Programas de aprendizagem    sobre redes sociais
Não é um cursosobre redes sociais
É um curso para quemquer montar programasde aprendizagem sobre     redes sociais
Introdução1 - Por que montar programas de aprendizagemsobre redes sociais2 - O que significa e em que consiste um programa...
Leituras fundamentais
Outros textos e vídeos de apoio  Redes comopadrão unificador    O futuro é a     O poder dos    da vida              rede ...
Outros textos e vídeos de apoioComo funcionam as        A influência ligações entre as     oculta das redes      pessoas  ...
Outros textos e vídeos de apoio   Instituições versus Colaboração             Clay Shirky
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Os temas fundamentaisOs novos papéis sociais em mundos altamenteconectados: hubs, inovadores e netweaversComo ser um netwe...
Ninguém pode entenderredes se não entender a     diferença entre   descentralização e       distribuição
Fim da Introdução
Tópicos 23 e 24
Centralização e hierarquia
Fim dos Tópicos 23 e 24
Tópicos 30 a 33
Fenomenologia da interação
A primeira grande descoberta:     Tudo que interage clusterizaIndependentemente do conteúdo, em funçãodos graus de distrib...
A primeira grande descoberta:     Tudo que interage clusteriza Ao articular uma organização em rededistribuída não é neces...
A segunda grande descoberta: Tudo que interage pode enxamearSwaming (ou swarm behavior) e suas variantescomo herding e sho...
A segunda grande descoberta: Tudo que interage pode enxamearAlgum tipo de inteligência coletiva (swarmintelligence) está s...
A terceira grande descoberta:A imitação é uma forma de interaçãoComo pessoas – gholas sociais – todos somosclones, na medi...
A terceira grande descoberta:     A imitação é uma clonagemO termo clone deriva da palavra grega klónos,usada para designa...
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A quarta grande descoberta:           Small is powerful Essa talvez seja a mais surpreendentedescoberta-fluzz de todos os ...
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A quarta grande descoberta:     Tudo que interage aproxima Nada a ver com conteúdo. Tudo que interagetende a se emaranhar ...
Fim dos Tópicos 30 a 33
Tópico 35
Como ser um netweaver
Por que não um hacker?
Todo netweaver é um    hacker no sentidoampliado do termo (para   além do “hacker-de-software”). Mas nem todo   hacker é n...
Netweaver é quemarticula e anima redes sociais!
Fim do Minicurso
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Programação
BLOCO 1 - Introdução1 - Por que montar programas de aprendizagemsobre redes sociais2 - O que significa e em que consiste u...
BLOCO 2 - Leituras fundamentais5 - O livro Linked de Albert Barabási (2000) |Ricardo Bitencourt e Raquel Costa6 - O livro ...
BLOCO 3 - Outros textos e vídeos8 - A entrevista de Fritjof Capra (2007) - concedidaa Francis Pisani - intitulada Redes co...
BLOCO 3 (cont.)11 - O vídeo Redes sociais: como funcionam asligações entre as pessoas com Augusto de Franco(TEDxSP 2009) |...
BLOCO 4 - Os temas fundamentais14 - O que são redes distribuídas: a diferença entredescentralização e distribuição | Beth ...
BLOCO 4 (cont.)18 - Redes sociais são ambientes de interação,não de participação | Renata Santiago19 - Os fenômenos que oc...
BLOCO 4 (cont.)22 - Hierarquia não é o mesmo que liderança |Luciana Annunziata23 - A escassez que gera hierarquia é aquela...
BLOCO 4 (cont.)26 - Pessoas e indivíduos nas redes sociais | MariaThereza do Amaral27 - As redes sociais já são a mudança ...
BLOCO 4 (cont.)30 - Fenomenologia da interação: clustering |Augusto de Franco31 - Fenomenologia da interação: swarming |Au...
