N.º 11 o ideias janeiro 97 ano iii

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N.º 11 o ideias janeiro 97 ano iii

  1. 1. Janeiro 97 Ano III Nº 11 50$00 Em Abril de 1995 quatro alunos da nossa SUMÁRIO escola reuniram-se num café para discutir uma ideia, um projecto ambicioso que se fosse bem sucedido iria alterar significativamente a vida académica, e o dia-a-dia da nossa escola. Na mente de cada um fluíam ideias para valorizar o projecto, mas de Pág. 2 Entrevista com o Presidente do imediato apercebemo-nos que um grupo restrito de pessoas NEGE, Alexandre Silva não eram suficientes para atingir o âmbito desejado, que erafazer um jornal interventido, em que se conjugassem as diversasforças da escola com uma periodicidade mensal. Mas mesmo assim Pág. 6 Horas de Estudodecidimos avançar no vazio e procurar desde logo transmitir umaimagem credível do jornal, para isso procurámos a colaboração deprofessores, fizemos uma entrevista ao Presidente do IPS eapresentámos alguns artigos de divulgação das actividades Pág. 8 EURO, moeda única, sim ou nãodesenvolvidas pela AE, de opinião e passatempos . Mas para que ojornal cumprisse a sua principal função que é fazer chegar a suainformação ao maior número de pessoas possível faltava-nos oessencial que eram os meios monetários para o reproduzir, para lhes Pág. 10 I e a d " I e a " dis O disfazer face solicitámos o apoio da nossa Comissão Instaladora queapós demorada reunião de esclarecimentos nos cedeu gentilmente atiragem integral da primeira edição, que distribuímos pelos alunosdesta escola gratuitamente. Pág. 12 Momentos de poesia O primeiro passo estava assim conquistado, o jornal foi bemrecebido por todos, foi então que nos deparamos com um novodilema: Como conseguir patrocínios e colaboradores para continuar?Outra solução não tivemos que ir para a cidade com a primeira Pág. 14 Como escolher um computador ?edição debaixo do braço à procura de casas que quisessem fazerpublicidade no nosso jornal. A procura deu frutos, tivemos algumasorte, e em pouco tempo tínhamos já assegurada a nova tiragem.Depois as coisas foram correndo de um modo mais ou menos Pág. 15 Lei de bases - a base de umanormal, é claro que apareciam sempre algumas contrariedades quer polémicano tratamento gráfico, quer no momento em que íamos fotocopiar ooriginal. A verdade é que ao longo destes quase 2 anos o IDEIAS cresceu,timidamente, mas cresceu. E muito deve ao vosso apoio ecolaboração de forma directa e indirecta. Mas agora que já parecia estável surgiu um novo desafio a quenão é alheia a sua nova imagem. Agora que já é impresso emtipografia, factor que o aproxima mais do conceito de jornal a queestamos habituados, necessita mais do que nunca da vossacolaboração, dos vossos artigos, das vossas ideias e das vossascríticas. Mas mais uma vez não poderíamos ter dado este passo sem CALT HROa preciosa colaboração da Comissão Instaladora da nossa escola quenos disponibilizou uma parte da verba necessária para a evolução. E BR Apor isso não podíamos deixar de lhes prestar aqui o nosso sinceroagradecimento. Luzia Valentim " s ue p ç " O e sao
  2. 2. O Ideias ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○Entrevista com... ... Alexandre Silva (Presidente do NEGE) IDEIAS: O que te levou a elaboração de manuais escolares, opinião sobreformar uma lista para concorrer ao recorrendo aos apontamentos dos isso?NEGE? alunos, que depois de compilados A.S.: As Alexandre Silva: Formei uma serão postos à disposição dos coisas não terãolista porque o principal ideólogo do interessados na reprografia. O corrido daNEGE, que no ano passado foi ideal seria que fossem os próprios melhor formacabeça de lista de uma das listas Professores de cada cadeira a no anteriorconcorrentes, este ano não elaborar os manuais escolares, mas m a n d a t oavançou, e como partilho os como nem todos estão de acordo, porque alguns elementos da listamesmos ideais, decidi avançar para temos de nos socorrer dos nossos talvez não se tenham apercebidonão deixar cair o projecto. E meios. Um outro objectivo do atempadamente que o núcleo lhes iatambém porque devido à actual NEGE é a organização dos exigir algum esforço a nível pessoal,situação financeira do NEGE, currículos dos alunos finalistas do talvez tenham feito demasiadosninguém lhe “quis pegar”. nosso curso, com o intuito de serem gastos e as coisas talvez tenham Para formar a lista tive alguma enviados para as bases de dados do sido tratadas muito em cima dadificuldade em conseguir pessoas, NERSANT, com o qual já foi hora, devido à falta depor isso o resultado foi uma lista celebrado um acordo, para a