O D E IA S    A s s o c ia ç ã o d e E st u d a n t e s d a    E s c o l a Su pe r io r d e G e s t ã o d e Sa n t a r é m...
Luz ia Vale ntim                                               Sumário                                     Embaixada de D....
Pág. 3                                                                                                O IDEIAS////////////...
Finalmente gostaríamos de aprov eitar a ocasião para pedir aos nossos professores que se dignem a participar um poucomais ...
O IDEIAS                                                                                                    Pág. 5________...
não me leves a mal, mas estes terão de ser extensivos também, à tua “Mãe”.                                                ...
Pág. 7                                                                                           O IDEIAS/////////////____...
O IDEIAS                                                                                                   Pág. 8_________...
P.S. - Parabéns ao N.A.G.A.- Núcleo de Alunos de Gestão Autárquica pela sua iniciativ a e por todo o trabalho que têm tido.
Pág. 10                                                                                             O IDEIAS/////////////_...
Os driv ers que v êm com a placa, são de ex trema importância para o bom funcionamento destas em ambientes dealta resoluçã...
O IDEIAS                                                                                                 Pág. 12__________...
Tendo em conta o anteriormente referido estamos já empenhados na realização de v árias activ idades. Assimsendo:        • ...
Pág. 14                                                                                               O IDEIAS////////////...
É grav e quando numa desenfreada busca de          grandeza, ubíqua, mestre de ligações perigosas e incapazprotagonismo e ...
O IDEIAS                                                                                             Pág. 16______________...
relacionados com a falta de estruturas administrativ as que         D.S.: No meu entender a Semana Académica nãonos apoias...
Pág. 18                                                                                                O IDEIAS///////////...
P.S. - Uma referência a Herman José, única pessoa que referiu o Dr. Mário Soares e Mário Viegas. Realmente outragrande fig...
O IDEIAS                                                                                                 Pág. 20__________...
22/04 - Decorreu durante todo o dia, numa sala dos serv iços centrais a eleição para o futuro Presidente do nosso        p...
Pág. 22                                                                                                O IDEIAS///////////...
Foi ao v oltar-se, ao encará-la nos olhos, ao impressionar-se com a frieza dos mesmos, ao aperceber-se da distância dainfâ...
O IDEIAS                                                                                             Pág. 24______________...
Quando a solidão é minha dama de companhia, o                    Dediquemos um minuto do nosso tempo parameu pensamento di...
Pág. 26                                                                                                O IDEIAS //////////...
O IDEIAS                                                                                                     Pág. 27______...
Precisarei de dizer mais... A esta palav ra ocorre-nos tudo isto, num relâmpago de imaginação.Santarém precisa de mais ini...
Pág. 29                                                                                        O IDEIAS/////////////______...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

N.º 00 o ideias abril 96 ano ii

296 visualizações

Publicada em

  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

N.º 00 o ideias abril 96 ano ii

  1. 1. O D E IA S A s s o c ia ç ã o d e E st u d a n t e s d a E s c o l a Su pe r io r d e G e s t ã o d e Sa n t a r é m Dir ect o r a: LuziaV le a ntim Red acçã o : JoséLuísC rvalho a Mo n t ag em: Ru C taeI rinaV ira i os ie COPIMODEL Fotocópia - Modelismo e Serviços, Lda. FOT OCÓP IAS A P RET O E BRANCO FOT OCÓP IAS A CORES (LASER) FOT OCÓP IAS DE GRANDES FORMAT OS FOT OCÓP IAS EM P AP EL ESP ECIAL ENCADERNAÇÕES T ÉRMICAS ENCADERNAÇÕES COM ARGOLAS P LAST IFICAÇÕES IMP RESSÃO EM T -SHIRT S Rua Pedro de Santarém, Lj. 120 Tel (043) 23401 - 2000 SANTARÉMEDIÇÃO DE ABRIL DE 1996 Preço: 25$00 tudo o jornal cresceu, não só em dimensão mas também nos âmbitos que o determinam, lembro-me que na primeira Editorial edição o jornal foi escrito quase totalmente pela equipa queDecidir fazer este mês um editorial diferente para v os o dirigia e nesta edição a participação da equipa comcomunicar que o v osso jornal "O IDEIAS" completa um ano artigos é quase simbólica. Hav eria tanto para v os contarde ex istência. Quando há uma ano atrás três sobre a fundação do jornal, mas o espaço escasseia e"Cav alheiros" me conv idaram para fundar um jornal na ainda gostaria de deix ar aqui uma palav ra denossa escola eu não pensei duas v ezes e aceitei, e ainda agradecimento a todos os colaboradores d O IDEIAS quebem que assim foi porque fazer parte da equipa dO IDEIAS com os seus artigos tornam possív el cada edição, e umterá sido uma das ex periências mais marcantes por que repto a toda a escola para que participem no jornal, parapassei nesta escola, nem sempre foi fácil trabalhar o jornal que este tenha um balanço ainda mais positiv o na data dode forma a estar tudo pronto para a data do lançamento; seu segundo aniv ersário. Para já estão todos conv idadossurgiam sempre dificuldades que mal ou bem foram a celebrar connosco o aniv ersário d O IDEIAS no próx imoultrapassadas, mas que se acabaram sempre por dia 7 de Maio, no bar CHARLOT, esperamos por v ós.repercutir na qualidade da edição. Contudo se mepermitem fazer aqui um balanço eu diria que apesar de
  2. 2. Luz ia Vale ntim Sumário Embaixada de D. Guterres I ao Brasil Vale 1 Imperial Grátis aos primeiros 25 leitores a chegar ao bar CHARLOT na noite do dia 7 de Maio de 1996 Pág. 4 A Fronteira Virtual Pág. 8 Haverá Semana Académica; Sim ou Não? Pág. 9 Momentos de Poesia Pág13 CHARLOT BAR Agora de Segunda a Sábado Das 14 às 20 H. A PREÇOS REDUZIDOS Aos domingos Abrimos às 21H Av . Madre Andaluz, nº14BTelef.:(043)23415 - 2000 Santarém
  3. 3. Pág. 3 O IDEIAS/////////////_________________________________________________________________________________________________ ”Carta de uma Mãe Alentejana para um Filho que está na Bósnia” Mê Querido Filho, Escrevo-te algumas linhas apenas para saberes que tou viva. Estou-te a escrever devagar, pois sei que não sabes ler depressa. Nã vais reconhecer a nossa casa quando voltares, pois nós mudamo-nos. Temos uma máquina de lavar rôpa, mas nã trabalha muito bem, a semana passada pus lá 14camisas, puxei a corrente e nunca mais as vi. Acerca do tê pai, ele arranjou um bom emprego, tem 1500 homens de baixo dele, pois agora estácortando a relva do cemitério. A Magana da tua irmã Maria teve um bébé esta semana, mas sabes, ê na consegui saber sémenino ô menina, portanto nã sé sés Tio ô Tia. O tê Ti Patrício afogô-se na semana passada num depósito de vinho, lá n’ adega cuprativa, alguscompádris tentaram salvá-lo más sabes, ele lutou bravamente conta eles, o corpo foi cremado mas levoutrês dias pra apagar o incêndio. Na quinta-fêra fui ao médico e tê Pai foi comigo, o médico pôs-me umpequeno tubo na boca e disse-me pra nã falari durante 10 minutes. Atão nã sabes que o tê Pai ofereceu-se logo pra comprari o tubo ao médico! Esta semana só choveu duas vezes, na primeira choveu durante três dias, na segunda durantiquatro dias. Na segunda-fêra teve tante vento que uma das galinhas pôs o mesmo ovo quatro vezes. Recebemos uma carta do cangalheiro que informava que se o último pagamento do enterro da tuaAvó nã fôr fêto no prazo de sete dias dévolvem-na. Estava pra te mandar cinco contos mas já tinha celado a carta. Olha m ê Flho, cuda-te, Tua Mãe Nota de RedacçãoNa edição de Abril o jornal “O Ideias” completa o seu primeiro aniv ersário. Assim sendo gostaríamos de aprov eitar estaocasião para agradecer a todos os nossos colaboradores e anunciantes as respectiv as prestações. Gostaríamos noentanto de referenciar em especial a Comissão Instaladora da nossa escola pelas facilidades concedidas ao nív el daimpressão do jornal na impressora a laser, sem a qual a qualidade de impressão de “O Ideias” teria um nív el inferior.Gostaríamos também de aprov eitar este espaço para div ulgar em primeira mão que o Jornal está a organizar uma festa deaniv ersário que dev erá realizar-se no bar “O Charlot” no dia 7 de Maio em que os primeiros 25 leitores a chegar à festacom a edição de Abril terão direito a uma imperial grátis./////////////_________________________________________________________________________________________________
  4. 4. Finalmente gostaríamos de aprov eitar a ocasião para pedir aos nossos professores que se dignem a participar um poucomais connnosco, pois as suas participações são essenciais para promov er a imagem e a qualidade do nossso jornal.