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Augusto de Franco - Minicurso Programa de Aprendizagem sobre Redes Sociais_CICI2011
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  1. 1. Programas de aprendizagem sobre redes sociais
  2. 2. Não é um cursosobre redes sociais
  3. 3. É um curso para quemquer montar programasde aprendizagem sobre redes sociais
  4. 4. Introdução1 - Por que montar programas de aprendizagemsobre redes sociais2 - O que significa e em que consiste um programade aprendizagem sobre redes sociais3 - Programas heterodidatas e não-heterodidatas(baseados no autodidatismo e nocomumdidatismo)4 - Por que o entendimento das redes sociais nãopode ser alcançado apenas pelo estudo teórico
  5. 5. Leituras fundamentais
  6. 6. Outros textos e vídeos de apoio Redes comopadrão unificador O futuro é a O poder dos da vida rede seis graus Fritjof Capra Venessa Miemis Steven Strogatz
  7. 7. Outros textos e vídeos de apoioComo funcionam as A influência ligações entre as oculta das redes pessoas sociaisAugusto de Franco Nicholas Christakis
  8. 8. Outros textos e vídeos de apoio Instituições versus Colaboração Clay Shirky
  9. 9. Os temas fundamentaisO que são redes distribuídas: a diferença entredescentralização e distribuiçãoAs redes sociais não surgiram com as novastecnologias de informação e comunicaçãoRedes sociais são pessoas interagindo, nãoferramentasRedes sociais são redes de comunicação, não deinformação
  10. 10. Os temas fundamentaisRedes sociais são ambientes de interação, não departicipaçãoOs fenômenos que ocorrem em uma rede nãodependem das características intrínsecas de seusnodosO conhecimento presente em uma rede não é umobjeto, um conteúdo que possa ser arquivado egerenciado top downRedes sociais poderiam ser ambientes demensuração de resultados?
  11. 11. Os temas fundamentaisHierarquia não é o mesmo que liderançaA escassez que gera hierarquia é aquelaintroduzida artificialmente pelo modo de regulaçãoCentralização (hierarquização) não é o mesmo queclusterizaçãoEm redes distribuídas não se pode diferenciarpapeis ex ante à interação
  12. 12. Os temas fundamentaisPessoas e indivíduos nas redes sociaisAs redes sociais já são a mudançaA transição da organização hierárquica para aorganização em redeComo não se proteger da interação
  13. 13. Os temas fundamentaisFenomenologia da interação: clusteringFenomenologia da interação: swarmingFenomenologia da interação: cloningFenomenologia da interação: crunching
  14. 14. Os temas fundamentaisOs novos papéis sociais em mundos altamenteconectados: hubs, inovadores e netweaversComo ser um netweaver
  15. 15. Ninguém pode entenderredes se não entender a diferença entre descentralização e distribuição
  16. 16. Fim da Introdução
  17. 17. Tópicos 23 e 24
  18. 18. Centralização e hierarquia
  19. 19. Fim dos Tópicos 23 e 24
  20. 20. Tópicos 30 a 33
  21. 21. Fenomenologia da interação
  22. 22. A primeira grande descoberta: Tudo que interage clusterizaIndependentemente do conteúdo, em funçãodos graus de distribuição e conectividade (ouinteratividade) da rede social.Há muito já se pode mostrar teoricamente quequanto maior o grau de distribuição de umarede social, mais provável será que duaspessoas que você conheça também seconheçam.
  23. 23. A primeira grande descoberta: Tudo que interage clusteriza Ao articular uma organização em rededistribuída não é necessário pré-determinarquais serão os departamentos, aquelascaixinhas desenhadas nos organogramas.Estando claro, para os interagentes, qual é opropósito da iniciativa, basta deixar as forçasdo aglomeramento atuarem.
  24. 24. A segunda grande descoberta: Tudo que interage pode enxamearSwaming (ou swarm behavior) e suas variantescomo herding e shoaling, não acontecemsomente com insetos, formigas, abelhas,pássaros, quadrúpedes e peixes. Em termosgenéricos esses movimentos coletivos(também chamados de flocking) ocorremquando um grande número de entidades self-propelled interagem.