CGD, planeamento e de visão.heterogénea, em que não constam e para outras empresas a definir, no De resto ainda não analisei aos “grandes nomes” do curso, no sentido de colocar os alunos nessas fundo o dossier do NEGE porqueentanto é um conjunto de pessoas empresas para a realização de me foi entregue há pouco tempo,válidas, cheias de vontade de estágios. Basicamente os nossos mas posso adiantar que estamostrabalhar. objectivos a concretizar são os que com uma dívida por saldar à AE no acabo de referir. valor de 45 mil escudos, respeitante IDEIAS: Quais os principais Não fizemos um projecto a uma visita de estudo realizadaobjectivos que gostarias de ver grande e ambicioso, porque o que em que os patrocínios faltaram àcumpridos pelo NEGE? gostaríamos era juntar os alunos última hora. Mesmo assim o NEGE A.S.: Estamos um pouco nas tertúlias, fazer uma visita de conseguiu pagar logo 55 milcondicionados por causa da AE, estudo à CGD, organizar o jantar escudos.visto que no programa eleitoral da de curso. Se conseguirmos fazer Agora, quem sou eu para criticar alista vencedora, estava prevista a isto já é uma vitória e o tempo que direcção anterior? Em meuintegração do NEGE num nos resta será pouco, porque acima entender acho que fizeram odepartamento da AE. Por isso de tudo somos estudantes e o melhor que sabiam e que puderam.estamos à espera que esta se interesse de cada um em concluir o Eu também posso não conseguirestabeleça para nos organizarmos e cursos deve ser respeitado. cumprir tudo o que prometemos, setraçar o caminho que nos pemitirá nos faltarem os recursos humanos/atingir os nossos objectivos, que IDEIAS: Todos sabemos que financeiros para isso.serão vários dos quais posso no anterior mandato se notaramdestacar: as tertúlias académicas, a algumas deficiências. Qual é a tua IDEIAS: Qual é a situação Ficha Técnica O Jornal "O Ideias" é Endereço para contactos: Directora: Luzia Valentim publicado nos meses de Jornal "O Ideias" - Escola Superior Redacção: José Luís Carvalho, Janeiro, Março, Abril, Maio, de Gestão de Santarém Nuno Bernardo e Junho, Novembro e Complexo Andaluz António Braçais Dezembro com uma Apartado 295 Montagem: Rui Costa tiragem de 300 exemplares. 2003 Santarém Codex Revisão: José Luís Carvalho Pode ser fotocopiado Tel.:332121 Fax: 332152 Publicidade: Luzia Valentim e paradistribuição gratuita. Rui Costa Impressão: Tipografia Escolar 2
  3. 3. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Janeiro/1997actual do NEGE? No entanto o que eu gostaria era de salutar uma vez que contribui para A.S.: Temos a dívida que atrás manter uma boa relação de um curso mais produtivo.referi, por saldar, mas já existe uma cooperação, uma vez que vamos ser IDEIAS: Como gostariasmaneira prática de a ultrapassar, integrados na estrutura da AE, que fosse o NEGE no futuro? E odesde a retenção dos lucros das mantendo a nossa autonomia, mas que vais fazer para atingir essafotocópias dos manuais, da visita de não sei bem até que ponto. O meta?estudo que vamos fazer à CGD, desejável neste caso seria que A.S.: Eu gostava de voltarmas isto são coisas que vamos ter de ambos pudéssemos trabalhar sem daqui a três ou quatro anos e dediscutir com a AE. haver atritos, que prejudicariam ver um núcleo dinamizado, que ambas as partes. IDEIAS: Como desejarias interviesse nos assuntos internos,que fossem as relações entre o IDEIAS: Como poderão os que contribuísse para a valorizaçãonúcleo e a AE? alunos de GE, sempre que do curso. Em suma um núcleo A.S.: O projecto definido para desejarem, intervir no NEGE? como uma força viva da escola.os núcleos da lista que ganhou as A.S.: Os alunos de GE vão IDEIAS: Qual é o projecto queeleições é um pouco abstracto, por poder colaborar com o núcleo em está actualmente em curso?isso fiquei com algumas dúvidas todos os sentidos, para isso basta A.S: Actualmente estamos asobre o que pretendem, mas confio contactar qualquer elemento do preparar uma conferência noque depois da reunião com eles tudo NEGE. Todos são bem vindos e auditório. É tudo quanto possoficará mais claro. E só nessa altura quanto mais gente nos ajudar adiantar.te posso esclarecer sobre as relações melhor. A meu ver a participaçãoentre o NEGE e a AE. de todos na vida académica, é de “O IDEIAS” Além de sermos um importante veículo de comunicação interna que prima pela divulgação, pelo debate e pela reflexão, somos também o rosto desta escola e a prova daquilo que os estudantes conseguem fazer, mesmo sem as condições mais adequadas. Estamos a expandir a área de cobertura do jornal para fora da escola, nomeadamentepara as empresas da região, para outras escolas e para os órgãos de comunicação social. Seremos a imagem demarca da ESGS. PROCURAMOS PARA ADMISSÃO IMEDIATA COLABORADORES Perfil Requerido • Ser estudante (e não somente aluno); • Elevado sentido de responsabilidade; • Gosto pela escrita; • Com ou sem experiência; Oferece-se • Formação específica; • Integração em equipa jovem e dinâmica; • Valorização pessoal; Contactar: Luzia Valentim, Rui Costa, José Luís Carvalho ou deixar recado (por escrito, de preferência) na Associação de Estudantes. 3
