A Biblioteca Escolar<br />Conceito central:“A biblioteca escolar constitui um contributo essencial para o sucesso educativ...
O sentido da auto-avaliação<br />“If we always see as we&apos;ve always seen, <br />We&apos;ll always be as we&apos;ve alw...
O Modelo de Auto-Avaliação<br /><ul><li>Resultou de uma análise efectuada sobre outros modelos já existentes e sobre a rea...
A abordagem é essencialmente qualitativa;
Avalia a qualidade e eficácia da BE, não o desempenho individual do seu coordenador ou restantes membros da equipa;
Orientado para a análise dos processos e resultados, numa perspectiva formativa, permite promover a melhoria, desenvolver ...
A estrutura do Modelo (cont.)<br />Cada domínio inclui:<br />►Indicadores –apontam as zonas nucleares de intervenção em ca...
Etapas do processo de avaliação<br /><ul><li>Preenchimento do documento referente ao perfil da BE;
Selecção do domínio para a realização da auto-avaliação;
Definição de instrumentos a operacionalizar durante a recolha de evidências;
Definição da amostra (20% do total de professores e 10% do nº de alunos em cada ano de escolaridade);
Calendarização do processo;
Recolha de evidências;
Análise e interpretação das evidências recolhidas;
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  1. 1.
  2. 2. A Biblioteca Escolar<br />Conceito central:“A biblioteca escolar constitui um contributo essencial para o sucesso educativo, sendo um recurso fundamental para o ensino e para a aprendizagem. (…) é importante que cada escola conheça o impacto que as actividades realizadas pela e com a biblioteca escolar vão tendo no processo de ensino e na aprendizagem (…)”<br />
  3. 3. O sentido da auto-avaliação<br />“If we always see as we&apos;ve always seen, <br />We&apos;ll always be as we&apos;ve always been, <br />We’ll always do as we&apos;ve always done, <br />We’ll always have what we’ve always had <br />And we’ll always get what we’ve always got” <br />(Author unknown)<br />A auto-avaliação em contexto educativo consiste num processo de auto-responsabilização por parte do Órgão de Gestão da Escola, Professores e Equipa da BE;<br />Permite estabelecer uma aliança entre a prática e a análise reflexiva, resultando num aferir de impactos, pontos fortes e pontos fracos;<br />Enquanto instrumento de regulação, a auto-avaliação conduz àmudança e melhoria contínua.<br />
  4. 4. O Modelo de Auto-Avaliação<br /><ul><li>Resultou de uma análise efectuada sobre outros modelos já existentes e sobre a realidade da escola portuguesa;
  5. 5. A abordagem é essencialmente qualitativa;
  6. 6. Avalia a qualidade e eficácia da BE, não o desempenho individual do seu coordenador ou restantes membros da equipa;
  7. 7. Orientado para a análise dos processos e resultados, numa perspectiva formativa, permite promover a melhoria, desenvolver a qualidade e concretizar a missão da BE (produzir resultados que contribuam para os objectivos da escola).</li></li></ul><li>A estrutura do Modelo<br /><ul><li>Consiste em quatro domínios (e respectivos subdomínios) que representam as áreas essenciais para que a BE cumpra eficazmente a sua missão:</li></ul>A – Apoio ao Desenvolvimento Curricular<br />A.1. Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes<br />A.2. Desenvolvimento da literacia da informação<br />B – Leitura e Literacias<br />C – Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade<br />C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular<br />C.2. Projectos e parcerias<br />D – Gestão da Biblioteca Escolar<br />D.1. Articulação da BE com a Escola / Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE<br />D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços<br />D.3. Gestão da colecção<br />
  8. 8. A estrutura do Modelo (cont.)<br />Cada domínio inclui:<br />►Indicadores –apontam as zonas nucleares de intervenção em cada domínio; permitem a aplicação de elementos de medição.<br />► Factores críticos de sucesso – exemplos de situações, ocorrências, acções que operacionalizam o indicador; guia orientador para a recolha de evidências.<br />► Recolha de evidências – exemplos de elementos, fontes e instrumentos de recolha de dados. <br />► Acções de melhoria – sugestões de acções com vista à melhoria.<br />
  9. 9. Etapas do processo de avaliação<br /><ul><li>Preenchimento do documento referente ao perfil da BE;
  10. 10. Selecção do domínio para a realização da auto-avaliação;
