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REINO FUNGI                                              REINOS
 =S R.PLANTAE                      =S R.ANIMALIA     VEGETALIA    FUNGI     ANIMALIA

                                                      FOTOS-     ABSORÇÃO   INGESTÃO     MULTI-
                                                      SÍNTESE                          CELULARES
NÃO CLOROFILA                                                                                         EU-
                                                                                                   CARIOTAS
 NÃO CELULOSE                         QUITINA        PROTISTA     ALGAS      PROTO-       UNI-
                                                                            ZOÁRIOS    CELULARES
   NÃO AMIDO                        GLICOGÊNIO
                  DICARIOFASE                         MONERA      CIANO-   BACTÉRIAS                 PRO-
                                                                 BACTÉRIAS                         CARIOTAS




          CÉLULA FÚNGICA
• PAREDE CELULAR (~5%)                                            MORFOLOGIA
   – PROTEÇÃO E FORMA
• MEMBRANA CELULAR
   – ERGOSTEROL
• CITOPLASMA
                                                                  REPRODUÇÃO
   – NÚCLEO COM CROMOSSOMO LINEAR
   – MEMBRANA NUCLEAR
   – NUCLÉOLO, R.E, MITOCÔNDRIA, RIBOSSOMOS,                       TAXONOMIA
   – VACÚOLOS, APARELHO DE GOLGI
• CÁPSULA
   – C. NEOFORMANS




 MORFOLOGIA - IMPORTÂNCIA                                             FUNGOS

• Micromorfologia           • Macromorfologia da   • BOLORES
                              colônia                – COLÔNIAS FILAMENTOSAS


           Identificação
é baseada nas características micro                • LEVEDURAS
                                                     – COLÔNIAS CREMOSAS
       e macromorfológicas




                                                                                                              1
MICÉLIO VEGETATIVO                                 LEVEDURAS E BOLORES
• UNICELULAR
   -LEVEDURAS

• PLURICELULAR-FILAMENTOSO
   -BOLORES
      – SEPTADO
      – CENOCÍTICO



• PSEUDOFILAMENTOSO




MICÉLIO VEGETATIVO FILAMENTOSO
           BOLORES                                  REPRODUÇÃO DOS FUNGOS
                                                    • VEGETATIVA
                                                       – NÃO HÁ DIFERENCIAÇÃO DA CÉLULA
                                                    • ASSEXUAL
                                                       – NÃO OCORRE UNIÃO DOS NÚCLEOS
                                                    • SEXUAL
                                                       – OCORRE UNIÃO DOS NÚCLEOS
                                                       – EM ESTRUTURAS ESPECIALIZADAS
                                                       – TROCA DE MATERIAL CROMOSSÔMICO MEIOSE
                                                    • PARASEXUAL
                                                       – OCORRE UNIÃO DOS NÚCLEOS EM QUALQUER PONTO DA HIFA




   REPRODUÇÃO DAS LEVEDURAS
 ASSEXUADA=BROTAMENTO-CISSIPARIDADE-PSEUDOMICELIO      LEVEDURA-UNICELULAR-BROTAMENTO
                    SEXUADA




                                                                                                              2
PSEUDOMICELIO-CANDIDA                            REPRODUÇÃO DOS BOLORES
                                             • MICÉLIO VEGETATIVO
                                                  – REPRODUÇÃO VEGETATIVA
                                                     • ARTROCONIDIO
                                                     • CLAMIDOCONIDIO


                                             • MICÉLIO REPRODUTIVO
                                                  – ESPOROS




                                                    MICELIO REPRODUTIVO-
 REPRODUÇÃO DOS BOLORES
                                                          BOLORES
• MICÉLIO VEGETATIVO                         • ESPOROS ASSEXUADOS
  – REPRODUÇÃO VEGETATIVA                    •   ECTÓSPOROS-CONÍDIOS-
     • ARTROCONIDIO                                  DEUTEROMYCOTINA
     • CLAMIDOCONIDIO
                                             •   ENDOSPOROS-ESPORANGIOSPOROS-
                                                     ZYGOMYCOTINA