  5. 5. O IDEIAS Pág. 5________________________________________________________________________________________________////// //////// Atlântida 30/03/96 Meu caro João do Telhado, ESGS da Assembleia do IPS, contribuiu para uma Antes de mais considerações, tenho que te campanha publicitária da Telecel”.agradecer a atenção que tiv este para com a minha No “Faca e Garfo”, aparece-nos uma reportagempessoa; no entanto, permite-me uma pequena correcção: onde nos “conv idam” a tomar uma refeição no refeitório doNão ando desaparecido; estou ex ilado. Não que seja de Complex o Andaluz e apreciar as qualidadesliv re v ontade, mas infelizmente a isso fui obrigado. gastronómicas de um bom arroz de cabeleira, Porquê? - Podes questionar, mas no fundo,( e acompanhado com um jotav ial serv ido em copos sujos.espero que não se faça o No “Transparências”, aparece-nos uma crónicaque se fazia antes do 25 de dedicada à grande participação do corpo docente daAbril de 1974, onde o lápis ESGS, na última edição de “O IDEIAS”, motiv adaazul ditav a a lei), estou a pagar a factura pelo facto de ter possiv elmente pela publicação, na edição de Janeiro, dosido uma pessoa frontal, directa e objectiv a. “Top-Professor”. Atlântida, porque foi o único local onde as pessoas Enfim, caro Primo, como podes v erificar, aqui, nasão liv res de ex pressarem todos os seus pensamentos, Atlântida estamos muito bem informados sobre o que seos jornalistas têm toda a liberdade para ex por todos os passa em todo o mundo, e particularmente, aí na ESGS. Éfactos e acontecimentos, o que, como sabes, não notáv el.acontece por aí. Estas minhas palav ras já v ão muito ex tensas, Depois destas brev es considerações, não resisto resta-me pedir-te que apresentes os meus v otos dea rev elar-te os grandes destaques da imprensa deste mês parabéns ao corpo redactorial do jornal “O IDEIAS” pelo- claro está, relacionados com a v ida académica de seu primeiro aniv ersário.Santarém. Um abraço de teu primo que, embora ausente, Assim, no “Vontade de Trabalho” pode ler-se em muito te admira e também te estima.letras gordas “Desaparecimento súbito das funcionárias da Zé do Telhado Ao Jornal “O Ideias” Havia a necessidade de algo que fizesse a ligação entre todos os corposdesta escola. Nasceste tu. Começámos por ser quatro carolas. Não tirando o mérito aos quatro,parece-me lógico destacar uma pessoa: Celso Costa, o teu “pai”. Bom, depois, Tu (Ideias), foste crescendo, talvez de uma forma lenta, mascresceste. Por diversos motivos, o teu primeiro director teve que te abandonar, noentanto, entrou o Costa para fazer a montagem e tu continuaste. Começou um novo ano lectivo e tu lá estavas, a trazer as novas; mais tarde,também fui obrigado a abandonar-te, mas tu, claro, prosseguiste. Chegaste ao primeiro ano de aniversário. Para ti, Ideias, muitos parabéns.Faço, no entanto, votos para que continues a crescer, para que de futuro sejasum símbolo para todos os que andamos na E.S.G.S. No entanto, não seria correcto da minha parte estar a elevar o teu nomesem referir alguém que, desde o primeiro momento, lutou por ti e, se existes, emgrande parte a ela o deves: Luzia Valentim. Se atrás considerei Celso Costa, o teu “pai” e talvez porque foi ele a dar oprimeiro passo para a tua existência, Luzia Valentim é, com certeza, a tuagrande “Mãe” . Talvez sem ela já não existisses e, se atrás te dei os parabéns,________________________________________________________________________________________________////// ////////
  6. 6. não me leves a mal, mas estes terão de ser extensivos também, à tua “Mãe”. Um amigo do Ideias Bruno Ribeiro, Seu fundador
  7. 7. Pág. 7 O IDEIAS/////////////_________________________________________________________________________________________________ EMBAIXADA DE D. GUTERRES I AO BRASIL Aos 14 dias do mês de Abril do ano da graça de ingleses, que, tendo com o nosso reino a mais velha1996, iniciou D. Guterres I uma sumptuosa embaixada ao aliança, sempre se revelaram uns grandes amigos daBrasil, com o objectivo claro de impressionar aquele povo onça. Correm rumores e o povo sente-se inseguro com oe cativar a sua atenção. Todos os arautos foram desgoverno da situação, receando pela sua vida.mobilizados para espalhar aos quatro ventos esta viagem Desgoverno que se estende à Educação dos jovens, quede D. Guterres I. A comitiva, de tão majestosa e não vislumbram a prometida paixão. E perfilam-se atéexótica, envolveu um tal aparato que até ao alegre e outras facções da aristocracia desejosas de tomar o poderbrando povo deste nosso reino causou enorme surpresa e e, para conseguir apoio,espanto, fazendo lembrar a de um seu antecessor. Paraalém de sua majestade e seus pares da Ordem da Rosa, multiplicam-se em campanhas junto do povo, comeles são mercadores às dúzias, agiotas, artesãos e promessas de o ouvir, afirmando querer fazer a vontademesteirais, bobos, jograis, almocreves, mestres de outras ao (do) povo.(?)artes e ofícios, com intenções de deixar boa imagem por O tempo está soalheiro mas prometeterras de Vera Cruz, mostrando a florescente cultura do turbulência...reino e espalhando o seu perfume inebriante para seduzir Crónicas de D. Guterres Ios nossos irmãos de além mar e trazer muitos e bonsacordos, alianças e contratos. por Fernão Lápis É sabido que outra das intenções destaembaixada é a de apaziguar os ânimos dos muitosFísicos brasileiros que querem em Portugal tratar dasnossas dentaduras mas cujo mester não é reconhecidopelos nossos. Também a vinda, de terras de Vera Cruz,de inúmeros romeiros, jogadores de pêla, jograis e bobosmestres na representação de Cantigas de Amor eEscárnio e Maldizer e outros mesteirais, que nos últimosanos têm assomado este nosso reino para aqui seestabelecerem sem prévia autorização da Coroa, seprocura resolver com esta embaixada. A dita embaixada também busca uma aliançaentre escribas e copistas de ambos os reinos, com opropósito de se conseguir um acordo em relação à línguade tal sorte que não se ache necessário fazer uso deintérpretes, como começa a acontecer actualmente, nemque para tal se tenha de mutilar a língua, esquecendo asua raiz etimológica, pois é mister que se coloquem defeição condições para melhor comerciar nos países pornós descobertos. Toda a plebe aguarda que a comitiva regresse aPortugal com as arcas cheias de tratados quecompensem a sumptuosa embaixada financiada à custado erário público. Há também quem receie que a ida de toda estaelite para o Brasil seja uma fuga à praga das vacas loucasque grassa pelo reino e pela Europa, deixando o povo àsua sorte, perante esta peste trazida pelo gado dos/////////////_________________________________________________________________________________________________
  8. 8. O IDEIAS Pág. 8________________________________________________________________________________________________////// //////// REGIONALIZAÇÃOO artigo que a seguir apresento nada tem a v er com a perder alguns concelhos e será que esses concelhosminha opinião pessoal do tema focado, apenas é o estarão dispostos a ligarem-se a outras regiões?lev antar de uma questão. Será que Santarém, capital de Distrito não seDesde 1143, com o Tratado de Zamora que somos importará de passar a ser uma cidade de segundo planoindependentes (1179 reconhecimento Papal) e desde 1267, numa futura região?com o Tratado de Badajoz, que temos as nossas fronteiras Que terá Santarém a ganhar com a Regionalização?definidas por completo. Desde então (salv o uma ou outra E do que é que v ai ter que abdicar?ex epção) que somos um Pov o unido e uma Nação única, E será que Santarém cidade, Santarém população,nos bons e nos maus momentos. está disposta a mudanças, a perder uma série de usos e Portugal está div idido por Distritos, cada qual com sua costumes, a ter que alterar uma série de hábitos e ahistória, tradições, hábitos e costumes. Mas isso não sujeitar-se?impede que não sejamos um país forte e coeso. E E quando se fala em Santarém fala-se em Braga, ouinfelizmente, não faltam ex emplos de países que são Év ora, Bragança, Viseu e todo um País.mantas de retalhos e que têm sérios problemas e div isões Independentemente de todas