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Sistema de Inteligência Competitiva e Gestão da Tecnologia: critérios
        de desempenho nos processos produtivos das empresas
          Alaxendro Rodrigo Dal Piva (UTFPR-PG / FADEP) alaxendro@fadep.br
                Luiz Alberto Pilatti (UTFPR-PG) luiz.pilatti@terra.com.br
            Antonio Carlos de Francisco (UTFPR-PG) acfrancisco@terra.com.br

Resumo
Este artigo tem como objetivo descrever o uso de um Sistema de Inteligência Competitiva
(SIC) nas organizações, para prever e antecipar concorrentes às mudanças de mercado, além
de cooperar em divulgar os meios possíveis de adaptação, desenvolver métodos e encontrar
formas de registrar todas as informações contidas em uma organização. Há organizações
que empreendem esforços para implementar a Gestão Tecnológica e se manterem
competitivas ao planejarem ações e metas na organização, que venham a envolver os setores
produtivos. Com o Sistema Integrado de Gestão (SIG), como critério de desempenho das
atividades existentes, propicia-se uma melhoria nos produtos e na qualidade de serviços.
Percebe-se que há ações realizadas que têm como fornecer instrumentos da Gestão da
Tecnologia (GT) para gerir, com mais eficiência, a utilização das ferramentas tecnológicas,
para que possibilitem a qualidade nos processos produtivos. No mundo dos negócios, é uso
indispensável tecnologia para a abertura dos mercados. A missão e a visão estratégica são os
impulsos, a motivação maior, que fornece essa força, direcionando a indústria para os
caminhos que ela escolher. A expansão da Tecnologia em Informação (TI) nas empresas
integradas, contribui na manutenção da qualidade e dos produtos e serviços. Com uma
estrutura SIC e suporte de SIG possibilita-se à maioria dos processos produtivos da empresa.
Conclui-se que a possível contribuição está em que a SIC pode possibilitar a estruturar os
trabalhos no foco do negócio da organização. Esta abordagem vem ajudar os gestores e
colaboradores na construção do conhecimento modelando o entendimento da tarefa e seu
desempenho dos processos produtivos.

Palavras-chave: SIC, SIG, TI, Estratégia Organizacional.


1. Introdução
As variações de como se comportar no processo competitivo intelectual que ocorre dentro e
fora das empresas. Por isso, se pergunta muito como que se deve observar ou adquirir tais
processos, em um universo imenso de informações conturbadas e distorcidas.
É de conhecimento que, as pessoas são estimuladas a apreender na busca de novos
conhecimentos, seja no plano pessoal ou profissional. Portanto, confronta-se, muitas vezes,
com as organizações que não valorizam o “intelecto” individual ou de equipe, o que
desmotivar a realização de tarefas fundamentais para o crescimento de todos os setores da
empresa.
Para isso, ao explorar os meios possíveis de adaptação, desenvolver métodos e encontrar
formas de registrar todas as informações contidas em uma organização, buscando enfrentar
todos os desafios cotidianos nas ações definidas pela empresa.
A utilização de todas as informações e do conhecimento deve ser discutida com as equipes,
começando pela diretoria até o zelador. De maneira que se ocasionam o confronto de idéias e
de concepções diferenciadas, possibilitando a valorização da pessoa e da equipe, gerando
novas idéias para a melhoria dos produtos e serviços.
As estratégias elaboradas por toda a organização proporcionam uma responsabilidade
diferenciada na realização dos processos produtivos, através de uma análise quantitativa do
mercado e do uso de estratégias bem definidas para criar força competitiva para médio e
longo prazo.
A análise, as informações e os fatos determinantes no processo estratégico, como processos
participativos de todos os setores da organização, contribuem para a autonomia financeira da
empresa. Isso é claro, com a utilização adequada das ferramentas de gestão, observando as
dimensões limitadas de seus gestores e colaboradores.
Para pensar na empresa, é importante que todos os gestores e colaboradores estejam
sintonizados em que está envolvido no negócio da organização. Para isso, deve-se analisar o
mercado de abrangência, clientes, produtos, serviços e a gestão organizacional, utilizando
todas as informações contidas no banco de dados, confrontando-as e direcionando as ações.
Na realização de mudanças, devem-se direcionar pontos estratégicos na motivação dos
gestores e colaboradores em todos os setores da organização. Isso possibilita uma maior
discussão e um solucionamento das ações dos processos produtivos na utilização dos planos
já definidos.
2. A Organização utilizando a Gestão da Tecnológica (GT)
Muitas empresas brasileiras vêm empreendendo esforços para implementarem a Gestão
Tecnológica e se manterem competitivas em um mercado exigente e aberto a todas as nações.
A qualidade e a tecnologia, que estão ao alcance das indústrias, ajudam a identificar e
fortalecer as ações propostas para e planejar melhor as atividades e interagir com todos os
gestores e funcionários (OLIVEIRA et al., 2004).
Ao se planejar ações e metas na organização, que venham a envolver os setores produtivos e
usando o SIC como critério de desempenho das atividades existentes, propicia-se uma
melhoria nos produtos e na qualidade dos serviços. Além disso, as etapas do planejamento e
da utilização de uma estrutura que apóie as decisões, como o entendimento de todos os
colaboradores, possibilitam melhores resultados nas atividades da empresa (DAVIS, 2001).
Nonaka e Takeuchi (1997) sugerem o uso do espiral, destacando a: socialização
(conhecimento compartilhado) – externalização (conhecimento conceitual) de conceitos; a
internalização como conversão da parte teórica para a aplicação prática e, por último, a
combinação.
A capacidade de inovação da humanidade e de sua evolução econômica e social são oriundas
do modelo de Nonaka e Takeuchi (1997). Com opções no desenvolvimento de produtos e
processos, a GT propicia o atendimento das necessidades, levando os colaboradores a
identificarem que o conhecimento acumulado pode ser mais bem trabalhado para criar e
inovar nos produtos existentes na organização.
Importante é destacar os cinco elementos chaves da Gestão da Tecnologia Vigiar – em busca
de sinais sobre a necessidade de inovar; Focalizar – a atenção nos esforços para a melhoria
dos negócios; Capacitar – essa estratégia com recursos e preparando para soluções
inovadoras; Implantar – a inovação; Apreender – com os êxitos e/ou fracassos. Esses
elementos são utilizados para desenvolver o Sistema Integrado de Gestão (SIG) na
organização para entender dimensão tática num determinado processo produtivo. (GOMES,
E.; BRAGA, F, 2004).