                                             • ESPOROS SEXUADOS
                                             •   ECTOSPOROS-BASIDIOSPOROS-
• MICELIO REPRODUTIVO                                BASIDIOMYCOTINA
  – ESPOROS
                                             •   ENDOSPOROS-ASCOSPOROS-
                                                     ASCOMYCOTINA




 REPRODUÇÃO DOS BOLORES                              FUNGOS DIMÓRFICOS
• ESPOROS ASSEXUADOS                             • TEMPERATURA
• ECTÓSPOROS-CONÍDIOS- DEUTEROMYCOTINA                                          • 33 A 37O C
                                                   AMBIENTE
• ENDOSPOROS-ESPORANGIOSPOROS-ZYGOMYCOTINA                                      • PARASITISMO
                                                   22 A 28OC
                                                                                • LEVEDURIFORME
                                                 • MEIO AMBIENTE -
                                                   SAPRÓBIOS
• ESPOROS SEXUADOS                               • FUNGOS
• ECTOSPOROS-BASIDIOSPOROS-BASIDIOMYCOTINA         FILAMENTOSOS
• ENDOSPOROS-ASCOSPOROS-ASCOMYCOTINA




                                                                                                  3
FUNGOS DIMÓRFICOS                                     TAXONOMIA
                                                       MASTIGOMYCOTINA        FUNGOS AQUÁTICOS
• FASE MICELIAL (M) OU (F) E FASE
  LEVEDURIFORME (L) OU (Y) E VICE-VERSA                 ZIGOMYCOTINA        HIFA CENOCÍTICA

• FATORES QUE ESTIMULAM A CONVERSÃO:
                                                       BASIDIOMYCOTINA           COGUMELOS
   – TEMPERATURA                               FUNGI
   – TENSÃO DE CO2                                     ASCOMYCOTINA       REPRODUÇÃO SEXUADA / ASCOS
   – NUTRIENTES
• INCLUEM VÁRIOS PATÓGENOS                              DEUTEROMYCOTINA     REPRODUÇÃO ASEXUADA
   – SPOROTHRIX SCHENCKII
   – HISTOPLASMA CAPSULATUM                             MICOSES
   – PARACOCCIDIOIDES BRASILIENSIS                                    BOLOR HIFA SEPTADA      LEVEDURA
                                                                       ESPOROS EXTERNOS




    NIVEIS TAXONÔMICOS

REINO         SUFIXOS        FUNGI
DIVISÃO       MYCOTA         EUMYCOTA
SUBDIVISÃO    MYCOTINA       DEUTEROMYCOTINA
                                                   ECOLOGIA DOS FUNGOS
CLASSE        MYCETES        HYPHOMYCETES
ORDEM         ALES           MONILIALES                       HABITAT
FAMÍLIA       ACEAE          MONILIACEAE                 VIAS DE DISPERSÃO
GÊNERO        NÃO TEM        ASPERGILLUS
ESPÉCIE       NÃO TEM        FLAVUS




                                                                                                         4
FISIOLOGIA                     NUTRIÇÃO POR ABSORÇÃO
•   FONTE DE CARBONO
                                                                Transporte
•   FONTE DE ENERGIA                           Fungos           Membrana
•   OUTROS ELEMENTOS                                            plasmática
                                               Lipases,
•   PH                                         Invertases,
                                                                             Substâncias menores
•   O2                                         Lactases,
•   TEMPERATURA                                Proteinases,
                                               Queratinases
•   ÁGUA
                                                                                Macromoléculas
                                                              Exo-enzimas




        MACRONUTRIENTES                               MICRONUTRIENTES
                                               • [10 –6 M]
    • [10 –3 M]
                                               • ÍONS DE FERRO, ZINCO, MANGANÊS,
    • FONTE DE CARBONO
                                                 COBRE, CÁLCIO, ETC
      – ACÚCARES – D-GLICOSE
      – OUTROS : SACAROSE, MALTOSE             • ALGUNS FUNGOS
      – POLISSACARÍDEOS : CELULOSE E AMIDO       – FATORES DE CRESCIMENTO
    • FONTE DE NITROGÊNIO                           • VITAMINAS – TIAMINA, BIOTINA,
      – NITRATO, NH4 E PEPTONAS                      RIBOFLAVINA, AC. PANTOTÊNICO, ETC

