A Europa e o Mundo no Limiar do século XX
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- Desmilitarização e desarmamento.
Principais alterações do
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Desmembramento dos Impérios Centrais ...
manifestações, crise social em toda a
Europa.
Políticos:
 A crise económica e social, levou ao
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- superprodução industrial e agrícola;
- diminuição dos preços a partir de 1926 em virtude
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  1. 1. A Europa e o Mundo no Limiar do século XX Hegemonia e declínio da influência europeia Imperialismo e colonialismo: a partilha do mundo Preponderância económica da Europa no início do século XX: A Europa dominava o mundo: - Enriquecimento provocado pela industrialização. - Domínio imperialista/colonialista sobre várias zonas do globo. Países europeus mais industrializados. Grã-Bretanha, França, Bélgica, Alemanha. Sectores económicos de maior dinamismo. Europa como: -Banca; -Indústria; - Comércio. Países extra-europeus que se tornaram concorrentes económicos da Europa em finais do século XIX. Japão e E.U.A. Situação económica dos E.U.A. Grandes mercados, terras férteis e riqueza no subsolo. Relação entre o crescimento do imperialismo, com o desenvolvimento do capitalismo industrial e financeiro. Administração eficaz. Objectivos da dominação imperialista: -obtenção de matérias primas a baixo preço; -fazer reinvestimentos rentáveis; -dominar novos mercados de escoamento de produtos. Modalidades de que se revestiu o imperialismo no século XIX. -Domínio político, -Domínio económico e financeiro, -Domínio cultural. Colonização europeia do continente africano, no início do século XIX. Controlo de apenas estreitas faixas do litoral.
  2. 2. Interesse da Europa pelo continente africano na 2ªa metade do século XIX. Inesgotáveis potencialidades da África em matérias- primas. Consequências da Conferência de Berlim. Repartição da África entre as grandes potências. Estabelecimento do princípio da ocupação efectiva Principais potências coloniais do final do século XIX e respectivos territórios. Impérios: Britânico, Francês, Espanhol, Português, Alemão, Italiano, Belga. Colónias portuguesas do séc. XIX. Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, S. Tomé e Príncipe. Colonização portuguesa em África no início do século XIX, explicando o seu reforço a partir de 1822. Ocupação de zonas estreitas do litoral. Fraca ocupação com colonos e exércitos, desconhecimento do interior. Viagens de exploradores pelo interior, a partir de 1850. Relacionar o esforço português de ocupação territorial, com a Conferência de Berlim. Mapa Cor de Rosa e a ocupação efectiva do território entre Angola e Moçambique. Ultimato inglês obriga Portugal a abandonar as pretensões formuladas no Mapa Cor de Rosa. A 1ª Grande Guerra Diversidade territorial e política da Europa, nos começos do séc. XX. Europa dividida em dois campos políticos rivais. De um lado as grandes monarquias imperiais da Europa Central como a Austro Hungria e o Império Alemão. Ameaçado por estes nas suas fronteiras, o Império Russo procurava aliados e apoios a ocidente: os países de democracia parlamentar, como a Grã Bretanha e França. Principais países dos dois blocos em confronto. Inglaterra, França e o Império Russo, constituíam a Tríplice Entente. Império Alemão, Áustria - Hungria e Itália, formavam a Tríplice Aliança. Aumento das tensões entre as grandes potências europeias, Expansionismo alemão insatisfeito com a reduzida extensão do império colonial, após a Conferência
  3. 3. com a rivalidade económica e colonial. de Berlim. Principais pontos de tensão nacionalista na Europa, nas vésperas da guerra. Rússia reclama sobre os Turcos, o controlo do Bósforo, vital para a ligação às economias ocidentais. A Grã – Bretanha e a França rivalizavam pela posse de territórios ultramarinos. A Alemanha disputava também territórios no ultramar com a França e a Inglaterra e defendia a ideia de superioridade da raça germânica. Ambições territoriais italianas sobre regiões fronteiriças da Áustria, Trieste e Tirol e sobre a Líbia no norte de África. França mantinha contencioso com a Alemanha, sobre a Alsácia Lorena rica em carvão e ferro, que reclamava desde a guerra de 1871. A Península Balcânica, formada por um mosaico de povos e nações, encontrava-se sob o domínio dos impérios Austro – Húngaro e Otomano(Turquia), cujos territórios eram disputados. Aumento da tensão internacional com a corrida aos armamentos. Formação de blocos militares e clima de Paz Armada na Europa, fazia prever conflito a todo o momento. Eclosão e generalização do conflito armado. Assassínio do arquiduque herdeiro do Império Austríaco por apoiantes da Grande Sérvia, adversários do imperialismo austríaco, desencadeou um ultimato da Áustria e consequentes declarações de guerra em catadupa, entre os países das duas alianças. Áustria apoiada na Alemanha, declara guerra á Sérvia Alemanha invadiu a Sérvia, por sua vez apoiada na Triple Entente e defendida pela Rússia. França e Inglaterra ameaçados, na frente ocidental pela Alemanha, entram na guerra. Razões da euforia da guerra e das ilusões da guerra curta. Enquanto os aliados contavam com a superioridade numérica dos seus exércitos, os impérios centrais contavam com a superioridade técnica do armamento. As fases da guerra 1ª fase 1914 guerra de movimentos, ou guerra –