Oliveira et al. (2004) afirmam ainda, que o mercado competitivo da tecnologia, na
assertividade do programa de qualidade no trabalho, auxilia os gestores a gerenciar as
mudanças culturais junto a todos os colaboradores na conscientização organizacional. Com a
relação dos recursos desprendidos para o desenvolvimento do programa, alcançam-se os
benefícios, ao longo do tempo, em favor de todos os envolvidos.
A gestão administrativa vem ganhando muitas inquietações e desafios, pois as organizações
encontram dificuldades em priorizar e agrupar questões que estão associadas aos movimentos
de utilização das novas tecnologias.
A partir dessa preocupação, as empresas trabalham gerando a melhoria do ambiente produtivo
dos seus colaboradores, em termos de responsabilidade do uso do conhecimento para
desenvolver melhor a cada dia suas atividades. O impacto gerado com uso de GT, junto ao
ambiente interno, acontece gradativamente, adaptando-se às diversas camadas hierárquicas,
incorporando-se a todos os procedimentos das ferramentas administrativas e no
aprimoramento do sistema nos processos produtivos.
3. Gestão da Tecnologia no Desenvolvimento da Organização
As empresas estudam a possibilidade de ampliação da Gestão Tecnológica em seus serviços e
na participação dos profissionais, para aproveitar a realização de uma estratégia em conjunto
com os setores produtivos da empresa.
O desempenho dos colaboradores no comprometimento da disseminação de informações,
através da boa utilização da estrutura física existente na organização e de um planejamento
estratégico integrado com os setores na utilização da GT. É primordial que ajam de forma
integrada e exista a troca de informações, provocando modificações nos ambientes internos.
Nesse relacionamento, para atender as necessidades da empresa, é necessária a atenção
contínua nas relações e nas forças que interferem o processo produtivo, conforme descreve
Silva (2002, p. 416):
                       Muitos são os fatores que afetam uma indústria e a maioria deles muda
                       constantemente. Estes fatores são chamados forças causadoras das mudanças, e
                       podem se originar tanto dentro como fora da indústria, isto é, o processo de
                       mudanças organizacional pode começar com o surgimento de forças endógenas e
                       exógenas à indústria.
No cenário social e econômico de cada região, percebe-se que há poucas ações realizadas que
têm como objetivo fornecer instrumentos de GT para gerir com mais eficiência a utilização
das ferramentas tecnológicas, para que possibilitem a qualidade nos processos produtivos.
Uma sintonia da empresa com o mercado que está inserido, tem a possibilidade de melhorar
sua competitividade, por isso identificar e atender seus clientes com eficiência e agilidade,
estando à frente dos concorrentes. De maneira que inovar e criar novos produtos, as empresas
podem usar métodos que propiciam a busca de informações e conhecimento das pessoas para
aplicação prática e envolvendo todos que estão nos processos produtivos.
Os sistemas devem ser controlados com a participação dos colaboradores. Neste ciclo, é
necessário definir a política tecnológica da empresa, reduzir o prazo entre a descoberta
científica e inovação e contribuir com o aumento da produtividade do sistema, para melhoria
contínua, com acompanhamento dos resultados e, conseqüentemente, planejar e agir dentro
dos objetivos da indústria, mantendo a qualidade.
No mundo dos negócios, é uso indispensável a tecnologia e a abertura dos mercados, pois as
empresas se defrontam com a redução da rentabilidade no mercado de atuação. Os gestores
utilizam à GT como uma opção estratégica, sendo decisiva nos processos produtivos,
principalmente para surpreender os consumidores, que ficam atentos às variáveis existentes
no que tange a qualidade dos produtos e serviços.
Segundo Reis (2004, p.34), “do ponto de vista epistemológico, é impossível isolar a noção de
tecnologia ou techné, porque existe uma relação que vai da ciência a técnica, [...]”. Quando se
procura compreender por que certas dinâmicas são realizadas na sociedade, descobre-se que
muitas destas não fizeram uso suficiente da tecnologia proposta na melhoria da produtividade
ou seus produtos, ou para criar novos produtos.
O desenvolvimento de novos produtos, com uso dos conhecimentos existentes e a busca de
novos, para criação e inovações produtos, através do gerenciamento do capital intelectual
inserida na organização propicia um ambiente de criação e idéias inovadoras.
Através de redes para compartilhar o conhecimento, estimulando a criação de comunidades
intelectuais, tendo como objetivo da rede dar suporte à rede de conhecimentos, valorizando o
capital intelectual e facilitar novas tecnologias no auxilio dos processos produtivos. Com o
uso de softwares no banco de dados, forma-se um conjunto de conhecimentos que, para
administrar e geri-los na empresa, fica mais rápido e dissemina o conhecimento em todos os
setores (GOMES, E.; BRAGA, F., 2004).
4. Utilização em GT na Avaliação do Meio-Ambiente Produtivo
Acompanha-se diariamente que os negócios de sucesso não são frutos do acaso. Eles são
conseguidos com planejamento, perseverança, atitudes na implementação das ações,
acompanhamento da evolução tecnológica e dos indivíduos com informações e
comprometidos com o propósito estratégico da empresa.
Todos os colaboradores da organização, com visão micro e macro do seu ambiente de
trabalho (visão holística), passam a produzir estratégias e relações com as novas tecnologias
na GT, inovando o processo produtivo da empresa. Assim, foca-se o mercado ou clientes
específicos contendo informações das necessidades do cliente, com visão holística de todos os
envolvidos no desenvolvimento de novos produtos.
Nonaka e Takeuchi (1997) afirmam que na dinâmica da criação do conhecimento interagem o
explícito e o tácito. Nesta dinâmica, as pessoas conseguem expressar facilmente,
compartilhando as experiências e as observações, para novas perspectivas através do diálogo e
do debate, o que faz nascerem novos conhecimentos.
A participação de todos os setores da indústria para atingir, a missão e a visão são os
impulsos, que gerará uma motivação maior, direcionando a caminhos que indústria irá
escolher. Sem este direcionamento, a indústria fica como um barco sem motor, que move para
qualquer lado, sempre com o mesmo movimento, descrito Moreira (2002, p. 559):
                        A vida humana sobre a Terra seria inviável se o homem não pudesse contar com
                        certas regularidades presentes no mundo natural. São essas regularidades que
                        permitem a ele, através da observação e da análise dos fenômenos que se repetem,
                        compreender e dominar a natureza.