  4. 4. O Ideias ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Angelina Reis Brilhante no Corta Mato Universitário Angelina Reis e Valter Jerónimo frente da mesma nas primeiras voltas, estiveram presentes no passado dia mas veio depois a quebrar nas últimas 1 d e D e z e m b r o n o Campeonato duas voltas, acabando por ser o 18º da Nacional Universitário de Corta Mato geral e 13º universitário. em representação da Escola Superior Gestão de Santarém. O Campeonato Nacional Universitário de Classificações Corta Mato realizou-se num excelente percurso na Quinta do Calhau, em Monsanto Masculinos: (9 000 metros) - 1º, João e contou com grandes valores nacionais. Junqueira (Maratona C.P.), 26.04; 2º, Vítor Na prova feminina, Fernanda Marques Almeida (Sporting C.P.), 26.08; 3º, Alfredo isolou-se cedo terminando com uma boa Brás (Maratona C.P.), 26.19; 4º, Albertovantagem sobre as suas mais directas adversárias. Na Chaiça (Maratona C.P.), 26.53; 5º, Amândio Frias (FMH),recta final, Carla Sacramento ultrapassou Ana Dias. 27.10 (1º universitário); 6º Ezequiel CanárioAngelina Reis com uma prova de grande nível terminou (Conforlimpa), 27.55; 7º, Pedro Branco (U. Minho), 28.09num espectacular quinto lugar e foi a terceira Universitária. (2º univ.); 8º, João Jaques (U. Trás os Montes), 28.26 (3º No sector masculino, a competitividade foi maior univ.); ... 18º, Valter Jerónimo (ESGS), 31.29 (13º univ.).e mais emocionante, com alternâncias sucessivas nocomando, evidenciando-se Ezequiel Canário, que depois Femininos: (4 500 metros) - 1ª, Fernanda Marquesquebrou, e Alfredo Brás, que esteve sempre na frente a (Maratona C. Maia), 15.02; 2ª, Carla Sacramentoespicaçar o ritmo da prova. E à entrada para a última volta (Maratona C. Maia), 15.14; 3ª, Ana Dias (Sporting C. P. -apareceu isolado... convencido de que estaria a entrar na U. Alg.), 15.18 (1ª universitária); 4ª, Anália Rosa (IJP),meta ! Acabou por ser ultrapassado por João Junqueira (o 15.59 (2ª univ.); 5ª, Angelina Reis (ESGS), 17.00 (3ª univ.).grande vencedor) e por Vítor Almeida. Quanto a Valter Valter JerónimoJerónimo fez uma boa prova acompanhando o ritmo da AVENTURAS E DESVENTURAS DE UM RADIOFONISTA NA RÁDIO GEST “Boa tarde, caros ouvintes, vão ficar com uma colunas e amplificadores não estão regulados dehora de boa música e disposição, com o programa maneira que se possa perceber num volume moderado.Horagá, na Rádio Gest”. Talvez devido a isso e ao desconhecimento de Assim se inicia o nosso programa Horagá na Rádio muita gente da existência de uma rádio, com programasGest, programa este que tem como objectivo levar a elaborados, na nossa Escola, a receptividade aos nossostodos os frequentadores desta Escola, música actual e as apelos não seja a mais satisfatória. Por isso e atravésnotícias em foco. Para conseguirmos cumprir este deste outro meio de comunicação, gostaríamos de pedirobjectivo, a Rádio Gest põe ao nosso dispor material de que dêem um pouco mais de atenção aos “ruídos” queelevado nível técnico, o que faz com que nós, meros saem das colunas que enfeitam o bar, e que respondamamadores nestas coisas da rádio, nos sintamos como os aos nossos apelos, porque nós queremos que o programaprofissionais, que entre quatro paredes forradas a Horagá , e os outros, não sirvam apenas para a diversãocortiça levam a todos o divertimento e a boa disposição. de quem os faz (e podem crer que é muita), mas tambémPara estas condições técnicas que nos são postas à para a de todos os ouvintes.disposição, deixamos uma salva de palmas. “Espero que tenham gostado do programa Horagá, Até aqui tudo é bom, mas passando a porta que nos fiquem com esta última música, nós voltamos Quarta-isola dos ouvintes, as nossas caras começam a perder os Feira das 11 às 12 horas. Tchau.”traços de profissionais, pois apercebemo-nos de que Os Radiofonistas Rui Pedro Marques e Ricardoestivemos a contribuir para a poluição sonora que existe José L. Miguelno bar da E.S.G.S. Poluição esta que não se deve aofacto de o nosso programa ser mau, mas sim porque as 4