  4. 4. relâmpago, curta ofensiva alemã. 2ª fase 1915 a 1918 - guerra de posições, ou guerra das trincheiras. -3ª fase 1918 -Primavera a Outono, guerra de movimentos, ofensiva e vitórias dos aliados Principais frentes de batalha. - Frente Ocidental – do mar do Norte à fronteira norte da Suíça e desta ao mar Adriático; - Frente Leste – do mar Báltico ao mar Negro; - Frente Balcânica – do mar Adriático à Turquia. Tipos de armamento utilizados nesta guerra. -submarinos, -tanques de guerra, -granadas de mão, -canhões, -grandes metralhadoras, -gases tóxicos, -aviação. Principais alterações na correlação de forças internacionais em confronto. -EUA entraram na guerra em 1917 pelos aliados. -Rússia fez paz separada com os Impérios, enfraquecendo os aliados. -Turquia auxiliou Impérios Centrais. -Itália abandonou Impérios e torna-se aliada da Inglaterra e França, a partir de 1916. Principais deliberações da Conferencia de Paz. Convocação de uma Conferência de Paz em Versalhes para a resolução das questões emergentes da guerra.  Elaboração de tratados de paz sendo o mais importante o Tratado de Versalhes.  Defesa do princípio das nacionalidades como meio de resolução dos conflitos nacionalistas na Europa. Criação de um organismo internacional de defesa da Paz, a S.D.N. Principais imposições do Tratado de Versalhes à Alemanha e avaliar as suas consequências. -Desmembramento dos grandes impérios turco, austro-húngaro e alemão; - Princípio das nacionalidades com o reconhecimento de novos estados; - Pagamento pelos vencidos, de indemnizações de guerra;
  5. 5. - Desmilitarização e desarmamento. Principais alterações do mapa político da Europa. Desmembramento dos Impérios Centrais e formação de novos estados europeus mais pequenos:  Polónia, Finlândia (a partir dos territórios alemães conquistados à Rússia durante a guerra).  Áustria, Hungria, Checoslováquia e Jugoslávia, a partir do Império Austro - Húngaro. Importância da criação da Sociedade das Nações. - Preservar a paz, evitar o uso da força na resolução de diferendos políticos entre nações. - Promover a cooperação económica e cultural entre os estados. As Transformações Económicas do pós - Guerra no mundo ocidental Custos humanos e materiais da 1ª guerra mundial. Demografia:  cerca de 8 milhões de mortos e 6 milhões de inválidos. Destruições e devastações em vários países, nomeadamente a França muito afectada pelos combates de trincheiras. Situação económica e social da Europa no final do pós-guerra. Crise social, revoluções, expansão das ideias marxistas. Aspectos económicos e financeiros:  Quebra da actividade económica em todos os países afectados, inflação, escassez de capitais, desvalorização da moeda e dos salários, empobrecimento generalizado, desemprego, crise social, em vários países. Sociais:  Desemprego, pobreza, greves,
  6. 6. manifestações, crise social em toda a Europa. Políticos:  A crise económica e social, levou ao descrédito das democracias e ao advento de novos regimes baseados na força e no autoritarismo, como forma de dominar a instabilidade e relançar em curto espaço de tempo, as economias afectadas pela baixa dos rendimentos e lucros. Situação de ruína e endividamento da Europa com o fim da sua supremacia no mundo. Empréstimos e grandes investimentos de empresas norte americanas ajudaram a reconstrução europeia. Inglaterra e Londres perdem o seu papel de centro financeiro. Circunstâncias que levaram os E.U.A. a tornarem-se a primeira potência mundial. -EUA principal fornecedor de bens e capitais às economias europeias debilitadas. -Grande produção industrial de bens de consumo e agrícolas, virada para a satisfação das necessidades internas e dos países europeus. -Reforço do dólar, com pagamentos em ouro, da Europa aos EUA. -Grande mercado de consumo, para as mercadorias europeias. Modelo americano de organização das empresas e do trabalho, relacionando-o com o crescimento económico acelerado. Concentração capitalista. Fordismo, nova organização do trabalho, baseada em: -Taylorismo, trabalho em cadeia, -Estandardização, produção em massa. O consumismo dos anos 20 nos EUA, relacionando-o com a publicidade e as vendas a crédito. Clima de optimismo no mundo capitalista e liberal, gera um espírito consumista generalizado criando o mito do American way of life. Carácter precário da prosperidade dos anos 20 nos EUA. Efeitos do grande dinamismo industrial, na economia americana:
  7. 7. - superprodução industrial e agrícola; - diminuição dos preços a partir de 1926 em virtude de a produção europeia ter alcançado finalmente a normalidade levando à diminuição das importações dos E.U.A.

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