A visão e a missão são dois conceitos fundamentais e distintos, mas complementares e
intimamente ligados entre si, conforme descreve Costa (2002, p. 35): “os alicerces de uma
empresa são compostos por sua visão, missão, abrangência, princípios e valores e
posicionamento estratégico. O propósito é a estrutura consistente formada por esses elementos
conceituais”. Como se fossem duas faces da mesma moeda: a primeira procura descrever o
que a organização quer ser no futuro e a segunda resulta de uma reflexão sobre a razão de sua
existência.
As indústrias desenvolvem definições formais de suas missões que procuram envolver a
qualidade nos produtos e serviços, competitividade e o uso das tecnologias disponíveis. Uma
declaração de missão é uma declaração do propósito da indústria, o que ela deseja atingir em
um ambiente maior. A definição clara da missão age como uma “mão invisível” guiando as
pessoas dentro da instituição, conforme descreve Costa (2002, p. 37):
                        Algumas coisas podem, e, eventualmente, devem mudar. As formas de agir, a
                        procura de mercados, os produtos e serviços, as localidades, os parceiros, as
                        tecnologias, os organogramas, as normas, os procedimentos e até mesmo o nome da
                        indústria, os proprietários ou controladores, podem ser, em tese, objeto de mudança.
                        Entretanto existem alguns poucos pontos fixos. São, exatamente, aqueles tópicos
                        que não estamos dispostos a mudar. São os princípios e os valores.
Importante a disseminação das informações sobre a utilização adequada dos recursos
tecnológicos e dos benefícios da qualidade no trabalho, itens indispensáveis para a
competitividade e busca de um posicionamento estratégico dos produtos e serviços. Contudo,
as empresas se defrontam com o desafio de identificar seus pontos fortes e fracos, ameaças e
oportunidades, com intuito de melhorar seu desempenho e fortalecimento de programas e do
processo produtivo. Tudo isso, com uso de um SIG na disseminação e a participação
responsável de todos os colaboradores nas decisões das ações definidas na indústria.
Envolver os vários níveis de conhecimentos existentes na empresa proporciona o uso
adequado de um Sistema Integrado na Gestão e por intermédio da troca de informações.
Simultaneamente, promove subsídios para dar sustentabilidade aos interesses produtivos,
econômicos e competitivos da empresa.
Existem novas abordagens que ajudarão no diálogo entre sujeitos, buscando uma relação mais
próxima dos profissionais e os usuários, com o objetivo de incentivar a aproximação entre os
sistemas de TI e os sujeitos que buscam TI. Usar a teoria existente para realização e aplicação
para uso da ciência, aos usuários e interações das informações entre os setores produtivos da
organização.
Algumas precauções precisam ser tomadas antes da escolha e utilização das ferramentas seja
em Tecnologia em Informação ou de Qualidade. Entre elas, está o fato de interagir com os
colaboradores em relação ao desenvolvimento de uma infra-estrutura e tecnologia adequada
na realização das atividades produtivas da empresa.
5. Gestão da Informação e Gestão da Qualidade
A expansão lenta de Tecnologia em Informação (TI) nas organizações vem só aumentar a
necessidade de uma gestão integrada que contribua na manutenção da qualidade e das
atividades realizadas. Por isso, a importância de uma ação conjunta com os colaboradores
para gerar uma transformação na cultura organizacional, que visa o uso da gestão qualidade
no trabalho com suporte em TI nos processos produtivos e na aprendizagem contínua das
etapas.
Uma conseqüência prática é o desenvolvimento de técnicas empresariais, despertando a
criação de novos serviços e o uso da tecnologia onde e conforme Reis (2004, p. 144), “o
desempenho das relações entre indústrias é uma construção multidimensional que envolve a
criação, a transferência e a disseminação do conhecimento”. Com isso, os objetivos de
relacionamento e criação do conhecimento interagem nas etapas do processo de implantação
de programa de avaliação contínua.
Slack et al. (2002, p. 549) afirmam que “há uma crescente consciência de que bens e serviços
de alta qualidade podem dar a uma indústria uma considerável vantagem competitiva”. Esse
movimento vem aumentando os recursos para a adaptação de todos os setores, na busca da
mudança de alguns paradigmas existentes na empresa, em relação direta com a realidade dos
seus setores produtivos para um modelo de integração contínua dos colaboradores.
A evolução da qualidade é embasada em conceitos, teorias e épocas distintas da história das
indústrias. Esses auxiliam na gestão da qualidade, para detectar problemas na elaboração dos
produtos, atendendo a exigência maior do cliente, além de proporcionar garantia da qualidade
dos produtos e serviços (OLIVEIRA et al. 2004).
Segundo Davis (2001), nos últimos anos as indústrias brasileiras estão buscando a melhoria
da qualidade no trabalho e dos processos produtivos. Elas estão repassando, aos seus
colaboradores, ferramentas da qualidade para a realização do trabalho na relação com as
pessoas.
As ações em conjunto na indústria têm como objetivo promover o desenvolvimento contínuo
da qualidade no trabalho e uso em TI, criando ou utilizando mecanismos para promover a
avaliação dos processos produtivos, consequentemente buscará uma expressividade na
melhoria das atividades executadas por todos na empresa. Isso contribuiu significativamente
para o desenvolvimento econômico e da consciência da aplicação da qualidade no trabalho e
da tecnologia em todas as áreas de atuação da empresa e das relações com a sociedade que
está inserida, conforme relatam Slack et al. (2005, p. 556):
                        A qualidade percebida poderia ser pobre, porque há um descasamento entre a
                        qualidade real do serviço ou produto proporcionado pela operação e sua
                        especificação de qualidade interna. Isso pode, por exemplo, ser o resultado de uma
                        especificação inadequada ou inatingível, ou de pessoal inexperiente ou mal
                        treinado, ou porque sistemas efetivos de controle não estão em posição de garantir
                        os níveis definidos de qualidade.
Utilizando-se com maior eficiência das informações existentes em um banco de dados na
empresa, a integração entre os setores cria uma rede de relacionamentos que proporciona
envolvimento dos atores responsáveis na transferência do conhecimento adquirido. Assim,
conforme interesse comum de cada setor, que zela pela realização de pesquisas dos usos das
ferramentas da GT, para o maior comprometimento da qualidade no processo de
aprendizagem. Sugere-se, que se trabalhe com enfoque participativo, da continuidade lógica
detalhando o conjunto de atividades suficientes para o alcance da situação desejada, contanto
a utilização correta da TI e os recursos da gestão de qualidade.