estas questões e deinternas. Mas nós não. todas as outras que este tema suscita, há ainda que v er Como todos nós sabemos hoje em dia um dos temas um ponto muito importante e delicado.mais quentes da actualidade nacional é a Regionalização. Nós somos um Pov o pacífico, que v iv e em harmoniaE não passa um dia que não ouçamos nada relativ amente e em conjunto. Desde o tempo de Viriato que resistimos aa este assunto. inv asões, lutámos contra o inimigo, combatemos juntos Muito agitada com esta questão anda a nossa classe contra tudo e contra todos, sempre defendendo o nossopolítica e todos nós v emos quão mov imentados andam, País e a nossa Pátria.com reuniões, com pareceres, com debates entrev istas, É claro que há sempre riv alidades entre Alfacinhas eetc.... Tripeiros e quem não se ri das anedotas dos Alentejanos. Ou seja está na moda falar-se da Regionalização! Todos nós pux amos a brasa à nossa sardinha mas tudo Como se sabe, esta ideia de div idir o País já não é não passa de bairrismo. Mas no fundo somos todosnov a e v em inclusiv amente consignada na Constituição. Portugueses.Mais concretamente, esta ideia da Regionalização consiste Felizmente não temos nenhuma E.T.A. ou I.R.A. ena div isão do País em regiões específicas, com o intuito julgo que nenhum de nós ouv iu ainda falar na A.I.R.de Descentralizar e de Desburocratizar. Há quem diga que (Acção Independentista Ribatejana) ou no E.L.M. (Ex ércitona prática a Regionalização é para acabar com aquela de Libertação do Minho).ideia de que “Portugal é Lisboa e o resto é paisagem” Por isso há que pensar. E há que colocar a questão: Pretende-se com isto que as futuras Regiões sejam será que não são perigosas todas estas div isões, estasmais autónomas, mais independentes, mais capazes de separações?enfrentarem as questões por elas próprias (sem estarem Não será a Regionalização a semente da div isão, datão dependentes do Poder Central) e de proporcionarem separação e do ódio?melhores condições de v ida aos seus habitantes. Há que v er que estamos no presente e é agora que Todos falam nas v antagens que ex istem, no que as temos que agir e pensar nas questões, para que no futuroregiões v ão ganhar, o progresso adjacente, a maior não se transformem os bairrismos em algo assustador eautonomia em relação ao Poder Central, o poder de de consequências imprev isív eis!decisão, etc..., etc... Porém há que analisar a questão Luís Caetanocuidadosamente e v er na prática como é que será. Por ex emplo, será que Santarém não se importará de________________________________________________________________________________________________////// ////////
  9. 9. P.S. - Parabéns ao N.A.G.A.- Núcleo de Alunos de Gestão Autárquica pela sua iniciativ a e por todo o trabalho que têm tido.
  10. 10. Pág. 10 O IDEIAS/////////////_________________________________________________________________________________________________ Pentium Video e Placas de PRO Caros Leitores, a mudança de preços no mercado informático, foi menosacentuada neste mês de Abril. CHARLOT Os preços desceram menos do que no mês anterior, e o mercado daRAM(memórias) estabilizou, após descidas na ordem dos 50%(aprx .). Bar Os processadores mantiv eram os preços, pois a procura de sistemas Promoções/ MAIO 96 DiaPentium 100 Mhz continua a ser bastante elev ada. No entanto, a quebra 1 - Vodkade preços parece aprox imar-se de nov o, com o lançamento em grande escala 2 - Batida de Cocodos processadores Pentium Pro 150Mhz e 200Mhz, a preços mais acessív eis. O 3 - CaipiroskaPentium Pro não é, como alguns de v ocês possam pensar, um Pentium 4 e 5 Black Russino“melhorado”. Pelo contrário, este representa mais um passo na construção de 6 - Super Bock (imperial)processadores baseados no conceito de “ex ecução dinâmica” com cache de 7 - Creme de WhiskyNiv el 2(L2) de 256Kb integrada no processador. É sem duv ída o processador Pc 8 - Cuba Liv reIntel mais rápido do mercado, mas não compensa quando se utiliza um sistema 9 - Safarioperativ o como o Window s 95, pois neste sistema ainda são utilizadas rotinas de 10 e 11 - Tequila Sunriseacesso a 16Bits. As suas v erdadeiras capacidades são demonstradas em 13 - Sangriasistemas operativ os 32Bit puros, como o Window s NT 3.51, o OS/2 e Unix , nos 14 - Gimquais se têm ganhos na ordem dos 30 a 40% em performance. 15 - Amêndoa Amarga Como conclusão deste ponto, penso não ser v antajosa nem barata a 16 - Absintocompra de um Pentium Pro, que, para além de tudo, é apenas mais rápido 1-2% 17 - Caipiroskaem Window s 95 que um Pentium à mesma v elocidade(Mhz). A minha escolha 18 e 19 - Pina Colarecai ainda nos sistemas Pentium 120-166Mhz, que v alem não só pelo preço, 20 - Super Bock (imperial)como pela performance que ainda demonstram ter. 21 - w hisky Placas de Video 22 - Ginja Fiquei de esclarecer um pouco sobre placas de v ídeo, pois bem a placa 23 - Pisang Ambomde v ídeo é por si, o componente de Hardw are que “produz” a imagem que 24 - Caipirinhav isualizamos no ecrã do monitor. É importante não confundir a placa de v ídeo 25 e 26 Green Coconutcom uma placa TV. A placa TV serv e para conectar directamente o computador a 27 - Sangriauma telev isão, ou v ídeo, e v ermos a imagem no monitor como se de uma 28 - Vodkatelev isão se tratasse. Em suma a placa de v ídeo “produz“ e processa imagem, 29 - Super Bock (imperial)ao passo que a placa TV capta um sinal v ídeo e torna-o compatív el de modo a 30 - Tequilaque possamos v isualizá-lo no monitor. 31 - Caipiroska Assim, a placa de v ídeo não capta imagem, mas sim “produz” eprocessa-a, env iando a informação ao monitor. A escolha de uma placa de v ídeo, não é difícil, mas tem algumas rasteiras... Primeiro que tudo, dev erá ser uma placa PCI(tipo de conex ão). Além de PCI, dev erá conter no mínimo um chip deacelaração v ideo (Ex : chip de aceleração S3 da Vision). A escolha mínima recai numa placa de v ídeo S3 868 64Bit com descompressão MPEG (formato de ficheiros dev ídeo). Mas as placas S3 poderão ser de v árias marcas e preços, estes diferem, pelo fabricante da estrutura da placa e/oupela DRAM (memória da placa) com que estas possam v ir equipadas. O normal é v irem equipadas com 1Mb de Dram.Estas placas podem ex pandir a sua DRAM, podendo por isso acrescentar mais memória à placa, libertando por isso amemória do computador que por v ezes é utilizada pelas placas de v ídeo. Algumas do mesmo modelo poderão ser mais rápidas que outras, dependendo do fabricante em questão e da suacompatibilidade com o Sistema Operativ o(Ex : Window s 95)./////////////_________________________________________________________________________________________________
  11. 11. Os driv ers que v êm com a placa, são de ex trema importância para o bom funcionamento destas em ambientes dealta resolução gráfica com o Window s 95. As placas de v ídeo S3 poderão ser encontradas a partir dos 12 000$... Ex istem placas bastante melhores, que poderei falar noutra altura e que de certeza serão muito mais rápidas , commuito mais qualidade e v iradas para as centenas de contos. Marcas mais conhecidas : Genoa, Diamond, Matrox , Number Line, Trident e Ex pert Média. Sérgio Crespo