  5. 5. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Janeiro/1997 Escola Superior de Gestão de Santarém Instituto Politécnico de Santarém VENCER O DESAFIO DESAFIAR O FUTURO CURSOS DE BACHARELATO [ GESTÃO DE EMPRESAS (Portaria nº. 317-B/86, de 24/6) [ INFORMÁTICA DE GESTÃO (Portaria nº. 438/89, de 15/6) [ GESTÃO AUTÁRQUICA (Portaria nº. 1052/93, de 19/10) [ MARKETING (Portaria nº. 1351/95, de 14/11) CURSOS DE ESTUDOS SUPERIORES ESPECIALIZADOS [ MARKETING E CONSUMO (Portaria nº. 351/90, de 8/5) [ GESTÃO DE COOPERATIVAS AGRÍCOLAS (Portaria nº. 152/91, de 20/2) [ INFORMÁTICA E GESTÃO (Portaria nº. 715/94, de 9/8) [ GESTÃO FINANCEIRA (Aguarda aprovação ministerial) [ GESTÃO AUTÁRQUICA E REGIONAL (Aguarda aprovação ministerial) COMPLEXO ANDALUZ - APARTADO 295 2003 SANTARÉM CODEX Telef. (043) 33 21 21 Fax (043) 33 21 52 5
  6. 6. O Ideias ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Ciúme mata Desenhador O leitor olha - Bem entendido que não desejaria a ninguém que para o corpo do isto acontecesse, mas o Gregory era um homem sem conhecido artista de escrúpulos e andava a fazer propostas à minha mulher. publicidade, Richard Inclusivamente chegámos a trocar algumas palavras Gregory, caído sobre o um pouco exaltadas sobre o assunto. Mas porque seria estirador, no estúdio de sua que um desenhador com tanto êxito como ele se quereria casa. Tem o rosto meio matar? Isso é o que eu não percebo. Beverly Logan, a escondido, deixando ver viúva da vítima, diz então: apenas o lado direito e o - Sei muito bem o tipo de homem que era Richard. buraco de uma bala na têmpora. Tive de passar por cima de muitas coisas que ele fez em Segura ainda um arma na mão dez anos de casamento. Também tinha notado que ele direita e os seus olhos prendem-se no andava interessado em Jane, mas tinha a certeza de querelógio, com pulseira de ouro flexível, marcando 16 horas isso passaria, como lhe acontecera já muitas vezes.e 45 minutos. O braço da vítima encontra-se estendido Recentemente confessou-me ter sofrido algumas perdassobre uma ilustração inacabada, em cima do estirador, e financeiras nos investimentos que fizera, mas não haviatem os dedos da mão esquerda presos ao rebordo dessa motivo para julgar que ele se encontrava tão apertadoilustração, cheia de tinta. em questões de dinheiro, e se matasse por isso. - É uma coisa horrível - exclama a jovem e bonita Jane - Como pode falar com essa calma sobre o assunto?Logan, secretária da vítima e uma das três pessoas que - exclama Jane. - Sei que você não gostava dele!... Nestaestavam em casa no momento da tragédia. - Era uma altura o leitor interrompe a conversa:pessoa tão boa e compreensiva... O melhor dos patrões. Eu - Por aquilo que vi, não me parece que Richard seestava a escrever à máquina na secretária, ali ao canto. tenha suicidado. Estou certo de que se trata de umDepois fui à cozinha beber água, e foi nessa altura que ouvi crime. E fixa o olhar no suspeito.o tiro. Que motivos o levam a suspeitar de crime, e quem é - Confesso desde já que não tenho muita simpatia pelo o suspeito.homem - disse Tom Logan, o marido de Jane. Estatuto de Estudante • O estudante estuda. observações com objectivos construtivos salientando • O estudante se não está a estudar os seus defeitos; está a raciocinar. • O estudante não copia, recolhe dados; • O estudante não chega tarde, • O estudante não reprova, renova a sua experiência; atrasa-se por motivos de força maior; • O estudante não se porta mal, o conceito de • O estudante não se deixa dormir, comportamento é que difere. o despertador é que não toca; • O estudante não mente, apresenta a verdade sob • O estudante nunca falta às aulas, outro ponto de vista não comparece por motivos de força • O estudante não vive, sobrevive; maior; • O estudante não bebe, saboreia; • O estudante não é posto na rua, é • O estudante não conversa nas aulas, troca necessária a sua presença noutro local; impressões;• O estudante não se mete em problemas, estes é que • O estudante não dorme, descansa o cérebro; vão ao seu encontro; • O estudante não chateia o professor, apenas discorda• O estudante não destrói o material escolar, este é que bastantes vezes. se deteriora; • O estudante não suja a escola, esta é que não se• O estudante não conspira contra o professor, este é encontra nas devidas condições de limpeza; que tem o complexo da conspiração; • O estudante sabe sempre tudo, padece é de uma• O estudante não diz mal do professor, faz doença chamada amnésia temporária; 6