6. Tecnologia da Informação e Gestão da Tecnologia
A importância da TI e do uso contínuo das ferramentas da qualidade aperfeiçoa os
colaboradores através de treinamentos, com o intuito de melhorar a qualidade no trabalho e
nos produtos e serviços ofertados pela empresa. Tais influências, depois de estudadas e
aplicadas no contexto da indústria, poderão transformar sua realidade, propiciar uma estrutura
mais ágil e integrada com todos os setores produtivos (SOUZA, 2003).
É grande a variedade de ações existentes na gestão da qualidade e na integração dos
colaboradores no uso da TI nas organizações. Logo, possuem características que as
diferenciam uma das outras. Porém, algumas ações destacam a capacitação dos gestores e
funcionários com intuito de melhorar qualidade dos produtos. Entende-se que a questão do
desenvolvimento da qualidade de ensino demanda uma orientação mais abrangente, com
visão de longo prazo, do que as ações momentâneas sem continuidade no processo de
formação.
Já no contexto organizacional, ao se relacionarem as ações planejadas e a gestão da qualidade
no uso dos conceitos e recursos disponíveis com uso do SIG, se agilizará a tomada de
decisões. Assim, se obterá como resultado um produto que o consumidor deseja, com
qualidade e preço. Isso é possível com a participação ativa dos colaboradores, transferindo-se
a qualidade do trabalho existente na indústria aos produtos e serviços por eles desenvolvidos.
Nos últimos anos ocorreram inúmeras mudanças que refletem direto ao perfil do trabalhador,
pela transição contínua das informações existentes no mundo do mundo de negócios da
organização. De maneira que as empresas buscam novas oportunidades em pesquisas e de
gerar novos conhecimentos com uso da GT.
Aproximar instâncias e melhorar os resultados com um processo de retroalimentação
contínua, para resposta de bom nível às demandas de prospecção tecnológica e ter um
tratamento mais eficiente em alimentar e renovar os exercícios prospectivos necessários para
o contínuo aprendizado em TI. Com inúmeras informações circulando na empresa, e de
acesso a todo, com uso da tecnologia da informação gera benefícios que vão ao encontro das
atividades que são executadas, além da utilização a tecnologia de informação disponível, que
serve de recursos no gerenciamento do conhecimento (GOMES e BRAGA, 2004).
O uso da TI e da qualidade nos processos da empresa proporcionam um ambiente para a
criação e inovação de produtos e serviços. Com um ambiente favorável para a se expressar
das idéias, os colaboradores motivam-se mais e, conseqüentemente, conseguem manter a
indústria competitiva no mercado em que atua.
A GT, ao sensibilizar seus colaboradores, procura-se otimizar com a utilização do patrimônio
tecnológico desenvolvendo a capacidade tecnológica para preservar o potencial tecnológico e
inventariar o potencial tecnológico. Com isso, avaliando o nível de desenvolvimento
tecnológico pode monitorar a evolução tecnológica da organização.
7. Considerações Finais
Os recursos em GT existentes nas empresas podem apresentar uma vivência mais dinâmica
para os colaboradores, mantendo uma aprendizagem contínua ou desenvolvendo um trabalho
consciente e tendo a competência em manter suas ações, sem perder o foco do negócio. Nota-
se a preocupação dos autores em relatarem os estudos científicos para solução de problemas
sociais e empresariais.
Ao se mencionar a capacidade de aprender do ser humano, na difusão e na transferência das
experiências, vista como um papel importante na economia gera-se uma disseminação rápida
do conhecimento, utilizando SIG, em que se permite a expansão das relações. O
compartilhamento de atividades em uma linguagem de fácil entendimento transferindo todo
tipo de conhecimento a qualquer pessoa, gera integração social, possibilitando a geração
desses conhecimentos e de inovações.
A discussão das taxas de inovações e as tecnologias, reflexo do capitalismo, que envolvem
P&D (pesquisa e desenvolvimento), com uma forte demanda por Recursos Humanos, exige
cada vez mais investimentos em pesquisas. Destaca-se, ainda, que não há tecnologias de
informação e comunicação sem base em recursos humanos, para realizar o uso do
conhecimento e a transferências de inovações.
Na intenção de aplicar a GT e o conhecimento nos processos produtivos, ocorre o estímulo
aos gestores e colaboradores no estudo e pesquisa das práticas que favoreçam melhores
resultados. Com isso, proporciona-se mais atenção nas questões de produtividade e
competitividade atribuídas aos processos e na gestão qualidade, contribuindo para os
resultados.
A possível contribuição está em que a SIC pode possibilitar a estrutura dos trabalhos no foco
do negócio da organização. Esta abordagem vem ajudar os gestores e colaboradores na
construção do conhecimento, modelando o entendimento da tarefa e seu desempenho dos
processos produtivos.
Os modelos, descritos neste artigo são aspectos que precisam ser aprofundados para
fundamentar os processos produtivos e incluí-los na cultura organizacional. É necessária a
implementação de uma estrutura que toda a organização participe, criando a integração das
informações e do uso das ferramentas de gestão à reflexão e avaliação a cada atividade
executada, incrementando a qualidade nos produtos e serviços organizacionais.
Conclui-se que, a estrutura SIC, baseada no uso do de SIG, pode ser aplicada à maioria dos
processos produtivos da empresa. Sua utilização é valorizada porque pode ser implementada
gradativamente, obedecendo às etapas de sensibilização e de treinamentos específicos aos
componentes da GT, envolvendo todos os setores. A abordagem baseada em TI, na execução
das tarefas da SIC, criará habilidades para direcionar as preocupações da empresa com a
criação e inovação do conhecimento pela organização.
Referências:
COSTA, E. A. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva, 2002.
DAVIS, K. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem organizacional. São Paulo: Pioneira
Thomson Learning, 2001.
DE ANDRADE, et al. Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São
Paulo: Perason Education do Brasil, 2002.
GOMES, E.; BRAGA, F. Inteligência competitiva: como transformar informação em um negócio lucrativo.
Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação do Conhecimento na Empresa: Como as Empresas Japonesas
Geram a Dinâmica da Inovação. Rio de Janeiro: Editora Campus. 1997.
OLIVEIRA, et al. Gestão da qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004.
REIS, D. R. Gestão da inovação tecnológica. Barueri, São Paulo: Manole. Barueri, 2004.
