jogadores, a equipe visitante só poderá levantar-se depois que o presidente da equipe mandante não der garantia de segurança, pois é de sua inteira responsabilidade a segurança da partida. Art. 82º - Caso haja invasão de torcedores, tanto da equipe mandante como da visitante no recinto de jogo, será de inteira responsabilidade da equipe que pertencerem os invasores. Pena – Invasão seguida de agressão física multa de 01 (um) salário mínimo vigente. – Invasão seguida de agressão verbal multa de 50% do salário mínimo vigente. Art. 83º - É proibido ao jogador: 1 – Fazer qualquer tipo de aposta durante a partida, após constatação pelo fiscal. Pena – Suspensão de 01 (uma) a 05 (cinco) partidas consecutivas.
  • 20. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página20 2 – Portar o jogador, dentro do recinto de jogo qualquer tipo de arma. Pena – Suspensão de 06 (seis) meses a 01 (um) ano. 3 – Estar presente na mesa jogando uma queda visivelmente embriagado, causando discórdia. Pena – Suspensão de (03) (três) meses a 01 (um) ano. (A mesma pena aplicada ao jogador será também aplicada ao escalador que o escalou). 4 – Entrar com bebidas alcoólicas, bem como o seu consumo, no recinto de jogo (dentro do alambrado). Se comprovado o fato o jogador insistir em dar continuidade à infração o seu nome deverá ser lançado em súmula. Pena – Suspensão de 01 (uma) a 06 (seis) partidas consecutivas. 5 – Dirigir-se a outro jogador com termos ofensivos à dignidade da pessoa humana, ameaçar ou agredir fisicamente, antes, durante e após a partida. Pena – Agressão verbal: Suspensão de 01 (mês) a 06 (seis) meses. – Agressão física : Suspensão de 06 (seis) meses a 12 (doze) meses. – O infrator ficará impedido de continuar jogando na partida em questão. Nesse caso, reportar-se-á ao artigo 14 parágrafo 4º 6 – Dirigir-se ao fiscal da partida com termos ofensivos à dignidade da pessoa humana, ameaçar ou agredir fisicamente, antes, durante e após a partida. Pena – Agressão verbal: Suspensão de 02 (dois) a 06 (seis) meses. – Agressão física : Suspensão de 06 (seis) meses a 12 (doze) meses. – O infrator ficará impedido de continuar jogando na partida em questão. 7 – Subir na mesa, cadeira e tamborete a fim de comemorar uma jogada, jogo ou queda, isto só caracteriza-se quando estiver com todo o corpo em cima dos móveis. Pena – Suspensão de 01(uma) partida. 8 – Ausentar-se do salão de jogo (ultrapassar a linha do alambrado) sem a prévia autorização do fiscal, por qualquer motivo. Pena – Perda da queda em disputa. 9 – Deter-se a examinar as costas ou as bordas do baralho, quando estiver distribuindo as cartas como pé da rodada, após duas reclamações o seu nome deverá ser lançado em súmula. Pena – Perda do jogo em disputa. – Suspensão de 01 (uma) a 05 (cinco) partidas consecutivas. 10 – Deter-se a examinar as costas ou as bordas do baralho, quando estiver praticando o corte do mesmo, após duas reclamações o seu nome deverá ser lançado em súmula. Pena – Perda do jogo em disputa. – Suspensão de 01 (uma) a 05 (cinco) partidas consecutivas.