  12. 12. O IDEIAS Pág. 12________________________________________________________________________________________________////// ////////Subject: RegionalizaçãoFrom: pico@mailtelepac.pt (João Paulo Goulart),Hoje (2 de Abril de 1996) , ao ouv ir a TSF, falav a-se de regionalização. É um tema do qual não ouv i ainda ecos aquidev íamos ser capazes de saber responder a muitas perguntas antes de nos decidirmos. Vejamos por ex emplo estas queeu aqui deix o:• O que pensar relativ amente à regionalização?• Vai melhorar a eficiência dos gastos públicos?• Vai aumentar a democracia e a forma como as populações podem interv ir nos seus destinos?• Vai permitir um desenv olv imento regional mais acentuado?• Quais são os resultados práticos dos países onde ex iste regionalização? Quais os países da Europa que têm regionalização?• Qual é a razão de nº de habitantes/quilómetro quadrado nesses países?• Vai implicar um aumento de bairrismo entre regiões e, logo, problemas internos nacionais?• Vai ser muito caro? Mas esse dinheiro inv estido será mais tarde recuperado, ou não será nunca?• Qual a orientação dos div ersos partidos políticos e porquê? Eles não são anjinhos de coro, têm sempre outras razões por debaix o daquelas razões.• Estas e outras perguntas dev eriam ter respostas, mas quem é que as sabe dar? E baseado em quê? Não serão apenas especulações de um lado e do outro? A quem interessa e a quem não interessa a regionalização?• Falemos de regionalização, é o desafio que eu aqui deix o. João Paulo Goulart NEGE Em ActividadeComo todos sabem, o Núcleo de Estudantes de Gestão de Empresas da Escola Superior de Gestão de Santarém(N.E.G.E./E.S.G.S.) é um organismo recentemente formado na referida Escola. Este Núcleo v isa a defesa dos interessesdos Estudantes de Gestão de Empresas bem como a promoção e div ulgação da nossa Escola e do nosso curso na regiãoonde estamos inseridos. Após atribulada campanha eleitoral, em que estiv eram duas listas env olv idas, a lista A e a lista B, acabando porv encer a lista B. Tal como foi prometido cá estamos nós, prontos para trabalhar e cumprir assim os objectiv os a que nospropusémos. Mas, antes demais apresentamos em seguida o Núcleo de Estudantes de Gestão de Empresas: Anabela Silv a 2ºano; António Pacheco 1º ano; Carla Rosa 1º ano;Catarina Branco 3º ano; Catarina Gonçalv es 2º ano; Cláudia Neto 3º ano;Júlia Figueiredo 1º ano; Luís Caetano 2º ano; Nelson Carv alhinho 2º ano; Paula Ferreira 1º ano; Paulo Domingos 2ºano;Sandra Santos 3º ano; Susana Reis 1º ano.________________________________________________________________________________________________////// ////////
  13. 13. Tendo em conta o anteriormente referido estamos já empenhados na realização de v árias activ idades. Assimsendo: • tiv émos uma reunião com a Comissão Instaladora, para dar a conhecer o N.E.G.E e debatermos questões ligadas ao Núcleo; • foram realizadas as mini-conferências, no passado dia 23 de Abril, no auditório da nossa Escola; • v ai-se realizar o primeiro jantar do Curso de Gestão de Empresas no próx imo dia 30 de Abril; • o N.E.G.E., em colaboração com a Associação de Estudantes e com os alunos do curso de Informática de Gestão, v ai, no seguimento dos anos anteriores, lev ar a cabo a realização dos quartos Ciclos de Conferência de Gestão de Empresas e de Informática de Gestão; • já abrimos inscrições para os alunos do 3º ano que estejam interessados, para apresentação dos seus respectiv os currículos, com o intuito de serem div ulgados junto das empresas da região; Além de tudo isto, estamos neste momento a desenv olv er v árias activ idades, das quais brev emente v os daremosconhecimento. Por agora é tudo, mas já sabem que estamos presentes e que podem contar connosco! Esperamos contar comv ocês! O N.E.G.E./E.S.G.S.
  14. 14. Pág. 14 O IDEIAS/////////////_________________________________________________________________________________________________ A Fronteira Virtual Este é sem dúv ida o local apropriado para Mas nem por isso deix am de se manifestar, quaisdiv agações angustiadas sobre o rumo da A.E. e reflex os de Pav lov .quejandos. A forma de hoje serenamente se gerir não só a A gente já se habituou a um nív el razoáv el decomplex idade das sociedades como também a fragilidade bandalheira, mas mesmo assim há coisas que pensa queideológica que resulta da queda dos v ários muros de são sagradas. Nesta fase toda a gente julga que temBerlim assenta no recurso à cordialidade como v ia para opiniões e, de facto tem opiniões: opiniões incoerentes,ultrapassar as conflitualidades que inev itav elmente opiniões iletradas, opiniões superficiais, opiniõesex istem e continuarão a ex istir. perv ersas e, sobretudo, opiniões alheias. Daí que Isto lev a a concluir que o que está em causa não qualquer tentativ a de inv ocar essas opiniões se esboroeé tanto e só o fundo da questão como sobretudo o juízo de com o tempo, porque tal inv ocação é artificial. Não seoportunidade sobre a sua conv eniência ou pode transformar em ex istencial o que é corporativ o sóinconv eniência, de acordo com interesses de v ária porque alguém repete essa mentira muitas v ezes.ordem. Há na nossa v ida estudantil, alguns mistérios Por isso, as questões não só não são de ev itar pessoais que me intrigam Pessoas que nunca fizeramcomo até o seu tratamento, a partir desta atitude de nada que os distinguisse; nunca produziram pensamentosespírito, se torna sinal de ou ideias que sev igilância cultural e de aprov eitassem. Masv ontade de progredir. O quando abrem a boca sãosilêncio, imposto ou notícia infalív el. Realizou-condicionado, acaba por se se há algum tempo umatornar hoje a grande barreira R.G.A., em tom soturno,a v encer e o perigo maior a de farsa com retoques deev itar e os responsáv eis um “kitsch” dúbio, ondeque de tal se não derem aquelas ex celsasconta estarão, sem o saber inteligências puseram ae talv ez com a melhor das nu todas as suasintenções, a colher aplausos apenas e só dos que nesse dificuldades em conv iv er com a realidade. Eles foramsilenciamento estiv erem interessados. grev es ao refeitório, eles foram av aliações de Talv ez a questão pudesse e dev esse ter sido professores, eles foram equív ocos estatutários, etc...suscitada mais cedo, mas também aqui mais v aleria tarde Mas será que esta gente tem uma v isão tãoque nunca, já que a oportunidade, em termos de opinião , homocrómica da realidade, que procure contribuir paranão se decreta mas aprov eita-se e suscita-se e prepara- uma melhoria do ensino partindo das questões menoresse . A questão tratada com elev ação, sim e sempre. O como estas. Transformar a escola numa feira desilêncio e o escondimento, por decreto e cúmplice e v aidades, nunca pensei que conseguissem chegar tãointeresseiro, não. longe. Então mas nós ainda não temos cursos O erro essencial das pessoas que dirigem a A.E., estruturados com qualidade suficiente, e já v amosconsiste em pensar que uma sobreposição de “causas” começar a produzir “boas americanadas”, quem sabesubstitui uma “causa” ou equiv ale a uma “causa” e que com um pouco de música “pimba” ficasse melhor, enada impede portanto, que a essa “causa” se dê uma descobrir os Mega-professores desta escola, com baseúnica etiqueta. Na ausência de ideias nítidas e no em critérios, no mínimo aberrantes. Esta reunião foi umborbulhar de afectos difusos em que se tornou o hipotético ex emplo do abusiv o e sucessiv o equiv oco, que têm sido“programa nacional de educação”, as incompatibilidades e desde o início esta associação; atropelos, v ários;contradições entre desv airados propósitos, alegremente imbróglios, outros tantos; sobreposição de competências,arrolados no mesmo saco, não merecem consideração. ainda mais./////////////_________________________________________________________________________________________________
  15. 15. É grav e quando numa desenfreada busca de grandeza, ubíqua, mestre de ligações perigosas e incapazprotagonismo e sabe-se lá de mais o quê, pessoas desta de assumir publicamente as suas opiniões ou intenções.A.E. v inculam outras instituições por serem incapazes de Decididamente é mau de mais, mas é v erdade,assumir uma posição pessoal, responsáv el. Aquela por isso, e como consequência disso, obv iamente:personagem egocentrada, obcecada, os seus tiques de demitam-se! Nuno Miguel Castelbranco, G.E:, nº 1303