SILVA, R. O. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002.
SLACK, N et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2002.
SOUZA, D. L. O. de. Ferramentas de GT: um diagnóstico de utilização nas PMEs Industriais da Região de
Curitiba. PPGTE (Dissertação de Mestrado), 2003.

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Sistema de inteligência competitiva e gestão da tecnologia com nome

  • 1. Sistema de Inteligência Competitiva e Gestão da Tecnologia: critérios de desempenho nos processos produtivos das empresas Alaxendro Rodrigo Dal Piva (UTFPR-PG / FADEP) alaxendro@fadep.br Luiz Alberto Pilatti (UTFPR-PG) luiz.pilatti@terra.com.br Antonio Carlos de Francisco (UTFPR-PG) acfrancisco@terra.com.br Resumo Este artigo tem como objetivo descrever o uso de um Sistema de Inteligência Competitiva (SIC) nas organizações, para prever e antecipar concorrentes às mudanças de mercado, além de cooperar em divulgar os meios possíveis de adaptação, desenvolver métodos e encontrar formas de registrar todas as informações contidas em uma organização. Há organizações que empreendem esforços para implementar a Gestão Tecnológica e se manterem competitivas ao planejarem ações e metas na organização, que venham a envolver os setores produtivos. Com o Sistema Integrado de Gestão (SIG), como critério de desempenho das atividades existentes, propicia-se uma melhoria nos produtos e na qualidade de serviços. Percebe-se que há ações realizadas que têm como fornecer instrumentos da Gestão da Tecnologia (GT) para gerir, com mais eficiência, a utilização das ferramentas tecnológicas, para que possibilitem a qualidade nos processos produtivos. No mundo dos negócios, é uso indispensável tecnologia para a abertura dos mercados. A missão e a visão estratégica são os impulsos, a motivação maior, que fornece essa força, direcionando a indústria para os caminhos que ela escolher. A expansão da Tecnologia em Informação (TI) nas empresas integradas, contribui na manutenção da qualidade e dos produtos e serviços. Com uma estrutura SIC e suporte de SIG possibilita-se à maioria dos processos produtivos da empresa. Conclui-se que a possível contribuição está em que a SIC pode possibilitar a estruturar os trabalhos no foco do negócio da organização. Esta abordagem vem ajudar os gestores e colaboradores na construção do conhecimento modelando o entendimento da tarefa e seu desempenho dos processos produtivos. Palavras-chave: SIC, SIG, TI, Estratégia Organizacional. 1. Introdução As variações de como se comportar no processo competitivo intelectual que ocorre dentro e fora das empresas. Por isso, se pergunta muito como que se deve observar ou adquirir tais processos, em um universo imenso de informações conturbadas e distorcidas. É de conhecimento que, as pessoas são estimuladas a apreender na busca de novos conhecimentos, seja no plano pessoal ou profissional. Portanto, confronta-se, muitas vezes, com as organizações que não valorizam o “intelecto” individual ou de equipe, o que desmotivar a realização de tarefas fundamentais para o crescimento de todos os setores da empresa. Para isso, ao explorar os meios possíveis de adaptação, desenvolver métodos e encontrar formas de registrar todas as informações contidas em uma organização, buscando enfrentar todos os desafios cotidianos nas ações definidas pela empresa. A utilização de todas as informações e do conhecimento deve ser discutida com as equipes,
  • 2. começando pela diretoria até o zelador. De maneira que se ocasionam o confronto de idéias e de concepções diferenciadas, possibilitando a valorização da pessoa e da equipe, gerando novas idéias para a melhoria dos produtos e serviços. As estratégias elaboradas por toda a organização proporcionam uma responsabilidade diferenciada na realização dos processos produtivos, através de uma análise quantitativa do mercado e do uso de estratégias bem definidas para criar força competitiva para médio e longo prazo. A análise, as informações e os fatos determinantes no processo estratégico, como processos participativos de todos os setores da organização, contribuem para a autonomia financeira da empresa. Isso é claro, com a utilização adequada das ferramentas de gestão, observando as dimensões limitadas de seus gestores e colaboradores. Para pensar na empresa, é importante que todos os gestores e colaboradores estejam sintonizados em que está envolvido no negócio da organização. Para isso, deve-se analisar o mercado de abrangência, clientes, produtos, serviços e a gestão organizacional, utilizando todas as informações contidas no banco de dados, confrontando-as e direcionando as ações. Na realização de mudanças, devem-se direcionar pontos estratégicos na motivação dos gestores e colaboradores em todos os setores da organização. Isso possibilita uma maior discussão e um solucionamento das ações dos processos produtivos na utilização dos planos já definidos. 2. A Organização utilizando a Gestão da Tecnológica (GT) Muitas empresas brasileiras vêm empreendendo esforços para implementarem a Gestão Tecnológica e se manterem competitivas em um mercado exigente e aberto a todas as nações. A qualidade e a tecnologia, que estão ao alcance das indústrias, ajudam a identificar e fortalecer as ações propostas para e planejar melhor as atividades e interagir com todos os gestores e funcionários (OLIVEIRA et al., 2004). Ao se planejar ações e metas na organização, que venham a envolver os setores produtivos e usando o SIC como critério de desempenho das atividades existentes, propicia-se uma melhoria nos produtos e na qualidade dos serviços. Além disso, as etapas do planejamento e da utilização de uma estrutura que apóie as decisões, como o entendimento de todos os colaboradores, possibilitam melhores resultados nas atividades da empresa (DAVIS, 2001). Nonaka e Takeuchi (1997) sugerem o uso do espiral, destacando a: socialização (conhecimento compartilhado) – externalização (conhecimento conceitual) de conceitos; a internalização como conversão da parte teórica para a aplicação prática e, por último, a combinação. A capacidade de inovação da humanidade e de sua evolução econômica e social são oriundas do modelo de Nonaka e Takeuchi (1997). Com opções no desenvolvimento de produtos e processos, a GT propicia o atendimento das necessidades, levando os colaboradores a identificarem que o conhecimento acumulado pode ser mais bem trabalhado para criar e inovar nos produtos existentes na organização. Importante é destacar os cinco elementos chaves da Gestão da Tecnologia Vigiar – em busca de sinais sobre a necessidade de inovar; Focalizar – a atenção nos esforços para a melhoria dos negócios; Capacitar – essa estratégia com recursos e preparando para soluções inovadoras; Implantar – a inovação; Apreender – com os êxitos e/ou fracassos. Esses elementos são utilizados para desenvolver o Sistema Integrado de Gestão (SIG) na