  • 21. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página21 11 – Nas mãos trucadas, quaisquer palavras que induza o trucador a crer que a jogada foi mandada, como por exemplo: ganha, pode ganhar, vira, pode virar, pega, pode pegar, vai, faz a queda, faz o jogo, tapa, pode tapar, Jorge, fecha, mata, pode trucar, descarta, carteia, disponha de uma, etc., caracteriza que mandou a jogada, e a mesma prosseguirá normalmente. Pena – Perda dos tetos em questão. 12 – Em mãos onde o jogador expressar palavras de gírias, induzindo o seu adversário a crer que ele está trucando, como por exemplo: trunfo, trouxa, turco, tudo, troco, tronco, e etc., e seu adversário chamar a trucada, a jogada ficará de fato caracterizada como mão trucada e a jogada prosseguirá normalmente. Pena - Perda dos tetos em questão. 13– É expressamente proibido a todo e qualquer jogador, conduzir os baralhos que estiverem em jogo da partida. Somente ao fiscal e marcador de quadro da partida é permitido movimentar com os baralhos dentro do local de jogo. Pena – Suspensão de 01 (uma) a 05 (cinco) partidas consecutivas 14 – Reter o baralho por mais de um minuto como pé da rodada, contado o tempo pelo o fiscal da partida a pedido de qualquer um dos adversários. Pena – Perda de 01(um) tento, e passará o baralho para a frente, caso continue insistindo no retardamento do jogo e fazendo cera, reportar-se-á à pena do artigo 74. 15 – Usar enquanto estiver jogando, anéis, aliança, relógio ou qualquer outro objeto que permita o reflexo da imagem das cartas, colocar objeto em cima da mesa, tais como: chaveiros, chaves, isqueiros, celular, canetas e etc., é proibido. O jogador deverá atender a determinação do fiscal para deixar de usar tais objetos. Pena – Perda do jogo em disputa e suspensão de 05 (cinco) a 10 (dez) partidas consecu- tivas. Art. 84º – É terminantemente proibido o uso de baralho marcado, estragado, na “pinta”, na parafina, recortado, lixado ou qualquer marca que indique que o baralho foi preparado previamente no intuito de desvendar o segredo das cartas e consequentemente levar vantagem sobre o adversário. A equipe que descobrir tais ações, mostrando indícios de fraude, terá o direito de proceder a apreensão do baralho e lacrá-lo, após colher assinatura dos presidentes ou representantes, de 02 (duas) testemunhas no mínimo (filiadas á FGT, sendo de sua equipe ou não), anotando o nome dos jogadores envolvidos, e o baralho será enviado à FGT para as providências cabíveis. Parágrafo 1º - Constatado que o baralho apreendido foi previamente preparado, ficará configurado o ato lesivo, desonesto com o objetivo de fraudar a partida. Nesse caso a equipe prejudicada ganhará os pontos da partida.
  • 22. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página22 Pena – Suspensão de 06 (seis) a 12 (doze) meses ao(s) jogador(s) envolvido(s). – A equipe perderá os pontos da partida em questão. Parágrafo 2º - A equipe que fizer apreensão do baralho terá o prazo de 48 (quarenta e oito) horas a partir do término da partida para a entrega do(s) mesmo(s) juntamente com a súmula expondo as ocorrências junto à FGT, ultrapassado este prazo, a denúncia será desconsiderada. Parágrafo 3º - Em caso de apreensão de baralhos, quem o fizer terá que ter a convicção plena de sua ação. Caso fique constatado posteriormente na FGT, que o baralho não possui alterações, conforme ao caput desse artigo, a equipe estará cometendo uma infração. Pena – Multa de 50% do salário mínimo vigente. O não cumprimento da mesma antes da próxima partida a equipe será proibida de continuar na competição. Art. 85º - Havendo indícios que o baralho tenha sido preparado previamente no intuito de desvendar o segredo das cartas, e a equipe envolvida se NEGAR a entregar o baralho para ser lacrado e enviado à FGT, para apurar as irregularidades, a equipe prejudicada deverá relatar a ocorrência colhendo assinaturas de 02 (duas) testemunhas idôneas (filiadas a FGT sendo de sua equipe ou não) e entregará a mesma à FGT dentro do prazo determinado de 48 (quarenta e oito) horas, que após verificar, analisar as circunstâncias e os relatos das súmulas dará seu parecer. Pena – Perda dos pontos das partidas. – A equipe infratora será eliminada sumariamente da competição. – Os jogadores envolvidos da equipe infratora serão suspensos por 12 (doze) meses.
  • 23. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página23 CAPÍTULO V DAS REGRAS ADMINISTRATIVAS Art. 86º - Cabe à Federação Goiana de Truco: 1 – Manter seus filiados bem informados sobre o andamento de suas competições, abrangendo os assuntos e acontecimentos de relevância do truco goiano. 2 – Tomar decisões que visem a dar cumprimentos ao presente regulamento proibindo com rigor todo e qualquer ato que possa comprometer o ambiente cordial e a serenidade do nosso esporte. 3 – Encaminhar ao Conselho de Disciplina ou Tribunal de Justiça da FGT, para julgamento, os casos relatados em súmulas, polêmicas e que haja dualidade de interpretação em matéria de direito e de fato. 4 – É facultado ao presidente da FGT, conforme prevê o art. 47º, inciso 18 do Estatuto da Entidade, aplicar penas disciplinares. 5 – Reunir o conselho arbitral com os presidentes ou representantes das equipes filiadas para deliberar a forma de disputa dos campeonatos e torneios. Art. 87º - A duração do mandato do presidente é de (02) dois anos, conforme prevê o Estatuto da Entidade. Art. 88º - É obrigação da FGT, fornecer nas partidas finais do campeonato goiano, local apropriado e materiais de jogo, dando condições plenas para a realização das partidas. Art. 89 – Promover além do campeonato goiano anualmente, outras competições para movimentar as equipes durante a temporada. Art. 90º - Cabe aos presidentes das equipes filiadas à FGT: 1 – Fazer com que sua equipe se apresente devidamente uniformizada e COM O UNIFORME TOTALMENTE PADRONIZADO para todos os jogadores. Caso inicie uma queda com qualquer um dos seus jogadores sem uniforme ou com uniforme despadronizido, perderá a queda na(s) mesa(s) em que ocorrer tal infração. Caso seja constatado o fato antes de iniciar a queda o mesmo poderá ser substituído ou trocar de uniforme. (Inicia-se a queda quando a chave é virada na primeira mão). O prazo para substituir o jogador ou o uniforme despadronizido será de 02 (dois) minutos.
