Terapia anti hipertensiva

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Terapia anti hipertensiva

  1. 1. Terapia anti-hipertensiva
  2. 2. Definição e Epidemiologia Definição: distúrbio assintomático com elevação anormal da pressão nas artérias  Pressão em repouso: sistólica 140 mm Hg e diastólica 90 mm Hg  No mundo são 600 milhões de hipertensos segundo a OMS. Relatório anual da OMS (World Health Report 2003) acusa a hipertensão de ser o terceiro principal fator de risco associado à mortalidade mundial  A taxa de incidência da hipertensão é de 30% na população brasileira, chegando a mais de 50% na terceira idade.  A hipertensão está presente em 5% dos 70 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. São 3,5 milhões de crianças e adolescentes que precisam de tratamento.
  3. 3. Epidemiologia  Em 2003 (última atualização do MS), as doenças cardiovasculares foram responsáveis pela morte de 274 mil brasileiros (6 mil mortes a mais do que no ano anterior), o dobro de mortes por todos os tipos de câncer. Isso representa 31,5% dos óbitos na população brasileira.  Corresponde a 153 mortes por 100 mil habitantes  A principal causa de morte em todas as regiões do país é o acidente vascular encefálico (AVE) – o popular derrame, acometendo as mulheres em maior proporção. Segundo o Ministério da Saúde, dos que sobrevivem à ocorrência de derrames, 50% ficam com algum grau de comprometimento.  Dados do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) demonstram que 40% das aposentadorias precoces decorrem de derrames e infartos  Entre os fatores de risco para mortalidade, a hipertensão explica 40% das mortes por AVE e 25% daquelas por doença coronariana
  4. 4. Epidemiologia  No SUS, em 2005, as doenças cardiovasculares foram responsáveis por 1,18 milhões de internações/ano, com um custo aproximado de 1,32 bilhões de reais (Ministério da Saúde).  A insuficiência cardíaca é a principal causa de hospitalização entre as doenças cardiovasculares, sendo duas vezes mais freqüente do que as internações por AVE.  Anualmente, quase trezentas mil pessoas morrem no Brasil de doenças cardiovasculares, mais da metade decorre da pressão alta  O Ministério da Saúde estima que cerca de 15 milhões de hipertensos desconhecem a condição. Em relação ao tratamento, a estimativa é de que apenas 7 milhões estejam sendo tratados
  5. 5. Epidemiologia  Adesão - Um ano após o diagnóstico de hipertensão, mais da metade dos pacientes abandona o tratamento. Daqueles que continuam a terapia, apenas 50% toma pelo menos 80% dos medicamentos prescritos (OMS)  A partir dos 40 anos de idade, 25% das internações do SUS são em decorrência de doenças do aparelho circulatório  De acordo com estimativas da OMS, as doenças cardiovasculares serão a principal causa de morte nos países em desenvolvimento, mas 45% dos profissionais da saúde em todo o mundo não estão treinados a lidar com a hipertensão (OMS)
  6. 6. Epidemiologia
  7. 7. Fatores de Risco  Genético  Tabagismo  Dislipidemias  Diabete melito  Sedentarismo  Obesidade  Idade  Dieta (sódio)  Estresse  Uso de medicamentos
  8. 8. Causas secundárias
  9. 9. Regulação da PA  Controle neurogênico  Sistema Renina-Angiotensina-Aldosterona  Coração  Rins  Vasos
  10. 10. Complicações  Nefropatia  Doenças cardiovasculares: IAM, hipertrofia ventricular, AVE, Retinopatia hipertensiva, Insuficiência cardíaca  Alterações cognitivas
  11. 11. Terapia
  12. 12. Terapia
  13. 13. Terapia  Diuréticos  Inibidores da ECA  Vasodilatadores  Beta bloqueadores  Anti-adrenérgicos
  14. 14. Diuréticos  Alça Furosemida Ácido etacrínico  Tiazídicos Hidroclorotiazida Clortalidona  Poupadores de K Amilorida Espironolactona
  15. 15. Inibidores da ECA
  16. 16. Beta bloqueadores  Seletivos para B1 Atenolol Metoprolol  Não seletivo (B1 e B2) - Atenção Asma e diabetes Propranolol Pindolol
  17. 17. Anti-adrenérgcos
  18. 18. Vasodilatadores
  19. 19. Antagonistas do canal de Cálcio
  20. 20. Antagonistas AT1

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