  • 3. organização para entender dimensão tática num determinado processo produtivo. (GOMES, E.; BRAGA, F, 2004). Oliveira et al. (2004) afirmam ainda, que o mercado competitivo da tecnologia, na assertividade do programa de qualidade no trabalho, auxilia os gestores a gerenciar as mudanças culturais junto a todos os colaboradores na conscientização organizacional. Com a relação dos recursos desprendidos para o desenvolvimento do programa, alcançam-se os benefícios, ao longo do tempo, em favor de todos os envolvidos. A gestão administrativa vem ganhando muitas inquietações e desafios, pois as organizações encontram dificuldades em priorizar e agrupar questões que estão associadas aos movimentos de utilização das novas tecnologias. A partir dessa preocupação, as empresas trabalham gerando a melhoria do ambiente produtivo dos seus colaboradores, em termos de responsabilidade do uso do conhecimento para desenvolver melhor a cada dia suas atividades. O impacto gerado com uso de GT, junto ao ambiente interno, acontece gradativamente, adaptando-se às diversas camadas hierárquicas, incorporando-se a todos os procedimentos das ferramentas administrativas e no aprimoramento do sistema nos processos produtivos. 3. Gestão da Tecnologia no Desenvolvimento da Organização As empresas estudam a possibilidade de ampliação da Gestão Tecnológica em seus serviços e na participação dos profissionais, para aproveitar a realização de uma estratégia em conjunto com os setores produtivos da empresa. O desempenho dos colaboradores no comprometimento da disseminação de informações, através da boa utilização da estrutura física existente na organização e de um planejamento estratégico integrado com os setores na utilização da GT. É primordial que ajam de forma integrada e exista a troca de informações, provocando modificações nos ambientes internos. Nesse relacionamento, para atender as necessidades da empresa, é necessária a atenção contínua nas relações e nas forças que interferem o processo produtivo, conforme descreve Silva (2002, p. 416): Muitos são os fatores que afetam uma indústria e a maioria deles muda constantemente. Estes fatores são chamados forças causadoras das mudanças, e podem se originar tanto dentro como fora da indústria, isto é, o processo de mudanças organizacional pode começar com o surgimento de forças endógenas e exógenas à indústria. No cenário social e econômico de cada região, percebe-se que há poucas ações realizadas que têm como objetivo fornecer instrumentos de GT para gerir com mais eficiência a utilização das ferramentas tecnológicas, para que possibilitem a qualidade nos processos produtivos. Uma sintonia da empresa com o mercado que está inserido, tem a possibilidade de melhorar sua competitividade, por isso identificar e atender seus clientes com eficiência e agilidade, estando à frente dos concorrentes. De maneira que inovar e criar novos produtos, as empresas podem usar métodos que propiciam a busca de informações e conhecimento das pessoas para aplicação prática e envolvendo todos que estão nos processos produtivos. Os sistemas devem ser controlados com a participação dos colaboradores. Neste ciclo, é necessário definir a política tecnológica da empresa, reduzir o prazo entre a descoberta científica e inovação e contribuir com o aumento da produtividade do sistema, para melhoria contínua, com acompanhamento dos resultados e, conseqüentemente, planejar e agir dentro
  • 4. dos objetivos da indústria, mantendo a qualidade. No mundo dos negócios, é uso indispensável a tecnologia e a abertura dos mercados, pois as empresas se defrontam com a redução da rentabilidade no mercado de atuação. Os gestores utilizam à GT como uma opção estratégica, sendo decisiva nos processos produtivos, principalmente para surpreender os consumidores, que ficam atentos às variáveis existentes no que tange a qualidade dos produtos e serviços. Segundo Reis (2004, p.34), “do ponto de vista epistemológico, é impossível isolar a noção de tecnologia ou techné, porque existe uma relação que vai da ciência a técnica, [...]”. Quando se procura compreender por que certas dinâmicas são realizadas na sociedade, descobre-se que muitas destas não fizeram uso suficiente da tecnologia proposta na melhoria da produtividade ou seus produtos, ou para criar novos produtos. O desenvolvimento de novos produtos, com uso dos conhecimentos existentes e a busca de novos, para criação e inovações produtos, através do gerenciamento do capital intelectual inserida na organização propicia um ambiente de criação e idéias inovadoras. Através de redes para compartilhar o conhecimento, estimulando a criação de comunidades intelectuais, tendo como objetivo da rede dar suporte à rede de conhecimentos, valorizando o capital intelectual e facilitar novas tecnologias no auxilio dos processos produtivos. Com o uso de softwares no banco de dados, forma-se um conjunto de conhecimentos que, para administrar e geri-los na empresa, fica mais rápido e dissemina o conhecimento em todos os setores (GOMES, E.; BRAGA, F., 2004). 4. Utilização em GT na Avaliação do Meio-Ambiente Produtivo Acompanha-se diariamente que os negócios de sucesso não são frutos do acaso. Eles são conseguidos com planejamento, perseverança, atitudes na implementação das ações, acompanhamento da evolução tecnológica e dos indivíduos com informações e comprometidos com o propósito estratégico da empresa. Todos os colaboradores da organização, com visão micro e macro do seu ambiente de trabalho (visão holística), passam a produzir estratégias e relações com as novas tecnologias na GT, inovando o processo produtivo da empresa. Assim, foca-se o mercado ou clientes específicos contendo informações das necessidades do cliente, com visão holística de todos os envolvidos no desenvolvimento de novos produtos. Nonaka e Takeuchi (1997) afirmam que na dinâmica da criação do conhecimento interagem o explícito e o tácito. Nesta dinâmica, as pessoas conseguem expressar facilmente, compartilhando as experiências e as observações, para novas perspectivas através do diálogo e do debate, o que faz nascerem novos conhecimentos. A participação de todos os setores da indústria para atingir, a missão e a visão são os impulsos, que gerará uma motivação maior, direcionando a caminhos que indústria irá escolher. Sem este direcionamento, a indústria fica como um barco sem motor, que move para qualquer lado, sempre com o mesmo movimento, descrito Moreira (2002, p. 559): A vida humana sobre a Terra seria inviável se o homem não pudesse contar com certas regularidades presentes no mundo natural. São essas regularidades que permitem a ele, através da observação e da análise dos fenômenos que se repetem, compreender e dominar a natureza. A visão e a missão são dois conceitos fundamentais e distintos, mas complementares e intimamente ligados entre si, conforme descreve Costa (2002, p. 35): “os alicerces de uma