    • ENXOFRE
    • FÓSFORO




FATORES AMBIENTAIS QUE INFLUENCIAM O
      CRESCIMENTO DOS FUNGOS                    UMIDADE RELATIVA DO AR E AA

• Temperatura                                  • UR = 100% - AA = 1,00
     – Psicróficlos / Mesófilos / Termófilos
• Fungos de importância médica                 • UR = 65% - AA = 0,65 – OS
     – Mesófilos-20 a   30oC                     FUNGOS NÃO CONSEGUEM CRESCER
                                                 NESTE VALOR DE AA
• Fungos dimórficos
     – 22 a 28oC = filamentosos
       33 a 37oC = leveduriformes              • EX: CLADOSPORIUM




                                                                                                   5
PH                   BIOQUÍMICA E IDENTIFICAÇÃO DE LEVEDURAS


                                            • AUXANOGRAMA
                                              – ASSIMILAÇÃO DE FONTES DE CARBONO
                                                OU NITROGÊNIO
             pH ótimo ~6,5                  • FOSFOLIPASE
                                              – FATOR DE VIRULÊNCIA
  LEVEDURAS           FUNGOS FILAMENTOSOS
                      pH 1,5 e 11
                                            • PROTEINASE
  pH 2,5 e 8,5
                                              – FATOR DE VIRULÊNCIA




      BIOQUÍMICA E IDENTIFICAÇÃO DE
               LEVEDURAS                     IMPORTÂNCIA DOS FUNGOS
• ZIMOGRAMA = PROVA DE FERMENTAÇÃO          • CICLO DOS ELEMENTOS NA NATUREZA
  DE AÇÚCARES                               • ALIMENTOS
• PRODUÇÃO DE ÁCIDOS E CO2                       • COMO ALIMENTOS
                                                 • COMO PRODUTOR: PROTEINAS, VITAMINAS,
                                                   ETC
                                                 • NO PREPARO DE ALIMENTOS
                                            • ANTIBIÓTICOS
                                            • BIODETERIORAÇÃO
                                                 • DIVERSOS MATERIAIS
                                                 • HOMEM E ANIMAIS; PLANTAS (MICOSES)
         Meio com diferentes acúcares




                ALIMENTOS                    COMO FONTE DE PROTEINAS
• COMO ALIMENTOS                            • PROTEINA ANIMAL
  – COGUMELOS                                 – BOI DE 500 KG -500g P/dia
      • VALOR NUTRITIVO
      • VALOR COMERCIAL                     • PROTEINA VEGETAL
                                              – 500 Kg DE SOJA -50Kg P/dia
• NO PREPARO                                • FUNGO
  –   QUEIJOS                                 – 500 Kg DE LEVEDURA EM SUBSTRATO
  –   PÃO                                       APROPRIADO
  –   CERVEJA
                                              – 50.000 Kg P/dia
  –   OUTROS




                                                                                          6
IMPORTÂNCIA DOS FUNGOS                                           MICOSES
                 Alergias                     • SUPERFICIAIS
 Síndrome                        Micoses
dos edifícios                      em
  doentes                       animais e     • CUTÂNEAS
                 Fungos          plantas

                                              • SUBCUTÂNEAS
 Micotoxinas e
 Micotoxicoses              Biodeterioração
                                              • SISTÊMICAS




                                                           CROMOMICOSE




                ALERGIAS                                     MICOTOXINAS
• VIAS RESPIRATÓRIAS
  – ASMA                                         AFLATOXINAS     FUSARIOTOXINAS   OCRATOXINAS
                                                METABÓLITOS
                                                                                       .
  – RINITE                                    BIOSSINTETIZADOS

  – CONJUNTIVITE

                                                                 ESPÉCIES DO      ASPERGILLUS
                                              ASPERGILLUS                          OCRACEUS
                                                FLAVUS             GÊNERO
                                                                                  ESPÉCIES DO
• SÍNDROME DO EDIFÍCIO DOENTE                 ASPERGILLUS          FUSARIUM
                                                                                    GÊNERO
                                              PARASÍTICUS                         PENICILLIUM