  16. 16. O IDEIAS Pág. 16________________________________________________________________________________________________////// //////// Haverá Semana Académica; Sim ou Não!? Com o intuito de acabar que me lev a a dizer que se fizeram as coisas sem antes definitiv amente com todas as dúv idas àcerca se ter as estruturas básicas constituídas. da FAS e da organização da Semana No caso da nossa escola hav ia problemas Académica, o IDEIAS procurou uma daspessoas que mais entende sobre os problemas da FAS -Duarte Silv estre -, que numa mini-entrev ista nosrespondeu; ou melhor: deu resposta ás seguintesquestões: IDEIAS: Faça uma brev e alusão à história da FAS(Federação Académica de Santarém). Duarte Silvestre: No decorrer do ano lectiv o 91/92surgiu a ideia da criação de uma associação entre as AEsdas escolas do IPS, com a intenção de unirem esforços nadefesa dos interesses dos alunos. Inicialmente era para sechamar Associação Académica, mas já ex istia umaorganização na cidade com esta designação constituídapelas AEs da Escola Superior Agrária e da EscolaSecundária Sá da Bandeira, com cêrca de 65 anos. Naaltura chegou a hav er conv ersações com a AssociaçãoAcadémica para que esta fosse representativ a da toda av ida estudantil de Santarém. Mas esta ideia não foi bemaceite pela Associação Académica, porque os estudantesqueriam dominar toda a sua gestão e administração; comestas incompatibilidades partiu-se para uma nov a solução:criar uma nov a estrutura a partir da raiz - a FederaçãoAcadémica de Santarém, foi então que surgiu a ideia de seorganizar algo de carácter recreativ o, para que osestudantes se unissem num interesse comum; e foi assimque surgiram as Semanas Académicas, embora antes jáse tiv esse realizado algo semelhante que foi o desfile docaloiro - com a organização conjunta entre a AssociaçãoAcadémica e as AEs das escolas o IPS. IDEIAS: Quando começaram a surgir os problemascom a FAS? D.S.: Os problemas surgiram porque a FAS seafastou um pouco dos seus principais objectiv os, o quelev ou a uma desmotiv ação por parte dos seus elementos,que se v eio a repercutir nas reuniões que passaram a sermais escassas e menos concorridas, e as que sechegav am a realizar-se não corriam da melhor formaporque não hav ia uma metodologia pré-definida, isto é nãohav ia uma modelo administrativ o criado. Em parte dev idoao facto de não ex istir uma sede que se pudesse identificarcom a FAS, para dar v azão aos processos burocráticos, o________________________________________________________________________________________________////// ////////
  17. 17. relacionados com a falta de estruturas administrativ as que D.S.: No meu entender a Semana Académica nãonos apoiassem a um nív el mais acima, e pensou-se que a dev eria ser organizada pela FAS, mas sim dev eriaFAS v iria colmatar essa necessidade. Mas a FAS apenas constituir-se uma comissão com pessoas fora da FAS, queestav a v irada para a organização da Semana Académica elaborassem planos da Semana Académica para ae de festas similares, e não ligou aos aspectos aprov ação da FAS, permitindo que esta se concentrasserepresentativ os dos problemas dos estudantes. Chegando mais nos problemas institucionais que afectam os alunos;a ser conhecida pela Federação das Festas. esta comissão dev eria ser constituída logo em Outubro, Um outro problema está relacionado com o facto para não hav er concentração de tarefas.de só poderem pertencer aos órgãos da FAS elementos Quanto ao facto de não hav er Semana Académicaassociativ os, aspecto que era fortemente protestado pelos este ano, são v árias as razões: Primeiro - Não houv eelementos observ adores, que queriam ter direito a reuniões, consequentemente não houv e planeamento paramanifestar a sua opinião e até achav am que dev eriam ter a Semana Académica; segundo - Este ano houv edireito de v oto, utilizando como argumento a sua demasiadas activ idades (As Isliadas, a Taça da Agrária, oex periência, e foi então que começaram a monopolizar as Debate da Regionalização, os Ciclos de Conferências,reuniões, liv rando-se das responsabilidades que etc...) que mov imentaram as pessoas, separando as AEslogisticamente recaíam sobre os elementos associativ os. e não houv e tempo para discutir a Semana Académica, Na minha opinião para hav er Semana Académica com grande pena minha, porque a nossa Semanae Santafashion não era necessário hav er FAS, para tal Académica já chegou a estar classificada como a quartabastaria que as AEs se reunissem e neste contex to a FAS melhor do país. Quarta razão - As dív idas que foramdeix aria de ter utilidade. herdadas do ano anterior, resultantes de um planeamento IDEIAS: Quais as razões que justificam o facto de deficiente das activ idades.não haver Semana Académica este ano? Luzia Valentim
  18. 18. Pág. 18 O IDEIAS/////////////_________________________________________________________________________________________________ OSCARES À PORTUGUESA Tív emos o prazer de v er há algum tempo na SIC uma transmissão especial - GLOBOS DE OURO - que premiav a as figuras mais destacadas nos v ários campos, nas v árias áreas da v ida portuguesa. Figuras que tiv essem contribuído para o engrandecimento de Portugal aquém e além fronteiras. Esta ideia, que surgiu do canal telev isiv o com maior audiência em Portugal (segundo as sondagens), foi uma ideiaoriginal, nunca antes realizada em Portugal e como tal tev e honras especiais e um acompanhamento especial. O seu desenv olv imento foi marcado por uma campanha de marketing e publicidade medonha e feroz. Mesesantes já se ouv ia falar dos globos de ouro, era globos de ouro para aqui, era globos de ouro para acolá, era globos de ouropara toda a parte. Afinal de contas ia ser um acontecimento importante. Como espectáculo que era para o público em geral, a este coube-lhe o grande e decisiv o papel - O JÚRI. Ouseja, estav a nas nossas mãos a decisão. Todos nós poderíamos participar e, caso a nossa escolha ganhasse, termosorgulho e pensarmos “Eu contribui para a v itória de X”. Com o passar do tempo a campanha de marketing foi aumentando de intensidade e tornav a-se cada v ez maisagressiv a chegando finalmente o grande dia. Honras telev isiv as, destaques principais, transmissão em directo. Afinal era aprimeira v ez que se fazia algo do género a nív el telev isiv o em Portugal. Pode v er-se a fina flor da nossa cultura, das nossas artes, da nossa música, do nosso desporto, conv idadosespeciais, políticos, enfim a nata da sociedade, os melhores. Também quiseram dar um ar da sua graça. “Olha ali toda anossa cultura” disse alguém. Com a ajuda de cantores internacionais, belas manequins e os nossos irmãos brasileiros o espectáculo decorrepelo melhor, muita emoção e alegria. À medida que se encaminha para o fim, os nerv os aumentam, a tensão é maior, osuspanse cresce. Quem irá v encer, quem será melhor? Depois de uma noite bem passada, alegrias, emoções, frustrações e tristezas, atingiram-se os objectiv os, aaudiência está ganha, as pessoas estão contentes. Resumindo, foi tudo um grande sucesso ($$$$$)! E assim foi mais uma noite de glória para a telev isão e para a cultura portuguesa! Com a entrada da SIC no mercado, a situação deu uma grande v olta e este canal telev isiv o v eio dar um grandesafanão na nossa telev isão. E ainda bem para todos nós, estamos todos agradecidos. OBRIGADO SIC! Não se compreende é como é que um espectáculo feito por portugueses e para portugueses conv ida bandas ecantores estrangeiros (não desfazendo), quando todos nós sabemos que hoje em dia há grandes músicos em Portugal. Epor que razão se conv idam modelos estrangeiras quando temos tão belas mulheres? E será que os nossos actores sãoinferiores em algo, relativ amente aos outros? Já agora, se se abrangiam todas as áreas e tudo se incluía porque é quenão se incluiu a TVI e apenas se limitaram aos dois canais estatais. Por último, porque é que um espectáculo que tem por objectiv o homenagear grandes figuras portuguesas nãohomenageia duas grandes personagens portuguesas, Dr. Mário Soares, por tudo aquilo que ele fez pela democracia, pelopaís e pela nação e Mário Viegas, (infelizmente já desaparecido), pela postura, pela maneira de encarar a v ida e pela maisv alia que deix ou ao mundo do espectáculo português? A SIC é um grande Canal de Telev isão e toda a gente o reconhece. Como tal não necessita destes espectáculosmediáticos, que acabam por ser medíocres, para se ex ibir e para mostra a sua superioridade. As audiências não ojustificam. Basta-lhe ser natural e continuar a dar-nos o que de melhor tem. É por isso que é a primeira! Luís Caetano/////////////_________________________________________________________________________________________________
  19. 19. P.S. - Uma referência a Herman José, única pessoa que referiu o Dr. Mário Soares e Mário Viegas. Realmente outragrande figura do espectáculo Português! Quanto à v otação do júri... sem comentários!