  • 5. empresa são compostos por sua visão, missão, abrangência, princípios e valores e posicionamento estratégico. O propósito é a estrutura consistente formada por esses elementos conceituais”. Como se fossem duas faces da mesma moeda: a primeira procura descrever o que a organização quer ser no futuro e a segunda resulta de uma reflexão sobre a razão de sua existência. As indústrias desenvolvem definições formais de suas missões que procuram envolver a qualidade nos produtos e serviços, competitividade e o uso das tecnologias disponíveis. Uma declaração de missão é uma declaração do propósito da indústria, o que ela deseja atingir em um ambiente maior. A definição clara da missão age como uma “mão invisível” guiando as pessoas dentro da instituição, conforme descreve Costa (2002, p. 37): Algumas coisas podem, e, eventualmente, devem mudar. As formas de agir, a procura de mercados, os produtos e serviços, as localidades, os parceiros, as tecnologias, os organogramas, as normas, os procedimentos e até mesmo o nome da indústria, os proprietários ou controladores, podem ser, em tese, objeto de mudança. Entretanto existem alguns poucos pontos fixos. São, exatamente, aqueles tópicos que não estamos dispostos a mudar. São os princípios e os valores. Importante a disseminação das informações sobre a utilização adequada dos recursos tecnológicos e dos benefícios da qualidade no trabalho, itens indispensáveis para a competitividade e busca de um posicionamento estratégico dos produtos e serviços. Contudo, as empresas se defrontam com o desafio de identificar seus pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades, com intuito de melhorar seu desempenho e fortalecimento de programas e do processo produtivo. Tudo isso, com uso de um SIG na disseminação e a participação responsável de todos os colaboradores nas decisões das ações definidas na indústria. Envolver os vários níveis de conhecimentos existentes na empresa proporciona o uso adequado de um Sistema Integrado na Gestão e por intermédio da troca de informações. Simultaneamente, promove subsídios para dar sustentabilidade aos interesses produtivos, econômicos e competitivos da empresa. Existem novas abordagens que ajudarão no diálogo entre sujeitos, buscando uma relação mais próxima dos profissionais e os usuários, com o objetivo de incentivar a aproximação entre os sistemas de TI e os sujeitos que buscam TI. Usar a teoria existente para realização e aplicação para uso da ciência, aos usuários e interações das informações entre os setores produtivos da organização. Algumas precauções precisam ser tomadas antes da escolha e utilização das ferramentas seja em Tecnologia em Informação ou de Qualidade. Entre elas, está o fato de interagir com os colaboradores em relação ao desenvolvimento de uma infra-estrutura e tecnologia adequada na realização das atividades produtivas da empresa. 5. Gestão da Informação e Gestão da Qualidade A expansão lenta de Tecnologia em Informação (TI) nas organizações vem só aumentar a necessidade de uma gestão integrada que contribua na manutenção da qualidade e das atividades realizadas. Por isso, a importância de uma ação conjunta com os colaboradores para gerar uma transformação na cultura organizacional, que visa o uso da gestão qualidade no trabalho com suporte em TI nos processos produtivos e na aprendizagem contínua das etapas. Uma conseqüência prática é o desenvolvimento de técnicas empresariais, despertando a criação de novos serviços e o uso da tecnologia onde e conforme Reis (2004, p. 144), “o
  • 6. desempenho das relações entre indústrias é uma construção multidimensional que envolve a criação, a transferência e a disseminação do conhecimento”. Com isso, os objetivos de relacionamento e criação do conhecimento interagem nas etapas do processo de implantação de programa de avaliação contínua. Slack et al. (2002, p. 549) afirmam que “há uma crescente consciência de que bens e serviços de alta qualidade podem dar a uma indústria uma considerável vantagem competitiva”. Esse movimento vem aumentando os recursos para a adaptação de todos os setores, na busca da mudança de alguns paradigmas existentes na empresa, em relação direta com a realidade dos seus setores produtivos para um modelo de integração contínua dos colaboradores. A evolução da qualidade é embasada em conceitos, teorias e épocas distintas da história das indústrias. Esses auxiliam na gestão da qualidade, para detectar problemas na elaboração dos produtos, atendendo a exigência maior do cliente, além de proporcionar garantia da qualidade dos produtos e serviços (OLIVEIRA et al. 2004). Segundo Davis (2001), nos últimos anos as indústrias brasileiras estão buscando a melhoria da qualidade no trabalho e dos processos produtivos. Elas estão repassando, aos seus colaboradores, ferramentas da qualidade para a realização do trabalho na relação com as pessoas. As ações em conjunto na indústria têm como objetivo promover o desenvolvimento contínuo da qualidade no trabalho e uso em TI, criando ou utilizando mecanismos para promover a avaliação dos processos produtivos, consequentemente buscará uma expressividade na melhoria das atividades executadas por todos na empresa. Isso contribuiu significativamente para o desenvolvimento econômico e da consciência da aplicação da qualidade no trabalho e da tecnologia em todas as áreas de atuação da empresa e das relações com a sociedade que está inserida, conforme relatam Slack et al. (2005, p. 556): A qualidade percebida poderia ser pobre, porque há um descasamento entre a qualidade real do serviço ou produto proporcionado pela operação e sua especificação de qualidade interna. Isso pode, por exemplo, ser o resultado de uma especificação inadequada ou inatingível, ou de pessoal inexperiente ou mal treinado, ou porque sistemas efetivos de controle não estão em posição de garantir os níveis definidos de qualidade. Utilizando-se com maior eficiência das informações existentes em um banco de dados na empresa, a integração entre os setores cria uma rede de relacionamentos que proporciona envolvimento dos atores responsáveis na transferência do conhecimento adquirido. Assim, conforme interesse comum de cada setor, que zela pela realização de pesquisas dos usos das ferramentas da GT, para o maior comprometimento da qualidade no processo de aprendizagem. Sugere-se, que se trabalhe com enfoque participativo, da continuidade lógica detalhando o conjunto de atividades suficientes para o alcance da situação desejada, contanto a utilização correta da TI e os recursos da gestão de qualidade. 6. Tecnologia da Informação e Gestão da Tecnologia A importância da TI e do uso contínuo das ferramentas da qualidade aperfeiçoa os colaboradores através de treinamentos, com o intuito de melhorar a qualidade no trabalho e nos produtos e serviços ofertados pela empresa. Tais influências, depois de estudadas e aplicadas no contexto da indústria, poderão transformar sua realidade, propiciar uma estrutura mais ágil e integrada com todos os setores produtivos (SOUZA, 2003). É grande a variedade de ações existentes na gestão da qualidade e na integração dos