                                                                                                7
SUBSTRATOS VEICULADORES
• PRODUTOS AGRÍCOLAS
   – CEREAIS, SEMENTES, OLEAGINOSAS, FRUTAS E
     VEGETAIS
• RAÇÕES ANIMAIS INDUSTRIALIZADAS
• PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL
   – LEITE, QUEIJO, CARNES, EMBUTIDOS
• QUEIJOS CURADOS POR FUNGOS
• ALIMENTOS ORIENTAIS FERMENTADOS
• PRODUTOS DE FERMENTAÇÃO
   – CERVEJAS, ADITIVOS ALIMENTARES E
     VITAMINAS




     SÍNDROME DOS                                 AR CONDICIONADO
   EDIFÍCIOS DOENTES
 • FADIGA                                                 TORRE DE
                                                          RESFRIAMENTO
 • DORES DE CABEÇA                                                         DUTO DE
 • IRRITAÇÃO NOS OLHOS, NARIZ E                                            INSUFLAMENTO
   TRATO RESPIRATÓRIO.                             AR      CONDICIONADOR                  AMBIENTE
                                                   EXTERNO                                INTERNO
 • CORIZA                                                                  DUTO DE
                                                                           RETORNO
                                                          ÁGUA DE
 • > 20 % DOS OCUPANTES
                                                          CONDENSAÇÃO




  PORTARIA MS/GM 3.523-28/8/98
                                                     MONITORAMENTO
                                                       AMBIENTAL
 • MEDIDAS BÁSICAS: VERIFICAÇÃO VISUAL          • IDENTIFICAR ORIGEM DA
                                                  CONTAMINAÇÃO
 • ART.3O-PAR.ÚNICO:
 • AMBIENTES CLIMATIZADOS ESPECIAIS:
   INSTALAÇÕES HOSPITALARES E OUTROS:
                                                • AVALIAR O POTENCIAL DOS AGENTES
                                                  CAUSAREM EFEITO NOCIVO
 • NORMAS E REGULAMENTOS ESPECÍFICOS,
   SEM PREJUIZO DO DISPOSTO NESTE               • AVALIAR A EFICIÊNCIA DAS MEDIDAS
   REGULAMENTO                                    DE CONTROLE




                                                                                                     8
MÉDIA DE FUNGOS E BACTÉRIAS
MÉDIA DE UFC DE MICRORGANISMOS ISOLADOS
    DE 30 AMBIENTES CLIMATIZADOS-SP                       (ufc/m3) ISOLADOS DO AR EM
                                                           AMBIENTES HOSPITALARES
  • AR INTERNO E EXTERNO    • ÁGUA DE CONDENSAÇÃO
                                                    90
                            • FUNGOS:1,0 X 102      80
                                                                                        FL
  • FUNGOS                                                                              FE
                                                    70
                            • BACTÉRIAS                                                 FC
                                                    60
                              HETEROTRÓFICAS:                                           BG+   L
  • AR INTERNO: 1,2 X 102                           50
                            • 13%: <102                                                 BG+   E
                                                    40
                                                                                        BG+   C
                            • 33%: 102              30
  • AR EXTERNO: 3,4 X 102                                                               BG-   L
                            • 27%: 103              20
                                                                                        BG-   E
                            • 27%: 104              10
                                                                                        BG-   C
                                                     0
                                                          HOSP. A   HOSP. B   HOSP. C