  20. 20. O IDEIAS Pág. 20________________________________________________________________________________________________////// //////// Associação em Actividade A nossa AE parece estar a conhecer o seu curso aos participou no campeonato mundialv iv er um importante momento desde participantes do ciclo, e chamar a pela selecção Portuguesa quea sua tomada de posse, apesar da atenção aos autarcas presentes; uma decorreu nas Açoteias e brev ementeaparente normalidade, nada será v ez que o curso de Gestão Autárquica participará no campeonato nacional decomo dantes. Podemos até falar da é único em todo o país e os finalistas pista na prov a dos 1500m femininos,AE a.p. (antes de Páscoa) e d.p. deste ano são os primeiros, sendo por no próx imo dia 17 deste mês.(depois de Páscoa), mas para não isso natural a ex pectativ a em relação Já foi div ulgada afazer mais especulação prefiro ficar à sua aceitação no mercado de classificação do Campeonatopor aqui aguardando a ev olução dos trabalho. Nacional Univ ersitário de Voleibolacontecimentos para depois Depois dos ciclos de Masculino, no qual participou umaesclarecer com precisão todos os conferências mantenham-se atentos, equipa do nosso Instituto que seinteressados; se me permitem, porque a AE pretende organizar um classificou na 4ª posição, que não lheapenas recomendo a todos um pouco concurso de cultura geral dá o direito de passar à final.de tolerância e força de v ontade. (semelhante ao Triv ial), onde poderão Os nossos colegas À parte deste “pormenor” a participar todas as turmas da nossa concorrentes este ano ao programaAE está no auge das suas funções, escola em grupos de 4 elementos ERASMUS continuam em Inglaterra eorganizando, com o apoio dos seus efectiv os, 2 suplentes e um professor. certamente já alguém reparou queassociados, os Ciclos de Sobre lazer, a nossa AE ultimamente a nossa escola está a serConferências de Gestão organiza festas semanais a ter lugar “inv adida” por alunos estrangeiros,Autárquica, Informática de Gestão (14 no bar Xantarim todas as quartas- também eles candidatos ao programade Abril) e Gestão de Empresas (15 feiras, serão sorteadas garrafas e ERASMUS, que ao que parecede Abril). O primeiro decorrerá já no hav erá bebidas grátis nos dias de adoram Portugal e a pacatez dafim deste mês no grande auditório do lançamento. cidade de Santarém , sem falar noCNEMA; as inscrições já estão Desporto: estão a decorrer ex celente sol, o que os enche deabertas na AE. os torneios de Snooker e de ténis de alegria por poderem v oltar aos seus Paralelamente ao ciclo de mesa, promov idos pelo departamento países com um inv ejáv el bronze, seconferências, denominado desportiv o da nossa AE, enquanto os v irem por aí em dificuldades façam“ Regionalização Como e que o torneio de futebol aguarda até v aler a nossa reputação de paísporquê ”, decorrerá no espaço que se disponibilizem espaços para a hospitaleiro.adjacente ao auditório uma ex posição sua realização. Luzia Valentimrealizada também pelos alunos de Como noticiámos na últimaGestão Autárquica que v isa dar a edição a nossa colega Ângela Reis Escola em Actividade:28/03 - Realizou-se na nossa escola a eleição da Assembleia Estatutária. Para a qual v otaram alunos, funcionários, Docentes e Assistentes com o intuito de elegerem os seus representantes naquele órgão.17/04 - Decorreu no auditório da ESAS, uma sessão de esclarecimento para a comunidade do IPS, protagonizada pelos quatro candidatos á eleição para presidente do IPS.18/04 - A Assembleia Geral reuniu á porta fechada para uma sessão de esclarecimentos dada pelos quatro candidatos à presidência do IPS, à semelhança do que hav ia sido feito no dia anterior.________________________________________________________________________________________________////// ////////
  21. 21. 22/04 - Decorreu durante todo o dia, numa sala dos serv iços centrais a eleição para o futuro Presidente do nosso politécnico. Depois do escortínio chegou-se à conclusão que se teria de proceder a um segundo acto eleitoral, entre os dois candidatos mais v otados (Dr. Fé de Pinho e Eng.º Justino).24/04 - Realizou-se a primeira reunião da Assembleia Estatutária, órgão que tem como função a aprov ação dos estatutos da nossa escola.29/04 - Decorrerá a segunda v olta do processo eleitoral para a Presidência do IPS. Luzia Valentim
  22. 22. Pág. 22 O IDEIAS/////////////_________________________________________________________________________________________________ CARTA Aberta ao “Crítico” Quem v os escrev e, é um aluno do 1º ano do Curso de podemos esquecer de tudo aquilo que é feito na escola eI.G., que por pensar que se dev ia manifestar, v em por que estranhamente nunca ninguém refere. Olhem à v ossaeste meio fazê-lo. Assim sendo, e como até dizem que v olta e av aliem quanto trabalho e meios monetários estãosou bom rapaz, e como até os bons samaritanos, a ser despendidos no actual momento a fim de melhorar anecessitam por v ezes de alguns conselhos, dirijo-me escola.especialmente ao personagem que dá por sua graça ‘O Não consideram o trabalho lev ado a cabo pelo v ossoCrítico’. professor v álido ? Peguem nas pernas e depois de as A sugestão que eu faço a este personagem, surge no usar falem com o professor em causa (Já que quando fuicontex to das inúmeras críticas que faz, críticas estas que consultar no dicionário o significado da palav ra, não hav iainv ariav elmente dizem menos bem de toda a gente ou dos nada que se referisse a animal irracional que tiv esse porv ários órgãos relacionados com a Escola Superior de hábito morder nos alunos), e até pode ser que o v ossoSantarém. problema desapareça. Antes de finalizar , não me Assim sendo, quando se faz uma crítica, dev e-se v er o poderia despedir sem deix ar uma palav ra de apreço arev erso da moeda , não sendo possív el e minimamente todos os alunos que lev am a cabo uma activ idade em proljusto que não se v eja determinado problema por v ários de outros alunos, pois em v ez de andarem a criticar oprismas. Refiro-me aos constantes ataques feitos aos trabalho e ideias dos outros, lev am a