  25. 25. A segunda grande descoberta: Tudo que interage pode enxamearAlgum tipo de inteligência coletiva (swarmintelligence) está sempre envolvida nestesmovimentos. Isso também ocorre comhumanos, quando multidões se aglomeram(clustering) e “evoluem” sincronizadamentesem qualquer condução exercida por algumlíder; ou quando muitas pessoas enxameiam eprovocam grandes mobilizações semconvocação ou coordenação centralizada.
  26. 26. A terceira grande descoberta:A imitação é uma forma de interaçãoComo pessoas – gholas sociais – todos somosclones, na medida em que somos culturalmenteformados como réplicas variantes (emboraúnicas) de configurações das redes sociaisonde estamos emaranhados.
  27. 27. A terceira grande descoberta: A imitação é uma clonagemO termo clone deriva da palavra grega klónos,usada para designar "tronco” ou “ramo",referindo-se ao processo pelo qual uma novaplanta pode ser criada a partir de um galho.Mas é isso mesmo. A nova planta imita a velha.A vida imita a vida. A convivência imita aconvivência. A pessoa imita o social.
  28. 28. A terceira grande descoberta: A imitação é uma clonagemSem imitação não poderia haver ordememergente nas sociedades humanas ou emqualquer coletivo de seres capazes de interagir.Sem imitação os cupins não conseguiriamconstruir seus cupinzeiros. Sem imitação, ospássaros não voariam em bando, configurandoformas geométricas tão surpreendentes efazendo aquelas evoluções fantásticas.
  29. 29. A terceira grande descoberta: A imitação é uma clonagem Quando tentamos orientar as pessoas sobre oquê – e como, e quando, e onde – elas devemaprender, nós é que estamos, na verdade,tentando replicar, reproduzir borgs: queremosseres que repetem. Quando deixamos aspessoas imitarem umas as outras, nãoreplicamos; pelo contrário, ensejamos aformação de gholas sociais. Como sereshumanos somos seres imitadores.
  30. 30. A terceira grande descoberta: A imitação é uma clonagem Nada a ver com conteúdo. Nos mundosaltamente conectados o cloning tende a auto-organizar boa parte das coisas que nosesforçamos por organizar inventandocomplicados processos e métodos de gestão.Mesmo porque tudo isso vira lixo na medida emque os mundos começam a se contrair sobefeito de crunching.
  31. 31. A quarta grande descoberta: Small is powerful Essa talvez seja a mais surpreendentedescoberta-fluzz de todos os tempos. Emoutras palavras, isso quer dizer que o socialreinventa o poder. No lugar do poder demandar nos outros, surge o poder de encorajá-los (e encorajar-se): empowerment!Sim, fluzz é empowerfulness.
  32. 32. A quarta grande descoberta: Small is powerful Quando aumenta a interatividade é porque osgraus de conectividade e distribuição da redesocial aumentaram; ou, dizendo de outro modo,é porque os graus de separação diminuíram: omundo social se contraiu (crunch). Os graus deseparação não estão apenas diminuindo: elesestão despencando. Estamos sob o efeitodesse amassamento (Small-WorldPhenomenon).
  33. 33. A quarta grande descoberta: Tudo que interage aproxima Nada a ver com conteúdo. Tudo que interagetende a se emaranhar mais e a se aproximar,diminuindo o tamanho social do mundo. Quantomenores os graus de separação doemaranhado em você vive como pessoa, maisempoderado por ele (por esse emaranhado)você será. Mais alternativas de futuro terá àsua disposição.
  34. 34. Fim dos Tópicos 30 a 33
  35. 35. Tópico 35
  36. 36. Como ser um netweaver
  37. 37. Por que não um hacker?
  38. 38. Todo netweaver é um hacker no sentidoampliado do termo (para além do “hacker-de-software”). Mas nem todo hacker é netweaver.
  39. 39. Netweaver é quemarticula e anima redes sociais!