                                                                                                  9

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Reino Fungi

  • 1. REINO FUNGI REINOS =S R.PLANTAE =S R.ANIMALIA VEGETALIA FUNGI ANIMALIA FOTOS- ABSORÇÃO INGESTÃO MULTI- SÍNTESE CELULARES NÃO CLOROFILA EU- CARIOTAS NÃO CELULOSE QUITINA PROTISTA ALGAS PROTO- UNI- ZOÁRIOS CELULARES NÃO AMIDO GLICOGÊNIO DICARIOFASE MONERA CIANO- BACTÉRIAS PRO- BACTÉRIAS CARIOTAS CÉLULA FÚNGICA • PAREDE CELULAR (~5%) MORFOLOGIA – PROTEÇÃO E FORMA • MEMBRANA CELULAR – ERGOSTEROL • CITOPLASMA REPRODUÇÃO – NÚCLEO COM CROMOSSOMO LINEAR – MEMBRANA NUCLEAR – NUCLÉOLO, R.E, MITOCÔNDRIA, RIBOSSOMOS, TAXONOMIA – VACÚOLOS, APARELHO DE GOLGI • CÁPSULA – C. NEOFORMANS MORFOLOGIA - IMPORTÂNCIA FUNGOS • Micromorfologia • Macromorfologia da • BOLORES colônia – COLÔNIAS FILAMENTOSAS Identificação é baseada nas características micro • LEVEDURAS – COLÔNIAS CREMOSAS e macromorfológicas 1
  • 2. MICÉLIO VEGETATIVO LEVEDURAS E BOLORES • UNICELULAR -LEVEDURAS • PLURICELULAR-FILAMENTOSO -BOLORES – SEPTADO – CENOCÍTICO • PSEUDOFILAMENTOSO MICÉLIO VEGETATIVO FILAMENTOSO BOLORES REPRODUÇÃO DOS FUNGOS • VEGETATIVA – NÃO HÁ DIFERENCIAÇÃO DA CÉLULA • ASSEXUAL – NÃO OCORRE UNIÃO DOS NÚCLEOS • SEXUAL – OCORRE UNIÃO DOS NÚCLEOS – EM ESTRUTURAS ESPECIALIZADAS – TROCA DE MATERIAL CROMOSSÔMICO MEIOSE • PARASEXUAL – OCORRE UNIÃO DOS NÚCLEOS EM QUALQUER PONTO DA HIFA REPRODUÇÃO DAS LEVEDURAS ASSEXUADA=BROTAMENTO-CISSIPARIDADE-PSEUDOMICELIO LEVEDURA-UNICELULAR-BROTAMENTO SEXUADA 2
  • 3. PSEUDOMICELIO-CANDIDA REPRODUÇÃO DOS BOLORES • MICÉLIO VEGETATIVO – REPRODUÇÃO VEGETATIVA • ARTROCONIDIO • CLAMIDOCONIDIO • MICÉLIO REPRODUTIVO – ESPOROS MICELIO REPRODUTIVO- REPRODUÇÃO DOS BOLORES BOLORES • MICÉLIO VEGETATIVO • ESPOROS ASSEXUADOS – REPRODUÇÃO VEGETATIVA • ECTÓSPOROS-CONÍDIOS- • ARTROCONIDIO DEUTEROMYCOTINA • CLAMIDOCONIDIO • ENDOSPOROS-ESPORANGIOSPOROS- ZYGOMYCOTINA • ESPOROS SEXUADOS • ECTOSPOROS-BASIDIOSPOROS- • MICELIO REPRODUTIVO BASIDIOMYCOTINA – ESPOROS • ENDOSPOROS-ASCOSPOROS- ASCOMYCOTINA REPRODUÇÃO DOS BOLORES FUNGOS DIMÓRFICOS • ESPOROS ASSEXUADOS • TEMPERATURA • ECTÓSPOROS-CONÍDIOS- DEUTEROMYCOTINA • 33 A 37O C AMBIENTE • ENDOSPOROS-ESPORANGIOSPOROS-ZYGOMYCOTINA • PARASITISMO 22 A 28OC • LEVEDURIFORME • MEIO AMBIENTE - SAPRÓBIOS • ESPOROS SEXUADOS • FUNGOS • ECTOSPOROS-BASIDIOSPOROS-BASIDIOMYCOTINA FILAMENTOSOS • ENDOSPOROS-ASCOSPOROS-ASCOMYCOTINA 3