  7. 7. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Janeiro/1997 O Estudante Cozinheiro Bacalhau com natasIngredientes: 4 boas postas de bacalhau (seco/salgado) 2 cebolas médias (para 8 pessoas) O homem que foi parar ao manicómio, ? 1 Kg de batatas cortadas em jardineira conta porquê. ¼ Lt de natas Eu casei-me com uma 4 claras levantadas em castelo viúva jovem que tinha uma filha. 7,5 dl de leite Depois da morte da minha mãe o 60 g de farinha meu pai enamorou-se da minha 60 g de manteiga enteada e casou com ela. Disto resultou sal, pimenta, noz moscada e azeite, quanto baste que a minha mulher ficou sendo sogra de meu pai queConfecção: já era seu sogro. Eu tornei-me padrasto do meu pai e a minha Depois de bem demolhadas, as postas de bacalhau enteada a filha da minha mulher fez-se minha madrasta.são cozidas e depois escolhidas de peles e espinhas. Depois, esta teve um filho e este, claro está, era meuCorta-se a cebola em meias luas e vai a refogar num tacho irmão porque era filho de meu pai, mas também eracom um pouco de azeite. meu neto, porque era filho da filha da minha mulher. Quando a cebola estiver refogada, sem alourar, Isto fez com que eu ficasse simultaneamente, avô dojunta-se o bacalhau e as batatas, que previamente foram meu irmão. A seguir a minha mulher teve também umfritas. Faz-se um molho branco com margarina, o leite e filho que era irmão da minha sogra e também seu netoa farinha, junta-se no tacho assim como, as natas, as porque ele era filho do filho de seu marido.claras em castelo e mexe-se bem, temperando-se com sal, Este nascimento originou uma trapalhada completa:noz moscada e pimenta. Põe-se num pirex ou assadeira, o meu pai tornou-se cunhado do meu filho, porque aalisa-se com uma espátula; salpica-se com uns irmã do mesmo é sua mulher, eu fiquei irmão do meubocadinhos muito pequenos de margarina e vai a corar próprio filho e filho da minha avó. Sou cunhado dano forno forte. minha madrasta e a minha mulher é tia do seu próprio Carla Sofia Antunes Pereira filho e este, sobrinho de meu pai; do que resultou eu 2ª ano de Marketing tornar-me avô de mim mesmo. “O IDEIAS” Além de sermos um importante veículo de comunicação interna que prima pela divulgação, pelo debate e pela reflexão, somos também o rosto desta escola e a prova daquilo que os estudantes conseguem fazer, mesmo sem as condições mais adequadas. Estamos a expandir a área de cobertura do jornal para fora da escola, nomeadamentepara as empresas da região, para outras escolas e para os órgãos de comunicação social. Seremos a imagem demarca da ESGS. PROCURAMOS PARA ADMISSÃO IMEDIATA COLABORADORES Perfil Requerido Oferece-se • Ser estudante (e não somente aluno); • Formação específica; • Elevado sentido de responsabilidade; • Integração em equipa jovem e dinâmica; • Gosto pela escrita; • Valorização pessoal; • Com ou sem experiência; Contactar: Luzia Valentim, Rui Costa, José Luís Carvalho ou deixar recado (por escrito, de preferência) na Associação de Estudantes. 7
  8. 8. O Ideias ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ MOEDA ÚNICA: SIM OU NÃO? Quando a moeda única saltou portuguesas estiverem preparadas desaparecimento da taxa de câmbiopara as páginas dos jornais e para a para fazer face à concorrência. e constitui o principal receio dosboca dos políticos pouca gente Por sua vez as empresas empresários na medida em que nãoacreditava na possibilidade da sua portuguesas só conseguirão fazer se poderá mais recorrer àconcretização. Para a maioria das face à concorrência se se tornarem desvalorização da moeda parapessoas isso não passava de uma mais produtivas, se abandonarem incentivar o incremento das nossasutopia. Nessa altura ninguém os tradicionais sistemas de exportações (no fundo é o que temdiscutia as consequências eco- produção, se encaminharem pela vindo a acontecer nos últimos anosnómicas que o antecessor do euro via da inovação tecnológica, se com a chamada política do escudo(o ecu) poderia trazer ao País optarem (muitas delas) pela forte), por isso, são de preverporque simplesmente ninguém internacionalização, se apostarem dificuldades acrescidas para osacreditava nesta profecia. em técnicos altamente qualificados sectores da economia que Actualmente acontece exacta- e fundamentalmente se souberem tradicionalmente beneficiavam commente o contrário: até os mais tirar proveito da penetração nos as desvalorizações da nossa moeda,cépticos já falam nas vantagens e mercados dos PALOP’s e do Brasil. nomeadamente empresas do sectornas desvantagens da moeda única Ao contrário do que pensa a têxtil e do calçado.de tal forma que implicitamente generalidade dos responsáveis Prevê-se também que a moedaadmitem que ela será uma políticos, e não só, o sucesso única concorra para uma baixa narealidade mais cedo ou mais tarde. económico do nosso país