cabo as suas.professores, ao estado da escola, aos membros da tuna, Finalizando, despeço-me de todos v ós, env iando umàs pessoas que dirigem a escola, etc... abraço ao crítico. Quando algo não é feito, dev e-se av eriguar a fundo a Afonso Silvarazão de tal ter acontecido. Para além disso, não nos Quem conta um CONTO A VOZ do SILÊNCIO (Continuação da última Edição) Entrav a pela frecha da janela um foragido raio de Sol que despertou Daniela. Tentou controlar o seu cérebroatordoado. Pôr em dia os últimos acontecimentos, tentar recordar-se de onde estav a. Recordav a-se de ter saído da escolacom os seus amigos. De combinar com a Magda e o Celso uma ida ao cinema nessa noite. De prometer à Marta que iafazer os trabalhos de inglês, de jurar ao Pedro que não lhe tinha chamado preguiçoso com intenção. Tudo isto na habitual barafunda de fim de aulas cheirando já a fim de semana. Depois... Sentiu um arrepio pelacoluna acima que lhe pôs todos os cabelos em pé. Não conseguiu controlar a emoção de recordar o que tinha v isto esentido a seguir. Inconscientemente, enquanto continuav a a restaurar as suas ideias, não conseguiu abafar um grito hátanto tempo reprimido:- Bia!! - Gritou com força como se fosse a única palav ra que alguma v ez soube pronunciar... Recordav a agora o quarto. Era o seu quarto. Decerto teriam ouv ido o seu grito e não dev ia tardar a aparecergente. Iriam ex igir que ela falasse. Lev antou-se e foi até à janela. Abriu-a. Deix ou o sol entrar. A Primav era estav a achegar. Tempo de começo. Decidiu então. Iria falar. Tinha de descobrir a sua irmã. Segunda-feira, 8h 30m da manhã. As aulas começaram alv oraçadas pela nov idade. Daniela falav a. Sentiu-senov amente como nos primeiros dias de aulas onde todos a rodeav am como se ela fosse um animal de circo, umahesitante nov idade. Só que desta v ez isso já não lhe causou qualquer impacto. Ela sabia que hav ia qualquer coisa no ar...Chegou há tarde. Num carro preto. Foi ajudada a descer pelo motorista. Daniela estav a de costas, mas sabia que ela eraaquela que há tanto tempo esperav a. Sabia já também que não era a sua Bia./////////////_________________________________________________________________________________________________
  23. 23. Foi ao v oltar-se, ao encará-la nos olhos, ao impressionar-se com a frieza dos mesmos, ao aperceber-se da distância dainfância apreciar a já desfigurada ex istência na memória, que finalmente Daniela enterrou Bia no seu sepulcro de Pazeterna. Esta que chegav a, que a arrancou do inocente silêncio de luto em que se deleitou de dor, era Bruna sua prima.Nada mais. Nem sabia que Daniela ex istia, que Daniela sofria, que Bia há muito pertencia ao mundo sem dor. Sempresentada no seu trono, também não queria v ir a saber. Continua... Sílvia Inácio
  24. 24. O IDEIAS Pág. 24________________________________________________________________________________________________////// //////// Momentos de Poesia Tocada por talento, cantada em dó.LIBERDADE! Adorada pela sensibilidade, odiada pela indiferença... POR TIMOR... Chamam-te Música Sílvia Mateus Pomba branca, sem asas para v oar! Ecos de dor, ressoando! Vozes caladas, gritando! Alertas chegados, env oltos nas ondas do mar! Represálias humanas: Que roubam a ex istência, Assaltam a clemência. Burguesias de um poder: Tiranas! Ser eu. Não ex iste. Pensar. Proibido. Orgulho. Ferido. Essência de pov o: persiste! É esta essência que é luta. A sobrev iv ência da liberdade. O apelo a nós humanidade, Para que a v erdade se discuta! 96/04/16 Sílvia InácioÉ s o bálsamo relax ante da almaAmiga que consola, a cúmplice que div erteRefugias o espírito amarguradoÉs a razão de v iv er daquele que te temComo companheira.Guias aquele que v iaja no seu imaginário infinitoAqueces o frio nas gélidas noites de Inv ernoEmbalas o ser na profundeza do seu sono merecidoFazes suspirar o coração apaix onadoAdquires forma com palav ras,És moldada por frases,Melodiosa por clav es de sol,________________________________________________________________________________________________////// ////////
  25. 25. Quando a solidão é minha dama de companhia, o Dediquemos um minuto do nosso tempo parameu pensamento div aga e eu perco-me. contemplar aquilo que quotidianamente desprezamos. Por Valerá a pena? ser feio! A v ida pode ser tão bela, mas ao mesmo tempo Sílvia Mateussufocante. Nascer. Nascer para quê? Para sofrer? Seráque os momentos bons irão superar um dia todas astristezas desta v ida ingrata? Será que esta ingratidão v ai ser superada? Aonde é que nós v amos parar? Qual será onosso destino. Por mais quanto tempo é que iremos ser infelizes,por mais quanto tempo é que nos andaremos a enganar, atentar disfarçar uma realidade, afogar os nossosressentimentos, as nossas angústias. Qual será o dia emque iremos enfrentar tanta loucura? Se calhar tarde de mais e aí já não irá dar paraconsertar o mal feito. Só nos restará sobrev iv er, até umdia tudo acabar! Viv er para sofrer. Sobrev iv er para prolongar umaex istência arrastada pela miséria! Oh. v ida cruel! Sílvia Mateus Olhamos em nosso redor e v imos uma plenitudebela, fruto de uma criação. Os nossos olhos também v êem o outro ladodessa beleza, o lado ofuscado por tamanha grandezapuritana. Vimos algo feio inestético, defeituoso. Todav ia sóenx ergamos o belo, porque só ele nos interessa,desprezamos o outro lado, com uma ex plicação: é feio! Mas porquê? Qual a razão para tal atitude? Afinal, é tudo fruto da mesma criação. No entantopor algum motiv o não saíram da forma pretendida. Sãodiferentes, mas no fundo iguais, apesar de uma aparênciamenos bela, tem direito à v ida. Nada disto importa, porque o que este ser mortalquer na realidade é estar rodeado por toda a belezapossív el e imaginária. Não sejamos cínicos, nemandemos a enganar o próx imo. “– A beleza não conta. O que importa é o interior”. Palav ras são só palav ras. Lev adas pelo v ento.Afogadas pelo mar brav io. É a realidade nua e crua. Este ser que se diz humano tem que aprender adar v alor às pequenas coisas, às mais insignificantes. A chuv a quando cai molha-nos a todos!