  • 4. FUNGOS DIMÓRFICOS TAXONOMIA MASTIGOMYCOTINA FUNGOS AQUÁTICOS • FASE MICELIAL (M) OU (F) E FASE LEVEDURIFORME (L) OU (Y) E VICE-VERSA ZIGOMYCOTINA HIFA CENOCÍTICA • FATORES QUE ESTIMULAM A CONVERSÃO: BASIDIOMYCOTINA COGUMELOS – TEMPERATURA FUNGI – TENSÃO DE CO2 ASCOMYCOTINA REPRODUÇÃO SEXUADA / ASCOS – NUTRIENTES • INCLUEM VÁRIOS PATÓGENOS DEUTEROMYCOTINA REPRODUÇÃO ASEXUADA – SPOROTHRIX SCHENCKII – HISTOPLASMA CAPSULATUM MICOSES – PARACOCCIDIOIDES BRASILIENSIS BOLOR HIFA SEPTADA LEVEDURA ESPOROS EXTERNOS NIVEIS TAXONÔMICOS REINO SUFIXOS FUNGI DIVISÃO MYCOTA EUMYCOTA SUBDIVISÃO MYCOTINA DEUTEROMYCOTINA ECOLOGIA DOS FUNGOS CLASSE MYCETES HYPHOMYCETES ORDEM ALES MONILIALES HABITAT FAMÍLIA ACEAE MONILIACEAE VIAS DE DISPERSÃO GÊNERO NÃO TEM ASPERGILLUS ESPÉCIE NÃO TEM FLAVUS 4
  • 5. FISIOLOGIA NUTRIÇÃO POR ABSORÇÃO • FONTE DE CARBONO Transporte • FONTE DE ENERGIA Fungos Membrana • OUTROS ELEMENTOS plasmática Lipases, • PH Invertases, Substâncias menores • O2 Lactases, • TEMPERATURA Proteinases, Queratinases • ÁGUA Macromoléculas Exo-enzimas MACRONUTRIENTES MICRONUTRIENTES • [10 –6 M] • [10 –3 M] • ÍONS DE FERRO, ZINCO, MANGANÊS, • FONTE DE CARBONO COBRE, CÁLCIO, ETC – ACÚCARES – D-GLICOSE – OUTROS : SACAROSE, MALTOSE • ALGUNS FUNGOS – POLISSACARÍDEOS : CELULOSE E AMIDO – FATORES DE CRESCIMENTO • FONTE DE NITROGÊNIO • VITAMINAS – TIAMINA, BIOTINA, – NITRATO, NH4 E PEPTONAS RIBOFLAVINA, AC. PANTOTÊNICO, ETC • ENXOFRE • FÓSFORO FATORES AMBIENTAIS QUE INFLUENCIAM O CRESCIMENTO DOS FUNGOS UMIDADE RELATIVA DO AR E AA • Temperatura • UR = 100% - AA = 1,00 – Psicróficlos / Mesófilos / Termófilos • Fungos de importância médica • UR = 65% - AA = 0,65 – OS – Mesófilos-20 a 30oC FUNGOS NÃO CONSEGUEM CRESCER NESTE VALOR DE AA • Fungos dimórficos – 22 a 28oC = filamentosos 33 a 37oC = leveduriformes • EX: CLADOSPORIUM 5
  • 6. PH BIOQUÍMICA E IDENTIFICAÇÃO DE LEVEDURAS • AUXANOGRAMA – ASSIMILAÇÃO DE FONTES DE CARBONO OU NITROGÊNIO pH ótimo ~6,5 • FOSFOLIPASE – FATOR DE VIRULÊNCIA LEVEDURAS FUNGOS FILAMENTOSOS pH 1,5 e 11 • PROTEINASE pH 2,5 e 8,5 – FATOR DE VIRULÊNCIA BIOQUÍMICA E IDENTIFICAÇÃO DE LEVEDURAS IMPORTÂNCIA DOS FUNGOS • ZIMOGRAMA = PROVA DE FERMENTAÇÃO • CICLO DOS ELEMENTOS NA NATUREZA DE AÇÚCARES • ALIMENTOS • PRODUÇÃO DE ÁCIDOS E CO2 • COMO ALIMENTOS • COMO PRODUTOR: PROTEINAS, VITAMINAS, ETC • NO PREPARO DE ALIMENTOS • ANTIBIÓTICOS • BIODETERIORAÇÃO • DIVERSOS MATERIAIS • HOMEM E ANIMAIS; PLANTAS (MICOSES) Meio com diferentes acúcares ALIMENTOS COMO FONTE DE PROTEINAS • COMO ALIMENTOS • PROTEINA ANIMAL – COGUMELOS – BOI DE 500 KG -500g P/dia • VALOR NUTRITIVO • VALOR COMERCIAL • PROTEINA VEGETAL – 500 Kg DE SOJA -50Kg P/dia • NO PREPARO • FUNGO – QUEIJOS – 500 Kg DE LEVEDURA EM SUBSTRATO – PÃO APROPRIADO – CERVEJA – 50.000 Kg P/dia – OUTROS 6
  • 7. IMPORTÂNCIA DOS FUNGOS MICOSES Alergias • SUPERFICIAIS Síndrome Micoses dos edifícios em doentes animais e • CUTÂNEAS Fungos plantas • SUBCUTÂNEAS Micotoxinas e Micotoxicoses Biodeterioração • SISTÊMICAS CROMOMICOSE ALERGIAS MICOTOXINAS • VIAS RESPIRATÓRIAS – ASMA AFLATOXINAS FUSARIOTOXINAS OCRATOXINAS METABÓLITOS . – RINITE BIOSSINTETIZADOS – CONJUNTIVITE ESPÉCIES DO ASPERGILLUS ASPERGILLUS OCRACEUS FLAVUS GÊNERO ESPÉCIES DO • SÍNDROME DO EDIFÍCIO DOENTE ASPERGILLUS FUSARIUM GÊNERO PARASÍTICUS PENICILLIUM 7
  • 8. SUBSTRATOS VEICULADORES • PRODUTOS AGRÍCOLAS – CEREAIS, SEMENTES, OLEAGINOSAS, FRUTAS E VEGETAIS • RAÇÕES ANIMAIS INDUSTRIALIZADAS • PRODUTOS DE ORIGEM ANIMAL – LEITE, QUEIJO, CARNES, EMBUTIDOS • QUEIJOS CURADOS POR FUNGOS • ALIMENTOS ORIENTAIS FERMENTADOS • PRODUTOS DE FERMENTAÇÃO – CERVEJAS, ADITIVOS ALIMENTARES E VITAMINAS SÍNDROME DOS AR CONDICIONADO EDIFÍCIOS DOENTES • FADIGA TORRE DE RESFRIAMENTO • DORES DE CABEÇA DUTO DE • IRRITAÇÃO NOS OLHOS, NARIZ E INSUFLAMENTO TRATO RESPIRATÓRIO. AR CONDICIONADOR AMBIENTE EXTERNO INTERNO • CORIZA DUTO DE RETORNO ÁGUA DE • > 20 % DOS OCUPANTES CONDENSAÇÃO PORTARIA MS/GM 3.523-28/8/98 MONITORAMENTO AMBIENTAL • MEDIDAS BÁSICAS: VERIFICAÇÃO VISUAL • IDENTIFICAR ORIGEM DA CONTAMINAÇÃO • ART.3O-PAR.ÚNICO: • AMBIENTES CLIMATIZADOS ESPECIAIS: INSTALAÇÕES HOSPITALARES E OUTROS: • AVALIAR O POTENCIAL DOS AGENTES CAUSAREM EFEITO NOCIVO • NORMAS E REGULAMENTOS ESPECÍFICOS, SEM PREJUIZO DO DISPOSTO NESTE • AVALIAR A EFICIÊNCIA DAS MEDIDAS REGULAMENTO DE CONTROLE 8
  • 9. MÉDIA DE FUNGOS E BACTÉRIAS MÉDIA DE UFC DE MICRORGANISMOS ISOLADOS DE 30 AMBIENTES CLIMATIZADOS-SP (ufc/m3) ISOLADOS DO AR EM AMBIENTES HOSPITALARES • AR INTERNO E EXTERNO • ÁGUA DE CONDENSAÇÃO 90 • FUNGOS:1,0 X 102 80 FL • FUNGOS FE 70 • BACTÉRIAS FC 60 HETEROTRÓFICAS: BG+ L • AR INTERNO: 1,2 X 102 50 • 13%: <102 BG+ E 40 BG+ C • 33%: 102 30 • AR EXTERNO: 3,4 X 102 BG- L • 27%: 103 20 BG- E • 27%: 104 10 BG- C 0 HOSP. A HOSP. B HOSP. C 9