não passa taxa de inflação e espera-se que Mas o mais interessante no meio fundamentalmente pela Europa, influencie uma baixa nas taxas dedisto tudo é a interpretação que mas sim por África e pela América juro. Com as taxas de juro acada economista faz dos factos que do Sul. A Europa é apenas o espaço baixarem o investimento tenderá anos poderão levar à moeda única. geográfico em que Portugal se situa aumentar, o que proporciona aPor exemplo, a eliminação das e a União Europeia é um parceiro criação de novos postos detaxas de câmbio é para os nas nossas trocas comerciais (que, trabalho. No entanto nós sabemoseuropeístas uma vantagem que por acaso (?) se encontram que existe uma relação inversaadvém da moeda única porque tal fortemente concentradas). Desta entre a inflação e o desemprego (ofacto trará, entre outras forma a União Europeia deve chamado trade-off). Assim, se porconsequências positivas, uma maior passar a ser não apenas um um lado podemos estar naestabilidade ao nível da formação parceiro, mas também um meio expectativa de ver diminuir ode preços, no entanto, para os para obter novos parceiros. desemprego em virtude doeurocépticos o fim das taxas de Seria bom que quem de direito, aumento do investimento, porcâmbio acaba por se traduzir numa notasse que no século XVII o ouro outro lado também são legítimos osdesvantagem na medida em que vinha do Brasil, actualmente as receios daqueles que em virtudedesta forma desaparecerá um minas são procuradas na Ásia, mas duma taxa de inflação mais baixaimportante instrumento da política no próximo século as naus prevêem um possível aumento dofinanceira. navegarão em direcção a África. E desemprego. Mas o que interessa ao cidadão seria bom também que quando os De facto o simples aumento docomum é saber se quando deixar de outros se virassem para o investimento não constitui umareceber o seu salário em escudos e o Continente Africano nós já lá garantia segura para o combate aopassar a receber em euros terá o estivéssemos. Enquanto andarmos desemprego. Se não houver ummesmo poder de compra que antes a reboque da Europa as vantagens aumento da produtividade e daou não. E aqui entramos num e as desvantagens da moeda única competitividade nos países maiscapítulo da ciência económica serão sempre as mesmas, pelo pobres os salários também nãoextremamente complexo que é o da contrário quando nos anteci- podem aumentar, pelo que nãocompetitividade empresarial. parmos à Europa as vantagens haverá um alargamento dos De facto aquilo que é fre- podem ser maximizadas e as mercados nacionais desses países equentemente apontado de forma desvantagens podem ser consequentemente os empresáriosabstracta como vantagem da minimizadas. europeus não vão investir nessasmoeda única só se efectivará em A principal consequência da regiões. Desta forma quando se dizvantagem se as empresas moeda única e que já aqui referi é o que a moeda única incentiva os 8
  9. 9. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Janeiro/1997investimentos é preciso notar que menos em comparação com a mesmo pelos europeístas, que osestes podem centralizar-se num região mais rica, seja cada vez mais critérios de convergência podempequeno número de regiões, que pobre. Ora com a moeda única levar a Europa a um climaserão, obviamente, as mais ricas, o assistimos a um reforço da recessivo. Note-se que a Alemanhaque teria como consequência o integração económica, pelo que se registou um défice orçamental deaumento do desemprego nas não houver uma melhoria da 3,6% do PIB em 1995,regiões mais pobres. produtividade e da competitividade ultrapassando assim os 3% Note-se aliás que um dos no nosso país as dificuldades não se estabelecidos.maiores receios inerentes à União farão esperar. Isto porque, em Mas seja como fôr, o caminho daEconómica e Monetária é a virtude da falta de investimentos, o moeda única está traçado; restapossibilidade das assimetrias padrão de especialização da nossa apenas a cada um de nós dar oregionais virem a aumentar dentro economia pode estagnar ou pode nosso contributo, nomeadamentedo espaço comunitário. Os verificar-se um acentuar de no nosso local de trabalho, paraeconomistas sabem que a inte- especialização da mesma em tornarmos as empresasgração económica de uma região actividades do tipo tradicional que portuguesas mais competitivas epobre com uma região rica pode são menos competitivas. mais produtivas.fazer com que a região pobre, pelo Por outro lado é também aceite, Vantagens Desvantagens Desaparecimento dos riscos cambiais inerentes às Adopção duma política económica restritiva a curto relações comerciais