  • 7. colaboradores no uso da TI nas organizações. Logo, possuem características que as diferenciam uma das outras. Porém, algumas ações destacam a capacitação dos gestores e funcionários com intuito de melhorar qualidade dos produtos. Entende-se que a questão do desenvolvimento da qualidade de ensino demanda uma orientação mais abrangente, com visão de longo prazo, do que as ações momentâneas sem continuidade no processo de formação. Já no contexto organizacional, ao se relacionarem as ações planejadas e a gestão da qualidade no uso dos conceitos e recursos disponíveis com uso do SIG, se agilizará a tomada de decisões. Assim, se obterá como resultado um produto que o consumidor deseja, com qualidade e preço. Isso é possível com a participação ativa dos colaboradores, transferindo-se a qualidade do trabalho existente na indústria aos produtos e serviços por eles desenvolvidos. Nos últimos anos ocorreram inúmeras mudanças que refletem direto ao perfil do trabalhador, pela transição contínua das informações existentes no mundo do mundo de negócios da organização. De maneira que as empresas buscam novas oportunidades em pesquisas e de gerar novos conhecimentos com uso da GT. Aproximar instâncias e melhorar os resultados com um processo de retroalimentação contínua, para resposta de bom nível às demandas de prospecção tecnológica e ter um tratamento mais eficiente em alimentar e renovar os exercícios prospectivos necessários para o contínuo aprendizado em TI. Com inúmeras informações circulando na empresa, e de acesso a todo, com uso da tecnologia da informação gera benefícios que vão ao encontro das atividades que são executadas, além da utilização a tecnologia de informação disponível, que serve de recursos no gerenciamento do conhecimento (GOMES e BRAGA, 2004). O uso da TI e da qualidade nos processos da empresa proporcionam um ambiente para a criação e inovação de produtos e serviços. Com um ambiente favorável para a se expressar das idéias, os colaboradores motivam-se mais e, conseqüentemente, conseguem manter a indústria competitiva no mercado em que atua. A GT, ao sensibilizar seus colaboradores, procura-se otimizar com a utilização do patrimônio tecnológico desenvolvendo a capacidade tecnológica para preservar o potencial tecnológico e inventariar o potencial tecnológico. Com isso, avaliando o nível de desenvolvimento tecnológico pode monitorar a evolução tecnológica da organização. 7. Considerações Finais Os recursos em GT existentes nas empresas podem apresentar uma vivência mais dinâmica para os colaboradores, mantendo uma aprendizagem contínua ou desenvolvendo um trabalho consciente e tendo a competência em manter suas ações, sem perder o foco do negócio. Nota- se a preocupação dos autores em relatarem os estudos científicos para solução de problemas sociais e empresariais. Ao se mencionar a capacidade de aprender do ser humano, na difusão e na transferência das experiências, vista como um papel importante na economia gera-se uma disseminação rápida do conhecimento, utilizando SIG, em que se permite a expansão das relações. O compartilhamento de atividades em uma linguagem de fácil entendimento transferindo todo tipo de conhecimento a qualquer pessoa, gera integração social, possibilitando a geração desses conhecimentos e de inovações. A discussão das taxas de inovações e as tecnologias, reflexo do capitalismo, que envolvem P&D (pesquisa e desenvolvimento), com uma forte demanda por Recursos Humanos, exige
  • 8. cada vez mais investimentos em pesquisas. Destaca-se, ainda, que não há tecnologias de informação e comunicação sem base em recursos humanos, para realizar o uso do conhecimento e a transferências de inovações. Na intenção de aplicar a GT e o conhecimento nos processos produtivos, ocorre o estímulo aos gestores e colaboradores no estudo e pesquisa das práticas que favoreçam melhores resultados. Com isso, proporciona-se mais atenção nas questões de produtividade e competitividade atribuídas aos processos e na gestão qualidade, contribuindo para os resultados. A possível contribuição está em que a SIC pode possibilitar a estrutura dos trabalhos no foco do negócio da organização. Esta abordagem vem ajudar os gestores e colaboradores na construção do conhecimento, modelando o entendimento da tarefa e seu desempenho dos processos produtivos. Os modelos, descritos neste artigo são aspectos que precisam ser aprofundados para fundamentar os processos produtivos e incluí-los na cultura organizacional. É necessária a implementação de uma estrutura que toda a organização participe, criando a integração das informações e do uso das ferramentas de gestão à reflexão e avaliação a cada atividade executada, incrementando a qualidade nos produtos e serviços organizacionais. Conclui-se que, a estrutura SIC, baseada no uso do de SIG, pode ser aplicada à maioria dos processos produtivos da empresa. Sua utilização é valorizada porque pode ser implementada gradativamente, obedecendo às etapas de sensibilização e de treinamentos específicos aos componentes da GT, envolvendo todos os setores. A abordagem baseada em TI, na execução das tarefas da SIC, criará habilidades para direcionar as preocupações da empresa com a criação e inovação do conhecimento pela organização. Referências: COSTA, E. A. Gestão estratégica. São Paulo: Saraiva, 2002. DAVIS, K. Comportamento humano no trabalho: uma abordagem organizacional. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001. DE ANDRADE, et al. Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. São Paulo: Perason Education do Brasil, 2002. GOMES, E.; BRAGA, F. Inteligência competitiva: como transformar informação em um negócio lucrativo. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004. MOREIRA, D. A. Administração da produção e operações. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação do Conhecimento na Empresa: Como as Empresas Japonesas Geram a Dinâmica da Inovação. Rio de Janeiro: Editora Campus. 1997. OLIVEIRA, et al. Gestão da qualidade: tópicos avançados. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. REIS, D. R. Gestão da inovação tecnológica. Barueri, São Paulo: Manole. Barueri, 2004. SILVA, R. O. Teorias da administração. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2002. SLACK, N et al. Administração da produção. São Paulo: Atlas, 2002. SOUZA, D. L. O. de. Ferramentas de GT: um diagnóstico de utilização nas PMEs Industriais da Região de Curitiba. PPGTE (Dissertação de Mestrado), 2003.