  • 24. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página24 2 – Quando convocado pela FGT para reuniões, assembléias, conselho arbitral, e etc. deverá comparecer. Na impossibilidade de seu comparecimento deverá nomear um representante legal. 3 – Recolher a taxa de inscrição dos jogadores junto a FGT, antes do início do campeo- nato.
  • 25. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página25 CAPÍTULO VI DOS JULGAMENTOS Art. 91º - O Tribunal de Justiça e o Conselho de Disciplina da FGT, na esfera da competência estabelecida no Estatuto da Entidade, são órgãos encarregados de apreciar, julgar, os fatos polêmicos e as infrações disciplinares narradas em súmulas praticadas na realização de uma partida de truco, devendo aplicar as infrações previstas neste regulamento. Parágrafo único – O CD e TJ funcionarão de acordo com o regulamento disciplinar, o regulamento das competições (Quando se fizer necessário) e regras do jogo de truco do Estado de Goiás. Art. 92º - O Conselho Disciplinar da FGT funcionará como primeira instância, para interpelações e julgamento de fatos narrados em súmulas e será composto de 01 (um) presidente, 01 (um) secretário e 05 (cinco) membros. Art. 93º - O Tribunal de Justiça da FGT funcionará como segunda e última instância, para interpelações de recursos e julgamentos e será composto de 01 (um) presidente, 01 (um) secretário e 07 (sete) membros. Parágrafo 1º – Os presidentes e secretários do CD e TJ, serão nomeados pelo presidente da FGT logo após sua posse, e terá o mandato com a duração igual a do presidente da Entidade. Parágrafo 2º - Qualquer jogador filiado à FGT poderá ser nomeado na condição de membros tanto para o CD como para o TJ. Art. 94º - As penalidades previstas neste regulamento são: 01 – Advertência. 02 – Suspensão. 03 – Multa. 04 – Cassação de inscrição de jogador. 05 – Eliminação de equipe das competições. Parágrafo único – A critério dos julgadores do CD e TJ, se julgarem necessário, poderão aplicar penas alternativas:
  • 26. FUNDADA EM 23/11/1981 MAURÍCIO GOIÂNIA-GO Página26 01 – Pecuniária. 02 – Prestação de serviço. 03 – Cesta básica. Art. 95º - A critério dos órgãos julgadores, quaisquer reincidências em casos de indisciplina, a punição poderá ser aplicada em dobro. Art. 96º - A critério do CD ou TJ, os jogadores com punições impostas em 01 (um) ano ou mais, após cumprir 08 (oito) meses e apresentar boa conduta, poderá ficar liberado do cumprimento do restante da pena imposta. Art. 97º - Cabe ao CD e TJ aprovar ou vetar qualquer inscrição de jogadores para as competições promovidas pela FGT, visando o interesse geral e da lisura do truco goiano. Art. 98º - As equipes ou seus associados punidos disciplinarmente pelos CD e TJ, são proibidos de entrar na justiça comum, cabendo recurso somente ao TJ da FGT, dos assuntos ligados a disciplina e regulamento do campeonato goiano, sob pena de dobrar a punição imposta. Art. 99º - Qualquer multa aplicada pelo o CD ou TJ a mesma deverá ser quitada antes da próxima partida da equipe, e consequentemente deverá perder os pontos. Art. 100º - O prazo para a entrega de qualquer denúncia contidas nas súmulas terá o prazo de 48 (quarenta e oito) horas após o término da partida, ultrapassando este prazo a denúncia perderá sua validade. Art. 101º - Os casos omissos, com dualidades ou ausência de interpretação serão solucionados pela FGT juntamente com o Departamento Técnico, Conselho Disciplinar ou Tribunal de Justiça, conforme o caso que se fizer necessário. Art. 102º - O presente Regulamente Disciplinar e Regras dos Jogos de Truco do Estado de Goiás entrará em vigor depois de devidamente aprovado pela Assembleia Geral Extraordinária. Goiânia 05/07/2018 MEMBROS DO DEPARTAMENTO TÈCNICO KLEBER MORAES DE MELO GENEILDO CASTRO DUARTE GERALDO MANOEL BALDOINO PEDRO JOAQUIM DE OLIVEIRA – MAURÍCIO NOTA 100 PRESIDENTE DA FGT