  40. 40. Fim do Minicurso
  41. 41. http://escoladeredes.ning.com
  42. 42. Programação
  43. 43. BLOCO 1 - Introdução1 - Por que montar programas de aprendizagemsobre redes sociais2 - O que significa e em que consiste um programade aprendizagem sobre redes sociais3 - Programas heterodidatas e não-heterodidatas(baseados no autodidatismo e nocomumdidatismo)4 - Por que o entendimento das redes sociais nãopode ser alcançado apenas pelo estudo teórico
  44. 44. BLOCO 2 - Leituras fundamentais5 - O livro Linked de Albert Barabási (2000) |Ricardo Bitencourt e Raquel Costa6 - O livro Six Degrees de Duncan Watts (2003) |Luis Fernando Guggenberger7 - O livro Connected de Nicholas Christakis eJames Fowler (2009) | Raquel Costa
  45. 45. BLOCO 3 - Outros textos e vídeos8 - A entrevista de Fritjof Capra (2007) - concedidaa Francis Pisani - intitulada Redes como umpadrão unificador da vida | Mila San e VivianneAmaral e Luiz de Campos Jr9 - O artigo O futuro é a rede de Venessa Miemis(2010) | Luciana Annunziata e Luiz de Campos Jr10 - O filme O poder dos seis graus com Albert-László Barabási, Steve Strogatz, AlessandroVespignani, Marc Vidal e Duncan Watts, entreoutros (BBC 2008) | Sergio Storch e Luiz deCampos Jr
  46. 46. BLOCO 3 (cont.)11 - O vídeo Redes sociais: como funcionam asligações entre as pessoas com Augusto de Franco(TEDxSP 2009) | Mila San12 - O vídeo A influência oculta das redessociais com Nicholas Christakis (TED 2009) |Mariana Oliveira e Luiz de Campos Jr13 - O video Institutions versus Collaboration comClay Shirky (TED 2005) | Mariana Oliveira
  47. 47. BLOCO 4 - Os temas fundamentais14 - O que são redes distribuídas: a diferença entredescentralização e distribuição | Beth Kuhnen15 - As redes sociais não surgiram com as novastecnologias de informação e comunicação |Marcelo Salgado e Rafael Reinehr16 - Redes sociais são pessoas interagindo, nãoferramentas | Marcelo Salgado17 - Redes sociais são redes de comunicação, nãode informação | Renata Santiago
  48. 48. BLOCO 4 (cont.)18 - Redes sociais são ambientes de interação,não de participação | Renata Santiago19 - Os fenômenos que ocorrem em uma rede nãodependem das características intrínsecas de seusnodos | Nilton Lessa20 - O conhecimento presente em uma rede não éum objeto, um conteúdo que possa ser arquivado egerenciado top down | Elisa Corrêa21 - Redes sociais poderiam ser ambientes demensuração de resultados? | Nilton Lessa e BrunoAyres
  49. 49. BLOCO 4 (cont.)22 - Hierarquia não é o mesmo que liderança |Luciana Annunziata23 - A escassez que gera hierarquia é aquelaintroduzida artificialmente pelo modo de regulação |Augusto de Franco24 - Centralização (hierarquização) não é o mesmoque clusterização | Augusto de Franco25 - Em redes distribuídas não se pode diferenciarpapeis ex ante à interação | Nilton Lessa
  50. 50. BLOCO 4 (cont.)26 - Pessoas e indivíduos nas redes sociais | MariaThereza do Amaral27 - As redes sociais já são a mudança | BethKuhnen28 - A transição da organização hierárquica para aorganização em rede | Oswaldo Oliveira29 - Como não se proteger da interação | LuisFernando Guggenberger
  51. 51. BLOCO 4 (cont.)30 - Fenomenologia da interação: clustering |Augusto de Franco31 - Fenomenologia da interação: swarming |Augusto de Franco32 - Fenomenologia da interação: cloning | Augustode Franco33 - Fenomenologia da interação: crunching |Augusto de Franco
  52. 52. BLOCO 4 (conclusão)34 - Os novos papéis sociais em mundosaltamente conectados: hubs, inovadorese netweavers | Sergio Storch35 - Como ser um netweaver | Rafael Reinehr eAugusto de Franco
  53. 53. http://escoladeredes.ning.com

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