intracomunitárias. prazo que terá influências negativas ao nível do Maior estabilidade na formação dos preços, uma vez emprego e da evolução económica. que os bens e serviços passarão todos a ser pagos em O fim da taxa de câmbio na medida em que com o seu euros e porque as taxas de câmbio ao serem abolidas desaparecimento desaparece também um deixam de influenciar o custo dos mesmos. instrumento de política monetária. Eliminação de comissões e de custos associados às Perda de autonomia ao nível da política monetária. transferências bancárias. Custos monetários muito elevados, para os estados- A estabilidade dos preços influenciará uma baixa na membros e também para as empresas ao nível da taxa de inflação. formação e da substituição de máquinas Na sequência de tudo isto as taxas de juro tenderão registadoras, programas de contabilidade, etc. também a baixar e o investimento deverá aumentar. Possibilidade de haver uma deslocação geográfica As empresas nacionais terão mais facilidade no das empresas dentro da União Europeia para regiões acesso ao crédito externo devido à inexistência de mais atractivas e o consequente aumento das riscos cambiais. assimetrias regionais. Critérios de Convergência1. O défice orçamental não pode ultrapassar os 3% do 4. As taxas de juro a longo prazo não poderão ser Produto Interno Bruto (PIB). superiores em mais de 2% às dos 3 países com2. A dívida pública não pode ser superior a 60% do menores taxas de inflação. valor do PIB. 5. Mecanismo das taxas de câmbio (a moeda do3. A taxa de inflação não poderá ultrapassar a média respectivo país terá que pertencer ao SME). das 3 taxas de inflação mais baixas em mais de 1,5%. José Luís Carvalho 9
  10. 10. O Ideias ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Ideias de “O Ideias” como instrumento têm capacidade para influenciar a Comunicação e Relações com oda política de Relações Públicas política de relações públicas. Entre Exterior a que se refere o artigo 55.ºda ESGS. os vários instrumentos de relações dos Estatutos da nossa escola. No públicas que podemos utilizar para entanto, na definição da política de Tal como a religião católica se estabelecer a ligação entre a escola relações públicas devem participarconsubstancia na Santa Trindade (o e o tecido empresarial e para todos os interessados, nomeada-Pai, o Filho e o Espírito Santo) promover a imagem da escola está mente os estudantes.também as organizações do século precisamente o nosso jornal. Há, seja como for, dois pilares emXXI vão ter a sua Santa Trindade Os primeiros passos que “O que assentam as relações públicas eque será constituída pela facilidade Ideias” deu foram difíceis. Isto que é necessário que toda a gentede adaptação às novas tecnologias, justifica-se pela falta de experiência nesta escola os perceba sob penaos recursos humanos e as relações da equipa e pelo facto de muitos de se estar a prejudicar estapúblicas. Entre as organizações que estudantes na altura estarem organização:têm que perceber esta realidade acomodados à realidade duma 1.º As relações públicas são umaestão as Câmaras Municipais, as escola sem um jornal que técnica de comunicação que visaempresas públicas e privadas e, fomentasse o debate, a crítica, a estabelecer um contacto pessoal oucomo não podia deixar de ser, as reflexão e a comunicação interna. impessoal, entre a escola e aescolas, nomeadamente as escolas No entanto “O Ideias” não tem comunidade com o intuito de criarsuperiores. parado de crescer, tanto em termos um clima de harmonia através desse Estando nós inscritos numa quantitativos como em termos contacto.escola, que além de ser uma escola qualitativos. Nos dias de hoje e 2.º Um sistema de compor-é uma escola superior e que além face à nova realidade académica tamento humano, na medida emde ser uma escola superior é decidimos alargar o segmento alvo que todos quantos trabalham ouu m a escola de gestão seria uma do jornal e oferecer os nossos estudam na escola devem praticarvergonha não tentar compreender serviços não apenas aos estudantes, relações públicas, o que de certaesta Santa Trindade nem tão pouco aos professores e aos funcionários forma leva a que a política detrabalhar com base na realidade que como também aos órgãos directivos relações públicas tenha que estaro século XXI inevitavelmente nos da escola. Queremos ajudar a de harmonia com a política devai trazer. definir a política de relações marketing. Numa escola como a nossa, públicas da nossa escola e é Por outro lado as relaçõesintegrada num sistema educativo precisamente por isso que este públicas dividem-se em dois níveis:como o nosso, por sua vez