  26. 26. Pág. 26 O IDEIAS /////////////________________________________________________________________________________________ _________ COBRAS E LAGARTOS O Sr. Joaquim Letria é uma grande figura nacional usurpação e v iolação do seu espaço, destruição do seu e até há pouco tempo trabalhav a na R.D.P. - Rádio Difusão modo de v ida, ex ploração, escrav idão, é racista? Portuguesa, Rádio Estatal. Neste órgão de comunicação Será que um homem acusa o gov erno de um país tinha um programa diário denominado Cobras e Lagartos, - Angola - de ter av iões de lux o, frotas de automóv eis, de que como o próprio nome indica, era um programa de má se pav onear pelo estrangeiro e v iv er desfrutando o prazer língua que dizia as v erdades nuas e cruas, doesse a que da v ida, enquanto que o país está destruído pela guerra e doesse. O seu programa sempre foi duro e toda a gente pela fome, onde só há miséria e onde morrem milhares de era alv o do Cobras e Lagartos independentemente do crianças, é racista? nome, cargo ou importância. Não há dúv ida que o Sr. se ex cedeu e muito na Porém há não muito tempo, o Sr. Joaquim Letria linguagem utilizada. Foi ex agerado e ultrapassou certos aprov eitando um telefonema de um ouv inte, proferiu certas limites poderia e dev eria ter sido mais moderado. Mas o declarações menos suav es que soaram mal aos ouv idos programa intitulav a-se Cobras e Lagartos e o objectiv o era de muita gente. A partir daí toda a gente sabe a história e chocar e lançar a confusão. rebentou o escândalo. Só que por causa deste incidente, deste desabafo, O que nós ouv imos nos noticiários foram apenas (juntando-se a muitos outros desabafos) reuniram-se ex ertos de toda a conv ersa e para, quem ouv iu toda a sua direcções, secretários de estado, ministros, pediram-se interv enção apercebe-se que há algo errado. desculpas ao gov erno angolano, que ficou muito ofendido e Será v erdade que um homem que lutou pela desmentiram-se as afirmações de racismo e x enofobia - É independência de Angola mostrou ser racista? TUDO MENTIRA! EM PORTUGAL NÃO HÁ RACISMO! Será que um homem que diz que: a maior parte E no fim, apresentou-se a cabeça do racista em dos africanos, os angolanos no caso particular da bandeja de prata ao dito gov erno, mostrou-se que o Estado interv enção, que v êm para Portugal para fugir à miséria e português não é racista e acabou-se um programa que em busca de melhores condições de v ida (à semelhança incomodav a muita gente! dos portugueses nos anos 60 e 70) são ex plorados em E depois fala-se na liberdade de ex pressão e Portugal, toda a gente faz pouco deles, sofrem democracia em que v iv emos! humilhações e são alv o de racismo e x enofobia, não têm Luís Caetano nenhum apoio por parte do Estado português, é racista? Será que um homem que diz que: os pov os P.S. - No fim-de-semana passado, ocorreu mais um africanos estão como estão por culpa dos portugueses e incidente com um jov em negro, que foi baleado por um dos pov os europeus e dos 500 anos de colonização, jov em branco! REGIONALIZAÇÃO: COMO E PORQUÊ? Santarém, 30 de Abril de 1996 Auditório do Centro Nacional de Exposições - Santarém Organização: Núcleo de Alunos do Curso Superior de Gestão Autárquica da Associação de Estudantes da Escola Superior de Gestão de Santarém (Instituto Politécnico de Santarém)09.45H. - Ex periências Europeias de Regionalização. Orador: Prof. António Cov as, do Ministério da Agricultura11.00H.- Regionalização e Globalização: o modelo administrativ o e a competitiv idade de Portugal. Orador: Dr. CarlosZorrinho, da Univ ersidade de Év ora12.00H. - Consequências Sócio-Económicas da Regionalização. Orador: Prof. Rogério Roque Amaro, do ISCTE /////////////________________________________________________________________________________________ _________14.30H. - Mesa 2 - Debate sobre o Processo Político da RegionalizaçãoInterv enientes:
  27. 27. O IDEIAS Pág. 27________________________________________________________________________________________________////// //////// TECNOLOGIA VERSUS RECURSOS HUMANOS Actualmente coex istem, pelo menos duas fortes tendência acaba por ser mais académica, ou seja, maistendências ao mais alto nív el da gestão. Uma baseia-se no teórica do que prática, uma v ez que, em certa medida, apressuposto de que o futuro do mundo empresarial assenta gestão de recursos humanos é ainda um continente porno desenv olv imento tecnológico, a tal ponto que a lei dos ex plorar no mundo da gestão empresarial, nomeadamenterendimentos decrescentes postulada por Dav id Ricardo já em países como o nosso.foi posta em causa. Esta lei diz que sempre que se faz Os adeptos desta tendência defendem que acorresponder sucessiv amente uma quantidade crescente tecnologia não é em si uma fonte de v antagem competitiv ade recursos com outro factor produtiv o fix o os acréscimos porque está ao alcance de todas as empresas. Além dissode produção tendem a diminuir a partir de dada altura. Ora, a inov ação tecnológica requer uma melhor preparação dosesta lei considera apenas dois factores produtiv os: o capital recursos humanos e a sua constante actualização, peloe o trabalho. Ao considerar-se a tecnologia esta lei é posta que são as pessoas que saem v alorizadas.em causa e mais que isso v em ex plicar, pelo menos em Finalmente há que ter em linha de conta que asparte, segundo alguns teóricos, porque é que alguns países v antagens que o inv estimento traz na inov ação tecnológicadesenv olv idos apresentam tax as de crescimento são limitadas porque, em última análise, quem realiza aseconómico crescentes. Assim tal facto fica a dev er-se ao tarefas são as pessoas e não as máquinas. Desta forma oesforço de inv estimento feito nesses países que é capital v ai perdendo a sua supremacia como fonte decanalizado para a inov ação tecnológica. v antagem competitiv a a fav or do trabalho. Nesta Muitos gestores parece terem-se apaix onado por esta perspectiv a os salários, que do ponto de v ista contabilísticocorrente de opinião, prov av elmente porque entendem que a continuam a ser v istos como um custo, ao nív el da gestãotecnologia pode ser a principal fonte de competitiv idade, daí passarão a ser entendidos mais como um inv estimento.que a inv estigação tenha v indo a ganhar cada v ez mais Mas para que esta tendência se afirme no mundoterreno na estrutura económica dos países mais empresarial muita coisa terá que mudar no campo dedesenv olv idos e de muitas empresas líderes nos acção da gestão.mercados internacionais. A companhia que melhor ilustra Em primeiro lugar as empresas têm que saberesta tendência no mundo da gestão é, prov av elmente, a ex actamente qual o perfil que os seus trabalhadores têmMicrosoft, na qual a parte de inv estimento e de que ter, adoptando critérios mais precisos aquando dotrabalhadores afectos ao desenv olv imento dum softw are é recrutamento de pessoal. Além disso têm que oferecersignificativ amente superior à parte afecta à produção. segurança de emprego, praticar o empow erment, adoptar aAssim a v erificar-se esta tendência as empresas do futuro promoção interna, av aliar o desempenho dosserão neste aspecto semelhantes à Microsoft. trabalhadores, fomentar as suas relações pessoais, adoptar Desta forma, considerando que o crescimento uma política de motiv ação coerente, fazer com que oeconómico é sustentado fundamentalmente pelo trabalhador sinta orgulho da companhia de que faz partedesenv olv imento tecnológico, aquilo que os estados têm etc.que fazer, ao nív el da macroeconomia, e as empresas ao Mas independentemente da principal fonte denív el da microeconomia, é precisamente inv estir na v antagem competitiv a ser a tecnologia ou os recursosinv estigação, uma v ez que se forem sempre surgindo humanos, num ponto todos os teóricos estão de acordo: anov as ideias e cada v ez mais inov adoras o crescimento fonte de v antagem competitiv a nasce nas ideias. Destanão terá limites. forma o sucesso será alcançado pelos mais críticos, pelos A outra forte tendência que se pode identificar neste mais inov adores e pelos mais criativ os.momento ao nív el da gestão é precisamente a v alorização José Luís Carvalhodos recursos humanos para a obtenção de ganhos deprodutiv idade. Cuido, desde já, de salientar que esta SANTAFASHION SANTAFASHI ONModa. Beleza. Magia. Cor. Espaço.Enfim CNEMA. Enfim estudantes. Enfim m úsica.________________________________________________________________________________________________////// ////////
  28. 28. Precisarei de dizer mais... A esta palav ra ocorre-nos tudo isto, num relâmpago de imaginação.Santarém precisa de mais iniciativ as como esta. Precisa de mostrar como se agarra um touro pelos chifres. Afinal é oque sempre caracterizou as gentes que aqui habitam, o seu destemido prazer em conseguir realizar os seus objectiv os.Lev antem esta camada de név oa que nos caracteriza de inactiv os.Para aqueles que criticam, um desafio: Façam melhor! Isso mesmo. Saiam das cascas. Mostrem quem são. Sãomelhores!? Santarém, nós, a comunidade estudantil, merece mais!! E somos capazes disso. Libertem esses complex os,lutem para tornar o que v os rodeia activ o. Enquanto não o fazem, participem. Onde houv er estudantes hav erá sempre:M oda, B eleza, M agia, Cor, Espaço!! S ílvia Inácio
  29. 29. Pág. 29 O IDEIAS/////////////_________________________________________________________________________________________________/////////////_________________________________________________________________________________________________

×