  11. 11. Definição de instrumentos a operacionalizar durante a recolha de evidências;
  12. 12. Definição da amostra (20% do total de professores e 10% do nº de alunos em cada ano de escolaridade);
  13. 13. Calendarização do processo;
  14. 14. Recolha de evidências;
  15. 15. Análise e interpretação das evidências recolhidas;
  16. 16. Identificação do nível de desempenho da BE;
  17. 17. Registo dos resultados no quadro-síntese referente ao domínio seleccionado;
  18. 18. Apresentação à comunidade escolar dos resultados obtidos;
  19. 19. Elaboração de um plano de melhoria.</li></li></ul><li>Nível de desempenho da BE<br />
  20. 20. Instrumentos de recolha de evidências<br />►Registos de observação;►Questionários aos professores, alunos e encarregados de educação;►Checklists;►Registos estatísticos;►Informação contida em documentação que rege e estrutura a vida da ►escola e da BE;►Planificações;►Análise de trabalhos dos alunos;►Registo de reuniões/contactos;►Materiais de apoio produzidos e editados;<br />
  21. 21. Envolvimento da comunidade escolar no processo<br /><ul><li>A reflexão orientada para a mudança, base de trabalho do modelo de auto-avaliação, implica o envolvimento colectivo:</li></ul>Coordenadora da BE – deve auto-responsabilizar-se pelo desenvolvimento do processo, divulgando-o junto da equipa da BE e dos órgãos de gestão/decisão pedagógica e conduzindo-o até ao momento da sua conclusão; <br />Órgãos de gestão e de decisão pedagógica – devem auto-responsabilizar-se pelo desenvolvimento do processo, colaborando na divulgação dos objectivos da auto-avaliação da BE;<br />Professores - devem auto-responsabilizar-se pelo desenvolvimento do processo, colaborando na planificação/dinamização de actividades conjuntas com a BE e preenchendo nos prazos previstos os documentos de recolha de evidências previamente definidos;<br />Alunos e Encarregados de Educação - devem auto-responsabilizar-se pelo desenvolvimento do processo, participando nas actividades com/da BE e preenchendo nos prazos previstos os documentos de recolha de evidências previamente definidos. <br />
  22. 22. Impacto esperado na BE<br /><ul><li>Aferição dos pontos fortes e áreas de melhoria;
  23. 23. Adequação da acção da BE aos interesses e necessidades da comunidade escolar;
  24. 24. Promoção/reconhecimento do valor da BE;
  25. 25. Efectiva integração da BE na Escola (trabalho colaborativo, articulação curricular);
  26. 26. Início de boas práticas de construção/implementação colectiva de projectos de mudança.</li></li></ul><li>Impacto esperado no trabalho dos professores<br /><ul><li>Efectiva utilização dos recursos/fontes de informação da BE (nos seus variados suportes) para apoio ao currículo;
  27. 27. Motivação para o trabalho colaborativo com a BE (em contexto de sala de aula ou na biblioteca);
  28. 28. Articulação entre departamentos;
  29. 29. Diversificação de estratégias e metodologias de ensino;</li></li></ul><li>Impacto esperado na aprendizagem dos alunos<br /><ul><li>Reconhecimento da BE enquanto parceiro e recurso na sua aprendizagem;
  30. 30. Aquisição de competências ao nível da literacia da informação (saber pesquisar, seleccionar, avaliar e trabalhar a informação nos seus mais variados suportes para produzir conhecimento);
  31. 31. Desenvolvimento da criatividade, responsabilidade, autonomia e sentido crítico;
  32. 32. Aumento dos níveis de leitura e compreensão leitora;</li></ul>Resultado final:Sucesso educativo. Aprendizagem ao longo da vida. Cidadãos conscientes e interventivos.<br />
  33. 33. Divulgação dos resultados da auto-avaliação da BE<br /><ul><li>Elaboração de um relatório final que integre:</li></ul> - Pontos fortes da BE<br /> - Áreas de melhoria<br /> - Nível de desempenho alcançado<br /> - Estratégias para eliminar os pontos fracos<br /><ul><li>Apresentação do relatório em Conselho Pedagógico;
  34. 34. Os coordenadores de departamento divulgarão os resultados junto dos restantes professores;
  35. 35. Integração do relatório no documento de auto-avaliação da Escola, a ter em consideração para a avaliação da IGE.</li></li></ul><li> “Success is remaining open to continuing feedback and adjusting the program accordingly. Evaluation gives you this continuing feedback.”<br />(Basic Guide to Program Evaluation)<br />PAULA MORGADO<br />Professora Bibliotecária <br />EBI C/JI Dr. Manuel Magro Machado<br />13 de Novembro de 2009<br />

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