integrado jornal vai passar a ser distribuído o nível interno e o nível externo.numa política de educação incoe- não apenas aqui na escola, mas A nível interno as pessoasrente, sem objectivos precisos, onde também noutras escolas, nas responsáveis pela implementaçãoreina uma certa confusão gerada Câmaras Municipais, em empresas da política de relações públicaspor contestações que ganham em da região, aos ex-estudantes e a devem procurar levar a cabo asforma o que perdem em conteúdo, outros órgãos de comunicação seguintes acções:pouco podem fazer os estudantes social. • Elaborar um código deno que se refere às vertentes dos conduta de relações públicas querecursos humanos e das novas deve ser amplamente divulgadotecnologias, uma vez que, estas junto de todos quantos à escoladuas componentes dependem mais Pontos de Partida para a estão ligados, no sentido dedos órgãos directivos da escola definição da nossa Política consciencializar as pessoas daonde os estudantes não têm de Relações Públicas importância individual nasrepresentação ou onde a sua comunicações com o exterior.representação é de menor impor- Em primeiro lugar eu gostaria • Promover mecanismos detância. Mas o mesmo já não se pode de salientar que a responsabilidade incentivo que motivem os profes-dizer no que se refere às relações máxima pela definição e implemen- sores, os estudantes e ospúblicas. De facto esta componente tação da política de relações funcionários a agir emda Santa Trindade é aquela em que públicas da nossa escola não deve conformidade com aos estudantes podem assumir um pertencer a nenhum órgão de política de relaçõesmaior protagonismo, uma vez que gestão, mas sim ao Gabinete de 10
  11. 11. ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ ○ Janeiro/1997" Iea” O dispúblicas, nomeadamente incutindo empresas que a nossa escola pode deve centrar as suas forças em doiso orgulho de pertencer a esta fornecer-lhes recursos humanos eixos coordenadores: a engenhariaorganização e atribuindo prémios qualificados com determinadas do produto e as relações públicas.aos melhores relações públicas. características. A engenharia do produto • Informar todo o corpo • Promover uma maior substancia-se na preocupação deacadémico da política de relações abertura da escola à comunidade todos em contribuir para um ensinopúblicas definida. através da realização de feiras do de qualidade através da inovação. • Promover o brainstorming. livro, de exposições, de ciclos de Por sua vez as relações públicas • Realizar inquéritos periódicos conferência, de visitas de estudo, da substanciam-se na projecção dumaà comunidade envolvente no divulgação de estudos e trabalhos “imagem” favorável perante asentido de apurar até que ponto a elaborados por professores e alunos. comunidade. De facto não vale aimplementação da política de • Organizar Campanhas de pena termos um ensino derelações públicas está a Publicidade. qualidade se as empresas nãocorresponder no plano prático ao • Promover a integração de souberem isso, nem vale a penaplano teórico e divulgar Ex-estudantes no mercado de projectar a imagem dum ensino deinternamente as conclusões do trabalho. qualidade se isso não corresponderinquérito conjuntamente com as • Realizar intercâmbios com à realidade.sugestões a serem seguidas pela outras escolas. É, pois com base nesta ideia queescola no sentido de se eliminarem todos nós, devemos trabalhar. • Facultar toda a informaçãoos desvios, se os houver. “O Ideias” ao tomar a iniciativa pedida por entidades externas, • A nível externo as acções a de alargar o seu segmento-alvo nomeadamente pelos órgãos delevar a cabo serão as seguintes: acabou por se transformar num comunicação social, o que implica poderoso instrumento de Relações • Incutir na mente do cidadão uma actualização permanente de Públicas ao serviço da Escola e dacomum que a nossa escola é ficheiros. Comunidade. Esperemos que sejaabsolutamente indispensável ao • Incentivar e apoiar inicia-desenvolvimento regional e ao bem explorado. tivas que se enquadrem nos termosdesenvolvimento da Economia descritos, nomeadamente quando José Luís Carvalhonacional. estas partem dos estudantes. • Chamar à atenção das Conclui-se pois que a Escola Próxima Edição: Entrevista com o novo Presidente da Associação de Estudantes Construções à Portuguesa - Residências quase novas já têm fugas de gás Eleições para o Conselho Directivo - Já existe uma lista candidata Conheça a constituição de todos os Núcleos de Estudantes O novo equipamento informátido já chegou - Quais as alterações e que melhorias ? 11

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